SEGUNDO CAPITULO
NEW SCHOOL LOTS OF PROBLEMS

1 ANOS E 1 MESES ATRAS
NOVEMBRO DIA 30.

Gabbe

Tinha passado 3 meses desde que eu tinha entrando em Sword & Cross, uma das escolas mais famosas do país. Para deliquentes, pois claro. A minha mãe tinha que me mandar para uma escola cheia de drogados, tarados e putas. Quer dizer nem toda a gente desda escola é assim, mas a minha pelo menos é. Tenho saudades da minha antiga escola onde eu tinha amigos verdadeiros, nesta só porque sou bonita tenho bué tarados atras de mim. Eu quero a Shelby e o Miles de volta. Queria que eles tivessem aqui comigo para me ajudarem a passar por este ano horrivel, mas principalmente para me ajudarem com Luce.
Luce era uma das putas mais famosa da escola, ela e as suas cadelas Penn e Molly mandavam nesta escola totalmente. Nunca faziam nada e só incomodavam quem queria aprender nas aulas (ou seja o meu caso) e mesmo assim tinham um comportamento excelente, e eu que tava sempre calada nas aulas e fazia sempre as coisas na aula e tinha sempre excelentes nos teste, tinha um comportamento médio porque eu as vezes disturbava as aulas. Pois claro eu sou a má da fita. QUE RAIVA.
Eu acho que a única gaja de jeito nesta turma (sem contar comigo claro!) era Arriane. Claro que esta turma tinha mais moças, mas era todas seguidoras de Luce menos eu e Arriane, por isso acho que isso a tornava melhor que todas as outras. Mas não era só por causa de Luce que eu queria ter Shelby e Miles comigo outra vez, mas sim por causa de Cam.
Não era que eu gostasse dele ou coisa parecida, mas ele tambem nao era feio. Ele era giro. Qual giro ELE ERA PERFEITO. Era tipo uma mistura de Zac Efron e Johnny Depp. Lindo, perfeito e só tinha um defeito.
E era esse pequeno defeito que fazia com que eu preferise ficar trancada numa sala pequena como nos filmes de terror (e eu até sofro de clastrofobia), do que ficar ao lado dele nas aulas.
Cameron era o namorado de Luce (ainda), mas sempre que ficava ao pé de mim nas aulas ou quando me encontrava nos intrevalos (a minha turma nao é uma das melhores, por isso só tinhamos intrevalos quando os outros alunos desta escola estavam a ter aulas.) é que os intrevalos sao os unicos momentos em que eu posso ficar longe de Luce e eu gosto de te-los em paz. Mas paz não é uma coisa comum nesta escola. Quando ouço a campainha para o intrevalo fico aliviada, como se me tivessem tirando 10 tijolos de cima de mim.
Por isso vou ver se a rotina muda e logo que vejo Luce e as outras a sair do bloco e com o Cam ao lado dela, dirigo-me para a casa de banho lavar a cara para esconder a tristeza que tenho, se Lucinda me apanha-se a chorar agora nunca mais me deixaria em paz. Já chega te-la de aturar na escola e em casa. Sim, em casa tambem. Apesar de ela namorar com Cam, ela ia todos os dias a minha casa "passar" tempo com Daniel. E ela andava a fazer isto a sei la quanto tempo.

FlashBack On
Outubro dia 24

Estava a ir para casa depois de um dia horrivel de escola graças a X pessoas e só queria ir para casa ficar na minha cama no computador até ser hora de jantar e só ver o focinho e Lucinda na segunda feira. Enquanto o autocarro nunca mais chegava a paragem ao pé de casa peguei no meu telemovel e comecei a ouvir música: watch?v=W7PXcM8R1EE , normalmente as viagens da escola até casa era mais rapidas e nunca precisei de ligar o telemovel, mas precisamente hoje havia um transito do caraças e a viagem nunca mais acabava. "É como se o transito me estivesse a afastar de casa o maior tempo possivel" pensei eu enquanto olhava pela janela "É totalmente impossivel, ainda por cima hoje que o dia correu tao lindo" suspirei, afinal aturar uma pessoa que nos odeia sem ter nenhuma razao especial o dia todo é aborrecido demais para mim. Enquanto ainda nao chegava a casa perguntei a mim propria se alguem la estaria. A mae e o Steven deviam estar sei la onde a fazer sei la o que e só voltariam as nao sei quantas da manha; a Vivina devia ter ido visitar a sua mae como fazia sempre as sextas a tarde, mas pelas horas ela devia estar quase a chegar; e Daniel ou devia estar na nossa casa com uma rapariga desconhecida ou entao na casa da tal rapariga.
Quando cheguei a casa reparei que só o carro de Daniel se encontrava na garagem (como suspeitava), mas nao vi o carro da rapariga desconhecida o que achei estranho porque normalmente esta sempre o carro dela. Entao entrei em casa e subi as escadas ate ao quarto dele. Eu queria saber porque e que de manha ele disse que me ia buscar a escola e eu tinha acabado por vir de autocarro que só tinha decidido aparecer as 18 e tal.
Quando cheguei ao quarto dele ouvi uns murmurios tanto dele como de outra pessoa, mas estava a dar uma musica muito alta e eu nao consiga perceber muita coisa. Entao resolvi bater a porta e como ninguem respondeu decidi abri-la.
Quando a abri o choque foi pior do que eu imaginava, lá estava na cama Daniel e Luce completamente nus encima um do outro e o coberto estava no chao. Daniel devia ter pensado que como nao estava ninguem em casa, ele podia essas coisas nojentas sem ter de trancar a porta. Quer dizer ter sexo nao é nojento apenas mostra o que os homens e mulheres fazem, e se eles fazem isso é porque se amam. Ou entao quando nao sao satisfeitos pelos namorados. O que eu quero dizer é que o Daniel faz no seu quarto sou lhe diz respeito a ele. E ao seu médico. Mas se ele ter sexo com uma gaja pode ser, mas nao com Luce.
Eu estava ali a um bom tempo e nenhum dos dois parecia saber que eu la estava e eu nao sabia o que fazer depois de ter visto essa imagem. Eu queria gritar ali mesmo, mas achei melhor nao, quer dizer "entre homem e mulher nao se mete a colher", mas tambem Lucinda nao era nenhuma mulher, ela era mais uma doença que quando te apanha mesmo que vas ao medico sei la quantas vezes nunca desaparece.
Decidi que eu estava farta de ver eles a pinarem e resolvi ir-me embora e que depois falava com o meu irmao doente, e fechei a porta, devo te-la fechado a bruta porque ouvi eles a falarem:
- Ouviste aquilo? - perguntou Daniel: cgi/set?id=69455906
- Aquilo o que? - disse Luce: cgi/set?id=69454185
- Tive a sensaçao de ter ouvido uma porta a bater.
- Deve ter sido só imaginação tua. - disse Lucinda, depois de ter ouvido isto queria gritar "Não foi imaginação, foi a tua mana mais nova que vos apanhou", mas achei melhor. Se Lucinda ja me chatiava, nem queria saber o que ela faria que sou irma de Daniel.
Resolvi ir para a sala ver tv para que as imagens saissem da minha cabeça, mas a meio do corredor de cima pensei "ele nunca mais vai sair dali até a mae chegar, porque nao dar-lhe ja um avanço?" e depois disso pensei em ter a sorte do meu lado para variar e entao deu o um berro enorme como fazia quando tinha 5.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH - pelo que percebi depois Daniel percebeu -se que eu tinha chegado a casa e ouvi mas uns barulhos que nao percebi e continuem a descer até chegar a sala.
Eram umas 20:24 quando ouvi uma porta a ser destrancada, se a minha matematica esta correta, eu gritei as 19:48 e só destrancaram a porta agora isso da um total de 31 minutos, dele demora uns 10 minutos para se vestir, ela tambem demora 10 minutos (eu sei isto por causa do balneareo, Luce demora 10 minutos a vestir-se porque detesta andar com roupa de desporto durante muito tempo), o que sera que aconteceu durante 11 minutos de pausa? E ainda mais importante: sera que eu quero saber a resposta?
Quando os ouvia a descer as escadas, fui para a cozinha para nao ter de ver a cara de Luce, mas mesmo assim tive a espreitar a porta para conseguir perceber o que eles diziam
- Foi um tempo giro que passamos - disse Luce: cgi/set?id=69455247
- Pois foi, havemos que repetir um dia. - disse Daniel: cgi/set?id=69456597 , piscando o olho a Luce.
- O que? Tiveste sei la quantas gajas cá em casa e esta é a primeira a quem convidas para cá voltar? - disse eu: cgi/set?id=69452309 , sussurado para eles nao me ouvirem.
- Claro, a qualquer altura fofo, tu tens o meu numero. - respondeu Luce devolvendo a piscar.
- Tens a certeza que ir de taxi, sabes que te posso levar a casa.
- O que? Só podes estar a gozar comigo? - voltei a sussurrar
- Eu fico bem, já sou grandinha sabes? -. e dito isto Luce saiu da minha casa e a porta foi fechada.
- Parabens agora tens mais uma cabra atras de ti. - disse irritada a sair da cozinha e entrando na sala
- Quanto a que viste?
- Muita coisa, mas a minha pergunta é que voces ambos demoram 10 minutos a vestir-se e isso dá um total de 20, mas a tua porta só foi aberta 31 minutos depois de eu ter gritando. O que é voces estiveram a fazer durante os outros 11 minutos?
- Eu fiz-te uma pergunta. - disse Daniel a aumentar o seu tom de voz. - Quanto a que tu viste?
- Eu vi o suficiente. - respondi no mesmo tom de voz que ele, eu nao admitia que Lucinda me fala-se assim, e iria admitir que ele me fizesse isso?
- O que é tu foste fazer ao meu quarto?
- Foi ver se estava alguem em casa. Porque normalmente tens sempre uma gaja atras de ti, mas como só vi o teu carro hoje, pensei que tivesses sozinho. Parece que me enganei
- Tu nao tens nada de entrar no meu quarto sem autorização.
- Entao quando es tu a entrar no meu?
- ISSO É DIFERENTE - começou a gritar Daniel. Eu nao era a mesma rapariga que era a 9 anos atras e nunca mais voltaria a se-la.
- É A MESMA COISA CARALHO
Eu nunca tinha gritando com ele em toda a minha vida, mas eu ia deixar que ele anda-se por sim de mim como a minha própria mãe e padrastro faziam. Daniel levantou a sua mão e deu-me um estaladao na cara tao forte que eu até cai no chão. Quando dei por mim tinha lágrimas no olhos e ouvi a porta da entrada a a ser aberta e vi a Vivina: cgi/set?id=69458151 chocada pelo que tinha acontecido.
- Gabbe desculpa, eu nao queria...
- Daniel para o teu quarto imediatamente. JÁ! - ordenou Vivina enquanto me ajuda a alevantar do chão. Depois de Daniel ter subido as escadas sentamo-nos no sofá onde ela me tentou alcamar. Era como se Vivina soubesse do que eu tinha visto que levou a isto.

FlashBack Off
Novembro dia 30

Depois deste horrivel flashback tive que lavar a cara outra vez. Quando sai da casa de banho, apareceu a única pessoa que eu nao queria ver agora: Cameron.

Arriane

- O que achas que vai acontecer a miuda nova? - perguntei a Roland, enquanto caminhavamos em direção ao bloco onde iriamos ter aulas.
- O que é que isso interessa? Se ela conseguir sobreviver como tem feito até agora vai ficar tudo bem
- Como se ela não te interessa-se, Roland eu conheço-te há anos. Achas que eu não consigo ver quando tas apaixonado?
- Não é estar apaixonado, mas sim preocupado. Já viste as coisas que lhe fazem deste que ela cá poes os pes?
- Sei muito bem disso, mas o que é queres que eu faça? Não posso protege-la para sempre de Luce, e tu tambem nao podes protege-la sempre de Cam.
- Achas que eu não sei disso? Protege-mo-la deles por X razões, mas não pode ser para sempre. Por falar nisso como é que elas vão?
- A Annabelle continua a dizer que se eu continuar por este caminho fico mais um ano nesta escola de merda, e Tess tá sempre com medo que eu faça uma porcaria qualquer. Eu acho que elas podiam confiar mais em mim.
- Já disseste a Tess que ela podia ver cá, para estar sempre de olho em ti?
- Por favor. A última coisa que eu quero para Tess é que ela saia de Dover Academy e vanha para a fabulosa Sword & Cross? O que é que andas-te a fumar?
- A mema coisa que tu. Tens horas?
- São quase 10:30 porque?
- Merda. - Roland começou a correr. - Mexe-te.
- Pera ai. - Claro que eu sabia porque é que ele começou a correr para o bloco. Era por volta destas horas que Cam costuma ir visitar a Gabrielle. Quando chegamos lá estavam Cam a preciosar Gabrielle contra a parede ao lado da porta da casa de banho. Ele quando quer um coisa nunca desiste dela.
- O que vais fazer hoje Roland? - sussurei-lhe
- O que queres dizer com isso? - ele respondeu, eu ia empurrado pra ao pe deles mas foi ai que Cam começou a falar.
- Porque é que ainda resistes ao meus avanços. Porque é que não fazes como as outras e desistes? É por eu namorar com Luce? Fofa, ela já passou a história. Não é como se ela nunca tivesse estado com mais do que um gajo, não é verdade, Gabrielle?
- Como é que sabes disso? - perguntou a rapariga, enquanto Cam passava uma das suas mãos pela cintura dela.
- Eu sei muito bem o que ela faz como o teu irmão Daniel, se não me engano no nome.
- Roland não achas que está nao hora de fazer alguma coisa?
- Ainda não. Pera um pouco. - eu confiava em Roland com a minha vida, mas não com a da Gabrielle.
- Tu não sabes de nada sobre o meu irmão. - dito isto ela cospiu-lhe na cara. Cam não tinha gostando nada disso e presionou-se mais contra ela, e com a mão a que antes tinha tado na cintura dela, foi até a bergilha das calças da rapariga e abriu-a.
- Roland! - eu já estava a ficar nervosa. eu sabia muito bem o que aconteceria se isto continua-se.
- Pera.
- Por favor, outra vez não. Por favor. - Gabrielle suplicava com a sua vida. Desde que ela tinha cá entrando nesta escola que Cam andava atras dela, e quando nem eu ou Roland podessemos ajuda-la, Cam chegava nao a viola-la, mas sim a bater um pouco e a fazer-lhe outras coisas como rasgar um pouco da roupa de ambos, como se mostra-se aos outros gajos, que ele era o mestre desta escola.
- Não gosto nada de raparigas que não fazem o que eu quero, quando eu o quero. E tu mais do que ninguem devias saber isso. - dito isto ele baixou tambem a sua bergilha, se eu não fizesse nada, ela iria ser violada de vez.
.- Roland! - quase gritei ao chamar-lhe.
- Vai!
- Finalmente! - quando finalmente consegui autorizaçao de avançar começei por empurrar Cam para longe dela.
- Tu outra vez? Não achas que era mais fácil fazer o que eu quero e deixar a Gabrielle comigo? - Cam disse com um sorriso sarcastigo no labios.
- Tu nunca faz fazer mais mal a esta pobre rapariga. - disse levantando a minha voz e metendo-me entre Gabrielle e Cameron, eu nunca teve medo dele, e não seria agora que teria. - Só porque a Lucinda nao te quer mais foder, nao quer dizer que tenhas que andar pelos corredos a violar novatas.
Cameron chegou-se mais ao pé de mim e sussurou palavras que apenas eu e Gabrielle pudessemos ouvir: - Nem tu, nem Roland irão conseguir protege-la para sempre. Ira chegar o dia em que nenhum dos dois puderá aparecer, e nessa altura e apanho-a. - dito isto ele foi-se embora do bloco e Roland vei-o para ao pé de nós.
- Voces estao bem?
- Eu estou, mas entao e tu Gabrielle? - perguntei-lhe mesmo sabendo a resposta
- Estou melhor agora, obrigada.
- Não tas não. Depois daquilo por o que acabaste de passar, ninguém estaria bem. - eu nao queria gritar com ela depois do que ela passou, mas o meu instito falou mais alto desta vez. - Eu sou tua amiga, a única amiga que alguma vez teras nesta porra de escola, por isso podes parar de me mentir.
- Arriane
- Nao ela tem razao. Voces sao as únicas pessoas que ficam do meu lado, nao interessa qual situaçao. Eu pelo menos devia dizer-vos a verdad...
- Olha só quem é ela - gritou Luce dirigindo-se a nós.
- Lucinda importas-te de voltar noutra altura agora n... - fui interrompida
- Cala-te Arriane que a conversa ainda nao chegou a sanita
- O que? Ora sua... - Roland agarrou-me o ombro.
- Agora Gabrielle uma conversa entre nos as duas. Se te volto a ver ao pé de Cameron eu parto-te essa tua cara percebes?
- Entao quer dizer que tu podes foder com o meu irmão, mas Cameron nem pode estar ao meu lado? - Gabrielle era esperta, mas estava a por areia a mais na sua camionete ao ter falando daquela maneira com Lucinda. Eu nao tinha problemas em falar com ela e talvez bater-lhe pela piada. Mas a novata devia ter mais cuidado no que diz.
- O que é que me acabaste de dizer, sua puta? - Luce deu um estalandao em Gabrielle logo acabou de falar, eu já tinha ido partir-lhe a cara, mas Roland continuava a agarrar-me o ombro.
Quando dou por mim, vejo Luce deitada no chão com uma marca vermelha na cara e com os seus óculos partidos. Pensei tinha sido Roland a fazer aquilo, mas quando olhei para ele, ele estava tambem supriendido. Tinha sido Gabrielle, a novata que nao fazia mal nem a uma mosca, tinha acabado de dar um estaladao na cara de Luce com tambem força que ela até caiu.
- Nem o meu irmão, nem nunca ninguem me chamou de puta. Tu nao ias ser a primeira.
- Isso foi tao fixe - disse, eu tinha ficado sem palavras para isto.
- Senhorita Gabrielle! Nesta escola nao permintimos violencia, principalmente na nossa melhor aluna - disse a Miss Sophia a diretora desta escola. - Voce vai imediatamente para o meu gabinente para tratar-mos da sua expulsão.
- O que?
- Miss Sophia, voce nao pode fazer isto. - falou Roland
- Pois nao, é completamente injusto. Foi ela que começou, por lhe chamar de puta.
- Menina Arriane, nada me más educações nesta escola, voce e o senhor Roland dirigam-se para a vossa aula e digam que tanto Lucinda como Gabrielle nao irao a aula.
- Sim senhora. - depois de isto Miss Sophia foi com Luce para a enfermaria da escola. - Esta mulher da-me uma raiva. E ainda por cima vais ser expulsa por uma coisa que tu nem começas-te.
- A vida é injusta. Bem é melhor eu dirigir-me para o gabinente dela.
- Boa sorte, iras precisar bem dela. - Roland disse ido em direção a sala.
- Quem me dera ir na tua vez, eu já to habituada a coisas como esta. Boa Sorte Gabrielle.
- Obrigada, e já agora podes me tratar por Gabbe.
- Sim, senhorita Gabbe. - por mais que eu deseja-se ir na vez dela, Gabbe conseguia tornar as coisas más em boas e isso é uma coisa que irem sempre admirar nela. Esperemos apenas que o que a Sophia lhe dizer não faça com que os cortes nos seus pulsos voltei a aparecer, detestaria voltar a ve-los.