Discleimer: Inuyasha e Cia. Não me pertencem, mas a história sim.
Que triste, minhas aulas já começam segunda-feira! T.T
Projeção astral.
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Trégua.
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Se eu fosse descrever aquela mulher parada ali, em uma palavra eu diria: doçura.
Aquela era claramente a mulher mais doce que já havia visto, Inuyasha era muito parecido com ela, os mesmos cabelos e olhos escuros, e, ah que fofo, o mesmo sorriso, seus olhos eram cheios de ternura e quando Inuyasha a chamou de mamãe ela deu um enorme sorriso, e seu sorriso era tão sincero que eu achei que tivesse luz própria.
Tenho certeza de que ela já tinha sonhado com esse momento muitas vezes antes, mas quando aquilo se realizou ela ficou sem ação, e tudo o que pode fazer foi ficar ali parada com seu vestido simples cor-de-rosa e sorrindo.
Passaram-se alguns minutos, quando ela finalmente piscou.
_Inuyasha! – disse feliz.
Ela desceu os degraus correndo e lançou-se sobre Inuyasha, abraçando-o pelo pescoço e dobrando os joelhos, obrigando Inuyasha a carrega-la. Quando o largou ela estava eufórica, puxando-o para dentro de casa.
_Meu filho, você voltou! Entre! Vamos Entre Inuyasha, entre!
Só que Inuyasha relutou.
_Ele está em casa?
Sua mãe pareceu ficar um pouco triste com a forma como Inuyasha se referiu ao pai.
_Não... – mas logo seus olhos voltaram a se iluminar – Então entre, vamos, há tanto tempo que eu já não o via!
Desta vez, Inuyasha não se opôs enquanto Izayoi o empurrava para dentro de casa, esbanjando toda a sua alegria eufórica. Foi a primeira vez que não me importei com a porta sendo batida na minha cara, ao invés de ficar brava eu sorri e a atravessei. Encontrei um corredor de paredes azuis, a minha direita, uma escada que levava ao segundo andar, ao longo da parede esquerda havia duas portas, e na parede dos fundos uma terceira.
Toda a casa cheirava a chocolate.
Entrei na primeira porta e vi uma sala de paredes verde bebê, com o chão acarpetado, na parede da esquerda havia um sofá com uma capa azul estampada, na parede da frente um sofá exatamente igual com uma capa igual, Inuyasha estava sentado inquieto neste, havia janelas acima dos dois sofás, no canto entre os dois sofás havia uma mesa redonda com toalha branca estampada e um arranjo de flores de plástico no centro, na parede direita tinha uma estante baixa e longa, com uma televisão em cima e uma foto de cada lado, em baixo podia se ver outras muitas fotos através das portas de vidro, acima da estante, preso a parede, havia três quadros.
O quatro da esquerda era um retrato de Izayoi, a mãe de Inuyasha, de pé diante de um fundo amarelo, com um vestido lilás simples, ela sorria lindamente e segurava um bebê nos braços envolvido por um manto vermelho, ela inclinava o bebê em seus braços de forma que o rosto do bebê entre aparecesse, e o bebê era Inuyasha sem duvida.
O quatro da direita era um retrato de uma mulher desconhecida, mas que me pareceu estranhamente familiar, ela vestia-se muito elegantemente com um vestido branco e longo, ostentando diversas joias, datado de algum período antigo na Itália, os cabelos compridos são louros bem claros, quase brancos, e a pele é pálida, estava sentada numa cadeira de ouro, com almofadas vermelhas, como uma espécie de trono, atrás de si havia uma parede azul muito clara, como se a intenção do pinto tivesse sido pintar todo aquele quadro em tons diferentes de branco ou algo assim, aproximei-me mais do quadro, a mulher de rosto impassível parecia me penetrar à alma com seus olhos extremamente dourados, a única coisa que fugia as cores pálidas e frias, percebi que ela tinha um bebê no colo, enrolado num manto amarelo pastel, mas diferente de Izayoi não fazia questão de mostrar o rosto do bebê.
_Esta é a mãe de Sesshoumaru. – informou-me Inuyasha, parado do meu lado, com as mãos juntas nas costas. – Gosta do estilo clássico.
Então eu entendi porque ela era familiar, Sesshoumaru se parece muito com a mãe, provavelmente ele é o bebê em seus braços.
_Não sabia que tinham mães diferentes.
_Nós temos. – Inuyasha confirmou – Ela se separou de meu pai quando Sesshoumaru tinha três anos de idade, mora na Europa agora, Itália eu acho. – sua voz falhou um pouco quando ele disse "pai".
_Ela não levou Sesshoumaru com ela?
Inuyasha encolheu os ombros.
_Acho que simplesmente não foi feita para a maternidade.
_Inuyasha? – chamou Izayoi entrando na sala.
Eu e ele viramo-nos no mesmo instante, ela carregava uma bandeja com uma caneca de chocolate quente e biscoito de leite.
_Com quem você falava?
_Com ninguém mamãe. – Inuyasha foi até ela e pegou a bandeja de suas mãos – Estava apenas pensando em voz alta.
Izayoi olhou o quadro além de mim.
_Ela é uma boa mulher Inuyasha, só não sabe se expressar direito. Sesshoumaru sabe disso.
Inuyasha encolheu os ombros, e tomou um gole de chocolate quente.
Finalmente olhei para o quadro do meio, era um homem, a principio eu achei que fosse Sesshoumaru, depois percebi que o homem é mais velho e que tinhas rugas de riso em volta dos olhos, como se costumasse rir com frequência (coisa que Sesshoumaru não faz), mas fora isso Sesshoumaru é a cara dele. Ele estava sentado em uma poltrona azul escura, usando um terno risca de giz, em seu colo um garotinho sorridente de talvez sete ou oito anos, Inuyasha. De pé atrás dele, estava um adolescente sério demais para a sua idade, ele deveria ter quinze ou dezesseis anos, com penetrantes olhos dourados, Sesshoumaru.
Este deve ser o pai deles, engraçado, pela forma como Inuyasha falou dele, eu meio que esperava encontrar algum monstro terrível, com chifres e olhos verdes incandescentes. Mas neste retrato ele até que parece um cara bem... Simpático.
_Seu pai é como ela. – ouvi Izayoi falar atrás de mim. – Não sabe se expressar direito.
_Mãe, eu não quero falar dele. – Inuyasha retrucou.
_Mas temos que falar dele, Inuyasha! – insistiu sua mãe – Você não pode fugir para o resto da vida.
_É só até me formar. – o ouvir responder – Eu não deveria ter vindo aqui.
Virei-me quando ele disse isso. E o vi levantar-se do sofá, estava a ponto de pedir que ele ficasse, quando Izayoi antecipou-se a mim, segurando a mão de Inuyasha e lhe suplicando com seus grandes olhos escuros que ele ficasse Inuyasha suspirou e sentou-se novamente, eu dei um pequeno sorriso.
_Então não vamos falar de seu pai. – ela concordou – Mas, só me diga que boa alma o convenceu a vir aqui.
_Foi uma garota. – as bochechas de Inuyasha se aqueceram como se estivesse envergonhado por falar de uma garota para a mãe.
_Uma garota! – comemorou Izayoi – Quem é ela? Eu preciso beijá-la!
Se é que é possível ficar corada quando se é uma projeção no plano astral, eu fiquei.
_Bem, ela se chama Kagome – os olhos de Inuyasha tornaram-se tristes. – Mas receio que tenha de ir ao hospital para fazer isso.
_Oh, a pobrezinha esta no hospital? – Izayoi olhou-o preocupado – E é grave?
_Receio que sim. – Inuyasha olhou-me – Ela esta em coma.
Então eu parei de prestar atenção na conversa, virei-me e me abaixei para ver as fotos na estante através das portas de vidro, eu podia ouvir suas vozes atrás de mim, mas não me preocupava em saber o que estavam dizendo, e me foquei nas fotos, havia dezenas delas.
Uma que me chamou atenção foi de uma garota sorridente, com talvez quinze anos, sentada em um balanço, usando camiseta laranja e calça jeans, os cabelos negros estavam presos num rabo de cavalo alto. Por um segundo achei que fosse eu, depois percebi que não era. Esta deve ser Rin, a namorada de Sesshoumaru, Inuyasha me disse que somos parecidas.
Olhei outra foto, era de Sesshoumaru parado em pleno ar, com as pernas dobradas e uma garota nos braços, ambos gargalhavam, e abaixo deles havia uma piscina, como se estivessem saltando. Percebi que Sesshoumaru ficava muito mais bonito sorrindo.
E então uma foto de Inuyasha, exatamente igual a como era na época em que o conheci, com pijamas e uma cara sonolentamente surpresa, como se tivesse acabado de acordar e alguém tivesse batido uma foto sua de surpresa.
Dei risada e olhei para outra foto, novamente Sesshoumaru e aquela garota, ambos estavam tocando piano juntos, e novamente Sesshoumaru sorria, ele deve gostar dela de verdade, eu pelo menos, nunca o vi sorrindo antes, passei para a próxima foto.
Izayoi segurava Inuyasha no colo, que devia ter dois ou três anos, e apontava para a câmera querendo que ele também olhasse, mas Inuyasha parecia mais interessa na borboleta que enfeitava seu cabelo.
E lá estava Inuyasha novamente na outra foto, com cinco ou sete anos em cima de um cavalinho de madeira sobre uma base com rodas, e um chapéu de caubói na cabeça, parecia estar numa praça ou algo do tipo, sorri ele estava muito fofo.
O pai de Inuyasha estava na outra foto, usando avental rosa e com uma tigela numa mão e uma colher de pau na outra, ele sorria embora estivesse inteiramente lambuzado com o que parecia ser massa de bolo de chocolate.
Eu ia olhar outra foto, quando percebi que as vozes de Inuyasha e sua mãe haviam desaparecido, e olhei para trás, Inuyasha olhava serio para a porta aberta da sala, e sua mãe estava com uma cara preocupada como se estivesse pronta a se meter no meio de uma briga, olhei para a porta.
Um homem imponente louro, de olhos dourados postava-se ali, em um terno negro. E não era Sesshoumaru...
_Oi. – disse Inuyasha duramente.
_Você esta em casa. – disse o homem. – Não o vejo há...
_Três anos. – completou Inuyasha.
_Três anos. – ele refletiu – O que o trás de volta?
Inuyasha levantou-se rígido.
_Eu não deveria ter vindo aqui.
Desta vez sua mãe não esboçou reação alguma em impedi-lo, e muito menos o homem, ele tinha rugas de expressão ao redor dos olhos, mas não estava sorrindo agora, eu me levantei e fui para o lado de Inuyasha, a situação estava bem mais tensa do que eu esperava que fosse... Na verdade, eu meio que esperava que ele se acertasse com o pai.
_Se é o que você acha. – ele arredou-se para o lado – Vá.
Inuyasha virou-se para a mãe, e disse-lhe que voltaria outro dia, ela o olhou tristemente.
_Vou ter que esperar outro três anos para isso? – ele deu de ombros, como se respondesse "talvez".
Passamos pelo pai de Inuyasha e quando estávamos prestes a sair para a rua o ouvimos dizer, desta vez um pouco menos tenso, como se tivesse acabado de se tocar que aquela era a primeira vez que o filho os ia ver num espaço de três anos.
_ Oh puxa não foi assim que eu planejei as coisas. – ele suspirou – Você tem atitude Inuyasha eu reconheço.
Ainda com a mão na maçaneta Inuyasha olhou para o pai por cima do ombro.
_O que foi que o senhor disse?
_Droga Inuyasha, eu sei que fui um cabeça-dura, e que agi exatamente como meu pai, mas você podia ao menos atender aos nossos telefonemas! – o jeito de ele falar me lembrou muito do Inuyasha, quando brigávamos.
Inuyasha trincou os dentes.
_Você está dizendo que a culpa é m...!
_Ei! – intervimos eu e a mãe de Inuyasha.
_Ele esta tentando se redimir você não esta vendo isso? – falei para Inuyasha.
_Então é isso? – ralhou Izayoi com seu marido – Você não vê o filho há anos, e agora que tem a chance não consegue nem sequer dizer "Me desculpe filho"? Inutaisho pelo amor de Deus!
_Tem razão. – resmungaram ambos baixando a cabeça.
Pelo visto, Inuyasha herdou o gênio do pai.
_Olha, acho que começamos isso da maneira errada, que tal se hã... Começássemos de novo?
_Tudo bem. – respondeu contrariado – Disse que agiu como... O seu pai?
_É. – bufou o Sr. Taisho e fez um gesto para que Inuyasha o acompanhasse pelo corredor, assim que começou a andar acompanhado de Inuyasha, ele começou a falar: – Meu pai era um velho mandão que achava que sabia de tudo. Queria que eu me tornasse Nero cirurgião como ele, a pressão foi tanta que fugi de casa com dezessete anos...
Eles viraram o corredor, uma porta abriu-se e fechou-se, e a voz do pai de Inuyasha tornou-se apenas um murmúrio incompreensível. Izayoi suspirou aliviada e recostou-se ao batente da porta.
_Obrigada Kagome.
Eu sorri, e embora soubesse que ela não podia me ouvir e nem me ver respondi:
_De nada Sra. Taisho.
Por algum tempo, dez minutos eu acho, nós duas ficamos sentadas no sofá esperando os dois se resolverem, não sei ao certo quem estava mais inquieta, se eu ou ela até que nem uma de nós suportou esperar mais, levantamo-nos em um salto e dissemos em sincronismo:
_Eu preciso saber o que esta acontecendo!
Foi bizarro.
Izayoi seguiu na frente e eu a segui, ao dobrar o corredor, havia uma única porta de madeira maciça, achei que fosse bater e exigi saber o que estava acontecendo, mas ao invés disso, encostou seu ouvido à porta para escutar o que diziam, eu mesma que planejava entrar sem cerimonia, também achei que a ideia dela era melhor e aproximei o ouvido da porta também, não muito porque eu podia acabar atravessando-a sem querer e estragando tudo.
_... Em resumo Inuyasha... – dizia a voz do Sr. Taisho – Eu nunca mais vi ou falei com meu pai de novo, e não quero que terminemos assim. – ele suspirou – Puxa me desculpe filho.
Houve um momento de silencio.
_Eu também não quero pai. – disse a voz de Inuyasha.
_Então... Estamos em paz? – perguntou seu pai mais bem humorado.
_Não vai mais tentar me obrigar a ser advogado? – perguntou desconfiado.
_Bem... – ele fez pensativo.
Eu e a Sra. Taisho mordemos os lábios inferiores, apreensivamente.
_Pai... – reprimiu Inuyasha.
_O.K. Você ganhou, sem mais pressão! – rendeu-se o Sr. Taisho.
_É. Estamos em paz. – concordou Inuyasha também mais bem humorado.
_Tenho certeza de que sua mãe vai ficar muito feliz com isso!
Olhei para Izayoi, cujo ouvido continuava grudado à porta, e ela carregava um enorme sorriso, eu sorri também... De repente, a porta se abriu, Izayoi desequilibrou-se e caiu para dentro do cômodo, por um momento eu também perdi o equilíbrio, mas não caí.
A Sra. Taisho ergueu-se sobre os cotovelos e deu um sorriso sem jeito, para o marido, que estava com o braço sobre os ombros do filho.
_Não é Izayoi? – perguntou o Sr. Taisho e como nas fotos, pai e filho sorriam.
Eu esperava que os três ficassem juntos mais algum tempo, que matassem as saudades e tudo mais, só que não foi nada assim. Inuyasha e o pai ajudaram a Sra. Taisho a se levantar e então Inuyasha beijou-lhe a bochecha e disse que voltaria outro dia, acho que ela também esperava que Inuyasha fosse ficar mais um tempo, porque ficou tão chocada quanto eu. Nós bem que tentamos convence-lo a ficar por mais tempo, só que ele apenas riu e disse que voltaria outro dia.
_Inuyasha espera! – chamei correndo atrás dele na rua. – O que houve? – perguntei quando o alcancei – Achei que estivessem bem!
_E porque acha que aquele velho e eu não estamos bem? – ele perguntou.
_Porque se recusou a ficar.
_Não faça drama Kagome, eu vim ver meus pais, nós estamos bem, volto outro dia para vê-los de novo, talvez daqui uma ou duas semanas, era o que você queria, além do mais, ainda temos o seu problema para resolver. Certo?
_Estão bem? – repeti – De verdade?
_É Kagome.
_Então vai voltar a morar com eles?
_Não.
_Como assim?
_Nós dois concordamos que eu vou ficar melhor morando com Sesshoumaru, o apartamento dele é mais perto da escola. – ele começou a enumerar nos dedos. – Prometi que agora vou atender os telefonemas deles quando ligarem, e também que vou ligar às vezes só para eles saberem que sim, eu ainda estou vivo, terei de vir passar no mínimo dois fins de semana por mês com eles, ah e os feriados e aniversários também!
Olhei para ele chocada.
_Acertaram tudo isso em apenas dez minutos?
_Dez minutos? – ele repetiu franzindo o cenho, O.K. Já sei que não foram apenas dez minutos – Kagome eu fiquei quase três horas falando com o coroa.
Bem, acho que perdi um pouquinho da noção de tempo de novo, olhei ara ele constrangida, e ele estava sorrindo, mas parecia se esforçar para não cair na risada.
_Hã... Inuyasha, eu vi uma foto de uma menina... – mudei de assunto – Cabelos negros, olhos castanhos, e camisa laranja, aquela que é a Rin?
Perguntei, mesmo sabendo qual seria a resposta.
_Ah sim.
_Ela até que se parece um pouco comigo mesmo. – comentei. – Também parece ser uma garota legal.
_E é. – ele apontou para uma casa amarela no fim da rua – Os pais dela ainda moram ali.
_Eu gostaria de conhecê-la. – falei sorrindo – Quero perguntar como ela fez Sesshoumaru sorrir!
_Isso não é nada! – disse Inuyasha entusiasmado – Ela também consegue fazê-lo gaguejar e ficar corado, aquela garota é demais!
Concordo com Inuyasha, Rin é mesmo demais, e agora Sesshoumaru não é a única pessoa a quem eu admiro, pois mesmo sem conhecê-la, já admiro muito a Rin!
*.*.*.*
Eu já tinha que ter postado dia 06/03, mas a minha net foi cortada por falta de pagamento, então só estou podendo postar agora. ^^'
Priy Taisho: Sim! Finalmente após três anos ele foi ver os pais dele!
Gabyh: Você também? Eu amava esse desenho, ele era tão fofinho... Ah doce infância. *.*
Verdade imagina só se não fosse a Kagome?
Bem... Então vamos esperar e ver se seu palpite está certo.
Hitsuki-chan: Eu também tenho KKK
Verdade, mas pelo menos agora eles se resolveram.
danda jabur: Você não sabe o prazer que me deu escrevendo eles brigarem. *sorriso enorme*
É não faz mesmo, mas quem entende o Sesshoumaru?
Ah sim, a divida da Kagome...
Clara: Que bom que também vai acompanhar! ^^
