Disclaimer: Naruto não me pertence.
Areia
"Corra criança. Siga os rastros de sua esposa e a leve para casa. Protege-a de todo mal. Não a deixe sozinha. Não a deixe sozinha. Não a deixe sozinha. Não a deixe sozinha.
Não
a
deixe
sozinha."
A voz de Shukaku sibilava em sua mente constantemente. Cada palavra ecoava em seus ouvidos como um trovão e por um momento temeu que os outros ouvissem a voz assustadora do monstro. Mas ninguém pode ouvi-lo. Shukaku está preso em seu corpo e se manifesta apenas em sua mente quando está acordado.
Sem reparar muito no caminho, esbarrou em alguns de seus subordinados enquanto corria em direção à saída da base militar. Sentia os punhos tremerem tamanha era força na qual os apertava e sabia que seu maxilar estava travado, que seu rosto estava fechado numa carranca irritada e preocupada.
Podia ouvir Matsuri gritar enquanto tentava segui-lo. Ofensa após ofensa sobre Hinata sendo cuspidas para afetá-lo, para fazê-lo vacilar, mas ignorou-a. Hinata estava em perigo e ele sabia. Ela era mais importante. Essa sensação de que algo ruim estava ocorrendo só o agitava mais, só o fazia temer pela segurança da esposa.
Podia sentir a agitação de Shukaku misturar-se a sua.
Em um piscar de olhos percebeu que corria pela estrada principal. Seus olhos vasculhando a multidão em busca dos véus de Hinata na imensidão de véus negros e marrons. Seus pés levantavam a areia quente que cobria as ruas enquanto ele se movia. Podia sentir sua armadura pesada e grossa retardando seus movimentos e desejou estar sem ela para mover-se mais livremente, mais velozmente.
Percebeu que o tecido bege com detalhes dourados que utilizava cobrindo a cabeça para proteger sua pele do sol intenso começava a desmanchar-se. Percebeu que a areia começava a retardar ainda mais seus movimentos. Percebeu que estava assustando o povo que prometera proteger ao correr de tal forma. Porém não havia como evitar. Seus sentidos gritavam e o monstro dentro de si se agarrava na gaiola na qual estava preso e tentava arrebentar a saída.
Ele só queria ter certeza de que ela chegara ao castelo em segurança, entretanto seus instintos diziam que ela não estava lá, que algo havia atacado-a no meio do caminho.
Ele só queria ter um motivo para se acalmar e respirar aliviado, contudo algo em si se revirava e dizia que ainda era cedo para a calmaria.
Ele só queria o toque dela. Um mísero toque acompanhado do sorriso calmo que ela reservava apenas para os olhos dele.
Será que é pedir muito viver em paz e em calma ao lado de Hinata?, perguntou-se irritado.
Virou algumas ruas ainda seguindo pela avenida principal que ligava os arredores da base militar e o castelo e sentiu seu coração parar ao virar outra esquina. Algumas pessoas se moviam assustadas pelos corpos inertes no chão tentando socorre-los, havia caos e medo de uma ponta a outra.
- O que houve aqui? - perguntou baixinho para si mesmo e uma mulher que carregava uma criança inconsciente suspirou triste.
- Apenas vimos um clarão. Era como um raio e tudo se iluminou. Minha filha tinha corrido para esse lado e foi atingida. Eu estava do outro lado da esquina e apenas vi a luz. - ela respondeu enquanto aninhava a filha inerte nos braços.
Gaara deu alguns passos e escaniou os corpos caídos e as pessoas que lentamente se aproximavam e tentavam ajudar em uma busca silenciosa por Hinata. Foi quando algo brilhante chamou sua atenção e ele se aproximou. Pânico o engolfou ao ver Daisuke caído inerte entre os civis, com olhos vazios fixos no nada e um filete de sangue ainda quente escorrendo para sua armadura de metal.
Se ele estava ali, onde estava Hinata?, se perguntou enquanto recuava um passo. Um tecido fino e peculiar preso numa caixa de madeira caída com tamaras esparramadas o fez afogar um gemido assustado. Uma mancha de sangue marcava o véu que ele mesmo havia mandado fazer para a esposa no mês anterior para que ela usasse na festa de aniversário de um dos anciãos.
Foi até o véu e o puxou da caixa, rasgando-o na ponta no processo. Fitou o tecido e caiu de joelhos. Trincou os dentes e cheirou o aroma leve e ainda presente de lavanda no véu. Seus olhos ficaram borrados e um rugido feroz brotou de seus lábios. O sono avançava rapidamente sobre sua consciência numa guerra marcada para que ganhasse e ele se viu oscilando um pouco. Um novo rugido escapou de si, brotando do fundo de sua garganta e avançando para o exterior em puro instinto anunciando a entrega dele para o mar imprevisível do mundo dos sonhos.
O último som que ouviu foi o grito de pavor das pessoas ao seu redor mistarado ao rugido insandecido característico do ser que o habitava.
O rugido de Shukaku.
Ela podia ver alguém. Era um borrão indiscernível que se movia com fluidez na água. As vestes dela se estendiam até o ponto em que Hinata não sabia onde terminavam ou começavam, desafiando a física. A face da estranha não passava de uma imagem embaçada e ainda sim ela tinha certeza que a outra era extremamente bela.
Afogou um suspiro de encando envolvida pela aura estonteante da estranha e tentou se aproximar meio desajeitada. Percebeu que seu próprio corpo estava coberto por um manto que se estendia para todos os lados tendo fim pouco depois dos seus pés e ainda assim continuando para além do que seus olhos podiam ver, mas sentia-se nua enquanto envolta pelo manto e não sabia exatamente o modo no qual devia se mover. Fitou confusa as proprias mãos e depois olhou ao redor. Seus olhos beberam de leves tons de azul claro turvos numa bela mistura.
- Ainda estamos na água se é isso que está se perguntando. - a desconhecida disse com uma voz suave.
- E-Então... ? - ela afogou o resto das palavras e pôde sentir a outra sorrir diante de sua visivel confusão por mais que não pudesse vê-la.
- Anjos não morrem, mas podem entrar num estado de... hibernação? Ou algo do gênero, entende? Então quando você entra em desequilíbrio você foge para cá. É quase um mundo paralelo dentro da realidade.
- Estamos na minha mente? - questionou hesitante. Não se lembrava de entrar num estado igual a esse antes. Geralmente escapava da realidade e seguia para outra realidade, mas nada como esse lugar. Como esse limbo azulado.
- Hai.
Hinata suspirou e resistiu à urgência de corar. Ainda um pouco confusa ela desviou o olhar e murmurou uma nova pergunta.
- S-se essa é a m-minha mente, então quem é você?
A mulher riu.
- Essa é uma ótima pergunta, porém não posso responde-la.
Hinata fitou a mulher ainda com o olhar confuso de uma criança perdida num local conhecido. Tentou regular sua respiração e permaneceu em silêncio por um tempo.
- Sabe porque pedi pra você vir para cá? - a estranha disse cortanfo o silêncio.
Hinata podia apostar que a outra estava mirando um ponto fixo com um olhar vago e testa franzida em reflexão antes de se virar para fixar sua atenção sobre ela novamente. Remexeu-se desconfortável e buscou não morder os lábios por instinto.
- Não. -a resposta era curta, simples e sincera. Ela não sentia a necessidade de mentir para aquela estranha.
- Você desenvolveu uma mania peculiar de fugir da realidade quando tudo parece que vai desmoronar. Em alguns momentos era uma decisão sábia e saudável a se fazer, mas infelizmente, conforme você envelhece e amadurece seus poderes se fortalecem. Seu refúgio no início era tão próximo a um sonho que não existia perigo real nele. - a desconhecida suspirou como se pensasse numa forma melhor de explicar tudo. - Mas agora você está perigosamente longe da parcela de sangue humano que herdou e próxima ao divino. A qualquer hora sua fuga vai te levar a morte.
A , agora, Sabaku franziu o nariz. Seus sentidos vagaram pelos seus arredores enquanto ela bebia num poço de lembranças. Cada fuga estava profundamente gravada em sua memória e ela não conseguia se sentir culpada por fazê-lo tantas vezes. Alguns diriam que ela crescera como uma covarde, fugindo para o isolamento de sua própria mente todas as vezes que temia perder o controle. Toda vez que pensava que ia perder para o mal que a cercava. Inúmeras vezes se imaginou enfrentando seus inimigos invisíveis e desejou ser forte e corajosa como Uzumaki Naruto, mas sabia que o abismo entre ambos era enorme. Sabia que nascera uma frágil covarde isolada dentro da nobreza enquanto ele nascera forte, poderoso e decidido em meio às ruas de Konohagakure. Sabia que havia nascido um pássaro de asas falhas em um belo e frio cativeiro esperando o momento que seria sacrificada enquanto ele nascera frágil como um filhote de onça na floresta e cresceu para se tornar fatal.
Havia um abismo entre ela e a coragem e, entre todos os fatos que tinha certeza, sabia ser extremamente autoconsciente. Conhecia seus defeitos como uma cigana conhece as linhas da mão, afinal anos e anos ouvindo as pesdoas recitarem seus pontos fracos em vozes banhadas de escárnio a treinaram bem. Anos e anos ouvindo sobre seus defeitos a fizeram decora-los e poder recita-los sem que doesse tanto quanto antes.
- Morrer?
A palavra correu, se contorceu, dançou e gritou dentro de sua mente. Por um momento cogitou essa possibilidade. Seria interessante poder morrer. Seria interessante escapar de todas essas dores e sentimentos autoconscientes de falha e repulsa. Havia falhado com sua família original e agora havia falhado com Gaara e sua nova família.
- Parece tentador, não parece? - a voz da mulher a atraiu novamente. - A possibilidade de morrer.
- H-hai.
Ela podia sentir que o sorriso da outra era triste e compreensivo. Sentia isso em cada centímetro quadrado de pele que a cobria.
- Sinto muito.
- Ahn?
- Você pensa que vai ter paz se morrer. Mas a realidade é absurdamente diferente - um suspiro e um estalar de língua -. Se você morrer a essa altura do campeonato, seremos derrotadas. Pereremos nossa principal luta. Nossa causa. Nosso nindo. Tudo porque o medo é traiçoeiro.
- E-eu não entendo ...
- Quando alguém como você morre, seu corpo continua vivo e sua mente fica suspensa. Você perde o poder de fazer decisões, mas continua a viver neste mundo. O que ocorre é uma inversao de quem está no controle. Seu lado ruim vai assumir e você não vai poder dete-lo, pois quem entregou o jogo foi você.
- O q-que..?
- Anjos não morrem, Hinata-san, eles caem. Eles perdem a luz que os rege.
Hinata recuou um passo. Algo naquelas palavras fizeram uma psrte de si estalar. Sentiu seus olhos arderem com lágrimas e seu corpo fraquejar. Tudo ao seu redor vagou entre o nítido e o borrão. Seu corpo tremia e sua respiração acelerou. Havia verdade naquelas palavras. Uma verdade tão crua e forte que a fazia cambalear.
- E-EU NÃO S-SOU UM A-ANJO!- gritou em desespero. Seu rosto se contorcia numa careta confusa e apavorada. - N-NÃO SOU! N-NÃO SOU! N-ÃO S-SOU! N-NÃO S-OU!
Apertou suas mãos em punhos e cravou suas unhas nas palmas pálidas e suaves.
- Anjos não ferem. Anjos não destroem. Anjos não fazem o que fiz... Eles não matam pessoas inocentes. E eu... Eu matei aquelas pessoas, matei o povo que Gaara dedica cada dia da vida dele a proteger. - agora ela sussurrava mais para si que para a outra. Sua voz caindo de nota a cada nova palavra na fala.
- E você quer abandonar tudo por algo que pensa que fez? Não quer voltar porque acredita que se tornou um monstro? Vai deixa-los esperando porque te falta fé?
Hinata ergueu o rosto e logo desviou o olhar. Suas bochechas ardiam de vergonha ao mais uma vez se lembrar do quão covarde se tornara ao se ver de frente para essa estranha. Mais uma vez preferia se esconder e fugir do que enfrentar a besteiras que fazia. Concertar os erros que cometera.
- Eu vi o que fiz... Gaara nunca vai me perdoar por ter feito aquilo. Por ter perdido o controle. - suspirou triste. - E não há ninguém la fora me esperando. Não existe ninguém torcendo por mim.
- Não existe? Tem certeza? Desde quando Neji deixou de ser alguém? Ou Kankuro e Temari? Talvez todas as cozinheiras e serviçais do castelo que adoram sua companhia? Quando aquela novinha moça de cabelos loiros como estrelas e pele queimada chamada Mari e a senhora de idade negra chamada Yoko que vendem doces no caminho para o trabalho de Gaara também deixaram de ser alguém?
Hinata ficou em silêncio. O peso da vergonha cercando-a.
- E o mais importante entre todas essas pessoas, Gaara. Você acha que ele não está te esperando?
Hinata desejou poder responder que sim sem titubear. Realmente desejou. Mas duvidava seriamente que Gaara permitiria que ela escapasse desse episódio sem ser julgada e presa. Talvez morta. Conhecia o marido bem o suficiente para saber que ele possuía uma mão de ferro inigualável quando o assunto era fazer justiça.
- A essa hora, Gaara já encontrou os corpos e está jurando minha morte. - comentou de forma mórbida com os olhos perdidos.
A outra mulher riu.
- Você tem que estar brincando comigo! Entre todos, você acha que ele é o último a desejar seu retorno? Céus, ele te prometeu! Ele prometeu que mesmo se tudo desse errado ele não desistiria de você!Como pôde esquecer?
Ela voltou a fitar a estranha ( que não lhe parecia tão estranha assim) e percebeu que o que a outra falava era verdade, que
( ele havia prometido que não a abandonaria na noite que decidira que já era hora de consumar o casamento. O Conselho o perseguia fazendo perguntas indiscretas sobre futuras crianças Sabaku e exigindo que ele fecundasse a morena o quanto antes para saber se ela era estéril o quanto antes e poderem conseguir concubinas para a geração de herdeiros. Encontrara-a na biblioteca que mostrara a ela logo no primeiro mês de casados. Era a antiga biblioteca de sua falecida mãe e Hinata pegara apreço pelos livros da antiga matriarca Sabaku. Com conversas leves ele a guiou para fora daquele local e para dentro do quarto que pertencia a ambos.
Hinata se sentia um pouco cansada depois de nadar nas letras e enredos de tantos livros, mas ainda assim se mostrava disposta o suficiente para ouvir o marido narrar o desenrolar de seu dia nas F.A.. O robe dela estava frouxo ao redor de seus ombros e sua camisola arrastava no piso de mármore conforme ela andava. Sorrira convidativa para o marido procurando se mostrar aberta para o monólogo que se seguiria e se surpreendeu ao perceber que ao invés de começar a contar sobre seu dia, ele a abraçou.
- Eu não sei fazer isso muito bem... - ele comentou num tom entre o seco e o divertido e ela não pôde evitar sorrir-lhe.
As mãos frias dele vagaram por ela famintas, sentindo e absorvendo cada detalhe. O olhar dele analisava cada expressão dela e tentava grava-las em sua memória. De forma lenta ele começou a distribuir beijos leves e suaves pelas bochechas rubras dela e seguiu em direção aos lábios. Sentiu que ela se derretia contra si quando, ainda meio hesitante e inseguro ele deixou seus instintos o guiarem um pouco e permitiu que sua língua dançasse com a dela enquanto seus dedos ágeis desfaziam o nó do robe.
As roupas foram caindo num farfalhar quase inexistente de tão silenciosos. Os movimentos do casal eram lentos e intensos, porém hesitantes e confusos. Ambos ignoraram sua inexperiência em favor do conforto de ter o toque do outro.
Quando ele deslizou para dentro dela sentiu que explodiria e ao mesmo tempo se sentiu um lixo. Lágrimas brotaram dos cantos dos olhos dela e ele podia sentia o odor de sangue fresco. Quis se retirar, recuar e se desculpar, mas Shukaku ordenou que se mantesse imóvel e ele obedeceu. Observou curioso a forma que aos poucos ela relaxava sob si, sempre tendo o cuidado ds não executar movimentos bruscos ou toca-lo sem permissão. Quando enfim pôde se mover sentia seu corpo explodir em sensações distintas, mas toda sua concentração estava fixa na pequena mulher repleta de curvas que o fitava com olhos claros entrecerrados, lábios entreabertos e respiração acelerada. Bebia com fervor a beleza dela enquanto segurava firme as mãos dela ao lado da cabeça feminina repleta de fios azulados que lhe faziam cócegas quando um movimento particularmente brusco fazia que suas mãos entrelaçadas deslizassem pelos lençóis enquanto busta se projetava na direção dele e balançava suavemente hipnotizando-o.
Estar dentro dela o fazia tremer de felicidade e temer feri-la mais do que todas as outras vezes. Estar com ele dentro de si, tornando-se um com ela a fazia se sentir como se tudo no mundo estivesse mais certo do que nunca. Estarem conectados de tal forma fazia que ambos se sentissem completos.
Então quando ele sentiu que havia chegado ao ápice rugiu o nome dela e deixou que cada sílaba daquele nome afundasse dentro de si. Fitara confuso e alegre a mulher corada abaixo de si e entendera o porque dela ter repetido o nome dele em notas crescentes enquanto se contorcia sob o abraço dele antes de se apertar ao refor do ruivo. Assistindo um sorriso tímido e feliz se formar nos lábios dela, ele percebeu que não podia terminar essa noite com uma promessa de amor eterno, mas que algo devia ser feito. Sentia que uma promessa devia nascer naquele momento.
- Não importa o quão difícil tudo se torne para nós dois. Não importa o quão difícil seja perdoar um erro terrível seu ou o quão difícil seja para mim acreditar em você quando tudo apontar o contrário, eu prometo nunca te abandonar. Prometo nunca desistir de nós dois.
Hinata sorrira em resposta e vagarosa o abraçou. Seu rosto ainda corado e coração acelerado enquanto deixava algumas lágrimas de emoção fugirem dos seus canais lacrimais.
- Então não permita que eu me afaste. - sussurrou. - Não permita que eu parta. Faça isso e te dou meu coração. Faça isso e serei fiel a você ainda que a minha única opção se torne não o ser )
promessas haviam sido feitas e deviam ser honradas. Que ela não podia ir contra seu nindo. Não podia quebrar uma promessa.
Ao menos uma vez não se afundaria numa poça de autopiedade e medo dos 'e se'. Ao menos uma vez seria forte e enfrentaria o que viesse. Resoluta, Hinata fitou a estranha e sorriu.
- Obrigada.
A outra pareceu sorrir.
- Volte para ele.
Hey, demorei mas postei. Espero que gostem.
BarbaraGava, obrigada por ampliar meu vocabulário pra poder ofender os outros. Geralmente xingo chamando de caninana, vaca africana, catitu, shi tzu, chiaua, poodle pobre, carcarâ, lhama, lagartixa de estimação, lêmure ou até mesmo de gremilim ou marmota hahahaha. Minha revolta é baseada em animais. Nada de ficar videnciando ( nem sei se a palavra existe, acho que é um neologismo) minhas fanfics, ok? Sobre seu chute, vou deixa-la descobrir com os outros. Menina com olhos que visam sangue, agkra descobri porque você gosta das minhas fanfics, você gosta de ver meio mundo morrer. O Shukaku e Gaara já entraram em ação e ambos buscando ela ao mesmo tempo ficou uma cena muito diva pra escrever. Vou sair concertando os português deoois porque agora que não escrevo mais bo word antes de passar pra cá, faço pelo celular, o corretor deixa muita coisa passar batida. Eu fui bem nas provas uhuuuuul! Só fiquei de recuperação em física química e matemática *-* Beijos!
TiaLua , gostou? Gostou? É o Apocalipse! Gaa-kun está ao caminho para resgatar sua linda e morena princesa!
