Capítulo XXXIX — Sede da inconveniência

Levantar no dia seguinte a minha chegada na Yakuza não foi fácil.

Primeiro: havia uma tengu me abraçando. Acredito que Aika seja uma dessas que abraça quem está dormindo ao seu lado.

Segundo: a tal festança que eles fizeram na noite anterior se perpetuou por toda a madrugada, resultando em brigas sobre algum motivo obscuro e uma disputa de quem conseguia fazer Dmitri sair de perto da porta do meu quarto. Ou seja, sempre que eu conseguia dormir, acabava sendo despertada por algum idiota gritando para Dmitri que ele deveria deixar de ser um recalcado e ir para seu próprio quarto.

Juntando esses dois fatos, tem-se uma Kagome completamente cansada e amassada. Cogitei a ideia de ficar ali deitada permitindo que Aika me apertasse enquanto o sono fazia de mim seu sagrado templo onde jamais seria violado. Só que havia um terceiro, e muito assustador, fato que me impedia de fazer isso: havia um youkai lobo puxando meu pé para me tirar da cama. Isso foi tão repentino, que até mesmo meu cão-de-guarda Dmitri havia sido pego desprevenido, já que apenas depois do meu primeiro grito ele saiu do estágio "surpreso para porra" para o "emputecido para caralho".

Sim, estavam me puxando pelo pé... E graças a todos os deuses já idolatrados pelos homens, eu estava trajando um conjunto de pijama que se definia em calça e camisa. Felizmente Aika também estava com um conjunto parecido, caso contrário, estaríamos as duas praticamente nuas enquanto um homem/youkai gigantesco me puxava para fora do quarto.

— Como ousa?! — ouvi Dmitri, ele estava em algum lugar atrás do "Monte Fuji".

— Que é isso? — questionou Aika, assustada, segurando os meus braços. Eu me sentia como em um filme de terror, quando o personagem principal é puxado pelo monstro que se escondia no armário.

— Chefe Kai quer ver ela! — resmungou o youkai, numa linguagem bem digna do Tarzan, ele soltou uma das mãos da minha perna para poder se voltar e encarar Dmitri, que estava realmente muito sério.

— Dmitri! — Eu o adverti, antes que começasse uma luta. — Eu estou bem.

— Me dê suas ordens, senhora.

— Calma... E você... Shrek, me solta... Aprendi a andar com 10 meses de vida, não preciso de sua ajuda para chegar até o Kai.

— Meu nome é Tashiro. — ele disse praticamente rosnando, enquanto soltava minha outra perna.

— Pra mim continua Shrek. — respondi me levantando, espalmei minhas mãos no peite dele e o empurrei para sair do quarto. Acredito que Dmitri tenha feito algo, pois quando forcei mais o empurrão o ogro verde camarada caiu como laranja podre no chão. — Não deixa ninguém entrar, por favor.

— Me desculpe, ele entrou de supetão...

— Está tudo bem, foi uma noite difícil.

— Lugar mais louco que a minha casa. — ouvi Aika resmungar atrás de mim, sonolenta. Tive que concordar.

Fechei a porta e soltei um suspiro pesaroso, encarei Aika que simplesmente deu de ombros, disse que eu estava pagando pelas minhas escolhas, e voltou a dormir. Maldita. Enfim, troquei-me e fui ao banheiro escovar os dentes, o Shrek estava me esperando no final do corredor e me conduziu até a sala de jantar onde se encontrava Kai com seus cúmplices mafiosos.

— O que você quer, seu chefe mafioso de araque?! — falei irritada. Uma noite naquele lugar e meus nervos já estavam a flor da pele.

— Estou ocupado hoje, dê uma carona à minha sobrinha Himiko até o hospital.

O olhei algumas vezes e pisquei, não acreditando naquilo. Para piorar o filho de uma loba linda (Ayame é linda) se levantou e saiu calmamente sendo seguido pelos outros que estavam ali presentes me deixando ali na sala de jantar completamente desnorteada. O pior de tudo isso é que eu não pude explodir em fúria, pois Himiko não sabia onde enfiar a cara quando veio ao meu encontro assim que descobriu sobre o que o tio dela havia aprontado.

Claro que apenas sorri para a pobre, disse que não importava e que estava tudo bem. Fomos para o carro junto de Dmitri, que ocupou o lugar do motorista e nos levou até o hospital. Chegando lá, o maldito desceu do carro e me acompanhou, não saindo de perto nem quando comecei a visitar os pacientes, o que foi simplesmente irritante.

Certo, eu sei que ele está apenas me protegendo, mas há grandes diferenças entre proteger e sufocar. Achei que ao menos os tai-youkais soubessem disso. Parece que não. Estou quase achando que troquei seis por meia dúzia, no quesito de ser sufocada por um hanyou com complexo de culpa por me colocar em perigo (Raiden), sendo que Dmitri nem mesmo tem motivo para se sentir culpado por qualquer coisa. Sem falar que não importa o quanto ele resmungue, a sede da Yakuza é o lugar mais seguro de Tóquio no momento.

Estanquei o pé no chão, fazendo com que os enfermeiros que me acompanhavam parassem de andar dois passos adiante e me olhassem com curiosidade. Voltei minha atenção para Dmitri que estava a pouco mais de quinze passos de distância — fora o mínimo que pedi a ele para que ao menos tentasse trabalhar.

Dmitri ergueu a sobrancelha em uma pergunta silenciosa, eu estava de olhos arregalados, tenho certeza disso pois apenas agora eu havia me dado conta de algo realmente importante, e me sinto uma verdadeira anta quadrada paralítica com reumatismo por não ter notado antes.

Minha mãe, meu avô e meu irmão mais novo moram em Tóquio.

Certo, comecei a hiperventilar e Dmitri se aproximou, repousando a mão sobre o meu ombro. Tudo bem, não estou acostumada a pensar que meus parentes nessa era podem sofrer com ataques youkais, exceto aqueles que o são.

Sou uma idiota, como posso ter ido para um lugar tecnicamente seguro e ter deixado eles a mercê do destino?

Segurei o braço de Dmitri.

— Minha mãe. — disse enquanto o puxava comigo. — Preciso ver se minha mãe está bem.


— O que houve? — questionei para Dmitri quando ele estacionou o carro em frente a escadaria do templo de minha família e ficou olhando fixamente para frente.

— Lobos. — ele disse simplesmente, saindo do carro em seguida.

Então notei os dois homens; um usava um visual à la anos oitenta, com um topete maior que o meu antebraço, enquanto que o outro se tratava do Shrek (não lembro seu nome real), os três usando ternos pretos — o que minha família não deve ter achada nada estranho. Minha raiva daquele ogro passou completamente quando ele me encarou e acenou com a cabeça, aproximei-me deles.

— Chefe mandou ficar de olho na sua coroa. — Shrek revelou antes mesmo que eu abrisse a boca para questionar.

— Ele disse algo sobre você ser uma estúpida que correria pra cá e colocaria tudo a perder. — disse o outro, precisei segurar o braço de Dmitri. Retiro o que disse, ainda estou com raiva do lobo mafioso cara de pau.

— Ei... Senhora do Leste. — Meu corpo ficou rígido e encarei Kane, que se aproximava.

— Não me chame assim.

— Prefere "Delícia do Leste"?

— Dmitri. — sussurrei cautelosamente, fazendo-o voltar o passo que havia avançado na direção do Kane. — Me chame pelo meu nome: Kagome.

— Certo, fique relaxada, sua coroa está bem cuidada e estamos resolvendo tudo tão perfeitamente que quase sinto vontade de beijar meus homens.

— Chefe, você diz coisas lindas.

— Não merecemos tanto, chefe.

Dmitri e eu nos entreolhamos, não acreditando que víamos dois marmanjos dando uma de bebês chorões, e voltamos nossa atenção ao Kane, que apenas esboçou um sorriso amarelo colocando as mãos dentro do bolso de sua calça social branca.

— E fique tranquila, os yaoguais ainda não vieram aqui e, se vierem, vão virar comida de lobo.

Acho que a falta de senso de humor é algo genético, ou algo da Yakuza, pois os dois grandões começaram a rir.

— Vou ver minha mãe. — declarei me virando. Comecei a subir os degraus tendo Dmitri em meu encalço. Adentrei na casa tirando meus sapatos e fiz um sinal para que Dmitri me esperasse ali. Pouco depois segui para cozinha, encontrei lá apenas minha mãe; acredito que Souta estivesse no colégio em alguma atividade extra curricular, enquanto que meu avô certamente se encontrava com suas bugigangas, as purificando ou fazendo qualquer outra coisa do tipo.

Minha mãe pareceu surpresa em me ver, mas isso não a impediu de sorrir e me abraçar, senti um peso saindo do meu coração ao ver que ela estava realmente bem.

— Oi, querida. — ela disse — Imaginei que você tivesse algo a ver com os homens bonitos de terno na frente do templo.

Minha mãe acabou de chamar a máfia de "homens bonitos" ou foi impressão minha?

— Nem passou pela cabeça da senhora chamar a polícia? — perguntei, suspirando de forma exasperada.

— Um deles me ajudou a trazer as compras mais cedo… Por que iria chamar a polícia por causa de moços tão educados? — Por que eles são a yakuza? Revirei os olhos. — Querida, e como estão as coisas com Sesshoumaru?

Sentei-me pesadamente no sofá da sala.

— Não sei. — falei — Estão complicadas, acho. É meio difícil ter que "imaginar" o que ele pensa e sente, uma vez que ele é incapaz de dizer.

— Talvez ele esteja te dizendo e você que não esteja entendendo, Kagome.

— Talvez… — respondi hesitante.

Minha mãe apenas sorriu para mim de forma maliciosa e eu não entendi o motivo.

Desconfortável com isso, eu dei a desculpa de que estava com saudades e fui ver como meu avô estava, em seguida arrumei mais alguma desculpa e me despedi indo em direção à faculdade de Souta, onde notei que havia um carro cinza estacionado na frente com alguém sentado no capô. Reconheci ser um dos youkais que estavam na "reunião" de ontem à noite.

— Melhor? — Dmitri questionou de forma irônica. Eu sorri.

— Sim, muito melhor... Me leva de volta ao hospital, preciso dar algumas explicações sobre ter saído correndo.

— Sim senhora.


Aika estava andando de um lado para o outro no quarto. Apenas fiquei parada na porta, segurando a bolsa e o meu jaleco, e esperei que ela me visse.

— Kagome! — ela exclamou aliviada — Você quer me matar de preocupação! Como é que tem yaoguais na cidade e você vai trabalhar?!

Fiquei olhando ao meu redor, sem saber como responder.

— Dmitri estava comigo. — resmunguei.

— Se era para ser assim então por que você me arrastou para cá? — ela perguntou — Eu com certeza estaria mais confortável em casa… Você não acreditaria no que eu passei hoje aqui neste lugar! Uns loucos começaram a brincar de luta, e aí a brincadeira ficou séria, e de repente tinha vinte hanyous e youkais se matando, quebrando tudo pela casa… Eu fiquei completamente apavorada! Aquele youkai bombadão todo tatuado apareceu e eu pensei que iria resolver a situação… E a única coisa que ele fez foi entrar na briga também!

Acho que ela queria que eu ficasse surpresa com aquilo, mas, de alguma forma, que não sei explicar no momento, achei aquilo completamente normal. Talvez as coisas estivessem tão loucas para mim que agora estava achando todo o resto comum.

— Desculpe. Mas é que Kai disse para eu dar carona para Himiko, então me pareceu que as coisas não estavam tão ruins que eu não pudesse sair.

— Por que diabos não me avisou? Eu teria passado o dia todo em um spa de luxo; estou realmente precisando, já que a função dos filhos do tio Takashi é me dar nos nervos... Vocês ainda vão me provocar um enfarto!

— Calma...

— Calma?! — ela quase gritou, então respirou fundo e sentou-se suspirando. Acho que vou apanhar. — Não faça mais isso, não me deixa novamente aqui sozinha... Entendido?

— Sim, me desculpe...

Aika bufou e rolou os olhos me encarando em seguida. Pensei em falar para ela que sentia realmente e que não havia passado pela minha mente de que ela estaria aqui presa com esses seres que já provaram de muitas formas que não são normais, contudo, antes que começasse a bajular minha cunhada implorando seu perdão, o tal Kito tatuado entrou no quarto. Sim, sem nem ao menos bater, simplesmente entrou e segurou meu braço, arregalei os olhos encarando sua mão e depois seu rosto.

— Meu irmão Kai quer lhe ver.

— Mande ele marcar hora e vir aqui. — respondi tentando soltar meu braço das mãos dele, mas não consegui.

— Venha.

E assim eu fui arrastada para fora do quarto tendo que mandar Dmitri ficar calmo. Eu sei que não há forma de conseguir isso, mas não quero um hanyou tai-youkai arrumando confusão aqui na Yakuza, já basta a confusão que meti ele com o Kazuki e o Sesshoumaru. Portanto, segui em silêncio com Kito.

Kito me guiou pela casa. Realmente não era difícil ver que havia muitos homens ali (e que as mulheres quase nunca estavam), já que era possível ver sinais de presença masculina por toda a casa — latas de cerveja, camisas e acho que vi até um soco-inglês perdido. O youkai abriu uma porta de correr e entrou, deixando-me passar antes de fechá-la atrás de mim. Como era de se imaginar, Kai não estava em um escritório, mas numa espécie de sala de reuniões (para bêbados, por que álcool parece item obrigatório na Yakuza). Kai e Kane estavam me esperando e Kito sentou-se ao lado deles. Kai sinalizou a almofada na frente deles e eu também me acomodei, sentando-me sobre os meus calcanhares.

— Acho apropriado nos apresentarmos formalmente. — disse Kane, sorrindo. Sorri de volta, pelo simples motivo de que ver Kane vestido de branco da cabeça aos pés me dava muita vontade de usá-lo como alvo de paintball. Queria ter trazido uma arma, mas é impossível você prever todas as eventualidades na hora de fazer uma mala, não é mesmo? — Eu sou Kane, sétimo líder da Yakuza. — E se inclinou na minha direção, apoiando as duas mãos no chão.

Kito deu de ombros e se inclinou também, dizendo:

— Eu sou Kito, terceiro líder da Yakuza.

Sorri e me também me inclinei.

— Eu sou Kagome — parei, reticente, sem saber que sobrenome usar — Taisho.

— Obrigado por confiar em nós quanto a sua segurança. — disse Kane — Não vou mentir que os homens estão um pouco receosos com a sua presença aqui, mas eles estão se esforçando para não deixar transmitir isso e deixá-la confortável. Até porque Sakamoto foi destruído por ter se metico com você. Ele era realmente obcecado com a ideia de ter o filho de volta. Como se matar você pudesse…

Kai pigarreou, o que acredito ter sido um sinal para Kane parar de falar.

— A Yakuza está tratando de protegê-la. — assegurou Kai — Kin, nossa irmã, está em Xangai. De acordo com ela, o ataque às fronteiras dos Senhores permanece quase como uma resistência e ela prevê a queda dos yaoguais em pouco tempo. Ainda assim me surpreende que eles estejam em Tóquio… Alguma coisa está errada e nós vamos descobrir o que é.

— O que você quer dizer? — perguntei.

— Hoje em dia é quase impossível controlar essa mídia idiota… Os yaoguais com certeza sabem que Sesshoumaru se casou. Só é de estranhar que estejam perdendo tempo com você, quando parece mais promissor usar toda a força para combater Sesshoumaru no oeste.

— Não é muito inteligente também… — disse Kane — Quer dizer… Vocês lembram o que ele fez com a Rússia no começo do século passado? Não foi maneiro. Ele é vingativo e maligno… Com todo o respeito, senhora Taisho.

— Tudo bem, conheço esse lado do meu marido. — respondi, massageando minha testa, perguntando-me sobre o que ele estaria falando, mas deixei para lá. Não era o momento.

— Precisamos interrogar um yaoguai para descobrir o que está acontecendo. — comentou Kai, pensativo.

— Esqueça isso, Kai… — disse Kito nervosamente — Vamos caçar os desgraçados e resolver a situação. Depois você descobre os motivos.

— Bater primeiro, perguntar depois? — perguntou Kane, sorrindo.

— Por enquanto não precisamos de ninguém vivo para interrogar. — foi a resposta de Kito, com um sorriso amargo e cruel. E eu tenho que dizer que nesse momento ele me inspirou alguma satisfação por estar do lado deles nessa briga.

— Está bem… Mas como está a situação… realmente? — perguntei para Kai.

— Está controlável. — disse Kai — Os yaoguais identificados não estão causando problemas, mas estão aqui, e isso é preocupante. O Tratado de Manchúria proíbe que yaoguais e youkais transitem nos territórios do outro. Se eles estão aqui, não é para fins pacíficos.

— Como se a gente adorasse coisas pacíficas. — Kito resmungou.

— Nesse caso, a gente ia adorar. — foi a resposta divertida de Kane.

— Em que eu posso ajudar vocês? — perguntei,

— Fique viva. — disse Kai — Se você morre enquanto está sob nossa proteção, a Yakuza vai pelo ralo. Deixe que a gente cuide do resto.

Ficar viva; acho que posso fazer isso.


Dmitri estava me esperando no corredor e segurava meu celular. Estranhei e peguei o telefone quando ele o estendeu para mim. Como que por telepatia, o meu celular começou a tocar. Quase soltei um grito. Agora estou com medo de atender e ouvir um: sete dias...

— Alô.

Onde você está? — Sesshoumaru?! Ligando para mim?! Olhei para Dmitri, lançando um olhar de ódio velado.

"Traidor", disse para ele apenas movimentando os lábios, sem emitir som. Respirei fundo, pensando no que responder para Sesshoumaru. Como será que se diz "você viajou e eu vim passar uns dias na casa do seu inimigo" em esperanto?

— Eu estou bem. — falei de forma cansada.

Estou mandando um avião para trazê-la. — Sesshoumaru disse com autoridade, quase como se eu fosse um de seus servos.

— Eu não vou. — resmunguei — Cuide dos seus problemas, Sesshoumaru, que eu me cuido sozinha.

— Você é meu problema. — Foi a resposta azeda. — Simplesmente pare de fazer coisas estúpidas e me obedeça.

— Não vou, já disse. Tenho tudo sob controle. Até mais, querido. — e desliguei na cara dele.

Sinto no meu íntimo que ele não vai deixar isso barato. Suspirei. Então como se o fato de eu ter ignorado completamente a preocupação de Sesshoumaru fosse um desafio ao destino, eu ouvi gritos e uma explosão.


Fkake

Tracy mandou eu postar na terça, mas como eu sou assim, uma louca que gasta R$ 40,00 no cartão de crédito sem saber como vai pagar a fatura no dia 25/03, estou aqui para postar antes do combinado, pois essa é minha forma diva de viver.

A muito mês no meu salário, só digo isso xD

Enfim, deixa isso pra lá.

As tretas começam por aqui e eu tinha algo importante pra responder mas eu não consigo lembrar o que diabos era.

Aceito doações nesse aniversário, acho digno receber, eu niver é em agosto, dia 8... tem tempo pra se organizarem... não era isso que queria falar, mas é meu aniversário então se equivale a tudo de importante que poderia ser dito aqui.

Creio eu que não tenho mais nada a falar... a não ser que vocês devem reparar seus corações para nos odiarem. Senhor do Norte esta e ritmo de ação e logo entra em ritmo de love, acho, acredito, espero, rezo, rogo... amo vcs e bla bla bla... o bla bla bla é importante não se enganem.

Sua opinião é importante para nós, por favor, não esqueçam de preencher com criticas e sugestões a janela abaixo do texto.

A Empresa: "Escreve Pra Caraio — Fkake & Ladie LTDA." agradece pela colaboração.

Bjs!