Capítulo XXI — A vingança nunca é plena

— Nós vamos o quê? — perguntei, rindo.

Sim, eu não podia acreditar que Sesshoumaru havia dito aquelas quatro palavras malditas.

Meu riso foi morrendo aos poucos enquanto ele me encarava. Kazuki, ao lado dele, olhava-me com pena. Mas o meu suposto noivo... nem ao menos parecia ter sentimentos, sequer irritação por ter que lidar com uma mulher enfurecida que lhe despeja acusações — com sentidos, mas ainda assim acusações.

Não era possível que aquilo não fosse uma brincadeira.

— Nenhum de nós têm escolha. — Sesshoumaru disse, abrindo uma porta e desaparecendo.

Kazuki ainda ficou alguns segundos para me olhar com solidariedade, e então foi embora também.

Pensei em segui-los, mas meus planos foram frustrados pelo telefonema de um Hideo furioso, que ordenou que eu saísse da casa de Sesshoumaru imediatamente.

Obedeci. Tinha muito para pensar agora para ter que lidar também com a fúria de Hideo. Claro que para sair dali eu tive que passar por uma muralha de músculos chamada Ryuuji. E agradeço a qualquer ser divino existente por não ter que usar força bruta para isso.

Ainda no carro, ouvi o sermão de Raiden. Não questionei ou pedi para que ele me deixasse em paz, apenas fiquei olhando pela janela sem realmente estar focada no que acontecia na rua. Finalmente senti aquele nó na garganta desatar e comecei a chorar, silenciosamente. Era um choro de ódio, de frustração, de impotência.

E Raiden mesmo apenas notou quando deixei escapar um soluço mais alto. Precisei fazer uma nota mental de agradecê-lo por ter dado várias voltas na cidade, enquanto esperava que eu me acalmasse.

Eu sabia que Hideo iria brigar comigo assim que eu colocasse os pés em casa, por isso não me surpreendi quando o vi caminhar pesadamente em minha direção, mas, ao invés de começar a ralhar comigo, ele apenas me olhou e passou direto por mim, sem falar nada. Talvez meus olhos vermelhos tivessem amolecido seu coração.


Passei uma hora com o celular nas mãos, decidindo se era ou não uma boa ideia.

No segundo em que mandei a mensagem, eu me arrependi.

Kagome: boa tarde, Kazuki

Caramba! Eu sou uma estúpida! Como é que eu passo tanto tempo olhando para a tela do celular para ter a brilhante ideia de começar uma conversa casual, como se fôssemos velhos conhecidos do bate-papo da aol.

Kazuki: Boa tarde, senhorita Kagome. Posso ajudá-la em algo?

Nossa, que educado. Parece até que estou conversando com o Robô Ed. De qualquer forma, obrigada, senhor, por ter dado uma educação decente para esse youkai, ao contrário do chefe dele, que é um grosso!

Kagome: desculpa incomodar, mas eu queria perguntar algo.

Kazuki: O senhor Sesshoumaru só usa roupas feitas sob encomenda.

Kagome: O-õ MASOQ?!

Kazuki: Não era isso que a senhorita queria perguntar?

Kagome: ehr… não. '-'

Kazuki: Ah. Então, o que seria?

Rolei os olhos. Para ele o Sesshoumaru deve ser a coisa mais importante do mundo, tipo, ainda mais importante que a cura para AIDS.

Kagome: é sobre o que aconteceu no outro dia.

Kazuki: O que especificamente?

Kagome: sei que é estranho falar por mensagem, mas é q não quero q alguem escute a conversa. mas ñ vou fazer rodeios… é sobre o que Sesshoumaru disse… vc sabe, sobre a gente se casar.

Kazuki: Ah, sim. Não se preocupe, acredito que há um acordo mútuo de esperar o término de sua faculdade.

Kagome: acordo?!

Kazuki: Não estou informado dos detalhes.

Kagome: ¬¬ é, parece q eu tb ñ

Kazuki: Senhor Sesshoumaru comentou algo sobre não ser necessário lhe dar muitos detalhes.

Kagome: ¬¬

Kagome: o q mais ele disse?

Kazuki: Hum, lembro de alguns comentários sobre não deixar mais suas camisas no closet dos hotéis quando vocês estiverem juntos.

Kagome: oO… OK… ^^ então, voltando ao que queria perguntar…

Kazuki: É sobre a lua-de-mel?

Kagome: vc tá fugindo do assunto de propósito?!

Kazuki: Estou tentando ajudá-la, senhorita Kagome. O que precisa?

Kagome: q vc responda minhas perguntas!

Kazuki: Mas não respondi todas?

Kagome: eu ñ fiz pergunta alguma!

Kazuki: Talvez a senhorita devesse perguntar diretamente ao Senhor Sesshoumaru sobre os interesses dele.

Na próxima vez que eu vir o Kazuki eu juro que vou dar uma surra nele. Mas como não podia fazer isso, digitei a próxima mensagem com uma fúria capaz de afundar a tela touch screen do meu celular.

Kagome: o q ele quis dizer sobre termos de nos casar?

Kazuki: Parece bastante óbvio, senhorita.

Kagome: ¬¬ essa parte talvez mas ele disse que não tínhamos escolha! o q inferno significa?!

Kazuki: Acredito que seu irmão responderia melhor essa pergunta.

Kagome: Meu irmão? Vc foi treinado por algum relações públicas para fugir de perguntas?

Kazuki: Sendo sincero, eu que os treinos, senhorita.

Kagome: pq ñ fico admirada… u.u por favor, apenas responda de uma vez

A próxima resposta demorou vários minutos para vir, nos quais eu parecia uma pilha de nervos.

Kazuki: Seu irmão está lhe treinando para ser a administradora do Território do Leste.

Kagome: o quê? não! auhauhauhaha como assim? Hideo ñ esta fazendo isso.

Kazuki: Senhor Sesshoumaru acredita que sim. Do contrário o Senhor Hideo não estaria lhe ensinando administração.

Li, reli. Então deixei o celular sobre a cama e caminhei pelo quarto. Levei alguns minutos para entender o que aquilo significava, e, como em um quebra-cabeça, tudo se encaixou. Hideo não estava apenas tendo uma crise de ciúmes por causa do estágio no Aiiku. Claro que a possibilidade virtual de que eu encontrasse Sesshoumaru era estressante, mas era muito mais que isso. Ele realmente estava preocupado com o meu tempo disponível para trabalhar com ele.

Não acredito que por todo esse tempo estou sendo manipulada por eles dois, tanto Sesshoumaru, quanto Hideo.

Mandei uma mensagem para Kazuki, agradecendo pelo tempo dele e comecei a traçar meus planos contra aqueles dois safados. Um deles é fugir com o Shippou para o sul e ser feliz. Esse plano estava ganhando de lavada de todos os outros.

Estava me sentindo sufocada no quarto, por conta disso, saí e fui até a cozinha onde escrevi um bilhete de fúria e coloquei na geladeira. Sim, minha vingança contra Hideo se resumia em um bilhete, podem me julgar.

O bilhete dizia:

"COMO SE FAZ PARA MATAR UM YOUKAI DE FORMA DOLOROSA?!"

Eu reescrevi sobre cada letra várias vezes, deixando clara a minha raiva. Colei na geladeira com um tapa, e fui para a sala de cinema, por que dormir com certeza não estavam nos planos aquela noite, muito embora tenha acontecido eventualmente em algum momento do documentário sobre vermes.

Fiquei surpresa por não ter sido acordada antes por algum dos tengus que aqui residem. Para sorte deles, não quero imaginar qual seria minha reação ao ser despertada com uma briga dos rapazes ou gritos das garotas sobre como chocolate é divino e pecado é não comer.

Embora eu tivesse dormido, havia acordado mais exausta que qualquer outra coisa. Fui à cozinha com olheiras maiores que o Himalaia.

Embaixo do meu recado furioso havia as já habituais respostas seguidas de vários bilhetes-adesivos, começando pelo de Daiki que estava em caixa alta, grifado mais vezes do que o meu:

"QUE DIABOS EU FIZ DESSA VEZ?!"

(By Daiki, irmão tesudo que ama irmã gostosa!)

"Nossa, Daiki, não consegue passar uma semana sem levar uns açoites, né?"

(By Hiroko)

"Fazer o quê se eu gosto? q=P"

(By Daiki)

"Tô ligado, ele sempre me pede para ir com mais força"

(By Ryo)

"Já disse, não vem com viadagem para meu lado, meu negócio é homem com H maiúsculo"

(By Daiki)

"Viu, Ryo, não apareça com essa coisa insignificante para o lado do Daiki"

(By Yuri)

"Coração, que houve?"

(By Aika)

"Nada, apenas estou deixando claro o que gosto."

(By Daiki, coração de Aika)

"Estava falando com a Kagome, seu idiota."

(By Aika)

"Não sou mais seu coração?"

(By Daiki)

"Quando você foi?"

(By Aika)

"Ai... depois dessa vou trabalhar"

(By Daiki)

"E o céu é verde com pintinhas amarelas e as nuvens são rosa-choque"

(By Nagi)

"Super fashion"

(By Tomoyo)

"O Daiki te irritou de novo? O que quer que eu faça com ele, Kagome?"

(By Hideo)

"Nossa, Hideo, quem vê assim até acha que você dá no couro."

(By Daiki)

"A Aika que deve saber"

(By Yuri)

"Kagome, quando descobrir como torturar um youkai, quero contratar os seus serviços."

(By Aika)

"Não dá no couro. Todo mundo sabe."

(By Yuri)

"Me pergunto para que pago vocês."

(By Hideo)

"Para proporcionar alegria a essa casa, patrão."

(By Ryo)

"Não."

(By Hideo)

Aproveitei a deixa e deixei meu recado embaixo:

"É COM VOCÊ QUE ESTOU IRRITADA, HIDEO! VOCÊ TEM ME OBRIGADO A TRABALHAR PARA VOCÊ, PARA DEPOIS ME OBRIGAR A SER A ADMINISTRADORA DO LESTE?!"

Depois disso não houve mais recados, e Hideo veio conversar comigo. Estranho ver que até mesmo nessa casa se tem algum senso de quando algo é sério.

Eu estava no meu quarto, navegando por alguns blogs de humor, quando Hideo bateu na minha porta, dizendo que precisávamos conversar. Deixei que meu irmão entrasse. Ele se sentou na minha cama e eu apenas fiquei observando-o da cadeira da mesinha do computador, enquanto ele massageava a nuca, desconfortável.

— Como você descobriu? — ele perguntou, sem enrolar.

— Não importa como descobri. — falei — O que importa é que você pretendia me usar, Hideo.

— Não é assim. — ele se defendeu, erguendo as mãos — Eu não iria forçá-la, estava apenas nos preparando para as possibilidades. Você insiste que quer casar com Sesshoumaru, então essa seria a saída mais viável.

— Saída viável para quê? — questionei.

— Não poderíamos ficar aqui para sempre, Kagome… Eu não posso passar o resto da vida controlando o território do norte daqui. É impossível. Eu sou necessário em Sapporo. — Hideo cruzou os braços — Sesshoumaru também não poderá sustentar isso para sempre. E se você realmente quer casar com ele… Faria sentido que você fosse a administradora do Leste, por ser minha irmã, e esposa dele (embora eu odeie essa ideia).

Respirei fundo.

— Certo, vamos supor, apenas por um minuto, que eu concordasse com isso. Mesmo assim, você não tinha o direito... O mínimo que deveria fazer seria conversar comigo. Mas não, me tratou como uma marionete, igualzinho como ele. — Ele abriu a boca para argumentar, mas o interrompi. — O que realmente me irrita, não é você ter tido essa ideia, mas sim como não ligou para o que eu queria.

— Eu não ia obrigá-la. — ele rebateu — Estava apenas gerindo as possibilidades. Eu sequer quero que você case com aquele infeliz.

Abri a boca para dizer "mas é exatamente porque você inventou de me ensinar administração que eu vou ser obrigada a casar com ele!", mas me controlei a tempo, e não falei isso em voz alta. Meu irmão achava que eu estava noiva por estar apaixonada, dizer isso apenas confirmaria que essa não era a verdade.

Além do mais, meu irmão não havia percebido como Sesshoumaru havia encarado aquilo: ao me tornar apta para administrar o Leste, Sesshoumaru seria obrigado a estabelecer posse sobre mim. E era isso que ele estava fazendo quando transferiu Kashimoto. E é o que vai fazer, se realmente levar adiante essa ideia estúpida de casamento.

Suspirei.

— De qualquer forma, não é esse o caso! Acha que estou brava por pensar que você me obrigaria? Você nem ao menos consegue me obrigar a ir em uma festa, quanto mais a administrar alguma coisa.

— Eu não a obrigaria. — Ele deu um sorriso torto — Mas nós dois sabemos que você faria. Você é voluntariosa, e tem um senso de obrigação invejável. Além de ser inteligente e hábil. Kagome, você seria uma excelente administradora.

Desgraçado.

Fiz muxoxo e cruzei os braços. Apelar pro meu orgulho era sacanagem da parte dele!

— Ou não? — ele perguntou. Olhei para a expressão confiante, e pensei na forma como ele via aquilo tudo. Fazia sentido ele pensar dessa forma, por mais que eu odiasse. Embora eu esteja odiando mais a mim própria por não ter percebido tudo de início. Eu sou realmente uma imbecil.

Sorri amargamente para Hideo.

— Vamos ver quando chegar a hora. — respondi. Eu esperava que essa hora nunca chegasse.


Aqui estou, essa humilde pessoa de um metro e sessenta e cinco, observando as vendedoras me encherem de mimos, já que estou escolhendo o meu vestido para usar em uma festa que vai acontecer não sei onde e nem por que, amanhã. Lindo, maravilhoso, chorei.

Mas eu tinha um plano para essa festa.

Cheguei à conclusão de que se não posso matar eles, ao menos vou provocar tanta raiva que vão desejar nunca terem me conhecido. Sim, ainda estou puta com o meu irmão, e minha vingança também alcançaria ele, mas não essa em si. A dele estava guardada para mais tarde (contratei uma banda mexicana para fazer seresta na torre da Tsubasa, exatamente como Daiki havia me ensinado para demonstrar amor).

O plano começou a ser executado quando pedi ao Kazuki um cartão do meu noivo. Afinal, ele havia me mandando um calendário de festas e chás e outras coisas monótonas que pessoas milionárias fazem com outras pessoas milionárias. Povo com dinheiro que não sabe como gastar.

Ele acabou me enviando o cartão... Afinal, se queriam que eu estivesse nesses eventos idiotas, era necessário uma certa produção.

Primeiro, vim a essa loja, de uma grife muito conceituada... Cada vestido daqui paga um semestre da minha faculdade. Levei um longo tempo para escolher o vestido, e tenho que reconhecer que ele era lindo, de causar inveja. Em seguida me dirigi a uma joalheria, agora que tinha o vestido, podia escolher as joias que combinariam, e um dos conjuntos mais caros foi o que melhor combinava.

Aproveitei para passar no cabelereiro, onde agendei horários e deixei tudo pago. Refiz mentalmente todo o meu percurso. Vestido. Joias. Cabelo... sapatos, não podia esquecer deles! E claro, uma bolsa para combinar; quem sabe uma carteira nova?

No final do dia, eu havia gasto mais no cartão do meu querido noivo, do que havia gasto nesses dois anos com o do Hideo. Só que dessa vez não iria ter biquinho no dia da fatura para Sesshoumaru. Não, o meu plano não era estourar o limite do cartão dele – até porque aquela coisa era ilimitada.

Rico esnobe.

A minha vingança, na verdade, aconteceu quando o motorista do Sesshoumaru foi me buscar em casa e não me encontrou.

Sim, usei o cartão dele para pagar uma estadia no hotel ao lado da Disney de Tóquio. Com direito a comprar todas as lembranças da loja e ir em todos os eventos e brinquedos que se podia ir em um dia.

Como sou uma boa amiga, convidei Kenjiro, Ruri e Arusa, e claro que paguei tudo. Se Sesshoumaru iria me matar, então era melhor aproveitar bem meu último dia de vida.

O dia havia sido perfeito, principalmente porque Shippou conseguiu se livrar de seus homens e nos acompanhar no final da tarde. Ele fez questão de me mostrar o restaurante mais caro de Tóquio, onde todos nós comemos muito bem. E o vinho era algo de outro mundo.

E Sesshoumaru pagou tudo. Para diversão extrema de Shippou.

A noite, todos fomos para o hotel cinco estrelas, afinal, as pessoas necessitam dormir em um hotel cinco estrelas uma vez na vida. Um quarto para cada um, lógico. Ah, sim, Shippou também aceitou ficar lá, claro, com Sesshoumaru pagando, como ele poderia negar?

A minha alma estava lavada. Com o melhor sabão em pó e amaciante do Japão. Até mesmo me dei ao luxo de ficar quase uma hora na banheira. O problema foi quando saí do banheiro, e dei de cara com o desgraçado. Droga, por que não havia levado roupa para o banheiro? Felizmente estava usando o robe do hotel.

— Sesshoumaru?!

Ele ergueu os olhos para mim. Estava usando um de seus ternos caros que claramente era para eventos importantes. Meus olhos desceram para as mãos dele, onde havia uma pasta.

— Lojas, cabeleireiro, hotel, parque, restaurante. — ele falou pausadamente enquanto se levantava. — Pretendia me desfalcar financeiramente? Se esse era o objetivo, tinha que se empenhar mais.

Joga na cara que tem dinheiro para comprar o Japão... Maldito. Cerrei os dentes e segurei borda do meu robe enquanto ele se aproximava. Minha raiva sumiu e no lugar dela fui inundada de pânico. Ele parou a apenas um passo de distância, e eu precisei erguer a cabeça para encará-lo.

— Posso aturar essas atitudes infantis em gastos fúteis, mas faltar nos eventos é algo que não vou tolerar.

— Vai me levar algemada até eles? — Ele não respondeu, apenas se inclinou, colocando a pasta sobre a escrivaninha ao lado.

— Está na hora de parar de agir como criança, Kagome Tsubasa. — ele respondeu friamente. Então apenas virou as costas e foi embora.

Nossa. Legal. Obrigada pela visita, infeliz.

Vesti uma camisola e deitei na cama. De repente o prazer de torrar o dinheiro de Sesshoumaru não era mais o mesmo.


Oi, pessoas, Ladie aqui! O capítulo era para sair dia 01, e acabou que atrasou tudo, mas estou apenas duas horas atrasada. s2

Demorei para revisar por que achei vinho em casa, e achei uma ótima ideia abrir! o/ Enfim, é isso.

Não estou exatamente boa para responder reviews, ou vai sair muita bobagem. Então, até mais.

Ah! Próxima capítulo dia 15.

Leu, amore? Então comenta, por favor.

Pode parecer algo bobo, mas os comentários são a única coisa que recebemos depois de passar horas escrevendo. T-T

Vai levar só alguns minutinhos.

Abra seu coração duro e nos conte seus problemas.

Beijos da Ladie.