Capítulo XLIV — Bafo de champanhe
O colchão se mexeu embaixo de mim e eu apenas me aconcheguei contra ele. Meu corpo doeu ligeiramente por
que eu tinha dormido numa posição desconfortável, mas estava quentinho e eu estava sonolenta, então resolvi ignorar qualquer desconforto. O colchão se mexeu novamente e eu gemi em protesto. Por que a cama se movia tanto?
Fui suspensa no ar bruscamente e arregalei os olhos, assustada, apenas para perceber Sesshoumaru me jogando de volta na poltrona. Foi quando me toquei do que tinha acontecido: eu tinha dormido no colo dele!
Encarei-o, sentindo que até os meus fios de cabelo estavam vermelhos de vergonha, e percebi o olhar ligeiramente confuso de Sesshoumaru. Então ele olhou ameaçadoramente para mim e saiu andando. Espera… O que acabou de acontecer aqui?
— Você…! — exclamei, enquanto pegava a primeira coisa que estava ao meu alcance e jogava nele (que porventura era o meu celular, que ele tinha colocado na mesa) — Foi você que me puxou para o seu colo, seu idiota! Por que está agindo como se eu tivesse tentado abusar de você?!
A única resposta que consegui dele foi a porta se fechando.
Eu não consigo acreditar. Meus braços formigavam de tanta raiva que eu sentia. Ele havia me puxado para o colo e me segurado e achava que tinha o direito de bancar a donzela indefesa?
Muito bem, Kagome, acalme-se. Não se deixe levar pelo cretino do seu marido, tire os últimos minutos das suas lembranças e ocupe sua mente... Mas ocupar com o quê? Banho! Banhos sempre me acalmam e me ajudam a colocar as ideias em seus devidos lugares.
Com isso em mente, respirei fundo várias vezes enquanto caminhava na direção do banheiro. E bendito seja o deus dos banheiros gigantes. Que jacuzzi linda, meu pai amado. Não faço ideia de quanto tempo fiquei ali de molho, apenas sei que nenhuma parte do meu corpo doía depois da primeira meia-hora.
Eu tenho que admitir que amo banhos. E isso era o que mais me fazia falta na Era Feudal. Era realmente muito difícil ficar tomando banho em riachos ou, muito raramente, em termas. Infelizmente, para piorar a situação, muito dos meus banhos eram resumidos em resultados vergonhosos, como macacos que apareciam do nada, Inuyasha ou Miroku que apareciam por causa de um grito, Shippou que fazia comentários impertinentes. Nossa, eu fico constrangida só de lembrar.
Coloquei uma toalha em volta do meu corpo e saí do banheiro, já que tinha me esquecido completamente de tirar algo do closet para vestir. Escolhi moletons, já que ainda estava frio, e peguei um conjunto de lingerie de renda (ainda não estou preparada para pensar quem comprou isso para mim). Tirei a toalha para vestir a calcinha e o sutiã, enquanto continuava lembrando de coisas constrangedoras envolvendo meus banhos na Era Feudal, como o fato de Miroku ser um pervertido e sempre tentar bisbilhotar quando Sangô e eu tomávamos banho em termas.
— E o idiota do Shippou ainda achava que todos tomando banho juntos era melhor. — Fechei o sutiã, enquanto imitava a voz infantil que Shippou tinha naquela época — "Inuyasha, é mais divertido quando todos tomamos banho juntos".
Rolei os olhos e bufei. Mal acreditava que ele realmente havia dito isso ao Inuyasha um dia. O próprio Shippou havia me confessado naquela época que achava realmente muito estranho o fato de Inuyasha e eu não tomarmos banho juntos, já que os pais dele sempre se banhavam com ele. Resmunguei um "idiota" enquanto pegava a calça de moletom para começar a vesti-la.
— Coloque um vestido. — bradou a voz de satanás.
Como?
O quê?
Ergui a cabeça, girei meu corpo em vinte graus e gritei.
Sesshoumaru estava sentado em umas das poltronas que ficava no centro do closet, com as pernas cruzadas, vestido em um smoking preto perfeitamente alinhado. Puxei a porta do armário para me esconder, ao mesmo tempo em que ele olhava no relógio com uma naturalidade que me deu nos nervos. Quando ele se levantou, eu me encolhi atrás da porta, deixando visível para ele apenasdo meu nariz pra cima e a minha perna esquerda, por motivo de a porta não ser tão larga assim.
— O que você está fazendo aqui?
— Temos uma festa para comparecer, você tem dez minutos para ficar apresentável.
— Por que não me avisou que estava aqui?
— Você passou por mim. — Ele olhou novamente o relógio. — Nove minutos. — E começou a caminhar na direção do quarto, parando a um passo de sair do closet. — Já mandei se afastar de Shippou, não me faça repetir de novo essa ordem. — E com isso, ele me deixou sozinha completamente envergonhada com o que havia acontecido. Tenho certeza que tudo o que passei na Era Feudal não se compara a ficar nua na frente de Sesshoumaru sem perceber.
Levei vários minutos para que colocar as ideias no lugar e procurar por um vestido no closet. Já passou a época em que ficava reclamando de ir em festas. Eu sempre teria que ir, sempre teria que posar para fotos... Parecia ridículo reclamar do inevitável. Além do mais, com tanta coisa acontecendo no mundo youkai, eu meio que estava esquecendo que temos ainda uma vida de aparências para os humanos e que Sesshoumaru é um empresário muito importante. Suspirei e vesti um longo negro — eu ainda estava de luto, afinal.
Levei algum tempo tentando escolher algum salto da extensa coleção que tinha no quarto. Como sei o marido impaciente que tenho, resolvi simplesmente usar qualquer um. Imediatamente segui na direção do espelho. Tentei fechar meu vestido atrás e estava quase deslocando meu ombro quando senti o zíper subir. Ergui a vista para o espelho, deparando-me com Sesshoumaru.
— Obrigada. — murmurei envergonhada, ele apenas virou as costas e afastou-se.
Fiz uma maquiagem bastante simples e anunciei que estava pronta.
Eu não entendo o motivo de chamar essas reuniões chatas de festas. Não há alegria, apenas pessoas esnobes e música clássica (house ou melodic dubstep, se tivermos alguma sorte). Não há de fato uma festa, nem ao menos cerveja se serve nessa bagaça. Não que eu seja fã de bebidas alcoólicas, apesar de eu já estar na minha quarta taça de champanhe — é tão mais fácil beber sem Nagi ou Daiki por perto.
Sesshoumaru estava conversando com uns acionistas do Tai Group, e só sei que são acionistas porque ele me apresentou. Isso me faz pensar se não seria interessante entregar crachás na entrada. Imagina como facilitaria a vida se todo mundo andasse com um "Tenho dinheiro para investir" ou "Só estou aqui para dar em cima das suas acompanhantes, obrigado" no peito?
No caso de Sesshoumaru, o crachá diria "Sou manipulador e poderoso; pense duas vezes antes de falar comigo". Afastei a taça dos lábios para rir. Realmente era curioso o fato de as pessoas insistirem em conversar com ele. Olho para esses acionistas e vejo uma cena que sempre se repete: pessoas tentando bajular o meu marido e Sesshoumaru com expressão introspectiva. Às vezes me pergunto se youkais podem ser autistas; isso explicaria muita coisa.
Kazuki estava sentado ao meu lado, mexendo no tablet. Inclinei-me na direção dele, curiosa, e voltei a ficar ereta, soltando um suspiro decepcionado. Ele estava analisando planilhas de lucro. Levantei-me, fazendo com que meu marido Kazuki erguesse o rosto para me olhar, sorri e terminei de beber meu champanhe.
— Vou caminhar um pouco pelo salão. — avisei me afastando. Ele não me impediu. Isso é bom, já que hoje não tenho que ser obrigada a ficar sentada e quieta enquanto o dominador do mundo conquista mais território empresarial.
Dez minutos depois de me afastar de Kazuki, eu já estava completamente arrependida. Parecia que ele era um escudo que Sesshoumaru havia deixado ao meu redor para impedir que alguém se aproximasse de mim enquanto ele estivesse ocupado.
Apenas a duas mesas de distância daquela em que Kazuki estava, eu já ia sendo abordada por um grupo de senhoras que, creio, já haviam sido apresentadas para mim em alguma ocasião que não faço questão alguma de recordar. Os olhares que recebi foram mortíferos quando perguntei seus nomes. Eu não tenho culpa se todo mundo me conhece por causa de Sesshoumaru. Não pedi para saberem e nem faço questão que saibam, então que direito elas acham que tem de me cobrar que seja recíproco?
— Como está em Kyoto, senhora Taisho? — comentou a senhora Fuyutta — Que tal fazermos uma visita a um spa?
Sim, agora sei os nomes, elas fizeram questão disso.
— Ah, verdade, seria muito bom tê-la conosco nesta sexta. — disse a senhora Watanabe, soando bastante falsa.
— Sexta? — perguntei fingindo que estava tentando lembrar de algum compromisso que poderia ter naquele dia.
— Às oito. Ficaremos felizes com sua companhia. Pedirei para o meu secretário lhe enviar as informações acerca do spa que nos agrada.
Pisquei, surpresa. Eu havia confirmado o compromisso, por acaso?
Abri a boca para responder, mas esqueci completamente o que iria falar por causa de um homem que vi a alguns passos de distância de Sesshoumaru. Sua atitude chamou minha atenção, já que ele parecia estar criando coragem para falar com meu marido, mas não conseguiu e se afastou, indo até uma mesa e sentando junto com mais dois homens que pareciam tão frustrados quanto ele.
Meu Deus... Eu conheço ele!
— Não acha, senhora Taisho? — balancei a cabeça, confusa, encarando agora a senhora Tashiwaba.
— Desculpem, deem-me licença. — Afastei-me delas, seguindo na direção da mesa em que estavam os três homens.
Eles conversavam rapidamente e eu não consegui identificar qual era o assunto; na verdade, estava quase achando que eles haviam se desviado do assunto principal e agora estavam em uma discussão totalmente paralela apenas por terem visto eu me aproximando. Sorri para o homem do centro que parou de conversar e me encarou.
— Oi, Houjo. — cumprimentei com um sorriso largo.
Ele passou vários segundos me encarando e então arregalou os olhos.
— Higurashi? — Ele levantou-se, perplexo — É você mesmo?
— A própria. — Ele sorriu e puxou o braço do amigo à sua esquerda, forçando-o a se levantar, em seguida o fez sentar na outra cadeira e fez um gesto para que eu me sentasse ao seu lado. — Obrigada.
— Ah, cadê a minha educação? — Ele passou a mão pelo cabelo. — Esses são Hikaru. — Ele indicou o de cavanhaque, que acenou com a cabeça sorrindo de forma cortejadora. Em seguida apontou o homem de topete. — E esse é o Yoshi.
— Como no Super Mário. — ele emendou e eu não evitei a risada.
— Sou a Kagome. — disse sorrindo. — Que surpresa lhe encontrar aqui, Houjo.
— Vim a negócios. — ele disse, pegando duas taças de champanhe do garçom que passou pela mesa e entregando uma para mim. — Estou procurando por patrocinadores para nossas pesquisas de medicamentos tradicionais. Temos uma empresa do ramo, mas queremos expandir, no entanto, estamos tendo dificuldade na parte do custo para pesquisas.
— Entendi... Notei que estava tendo conversar com Sesshoumaru.
— Sim, mas ele passa esse ar de que vai arrancar suas entranhas se falar com ele.
— Concordo. — bebi um generoso gole de champanhe e observei Sesshoumaru. Ele ainda estava "conversando" com aqueles homens engravatados, então voltei minha atenção a Houjo.
— Então, o que anda fazendo, Higurashi?
— Me formei em medicina. — informei com um sorriso — E estou fazendo residência em um hospital que cuida de crianças com câncer.
— Nossa, deve ser muito difícil.
— Sim, tem dias muito difíceis mesmo. Mas tem outros que fazem valer a pena estar lá. — Esbocei um leve sorriso e bebi mais um pouco de champanhe, nesse ritmo vou acabar bêbada, melhor começar a me controlar. — Então, Houjo, como começou a empresa?
— Ainda estávamos na faculdade, sabe, estava cursando administração aqui em Kyoto, então conheci o Yoshi e o Hikaru e tivemos essa ideia.
— Quando se mudou para cá?
— Meu pai foi transferido. E você? — questionou, mostrando-se não apenas curioso, como intimamente interessado.
— Estou de passagem, ainda moro em Tóquio.
— Saudades de lá. E o que lhe trouxe a Kyoto?
Um cachorro muito antissocial que fica me obrigando a fazer as coisas que eu não quero. Claro que essa não foi a minha resposta, na verdade, nunca dei a resposta, já que senti uma mão em meu ombro. Olhei para trás, para saber quem era, e era ninguém menos que Sesshoumaru.
— Lembrou de mim? — perguntei, sorrindo. Ele segurou meu braço e fez com que eu levantasse.
Tão educado que dá vontade de beijá-lo... Só que não.
O problema não foi ele me fazer levantar, mas sim os três homens ali na mesa fazerem o mesmo, Houjo até segurou meu braço, acredito que no intuito de me puxar e me deixar atrás dele, mas quando viu o olhar severo de Sesshoumaru, desistiu da ideia.
Tirei as mãos de Sesshoumaru e de Houjo dos meus braços e me apoiei em Sesshoumaru.
— Sesshoumaru, esse é um antigo amigo meu do ginásio, Houjo. — Voltei-me para Houjo. — Gostaria de lhe apresentar o meu marido Sesshoumaru. — Meu amigo entreabriu a boca, mas se recompôs rapidamente e se curvou em uma reverência. — Esse são os sócios dele, Yoshi e Hikaru.
— Muito prazer, senhor Taisho. — disseram os outros dois, imitando o gesto de Houjo.
— Você se casou? — Houjo questionou meio abobado. — Nossa, felicidades, Higurashi.
— Obrigada.
— O senhor Taisho deve ser mesmo incrível, me lembro muito bem dos foras que você me dava na escola. — comentou, apenas para ficar vermelho com o que dissera. Então sorriu, encabulado, e passou a mão nos cabelos.
— Até parece que sou uma carrasca.
— De forma alguma, sempre foi muito gentil. Era eu que ficava correndo atrás de você. Pensando bem, acho que eu era meio perseguidor. — comentou.
Ri do comentário e me voltei para Sesshoumaru. Ele já deveria estar a ponto de sair, entediado com a conversa, então precisava usar aquela deixa para ajudar o Houjo.
— Houjo e os sócios queriam conversar com você sobre a empresa de medicina natural deles. Estão precisando de investidores.
— Não tenho interesse. — E com essa única frase, ele me afastou e saiu andando.
Olhei das costas de Sesshoumaru para Houjo e os amigos. Repeti o ato umas três vezes e segurei a barra do meu vestido.
— Eu vou falar com ele. — garanti e saí apressada.
Resumo da festa: mais algumas taças de champanhe enquanto tentava fazer meu marido ir conversar com meu antigo amigo. Foi inútil e Sesshoumaru não dignou um segundo para ouvir Houjo.
— Foi muito feio da sua parte recusar ouvir a proposta de Houjo e dos amigos dele. — gritei do closet, sabendo que Sesshoumaru me ouviria, já que ele estava novamente na mesa dele olhando arquivos no computador. Ele é tão viciado em trabalho que chega a dar nos nervos. — Não demoraria mais que vinte minutos. — reclamei.
Tirei o vestido e as sandálias e finalmente coloquei o moletom que tinha separado mais cedo. Procurei entre os produtos de maquiagem algum demaquilante e derrubei todos os frascos de limpeza de pele no processo. Eu obviamente estou um pouquinho alterada por causa do álcool e minha coordenação motora não está das melhores.
Muito bem, Kagome, concentre-se.
Tirei a maquiagem e hidratei a pele enquanto resmungava comigo mesma sobre o fato de Sesshoumaru ser um cretino. Não satisfeita, eu me levantei e andei até a mesa dele, completamente irritada.
— Está bem… Pois fique sabendo que perdeu uma grande chance de investimentos. Quando Houjo se tornar dono de uma empresa de sucesso você vai se arrepender de não ter investido neles. — Dei de ombros — E quer saber? Vou falar com Shippou e Hideo… Eles sempre fazem o que eu quero mesmo.
Sesshoumaru apenas me encarou.
— Droga… — falei, sibilando enquanto inspirava rapidamente — O chão está frio!
Saí correndo na direção da cama enquanto ele dizia um:
— Escove os dentes.
O quê? Ele virou meu pai agora?
— Não! — reclamei — Vou ficar com bafo de champanhe. — Enrolei-me no cobertor, formando um casulo que logo ficaria quentinho. — Você não está com frio? — perguntei, sorrindo por causa do arrepio de prazer que subiu pelas minhas costas em razão de estar me aquecendo.
Ok, isso pareceu um convite. Pigarreei, nervosa, e deitei-me pesadamente na cama. Felizmente sei que ele nunca entenderia aquilo como um ultimato para que ele viesse se aquecer comigo, já que esse é o tipo de coisa que não existe entre a gente.
Opa, espero que a luz do escritório tenha apagado por motivos de ele usar o abajur.
Sesshoumaru passou pelo arco e seguiu até o closet, afrouxando a gravata borboleta... Ele entendeu como um convite?! Lutei contra o instinto de sair correndo da cama. Meu coração estava batendo contra a caixa torácica como se quisesse abri-la e sair por lá. Respirei fundo, ele estava apenas colocando algo mais confortável para passar a noite toda trabalhando. Sim, era isso mesmo.
Ele deitou do meu lado!
Respira Kagome, calma.
Fkake:
Bom, para ser bem sincera, não estou com muita cabeça para comentar, mas como amo vocês seus lindos, vou me esforçar.
Acredito que nunca recebemos tantas reviews, é muita lindeza de vocês, serio, da vontade de beijar todos.
Deixa eu ver, acredito que o capítulo esta xuxu, a Ladie revisou e eu sei que a revisão dela é perfeita. Sim amo demais ela.
Bom, serio, estou sem cabeça, vou indo nessa e amo demais vcs e comentários como sempre.
Ladie:
Eu estava aqui fazendo a revisão final (por que grande parte dos erros eu só percebo quando posta, então fico fazendo várias revisões durante a semana, até ficar como queremos) e resolvi comentar umas coisinhas.
Gente, Mary e eu estamos meio assustadas com a quantidade de reviews que recebemos no capítulo passado. Foram mais de 150 reviews. Foi realmente MUITO assustador. Isso também me fez perceber que muita gente se frustraria nesse capítulo, por esperar algo quente e tudo o mais, e na verdade se deparar com mais uma das nossas trollagens (a Mary tem prazer pessoal em criar uma situação clichê e desenrolar ela de um jeito totalmente estranho -' ). Porque querendo ou não, vocês se depararam com uma fatia de vida doméstica dos dois que é fofa, mas ao mesmo tempo não tem lá grandes emoções.
Mas é aquilo que a gente sempre diz: quando vocês verem um capítulo muito frio, preparem as piriquitas para fortes emoções (aviso dado, que sou miguxa).
Enfim, estamos quase completando 1000 reviews, gente! Não acredito! To muito feliz, de verdade.
Ah, NyaDC criou um grupo no face chamado "O Porão" ( facebook groups /oporao) para Senhor do Norte. É bom que a gente tem umas dicussões maneiras lá sobre algumas aspectos obscuros da fanfic.
É isso. Amo vocês, vocês me amam. (Barney feelings)
OK, PAREI. Até sexta que vem, pessoas!
Recado random da Ladie:
Alguém aqui conhece a fic Sesshoumaru&Kagome "Como agarrar um cara em três feiras"? É uma fanfic linda de um amigo meu, então, por favor, deem uma passada lá e deixem uma review. Quero convencê-lo a continuar aquela história perfeita antes que eu morra de abstinência. OBRIGADA.
Beijos da Ladie
