Capítulo XXX — Ele tem TOC, eu sei que tem

E assim foi o meu primeiro dia de casada. Não que eu esperasse que fosse igual a todos os outros, mas eu também não imaginava que descobriria que meu marido não passava de um manipulador sem escrúpulos.

Tudo bem, eu sei... A imagem de "manipulador sem escrúpulos" cai bem no Sesshoumaru... mas daí a aceitar isso é outros quinhentos.

Já era noite, e todos provavelmente acreditavam que Sesshoumaru e eu estávamos aproveitando nossa noite de núpcias em algum destino paradisíaco. A grande verdade era que estávamos na casa dele, de onde não sairíamos por uns quinze dias, apenas por questão de aparências.

Para evitar que meus irmãos descobrissem esse detalhe, eu inclusive tive que negociar com Arnya para que ela mentisse sobre o meu paradeiro caso eles solicitassem que ela investigasse. Se havia algo que eu não precisava, era de Daiki invadindo a casa de Sesshoumaru para "evitar" qualquer coisa.

Minha casa, na verdade. Essa casa é minha agora e é aqui que vou ficar até que Sesshoumaru se canse de mim ou coisa parecida.

Alguém bateu na porta do meu quarto, interrompendo o meu longo suspiro de exaustão.

— Pode entrar. — falei.

Kazuki correu a porta e sorriu para mim, enquanto um Ryuuji bastante irritado entrava empurrando um carrinho de serviço, no qual havia champanhe, uma taça de cristal, morangos e canapés.

Ergui as sobrancelhas, curiosa.

— Bom... É sua noite de núpcias... Não poderia ser exatamente igual às outras. — disse Kazuki, com um sorriso encabulado.

Tive que rir.

— Noite de núpcias... Exceto pelo fato de que eu vou passá-la sozinha. — suspirei, levantando-me — E Sesshoumaru... Onde ele está?

— No escritório dele — disse Kazuki, com um suspiro —, trabalhando.

Por que isso não me surpreende? E daí que ele casou, que eu descobri todos os podres da vida dele? Vamos fingir que esse é apenas mais um dia como qualquer outro e trabalhar para dominar o mundo.

Olhei para Ryuuji, que apertava as mãos, todo nervosinho.

— É difícil, não é? — perguntei para ele, cínica — Você já deve estar farto da minha cara, tenho certeza. Quer dizer... passar oito anos me vigiando para o seu dono deve ter sido muito exaustivo.

Ryuuji literalmente rosnou para mim.

— Cale a porra da boca, tengu. — ele disse — Eu não estava vigiando, estava protegendo você. Se eu soubesse a criatura insuportável que você é, tinha deixado que o mundo inteiro fodesse esse seu rabo arrogante!

Não satisfeito, ele ainda chutou o carrinho de serviço antes de virar as costas e ir embora, bufando como um touro irado. Claro que estava protegendo. Eu era uma peça muito importante no jogo de Sesshoumaru.

— Hum... — disse Kazuki, que só naquele momento eu percebi que havia segurado o carrinho para que ele não virasse — Acho que o tudo isso de casamento estressou o Ryuuji... Sinto muito, senhora Kagome.

Cocei a bochecha, sem saber direito como reagir, e então sorri.

— Fui eu quem o provocou. Está tudo bem. — Olhei com interesse os canapés que haviam escorregado pela bandeja com o chute do Muralha. — Obrigada por ter se preocupado comigo, Kazuki... Fico feliz de ter me casado com você.

Ele sorriu, entendendo que eu estava fazendo piada por uma vez ter dito que estava noiva dele, e não de Sesshoumaru.

— Sesshoumaru é... complicado. Tenha um pouco de paciência com ele.

— Não é mais questão de ele ser difícil de lidar, isso é algo que eu já tinha superado. É questão de me sentir traída por ele.

Kazuki franziu o cenho. Aposto que deve até ter achado curioso o detalhe de eu me importar tanto com o fato de Sesshoumaru ter me traído, até que finalmente ligou isso com a acusação que eu tinha feito a Ryuuji, e compreendeu tudo.

Ele massageou a nuca, pensando no que fazer. Acho que não achou nenhuma resposta, e disse apenas:

— Acho que é melhor deixar você sozinha. — Mas antes de sair, abriu a garrafa de champanhe e encheu a taça. Foi engraçado ver ele fazer isso tudo rapidamente, desesperado para sair do quarto.

Bom, se não tem remédio...

Peguei a taça com champanhe e voltei para a cama. Olhei para os documentos que eu havia espalhado por ela.

Irônico pensar que seria assim minha noite de núpcias: sozinha, com champanhe, e uma dúzia de documentos que provavam que Sesshoumaru não merecia minha empatia.


Não consegui dormir aquela noite, mesmo depois ter consumido meia garrafa de champanhe e doces o suficiente para me fazer ficar com uma queimação terrível no estômago. Eu não deveria ter comido tanto. Ignorando o meu mal-estar, encarei novamente os documentos que estavam sobre a minha cama, enchi novamente a taça com champanhe e me pus a caminhar pelo quarto.

Aquilo tudo era ridículo. Eu me sentia usada e traída.

Minha vontade era de arrancar os olhos de Sesshoumaru com uma colher quente, no entanto estou ainda sã o suficiente para saber que a colher possivelmente seria enfiada na minha goela antes mesmo que conseguisse completar a frase: "Sesshoumaru, você é um cretino sem escrúpulos!". Agradeço por estar mais forte para bebida — claro que depois que Kenjiro descobriu como fico divertida bêbada, ele procura me deixar nessa condição sempre que pode por pura diversão, quase como se fosse um esporte.

Nem acredito que meus amigos não vieram ao meu casamento. Tudo bem, eu expliquei como o Sesshoumaru era um mala sem alça nesse quesito de festas e jurei que depois da lua de mel iria sair com eles para comemorar o casamento...

Comemorar, que piada. O que tinha ali para ser motivo para comemorar, afinal?

Com raiva, fui até a cama, refazendo mais uma vez toda a cronologia do plano maligno de Sesshoumaru, como se dessa vez eu conseguisse finalmente entender tudo.

Oito anos atrás, quando a yakuza tentou me investigar por causa da minha presença, eles foram frustrados com o fato de eu sempre ser vigiada por dois hanyous (e, ocasionalmente, um youkai). A prova estava em uma dezena de fotos de Raiden, Dmitri e Ryuuji — os dois primeiros estavam, inclusive, encarando a câmera em várias das fotos.

Não é surpreendente que minha presença tenha chamado atenção de Sesshoumaru, e aposto que foi nessa época que ele começou a arquitetar todo o plano demoníaco.

O objetivo era eliminar Sakamoto, líder das serpentes e Senhor do Leste.

Só que Sesshoumaru não poderia fazer isso sem um motivo legítimo, a menos, é claro, que estivesse disposto a receber a punição dos outros Senhores. E eu fui a peça perfeita para ele conseguir atingir seus objetivos sem sofrer baixas.

Primeiramente, precisava que eu me aproximasse dos meus irmãos; que eu me tornasse importante para eles. Então fraudou os relatórios de uma das empresas de Hideo, obrigando-o a vir até Tóquio para fazer negociações e, consequentemente, notar que eu era uma supernova.

Depois, ele precisava fazer com que meu irmão e o Senhor do Leste se tornassem inimigos. Para isso, ele apenas teve que esperar que Sakamoto agisse. No momento em que a yakuza recebeu a ordem de me matar, Sesshoumaru ameaçou o Senhor do Leste.

Simples assim.

Sesshoumaru apenas precisou fingir que se importava tanto comigo que estava disposto a destruir todo o clã das serpentes, para Sakamoto entrar em pânico e me "sequestrar".

Naquele dia, quando fui atacada pelas serpentes, eles não queriam me matar. Eles me queriam viva, para poder usar como moeda de barganha caso Sesshoumaru levasse a cabo a promessa de destruí-los — ou ao menos era isso que Kai acreditava. Era a minha vida pela deles. Como se fosse possível que Sesshoumaru realmente se importasse com a minha vida — isso só mostra a que nível estava o desespero de Sakamoto para não perceber algo tão óbvio.

Então só foi necessário Sesshoumaru esperar que Hideo destruísse o clã Hebi, vir até Tóquio na Convenção de Senhores e manipular a reunião para que eu aceitasse me casar com ele. Assim ele ainda por cima ganhava uma refém para usar contra Hideo e Shippou.

Sesshoumaru era um desgraçado sem-caráter. A única diferença entre ele e Sakamoto, era a natureza calculista do meu marido.

E o fato de Sesshoumaru ter salvado a minha vida.

Dá para acreditar? É possível não se sentir frustrada em saber que tudo o que Sesshoumaru fez na verdade salvou a mim e aos meus irmãos? Sakamoto não apenas pretendia me matar, como havia ordenado isso. E foi o plano de Sesshoumaru que interrompeu as ações do Senhor do Leste. As mesmas ações que, obviamente, levariam os tengus a guerrear contra os hebis… À diferença do que aconteceu, no entanto, as serpentes estariam preparadas para guerrear contra o meu irmão.

Minha cabeça começou latejar numa dor repentina. Não era a primeira vez que Sesshoumaru me salvava.

Sesshoumaru, talvez até sem intenção, havia salvado a minha vida e a de minha família. Mas eu não quero aceitar isso. Não quero admitir que algo tão ruim como o que Sesshoumaru resultou em algo bom. Não está certo!

Massageei minhas têmporas, sem saber o que fazer com essas novas informações.


Talvez fosse a bebida ou a necessidade de achar um banheiro… certo, é a bebida de qualquer forma... O que importa é que eu caminhava pela casa em uma heróica busca pelo banheiro. Como era uma casa oriental tradicional não havia quartos com suites, o que era realmente uma pena. Vou achar muito injusto se descobrir que o Sesshouamru tem um banheiro em seu quarto.

Enfim, foi essa minha necessidade peculiar que me fez sair do quarto, mesmo "alegre" demais para manter uma conversa civilizada com alguém — na verdade tropecei em algumas coisas e fiquei muito feliz por ter bons reflexos.

VIVA OS TREINOS DO RAIDEN!

Baixei os braços, notando o que estava fazendo no meio do corredor. Respirei fundo; talvez eu estivesse um pouco além de "alegre". Maldito champanhe, que era realmente saboroso.

Fiquei feliz quando encontrei o banheiro, todo decorado em cromo e madeira de lei. E tão limpo que eu poderia comer aqui. Realmente, posso comer aqui, seria legal um vinho e morangos, como aquelas donas chiques dos filmes.

Ok, não vou me deter no banheiro! Se esse local era tão lindo, imagina o resto da casa? Já estive algumas vezes na casa de Sesshoumaru e os únicos lugares que conhecia era o quarto que era destinado a mim e o banheiro entre o escritório dele e meu quarto. Como estou brava com ele, não quis ficar muito perto desse cão albino, e eu doarei o meu rim se estiver errada, mas acredito que ele esteja no escritório, portanto… O que eu estava falando mesmo?

Acho que bebi demais.

Enfim, uma onda de curiosidade se apossou de mim e comecei a explorar a casa. Talvez se eu tivesse pensado melhor no assunto, ainda assim teria ido explorar a casa. Se eu estivesse gozando de minhas plenas faculdades mentais, possivelmente teria voltado ao quarto e ficado me mordendo de raiva, mas para mim sair nesse tour está sendo muito mais atrativo. Se bem que acho que seria mais divertido não tropeçar tanto nas coisas. E nos pensamentos.

Por fim, o jardim era simplesmente lindo, com um lago e uma ponte de madeira que o cruzava. Pude ver perfeitamente as carpas nadando... Agora me pergunto o motivo de nunca ter caminhado pelo jardim antes. Ah, me lembro, nunca vim aqui para visitas de cortesias nas quais o dono da casa me mostrasse o local… Agora a casa é minha e vou conhecer ela, chupa essa Sesshoumaru!

Nunca mais vou beber hoje.

Sentei na ponte deixando os pés tocarem a água, debrucei e observei o jardim. Esse vai ser meu lugar favorito, vou colocar até uma placa dizendo isso.

O plano era explorar a casa e eu desisti dele no jardim, sou uma fraca. Não importa, finalmente me sinto calma, relaxada, com vontade de cantar uma bela canção. E nem mesmo a carranca mau-humorada do Ryuuji, que apareceu do nada, deixou-me desconfortável. Até mesmo sorri e acenei para ele, a resposta foi um resmungo e um andar pesado para dentro da casa.

— Sua bunda compensa seu mau-humor! — Coloquei a mão sobre a boca quando ele voltou alguns passos para me encarar. — Falei alto?

Rosnou e foi embora. Acho que vou comprar uns petiscos e treiná-lo, será que ele aprende a dar a pata? Não custa tentar.

Passei tanto tempo no jardim que consegui ter uma noção da movimentação da casa; de onde estava conseguia ver perfeitamente o acesso do jardim dos fundos para o da frente e ainda uma visão privilegiada da cozinha que estava com a porta aberta. Notei que a casa possuía quatro empregadas humanas e que, pelo horário, os moradores da casa se restringiam a Ryuuji, Kazuki, Dmitri, Sesshoumaru e agora a mim. Talvez depois eu perguntasse ao meu marido Kazuki sobre isso.

Sim, me recuso pensar que sou casada com Sesshoumaru no momento.

Soltei o ar pesadamente deitando o tronco sobre a madeira da ponte, nem mesmo me incomodei com o quanto minha posição estava desconfortável... Acredito que posso culpar o álcool, estresse e o cansaço por acabar dormindo ali mesmo.

Despertei levemente quando senti minha cabeça de encontro a algo… macio, duro… ficou entre esses dois termos. Abri os olhos lentamente, notando que estava suspensa no ar por causa do meu braço balançando enquanto sei lá quem me carregava (acredito que pela ponte, já que o ouço o barulho de passos na madeira). Tentei encarar o rosto do ser que me carregava no colo.

— Você me espionou em minha casa, poderia ter ao menos se apresentado e pedido um chá, poderíamos ter sido amigos ou amantes, você me levaria embora ou algo assim. — comentei sonolenta. Dmitri não demonstrou estar comovido com minha observação, então resolvi voltar a dormir, acordando somente para perceber que ele havia me colocado na minha cama e depois saído.

Bom saber que nessa casa posso dormir bêbada em qualquer lugar que voltarei para cama em segurança, algo que nunca aconteceria na Mansão Corvo, possivelmente eu acordaria na cama do Daiki com ele profetizando noites de incesto… Aquele idiota.


Sentei na cama, com uma terrível dor de cabeça. Odeio saber que o fato de ser uma hanyou não me livra da ressaca.

Queria fazer alguma coisa, me distrair daquela maldita dor de cabeça ou ao menos proporcionar dor semelhante a alguém. Bom, não posso causar dor a ele, mas posso causar estresse.


— Estou entediada. — reclamei, entrando no escritório de Sesshoumaru. Ele não desviou o olhar dos papéis que lia para me dar boas-vindas; não, ele sequer deve ter pensando em tal coisa.

Certo, irritá-lo não seria fácil. Tudo bem, sei que é uma atitude imatura de minha parte querer irritar o Sesshoumaru como fazia antigamente, mas sinceramente sou uma ex-bêbada com uma ressaca maldita que precisa se vingar desse cão.

Então se acha que estou sendo imatura, sinceramente, não me importa.

Como irritar alguém tão frio como Sesshoumaru?

Sentei, observando-o trabalhando. Fiquei ali quieta por alguns minutos enquanto pensava em algo que poderia afetar aquela postura dele de "sou completamente inabalável". Coloquei minha mente para trabalhar, foi quando me ocorreu uma ideia brilhante. Alguém como ele, tão perfeccionista, não conseguiria suportar um pouco de desordem.

Segui à estante de livros, observando como estavam organizados perfeitamente. Um bibliotecário invejaria tal organização. Comecei a colocar o meu plano em ação.

— O "volume 2" vai para o lugar do "volume 5". — falei enquanto trocava os livros de lugar. — O autor com inicial "A" vai para o do "P" e do "Z" para o "E". Os volumes virão aqui.

E assim continuei, trocando os livros de lugares. Devo admitir que comecei a ficar incomodada com a desorganização na qual deixei aquela estante, então apenas me afastei dela e comecei a andar pelo escritório, entortando tudo que estava suspenso na parede. Meu último local de ataque foi a mesa de Sesshoumaru, na qual apenas comecei a mexer depois de pedir mais champanhe e chocolate para Kazuki, que atendeu meu pedido sem questionar.

Meus dedos estavam sujos de chocolate e os papéis sobre a mesa dele começaram a ter minha digital achocolatada. Eu estava deixando a minha marca no terceiro documento e já na quarta taça de champanhe quando Sesshoumaru por fim se voltou para mim.

Confesso que meu coração falhou uma batida por causa do susto. Tanto tempo agindo como se estivesse sozinho e agora me olhando do nada! Fui pega desprevenida, já estava achando que ele realmente era inabalável.

— O que você quer aqui?

— Somos recém-casados, estamos em lua de mel, decidi que você vai passar um tempo comigo, querendo ou não.

— Não tem mais nada para fazer? — questionou, estreitando os olhos.

— Não queria se casar comigo…? Agora aguente. — falei, sentando de frente para ele e enchendo novamente a taça com champanhe, cheguei à conclusão que a melhor forma de lutar contra a ressaca é continuar bêbada. YAH!

Ele voltou a agir como se eu não estivesse ali, então comecei a entortar tudo que estava na mesa dele. Quando ele me encarou, dei-lhe um sorriso amarelo, deixando claro que sabia que uma pessoa como ele deveria ter transtorno obsessivo-compulsivo, não importava o quanto ele se controlava para não demonstrar.

Provei estar certa no dia seguinte quando entrei em seu escritório e estava tudo novamente organizado, então, voltei ao trabalho de deixar aquele lugar uma bagunça.


Fkake

Oi gente.

Bom, sei que estão tudo ouriçados/ouriçadas para ver hentai nessa budega, mas se acalmem.

Talvez não sejam muito bem que vocês estão esperando nesse capítulo, mas, bom, precisam entender que Sesshoumaru não é alguém que vai jogar ela na cama e fazer tudo e mais um pouco apenas deu na telha dele... ele é meticuloso e frio... e ela não esta exatamente caidno de amores, o que garanto que agora a historia vai desata muitos nós e que finalmente vai ter romance nessa porra, quem já viu minhas fics e da Ladie sabe bem como cuidamos do romance, não é algo que do nada, que ela acorda olha pra ele e simplesmente sente vontade de dar, ELA NÃO É COMO A GENTE! #xatiada

Mas enfim, espero que gostem do capítulo e deixem seus comentários dizendo que acham e que gostariam na fic, muitas vezes temos umas ideias uteis lendo os comentários de vocês. E até memso arrumamos alguma coisa que planejamos para o futuro por causa de observações de vocês. Os comentários não só nos deixam felizes e com mais vontade de escrever, mas tb ajuda a crescer como escritoras e a melhorar na qualidade da fic, somo muito agradecidas aqueles que nos ajudam com isso com suas observações.

Obrigada a todos que comentaram, s2 pra vcs.

E quem não comenta, Kami-sama esta vendo isso.

Ladie

Vim aqui só comentar algumas coisas: pera, pessoa, como assim vontade dar?! Isso é coisa para falar assim? Tem que preparar terreno, criar um clima, aí sim você diz que a gente tem problemas de castidade. Tendeu? Tendeu.

Segundo... Pessoas... Eu passei mal de rir no flood nas reviews. Esse povo louco resolver fazer o quê? Awn, reviews... VAMOS BATER UM PAPO CABEÇA AQUI NAS REVIEWS, POR QUE SOMOS DESSAS!

Bando de doido.

UHAUHAHAUHAUAUHAUHAUHAUHAHUAUHAHAHAUHA