Capítulo XXVIII – Casamento (Parte Um)


Esse capítulo vai ser narrado a partir do ponto de vista de vários personagens, mas não se preocupe, quando o POV mudar, será avisado.

Esperamos que você aproveite a cerimônia…


Daiki — Delícia de Tengu! (By Mary)

Enfim, aquele casamento não iria acontecer, nem que fosse necessário eu entrar no local da cerimonia pelado dançando a ula! Eu iria intervir!

Claro que não posso correr riscos, por isso comecei a demonstrar resistência a tal ato profanador da virgindade de minha irmã logo quando acordei — sendo que acordei vinte e quatro horas antes da data marcada; sim, não consegui dormir sabendo que em breve minha linda, doce e dona-de-um-belo-cruzado-de-direito irmã iria se casar e ter uma noite de núpcias com aquele desalmado, dissimulado, cheirador de calcinhas — aquela cara de quem chupou limão não me engana, sei que tem um pervertido escondido por baixo daquela pose de dono do mundo... Dono de boate gay, só se for, viado de merda!

Bom, estou revoltado, isso é bastante óbvio. Nem mesmo socando a parede mil vezes e colocando tachinhas nos sapatos do Hideo (por ele permitir que essa merda aconteça) eu fui capaz de melhorar o meu humor. Então coloquei meu plano em execução.

A primeira fase era simples: não poderia deixar Kagome ter seu sono de beleza. Por esse motivo passei parte da noite cantando para ela cantigas antigas; também recitei poemas que demonstravam como o amor é uma merda que fazia você se sentir um lixo e como era lindo e maravilhoso ser uma pessoa solteira. Às quatro da manhã ela finalmente se cansou de mim e começou a me espancar. Saí do quarto com a integridade de minha genitália comprometida, e nem foi por causa de uso excessivo ou algo assim, mas sim por um chute desferido pela minha linda e amada irmã.

Executei a segunda fase de meu plano logo pela manhã, por volta das seis horas. Comprei algemas em um sex shop. Lindas algemas, tenho que dizer, com apetrechos que as deixavam até mesmo fofas.

Por fim, entrei sorrateiramente no quarto da minha irmã, encontrando ela dormindo tranquilamente, usando um baby-doll azul-claro. Acho que consegui ficar ainda mais puto de imaginar que amanhã ela vai estar na cama do sarnento. Mais um motivo para eu fazer de tudo para acabar com essa putaria.

Fui até a cama e algemei minha irmã nela.

— Daiki? — ela falou, acordando assustada, possivelmente achando estranho o fato de eu estar sentado sobre sua barriga.

— Você não casa. — falei entredentes deixando muito claro o quanto aquilo me emputecia.

Aliás, ando conjugando a palavra "puto" com bastante frequência sempre que me lembro deste bendito casamento.

— Me solta agora! — Ela começou a se debater, forçando a fechadura da algema.

Ela puxou, tentou se soltar de todas as formas, mas não foi possível. Sorri satisfeito quando me dei conta que não importava o quanto ela se esforçasse, nunca se soltaria de lá.

— Do que é feito isso? — ela finalmente me perguntou, com a testa suada. Linda demais para esse cão. Veto esse casamento!

Levantei-me, com um sorriso de satisfação que beirava o obsceno. Andei na direção da porta, sentindo que havia salvado o dia!


Tomoyo — The Innocent Lady (By Nyara)

Sim, as noivas têm o péssimo hábito de chegar atrasadas — o que eu particularmente não entendo, uma vez que quanto mais rápido se casarem, mais rápido podem ir para a lua de mel — mas enfim. Kagome já estava umas boas horas atrasada e eu já estava começando a me preocupar que Daiki tivesse conseguido drogá-la e a tivesse mandado para as Filipinas.

O que seria realmente uma pena, porque deixar um homem como Sesshoumaru no altar é um tremendo desperdício.

Quando eu já estava perdendo as esperanças de que ela chegasse — e já estava quase colocando o quimono e indo casar com ele eu mesma — a porta se abriu com um baque e por ela entrou um zumbi, de cabelos arrepiados, suado e eu tive a séria impressão de que ele estava babando também. Acho que tinha contraído raiva, o pobre zumbi.

Levei alguns segundos para descobrir que a criatura era a Kagome, com algemas quebradas nos pulsos e baby-doll amarrotado.

Bom, lá se vão meus planos de me casar com o "ó todo gostoso" Sesshoumaru.

— Sesshy não conseguiu esperar pela noite de núpcias?

Digo para vocês, se olhares matassem, eu provavelmente não estaria aqui narrando este momento.

Kagome simplesmente levantou o dedo do meio pra mim (uma coisa muito feia da parte dela, diga-se de passagem) e com toda a delicadeza demandou:

— Vamos acabar logo com isso!

Muito bem então.

— Tire a roupa. — ordenei suavemente.

Ok. Não seria exagerado dizer que os olhos dela quase pularam da cara.

— Cacete, Kagome, agiliza, você tem que entrar na banheira e tomar banho. — exclamei, batendo palmas com impaciência — Você já está atrasada e além do mais, seu noivo não parece o ser mais paciente do mundo.

Depois de devidamente banhada, com os cabelos lavados e com a pele cheirando a uma mistura de damasco e caramelo (também nos livramos dos resquícios das algemas), estava na hora da parte realmente importante: maquiagem, penteado e, é claro, a conversa sobre a noite de núpcias.

— Kagome, minha querida, sua mãe já teve "a conversa" com você?

Pude ouvi-la engasgando com a própria saliva.

— S-sim, Tomoyo. — Ela pigarreou um pouco — Minha mãe já teve "a conversa" comigo.

— Então você sabe que é realmente importante o uso da camisinha não é? Porque, querida, mesmo que vocês estejam casados, um bebê agora arruinaria tudo. Vocês precisam aproveitar ao máximo todo a potencia sexual do seu marido, pelo menos nos três primeiros anos. Vocês podem pensar nos filhos depois!

— TOMOYO!

— O quê? Não me diga que ela não te disse isso? Tudo bem, não se preocupe, eu vim preparada.

Corri para a gaveta onde tinha escondido a banana-da-terra que furtei da cozinha naquela manhã — porque ela precisava ter uma noção do tamanho — e uma camisinha. Afinal, Sesshoumaru era um youkai completo, e tinha uma estatura considerável, consequentemente… enfim.

Kagome me olhou simplesmente chocada. Tadinha, não era à toa que ainda era virgem.

Momentos depois, uma banana, uma camisinha e uma Kagome completamente vermelha — nem precisei usar o blush na maquiagem — minha menininha estava devidamente instruída. Por mais que houvesse praticamente nenhuma chance de uma hanyou tengu engravidar de um tai-youkai, alguém tinha que ensinar o caminho Valhalla para ela, não é?

— Ok, agora olhe no espelho, você está simplesmente divina.

Quando ela se olhou no espelho, fez um biquinho tão fofo que eu precisei abraçá-la. Mesmo depois de tudo, ela ainda parecia nervosa.

Suspirei.

— Kagome, querida — disse puxando-a para se sentar na cama comigo — não se sinta pressionada. Não é porque vocês estão casados, que você precisa se forçar a algo a que você ainda não está pronta. Todos nós — ou ao menos a parte feminina do nós — sabe que esse casamento está mais ligado aos negócios do que a paixão ardente que vocês sentem um pelo outro. Então não se preocupe, ok? Tudo vai acontecer no seu tempo. E tenho certeza de que será bom pra você. E se não for, me conte, porque eu prometo ir lá e arrancar aqueles cabelos lindos dele e espalhar para toda a mídia que ele tem alguma doença venérea, certo?

— Certo. — disse ela abrindo o primeiro sorriso do dia e passando os braços em volta do meu pescoço, num abraço.

— E mais uma coisa: não chore, isso vai ferrar com a maquiagem!

No segundo seguinte escutamos uma batida na porta. Hiroko tinha-lhe trazido seu primeiro quimono para a cerimônia.


Hiroko A Tengu Revoltada (By Quésia)

— onde estão os machos dessa casa quando se precisa de um?!

Pra atrapalhar e destruir eles brotam, agora pra ajudar que é bom... Eu que tenho que levar esse maldito peso de cima pra baixo. Aliás, pra que precisa-se de tantos quimonos? Um não é o suficiente? Por que essa casa é tão grande?!

— Apareçam, seus putos!

Como se eu o tivesse conjurado, Daiki surgiu em meu campo de visão vestido de ninja — assim, porque é completamente normal as pessoas se vestirem de preto do sapato ao capuz para participarem do casamento da irmã.

Porcaria de vida. Devia ter imaginado que ao gritar por putos o puto mestre seria aquele que surgiria.

— VOCÊ NÃO! Você pode desaparecer desse mundo e de qualquer outro. Não faria a mínima falta.

— Sempre soube que você me amava, Hiroko.

Não me agradava o olhar que ele estava me lançando. Ou melhor, que ele estava lançando aos quimonos que ele claramente sabia serem do casamento da irmã.

— Nem se aproxime! Venha e eu lhe castro! Não é como se fosse fazer muita diferença já que você não tem tanta coisa assim aí.

— Você não conseguiria destruir o grande tengu.

— Oh, sim. O grande microscópico tengu. Sai da frente, preciso me livrar logo desse peso!

— Podiamos queimar tudo e ambos nos livrariamos da carga. O que acha?

— Vou queimar você e pisotear suas cinzas. Eu estaria fazendo um favor ao mundo. Sai da frente!

Onde estavam aqueles poderes de visão raio-laser quando se precisava de um? Vou processar essas companhias por criarem falsos sonhos de esperança em uma pobre garota que queria ter superpoderes.

Ok, deixemos os poderes de destruição em massa de lado e vamos fazer algo com o que está ao nosso alcance: joguei os quimonos no chão e acertei uma voadora no "grande tengu".

Aproveitei que ele caiu no chão e se encolheu e subi em cima dele, puxando o colarinho de sua camisa preta até rasgá-la. Ele quis me empurrar e desci um joelho no estômago dele. Devia era ter acertado o plexo-solar. Droga!

— O que vocês estão fazendo?

Tirei os olhos do meu foco de tortura para encarar Raiden. Enfim, alguém responsável.

— Os quimonos, como pode ver, estão ali. Estou tentando defender um casamento. Você pode levá-los pra mim? Eu não acho que este aqui sofreu o suficiente. Encontro vocês na casa do Senhor do Oeste.

Raiden deu de ombros, pegou os quimonos e foi embora. Olhei para Daiki enquanto montava em minha mente todo o arsenal de tortura possível com o que eu tinha no momento, hoje ele me paga por toda a raiva que me fez durante todos esses anos!


Hideo — O irmão (sedução) mais velho (By Vitória)

Maldito seja Daiki, aquele urubu carniceiro filho de uma… Certo, Hideo, acalme-se, você não pode xingar a mãe do energúmeno, afinal, ela é sua mãe também.

Mas foda-se! Eu queria era pegar as malditas tachinhas e espetá-las embaixo das unhas daquela ameba gigante. Com que direito ele as colocou no meu sapato?! Se quisesse tanto assim extravasar a raiva do casamento, poderia ter raptado o noivo e ter lhe proporcionado dias de tortura contínua com direito a cortes, vinagre, sal, pimenta e quilos de wasabi! Como se ele fosse o único a sofrer com toda essa droga de casamento.

Tudo começou quando entramos na mansão do vira-lata. O instinto presente em cada parte do meu corpo disparava um alarme de "território inimigo, território inimigo!". Depois, quando nos colocamos nas devidas posições — uma família de frente para a outra —, o alarme era de "aquele é o inimigo, aquele é o inimigo!".

O lugar de Sesshoumaru estava vazio, por ora, mas seus bichinhos de estimação Kazuki, Ryuuji, Dmitri e uma garota chamada Jinx estavam presentes e alertas. Eu não me importava de ter que encará-los mais tarde: queria mesmo demonstrar a minha má vontade de estar naquele canil de última geração. Shippou se encontrava no recinto também. Sozinho. Parecia tão desgostoso quanto eu e não pude deixar de perceber que ele realmente gostava de minha irmã. Por um momento, toda minha gratidão foi direcionada àquela coisa felpuda.

O momento de gratidão eterna durou pouco, no entanto. Chegara a hora dos noivos entrarem. Não me dei ao luxo de olhar para Sesshoumaru, até porque o encararia pelo resto da cerimônia, então deixei-o de lado e voltei meus olhos para Kagome.

Num ínfimo pedaço de tempo, foi como se o mundo parasse. Kagome estava linda. Quero dizer, mais do que o normal. O cabelo estava preso em um coque leve, porém alguns fios negros caíam ao redor do rosto — eu estava certo de que aquilo fora friamente calculado por Tomoyo. Seu quimono era feito de seda branca, e ela reluzia como uma estrela.

Foi aí que a raiva voltou com força total. Fechei as mãos em punho com tanta força que senti minhas unhas perfurarem as palmas, e o sangue quente escorrendo lentamente.

— Hideo! — eu ouvi um sussurro repreensor e um tanto quanto surpreso do meu lado, mas não fiz questão de responder ou de verificar quem era a dona daquela voz.

Depois que papai morreu, tudo parecia incompleto para mim. Herdar o legado dele, ser o Senhor do Norte não tinha nenhum sabor. Parecia que um pedaço de mim faltava: fora engolido por buraco negro gigante e jamais iria voltar.

Faltava algo. Faltava alguém. Então finalmente encontrei Kagome. Minha caçula sorridente, um conjunto de estrelas com o brilho de uma supernova, que aparecera para alegrar a minha vida e também a de Daiki. Estava completo de novo.

Então, de repente, teria que entregá-la a esse cão desprezível. Kagome não seria mais um brilho só meu ou da minha casa... Seria de outra pessoa.

Merda de vida.

A cerimônia pareceu durar séculos. Sesshoumaru parecia um shinigami com aquele quimono preto. Isso, Hideo, bela analogia: o noivo shinigami levando a vida de sua irmã. Como se já não estivesse nervoso o suficiente. Depois de todas as trocas de roupa que aquele show de horrores requeria, Kagome ainda estava estonteante. E eu estava tonto. Sem saber se corria para o banheiro vomitar ou se partia para cima do noivo.

No santuário da casa, alguém me deu uma cotovelada nas costelas e me mandou parar de blasfemar porque estávamos em um lugar sagrado. Murmurei um "foda-se". Aquela não era hora de ser educado.

Graças aos deuses, a parte da cerimônia que acontecia no santuário era mais curta e logo tudo terminou. Kagome saiu discretamente do local, para trocar de roupa pela quinquagésima sétima vez. Ela me lançou um olhar que provavelmente dizia para eu me acalmar, mas ao mesmo tempo, creio que ela sabia que aquilo não era possível.

Era hora de servir o saquê. Não fazia o meu estilo ficar bêbado no casamento da minha irmã (como se eu tivesse muitas), mas não pude deixar de pensar que, já que Kagome não estava presente no momento, aquela seria uma ótima oportunidade de me embebedar e de ter isso como desculpa por ter assassinado meu cunhado a base da porrada utilizando garrafas de vidro quebradas.


Nagi — Apenas Sociopata (by Tracy)

Assim que a cerimônia terminou, todos os convidados se retiraram para trocar os formais quimonos por roupas ocidentais. Como se aquele dia já não estivesse odioso o suficiente.

Fui o primeiro a chegar no salão onde aconteceria a recepção. Quer dizer, o primeiro desde que eu ignore Sesshoumaru, o que eu já faço com bastante naturalidade. Eu bem que poderia fazer um favor ao mundo e torná-lo ignorável de hoje em diante, apagando sua existência da face da terra. Ninguém vai me culpar se eu marcar esse dia no calendário com sangue. Talvez a justiça, mas duvido que ela ache o corpo da vítima depois que eu acabar. Assim como nunca achou os das anteriores.

Sabe, eu não me engano, não tento camuflar a verdade para mim mesmo. Isso é para tolos. Era bastante óbvio que eu estava obcecado por Kagome. Não era paixão, nem amor. Não passava — nem passa — de obsessão. Ainda assim, eu não consigo deixar de odiar o dia de hoje. Afinal, apesar de admirar Sesshoumaru por ser um manipulador de primeira, eu ainda o odeio por ter tirado algo importante de mim há tantos anos.

Mas agora não é mais tempo de chorar sobre o leite derramado. Ou de tornar uma certa noiva, viúva. É momento de encarar a realidade: de que Kagome nunca me pertencerá. Ao menos não como eu desejaria que ela me pertencesse. E nutrir um desejo, quando inútil, não é do meu feitio.

Suspirei e percebi Sesshoumaru aproximando-se de mim. Ergui o rosto, encarando-o, curioso para saber o que ele poderia querer. Ficamos parados, um na frente do outro, com ele me observando com expressão indecifrável e comigo tendo no rosto o meu melhor sorriso irônico.

— Fique longe da minha filha. — disse Sesshoumaru lentamente, e passou ao meu lado, indo na direção do assistente dele que acabava de chegar.

Acompanhei-o com os olhos, sem entender o que ele quisera dizer com isso. De todas as coisas que eu esperava ouvir dele, "fique longe da minha filha" com certeza não era uma delas.


Fkake

Enfim, finalmente o casamento, sei que não é exatamente como vocês estavam esperando que fosse o casamento, mas sinceramente, tem como imaginar um Seshoumaru noivo apaixonado dizendo que ama loucamente a sua esposa?... Até dá, mas aí não fica o Sesshy de verdade xD

Confesso que a ideia dessa budega foi minha, escrever pelo ponto de vista de outros personagens para mostrar como foi o desenrolar do casamento, fazer algo diferente, pois é um capítulo diferente, um capítulo que marca a transição da fic de "preparando o terreno" para "colocando em pratica os planos". Sim, até esse momento, estávamos preparando o terreno para vocês, agora começa as revelações e bla bla bla, espero que gostem.

Essas lindas que nos ajudaram, não vou ficar elogiando, porque não sou dessas de jogar confete... mentira, amo vocês e vocês são fodas suas lindas, por mim podem assumir o Senhor do Norte, é de vocês... sqn.

Não vou falar mais nada, pq a Ladie já escreveu tudo que penso xD

Bom, espero que vocês caros leitores sejam caridosos e digam que acharam da idéia e joguem confete para as meninas, elas merecem, tiveram que aturar a mim e a Tracy pelo Skype e facebook xingando mandando escrever logo xD

Beijos e até o dia que a Ladie falar novamente "Mary, vamos postar Senhor do Norte?"

Nyara

Oh! The things i do for love! Não tenho (quase) nenhuma vergonha de dizer que quando me avisaram - sim "avisaram", e não "pediram" - que eu iria escrever a Tomoyo, cogitei seriamente a possibilidade de correr para as colinas, por motivos de: muita responsabilidade fazer qualquer coisa nessa perfeição que é Senhor do Norte. Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, essas vadias sabem onde eu moro, e elas ameaçam constantemente não escrever , partindo meu coração, me desesperando ao ponto de fazer até com que os meus cabelos da sobrancelha caiam e consequentemente fazendo com que eu faça todas as suas vontades (ui!) por medo de ficar sem mais capítulos. Então aceitei escrever a parte da personagem e por um milagre divino (ou pelo fato de eu ter me identificado facilmente com a inocência e delicadeza da personagem) nem enrolei muito pra escrever. E graças a god as coisas fluiram tranquilamente, elas ficaram felizes com o resultado e eu também (#oremos). Espero que vocês gostem, pois esse capitulo foi escrito por pessoas lindas, maravilhosas e sexys, que gastaram tempo ~e dinheiro (sim, dinheiro , vocês acham que se embebedar pra chegar a esse nivel de retardadice é barato? não não é, E NÓS FIZEMOS TUDO POR VOCÊS, ENTÃO TRATEM DE DAR UM FEEDBACK)~ para fazer com que isso acontecesse. E como foi dito da minha soulmate (Vitória, que escreveu o Hideo, aquele gostoso), eu queria agradecer ~ aos meus pais e todos aqueles que me apoiaram ~ as manas, por nos permitirem fazer parte desse projeto, lindo, e a Soulmate pq ela é uma delicia e me permite ser ela enquanto ela é eu. Amo vocês, vadias! ANYWAY , continuem acompanhando SN e não esqueçam de deixar reviews oks? 1BJ.

Quésia

Quando me deram a notícia que eu ia escrever (porque foi de fato "você vai escrever!", eu não tinha escolha) eu fiquei com medo. Só tem escritora foda nessa bagaça, além de que, Senhor do Norte é quase a definição de "A fic perfeita". Eu tava tipo "Vocês tem certeza? Não querem errar?" e confesso que coloquei um pouco de banca e demorei a escrever (ou mostrar o que eu tinha escrito). A Hiroko é super revoltada (me identifico um pouco com ela :va:), mas não tava conseguindo pensar muito bem. Desisti de me martirizar e mandei o que eu tinha começado a escrever, meio com medo, e a Soulmate (Ladie) disse que estava bom (alívio!). Cara, sério... é muita responsabilidade isso aqui. A Mary e a Ladie são as divas deusas das sesshoumes, cada maldita fic é melhor do que a anterior, é quase inacreditável o quão boas vocês são. É muita delícia e amor num lugar só! Queria aproveitar a oportunidade para agradecer aos meus pais por me botarem no mundo, a Soulmate por ser tão delícia e ter me apresentado a todo um novo mundo (ela que me viciou em sesshoumes. Já disse que te amo, Soulmate?) e a essas pessoas maravilhosas que se juntaram para participar desse capítulo, sem vocês meus surtos não seriam a mesma coisa, suas lindas! E ESCREVAM MAIS! Precisamos de mais coisa boa nesse mundo. Sou uma pessoa mais feliz a cada vez que leio algo que vocês escrevem, sério! E aos leitores... escrevam também! COMENTEM! Feedback é bom e a gente gosta. Podem falar da gostosura dos personagens dessa fic, os multiplos ships, NCs (o casamento chegou, vai que. A gente pode sempre sonhar.), os sonhos de menage da Kagome com o Hideo e o Daiki (não se enganem que eu sei), suposições e etc... Não importa! Botem tudo pra fora! Reviews banzai! Um beijo!

Vitória

Quando essas quengas me pediram pra entrar no Skype (sob uma chantagem muito feia, se eu bem me lembro) há um tempo, eu nunca imaginei que receberia uma bomba como escrever a parte do Hideo no capítulo (ok, ele é uma delícia, mas eita personagem complicado de escrever quando está sério!). Pensei que seria a mais difícil — a Tracy vadia contribuiu botando pilha, obviamente — e eu enrolei, enrolei, enrolei. Mas acabou que quando me sentei pra escrever, o negócio fluiu lindamente. Parecia até que o Hideo era um personagem meu, porque realmente é possível entendê-lo (isso é ponto pra vocês, Mary e Tracy, que fazem personagens tão característicos e mordíveis). Só queria dizer também que esse capítulo é um amor, e é o que tem nível de retardadice acima do normal, porque o número de retardadas escrevendo foi maior. A porra realmente ficou séria, acho que todas nós cuspimos nossas bebidas no teclado durante a chamada que fizemos. By the way, foi uma grande honra fazer parte desse projeto e queria agradecer ~meu pai, minha mãe que sempre me apoiaram~ a Tracy e a Mary por me deixarem participar — e a minha soulmate. Nyara (que escreveu a parte da Tomoyo), sua delícia, por ser eu e me deixa ser você, por me xingar de vadia e me obrigar a escrever. Amo vocês e todo aquele papo. AGORA VÃO ESCREVER MAIS. (E vocês, leitoras/leitores/ deixem review, recado no Face, mandem sinal de fumaça, mensagens através de Exu MAS DÊEM UM FEEDBACK PELAMORDEDEUS porque essas duas merecem e ficam grande parte da vida delas fazendo ~a gente~ vocês felizes). Beijos nas bundas de vocês.

Ladie

Cara, como a gente ralou para chegar nesse momento. Tanta coisa para eles finalmente se casarem, esses malditos.

Na verdade, a ideia de fazer esse capítulo "compartilhado" foi da Mary. Foi uma ideia incrível. Sabe por quê? Por que essa fanfic é mais do que dela ou minha, é dessas escritoras desgraçadas que participaram nesse capítulo, é das betas, é de vocês.

Enfim, Nyara (manaaa), Vitória (co-mana/co-soulmate), Quésia (soulmate, sua linda!), Obrigada por toparem participar disso. Quer dizer, não só topar, levando em conta que vocês surtaram com a gente surtando para vocês surtarem no surto - oh, gosh. E, velho, vocês são tão fodas! Eu sou apaixonada pelo que vocês escrevem, vocês já sabem disso. E eu estou tão feliz de Senhor do Norte ter um pedaço escrito pelas mãos de escritoras que eu admiro tanto, que mal consigo me organizar para digitar isso.

Eu amo vocês, suas malditas! Me amem de volta, obrigada. (Soulmate, seu amor é só meu, meu amor é só seu)

Enfim, espero que todos tenham gostado desse capítulo, por que eu amei - na verdade, minha opinião pessoal é que é o melhor capítulo de Senhor do Norte. Sei que todos queriam ver a narração do casamento deles de uma forma mais íntima (ui), ou seja, pelos olhos da Kagome, mas, cara... Não deu para imaginar o Sesshoumaru fazendo os votos de casamento, e pelo bem da nossa sanidade, essa foi a ideia que tivemos para burlar isso. E ficou tão bom que eu tenho vontade de beijar a Fkake (tenho essa vontade sempre, só que agora um pouquinho mais).

O próximo capítulo é POV da Kagome. E é nele que começa as tretas. Preparem seus corações, que vem tsuname. (É TETRA! É TETRA!)

Enfim, até daqui uns 10 dias.