Discleimer: Inuyasha e Cia. Não me pertencem, mas a história sim.
Comer dá sono e dormir da fome.
Projeção astral.
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Poltergeist: A punição de Kikyou.
Estremeci ao ouvir o grito agudo que Kikyou deu ao ser arrancada de sua casa pelos cabelos.
_Vadia eu vou acabar com você! – Grunhiu Sango a jogando no chão.
_Que é isso você está ficando maluca? – esganiçou Kikyou.
Sango jogou-se em cima de Kikyou, que gritou assustada, e acertando-a com uma tapa tão forte que arrancou sangue do canto da sua boca, ao mesmo tempo em que se sentava em cima dela e imobilizava seus braços com as pernas.
_Para! – ela choramingou enquanto era espancada por Sango, dando chutes no ar e tentando libertar seus braços.
Mas Sango parecia um animal descontrolado. Ela socava, estapeava, puxava cabelo, arranhava... Tudo ao mesmo tempo. Os gritos de Kikyou estavam começando a me fazer me sentir horrível, meu Deus o que eu fiz?
Olhei para Inuyasha, e ele estava com o rosto virado, não querendo ver a cena, mas também não fazia nem menção de ir separá-las.
Agoniada eu cobri meu rosto com as mãos. Mas os horríveis gritos de Kikyou pareciam penetrar profundamente em minha alma. Eu me sinto horrível, como se tivesse jogado um pit bull raivoso pra cima de um monte de moleques, só porque eles picharam o muro da minha casa ou sei lá.
Eu odeio Kikyou! Digo a mim mesma. Pense em tudo que ela te fez na escola! Na humilhação! Pense que ela quer você morta! Pense... Pense que ela estava namorando com Inuyasha!
Por alguma razão, essa ultima coisa, conseguiu me irritar mais do que qualquer outra coisa, e eu... Eu quase quis que Sango matasse Kikyou.
Mas meu Deus eu não sou assim!
Apesar de odiar Kikyou, eu... Não consigo retribuir o mal que ela me fez.
_Pare! – gritei desesperada, quando não pude mais suportar os gritos de Kikyou, só que obviamente nem uma das duas me ouviu. Olhei desesperada para Inuyasha – Inuyasha a faça parar!
Só que ele fingiu não me ouvir, e ficou lá parado com o rosto virado, os punhos fechados e os dentes cerrados. Os olhos estavam fechados, como se ele também estivesse tendo uma batalha mental consigo mesmo, assim como eu tive.
_Inuyasha ajude a Kikyou! – eu nunca pensei que diria aquilo – Faça a Sango parar! Inuyasha!
Ele não se moveu. Kikyou continuou gritando e chorando. Eu já não podia mais suportar aquilo, tampei os ouvidos e fechei os olhos, queria sumir, eu queria desaparecer dali. O que é que fiz?
_Sango! – alguém gritou. – O que você pensa que está fazendo?
Os gritos de Kikyou cessaram, e foram substituídos pelos gritos de fúria de Sango.
_Me larga! – gritou Sango – Me coloca no chão seu grande idiota! Que eu vou acabar com a raça dela!
Quando eu voltei a abrir os olhos, vi-o segurando Sango imobilizada, com um braço ao redor de seu pescoço, e as mãos atrás das costas, em seguida ele deu-lhe uma rasteira, ela caiu de joelhos no chão e ficou totalmente imobilizada, porque Miroku colocou uma de suas pernas sobre as pernas dela.
_Me larga! – voltou a gritar, praticamente espumando pela boca – Me larga Miroku ou eu vou quebrar a sua cara também!
Kikyou se levantava do chão, apoiando o corpo sobre um braço tremulo, enquanto que com a outra mão limpava o sangue e as lágrimas. Estava horrível. Um olho estava inchado, o nariz parecia quebrado, a boca sangrava, estava descabelada, e havia arranhões, alguns bem profundos, por seu colo e ombros.
Miroku olhou raivosamente para Inuyasha.
_Cara, o que é deu em você? Porque não as separou?
_Por que... – Inuyasha franziu os lábios como se tentasse pensar em uma resposta – Ela merece... Ela fez algo muito ruim a Kagome.
_Ah é? – Miroku olhou diretamente para mim, esperando que eu confirmasse, mas eu estava em choque. – E você acha que a Kagome concorda, quero dizer, concordaria, com isso?
A expressão de Inuyasha endureceu-se.
_Eu tenho certeza que ela concordaria. – ele não me ouviu gritando para fazê-las parar?
Miroku me encarou fixamente.
_Você tem absoluta certeza disso Inuyasha?
_É claro.
_E como pode saber?
É claro, Miroku não sabe que Inuyasha por me ver e me ouvir perfeitamente.
_É claro que ela concordaria! – gritou Sango – Agora me largue Miroku eu vou desfigurar essa vadia!
_Se acalme você está parecendo uma louca! – Miroku gritou.
_A louca é ela! – Sango gritou cheia de fúria – Ela está tentando matar Kagome, Miroku!
E de repente parou de lutar, Miroku afrouxou um pouco o aperto até que a soltou, Sango cobriu o rosto com as mãos e começou a chorar.
_O médico da Kagome é tio dela... – Sango soluçou – E ela disse a ele que convencesse a família de Kagome a desligar os aparelhos... Miroku a culpa é dela! É por causa dela que vão desligar os aparelhos... – e então, de uma hora para outra ela passou de chorosa e vulnerável, para louca e perigosa – Eu vou acabar com você sua piranha!
E então ela saltou pra cima de Kikyou que gritou assustada, e Miroku também pulou na Sango tentando arrancá-la do pescoço da Kikyou.
_Sua amiga é bem descontrolada. – disse Kanna ao meu lado, dei um pulo de susto – Acho que isso vai demorar.
_Ah... É. – falei pausadamente, enquanto via Kikyou, Sango e Miroku gritando e chamando a atenção dos vizinhos.
Kikyou estava gritando "Tira ela de cima de mim!", enquanto Sango gritava que iria mata-la, e Miroku gritava para Sango largar a Kikyou, e ao mesmo tempo pro Inuyasha se mexer e fazer alguma coisa.
_O que estavam fazendo? – ela perguntou-me olhando a confusão.
_Bem... Eu fiquei com raiva porque mesmo eu estando em coma Kikyou não me deixa em paz, então disse a Inuyasha para falar a Sango que desse uma surra nela por mim, mas quando nós chegamos aqui, eu... Sei lá. Mesmo a Kikyou sendo uma completa vaca, eu não gostei de vê-la apanhando da Sango.
_Isso é por que você é uma boa alma. – comentou olhando a cena. – Mas eu queria ter visto, ela levando a surra que com certeza já merecia há muito tempo.
Olhei surpresa para Kanna, ela me parece tão calma que eu nunca a imaginei dizendo coisas como essa.
_Mas me diga Kagome, você ainda quer punir Kikyou? – Kanna me encarou – Por tudo o que te fez.
_Quero... – Respondi meio indecisa.
_Então eu tenho a solução. – ela anunciou – Vamos provocar um Poltergeist.
Kanna eu tivemos que entra na casa de Kikyou sem que Miroku ou Inuyasha percebesse, e até que não foi difícil, porque bem... Kikyou e Sango brigando e rolando na grama é uma boa distração.
Nós poderíamos voar até a janela, mas como não queríamos chamar atenção, fomos andando pelo gramado, subimos os dois degraus da varanda e atravessamos a porta. Quando entramos a primeira coisa que pensei foi que os pais de Kikyou havia simplesmente contratado o decorador mais caro do mundo; porque toda a sala era decorada de forma cara e moderna.
_O quarto dela é por aqui. – Kanna me chamou atravessando a sala e entrando no corredor – A Kagura sempre vem aqui.
_Por falar em Kagura. – comentei a seguindo – O que você e Miroku fazem aqui? Achei que fossem falar com ela.
_E nós fomos. – ela me disse – Kagura mora a duas quadras daqui, estávamos voltando para a casa do Miroku quando ouvimos os gritos.
_Então você já não deveria estar...
_O que? – Kanna atravessou uma porta cor de rosa com flores brancas desenhadas.
_Sabe... Lá. – apontei para cima indicando o céu e também atravessei a porta.
O quarto de Kikyou era... Bem o sonho de qualquer patricinha.
Uma cama boxe com colcha toda em branco e rosa, com vários travesseiros nessas mesmas cores, muitos deles em forma de coração, atrás da cama a parede era pintada em rosa chiclete com três corações brancos de tamanho decrescente pintado nela, dos dois lados da cama tinham criados mudos rosa e branco, com abajures de renda branca e um rádio relógio em cima de um deles. Um tapete branco e felpudo ocupava parte do chão, que parecia muito bem encerado. Uma poltrona super felpuda e rosa chiclete estava no canto perto da porta, com um notebook rosa de estampas rosa chiclete em cima dela, encostado a parede havia um guarda-roupa e adivinha de que cor... Acertou quem disse rosa e branco. A janela era enorme, com dois pares de cortinas, um branco e um rosa, o branco estava fechado e o rosa aberto, deixando a luz do dia entrar parcialmente no quarto.
Fiquei tonta. Não me lembro de já ter visto tanto cor-de-rosa junto antes.
_Ah sobre isso... – Kanna se sentou sobre a cama de Kikyou, ela era um ponto branco no meio de tanto rosa. – Acontece que Kagura não acreditou no Miroku, achou que ele só queria magoa-la.
_Porque ela achou que Miroku faria isso? – eu fui caminhando em direção à cama, só que sem encostar os pés no chão.
_Bem... Não sei se você lembra, mas Kagura e Kikyou te fizeram bastantes coisas ruins.
_Como você sabe disso?
_Eu estava lá. – respondeu com naturalidade – O tempo todo, sempre ao lado de Kagura.
Saber que um espirito estava lá sempre observando o que Kagura e Kikyou me faziam, foi de arrepiar os cabelos. Tratei de mudar de assunto bem rapidinho.
_E então... – limpei a garganta – Lá fora você disse algo sobre, hã... Poltergeist?
_Isso. – ela concordou – Nós vamos criar uma manifestação sobrenatural.
_Eu... Não estou entendendo muito bem. – admiti também me sentando na cama.
_Poltergeist. – repetiu Kanna – Do alemão "polter" que significa ruído, e "geist" que significa espirito, o Poltergeist é um evento sobrenatural que se manifesta fazendo ruídos e deslocando objetos.
Oh-oh, acho que já sei aonde Kanna quer chegar, isso aqui vai ser tipo um filme de terror, com a cama pulando, as coisas voando, e uma garota possuída girando a cabeça sem parar num ângulo de 360° e vomitando sopa de ervilha.
_Nós não vamos possuir alguém vamos?
_Não é do meu feitio. – disse calmamente, o que só torna as coisas ainda mais sinistras – Como você é só uma projeção astral, e não um espirito propriamente dito, não pode provocar um Poltergeist sozinha, por isso eu estou aqui.
_E então... O que temos de fazer?
_Primeiro esperar o anoitecer, essas coisas são mais fáceis de fazer durante a noite, e também dão aquele toque a mais de terror.
Eu só não tenho muita certeza de quem vai ficar mais apavorada: Eu ou a Kikyou.
_Agora... – Kanna me olhou dos pés a cabeça – Você tem alguma roupa mais sinistra?
Pisquei. O que é que essa menina esta planejando?
Eu acabei tendo que me lembrar do dia do meu acidente, para voltar a usar aquele seifuku todo rasgado e ensanguentado.
A noite não demorou muito a chegar, especialmente para mim e Kanna, que não temos noção de tempo, segundo Kanna é porque no mundo astral não existe tempo.
Kikyou entrou em seu quarto vestindo um conjuntinho de pijama cor de rosa feito de seda, com curativos em seu rosto e ombros, além do enorme curativo branco sobre seu nariz, os lábios estavam inchados e feridos, e um saco de gelo sobre o olho inchado, duvido que vá querer sair de casa nos próximos meses.
Eu estava parada na janela por trás das cortinas, e Kanna próxima ao notebook de Kikyou, segundo Kanna o plano astral é a dimensão mais próxima do plano material, e o que divide as duas dimensões é como um vidro espelhado: nós que estamos dentro podemos ver tudo que esta fora, mas eles que estão fora não veem nada do que esta dentro, exceto pelos sensitivos que enxergam bem o que tem aqui dentro; mas nós com muito (muito mesmo) esforço, podemos "quebrar" esse vidro espelhado e nos fazer ser visíveis para pessoas não sensitivas como a Kikyou, a essa aparição se dá o nome de... Ah sim. "Manifestação de ectoplasma".
Kikyou se sentou na cama e com um suspiro tirou o saco de gelo do olho, como eu queria poder tirar uma foto agora, ela adormeceu e num piscar de olhos seu relógio de cabeceira mudou de 20h32min para 00h00min.
_Feliz aniversário Kagome. – disse Kanna com os olhos fixos no relógio – Vamos começar.
Fechei os olhos, me lembrei de já ter tido um celular antes do acidente, ele estava na minha mochila, provavelmente ficou destruído no acidente, mas... Voltei a abri os olhos, lá estava ele na minha mão. A comunicação entre dois planos é bem difícil, minha voz pode até sair de trás pra frente, mas vale a pena tentar, disquei o número que Kanna havia me dito, e esperei.
O celular de Kikyou começou a tocar e ela o pegou sonolentamente em cima de uma das mesinhas, franziu o cenho para o número que aparecia ali: 485424471965821567 (Os números variam de um plano para o outro). Mas atendeu o celular assim mesmo.
_Alô? – bocejou.
_Kikyou... – falei pausadamente.
_Sim sou eu. – Kikyou falou um pouco mais alto, com certeza a ligação estava ruim – Quem é?
_Kagome. – respondi com a respiração pesada – Higurashi Kagome.
Kikyou arregalou os olhos parecendo acordar de vez.
_Você acordou do coma? – Não respondi. – Kagome?
_Não. – respondi finalmente – Eu não acordei do coma.
Kikyou deu um gritinho assustado e jogou o celular para longe. Foi à deixa de Kanna, entrar em ação, no rádio relógio deu 00h07min e a voz de Kanna começou a falar por ali:
"Boa noite vaca!" – Kikyou gritou e em pânico arrancou o rádio relógio da tomada, mas a voz de Kanna continuou falando por ali: – "Hoje a noite está bem escura e sinistra, com uma grande lua amarela lá fora, tem até uma coruja" – Apavorada Kikyou jogou o relógio contra a parede, onde ele se espatifou e quebrou-se em vários pedaços diferente, mas Kanna continuava falando nitidamente por ali: – "Noite perfeita para um Poltergeist, não concorda vaca?".
Era impressionante, Kanna parecia uma ventríloqua sobre natural, porque tudo que ela estava fazendo era mexer a boca, e pronto, sua voz saia através do rádio relógio quebrado, e então ela esticou uma das mãos sobre o notebook de Kikyou e começou a digitar, isso sim é que é difícil: se tornar material. Pelo o que ela me explicou, é como abrir um buraco uma parede sólida de tijolos, usando somente os punhos.
No notebook de Kikyou então começaram a aparecer palavras:
Oi Kikyou eu vim te fazer uma pequena visita.
Kikyou gritou e pulou da cama, correu para a porta e tentou abri-la, só que a maçaneta queimou sua mão, Kanna também me falou sobre isso: durante um Poltergeist tudo que é metal esquenta. No notebook Kanna digitou mais palavras.
Oras, é assim que recebe uma velha amiga? Não fuja Kikyou, vamos brincar um pouquinho.
Era a minha deixa. Fechei os olhos, me imaginei quebrando o vidro espelhado que separa nossas dimensões, meus punhos começaram a sangrar, aquilo doía, e doía muito, não achei que pudesse sentir dor sendo uma projeção astral, mas eu sinto, minha cabeça gritava "Pare!" e eu sentia como se fosse me desfazer em mil pedaços. As luzes do quarto começaram a piscar como se estivessem prestes a explodir, e eu ouvi o vidro se partindo, juntamente com o grito de pânico de Kikyou. Abri os olhos, ela me olhava apavorada, lancei a ela meu mais puro olhar de ódio e atravessei as cortinas.
_Então... Quer desligar mês aparelhos? – as luzes piscavam loucamente e Kikyou ficava cada vez mais pálida.
_Eu... Eu só...! – ela gaguejou.
_Silêncio! – gritei, e minha voz saiu como se três Kagomes falassem ao mesmo tempo – O que foi? Não bastou tudo o que me fez acordada? Porque agora quer desligar meus aparelhos?
Os móveis do quarto começaram a sacudir, não por minha causa e sim por causa de Kanna, afinal já que eu não sou um espirito de verdade, eu não posso criar um Poltergeist, e ainda assim meu corpo todo pulsava de dor. Eu só queria poder... Torcer o lindo pescoço alvo de Kikyou.
_Mas de uma coisa eu te aviso Kikyou! – urrei ameaçadora, fazendo Kikyou se encolher contra a porta – Se eu morrer, eu farei um inferno da sua vida porque jamais a deixarei em paz!
_Porque eu? – ela balbuciou colocando a cabeça entre os joelhos apavorada.
_E ainda pergunta? – Kikyou se encolheu ainda mais diante a minha agressividade – Já se esqueceu de tudo o que me fez passar? Você tornou minha vida um inferno!
_Eu... Eu... – ela gaguejou – Me desculpe, por favor, perdoe-me! – implorou.
_Agora é tarde demais! – gritei irada.
Levei a mão até a parte de trás da minha cabeça onde eu sabia que estava ensanguentado e em seguida a mostrei a Kikyou, que quase desmaiou.
_Olha o que você fez comigo! – em algum lugar do quarto um espelho se quebrou, e alguns objetos alçaram voo, Kanna era boa, eu tenho que admitir.
_Não! – gritou Kikyou – Você foi atropelada!
_Por sua culpa!
Com minha mão ensanguentada eu estapeei Kikyou, de alguma forma, por uns meros segundos eu pude ser sólida, de forma que minha mão não a atravessou, e sim a jogou no chão com meus cinco dedos impressos em seu rosto.
_O sol está nascendo. – me disse Kanna parada no centro do quarto, seus olhos brilhavam com uma luz branca e seus cabelos flutuavam ao redor de sua cabeça, como se ela estivesse dentro da água – Termine logo.
Agachei-me perto de Kikyou, que estava deitada no chão tremendo e chorando de medo.
_Você me infernizou em vida. – sussurrei sinistramente – Agora eu vou te infernizar em morte.
Meu corpo pulsou garras cresceram em minhas mãos, e pelo menos outras duas fileiras de dentes ponteados surgiram em minha boca, ao mesmo tempo em que meu rosto se transfigurava em uma expressão demoníaca, azas gigantescas de morcego rasgaram minhas costas e eu saltei sobre Kikyou pronta para mata-la.
*.*.*.*
Este cap. Está pronto desde o dia 30/05, legal né? Finalmente estou começando a me organizar com as Fanfic's! ^^
Estou de férias agora, e finalmente consegui terminar de escrever o capitulo 17, desta fanfic para poder postar, o capitulo 16, é que eu gosto de deixar um pouco adiantado! ^^
E também hoje estou super feliz porque fui ao cinema ontem! E sozinha! Tá bem, eu fui com um menino fofinho que tinha luzes no cabelo, e nós dois dividimos a pipoca... Está bem era só o meu irmão caçula KKKK.
Respostas as review's:
DH: Verdade está tudo se resolvendo! *batendo palmas e dando pulinhos*
Gabyh: Bem é que eu procuro adiantar um ou dois capítulos antes de postar sabe? U.U
E também só posto quando o capitulo de cada estória que eu escrevo está pronto, pra poder postar tudo junto.
Não deu pra postar os dois capítulos que você pediu por duas razões: 1° no momento em que postei, eu desliguei o Percy (nome do meu computador) e só voltei a liga-lo para fazer pesquisas escolares. 2° Eu só tinha um capitulo pronto. ^^'
uzumaki: nana O que acha que foi pior? O furacão Sango ou o furacão Kagome?
Tayna: Muito obrigada por ler minha fanfic. :D
AloneForever: Bem, não posso falar nada porque não quero menos prezar outros autores. Mas em algo eu concordo: estão demorando muito para postar! T.T
Até penso em me mudar para o Nyah fanfiction.
