Capítulo XXXVI — Hakuna Matata (coloque seu traseiro no passado)

— Dmitri, cadê o Sesshoumaru? — perguntei rispidamente, quando dei de cara com o hanyou no corredor.

Comecei a ofegar enquanto esperava a resposta dele. Estava sem fôlego depois de correr até o escritório de Sesshoumaru, depois à cozinha, sala de jantar e todos os cômodos em que ele pudesse estar (eu até abri a porta do banheiro sem bater, embora as chances de encontrá-lo lá fossem de zero).

Dmitri ficou me observando com expressão curiosa.

— Ele já viajou. — foi a resposta que me rendeu um suspiro desesperançado — Ele chegou ontem à noite mas já teve de viajar mais uma vez.

— Por que ninguém me acordou? — perguntei, exasperada.

— Ordens do Senhor Sesshoumaru. — Deu de ombros.

Passei a mão pelo rosto, sem saber o que fazer. Por que Sesshoumaru tinha vindo de Kyoto apenas para me deixar o rosário de Inuyasha e então sumir? Ainda mais depois da conversa que (não) havíamos tido logo antes de ele ir embora?

— Droga. — resmunguei, frustrada — Qual o sentido de chegar durante a noite e ir embora antes do amanhecer?!

— Na verdade, eles foram à uma da tarde. — Ele olhou o relógio de pulso — Já é quase noite.

Encarei Dmitri como se ele tivesse virado Godzilla, o arauto do inferno.

— Espera... Como é que é?

— Já são cinco e meia da tarde. — foi a resposta dele.

— Ah, senhor... Eu dormi quase 18 horas?! — exclamei. Então coloquei as mãos na frente da boca ao me lembrar de algo — Eu marquei com o pessoal de nos encontrarmos hoje! Droga! Droga! — E saí correndo na direção do meu quarto para tomar um banho, trocar de roupa, e torcer para chegar a tempo de não levar uma sova de Kenjiro por estar atrasada.


"Você só vai precisar de uma palavra poderosa e poderá controlar Inuyasha", foram as palavras da Senhora Kaede, enquanto me explicava as propriedades do rosário. E a palavra poderosa que eu havia escolhido tinha sido "Senta". Obviamente eu achava que um comando dado para cães serviria como uma luva para controlar o Inuyasha.

E então... Toda vez que eu dizia "senta", a magia daquele rosário se manifestava e Inuyasha ia ao chão. Pura mágica. Sádica, é verdade, mas tão eficaz!

— Kagome! — exclamou Arusa — Nossa, como você está aérea hoje! E olha que nem bebeu tanto saquê assim.

— Eu também ficaria distraído se tivesse um homem como Sesshoumaru me esperando em casa. — foi o comentário astucioso de Kenjiro.

Eu fiz careta para ele, enquanto Arusa ria.

— Kagome, isso me lembra... — disse Ruri, mexendo os legumes que cozinhavam no vapor (pensei que estávamos comendo churrasco, de onde esses legumes haviam surgido?) —... Yuri tem estado tão ocupado ultimamente. Quase não me ligou no último mês e quando o faz, parece tão preocupado. Está acontecendo alguma coisa?

Ruri conseguiu minha atenção por completo com esse comentário.

— Hum... Não, acho que não. — respondi, mas será que eu estava certa? Quer dizer, Hideo, Aika, Ryo e Yuri tinham sumido e eu não tinha notícia alguma deles.

— Você me diria se estivesse acontecendo algo, não é? — ela perguntou, com expressão preocupada, e tão, tão fofa, que eu tive que sorrir e abraçá-la.

— É claro que eu diria. — garanti.

Arusa começou a falar sobre como estava sentindo dificuldade em se acostumar à vida doméstica de casada e fez comentários maldosos sobre a minha vida doméstica, como se ela existisse. Eu apenas suportei, pois eu mesma fiz milhares de piadas de gosto duvidoso quando ela tinha viajado em lua de mel.

Meus amigos continuaram conversando e rindo, e eu não conseguia parar de pensar em Inuyasha, de lembrar as tantas vezes em que fiquei com tanta raiva dele que acabava por dizer "senta", somente para puni-lo. E também não conseguia parar de pensar em Sesshoumaru e em tudo que aconteceu. Em como ele não me dava respostas e parecia insistir tanto em me deixar mais e mais confusa.

Céus, eu vou ficar louca desse jeito.

— E começo o curso de biomedicina em dois meses. — Kenjiro dizia, enquanto eu, ainda alheia à conversa, fazia a única coisa que estava ao meu alcance: peguei meu celular e enviei um torpedo para a pessoa que poderia me ajudar a colocar a ideias em ordem.

"Shippou, eu preciso conversar com alguém".

Por mais que a mensagem fosse enigmática, eu não estava com espírito para tentar explicar o que queria dizer com ela, então apenas esperei pacientemente que ele fizesse contato.

E por pacientemente, digo esperar cinco dias inteiros, até que ele deixasse a seguinte mensagem de voz para mim:

Oi, Ka-chan, estou em Tóquio. Por que não vem aqui em casa assim que puder? Vou estar te esperando.

E eu fui, obviamente.


Entrei no apartamento de Shippou estranhando o fato de tudo estar quieto. Shippou costumava ouvir rock o mais alto quanto fosse possível naquele lugar.

— Shippou?

— Ka-chan. — ouvi a voz dele e olhei na direção de um dos corredores, enquanto ele surgia, vestindo calça jeans e suéter preto, além de uma toalha em volta do pescoço que, creio eu, seja uma pista de que ele acabara de sair do banho. — Como você está?

— Hum… Fisicamente, bem. — Olhei para Shippou, franzindo o cenho ao ver que ele estava com olheiras e expressão abatida — Parece que não posso dizer o mesmo de você, Shippou. Está tudo bem?

Ele sorriu e se sentou no sofá, batendo a mão no lugar vago ao lado dele enquanto dizia:

— Ócios do ofício. Ser o Senhor do Sul não é apenas flores e música. — Sentei-me e fiquei observando-o terminar de enxugar o cabelo. Tentei não demonstrar o quanto estava preocupada de vê-lo assim, pois sei que ele se incomodaria com isso; mas também não posso deixar de perceber que algo muito sério está acontecendo para Shippou estar com essa aparência deplorável. — Não fique me encarando como se quisesse me pegar no colo e me abraçar, porque a ideia é tentadora e eu não quero que o Senhor do Oeste venha atrás do meu couro para fazer casaco. — ele brincou, enquanto erguia a mão para acariciar a minha bochecha.

A menção a Sesshoumaru fez com que eu fechasse a cara e suspirasse.

— Hum… Que reação interessante. Acho que já sei o motivo de você ter mandado aquela mensagem tão curiosa. — Ele cruzou os braços — Eu fiquei preocupado. Tive que fugir dos meus homens para viajar de Naha até aqui para te ver, sabia?

Sorri à menção dos "homens" dele, mas fiquei séria quase no segundo seguinte ao perceber que ele tinha vindo para Tóquio apenas por minha causa, e, muito provavelmente, sozinho.

— Você não precisava ter vindo. — argumentei, desgostosa — Bastava me ligar. Você não veio sozinho, não é?

— Seria mais rápido vir sozinho, então deixe estar. — Ele passou o braço pelos meus ombros e me puxou de encontro a ele. — Estava com saudades, sabia?

Sorri para ele e me aconcheguei ao abraço improvisado. Era estranho que Shippou houvesse se tornado um pilar tão seguro na minha vida, quando antigamente era o contrário. Aposto que hoje em dia ele não pensa em mim como a "mãe" dele, e só posso agradecer por isso, já que eu me sentiria muito mal de me apoiar em alguém que eu teoricamente teria que proteger.

— Vai me contar o que aconteceu? — ele perguntou — Do contrário podemos ir pro quarto e dormir um pouco. Ou não dormir. U-hul, vai ser divertido!

Deixei escapar uma risada e voltei a me sentar corretamente. Abri a mochila que eu trazia comigo e tirei de dentro a bolsa de seda vermelha na qual estava guardado o rosário de Inuyasha. Shippou ergueu uma sobrancelha e abriu a bolsa, parecendo bastante sério quando notou do que se tratava o conteúdo.

— Reconhece isso? — perguntei.

Ele retirou o rosário de contas da bolsa e passou-o entre os dedos, sorrindo de forma nostálgica.

— Era o rosário que Inuyasha usava… Acho que tinha um feitiço nele, não é? — Ele riu, balançando a cabeça como se a lembrança da forma de "acalmar" fosse divertida — Já tentou colocar no pescoço de Sesshoumaru e gritar "Senta"?

Sorri.

— É uma ideia muito boa. — Ele colocou o rosário na bolsa e me devolveu, erguendo as sobrancelhas como se cobrasse uma explicação. — Sesshoumaru me deixou isso. Não, espere… Não faça perguntas ainda, porque primeiro tenho que lhe contar o que aconteceu antes …

Pensei que seria mais complicado explicar tudo para Shippou, mas ficou bem mais fácil já que assim que iniciei o relato do que aconteceu no dia do meu casamento — a descoberta do salafrário que Sesshoumaru é — a raiva logo tomou conta do meu discurso, tornando fácil vomitar tudo o que eu queria dizer. O discurso, no entanto, foi perdendo a força conforme fui contando como eu o irritei na nossa "lua de mel" e a descoberta de que ele havia ido me visitar quando nasci. Aliás, a cara de choque de Shippou quando revelei que ele havia salvado minha mãe foi impagável.

— Aí, depois de duas semanas… — falei, suspirando — … eu recebo isso.

— Nossa. — disse Shippou, com expressão pensativa e fofa — Nossa, realmente…

— Desculpa se te deixei preocupado por causa disso… Quer dizer… Não era nada realmente sério, apenas… não tinha com quem conversar, entende? — Suspirei, enquanto praticamente me jogava contra o encosto do sofá. — O que ele quer dizer com isso, afinal? Por que me mandar o rosário de Inuyasha depois de ir embora e me deixar sem respostas?

Shippou coçou a nuca.

— Bem… Você pensou na possibilidade de esta ser a resposta dele?

— O rosário? — questionei, soando incrédula — E que tipo de resposta seria? "Seu passado com o Inuyasha não tem valor algum"?!

— "Eu reconheço que Inuyasha foi importante para você". — sussurrou Shippou, bastante sério. — Ouça… Eu provavelmente vou me odiar por isso… mas vou tentar não ser parcial, ao menos não agora. Eu não gosto de Sesshoumaru. Nem um pouco. Nós tivemos mais do que "algumas" diferenças durantes esses últimos quinhentos anos… Mas de uma coisa você pode ter certeza: quando Sessshoumaru não se importa com algo… Ele realmente não se importa. Não existe meio-termo.

— O que você quer dizer com isso?

— Veja bem, Kagome… Você acabou de me dizer que ele salvou a sua mãe, não foi? E você tem certeza disso, não tem?

Acenei afirmativamente, embora não compreendesse onde ele queria chegar. Sim, eu tinha certeza que Sesshoumaru era o autor do salvamento milagroso da minha mãe. Eu mesma tinha ido ao Aiiku para ter acesso aos prontuários médicos, e descobri que minha mãe havia sido diagnosticada como um dos raros casos de incompatibilidade sanguínea.

Normalmente isso acontece quando a mãe tem o fator RH sanguíneo diferente do bebê e o sangue de ambos entra em contato durante o parto. Embora isso só devesse acontecer a partir do segundo filho (pois apenas após o parto o corpo cria os anticorpos necessários para rejeitar um feto ou causar a morte), eu acabei descobrindo que minha mãe havia recebido transfusão sanguínea de emergência quando era criança, e que o sangue usado na transfusão era do mesmo tipo que o dela, mas de fator RH diferente.

Não existe casos de sobrevida de mulheres diagnosticadas com incompatibilidade sanguínea. Até a minha mãe. E só havia uma explicação para isso.

— Por que ele faria algo assim? — Shippou perguntou agitado — Você conhece Sesshoumaru, Kagome. Seja sincera com você mesma: não havia motivo algum para ele salvá-la, a menos que estivesse fazendo isso por você.

Encarei-o exasperada.

— Você acha que eu já não me perguntei isso centenas de vezes? — Apertei minhas mãos nervosamente — Eu só consigo achar que isso de alguma forma fazia parte dos planos, entende?

— Que planos? — ele perguntou, rindo de desconcerto. — Ka-chan, vamos recapitular o que você disse: Sesshoumaru fez seus irmãos virem para Tóquio para notarem você, certo?

— Certo.

— E depois… Ele descobriu que o Senhor do Leste havia ordenado que a Yakuza matasse você...

— Isso.

— Aí ele ameaçou o Senhor do Leste. Disse que o mataria, porque ele tinha ordenado que matassem você. E tudo isso para quê?

— Para que o Senhor do Leste me atacasse e Hideo iniciasse uma guerra. Você não ouviu quando eu disse pela primeira vez? — perguntei, suspirando.

— E você acha que isso faz sentido? — Shippou jogou as mãos para o alto nervosamente — Sakamoto já tinha mandado matar você, Kagome. Sesshoumaru não precisava fazer nada, só esperar. Então por que ameaçá-lo?

— Você não pode estar querendo dizer que ele fez isso para me proteger. — Quase ri ao dizer isso, mas me controlei ao ver como Shippou estava sério.

— Não há outra explicação. Racionalmente falando, Kagome, ele ganharia muito mais com você morta. — foi a resposta dele — Ele sempre soube quem você era, sempre soube onde você estava… E se agiu como agiu, é por que se importava com você. Do contrário, o fato de você ficar ou não viva não faria a mínima diferença.

Levantei-me.

— Shippou, eu sei que você tem imaginação fértil, mas talvez isso já seja demais.

— Não gosto de Sesshoumaru o suficiente para falar isso apenas por estar imaginando qualquer coisa, Ka-chan.

— É claro que está. Ele precisava que eu estivesse viva para que pudesse me usar para manipular você e Hideo, não percebeu? — Eu estava quase irritada com Shippou. Por que ele parecia convencido de algo tão impossível?

— Não. Kagome, lembra da Convenção, do dia em que nos vimos pela primeira vez nessa era? — Ele esperou até que eu acenasse afirmativamente — Você lembra do olhar de Sesshoumaru quando viu a mim e Hideo protegendo você? Foi naquele instante que ele resolveu que poderia usar você para nos controlar. Não antes disso.

— Ele apenas teve certeza de que vocês sentiam afeição por mim.

— Ou descobriu a afeição que você sentia por nós. E aí descobriu como faria para que você aceitasse se casar com ele. — Shippou riu — Quem sabe, não é? Talvez ele tenha feito tudo isso para casar com você. Talvez ele fosse apaixonado por você desde quinhentos anos atrás. Já imaginou?

— Isso não é engraçado. — resmunguei.

— Não estou tentando ser. Estou sendo sincero, Kagome. — Ele se inclinou para me alcançar e segurar minha mão — Eu amo você desde que eu era um garotinho. Eu não falaria tudo isso se não conhecesse o Sesshoumaru, Ka-chan. Ele não salvaria sua mãe, não salvaria você e sua família, e muito menos se casaria, se você não fosse importante para ele. Não entendo como isso foi acontecer, mas talvez você devesse pensar no assunto.

— Mas não faz sentido. — Abracei a mim mesma, fragilizada e confusa, e, ao mesmo tempo, tentando me convencer a não acreditar em nada disso. Quer dizer… Sesshoumaru só se casou comigo por que descobriu que Hideo estava me treinando para ser a administradora do Leste… O próprio Kazuki havia me dito isso, afinal.

Então lembrei-me de Nagi me dizendo, bastante sério, como Kazuki o deixava desconfortável, por que era gentil demais, empático demais… Era o espião perfeito. O manipulador perfeito.

Não seria exatamente uma surpresa se Kazuki tivesse me manipulado para que eu aceitasse com mais facilidade meu casamento com Sesshoumaru… Aliás, não seria a primeira nem a última vez que ele conseguiria me manipular. Ele era esse tipo de criatura, realmente. As pessoas lhe contavam as coisas, por que ele passava essa imagem de despretensão tal que sua perspicácia passava completamente despercebida.

Massagei as têmporas.

— Então continue achando que ele te manipulou apenas por poder. — Foi o comentário austero de Shippou, completamente alheio à minha batalha pessoal — Que grande poder, aliás. Já que ele fez tudo isso e no final deu o território do leste para você... — Shippou suspirou e deixou a cabeça pender no encosto do sofá, enquanto olhava para o teto. — E eu que pensei que toda a humanidade dele tinha morrido junto com Rin. — Ele olhou para mim — Estou feliz por ver que estava errado.

E eu me sentindo uma estúpida por deixar que Shippou me convencesse da veracidade de toda essa loucura. De acreditar que Sesshoumaru tinha sentimentos. Por mim, ainda por cima.

Não. Era impossível. Ponto.


Fkake na area!

Enfim, eu estou aqui para a alegria de vocês, pq eu sou assim, linda e foderosa.

Bom, as perguntas feitas nos comentários iremos responder no podcast, poderemos dar uns spoilers do enredo, um de vocês acertou o que pode acontecer, mas não vou falar, pq né, semeio a discordia!

Aos novos leitores ou comentaristas, vocês são uns lindos e as criticas de vocês nos faz pensar sobre que aconteceu na fic e como esta ficando, isso vale para os antigos que fazem os mesmo. Queria esclarecer que não tem como fugir dos clichês, pois, tudo é clichê atualmente, sendo que a para você ser original, tem que pegar algo que já existe e abordar de uma forma diferente, veja os filmes, livros, animes e novela de hoje em dia, me diga algo que não é clichê neles, pois, o pessoal pega algo que ta dando certo e usa, e bem, hoje em dia é foda ser original, a criatividade vai mais na forma que vc aborda o tema, eu mesma tenho o habito de pegar algo bem clichê e quebrar ele, tipo, colocar um evento dentro dele que não aconteceria, mas é evidente que não é possível fazer isso em tudo.

A personalidade exagerada do Daiki, é proposital, sim, quero ele louco, insano, não era para ele ser alguém normal. Como muitos personagens retardados em animes que aparecem que seguem esse mesma forma de raciocínio.

Deixa eu pensar...

Aew, a Kagome não é tão mosca morta assim, é que o Sesshoumaru te da essa sensação de que não importa que vc faça, ele sempre vai se sair por cima. O grande x da questão é que no final mesmo que tudo vai ficar claro, mas isso não significa que o romance vai demorar para acontecer no final, não, quero que entendam que o romance deles é trabalhoso demais, estamos cuidando muito bem disso pois é algo que realmente como um bebê para a gente. Tanto é que recebemos criticas e levamos pro lado pessoal, mas sempre paramos para refletir e seguida e levar em consideração o que foi dito.

Por hoje é só pessoal.

Lembrando que o podcast ainda não foi feito e que podem fazer suas perguntar tudo que quiserem.

Aew, parabéns Raissa!

Motivo dessa postagem, voltamos sábado.