Discleimer: Inuyasha e Cia. Não me pertencem, mas a história sim.
Comer dá sono e dormir da fome.
Projeção astral.
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Adeus.
Quando voltei a erguer a cabeça a noite começava a cair, ainda chovia, mas eu não estava ficando molhada, nem mesmo sentia frio.
_Eu deveria ficar aqui. – ouvi-me dizendo a mim mesma – E esperar a luz alcançar-me.
E porque não? Isso seria bem menos cansativo.
Mas ainda assim peguei-me levantando-me e começando a andar.
Eu confesso que fosse por Inuyasha que eu estivesse procurando quando comecei a andar, porque queria despedir-me dele antes de partir, mas foi diante da casa de Sango que eu me encontrei quando parei.
Eu atravessei os portões brancos e cruzei o pátio escuro, dentro da casa a única luz acesa era a do corredor, e sentada no meio dele estava uma gata bege com duas caudas que lambia a pata dianteira, ela ergueu os olhos vermelhos para mim quando me aproximei então se levantou e seguiu pelo corredor, dobrando no final e entrando num cômodo escuro que talvez fosse uma cozinha, mas eu segui reto e atravessei a porta com a plaquinha de madeira escrita "Sango/Kohaku".
Como o resto da casa, o quarto estava escuro, exceto pelos adesivos florescentes grudados no teto. Pude ver na penumbra a silhueta de duas camas, e aproximei-me.
A pessoa que dormia na primeira cama era pequena demais para ser Sango, por isso soube que era Kohaku o irmão dela, então passei para a próxima cama, e ali estava ela, a minha melhor amiga, profundamente adormecida.
_Ah Sango. – falei – Queria poder despedir-me de você, mas como faria isso se você não consegue nem me ver e nem me ouvir?
Eu inclinei-me sobre Sango e fiz de conta que lhe beijei a bochecha, para logo em seguida sussurrar em seu ouvido:
_Adeus, minha amiga.
Ela não pareceu ter me ouvido, mas isso teria de bastar, suspirei e levantei-me, já estava perto da porta quando de repente lembrei-me do que Miroku havia me dito sobre mortos comunicar-se com os vivos através dos sonhos, olhei para Sango por cima do ombro, será que isso também funciona com projeções astrais?
Mordendo o lábio inferior eu virei-me e voltei para o lado de Sango. Talvez até funcione com projeções astrais, mas a pergunta agora é: Como?
Então, mesmo sem saber muito bem o porquê, eu sentei-me sobre o corpo de Sango, esticando as minhas pernas sobre as suas, respirei fundo e cruzei os braços sobre o peito, ao estilo egípcio, enquanto fechava os olhos e lentamente inclinava-me para trás, até estar completamente deitada e perfeitamente acomodada no corpo de Sango, enquanto meu corpo tornava-se cada vez (se é que é possível) mais irreal.
Foi com espanto que eu percebi que me acomodava muito melhor no corpo de Sango do que em meu próprio corpo, e então, nós éramos uma.
_Muito obrigada. – abri os olhos ao ouvir a voz de Sango.
Ela estava de pé numa calçada perto de uma banca de revistas segurando uma revista em mãos.
_Sango! – chamei aproximando-me.
Ela olhou-me e sorriu:
_Kagome! Olha o que comprei! – disse mostrando-me uma revista em quadrinhos – É o volume 50 da Turma da Mônica Jovem, onde Mônica e Cebolinha se casam, Kohaku está doido por essa revista, e como o aniversário dele está chegando eu pensei...
Eu toquei-lhe os ombros.
_Sango. – disse – Isso aqui não é real.
Ela inclinou a cabeça de lado.
_Do que está falando Kagome?
_É um sonho. – eu disse – Pense comigo, lembra-se de ter acordado, se vestido e vindo até essa banca comprar uma revistinha?
_Eu não... – disse ficando um tanto confusa.
_Lembra-se de meu acidente? – continuei – Eu estou em coma Sango. Como poderia estar falando na rua com você?
A revista nas mãos de Sango, assim como todo o resto ao nosso redor deixaram de existir, e agora era como se alguém tivesse transformado um arco-íris numa bolha e nos enfiado ali dentro.
Sango piscou.
_É um sonho? – piscou – Nada disso é real?
_Quase. – eu respondi.
_Como assim?
_Eu sou real.
Sango balançou a cabeça e afastou-se de minhas mãos.
_É um sonho, então como você pode ser real?
Eu sentei-me no ar, em posição de lótus e a convidei a fazer o mesmo, como isto é um "mundo de sonhos" suponho que seja possível ela também flutuar assim como eu. Ela olhou hesitantemente para trás enquanto sentava-se, ficou um pouco desajustada com os joelhos um pouco altos e o traseiro mais em baixo, como se tivesse se sentado numa almofada extremamente fofa e afundado nela.
_Lembra-se do que Miroku e Inuyasha te falaram? Sobre eu ter saído de meu corpo? – ela concordou, e eu estendi os braços num gesto amplo – Pois bem, eu estou aqui.
_O seu espirito invadiu a minha cabeça? – ela franziu o cenho.
_Eu não sou exatamente um espirito... Mas sim, é basicamente isso.
_Por quê?
_Por que foi a única maneira que arranjei de falar com você.
_Bem, podia ter feito isso antes. – disse com uma careta – Eu senti saudades suas sabia?
_Desculpe-me.
_Pelo menos podia ter feito um esforço para me escrever alguma mensagem num vidro embaçado, algo como "Oi estou bem, não se preocupe, acordo logo. Beijos".
_O que?
_Nada. Deixa. Mas estou feliz que tenha hã... Invadido a minha cabeça.
_Bem, colocando dessa maneira...
_As coisas não estão nada bem Kagome, Inuyasha parece até um zumbi. – ela interrompeu-me – Ele não aceita que você tenha simplesmente desaparecido.
Suspirei cansada.
_Não foi por querer.
_Eu sei que não, e também foi bem complicada toda aquela história da Kagura, e da Kikyou com...
_Ah é verdade! – eu lembrei-me – E Kagura como está? Eu acabei perdendo-me no plano astral, depois dela invadir o escritório do pai e tentar avançar pra cima da Kikyou.
_Você estava lá?!
_Estava. E então?
_Foi complicado. Ela ficou realmente muito nervosa, tiveram de lhe dar um calmante, não me deixaram ficar, mas parece que chamarão a mãe da Kikyou e teve até policia no meio, na escola a noticia se alastrou feito fogo e nem uma das duas voltou a aparecer por lá. Miroku e eu fomo até a casa de Kagura, o pai dela está esperando em liberdade pelo julgamento, acusado de pedofilia e outras coisas, mas deixou a casa, ela vai ficar sozinha por alguns dias até a mãe dela conseguir uma passagem de volta para Tókio, e ela disse-nos que a mãe de Kikyou pretende manda-la o mais brevemente possível para morar com o pai em Hong Kong, porque ela precisa de um pulso mais forte para cria-la.
_Uau. – foi tudo que pude dizer.
_É. – concordou Sango com um sorrisinho brotando nos lábios – Mas foi até engraçado, sabe? No dia da viagem de Kikyou, Kagura implorou a Miroku que fosse até o aeroporto com ela, então Miroku me chamou e com alguma insistência conseguimos convencer Inuyasha a vir conosco também. Esperamos por Kikyou enfileirados perto do portão de embarque, e quando a vimos Kagura ergueu o queixo e passou por ela batendo com o ombro no dela propositalmente, enquanto dizia: "Oi vaca" Miroku e eu viemos logo atrás em silencio, Inuyasha veio por ultimo dizendo "Tchau vaca".
_É... Deve ter sido de certa forma, engraçado. – concordei.
_E foi.
_Sabe Sango, o Miroku gosta bastante de você...
_Eu sei.
Balancei a cabeça.
_Não, eu quer dizer que ele gosta mesmo de você.
As bochechas de Sango tornaram-se cor de rosa e ela desviou o olhar.
_Oras Kagome eu sei disso.
Pisquei confusa.
_Se você sabe, então... Por que nunca falou nada?
_Estou esperando ele falar.
_Há quanto tempo está esperando?
_Uns trinta meses talvez.
_Isso é idiotice Sango! – exclamei para a surpresa dela – Ele adora você, mas nunca vai falar-te!
_Porque não?
_Porque às vezes ele é um completo covarde! – afirmei – Acredite em mim Sango, conheço Miroku a mais tempo do que você e Inuyasha, ele é um ótimo rapaz, um pouco pervertido, guarda segredos muito bem e é corajoso em alguns aspectos, mas completamente covarde em outros. Ele pode falar com espíritos como se fosse à coisa mais natural do mundo, mas é completamente incapaz de chegar até a garota que ele gosta, e eu estou falando de você, e declarar-se para ela. Sango você tem de tomar uma atitude!
Um tom de vermelho escuro subiu pelo pescoço de Sango e ela balançou o rosto com os olhos fortemente fechados.
_Não posso fazer isso, não posso!
_Por que não?
Ela parou de balançar a cabeça no mesmo instante, e abriu os olhos, mas ficou olhando para baixo, pondo uma mão no queixo como se estivesse pensativa, só depois de vários segundos é que voltou a olhar-me, com um sorriso amarelo grudado no rosto. E encolhendo os ombros respondeu-me:
_Acho que somos um casal de covardes no final.
Se eu não estivesse flutuando teria caído. Bati em minha própria testa e murmurei.
_Não dá para acreditar nisso.
_Bem, somos um casal covarde, mas sabemos dos nossos sentimentos um pelo o outro, pelo menos eu acho que ele sabe que eu gosto dele também, e acho que isso não é pior que certo casal, que é idiota demais até para perceber que gostam um do outro.
Ela olhou-me pelo canto do olho e eu inclinei a cabeça confusa.
_De quem está falando Sango?
_De ninguém. – ela suspirou – Agora, quanto a Miroku... Você poderia me ajudar Kagome, sabe, quando... Acordasse.
Respirei fundo. Era este momento que eu queria que nunca chegasse.
_Olha Sango, é difícil te dizer isso, mas... Eu só estou aqui para... Para me despedir de você.
_Como assim?
_Sango. Eu não vou acordar.
_O que?! – ela saltou e colocou-se de pé.
Olhei-a o mais solenemente que pude e disse:
_Sango, eu estou morrendo.
Houve silencio, enquanto eu esperava pela reação de Sango, que, é claro, não demorou a vir.
_Do que está falando Kagome? – perguntou-me com espanto – Houve alguma complicação? Ou...
_Não é isso. É só que... O meu tempo está acabando depressa demais Sango, e eu não consigo voltar para o meu corpo.
_Por quê? Qual o problema?
Eu olhei para o alto, como explicar isso á Sango?
Respirei fundo novamente, antes de encará-la novamente.
_Há uma coisa que me impede de voltar ao meu corpo, uma divida, mas não sei o que é apenas sei que é algo que eu deixei de fazer, ou falar, sei lá, antes do acidente.
Sango permaneceu me encarando, silenciosa e pensativamente.
Ela umedeceu os lábios como se estivesse pensando na melhor forma de me dizer algo, e mexeu-se desconfortavelmente no ar, finalmente conseguindo ajeitar-se e sentar-se da mesma forma que eu.
_Você sabe. – compreendi de súbito – Sabe o que eu não tive tempo de fazer antes de entrar em coma!
Ela levou uma mecha do cabelo para trás da orelha.
_Eu... Acho que sim.
Pisquei. Era isso, Sango era a minha salvação, ela pode dizer-me de uma vez o que eu deixei pendente. Eu saltei para frente e apanhei-a pelos ombros.
_Diga-me. – eu pedi – Diga-me, o que...!
_Kagome! – Sango chamou-me – Você está sumindo!
Mas na verdade era Sango quem estava sumindo, ao fundo eu podia ouvir o som de seu despertador.
_Sango não vá! – eu implorei-lhe – Ao menos, me diga primeiro o que...!
Mas era tarde demais, a minha frente Sango havia se desvanecido em névoa. E eu fiquei sozinha no mundo "arco-íris", enquanto ele lentamente começava a tomar uma forma, as cores agrupavam-se e organizavam-se até que finalmente uma imagem formou-se ao meu redor.
Eu era uma menininha, em torno dos dez anos de idade, tinha os cabelos com uns quatro dedos depois dos ombros, que brilhavam num tom azulado a luz do sol e estavam presos num meio rabo de cavalo, usava uma blusa amarela de mangas compridas e um vestido rosa enfiado por cima, ao meu lado estava um daqueles baldinhos de praia e a frente um canteiro de flores, onde havia um montinho fofo de terra, mostrando que havia sido recém-mexida ali. E eu também estava um pouco suja de terra.
Ao meu lado parou um garoto de cabelos escuros e olhos azuis que era uns bons 17 cm mais alto do que eu.
_Ele se foi. – ouvi-me sussurrar.
O garoto concordou. E disse:
_Sinto muito por seu pai.
O garoto era Miroku, que desde que posso me lembrar, costumava visitar o templo de minha família com o pai. Eu me lembro daquele dia, foi exatamente nove dias depois da morte de meu pai, e também uma das poucas ocasiões em que falei com Miroku antes de conhecer Inuyasha.
_O que você enterrou ali?
_Uma caixinha de madeira. – respondi com um olhar meio distante – E também umas sementes de azaléas.
_Azaléas?
_Eu gosto de azaléas.
_O que tem na caixa?
_Uma correntinha de prata, era de papai.
Sim, eu definitivamente me lembro deste dia.
Mamãe havia me entregue a corrente de papai, aquela que ele nunca tirava, era simples e sem detalhes, também não tinha pingente, mas ainda assim ele a ostentava com todo o orgulho do mundo, tratava-a como o seu bem mais precioso.
Ela disse-me que fora ela mesma quem o presenteara com aquela corrente tão simples feita de prata, no primeiro aniversário de casamento deles. Aquela era a única coisa da qual ela não podia desfazer-se, e, no entanto também não a podia ter por perto, por isso a deu para mim.
_O que devo fazer com ela mamãe?
Mas mamãe limitou-se a balançar a cabeça, e dizer-me que fizesse o que quisesse com ela, que jogasse fora, que a vendesse... Qualquer coisa. A corrente agora era minha afinal.
Decidi então enterrá-la no canteiro de flores no fundo do templo, e mais tarde, dali a alguns anos talvez, a desenterraria e a entregaria para alguém que amasse, da mesma forma que minha mãe havia entregado a meu pai.
Só que eu... Nunca tive a chance de presentear ninguém com ela.
_Kagome. – alguém sussurrou. – Você está aqui.
E quando olhei por cima do ombro, vi Inuyasha ali.
_Inuyasha. – murmurei com a voz embargada.
Ele deu um passo à frente.
_Por tudo o que há de mais sagrado Kagome, eu achei que nunca mais te veria, você sumiu por quase quatro semanas!
_Me desculpe por isso.
Baixei os olhos. Eu queria toca-lo, oh céus eu precisava, desesperadamente, tocá-lo. Eu não podia partir sem antes tocar Inuyasha uma ultima vez. Mas sou apenas uma projeção astral, como é que eu poderia... Espere! Talvez, só talvez se eu...
Fechei os olhos, e lembrei-me daquela noite, quando Kanna e eu criamos um Poltergeist, da forma como eu só queria poder torcer o pescoço de Kikyou, e a esbofeteei, mas agora, eu não quero torcer o pescoço e nem esbofetear ninguém. Eu só quero um ultimo abraço de meu amado Inuyasha... Estendi as mãos a frente, franzindo o cenho, tentando quebrar a barreira, e gemendo com o esforço.
_Kagome, o que você...?!
De repente a barreira rompeu-se, e eu abri os olhos surpresa ao perder o equilíbrio e cair... Direto nos braços de Inuyasha.
Ele arregalou os olhos, surpreso por poder tocar-me.
_Como você fez isso?!
Eu encostei o dedo indicador em seus lábios. E sussurrei fracamente:
_Só cala a boca e me deixa te abraçar, tudo bem?
Passei os braços em volta dele e enterrei meu rosto em seu peito, inspirando profundamente, querendo, a todo custo, registrar aquele perfume em minha mente, uma lágrima, a primeira desde que sou uma projeção astral, escorreu por meu rosto ao senti-lo me abraçar de volta.
_Eu não podia ir embora sem vê-lo uma ultima vez. – solucei sentindo-o me apertar um pouco mais. – Eu não podia, adoro você demais para isso.
Pude ouvir claramente quando o coração dele deu um salto.
_Kagome, eu te a...!
_Como me encontrou? – perguntei-lhe, encostando o ouvido ao seu peito e escutando com mais clareza o seu coração, ele batia forte e acelerado, deve ser a surpresa de poder tocar-me – Como sabia que eu estava aqui?
_Não sei. – ele suspirou como se estive frustrado com alguma coisa – Eu simplesmente sabia.
Espalmei minhas mãos e afastei-me dele, embora ele continuasse com as mãos a volta de minha cintura, em meu mindinho uma linha vermelha, como aquelas que se usam para costurar, cintilava, e ela seguia até uma das mãos de Inuyasha em minhas costas, e então desapareceu.
Ergui os olhos, sentindo minhas forças se esgotarem, e coloquei-me na ponta dos pés para então, tocar suavemente os seus lábios com os meus, e menos de dois segundos depois eu não o sentia mais, e os braços de Inuyasha estavam em volta do nada.
Eu sentia-me cansada e sonolenta, mas não ao ponto de cair no sono.
Separei-me dele.
_Há uma coisa, que quero lhe dar. – e apontei o canteiro de flores atrás de mim – Debaixo das azaléas, e lá que está enterrado.
Sem nenhuma palavra ele ajoelhou-se obedientemente ao meu lado, arrancou delicadamente as azaléas dali, e com as próprias mãos começou a cavar na terra, e continuou cavando até encontrar uma pequena caixinha de madeira desgastada pelo tempo.
_Isto já está aqui há muitos anos. – disse-lhe enquanto ele abria a caixinha e tirava dali uma sacolinha de pano fechado por um fio dourado – É o meu tesouro. – ele abriu a sacolinha e a virou de ponta cabeça, deixando que a corrente de prata caísse pesada e gelada na palma de sua mão – Quero que fique com ela agora.
Ele arregalou os olhos, e olhou-me.
_Kagome eu não posso...!
_Eu jurei que um dia a entregaria a alguém que me fosse muito especial Inuyasha, então agora ela é sua. Aceite-a, por favor.
Ele apertou os lábios, mas concordou, e prendeu-a em volta do pescoço, com os olhos fixos nos meus.
_Obrigado. – agradeceu.
_Eu só queria que ela ficasse com alguém especial antes de partir.
_Kagome, você não vai partir. – disse-me encarando-me seriamente.
_Vão desligar meus aparelhos amanha!
_Eu sei disso, mas não vou deixar você partir.
_Inuyasha! – guinchei – Nós já conversamos sobre isso, e você me prometeu que...!
_Eu prometi que a deixaria partir, se você morresse, mas acontece Kagome, que eu não pretendo deixa-la morrer!
Olhei-o assustada.
_O que você vai fazer?
_Eu? – ele disse – Ora eu vou roubar seu corpo!
*.*.*.*
Pronto desde 19/02 caramba achei que nunca iria terminar!
Em minha opinião quando a Kagome abraça o Inuyasha é a cena mais fofa de toda a fanfic! E eu agradeço a Babb-chan pela ideia! Por isto Babb-chan este capitulo é dedicado a você e suas imensa review's! ^^
Respostas as review's:
Lady vampie: Ah verdade, um pouco de drama nunca faz mal. E eu adoro um pouquinho de drama. ^^'
patyzinha: Ah quanto a isso não se preocupe, ainda vai haver, dois ou três capítulos depois que ela morrer ou ressuscitar.
Yogoto: Bem, espero que tenha gostado do capitulo, eu particularmente o acho fofo. ^^
Gabyh: Sádica eu? Imagina. (A)
Sabe, também tenho a impressão de que estamos a chegar ao fim...
nane-chan3 : Acho que agora, vai perguntar-se de novo o que acontecerá no próximo capitulo não é? :D
Babb-chan: OMG olha o tamanho dessa review! *caio para trás*
É tão grande, estou tão feliz! *O*
Não tenho nada que desculpar Babb-chan. ^^
E mesmo que tivesse, já teria esquecido com essa review imensa. *O*
É uns bons tabefes (da Sango) e tudo resolvido... Claro que o Miroku já tem pratica com as tapas dela KKKK
Elas são parecidas na forma de agir, quando Kanna era viva era sempre sorridente e gentil, assim como Kagome é.
O Miroku explicou sim, é que em hospitais e cemitérios a tantos espíritos vagando que fica mais fácil ver um ou outro vulto.
Sim, mas você já viu a artimanha dele né? Ele a deixara partir se ela morrer... Só que ele não vai deixa-la morrer KKK
A Sango não interrompeu de propósito, não fique zangada com ela. ^^'
Sim aquilo foi demais, ela é mesmo muito exagerada, não precisava fazer sinal feio.
Sesshoumaru, a bela imagem da arrogância, ou a arrogante imagem da beleza... Ah eu podia ficar o dia todo o olhando. E a sua voz então? Ah... . Preciso dizer que tenho uma quedinha por ele?
Sobre o Inuyasha e os pais, não é nada demais não, o pai dele só queria um tempo pra ter certeza de que o filho não mudaria de ideia e também para arrumar o quarto dele.
Ah e aquilo que Inuyasha disse, de que três é demais, é que ele não quer morar no mesmo apartamento que um casal de "pombinhos".
KKKK Verdade seja dita, esse lado pervertido do Miroku vem de família.
Hã... Sobre meu senso de humor... Ele é digamos... Um pouco estranho. *Sorriso do gato da Alice*
Sim, a Sango de fato a perdoou, isso foi até legal né?
Essa história, e história pra outro capitulo, deixa que depois a Kagura conta quando estiver mais calma, e ele não é tio dela de verdade, quero dizer, a mãe dela e a mãe da Kagura são irmãs, mas o Naraku só é tio dela por ser casado com a mãe da Kagura, não há nenhum laço sanguíneo unindo-os.
Calma Babb-chan, não entre em pânico! Calma! Calma! ^^'
Aricele: Que bom que estás gostando! :D
MissFF: Bem que ela queria desistir, mas o Inuyasha não permite. ;)
Clarinha: Surpreendeu-se? Ah que bom! ^^
Eu acho que a emoção mais forte mesmo vem para o próximo capitulo... Não perde tá?
DafnyMalik: Tudo bem, tudo bem, fique calma e vamos parar de xingar a Kikyou, que senão meu mano fica brabo ^^'
E vamos lá, a esperança é a ultima que morre! Kagome ainda por acordar... Ou não.
beatriz-chan: Você me deixou corada. ^^'
