Capítulo 20

~ Bella ~

Nada poderia ter me preparado para o que eu encontrei quando empurrei aquela porta do banheiro aberta. Meu estômago embrulhou por todo o comprimento do corredor, e uma vez que eu vi Edward e Tanya... eu fiquei arrasada. Meu próprio corpo não conseguia nem reagir. Era além de sujo. Era tão revoltante que eu senti vontade de simplesmente cair morta.

O olhar no rosto dele era... não havia maneira de descrevê-lo. Aqueles olhos... aqueles belos olhos verdes que eu tinha amado a minha vida inteira, estavam em branco. Eles estavam vazios e escuros, como se pertencessem a outra pessoa - alguém que eu nunca tinha visto. A pessoa naquele banheiro não era o meu Edward. Aquela pessoa era um demônio - um monstro cruel e demente.

Eu finalmente consegui arrancar meus olhos da cena e corri. Eu tive que sair de lá. Eu podia sentir a minha alma evaporar naquele momento. O som do meu coração de criança quebrando dentro de mim era surreal e aterrorizador.

Esbarrei diretamente em Emmett e me agarrei a ele com tudo que eu tinha. Ele nunca me machucaria, ele nunca permitiria que eu me machucasse. Eu precisava dele para curar tudo, do jeito que ele sempre fez. Eu queria que ele me dissesse que aquilo tudo era um sonho... um erro. Eu queria ouvi-lo dizer que eu tinha imaginado aquelas coisas.

Eu sabia que não era um sonho. Era de fato real. Se tivesse sido um sonho, teria sido um pesadelo. A raiva que estava se revirando dentro dele permeou o ar que nos rodeava. Isso era prova suficiente para mim.

Eu senti como se estivesse tendo uma experiência fora do meu corpo quando confrontei Edward no corredor. Eu tive que perguntar-lhe por que. Eu tinha que saber por que eu não fui o suficiente para ele. Foi porque eu não tinha feito o que Tanya estava fazendo com ele? Todas as minhas últimas inseguranças sobre ser muito inexperiente eram verdadeiras, e eu estava arrasada.

Eu fiquei orgulhosa de mim mesma por enfrentá-lo. Eu queria que ele se machucasse e sentisse metade do que eu estava sentindo. Eu bati nele com todas as minhas forças enquanto as minhas emoções tomavam o melhor de mim. Ocorreu-me que ele nunca sentiria o que eu senti porque ele nunca me amou. Meu coração se partiu em mil pedaços quando percebi que era a última vez que eu falaria com Edward Cullen.

Alguém começou a me afastar dele e eu estava tanto hesitante quanto triste. Eu não tinha certeza de quanto tempo eu aguentaria devido às circunstâncias, e eu sabia que a minha melhor aposta era escapar. Eu precisava ficar tão longe de Edward quanto era fisicamente possível. Meu peito estava tão apertado que era difícil respirar. Eu estava com medo que ele explodisse.

Emmett me pegou e me levou para longe da casa, colocando-me em seu carro. Ele entregou as chaves para Alice e me segurou em seu colo no banco do passageiro. Lembro-me vagamente de Alice pedindo a ele instruções enquanto nos afastávamos da sua casa, mas eu realmente não conseguia me concentrar no que estava acontecendo.

Eventualmente, eu devo ter desmaiado, porque a próxima coisa que eu sabia, Emmett estava me levando pelo hotel. Quando chegamos ao quarto, Esme estava esperando na porta em pânico e com lágrimas nos olhos.

"Meu bebê! O que ele fez com você?" Ela chorou.

Emmett colocou-me na cama e Alice subiu ao meu lado. Ela estava uma bagunça, seu pequeno corpo tremia com soluços. Eu, no entanto, não conseguia chorar. Eu estava entorpecida, tanto mentalmente quanto fisicamente. Emmett e Esme estavam conversando no cômodo ao lado, mas eu não fui capaz de decifrar o que eles estavam falando. Eu realmente não queria saber. Eu não me importava. Eu estava além de sentir ou me importar com qualquer coisa naquele ponto.

Eu não tinha certeza de quanto tempo eu fiquei na cama ao lado de Alice quando Emmett apareceu aos pés da cama na minha frente. Ele tirou uma mecha de cabelo do meu rosto e suspirou.

"Querida, você quer falar sobre isso?" Ele perguntou suavemente.

Eu balancei minha cabeça que não. Eu não queria nem pensar naquilo.

"Eu preciso fazer uma coisa. Eu já volto. Você ficará bem com a mãe e Alice?" Ele perguntou. Eu balancei a cabeça, incapaz de falar. Ele deu-me um beijo suave na testa e saiu do quarto.

Esme veio e sentou ao meu lado. Doía demais olhar para ela, então eu continuei de costas para ela e permiti que ela acariciasse as minhas costas suavemente enquanto ela chorava. Meu coração estava partido por ela.

Alice tinha chorado até dormir e estava roncando suavemente. Ela ainda tinha seus braços em volta de mim e eu estava feliz por isso. Eu me sentia segura e amada. Emmett voltou para o quarto e ruidosamente começou a abrir as sacolas que ele tinha trazido. Ele colocou o conteúdo sobre a mesa ao lado da cama e ajoelhou-se diante de nós novamente.

"B, sente-se. Nós vamos ficar bêbados." Ele afirmou.

Eu me sentei na cama, em pânico. Eu balancei minha cabeça freneticamente e disse a ele que não. "Não, Emmett! Eu não quero beber. Isso não resolverá nada, ou ajudará. Nada fará isso desaparecer." Eu chorei.

"Eu sei, querida, mas talvez isso a ajude a falar. Você está me assustando pra caralho. Seus olhos estão tão vazios, e você esteve tremendo desde que saímos da casa. Beba. Nós passaremos por isso juntos. Além disso, se eu não encher a cara e desmaiar, eu acabarei voltando para a minha casa e matarei aquela desculpa vergonhosa de irmão." Ele rosnou.

"NÃO! Fique conosco, Em. Simplesmente beba. Eu ficarei com você. Apenas fique... por favor." Eu implorei.

As lágrimas que eu estive segurando escolheram aquele momento para cair. Como diabos tudo tinha ficado tão fodido? Por que eu não era o suficiente para ele, e por que, de todas as pessoas, tinha que ser ela? Tanya conseguiu, e eu tinha certeza que ela fez de propósito. Eu me sentia um fracasso... e, Deus, eu queria uma bebida. Eu realmente queria arrancar aquela garrafa das mãos de Emmett e afogar minhas mágoas. Eu simplesmente não queria sentir mais nada. Doía demais e parecia que eu desmoronaria em pedaços.

Emmett arrancou a tampa de uma garrafa de cerveja e estendeu a mão para entregá-la para mim. Eu a empurrei de volta para ele com força antes de enterrar minha cabeça no travesseiro. Tanto quanto eu queria beber, eu sabia que não podia. Eu queria simplesmente ficar bêbada e esquecer, mas não podia fazer isso com o meu bebê. Eu tinha muito a perder.

"Vamos, B. Apenas esqueça tudo isso agora. Mamãe não se importa." Ele disse, tentando me convencer.

Eu balancei a cabeça em meu travesseiro, meus choros ficando mais altos. Esme veio em meu socorro, felizmente, e disse a Emmett para me deixar em paz.

"Emmett, pare. Beber não é a resposta, ela está certa. Basta deixá-la em paz, nós não queremos que ela fique mais chateada." Ela repreendeu.

"Eu só quero ajudá-la a esquecer isso, mãe. Ele tinha uma prostituta grudada em seu pau no meu banheiro! Como diabos ela superará isso?" Ele gemeu. "Eu juro, quando eu o vir, eu baterei tanto nele que você provavelmente me negará como seu filho. Você pode, se quiser, eu não dou a mínima. Ele tem uma surra a caminho!"

Ele caiu de volta na cama e ligou a TV. Eu não poderia dizer o que ele estava assistindo, eu só ouvi o ruído. Nós ficamos deitados assim por um tempo, Emmett abraçando Alice e eu, e Esme sentada em uma cadeira do outro lado do quarto. Estava tão tranquilo, um silêncio desconfortável.

Eu não consegui dormir naquela noite, mas eu consegui fechar meus olhos para que Emmett parasse de olhar para mim a cada cinco minutos. Eu esperava que, se ele pensasse que eu estava dormindo, ele me deixaria em paz. Eu não queria a pena. Eu só queria Edward.

Meus pensamentos estavam centrados em meu bebê. Meu bebê. Era tão doloroso pensar nisso dessa forma, mas, que outra maneira poderia ser quando não havia nós mais. Ele obviamente não queria um futuro comigo, então eu sabia que o bebê seria indesejado por ele também.

A noite foi longa e dolorosa. Eu permaneci acordada ouvindo Alice roncar e Emmett abrir uma cerveja após a outra. Esme continuou a chorar no canto dela, e ter que vê-la sofrer era paralisante. Eu odiava que ela estivesse pagando pelos erros de Edward. Eu só podia esperar ser metade da mãe que ela era. Seu coração tinha mais espaço do que qualquer pessoa deveria possuir. Deixei cair uma lágrima em silêncio, pensando em como ela reagiria quando eu dissesse a ela sobre o bebê. Ela ficaria devastada.

Na manhã seguinte, Esme me acordou. Olhei para o relógio na mesa de cabeceira e vi que marcava 10hs. Ela se ajoelhou na minha frente e deu-me um sorriso fraco.

"Querida, posso pedir alguma coisa para você comer?" Ela sussurrou. Sua voz estava tão cheia de preocupação que eu engasguei com a minha própria emoção.

Eu balancei a cabeça e fechei meus olhos novamente. Ela permaneceu ali por algum tempo, escovando meu cabelo do meu rosto antes de suspirar e ir para o outro cômodo. Momentos depois, eu a ouvi falando ao telefone e fiquei surpresa quando ouvi sua voz ficar mais alta e seu tom irritado. Imaginei que era provavelmente com Edward e eu me encolhi. Eu só esperava que ele não aparecesse no quarto de hotel. Eu queria ir para casa.

Arrastei-me para o corredor, sabendo que era completamente errado espionar a conversa, mas eu precisava me preparar no caso de ter que trancar a porta.

"Não, Edward." Ela começou. "Eu não direi a você onde nós estamos. Você não é bem-vindo." Ela fez uma pausa antes de falar novamente. "Não, filho, eu me recuso a fazê-la passar por isso. Estou tão decepcionada com você. Você não quebrou somente o coração de Bella, mas você quebrou o meu coração. Eu confiei em você com ela, para amá-la e adorá-la. Você quebrou essa promessa e eu não farei nada para ajudá-lo a consertar isso." Ela atirou, batendo o telefone em cima da mesa rudemente.

Eu nunca tinha ouvido Esme tão chateada na minha vida, e eu certamente nunca a ouvi levantar a voz dessa forma. Ela parecia tão enojada. Eu a tinha ouvido gritar antes, mas era geralmente apenas o usual 'cuidado com a boca, Emmett', ou dizendo para os meninos 'parem com isso'. Eu nunca ouvi o tom que ela usou com Edward. Eu não conseguia imaginar como ela reagiria quando descobrisse sobre o bebê. Ela provavelmente castraria Edward. Ela estava simplesmente assustadora. Eu podia imaginar as bolas de Edward murchando e seu saco se infiltrando em seu estômago enquanto ela gritava com ele.

Boa. O bastardo fodido merecia.

Emmett e Alice começaram a se mexer por volta do meio-dia. Eu não me preocupei em sair do meu lugar na cama. Eu não queria falar com ninguém, ou lidar com a situação, e eu acho que todo mundo sabia disso. Esme insistiu que permanecêssemos em Seattle por mais alguns dias e eu não fiquei feliz com isso. Eu só queria me esconder em casa, mas, aparentemente, Edward tinha voltado para Forks à minha procura e ela achava que era melhor se ficássemos aqui. Ela sabia que eu precisava de tempo e espaço longe dele, e eu não poderia ter concordado mais. A minha única graça salvadora era que ele iria embora, mais cedo ou mais tarde, para voltar para a faculdade, e eu não teria que vê-lo novamente, pelo menos por um tempo. Eu sabia que não teria sido capaz de lidar com vê-lo tão cedo. Não era algo que eu superaria facilmente, eu sabia que não era forte o suficiente.

Emmett ficou conosco por alguns dias no hotel. Ele estava com medo de enfrentar Edward, eu podia ver a batalha interior que ele estava travando. Eu me senti péssima porque eu não queria que eles brigassem por minha causa, mas em um pequeno canto escuro do meu coração, eu queria assistir Emmett esmagar as rótulas de Edward com uma marreta.

Esme implorou para ele voltar para Forks conosco, pelo menos até que Edward fosse embora. Eu sabia que ela estava com medo do que aconteceria se Emmett o visse. Ele estava pronto para matá-lo e todos nós sabíamos disso. Eu tinha certeza que ele já tinha voltado para casa em uma das suas saídas em busca de comida, mas eu não disse nada. Emmett prometeu estar em seu melhor comportamento quando fosse para casa, e eu conhecia Emmett bem o suficiente para saber que tudo o que ele quis dizer era que nós não precisaríamos planejar um funeral. O melhor comportamento de Emmett não garantiria que Edward não precisaria de um médico quando ele tivesse terminado com ele. Eu não conseguia dar a mínima para isso.

Quando chegamos à minha casa, meu pai estava esperando na varanda. Ele parecia tão conflituoso. Seu rosto estava cheio de temor e preocupação e me fez mal vê-lo tão chateado. Eu não gostei de ver a pena em seus olhos. Refletia os olhares que eu tinha recebido de Alice, Esme e Emmett durante toda a semana. Eu só queria ser deixada em paz na minha miséria.

Ele pegou minhas malas e puxou-me para um grande abraço. Isso era tão fora do comum para Charlie que meus hormônios assumiram, fazendo-me irromper em lágrimas. Saí do seu abraço e caminhei até a sala. O que eu vi quando entrei me deixou de joelhos. Deixei escapar um soluço de dor quando vi dezenas e dezenas de flores roxas, que cobriam o cômodo.

Havia pelo menos vinte buquês de violetas roxas, assim como uma dúzia de pequenas rosas cor de rosa. Elas estavam todas dispostas em vasos de cristal com cartões e fitas. Fiquei ali, de joelhos, e chorei em minhas mãos até que senti Esme ao meu lado. Ela me abraçou com força, em silêncio tentando me confortar, beijando meu rosto uma e outra vez.

Uma onda de raiva tomou conta de mim. Eu me ergui do chão e peguei o buquê de flores mais próximo que pude encontrar e comecei a rasgá-lo em pedaços. Eu continuei a bater e destruir diante da patética tentativa de ganhar o meu coração. Flores? Sério? Ele realmente acreditava que as flores fariam uma porra de coisa para curar a minha dor?

Eu gritei, rasguei, despedacei e joguei até que a sala do meu pai tivesse se transformado em um desastre de pétalas e caules.

Corri para fora da sala e fui para o banheiro a tempo de vomitar no vaso. Eu não tinha sido capaz de manter qualquer coisa consistente no estômago desde sexta-feira, eu tinha vomitado quase continuamente por quatro dias.

Eu sabia que aquilo definitivamente não era bom para o meu filhote. Eu precisava colocar a cabeça no lugar e cuidar dele. Eu sabia disso no meu subconsciente, mas eu simplesmente não conseguia me fazer sentir melhor.

Depois de mais dez minutos de quase expulsar os meus pulmões, lavei meu rosto e fui para o meu quarto. Pulei na minha cama e enterrei o rosto no meu travesseiro, eu não deixaria esse lugar pelos próximos dias.

Eu não falei com ninguém e não saí do meu quarto. Eu remexia e empurrava os alimentos ao redor quando Charlie o trazia para mim, mas não conseguia comer. Eu não tomei banho, eu não saí da cama, eu não pensei. Eu estava completamente paralisada. Nada fazia sentido para mim.

As coisas mudaram naquela noite de quinta-feira, no entanto. Eu estava deitada na cama em minha permanente posição – punhos segurando os lençóis com força e minha cabeça enterrada debaixo do travesseiro - quando ouvi um ruído lá fora. Achei que era provavelmente apenas os galhos da árvore roçando a janela por causa do vento, então eu me deitei novamente. A batida continuou, no entanto, e de repente eu ouvi um estrondo. Olhei para cima para ver que a minha janela estava estilhaçada. Pulei da cama em pânico. Charlie estava no trabalho e passava da meia-noite.

Fui hesitantemente para a janela para olhar para fora. Meu coração bateu com força enquanto eu olhava para baixo para ver Edward parado embaixo da minha janela. Meu coração traidor e confuso ainda ansiava por ele... o desejava... estava desesperado por ele. Minha mente, contudo, queria acabar com a raça dele. Tudo o que pude ver quando olhei para ele era a sua ereção enterrada na boca suja de Tanya.

Com esse visual, eu peguei um dos meus sapatos e atirei pela janela. Puxei as minhas cortinas, afastei-me da janela e fiquei fora da sua vista. Eu ainda podia ouvi-lo gritando para mim, implorando-me para deixá-lo entrar. De jeito nenhum. Só de ouvir sua voz me matava. Era como se meu corpo inteiro precisasse correr em sua direção, fazendo toda a minha existência se tornar conflituosa. Isso estava me dilacerando. Corri para o banheiro e rapidamente fechei e tranquei a porta. Coloquei o meu roupão na banheira e entrei nela, enrolando-me em uma posição fetal, e rezei para que ele fosse embora. Comecei a sussurrar pelo meu pai, do jeito que eu fazia quando era uma garotinha.

"Papai... Papai... Papai".

Devo ter caído no sono em algum momento, porque eu já não podia ouvir os ruídos. Meu pai me acordou batendo na porta do banheiro. Corri para a porta e, quando ele viu a minha expressão, ele me segurou em um abraço apertado, levou-me para o meu quarto e enfiou-me debaixo das cobertas.

Edward aparentemente ainda estava lá em baixo, e eu implorei ao meu pai para fazê-lo ir embora. Eu disse a ele que, mesmo que ele tivesse que prendê-lo, eu o queria longe de mim. Mostrei ao meu pai a janela quebrada, esperando que isso o convencesse a jogar Edward na prisão por uma noite. Eu esperava que fosse incentivo o suficiente.

Na manhã seguinte, acordei em uma casa silenciosa. Meu pai já tinha saído para o trabalho e, após o fiasco na noite anterior, eu sabia que Edward provavelmente tinha sido enviado para longe. Não era o fim, não por um longo tempo. Ele não me deixaria em paz, então eu tinha algumas decisões sérias a tomar. Eu sabia exatamente qual seria a primeira.


Ok, me corta o coração ver Esme falar com Bella como se Edward fosse um qualquer. "Oh meu bebê, o que ele fez com você?" Sério, Esme? Ele é seu filho, caramba! Eu sei que Edward não está merecendo muito ser defendido, mas Esme deveria ter sido mais mãe dele também...

Outra coisa: Bella, enfiar a cabeça na areia não irá resolver nada. Só dizendo...

Sei que estou divagando aqui, comentando como se fosse uma leitora, mas é que essa parte em particular me deixa um tanto irritada e nos próximos capítulos vocês se sentirão como eu, acreditem!

Bem, vou deixar com vocês agora!

Beijos, Nai.