Discleimer: Inuyasha e Cia. Não me pertencem, mas a história sim.
Comer dá sono e dormir da fome.
Projeção astral.
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O escândalo.
Três dias mais tarde nós estávamos sozinhos em casa e Inuyasha encontrava-se ao telefone com os pais, perguntando se poderia voltar para casa e morar com eles.
_É claro que pode! – a sua mãe respondeu toda eufórica do outro lado da linha.
Ele havia colocado no alto falante para que eu também pudesse ouvir a conversa. E houve um som, e em seguida a voz do pai de Inuyasha, como se ele tivesse pegado o fone das mãos da mulher.
_Vamos precisar de um tempo. – alegou – Temos de arrumar o seu quarto... Suponho que não goste mais dos transformes... E vamos pegar as suas coisas aí, mas vá logo arrumando as suas malas...
_Vamos busca-lo hoje mesmo! – Izayoi conseguiu retomar o controle do telefone.
_Hoje não mulher! – a voz de Inutaisho trovejou ao fundo – Você não está me escutando?
E de repente as vozes tornaram-se abafadas como se tivesse tapado o bocal do fone.
_Temos de trazê-lo logo para casa. – disse Izayoi – Antes que ele mude de ideia!
_Ele não vai mudar de ideia sabe como esse menino é teimoso! – retrucou Inutaisho.
Ao meu lado Inuyasha girou os olhos, obviamente aborrecido com aquilo, e eu fiquei imaginando se ele por acaso não estaria repensando se aquela ideia de voltar para a casa dos pais não seria uma completa loucura.
_E mesmo que mudasse de ideia, que diferença faria se ele estivesse aqui ou não? – continuou Inutaisho – Se ele mudasse de ideia, simplesmente juntaria suas trochas e sairia de casa, como fez da outra vez!
Eu ouvi alguns sons de protesto, mas eles silenciaram-se, como se em fim a mãe de Inuyasha tivesse se dado por vencida e reconhecido a veracidade naquelas palavras, e de repente as vozes do outro lado da linha tornaram-se claras novamente.
_Sua mãe e eu vamos buscar as suas coisas e também trocaremos a roupa de cama... Você deveria ir arrumando as malas, só para certificar-se de não esquecer nada. Então você poderá voltar para casa daqui alguns dias. Tudo bem para você?
_Tudo.
Pai e filho despediram-se, a mãe novamente roubou o gancho do marido, para dizer como estava feliz por ele voltar para casa e também para se despedir e então a linha emudeceu.
Inuyasha suspirou e colocou-se de pé, e eu, que estava sentada bem ao seu lado, flutuei para também pôr-me de pé.
_Voltar a morar com seus pais, é o melhor. – eu disse entrando no quarto logo ao seu lado – Mas porque está fazendo isso?
_Por causa de Rin.
Ele encolheu os ombros e jogou-se na cama, cruzando os braços atrás da cabeça, eu franzi o cenho, sem entender e aproximei-me da cama.
_Não gosta dela?
_Pelo contrario. Eu a adoro.
Balancei a cabeça sem compreender absolutamente nada.
_Você está me deixando confusa Inuyasha! – acusei – Se gosta tanto dela, porque não quer morar na mesma casa que ela.
_Bem Kagome... – ele estalou a língua enquanto fitava o teto – Há um velho ditado que diz: Um é pouco, dois e bom e três é demais. – mas de repente, de alguma forma, a conversa voltou-se para mim – E quanto a sua divida?
_Eu tento me lembrar. Juro que tento. – suspirei – E me lembro de muitas coisas, menos do que realmente nos interessa.
Inuyasha praguejou, ou pelo menos acho que o fez, porque de repente sua voz pareceu-me demasiadamente distante e havia algo atrás de mim me atraindo ao seu encontro, e embora não houvesse nada, logo me flagrei dando as costas a Inuyasha e seguindo em direção à porta.
_Aonde você vai Kagome? – questionou-me Inuyasha, cuja voz esvaia-se perante meus ouvidos, porém eu não lhe respondi, pois quando atravessei a porta não me vi mais no apartamento de Sesshoumaru, e sim num quarto repleto de heróis.
Miroku estava sentado ali com dois cadernos, algumas folhas de papel e canetas, tentei aproximar-me sem ser notada, mas Miroku acabou por espirrar e virar-se assim que fiquei perto o suficiente para ele sentir minha presença.
_Kagome. – disse – Que faz aqui?
Balancei a cabeça um tanto confusa e falei:
_Não sei, estava com Inuyasha, e de repente estava aqui... Não me chamou?
Mas de repente sem saber como eu tinha a resposta na ponta da língua:
_Tenho uma pergunta.
_Bem... Então faça.
_No hospital – comecei por dizer – Houve um momento em que achei que Kagura tivesse me visto, depois de ter acordado, mas foi só por um segundo ou dois, e então não deu mais sinal de que estava me vendo ali.
Miroku concordou e voltou-se novamente para rabiscar e vasculhar seus cadernos e papeis.
_Eu li algo sobre isso no diário... Mas pensando bem, eu li muita coisa aqui. – disse enquanto folheava o velho diário – Você sabia que os mortos podem comunicar-se com os vivos, através dos sonhos?
_Não. – eu respondi – Como?
_Não sei ao certo, mas o meu tio avô relata aqui que certa vez um garoto vinha visita-lo nos sonhos... Aqui! "Hospitais e cemitérios são lugares onde o tecido entre o plano material e o plano astral é extremamente fino, devido a grande quantidade de espíritos errantes que vagam por ali, e por isso muitas vezes é possível para pessoas não sensitivas verem "vultos"".
_E todos estes cadernos?
_Este é o diário do meu tio avô, onde ele escrevia tudo sobre os seus casos e o que descobria do plano espiritual, e este aqui é meu caderno de anotações, eu pensei em fazer o mesmo que ele, por isso estou escrevendo algumas coisas sobre o meu primeiro caso, que foi a Kanna e agora sobre você que é o meu segundo caso, depois compro um caderno e faço o meu próprio diário.
_Ah entendi. – eu espiei por cima de seu ombro e pude ler ali uma das anotações do tio avô de Miroku: "Muitas moças não tiveram sua beleza roubada pela morte, só é uma pena que não possa tocá-las, pois elas não possuem corpo físico" – Ele... Ele era exatamente igual a você!
Miroku pigarreou e fechou rapidamente o caderno do tio avô.
_Não é muito educado olhar os documentos pessoais de outras pessoas Kagome. Mas agora... O que me preocupa mesmo é o fato de você ter se perdido pelo tempo, mesmo estando com Inuyasha, e chegado aqui, sem saber como ou porque e sem ter sido chamada.
Joguei-me para trás e sentei-me no ar.
_Por quê?
Ele balançou a cabeça, mas não me olhou, como se tivesse medo de me encarar enquanto dizia-me aquilo:
_O seu tempo está para se esgotar. Você está mergulhando cada vez mais fundo no plano astral Kagome, eu vejo o seu fio da vida, ele está cada vez mais frágil, parece a ponto de romper-se a qualquer m...
E então da mesma forma que aconteceu com Inuyasha a voz de Miroku começou a afastar-se, tudo ao meu redor começou a borrar-se, e quando começou a tomar forma novamente percebi estar no hospital.
A porta ás minhas costas abriu-se e por um momento eu esperei ver Inuyasha ou Miroku, mas não era nenhum dos dois era a Sango, ela passou por mim em silêncio e ajoelhou-se ao lado de minha cama para depositar um beijo na bochecha de meu corpo, quando se levantou eu estava ao lado dela, mas claro ela não sabia disso.
_Não sei se pode me ouvir agora. – ela começou – Inuyasha diz que você já não aparecesse há doze dias...
Doze dias? Já se passaram doze dias?
Então que dia será hoje? Será manha, ou tarde?
E quando ao meu tempo? Quanto tempo ainda me resta?
_Ele não sabe o que aconteceu. – continuou Sango, já tinha me esquecido de que ela está aqui. – Miroku disse-me que você desistiu, e agora com o seu tempo se acabando, a sua ligação com o seu corpo vai ficar cada vez mais frágil a cada dia que se passa, e ele a verá com cada vez menos frequência até que... – ela soluçou – Até que ele não voltará a vê-la!
Meu coração partiu-se quando Sango caiu sobre os joelhos e começou a chorar, o rosto afundou-se no colchão e as mãos agarram-me um braço e cravaram as suas unhas ali, como se ela estivesse tentando me segurar para impedir-me de ir a algum lugar.
_Não se vá Kagome. – ela implorou – Não desista. Não morra!
Ah céus. O que devo fazer agora?
Eu não suporto ver Sango nesse estado, mas como poderia acalmá-la se não posso falar com ela? Abaixei-me e fiquei de joelhos ao seu lado, nunca antes me senti tão impotente como agora.
_Eu amo você Sango. – murmurei, mesmo sabendo que ela não me ouviria – É a minha melhor amiga em todo mundo, mas... Há horas em que é preciso deixar que a outra pessoa se vá.
Sango de repente levantou a cabeça, como se tivesse me ouvido, e sacudiu o braço de meu corpo físico enquanto dizia:
_Você não pode ir! Eu não quero que se vá Kagome!
E inclinou-se sobre meu corpo até está praticamente deitada sobre mim comigo em seus braços, sussurrando para que eu não morresse, os rapazes haviam contado a ela a dura realidade, e agora Sango, a minha querida amiga, estava ali, para implorar-me que continuasse viva.
Não sei dizer se os soluços de Sango levaram horas ou minutos para silenciarem-se, mas nem quando eles calaram-se Sango me soltou incapaz de me deixar partir, e então alguém bateu á porta e sem esperar resposta ela abriu-se.
Sango ergueu a cabeça e sua cara torceu-se numa carranca automaticamente quando ela viu quem estava parada ali: Kagura.
_O que faz aqui? – perguntou duramente.
_Eu só... Estava passando e, bem, eu pensei...
_Fora daqui! – ladrou Sango – Não é bem vinda aqui, fora daqui! Fora Kagura!
Kagura torceu nervosamente a alça de sua bolsa branca e mordeu o lábio inferior.
_Por favor, Sango... Escute-me, eu só...
_Atormentou Kagome por anos! – disparou Sango – Kagome que nunca lhe fez mal algum, Kagome que nunca lhe fez mais do que sorrir.
_Já pedi perdão por isso! – defendeu-se Kagura.
_E como se não bastasse. – continuou Sango como se não a tivesse ouvido – Conspirou contra a sua morte, pedindo ao seu pai que convencesse a família dela a desligar os aparelhos!
_Não! – Kagura pareceu horrorizar-se – Foi Kikyou quem pediu isso ao meu pai, não eu!
Mas Sango não parecia disposta a aceitar qualquer pedido de retratação que fosse e balançou fortemente a cabeça, enquanto um tom de vermelho escuro subia-lhe o pescoço.
_Mas você fez parte de tudo! – acusou – E não tente negar, porque se não fosse assim teria nos contado dos planos da sua prima no momento em que soube sobre eles!
Eu queria dizer a Sango que ela estava sendo dura demais com Kagura, ela não era má pessoa afinal, e estava arrependida, por isso não havia razão para trata-la tão mal.
Kagura suspirou e curvou-se.
_É verdade, mas, por favor, imploro que me perdoe. Sei que errei... Mas já tentei concertar, disse ao meu pai que parasse com toda essa loucura, que dissesse a família de Kagome para não desligarem os seus aparelhos, mas ele não me escutou, disse que já não há mais nada que possa fazer porque eles já estão decididos, mas sei que é mentira! – e balançou a cabeça – Meu pai é muito persuasivo entende? Poderia até convencer alguém a atirar-se do auto de um prédio se quisesse, por isso não acredito que não possa convencer uma mãe a deixar a filha viver um pouco mais.
Sango pareceu hesitar com aquilo.
_Fala a verdade? Tentou mesmo...
_Mais de uma vez. Venho tentando desde o dia que bati a cabeça... – e franziu o cenho – Acho que sonhei com minha irmã nesse dia, não tenho certeza, mas... Acho que me lembro, sim, eu estava com Kanna e ela dizia-me "Quando estiver pronta, vá ao escritório do pai... Mas não o deixe perceber que está chegando". Na verdade agora que penso nisso... Acho que Miroku e Kagome também estavam no sonho.
De repente me dei conta de que Kagura só pode estar falando daquele momento, pouco antes de Kanna partir, em que ela sussurrou algo em seu ouvido, mas porque ela diria para Kagura ir ao escritório do pai desta forma?
_Kagome e Miroku?
Kagura encolheu os ombros.
_Eu acho que sim.
_Bem... Seu pai está no hospital agora. – disse Sango – Então vamos lá.
_Agora? – Kagura piscou surpresa.
_Agora.
E antes que Kagura pudesse entender o que estava acontecendo ali, Sango já a estava arrastando pelos corredores do hospital. Eu as segui de perto vendo um ou outro espirito aqui e ali, mas nenhum deles me incomodou.
_Eu nunca odiei a Kagome de verdade... Entende? – murmurou Kagura quando estávamos no elevador, e de uma hora para outra não parava mais de falar: – É só que... Depois que Kanna morreu eu fiquei só, passando por uma e outra babá, porque papai estava sempre aqui nesse hospital, e mamãe... Viajando pelo mundo! Ela começou a viajar depois da morte de Kanna, para esquecer a dor talvez, mas se esqueceu de que ainda tinha outra filha para criar: eu. Achava que nenhuma outra criança queria estar perto de mim, na minha cabeça era como se elas apontassem e me acusassem "ela matou a própria irmã", mas então... Um dia a irmã de mamãe apareceu lá em casa, tinha acabado de chegar de Hong Kong, recém-divorciada do marido.
_A mãe de Kikyou?
_É. E ela levou Kikyou também, nós tínhamos uns onze anos eu acho... Passei a ter Kikyou como minha única família, já que muitas vezes a mãe dela deixava-a ali sobre os cuidados de minha babá. Meses mais tarde quando recomeçaram as aulas, conhecemos Kagome, confesso que no inicio simpatizei com ela, afinal havia algo nela que me lembrava de Kanna... Mas assim que Kikyou a viu, ela torceu nariz e disse: "Eu não gosto dela", e se Kikyou não gostava... Eu também não gostava. Depois a presença de Kagome começou a me incomodar, ela me lembrava demais de Kanna, toda vez que a via, lembrava-me de como Kanna se parecia com ela... E de que Kanna estava morta, para mim Kagome foi a pior acusadora de todas, ainda que nunca tenha me feito nada além de ser gentil e sorrir, da mesma forma que fazia Kanna. – suspirou – Seria tão mais fácil se ela fosse hostil comigo... Quando ela foi atropelada, só pude pensar em Kanna, eu liguei para o hospital e chamei a ambulância, mas na minha cabeça, era a minha irmã que eu estava salvando e não Kagome.
As portas do elevador abriram-se, e do momento em que saíram do elevador em diante, foi Kagura quem guiou o caminho, alguns médicos passavam por ali, mas ninguém estranhou ou barrou as duas, suponho que a presença de Kagura aqui já não seja mais novidade, visto que o pai trabalha aqui, e Sango, bem... Ela está com Kagura.
E foi ela quem segurou o punho de Kagura quando está ergueu-o para bater na porta.
_Kanna não lhe disse para não avisá-lo que estava chegando?
_Tem razão. – concordou mordendo o lábio inferior e lentamente baixando a mão em direção à maçaneta – Está trancada! – disse em voz baixa quase ultrajada – Ele nunca tranca a porta!
E agora mais decidida, talvez impulsionada pela curiosidade ela enfiou uma mão dentro da bolsa e arrancou de lá uma chave prateada e brilhante, e inseriu-a na fechadura.
_Tirei uma cópia quando ele não estava olhando. – explicou quando percebeu o olhar intrigado de Sango sobre ela.
Girou a chave e destrancou a porta. Mas pareceu quase sem coragem de abri-la depois. Por isso abriu apenas uma pequena fresta e enfiou a cabeça por ali, no segundo seguinte arquejou e escancarou o resto da porta com um baque.
_MAS O QUE SIGNIFICA ISSO?! – gritou a voz de Naraku por cima de um estridente grito de mulher.
_Eu que deveria perguntar isso!
O rosto de Kagura tornou-se rubro de raiva, quando ela ergueu um dedo tremulo de fúria para apontar, para a cena que se passava dentro da sala.
_Vá embora daqui Kagura! – ordenou-lhe o pai, e eu pude ouvir um som, talvez o de um zíper sendo puxado apressadamente.
Sango adiantou-se e pegou no cotovelo de Kagura, mas inconscientemente seu olhar foi atraído para dentro da sala, e mesmo Sango que nunca foi alguém muito religiosa clamou: "Oh senhor!", e foi isto que me atraiu a também olhar a cena que se passava ali dentro.
Kikyou.
Era ela a mulher quem estava ali com Naraku, um homem com mais do que o triplo de sua idade, enfiando apressadamente uma blusa por cima da cabeça enquanto catava de cima do monitor do computador a sua... Oh senhor!
A sua calcinha.
Ao meu lado Kagura afastou-se da mão de Sango com um safanão furioso.
_Eu sempre soube...! Eu sempre...! – sua voz saía entrecortada pela fúria – Eu sempre soube que o senhor tinha outra mulher! Mas nunca imaginei que fosse...! Como fui idiotia! Fazia todas as vontade dela, e tudo para que depois ela abrisse as pernas e...
_JÁ BASTA KAGURA!
Com o escândalo um considerável grupo de pessoas começava a se juntar a volta da histérica Kagura e da chocada Sango, para também vê a cena lá dentro, o rosto do médico estava ficando quase tão vermelho quanto o da filha, enquanto Kikyou prensava-se num canto da sala com as mãos cobrindo o rosto e o balançando de um lado ao outro.
_Uma vez você disse-me que estava saindo com um homem mais velho! Só que este é o meu pai Kikyou! O meu pai!
E numa fúria irracional ela entrou na sala e tentou atacar a prima... Mas o pai... Ele a segurou e... E...
As vozes foram sumindo, eu podia ver Kagura lutando com o pai em câmera lenta... Mas estava tudo se tornando numa névoa branca, até somente os contornos me sobrarem, e então... Nem mesmo isso.
O mundo agora era todo branco.
Eu cambaleei para frente, um pouco zonza, quando o mundo começou a tomar forma novamente ao meu redor.
Havia o céu. Grama. Algumas árvores e bancos. Uma praça.
Eu caí sentada o chão e fiquei ali por algum tempo, esperando o mundo parar de rodar.
E quando isto aconteceu, eu percebi que sentado num banco a alguns metros a minha frente havia um homem lendo um jornal.
Levantei-me e aproximei-me dele para então abaixar-me a altura de seu jornal como objetivo de espiar que data é hoje, mas arfei e rapidamente endireitei-me quando vi a data de hoje, e percebi que eles irão desligar meus aparelhos depois de amanha!
Acima de minha cabeça o céu escurecia, quando voltei a olhar para o homem ele não estava mais ali. Suspirei pesadamente e deixei-me cair sentada no lugar que antes ele ocupara.
Coloquei a cabeça entre as mãos e lamentei.
Está tudo perdido agora, já era não tem mais jeito.
Acima de mim um trovão retumbou, e o céu chorou por mim as lágrimas que eu não podia derramar.
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Pronto desde 26/12 puxa esse realmente demorou!
Bem, e o que acharam deste capitulo?
O final foi um pouco dramático, mas eu gostei. ^^
Respostas as review's:
Gabyh: Ah sinto muito! Acho que demorei ainda mais que da ultima vez! Mil perdões!
A Sango atrapalhou porque a autora é má. ^^'
nane-chan3: Muito obrigada.
Paty-chan: Ah estou feliz de ter uma nova leitora, infelizmente chegaste quando já estou a postar a reta final na fanfic!
Tayna: Desculpe pela demora.
MissFF: Está, mas creio que ela não aparecerá na fanfic.
