Capítulo VIII — Sesshoumaru aparece neste capítulo

Raiden afastou-se um passo, e só os deuses sabem o quão feliz fiquei com aquela atitude. Afinal, por mais que minha resistência seja de uma hanyou (e ainda que fosse de uma youkai completa), seria necessário um tempo para descansar, recuperar o fôlego, sentir novamente meus músculos que já estavam dormentes e me questionar se amanhã aguentaria sair de minha cama. Aquele hanyou era homicida e não existiam as expressões "pegue leve" ou "dê um tempo" em seu vocabulário.

Apoiei as mãos em meu joelho, respirando com dificuldade. Meu atual tutor se manteve parado, olhando algo a frente. Levou alguns segundos para que eu erguesse a cabeça para encará-lo.

— O irmão ciumento voltou. — Raiden explicou, suspirando de cansaço — Nosso treino não consegue se desenvolver com o Daiki sempre aparecendo para ter um colapso nervoso.

Procurei meu irmão com os olhos e o encontrei sentado na plataforma de madeira que divisava a casa do jardim que eu e Raiden usávamos como campo de treinamento. Ele estava sentado em posição de lótus, mas com os braços musculosos cruzados na frente do peito e uma expressão horrível no rosto.

Revirei os olhos e me aproximei de Daiki.

— O que foi dessa vez, querido irmão? — perguntei, soando infantil.

— Não venha me chamar de querido irmão, sua falsa. Já disse para você deixar de treinar com esse filho de cruz credo e permitir que eu a treine. — Ele segurou a minha cintura e me puxou para o colo. Resmunguei algo, mas não criei resistência. Eu usava um short de tactel preto e uma regata cinza que estavam úmidos de suor... Se Daiki não se incomodava, eu é que não iria reclamar. Então apenas sentei pesadamente no vão entre as pernas dele.

Ele ficou quieto, não era do feitio do Daiki ficar quieto, ainda mais quando estava abordando o tema do Raiden estar me treinando. Ele tem um sermão totalmente decorado. Fiquei observando-o, notando claramente seu nervosismo. Mais um ponto que me ajudava a concluir que o que realmente o estava incomodando era o fato de ser sexta-feira e ele ainda não ter questionado quando íamos ter um programa de irmão e irmã que fosse incestuoso.

— Raiden, por que não paramos por aqui? — perguntei sorrindo para meu guarda-costas.

Ele suspirou mais uma vez e temi que fosse soltar algum comentário ácido, mas se limitou a dar de ombros e ir recolher as armas. Virei para Daiki.

— O que está acontecendo?

— Hum? Como assim? — ele perguntou, aéreo.

— Eu não sou boba, Daiki. Alguma coisa está acontecendo, e não falo apenas do seu aparente nervosismo. Já há alguns dias que percebo que todos nessa casa estão agitados e que Hideo tem sumido com muita frequência. O que realmente está acontecendo?

Daiki coçou o queixo ponderando se não haveria problemas em me contar o que estava acontecendo. Comecei a pensar em meios capciosos parar fazê-lo contar.

— Bem... Provavelmente Hideo não iria querer que você se inteirasse, mas você é uma Tsubasa e esconder qualquer coisa seria uma ofensa, ao invés de uma proteção. Ah, meu bem, não me olhe com essa expressão assustada. — Ele apertou minha bochecha — Não é nada realmente aterrorizante, apenas algo delicado, mas que já era esperado e tudo o mais...

— E do que se trata?

— Nesse momento, aqui em Tóquio, está acontecendo a Convenção de Senhores. — Encarei-o, confusa. Ele respirou fundo — Há três dias os Senhores do Sul e do Oeste pousaram em Tóquio, com o propósito de negociar os territórios do Leste, que está sem senhor desde que Hideo matou aquela maldita serpente.

— Negociar? — Franzi o cenho, confusa — É estranho imaginar youkais negociando um território. Eu imaginava que eles fossem, sei lá, puxar espadas, salve-se quem puder... — Sorri, ao perceber que mais uma vez eu estava julgando os youkais da era atual como os de quinhentos anos atrás — Bem, acho que me sinto aliviada por saber da possibilidade de uma negociação.

— Hum... Não é bem uma negociação. Os senhores e seus principais guerreiros estão reunidos em um salão luxuoso estudando-se mutuamente, alegando que estão "negociando". Eles querem saber quais estão dispostos a lutar e, principalmente, se têm força para fazê-lo. — Daiki respirou fundo — Isso provavelmente só será resolvido com força bruta. E os tengus estão dispostos a entrar na briga.

— E o que você acha que acontecerá?

— Bem... Não sou estrategista, mana, não faço ideia. — Ele estalou a língua, em um sinal claro de frustração — Quando penso que o meu senhor está preso num salão fechado com aqueles malditos... — Ele mordeu os lábios.

— E por que você não está lá? — perguntei gentilmente, tentando acalmá-lo.

— Por que sou executor, e minha função é ficar nas sombras. — Ele apertou ainda mais o braço em volta da minha cintura — E é meu dever proteger você. Esse local está completamente desprotegido.

— Eu não acho que vá acontecer nada... E você está preocupado com Hideo. Por que não vai ao local da Convenção?

— Por que se eu for para lá, vou ficar preocupado com você. — ele respondeu, e então seu rosto se iluminou — Já sei! Vá trocar de roupa, você vem comigo.

Ergui as sobrancelhas.

— Pensei que fosse perigoso lá.

— Pelo contrário, nenhum youkai se atreveria a atacá-la na Convenção. — Ele se levantou, carregando-me junto e deixando-me de pé — Vá se trocar, irmã. — E deu um leve tapa no meu traseiro para me incentivar a andar.


— Você me trouxe para um prédio de luxo na área comercial de Tóquio — comentei, sorrindo docemente para Daiki — apenas para me fazer esperar no saguão?

— Não podemos subir. É a Convenção de Senhores! — ele disse, como se eu estivesse o incentivando a invadir os aposentos pessoais do primeiro-ministro. — Aliás, se você entrasse lá vestida desse jeito, ia roubar completamente a atenção dos machos do assunto discutido.

Lancei um olhar carrancudo para ele, enquanto alisava meu vestido azul-claro com desconforto. Apenas achei que Hideo não iria gostar de ser associado a uma irmã vestida como uma adolescente.

O elevador abriu e Daiki ficou tenso ao meu lado.

— O que foi? — sussurrei, enquanto ele puxava minha mão para que ficássemos de pé.

— É estranho... A Convenção deveria durar mais uma hora, por que o Senhor do Sul já desceu?

Olhei na direção do elevador, percebendo o grupo que se aproximava de nós. Eram cinco homens e duas mulheres. Quase todos estavam vestidos de negro, exceto o homem ruivo (e estranhamente familiar) no centro da formação. Quer dizer... Na verdade ele não parecia um "homem". Era mais um rapaz ruivo da minha idade, vestindo jeans e jaqueta de couro cor de caqui por cima de uma camisa verde. Eu sentia presença youkai de todos eles, mas a presença do homem no centro era claramente superior. Eu não tive dúvidas sobre qual deles era o Senhor do Sul.

Rindo, ele comentava:

— Vamos deixar os dois se matarem. É muito mais fácil. — Então os olhos verdes dele se encontraram com os meus. Franzi o cenho, estranhando a forma como as linhas alongadas dos olhos dele foram se alargando até formar uma expressão assombrada.

— Ka-chan?! — Ele exclamou, estacando no meio do caminho. Os outros youkais demoraram um segundo inteiro para perceber que seu senhor havia parado... Tempo mais que suficiente para o ruivo andar apressado na minha direção, com um sorriso enorme no rosto. — Ka-chan. Kagome!

Franzi o cenho enquanto observava a aproximação inusitada, mas meu campo de visão foi tomado pelas costas largas de Daiki. Ouvi um som gutural, semelhante a um som de aviso, e, consternada, percebi que se tratava do meu irmão, rosnando loucamente para afastar o inimigo, mesmo que não se tratasse evidentemente de um inimigo.

— Ô... Calma, rapaz... Venho em paz. Ka-chan, saia de trás do tengu enfurecido e venha aqui me dar um abraço. — inclinei-me para um lado para poder olhar youkai.

Estreitei os olhos e puxei em minha memória rostos que me lembrassem o daquele youkai. É verdade que eu o achara incrivelmente familiar, contudo, não conseguia ligar o rosto à pessoa.

— Vou ter que me transformar em um balão para se lembrar de mim?

Um estalo em minha mente anunciou a chegada da informação de quem ele era. Soltei um grito de surpresa em meio a um sorriso e antes mesmo que meu irmão ou qualquer um ali presente pudessem me impedir, eu abracei o youkai ruivo.

— Eu não acredito! Eu não acredito! — Afastei-me apenas para observar o rosto bonito e sorridente dele — Shippou! Como é possível? Você está vivo!

— Lógico que estou. — ele sorriu — Sou uma raposa... Especialista em permanecer vivo. — Ele segurou meu rosto e eu me surpreendi ao perceber que o pequeno Shippou havia se tornado um homem mais alto do que eu — Olhe só você, Kagome. Durante todos esses séculos, ficava me questionando em qual época você teria nascido... — Ele acariciou as maçãs do meu rosto — Faz muito tempo que eu não fico tão feliz quanto agora.

— O que você está fazendo aqui?! — Arregalei os olhos — Você é o Senhor do Sul! Que horror, Shippou!

— Você está insinuando a um youkai de quinhentos anos que ele não é poderoso o suficiente para ser o Senhor do Sul? Ka-chan, eu já matei youkais por muito menos.

Arregalei os olhos ao perceber que era verdade. Shippou, meu pequeno Shippou, era um youkai adulto (aliás, quinhentos anos significava que ele era mais do que maduro) e poderoso, levando em consideração a posição dele. Shippou, Senhor do Sul. Quem imaginaria?! Sorri, pensando nas minhas lembranças de um Shippou inocente e genioso, estranhando acreditar nele como um adulto capaz de comandar todo um território de youkais.

— Que absurdo. — Sorri de surpresa. Observei curiosamente quando ele franziu o cenho.

— Hum... — ele se afastou um passo de mim, analisando-me da cabeça aos pés — Você era uma tengu naquela época?

— Ehr... — ruborizei — Acho que sim.

A expressão dele ficou séria, consternada.

— Oh, céus... Agora tudo faz sentido...

Meu sorriso foi esmorecendo lentamente. Embora provavelmente não pelo mesmo motivo que o dele.

— Inuyasha. — falei num fôlego, agitada — Inuyasha... Também está vivo? — Apertei os ombros dele, quando demorou a me responder — Por favor, Shippou, me fale!

A expressão dele ficou ainda mais grave, e senti o meu coração quase parar.

— Kagome. — disse Daiki lentamente, e então percebi que os seis youkais que acompanhavam Shippou lançavam uma energia bastante hostil na nossa direção (imagino como eles devem ter estranhado ver uma hanyou tengu pulando sem cerimônia em seu senhor).

Afastei-me de Shippou com uma tossidela e virei para o meu irmão.

— Desculpe-me, Daiki... É que sou uma amiga antiga de Shippou. Não precisa se preocupar irmão.

Shippou ficou olhando algumas vezes para mim e para Daiki, provavelmente estranhando o fato de eu tê-lo chamado de irmão. Por fim, ele sorriu.

— É um prazer revê-lo, Executor.

— Meus cumprimentos, Senhor do Sul. — Daiki cumprimentou formalmente.

Daiki e Shippou viraram o rosto para a área dos elevadores um segundo antes de eu sentir a presença de Hideo.

A porta se abriu e meu irmão entrou no saguão com Aika, Hiroko, Yuri, Nagi e Ryo. Hideo usava um de seus famosos ternos caros e parecia incrivelmente confiante. A confiança, no entanto, foi abalada quando ele viu Shippou, o Senhor do Sul, ao meu lado no meio do saguão.

Hideo apressou o passo até parar ao nosso lado, com os outros tengus acompanhando-o de perto. Meus irmãos trocaram um olhar eloquente, um acusatório e o outro apologético. Percebi pela tensão nos ombros deles que eles estavam nervosos com a aproximação de Shippou.

— Algo aconteceu, Shippou Kitsune? — Hideo questionou, erguendo a mão para mim, com intenção de me puxar para perto dele — Algo que minha irmã fez o incomoda?

— Não, de forma alguma, Hideo Tsubasa. Sua irmã é uma amiga querida, e eu nunca seria capaz de fazer qualquer mal a ela. — Shippou deu um passo à frente — Agora compreendo tudo e estou feliz por você ter feito o que fez para protegê-la. Isso muda minha opinião sobre o ocorrido. É por essa razão que decido me retirar da disputa pelo território do Leste.

Hideo pareceu surpreso e então virou para mim, sendo acolhido por um de meus sorrisos.

— Eu confiaria minha vida à Shippou, Hideo. — afirmei, embora claramente meus irmãos não ficassem tranquilos com tal declaração.

A discussão ficou suspensa mais uma vez, com a aproximação de outra presença pelos elevadores. Dessa vez imaginei que se tratava do Senhor do Oeste, fosse ele quem fosse. Com alguma surpresa, percebi que era uma presença ainda mais forte que a de Hideo.

As portas duplas do elevador finalmente se abriram, revelando apenas um homem, o que me deixou realmente intrigada.

Ele continuou caminhando em nossa direção, colocando as mãos dentro do bolso da calça social preta, aliás, seu modo de se vestir lembrava muito o de Hideo: elegante e esnobe. Certo, retiro a parte do esnobe e coloco charmoso no lugar, mas eles não precisam saber disso. Os cabelos dele eram prateados, lisos e curtos. Os olhos dele que me fizeram pensar de quem se tratava, uma vez que possuía olhos dourados e dotados de tanta frieza que fez com que meu coração apertasse de apreensão.

Eu só havia conhecido um youkai com olhar tão frio e que me provocasse aquele temor, só que acreditar que se tratava do mesmo youkai pareceu-me um tanto... Não sei dizer ao certo... Apesar de que ao meu lado estava Shippou, qual pude notar que me observava, como se analisasse minhas reações para estar pronto a respondê-las a altura.

— Sesshoumaru? — questionei baixinho para Shippou, que soltou o ar lentamente. Sesshoumaru parou a alguns passos de mim e Hideo tomou a dianteira ficando entre nós dois.

Shippou não me respondeu e precisei me esquivar de meu irmão para poder observar o youkai que parou a poucos passos.

Era ele. Por mais absurdo que pudesse parecer, era Sesshoumaru, o meio-irmão de Inuyasha, ali na minha frente. Nada de marcas não humanas em seu rosto ou orelhas pontudas. Nem aquele cabelo longo e permanentemente bonito que faria qualquer mulher com algum resquício de vaidade sentir inveja. Não que eu não me agradasse da aparência atual dele, pelo contrário, era bastante atraente... Apenas... Não sei, não parecia ele de todo. Assim como Shippou não se parecia em nada com a imagem que eu havia guardado.

Enfim, isso realmente não importa. A questão é que na minha frente havia duas pessoas que me ligavam a um passado que, agora, mais parecia um sonho do que uma realidade.

Sorrindo, dei um passo à frente, falando calmamente, em um cumprimento afável:

— Sesshou... — Fui interrompida quando a mão de Shippou segurou meu braço, puxando-me lenta, mas firmemente, para trás dele.

— Kagome... — Ele disse baixinho — Sesshoumaru não é mais o mesmo que você conheceu.

Franzi a sobrancelha, virando o rosto para o youkai, que estava parado a alguns metros ainda com as mãos dentro dos bolsos da calça. Os olhos dourados estavam fixos na prisão que era a mão de Shippou em meu braço. Um arrepio percorreu minha espinha quando seu olhar subiu até encontrar meus olhos. Havia naquele ato uma energia tão intensa que tive gana de recuar até sair do alcance do olhar dele.

Certo, recuar; que atitude mais estranha e incrivelmente involuntária. Mas naquele momento não consegui analisar perfeitamente minhas reações, pois elas foram interrompidas quando o olhar foi direcionado ao meu irmão Hideo.

— Entrarei em contato. — ele disse simplesmente. Como não reconhecer aquela voz cínica? Era de fato Sesshoumaru, irmão mais velho de Inuyasha. Com um choque, percebi que ele não havia me reconhecido. Tinha me olhado, mas não tinha se lembrado de mim.

Uma vozinha perturbadora na minha mente me dizia que era óbvio que ele não me reconheceria. Apesar de, para mim, eu tê-lo visto há alguns poucos anos, para ele havia passado meio milênio. E o que eu era para ele, além da sacerdotisa humana que passou algum tempo ao lado de Inuyasha?

Houve todo um segundo de comunicação silenciosa entre Sesshoumaru e Hideo, e então ele passou por nós, caminhando calmamente.

Pude notar a expressão de Hideo mudar de "fingidamente calmo" para "verdadeiramente enfurecido". Por instinto segurei seu braço quando notei que havia dado um passo na direção de Sesshoumaru.

— Hideo. — chamei incerta; o olhar dele caiu em mim.

— Aquele... — Ele interrompeu o impropério e respirou fundo. Sua expressão mudou drasticamente quando seu olhar se encontrou com o Daiki, um estalo ecoou pelo saguão quando Hideo acertou a nuca do meu irmão. — Por que a trouxe?

— Precisava de um corpo feminino quente na garupa da minha moto.

— Seu...! — Mais um suspiro, e agora ele me encarava. — Vamos para casa.

— Gostaria da companhia de Kagome para o almoço de amanhã. — pediu Shippou. Estranhei tamanha formalidade.

— Claro. — respondi, antes que meus irmãos pudessem se manifestar. — Estou cursando medicina na Universidade de Tóquio, podemos almoçar em um dos restaurantes de lá.

Saí arrastando meus irmãos, cada um por um braço, antes que eles pudessem se opor ao programa. Não esperei a resposta de Shippou, mas tive a certeza, pelo sorriso torto que se formou em seu rosto, que amanhã eu teria mais um youkai na Universidade de Tóquio me fazendo passar vergonha.


Ladie:

Então, gente. Prazer, sou a outra autora do Senhor do Norte, como vocês estão? *_* Queria fazer alguns comentários bem legais sobre essa fic (que torra cada grama de neurônio que temos). Primeiro, desculpem pela demora extrema para postar. Na verdade, a maior parte desses capítulos está pronta há meses, mas nunca postamos. Acho que a culpa disso é, em parte, por que estamos escrevendo essa fic mais uma para outra do que para postagem (sim, eu fico surtando com as partes que a Fkake escreve).

Segundo, é interessante que eu e a Fkake temos estilos bastante diferentes, mas criamos um estilo intermediário para escrever essa história. O texto tá muito homogêneo, tanto que tem partes em que nem a gente sabe quem escreveu.

Terceiro: Sesshoumaru demorou para aparecer, hem? Ufa, tava com saudade desse lindo. Motivos para a demora:

— Surtamos com o Hideo e o Daiki. Super comprensível, vocês têm que concordar.

— A gente quer fazer uma história lenta, plausível... Não queríamos atropelar nada, e, para tal, precisávamos criar uma boa base antes de introduzir o lindo (Fkake: lindo, gostoso, tesudo e incrivelmente cretino) na bagaça.

— A gente gosta de torturar leitores. Ponto.

Quarta questão: queria agradecer à Nyara (sayurichann) e Quésia (Que-chan) por ficarem surtando com a gente e revisando a história. Ok, um beijo.

E, por último, mas não menos importante: A CULPA DO ATRASO É QUE EU E A MARY (Fkake) estamos viciadas em Shaiya e escrever não da XP.

E é isso, pessoal, até a próxima e já estamos trabalhando no próximo capítulo. 1bj

Fkake:

Achei tudo lindo que a Ladie disse e não tenho muito que falar, pois ela explicou tin tin por tin tin que estava acontecendo. De fato, escrever não da xp,