Capítulo 34
(Tradutora - Nai)
Beta - Ju Martinhão
~ Bella ~
Eu não consegui dormir uma piscadela. Tentei e tentei, mas o sono simplesmente me escapou. As coisas tinham sido como um vendaval, e eu não tinha tido um minuto para limpar minha cabeça.
Eu finalmente saí do meu quarto e deitei na cama com Carlie. Eu apenas fiquei deitada lá e a segurei enquanto minha cabeça girava fora de controle. Hoje as coisas poderiam seguir em tantas direções. Tudo o que eu já fiz foi tentar fazer as coisas direito no mundo dela. Eu nunca quis que ela não conhecesse Edward, na verdade, eu pensava nisso diariamente. Eu pensava no meu relacionamento com o meu pai e o quanto eu o adorava, me espelhava nele e confiava nele. Ele sempre me fez sentir segura e amada. Era um amor que ninguém mais poderia ter dado a mim. Era puro e incondicional. Agora que eu olho para trás, eu lamento tê-lo deixado. Tudo o que eu o fiz passar, tornou-se claro para mim. Eu tinha magoado tantas fodidas pessoas. Eu me sentia um monstro.
Eu sabia que Edward amaria Carlie, todo mundo que ela conhecia era completamente cativado por ela. Eu só rezava para que eu não tivesse estragado a chance de eles se unirem e garantir uma forte ligação. A noite que ele cuidou de Carlie no hospital era a prova do homem bom que ele é. Era o Edward que eu conhecia - o de antes de quebrar meu coração. Eu vi a ligação deles um com o outro mesmo então, quando nenhum deles tinha sequer um indício do que eles eram um do outro.
A reação de Carlie com tudo isso era o que estava me preocupando mais. O fato de ela ser tão jovem e ter que lidar com tanto ao mesmo tempo me aterrorizava. E se ela rejeitasse tudo isso? E se ela não entendesse e agisse de forma inesperada. E se ela me odiasse por tê-lo mantido longe?
Eu finalmente cochilei, quando meu telefone tocando no outro quarto me acordou. Saltei da cama e atendi.
Bella: "Alô." Eu atendi sem verificar o identificador de chamadas
Edward: "Bella,? Oi, aqui é Edward." Ele disse nervosamente .
Ugh... sua voz. Tão suave, forte... linda...
Bella: "Oi." Eu respondi, sem saber o que dizer e, francamente, em transe.
Edward: "Só queria ter certeza de que hoje ainda está de pé, que você não mudou de ideia."Eu podia ouvir o nervosismo em sua voz.
Bella: "Sim, hum, Não. Eu não mudei de ideia. Você mudou?"Eu não tinha certeza se queria saber a resposta .
Edward: "Claro que não, eu tenho andado de um lado a outro do meu andar desde ontem ao meio-dia."Ele riu um pouco e continuou."Devo ir até a sua casa, ou você quer me encontrar em algum lugar? Eu não sei como fazer isso".
Bella: "Bem, talvez fosse melhor se você viesse até aqui, e então nós podemos decidir na hora. Pode ajudá-la se ela estiver em sua própria casa, sabe?" Inferno, se eu sei?Eu era um fodido caso perdido.
Edward: "Parece bom. Eu estarei aí em torno do meio-dia. Pegarei alguma comida no caminho".
Bella: "Soa bem. Até lá, então." Nós nos despedimos e eu encerrei a ligação telefônica mais estranha do mundo.
Liguei o chuveiro e entrei. A sensação da água na minha pele era muito boa e eu fiquei imediatamente relaxada. Parecia que cada músculo do meu corpo tinha tencionado nos últimos dias por causa do stress. Terminei o banho e preparei um banho para Carlie. Parecia que ela já estava acordada, então eu espiei em seu quarto.
"Acorde, dorminhoca." Eu disse suavemente.
"Estou acordada, mamãe. Não consigo encontrar o meu controle remoto. Eu quero ver desenhos." Ela estava cavando em torno da sua cama, jogando os cobertores para trás e levantando os travesseiros.
"Vamos assistir TV enquanto comemos o café da manhã. Eu preparei um banho de espuma para você, então, pule da cama e eu pegarei seus brinquedos".
"MEUS PEQUENOS PÔNEIS." Ela gritou e correu pelo corredor.
"Tudo bem! Eu entendi!" Peguei um punhado dos seus pôneis e a segui. Essa menina amava banhos de espuma. Esme se orgulhará.
Sentei-me no banheiro e a observei escovar os cavalos e conversar com eles.
"Então, Carlie, lembra que eu disse a você que alguém viria aqui hoje?" Eu perguntei.
"Siiim! É o tio Em? Eu quero falar com ele." Ela respondeu.
"Não, mas talvez possamos ir vê-lo mais tarde. Você se lembra do Dr. Cullen do hospital?"
"NÃO!" Ela gritou, soltando seu pônei na água com um splash. "Eu não estou doente! Diga a ele que NÃO!"
Eu ri baixinho e balancei minha cabeça. Esta merda seria complicada.
"Ele é meu amigo, lembra? Ele não é o Dr. Cullen hoje, ele é Edward. Ele só é um médico quando está no trabalho. Então, está tudo bem se ele vier, certo?" Pensando que a merda bateria no ventilador, eu prendi a respiração.
"Sim, está tudo bem. Eu gosto dele, mas nada de agulhas, e ele é bonito." Ela disse com uma risadinha.
"Oh, você acha isso, não é?" Peguei o shampoo e comecei a massagear seu tufo de cabelos.
"Sim, ele é bonito. Ele deveria ser seu namorado. Ele abraçou você também, lembra?" Olhei para ela com uma expressão questionadora.
"Hmm, talvez, eu não me lembro." Eu disse rapidamente, tentando desviar o assunto. Menininha intrometida.
"Mas, enfim. Eu quero que você seja boazinha hoje. Cuidado com os modos e nada de palavras especiais, certo?" Graças a mim e a Garrett, ela tinha um vocabulário muito colorido. Não que eu tivesse orgulho disso, mas com a minha boca de caminhoneiro, isso aconteceria de uma maneira ou de outra e, bem, Garrett não tem filtro.
Terminamos o banho e eu a vesti. Fiz um café da manhã rápido e nós nos sentamos na sala e assistimos TV pelo resto da manhã. Eu precisava ligar para o meu pai e queria ter certeza de que ela estivesse ocupada, no caso de eu ter um colapso. Eu estava tentando tanto manter o controle.
Peguei o telefone e realmente tive que forçar o meu cérebro a lembrar do número. Disquei o número com as mãos trêmulas e ouvi o toque. Após o quinto, ou sexto, eu fechei meu telefone. Imaginei que ele poderia estar no trabalho, já que era segunda-feira, então eu disquei para a Delegacia de Forks e esperei.
Atendente: "Departamento de Polícia de Forks, para quem posso direcionar a sua ligação?"A voz amigável atendeu.
Bella: "Hum, sim... Chefe Swan está disponível?"Perguntei nervosamente.
Atendente: "Claro, por favor, aguarde um momento." Ela me colocou em espera e eu escutei a voz na outra extremidade resmungar sobre o que acontecia dentro e fora da comunidade de Forks enquanto eu esperava.
Foi apenas um minuto depois que ouvi a voz do meu pai.
Charlie: "Chefe Swan." Ele atendeu.
Minha voz ficou presa na minha garganta. Eu fiquei tão chocada com as emoções que eu senti que teria um colapso.
Charlie: "Olá? Tem alguém aí?"Ele questionou.
Bella: "Hum... papai?"Eu respondi com um soluço.
Charlie: "Bells? Baby, é você?"Ele perguntou em voz baixa.
Bella: "Sim, papai, sou eu. Eu, uhm... eu sinto muito, papai." Eu chorei.
Charlie: "Shhh... shh... shh." Ele tentou me consolar. "Onde você está, Bells? Eu posso ir até aí imediatamente. Você está bem?Você está machucada?" Ele começou a divagar com as perguntas mais rápido do que eu podia responder.
Bella: "Eu estou bem, papai, eu estou, hum. Eu estou em Washington, em Redmond*."Eu respondi.
N/T: Bella sempre mencionou Seattle desde que voltou, porém ela está realmente vivendo em Redmond, que fica a 26 Km a leste de Seattle.
Charlie: "Tudo bem, só me dê o endereço e eu vou até você."Ele disse apressadamente.
Eu dei uma pequena risada através dos meus soluços. Sempre o herói. Meu herói.
Bella: "Papai, eu estou bem. Eu irei para casa na sexta-feira. Eu o verei na sexta-feira."Eu disse chorando.
Charlie: "Não. Isso não é bom o suficiente. Eu ligarei para Edward e o farei buscá-la e trazê-la para casa agora. Esme me ligou ontem à noite, Bella, e me disse que há algo que você esteve escondendo de mim e, maldição, eu quero algumas respostas."Ele disse rudemente.
Eu suspirei e passei a mão em meus cabelos emaranhados.
Bella: "Então ela disse a você sobre o bebê?"Eu perguntei hesitantemente.
Charlie: "Claro que ela disse. Jesus Cristo, Isabella! O que diabos você estava pensando? Não só você foi descuidada o suficiente para engravidar, mas depois você foge. Eu a criei melhor que isso, maldição! Eu mereço uma explicação!"Ele gritou através do receptor.
Bella: "Eu estava com medo, pai."Eu respondi fracamente.
Charlie: "E você não achou que eu ficaria com medo que a minha única filha estivesse só Deus sabe onde, fazendo Deus sabe o que com Deus sabe quem? E então Esme me diz que eu tenho uma neta lá fora em algum lugar e eu perdi a maldita coisa toda! Eu poderia torcer o seu pescoço, Isabella!"Ele gritou.
Eu comecei a chorar mais forte, não porque ele estava gritando comigo, mas porque eu fiz esse homem maravilhoso e forte se machucar tanto.
Charlie: "Não chore, baby, eu estou apenas bravo e feliz e, bem, merda, eu não sei como eu estou agora. Eu sei que preciso ver por mim mesmo que você está bem, e eu quero ver a porra da minha neta!"
Bella: "Eu sei, papai, eu quero que você a veja também. Quero muito. Ela é tão linda." Eu disse com orgulho.
Charlie: "Eu não duvido disso, querida, eu não duvido disso. Então, você está realmente pensando em vir para Forks neste fim de semana, hein?"
Bella: "Sim, e eu estava pensando em ficar por um tempo, para que você, Esme e Carlisle possam ter algum tempo com ela. Eu espero que isso esteja bem".
Charlie: "Claro que está, garota, eu deixarei o seu quarto pronto para vocês. Eu comprei uma nova casa há alguns anos, há alguns quartos vagos, então há bastante espaço."Ele disse.
Bella: "Você vendeu a nossa casa?"Eu perguntei. Eu fiquei espantada. Aquela casa era da minha avó antes de ser dele... eu não poderia imaginá-lo a vendendo.
Charlie: "Não. Eu ainda tenho aquele barraco velho, eu só precisava de uma mudança. Eu fiquei com ela na esperança de que quando você voltasse, você tivesse uma casa. Muitas coisas mudaram, Bells, nós discutiremos tudo quando você chegar aqui." Ele disse enigmaticamente.
Bella: "Hum, sim, tudo bem, papai. Eu te amo. Eu não posso esperar para vê-lo." Eu disse suavemente.
Charlie: "Eu também. Não pense que esta discussão acabou, mocinha. Nós temos um monte de conversa atrasada. Eu estou muito decepcionado com você, mas estou tão malditamente feliz por termos encontrado você." Ele disse enquanto sua voz falhava.
Bella: "Eu também, papai, eu realmente sinto muito".
Charlie: "Eu sei, eu sei. Ok, então eu falarei com você em breve. Agora, Bells... você precisa ligar para a sua mãe..."Ele disse com firmeza.
Bella: "Eu já falei com ela ontem. Eu vou vê-la na quarta-feira, ela virá para Seattle".
Charlie: "Falou? Ela não disse nada, eu falei com ela ontem à noite." Ele perguntou, obviamente confuso.
Bella: "O que você quer dizer? Ela disse a você que eu estava aqui, pai."Eu estava com medo de ele estar tendo um derrame, com todo o drama.
Charlie: "Esme me disse, Bells." Ele afirmou.
Eu revirei os olhos. Minha mãe. Ele estava fodidamente falando sobre Renée.
Bella: "Você quer dizerRenée, pai?" Eu perguntei irritada.
Charlie: "Claro."
Bella: "Como eu disse, pai, eu falei com a minha mãe ontem. Renée pode ir para o inferno."Eu rebati.
Houve uma longa pausa. Finalmente, ele continuou.
Charlie: "Bells, ela é sua mãe. Ela ficou muito preocupada com você, assim como o resto de nós. Você deve a ela um telefonema."Ele disse com firmeza.
Bella: "Hmpf!"Eu zombei."Como eu disse, pai, eu falei com a minha mãe ontem. Renée nunca foi minha mãe e eu não devo merda nenhuma a ela!"Eu cuspi.
Charlie: "Não ouse falar assim! Você sabe o quê, nós continuaremos isso mais tarde, eu preciso voltar ao trabalho. Esme pode me dar o seu número, então eu ligarei para você mais tarde. Eu te amo, Bells." Ele disse.
Bella: "Eu também te amo."Eu disse e desliguei.
Levantei-me do chão e fui tomar outro banho, assim eu estaria pronta para a visita de Edward. Este seria o ponto de passagem. Tudo dependia disso, e eu estava sentindo o medo na minha pele.
Faltando quinze para o meio-dia, eu ouvi a campainha. O sentimento de afundamento no meu estômago cresceu para proporções épicas enquanto eu caminhava em direção à porta. Cada nervo do meu corpo estava de pé e na borda.
Abri a porta e minha respiração esvaziou meus pulmões. Ali, em toda a sua glória sexy, estava Edward. Ele segurava na mão uma grande sacola branca de comida, e na outra um enorme saco de presente rosa. Ele estava usando uma camisa cinza de botões por cima da camiseta, com as mangas enroladas até os cotovelos, calças pretas e um par de AllStar. Ele estava sensacional, e eu estava novamente sem palavras.
"Bem, você vai me deixar entrar, ou não?" Ele disse com um sorriso.
Oh, merda. Eu só fiquei ali parada olhando estupidamente para ele. Excelente. Grande caminho a percorrer, idiota de merda.
"Oh, sim, claro. Eu apenas fiquei surpresa em vê-lo." Eu disse, tentando encobrir o meu comportamento.
"Sério? Você esqueceu que eu estava vindo? Eu falei com você poucas horas atrás." Ele ainda estava sorrindo, obviamente amando que eu fosse uma grande retardada.
"Tanto faz, apenas entre." Eu acenei e fechei a porta atrás de nós.
"Você pode colocar a comida lá." Fiz um gesto para a mesa da cozinha. "Carlie está na sala de estar. Siga-me." Eu entrei na frente dele e caminhei em direção a sala.
"Carlie, você tem visita, bebê." Eu disse.
Carlie pulou do sofá e se lançou para Edward.
"Oi, doutor, você não trouxe agulhas, certo? Mamãe disse que você não traria." Ela fez beicinho.
"Não, nada de agulhas, mas eu trouxe uma coisa." Ele se afastou e segurou o pacote para ela, sorrindo como um idiota.
"O que é isso?" Ela perguntou em voz baixa, enquanto espiava dentro.
"Bem, você tem que abrir para ver, bobinha." Ele a ajudou a remover o laço e ela mergulhou dentro.
Ela tirou uma enorme Hello Kitty de pelúcia e a abraçou ao seu peito.
"Como você sabia que eu amo a Kitty?" Ela perguntou enquanto a abraçava com força e balançava para trás e para frente.
"Imaginei que você fosse como a sua mamãe." Ele respondeu, e olhou para mim e piscou.
Gah, eu estou morrendo aqui. Merda.
Ela a enfiou debaixo de um braço e voltou para dentro da sacola com a mão livre. Ela tirou alguns filmes, alguns livros, mais coisas da Hello Kitty e um suéter rosa suave.
"Obrigada!" Ela gritou e agarrou o pescoço dele em um abraço apertado. "Você é o médico mais legal que eu já conheci".
Eu estava trabalhando em dobro para segurar as lágrimas, e a próxima coisa na agenda me jogaria sobre a borda.
"Carlie, vamos sentar no sofá. Nós precisamos falar com você, certo?" Eu olhei para Edward, precisando ver onde ele estava no momento. Ele parecia assustado, e mais feliz do que eu já o vi em toda a minha vida. Ele enxugou uma lágrima que tinha escapado do canto do seu olho e nos seguiu até o sofá.
Levou tudo que eu tinha para não me atirar nele e envolver meus braços em torno dele.
Eu me sentei em um canto e Edward no outro. Coloquei Carlie no meio e limpei minha garganta, tentando descobrir o que dizer. Felizmente, Edward fez isso por mim.
"Carlie, eu preciso te dizer uma coisa e espero que isso deixe você realmente feliz. É a coisa mais feliz que eu já ouvi, e eu espero que seja para você também." Ele começou, sua voz embargada pela emoção. Eu podia sentir as minhas lágrimas caindo pelas minhas bochechas e tentei controlar os soluços começando a se formar no meu peito.
Carlie acenou com a cabeça e olhou entre nós, sua expressão se tornando preocupada.
"Está tudo bem, macaquinha. É tudo coisa boa, não se preocupe." Eu disse a ela e esfreguei sua perna suavemente.
Edward olhou para mim e eu assenti para ele continuar.
"Carlie, como você se sentiria se eu dissesse a você que eu sou o seu papai?" Ele disse hesitantemente.
Eu congelei. Bela maneira de deixar isso escapar, idiota!
Eu enrijeci, esperando a reação dela. Ela ficou em silêncio pelo que pareceu uma eternidade antes de ela olhar para mim.
"Ele é realmente meu papai?" Ela sussurrou.
Eu balancei a cabeça e me movi para abraçá-la, mas antes que eu pudesse, ela se arrastou para o colo de Edward e o abraçou.
"Eu queria um papai." Ela disse docemente.
"E eu sempre quis uma linda menininha." Edward respondeu com um beijo no nariz dela.
"Eu te amo, papai." Ela disse suavemente e todos nós desmoronamos.
"Eu também te amo, bebezinha. Para sempre." Ele sussurrou no cabelo dela enquanto beijava o topo da sua cabeça repetidas vezes.
Eu estava chorando descaradamente neste momento, quando Edward tornou tudo pior estendendo a mão para mim e agarrando-me ao redor do pescoço, puxando-me em um abraço.
Nós três ficamos ali sentados abraçados pelo que pareceram horas. Pareceu certo, perfeito. Foi absolutamente surreal.
Fez-me sentir uma completa idiota por esperar tanto tempo para voltar para casa, por medo da reação da minha família. Neste ponto, a única de quem eu estava realmente com medo era Esme. Ela disse que bateria na minha bunda e eu acreditei nela.
Nós finalmente nos ajeitamos e comemos o nosso almoço. Nós colocamos um cobertor no chão e fizemos um piquenique. Carlie coloriu seus livros novos e sentou no colo de Edward enquanto ele lia suas histórias. Parecia tão normal, eu mal podia acreditar no que estava acontecendo.
Quando era hora de Carlie ir dormir, Edward perguntou se poderia colocá-la na cama. Claro que eu concordei, e deixei os dois terem seu momento. Eu fiquei no corredor e observei enquanto eles conversavam em voz baixa. Suas cabeças estavam tão próximas que eu não poderia dizer sobre o que eles estavam falando, mas eu podia ouvir as risadinhas e conversinhas.
Ele ficou com ela até que ela finalmente se soltou e começou a cochilar. Eu assisti com lágrimas em meus olhos quando ele a beijou primeiro na testa, então em ambas as pálpebras, depois em suas pequenas bochechas rosadas, terminando com várias bicadas suaves em seus carnudos lábios pequenos. Ele acariciou os cabelos dela com as mãos por um momento, e depois levantou-se para sair do quarto.
Eu tentei sair do caminho para que ele não me visse observando, mas era tarde demais. Ele apenas sorriu enquanto fechava a porta silenciosamente e pegava minha mão para me levar pelo corredor até a sala.
"Eu gostaria de falar com você, Bella, se você concordar." Ele disse quando se virou para me encarar.
O olhar em seus olhos era indescritível. Tão cheio de emoção crua. Eu estava com medo de falar com ele, havia acontecido muita coisa. Eu não tinha certeza se estava pronta para tudo isso depois do dia emocional que tivemos.
"Eu gostaria disso também, Edward. Foi um longo dia." Eu disse suavemente.
"Sim, foi. Olhe... nós temos muito o que conversar, menininha. Nós não podemos fazer isso hoje à noite. Eu só quero sentar e conversar. Podemos começar devagar. Eu só quero falar sobre Carlie." Ele disse e deu um aperto na minha mão.
"Tudo bem. Você gostaria de uma xícara de café? Ou uma cerveja? Ou, eu não sei... qualquer coisa?" Eu gaguejei. De repente eu estava me sentindo muito desconfortável.
"Uma cerveja, se você tiver. Tem sido um dia muito emocional." Ele sorriu.
Fui até a cozinha e peguei duas cervejas na geladeira.
"Você gosta de Newcastle? Eu só tenho por causa de Garrett." Eu disse com um encolher de ombros.
"Isso funciona." Ele disse enquanto pegava a cerveja da minha mão.
Quando ele pegou a cerveja da minha mão, sua mão demorou na minha. Quando ele não fez nenhum movimento para retirá-la, eu por acaso olhei para ele.
Senti minha frequência cardíaca aumentar quando percebi o olhar em seus olhos. Eu já tinha visto aquele olhar. Eu o conhecia. Eu reconheci porque eu sentia isso também. Tudo o que tivemos um dia ainda estava lá, apenas sob a superfície... esperando para ser descoberto.
Eu sabia que era muito cedo, que este não era o momento, embora o meu muffin estivesse pegando fogo por esse homem, eu não agiria de forma impulsiva. Nós precisávamos conversar. Eu precisava fazer as pazes com ele, ele precisava se desculpar e precisávamos chegar a um entendimento sobre a nossa filha e como seguiríamos a partir daqui.
Eu hesitantemente puxei a minha mão e fiz um gesto em direção ao sofá. Eu podia ver a confusão em seus olhos. Eu sorri e sentei de novo.
"Edward, eu quero que sejamos honestos um com o outro. Eu preciso saber como você está lidando com tudo isso, como você está se sentindo." Eu disse seriamente.
Ele tomou um gole da sua cerveja e a colocou sobre a mesa. Ele reorganizou seu corpo no sofá de modo que estivesse de frente para mim.
"E sei que temos muita merda para falar, eu sei que eu amo aquela menininha, eu estou fodidamente de ponta cabeça por aquele bebê. Eu também sei que eu ainda te amo. Eu admito que ainda estou com raiva, mas eu não quero ser amargo, isso não vai fazer bem a ninguém. Nós já machucamos um ao outro o suficiente. Eu não quero magoá-la mais".
Eu balancei a cabeça em concordância.
"Eu só quero dar a vocês a oportunidade de conhecer um ao outro, eu não posso acreditar como foi fácil para vocês dois se conectarem hoje. Foi surpreendente observar." Eu disse.
Ele balançou a cabeça em concordância.
"Então... o que vocês dois estavam cochichando no quarto quando você a colocou na cama?" Eu perguntei.
"Isso é uma coisa particular entre menininha e papai." Ele me deu seu sorriso torto e deixou por isso mesmo.
Eu revirei meus olhos. "Já conspirando, hein?" Eu disse com uma risada.
"Eu só fiz questão de dizer a ela que continuasse a tomar o remédio e, quando ela estiver melhor, nós compraremos uma bicicleta para ela. E algumas outras coisas, mas isso é entre o meu anjo e eu." Ele piscou.
"Ela tem uma bicicleta, você sabe." Eu retorqui.
"E é um pedaço de merda. Ela quer uma roxa, então eu vou comprar uma fodida bicicleta roxa." Ele estalou.
"Oh, desculpe-me. Ela nunca reclamou sobre isso antes." Eu disse em um tom grave.
"Ela não tinha um papai antes, tinha? Agora ela tem e me pegou pelas bolas. Ela sabe o que está fazendo." Ele disse com uma risada.
"Não a mime, Edward, ela é uma menininha muito humilde. Eu quero mantê-la dessa maneira".
"Não me diga o que fazer, Isabella. Eu vou mimá-la se eu fodidamente quiser. Você já foi em frente e tomou uma porrada de decisões por mim com relação a ela e eu não estou pedindo a sua permissão para merda nenhuma, portanto, esqueça isso." Ele zombou.
"Recado dado, eu só não quero que ela fique toda mimada. Ela sempre teve coisas, não é como se ela tivesse sido privada." Eu disse defensivamente.
"Eu não disse isso, mas se ela quer uma bicicleta roxa, seu papai comprará uma bicicleta roxa, a porra da bicicleta mais roxa que eu encontrar, e se eu não encontrar, eu mandarei fazer. Muito tempo foi tirado de mim, Menininha, eu só quero que ela tenha o que ela quiser".
"Então, se ela pedir uma tenda de circo cheia de animais exóticos, você dará a ela?" Perguntei com uma sobrancelha levantada.
"Absolutamente que sim." Ele disse com um sorriso presunçoso.
"Você vai me deixar louca, você sabe disso." Eu respondi.
"Eu a amo. Eu só quero que ela seja feliz e saiba que eu faria qualquer coisa por ela. Eu tenho muito para compensar." Ele disse com tristeza.
Eu balancei a cabeça sabendo que era principalmente por minha culpa que ele tinha perdido essas coisas, e estabeleci a mim mesma que eu deveria deixá-lo ser pai. Se ele quer comprar arco-íris e elefantes roxos para ela, que assim seja.
Ficamos ali sentados em um silêncio desconfortável por um momento, eu simplesmente não sabia o que dizer. Tínhamos pedido desculpas repetidas vezes a noite toda, mas não estávamos chegando a lugar nenhum. Parecia que demoraria uma eternidade para passarmos desse ponto.
"Então, você vai me dizer o que você esteve fazendo todo esse tempo? Onde você esteve e quem diabos são essas pessoas com quem você está envolvida?" Ele perguntou antes de tomar um gole de cerveja.
"Uau. Sim, quero dizer, eu sei que devo isso a você. Mas você me deve muito também, Edward".
"Eu sei que devo. Imaginei que Alice tivesse explicado as coisas ontem. O que ela disse a você?"
"Não muito. Ela disse que a história deveria ser contada por você".
Ele assentiu e continuou. "Bem, eu acho que deveria começar pelo início. Eu voltei mais cedo para surpreendê-la. Eu atravessei o país para ficar com você e tinha a coisa toda planejada e, bem... não funcionou do jeito que eu esperava." Ele disse enquanto balançava sua cabeça e ria um pouco.
"Sim, conte-me sobre isso." Eu murmurei.
"Então, eu e Jasper fomos até Forks para ver você e Alice, e você não estava em casa. Você não atendia ao fodido telefone e eu não sabia onde você estava. Decidimos esperar por vocês, então nós paramos para comer no restaurante. Encontramos uma garota que Jasper tinha transado e ela nos disse que você e Alice haviam saído da cidade para ver seus namorados... e eu enlouqueci." Ele suspirou pesadamente.
"E não ocorreu a você que era você que eu veria? Como você pode ser tão estúpido! Por que você ouviu alguém que nem conhecia, em vez de esperar para falar comigo?" Perguntei seriamente.
Eu simplesmente não podia imaginar o que o faria pensar que eu o teria traído.
Ele balançou a cabeça outra vez, ainda olhando para a sua garrafa de cerveja. "Eu não sei por que eu escutei. Quero dizer, você não sabia que eu estava de volta ainda, então, por que você teria ido me ver? Nada daquilo fazia sentido. Dizer a você que eu sou um idiota parece que simplesmente não é suficiente. Mas eu era apenas isso, um idiota".
"Então, você decidiu me trair para depois o quê? Voltar para mim?"
"Eu não sei por que... eu estava simplesmente magoado." Ele disse suavemente.
"Então, você decidiu me machucar da pior maneira possível? Trair-me com o único ser humano na Terra que me tratou como uma merda completa durante toda a minha vida? Isso faz sentido." Eu disse sarcasticamente.
"Honestamente, eu não estava no meu perfeito juízo, menininha, eu estava realmente fodido. Jasper e eu ficamos muito bêbados e, no momento em que voltei para a casa de Emmett, eu estava completamente embriagado. Ela estava lá, e disposta. Eu não estou dando a você uma desculpa... isso é apenas o que aconteceu. Quando você entrou, eu estava me preparando para parar".
Eu dei uma risada enfurecida.
"Sério, Edward, essa é a coisa mais patética que eu já ouvi. Se você começou, você começou. Realmente importa quando parou? A boca suja dela estava em você... Eu ainda hoje não consigo expulsar da minha mente a visão daquele momento. Eu me senti como se alguém tivesse rasgado o meu coração e queimado. Eu nunca fiquei tão perturbada. Foi nojento." Eu cuspi.
"Você nunca saberá o quanto eu sinto por você ter visto aquilo. Eu não sei como fazer para consertar isso".
"Você não pode. Isso aconteceu e é problema meu lidar com o que eu sinto... não seu. Foi há muito tempo, Edward. Nós não podemos mudar isso".
"Você está certa. Eu não posso mudar isso, mas eu quero que você saiba que eu mudei muito desde então. Eu não sou o mesmo".
"Fico feliz, Edward. Eu não quero nada mais do que você sendo feliz." Eu disse aquilo mesmo que meu coração estivesse quebrando. Eu queria tanto perguntar sobre Rosalie, mas decidi deixar que ele mesmo me dissesse.
"Então, onde você estava?" Ele perguntou.
"Hum... Califórnia. Eu estava em São Francisco e conheci Victoria. Eu não sabia onde eu acabaria; eu sinceramente não tinha plano nenhum. Depois que encontrei Tanya e Rosálie, eu simplesmente sabia que não podia ficar. Então eu fugi. Eu não estava sequer pensando em desaparecer de vez, só queria fugir e limpar minha cabeça. Mas quanto mais tempo eu tinha para pensar, mais eu sentia como se simplesmente não tivesse mais lugar para mim em Forks. Então, depois de conhecer Vickie, ela se ofereceu para me levar com ela para Los Angeles, então eu fui. Kate era uma parteira e enfermeira e ela cuidou de mim enquanto eu estava grávida, e nós estivemos lá desde então".
Ele me deu um olhar duro e então levantou uma sobrancelha.
"Eu procurei por você em Los Angeles, Isabella, muitas vezes. Você não estava lá." Ele desafiou.
"Hum, sim, eu estava. Eu morava em Venice Beach, a dois quarteirões da praia, na verdade." Eu disse defensivamente.
"Então, por que nós não conseguimos encontrar você? Não havia registros de seguro social sendo usado, você nunca tentou fazer uma carteira de motorista, nenhum contrato de aluguel, NADA. Como diabos você conseguiu ficar invisível se você viveu em Los Angeles por quatro fodidos anos?" Ele disse, erguendo sua voz.
"Eu vivia com Garrett e sua esposa. Victoria, Carlie e eu vivíamos na casa dos fundos que ele construiu. Ele nunca me cobrou aluguel. Eu morava lá em troca de alguns serviços. Um amigo dele arranjou-m uma carteira de motorista falsa também, então eu não tive que solicitar uma." Eu admiti.
"O que diabos isso significa? Você trocou o que? Quem diabos é Garrett? Eu juro por Deus, menininha, eu fodidamente matarei meia dúzia se alguém tiver colocado a mão em você." Ele rosnou.
"Acalme-se! Você conheceu Garrett, ou, pelo menos, você já o viu antes. Acho que vocês não foram devidamente apresentados enquanto estavam batendo um no outro." Eu disse enquanto revirava meus olhos. "E eu troquei trabalho doméstico e cozinhava em troca do aluguel. Ele odiava a comida da ESPOSA dele, então eu cozinhava. Entre ele e Victoria, eu realmente não precisava de muito dinheiro. Comecei a trabalhar para a esposa dele, e o resto é história".
"Então, você não gosta dele? Daquele grande filho da puta tatuado do hospital?"
"NÃO! Oh, Deus, não!" Eu ri. "Ele é como Emmett para mim. Um irmão mais velho. Você não acabou de me ouvir dizer ESPOSA? Ele era casado." Eu disse, ainda rindo do pensamento de Edward achar que havia alguma coisa entre Garrett e eu.
"Então, por que Carlie o chama de POP?" Ele perguntou com raiva.
"Ele é como um avô adotivo para ela, ele cuidou muito bem dela, ajudou-me a cuidar dela e outras coisas. Ele é um cara bom." Eu disse com um sorriso.
"Isso quase me matou, você sabe. Ouvi-la chamá-lo assim. Eu pensei que vocês estavam juntos, e que Carlie achava que ele pai dela. Eu não gostei disso." Ele disse com um beicinho.
"Edward, eu disse a ela que seu pai morava longe, e que nós o visitaríamos algum dia. Eu disse a ela que ele tinha os olhos verdes como os dela, e que ele era muito inteligente, que é por que ela era tão inteligente. Eu nunca dei a ela qualquer falsa sensação de família".
"Por que diabos você fugiu assim, porém, Bella? Isso foi perigoso e totalmente egoísta pra caralho. Você poderia ter arrancado o meu pau, no estilo Lorena Bobbitt, e eu teria comprado a melhor faca Ginsu para você fazer isso, contanto que você tivesse ficado. Você machucou todos, não só a mim. Isso foi errado".
"Nem tudo é sobre você, Edward. Eu fui embora por MIM. Eu não poderia ficar em Forks. Toda vez que eu me virava, as fodidas Tanya e Rosalie estavam lá me provocando e me deixando miserável. Não havia nenhuma maneira que eu pudesse lidar com mais seis meses de assédio daquelas vacas. Eu só queria morrer. Eu costumava me sentir muito assim antes de você... e eu. Depois do que aconteceu entre você e Tanya, fugir era tudo no que eu podia pensar, queria apenas acabar com tudo aquilo. A única coisa que me impediu de engolir um frasco de pílulas para dormir foi o bebê. Eu tive que ir embora para a minha própria sanidade. Eu não estava bem." Eu disse, olhando para as minhas mãos entrelaçadas, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto e batendo em meus dedos.
"Jesus Cristo, Isabella. Eu não tinha ideia que era tão ruim assim. Sinto muito, eu sei que eu continuo dizendo isso, mas eu realmente sinto muito".
"Eu stou me sentindo muito cansada agora. Podemos apenas... eu não sei, conversar sobre tudo isso depois? Eu acho que tive o suficiente por um dia." Eu disse com uma fungada. Eu estava além das palavras agora. Eu precisava lidar com isso um dia de cada vez, e por hoje estava acabado.
"Eu entendo." Ele respirou fundo e parecia estar em profunda reflexão. "Então, você acha que há uma chance? Quero dizer, para nós?"
"Eu simplesmente não sei ainda. Carlie é o que importa agora".
Ele me olhou pensativamente e assentiu.
O resto da noite foi bem suave. Nós conversamos sobre Carlie, eu contei a ele mais sobre ela e seus interesses e gostos. Contei pequenas histórias sobre ela ao longo dos anos e falei sobre Kate, Victoria e Garrett. Eu poderia dizer que ele ainda tinha reservas sobre Garrett e Vickie, e fez vários comentários sobre eles. Eu só esperava que, eventualmente, ele apreciasse a ajuda que eles me deram e percebesse que eles só tinham a minha segurança em suas mentes.
Foi bom, normal, mesmo o tendo em casa conosco. Ele parecia confortável, e tão feliz com Carlie. Ela certamente o encantou. Eu fiquei aliviada porque as coisas poderiam ter seguido de uma ou de outra maneira hoje.
Eu ainda estava preocupada com o fato de que ele estava hesitante em falar sobre o que ele esteve fazendo enquanto estávamos separados. Eu senti como se tivesse sido aberta e honesta e ele ainda estivesse escondendo alguma coisa. Isso me assustou.
Tinha ficado tarde, e eu poderia dizer que ele estava muito hesitante em ir embora. Tanto quanto eu queria que ele ficasse, era errado. Nós precisávamos trabalhar com passos de bebê, e seu relacionamento com Carlie era muito mais importante do que a minha satisfação sexual. Quero dizer, merda, eu tinha ficado sem isso todos esses anos, um pouco mais não me mataria. Pelo menos eu esperava.
Nós conversamos sobre os meus planos para encontrar com a família na próxima semana. Eu ainda estava nervosa sobre ir, apenas pensar em voltar para Forks trouxe tantas lembranças. Eu sabia que seria bom para Carlie, porém, após a recepção que ela deu a Edward e Alice e Emmett, os avós deveriam ser moleza.
Eu estava com muito medo de enfrentar Esme. Por um lado eu não podia esperar para abraçá-la e ver o olhar no seu rosto quando ela visse Carlie. Eu sabia que ela absolutamente derreteria. Mas, por outro lado, eu sabia que ela me daria uma bronca. Eu sabia que merecia e eu estava pronta, mas, puta merda, eu estava com medo. Eu estava com medo de ver a decepção em seu rosto; eu não queria que ela pensasse que eu não achava que poderia dizer a ela o que estava acontecendo, porque não era nada disso. Foi o medo e a ignorância que fizeram eu me afastar.
Alguém viva aí do outro lado? *-* Teremos muitos e muitos momentos de fofura entre pai e filha adiante...
Esme vem aí - corre Bella! Brincadeira. Corre não senão as minhas leitoras irão atrás de você! kkkk
Bella falou com Charlie - confesso que eu achei que seria mais tensa essa primeira conversa... as coisas mudaram em Forks... hum...
Agora a novidade: A minha Beta - Ju Martinhão agora é minha parceira de tradução também aqui. Isso significa que se conseguirmos adiantar alguns capítulos poderemos ter Carlie duas vezes por semana. Quem quer? ^^
Beijo,
Nai.
