Capítulo vinte e quarto: Observações
Por Kami-chan
A lua bem posta no céu sem nuvens era o ponto de referência para todos os aldeões e indicava que mais um dia havia acabado. Todas as pessoas agora se reuniriam com suas famílias ao redor da mesa com a sopa quente, dividindo o aconchego em meio às notícias de mais um dia que havia chegado ao fim. As ruas estavam vazias, com a exceção dos poucos corações jovens que se reuniam aos pares para absorver um pouco do encanto que o grande círculo de prata jogava sobre a alma dos apaixonados.
Talvez em um dia calmo assim fosse muito trabalhoso invadir uma vila, mas aquela vila não seria invadida. Aquela terra não abrigava grandes tesouros que pudessem ser cobiçados, nenhum tesouro além de uma vida que precisava ser salva e havia feito a loira ainda suja de sangue permanecer escondida ali por longas horas enquanto via cada homem, mulher e criança voltar sistematicamente para suas casas e famílias, fazendo erguer no ar todo aquele clima nostálgico.
Todas as pessoas tem seu lugar no mundo e a esse lugar chamamos de lar, um lugar onde esperam por você é o seu lar. No fundo ela temia não encontrar mais o caminho para o seu lar e temia perder parte da família que havia montado para si. Ela passou a boa parte da vida protegida por alguém ou pelos inatingíveis muros de Konoha e saiu de lá em busca de reconhecimento, de algo pelo qual pudesse se orgulhar.
– Eu não vou conseguir nada disso se ficar esquecida aqui! – Falou para os galhos ao seu redor. – Nós vamos voltar pra casa Sakura-chan, eu prometo eu vou dar um jeito de levar você de volta para o Itachi-senpai.
Ino esperou até ver a última alma que vagava pelas ruas sumir e desceu de seu esconderijo. De preferência queria que Sakura estivesse desperta e bem para que tudo saísse do jeito certo.
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– Isso não é tão espantoso se o mestre Jiraya viu mesmo o Mangekyou Sharingan! – Disse o mascarado tocando o solo queimado com as mãos enquanto permanecia acocado.
– Não há dúvidas Kakashi, os dois grupos que pudemos farejar se uniram aqui.
– Eles lutaram aqui. Tem como saber para onde foram depois?
– O fogo atrapalha, mas sim pode ser possível. Veja Kakashi, esta região aqui parece ter queimado mais.
– Foram dois Amaterasu. O cara que fez isso não era qualquer um.
– Não pode ser um jutsu do elemento Katon?
– Não. Somente as chamas do Amaterasu fazem esse tipo de estrago, pois consomem tudo, qualquer coisa que toquem.
– Kakashi-san – Um dos cães farejava insistente um pedaço do solo, demarcando com a pata dianteira uma pequena área desformica – Há algo aqui, o cheiro confere com um dos membros do grupo de quatro pessoas, mas... Parece completamente líquido
– Sangue? – Perguntou o ninja.
– Não, água! Isso faz sentido?
– Sim, isso pode fazer sentido. Obrigada.
– Kakashi, outro membro desse grupo parece ter morrido aqui. – Disse outro cão – E outro aqui. – Apontou com o focinho. – Eu diria que os corpos foram consumidos pelo primeiro Amaterasu devido aos cheiros tão fracos.
– Então apenas um deles viveu para encarar o outro grupo? – Tudo que pensava falava para que seus cães pudessem absorver a ideia também.
– Pelo visto sim. – Disse Pakkun com o focinho enterrado no solo – O Amaterasu não influenciou nos cheiros dos Akatsukis, seus cheiros são fortes e claros nessa parte aqui. Não surpreende já que o ninja não o lançaria contra a própria equipe.
– Tem muito sangue aqui, um deles foi aparentemente ferido. – Respondeu o eficiente ninja.
– Eu creio que este tenha morrido. – Pakkun falava e seguia farejando por um caminho. – Esse corpo foi arrastado até aqui. – Disse parando no leito do rio, onde perdeu qualquer tipo de rastro – Por um membro da própria equipe. Espere! – Ele foi ao lado – Outro corpo foi arrastado até aqui também! – Disse olhando para o mestre.
– Kakashi – Três cães farejavam juntos o mesmo território e um deles o chamou antes que pudesse dizer qualquer coisa. – O sobrevivente do outro grupo esteve aqui com duas pessoas do grupo de Akatsukis.
– Então um deles já estava morto nesse momento
– É. Ouvimos o que Pakkun disse, mas o interessante é que o segundo corpo foi arrastado daqui e veja. – Disse abrindo espaço
– O segundo Amaterasu foi feito aqui! Então somente o Uchiha visto por Jiraya deve ter sobrevivido. – Concluiu o ninja convicto de sua certeza.
– Mas há passos aqui também, o membro do outro grupo correu em outra direção que não a das chamas. – Concluiu o cão.
– Está certo, escutem todos. É nossa missão descobrir quem é esse Uchiha e descobrir quem são as outras duas kunoichis que o mestre Jiraya seguiu e dois desses corpos podem estar dentro do rio.
– Não temos como farejar na água Kakashi.
– Eu sei, o que eu quero que façam é que se dividam na beirada, cada um de vocês fica responsável por cem metros e eu vou deixar as coisas mais acessíveis para vocês. Vão.
Todos os cães o obedeceram e se pararam um a cada cem metros do outro na encosta do rio. Kakashi caminhou até o centro sobre a água e com sua rapidez lendária realizou a longa sequência de selos que fora copiada de um grande ninja da vila oculta da névoa.
Ao seu comando as águas se ergueram em pequenos ciclones completamente verticais e estáticos. Kakashi fora erguido por um deles e sustentou aquele jutsu do elemento Suiton até que um dos cães ladrou alto e todos os outros foram o acompanhar. Uma vez que pode ver todos os seus cães fora do rio, o ninja cancelou a técnica.
– E o outro corpo? – Perguntou ao se aproximar e ver apenas um monte no chão.
– Não havia outro corpo. Ele estava a mais ou menos trezentos metros de você e nós cobrimos até oitocentos.
– Isso não faz sentido algum. – Disse virando o corpo morto e observando o símbolo em seu peito. – Ele morreu antes do segundo Amaterasu?
– Qual o próximo passo Kakashi?
– Dois de vocês levem esse corpo para Tsunade e reportem tudo o que descobrimos aqui. Os outros seis me ajudem a passar um pente fino na região. Se o segundo corpo arrastado não estava morto, estava gravemente ferido e não se vai muito longe com uma pessoa tão ferida.
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– Não adianta Shikamaru, reviramos esse lugar do avesso e não há nada aqui! – Hinata se obrigou a dizer enquanto o grupo trabalhava sobre as ruínas do local, a morena já havia percorrido aqueles escombros com seu byakugan dezenas de vezes.
– É a Akatsuki, já esperava que eles não fossem deixariam rastros. Por favor, ache Neji que veio com o segundo grupo e mande-o vir até aqui. Depois divida os ninjas em dois grupos novamente, você fica comigo e Neji continua liderando o segundo grupo. Passaremos a noite aqui e amanhã vamos averiguar aquelas chamas negras.
– Aonde você vai? – Perguntou vendo-o se afastar.
– Mandar um relatório para Tsunade.
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– Tem certeza?
– Aha... Todo mundo se diverte aqui e eu também sou humano. – Hidan disse e logo em seguida parou para refletir sobre suas palavras. – Eu acho... – Completou conseguindo arrancar um riso raso e debochado do companheiro.
– A ordem é coletar informações. – O mais velho argumentou.
– Não há lugar melhor que esse para arrancar qualquer tipo de informação. Ainda mais as bombásticas que envolvam pessoas como nós. – Disse tirando a capa e escondendo-a em um canto qualquer.
– Eu não combino com esse tipo e coisa. – Disse Kakuso imitando os atos do platinado.
– Percebe-se! Deve ser por isso que você é o cara mais frio daquela casa. Ou o contrario! – Disse enquanto caminhava com o mais velho em direção a uma grande mansão toda iluminada e de onde se podia ouvir muitas vozes animadas.
– Não é isso. É que as horas que vamos passar aqui irão me custar muito dinheiro. – Ele viu o platinado parar com a mão espalmada na porta após ouvir o que tinha dito.
– Não se preocupe com isso Kakuso-san o seu gasto aqui vai ser muito bem recompensado. – Disse gozando da cara do outro e abrindo finalmente a grande e bem trabalhada porta de madeira.
– Hidan-san! – A mulher de corpo miúdo e curvas sinuosas se pendurou no pescoço do platinado lhe roubado um beijo quente.
– Yuriko! – Respondeu apertando o corpo da morena de cabelos escorridos.
Ela vestia um curto e justo short negro com lantejoulas vermelhas e apenas um top completamente coberto por mais lantejoulas da mesma cor.
– Hidan-san! – Mal ele tinha conseguido se desprender do beijo da morena, uma ruiva de cabelos ondulados chamava por seu nome, esta havia se agarrado em sua cintura e mordiscou sua mandíbula. – Você nunca mais apareceu, achamos que você tinha se esquecido de nós.
– Nem um pouco! – Disse puxando a ruiva para um beijo sem largar a morena. – Eu estive ocupado em missões.
– Hum, que importante que ele é. – A morena miou em seu ouvido.
– É claro que ele tem muitas missões para fazer, ele é um vilão muito ocupado. – A ruiva se esfregava em seu corpo.
– Hum.. – Adorava a hospitalidade de suas meninas e ria satisfeito – Meninas – Ele abraçou cada cintura com um braço – Esse é meu amigo, Kakuso. Hoje toda a diversão vai ser por conta dele.
– E do que o seu amigo gosta Hidan-san? – Perguntou a ruiva miando enquanto se roçava como uma gata no cio contra o corpo de Kakuso, fazendo o mais velho o olhar com os olhos arregalados para o mais novo.
– Ah... Acho que do tipo calma, parece que o nosso amigo aqui já avançou um pouquinho na idade e nós não queremos que ele tenha um infarto aqui aha. – As meninas riram e Kakuso olhou com cara feia para Hidan.
– Se houver uma mulher aqui que seja capaz de fazer enfartar meus quatro corações, leve essa arma letal pra sede e a Akatsuki vai finalmente dominar o mundo. – Kakuso disse num tom perigoso com os olhos semi fechados devido ao cenho franzido.
– Hidan-san – A ruiva voltou a se pendurar em seu pescoço, abandonando Kakuso. – Eu não entendi, ele quer quatro garotas? – Perguntou de uma forma que lhe fez até parecer uma pessoa inocente.
– Por que não?! Yuriko arrume quatro belas garotas para o nosso amigo aqui e depois volte para nós. – Hidan disse e seguiu com a ruiva para uma direção qualquer.
– Hidan! – O mais velho o puxou o indisciplinado. – O que você está fazendo? Nós deveríamos... – Disse a frase em tom baixo até ser interrompido pelo platinado.
– Estamos fazendo a coisa certa, confie em mim só desta vez. Esse aqui é o lugar onde a notícia mais flui, então fale com o máximo de meninas, faça isso se divertindo! Oh aí vem as suas quatro maravilhas! – Concluiu com timbre animado e puxou a ruiva novamente para si. – Movimentado isso aqui hoje! – Comentou olhando para a mesma.
– É, tem sido assim nos últimos dias, mas não é novidade. Sempre depois que o mestre Jiraya aparece aqui chove ninjas de Konoha. Faz bem pra moral das meninas, já que todas sonham em servir de inspiração para as histórias do eremita. – Disse a ruiva.
– Ah é? Espero não perder meu lugar aqui com tantos homens assim!
– Não pra mim! – Yuriko disse, aproveitando-se da aproximação para mordiscar a orelha de Hidan.
– Ah é? – Ele a envolveu no abraço também.
– Os ninjas de Konoha são na maioria os mocinhos. – Continuou a morena.
– É. E os mocinhos não sabem como agradar. – A ruiva completou mordiscando a outra orelha.
– Não.. Só os caras maus! – Concordou Yuriko.
Hidan lançou um olhar significativo ao companheiro do tipo "Entendeu o que tem que fazer ô baka"
– Konoha é? Quem será que eles vieram salvar? – Perguntou divertido guiando as duas mulheres para o quarto.
– Então Kakuso... – Disse uma pequena loira o empurrando de leve para a direção oposta a de Hidan. – Pra onde vamos? – Perguntou brincando com sua orelha.
– Você tem mãos tão grandes! – Comentou uma morena que fazia a mão de Kakuso descer por seu corpo.
– O que vamos fazer primeiro? – Quis saber uma ruiva que passava a ponta do nariz pela pele do pescoço e roçava os lábios por onde passava.
– Ahh que tal...bebermos algo primeiro? – Disse sem saber direito qual das belas mulheres deveria dar mais atenção e começando a entender como não seria difícil alguns ninjas deixarem escapar informações diante a forma como elas tratavam seus clientes.
– Ótimo! – Disse a quarta musa ao seu redor, que tinha os cabelos negros e os olhos em um verde muito vivo. – Vou dançar para você enquanto isso. – Disse rebolando encostada ao corpo do mais velho.
– Vamos pra uma mesa então. – Decretou o Akatsuki.
– Ahh Hidan-san eu senti tanta falta de você – Yuriko empurrou o corpo do platinado contra parede assim que a porta foi fechada.
– Ninguém faz como você. – A ruiva passou a língua por toda extremidade de seu pescoço.
– Vocês estão famintas hoje aha.. – Disse apenas aproveitando dos confortos que elas lhe proporcionavam.
– O culpado é você que fica tempos sem aparecer. – Disse a ruiva descendo os lábios pelo tórax enquanto a morena o beijava.
Hidan se prendeu na cintura da morena enquanto a ruiva os puxou para a cama e ambas fizeram Hidan cair sobre a mesma. Então a ruiva começou a dançar de frente para ele, tirando cada peça de roupa de maneira sensual e a morena se ocupava beijando, mordendo, lambendo e deixando profundas marcas roxas e avermelhadas por onde sua boca passava.
Seus lábios descerem da boca de Hidan para a mandíbula e cada centímetro do pescoço, seguindo pelo ombro de onde raspou os dentes até o tórax ao mesmo tempo em que suas unhas passeavam nada suaves pelos braços e lateral do corpo do Akatsuki. O platinado permitiu-se ao prazer de ser um objeto entras as mãos delas.
A ruiva aproveitou a música ambiente que era tocada no grande salão comum da casa e usou das duas colunas da cama para lhe auxiliar em sua performance. Tirou cada peça de roupa sob o olhar atento do Akatsuki enquanto se exibia com sua dança, até abandonar as colunas de madeira "com quem" dançava e passou a apenas mover os quadris fingindo a intenção de remover a única peça que ainda permanecia em seu corpo ao mesmo tempo em que a morena atiçava a imaginação do homem na cama cochichando em seu ouvido, dizendo todas as coisas que faria com ele.
– Você quer? – Perguntou a ruiva ainda fazendo doce para tirar a pequena calcinha.
– Ah quero! – Respondeu sentindo a morena mordendo hora sua mandíbula, hora sua orelha.
– Eu não sei não... – A ruiva fez beicinho com o tronco jogado para frente de forma que seus braços forçassem os seios para frente e esticando a perna bem formada até que apenas a pontinha de seu pé tocasse o colchão.
– Aha mas eu sei. – Respondeu se arrastando sobre a cama até ficar aos pés da ruiva.
Hidan começou a distribuir beijos em seu dedão e em cada um dos dedinhos daquele pé, lambuzando cada um com suas mordidas e subindo, alcançando cada centímetro de pele a cada beijo deixado. Ao mesmo tempo em que a morena aproveitava para abrir a única peça de roupa que Hidan se dignificava a usar.
– O ninja se ergueu no colchão tanto para que Yuriko pudesse terminar de tirar sua roupa e para que ele pudesse tirar com as próprias mãos a peça íntima da ruiva enquanto subia os lábios por sua coxa. As duas mulheres se entreolharam e a morena puxou o homem pelos ombros fazendo-o cair deitado entre as duas.
A morena lhe tomou os lábios em um beijo voluptuoso e a ruiva beijava as laterais do abdome de Hidan enquanto elogiava e lhe contava o quando desejava sua rigidez. Pouco tempo depois o engoliu por completo enquanto o beijo de Yuriko lhe roubava o fôlego.
Puxou a morena para cima de si, mas ao mesmo tempo ao seu lado. Fez com que o corpo de Yuriko ficasse metade sobre o peito de Hidan e as pernas flexionadas com os joelhos apontando para a mesma direção da cabeça do platinado.
O ninja então arrancou-lhe o top vermelho para poder usufruir dos seios da morena, sugando-os com a mesma intensidade do prazer que a ruiva sugava de si. Estendeu a mão livre pelo abdome da morena até chegar ao short minúsculo puxando a barra até que a própria morena o desceu, levando junto a peça íntima.
A região ficou exposta e livre para que Hidan brincasse com seus sentidos. O quarto foi tomado pelos gemidos de Hidan que eram camuflados pelo seio de Yuriko em sua boca e também pelos gemidos da morena causados pelos carinhos do Akatsuki.
– Hidan, acabou a folga nós temos que... – Kakuso simplesmente invadiu o quarto no exato momento em que o companheiro inundava a boca da garota ruiva com seu gozo.
O mais velho olhou para a cena dos três na cama indignado, estivera realmente trabalhando enquanto o outro certamente havia apenas dado atenção ao prazer e à diversão. Estava ali entre uma ruiva que parecia completamente satisfeita em ter recebido cada gota do sêmen e uma morena se desmanchando em suas mãos.
No momento em que Kakuso bateu a porta do quarto, a fim de se fazer percebido ali. Yuriko virou para olhar o amigo de Hidan e num pulo correu até ele.
No mesmo instante que a morena faltou na cama, Hidan puxou sua ruiva para perto de si. Suas posições foram invertidas, ele a jogou para baixo de si enquanto, quase literalmente, babava em seu pescoço e apertava cada parte do corpo que suas mãos eram capazes de alcançar sem dar a mínima importância à Kakuso.
– Kakuso-san – A morena nua se aproximava – Não gostou de nenhuma das meninas que escolhi pessoalmente para você? – Perguntou passando a mão pelo rosto e puxando um pedacinho da máscara com os dentes. – Assim eu fico me sentindo muito incompetente. – Miou levantando a camisa de Kakuso enquanto beijava seu pescoço.
– Não é nada disso, é que... – Ele se sentiu tentado a arrastar a bela morena mais para si, mas lembrou-se do motivo para ter invadido o quarto; respirou fundo – Hidan, saia logo daí. Nós temos que ir – Falou, mas Hidan parecia não ouvir.
– Ah ele parece ocupado! – Ela disse virando apenas a cabeça para onde Hidan se movia impiedoso entre as pernas alvas e fartas da ruiva que praticamente gritava enquanto tentava acompanhar o ritmo do homem sobre si – Ele não para depois que começa... – Nossa! Como você é forte! Olha, eu me arrepio só de pensar na força com que você vai meter em mim Kakuso-san – Disse após passar a mão sobre o abdome de Kakuso.
Concluiu sues desejos e afundou os dentes na mandíbula do outro por cima da máscara mesmo. Seus braços cercaram o abdome firme no corpo muito bem trabalhado de Kakuso para logo em seguida, sem desfazer o abraço, abrir a calça do ninja entre seus braços.
– Temos mesmo que ir. – Teve que contar até dez antes de falar, já sentindo as reações que as carícias da morena começavam a lhe causar.
– Relaxa Kakuso-san! – Disse baixinho na orelha que mordiscava ao mesmo tempo em que lhe subia mais a camisa. – Trabalho demais mata. – Ela desceu deixando marcas pelo abdome dele, fazendo-o pensar divertido na frase inocente dela.
Tinha que voltar com Hidan para a sede, já havia conseguido fazer seu trabalho sem perder seu foco para as meninas que o acompanhavam, mas aquela morena estava complicando as coisas. Olhou mais uma vez para Hidan e agora ele puxava o corpo da ruiva de quatro na cama em direção ao seu.
Talvez alguns minutos não fariam mesmo diferença. Ergueu o corpo da morena, girou e a jogou contra a porta atrás de si, prensando seu corpo com o dela enquanto erguia as pernas muito claras em torno de sua cintura envolvendo-a rapidamente com um beijo sôfrego que a fizera cravar as unhas em suas costas enquanto correspondia às iniciativas do Akatsuki.
