Disclaimer: Naruto não me pertence.

Areia

Gaara parou à frente de seus soldados e esperou. Observou o inimigo invadindo pela única entrada por um momento e ergueu a mão. Observou os cavalos e os homens com equipamentos mais pesados e complexos se aproximarem do portão e cerrou o punho. Em um segundo milhares de flechas caíram naquela direção como chuva. Algumas estavam pegando fogo, outras carregavam sacos com pólvora, explosivos pequenos e ácidos. Logo o caos se instaurou.

O inimigo virou cinzas em alguns pontos ou se jogou no chão e começou a gritar porque um líquido, um gás ou um gel o atingiu em cheio, apenas para serem assassinados pelos atirados de elite escondidos em prédios e telhados Pouco depois da altura do portão linhas banhadas com veneno formavam teias de aranha e matam quem as ousasse tocar. Logo depois dessas linhas vinham novas linhas, muito mais finas e difíceis de se enxergar, todas banhadas com cerol e outras substancias mutilando quem ousasse correr na direção delas. Não muito depois, para deter os que haviam entrado na vila antes das linhas serem erguidas e das Forças Armadas iniciarem o contra-ataque, um batalhão inteiro posicionado em uma semicircunferência de mais de 400 homens alinhados em três fileiras os esperava. A fileira da frente se mantinha deitadas e rente ao chão, suas armas mirando tudo a sua frente; a segunda estava ajoelhada e mirava no céu, derrubando ou explodindo qualquer ameaça que fosse arremessada rumo ao centro de Suna; a terceira se mantinha em pé e os soldados estavam revezados, um mirando para cada lado.

Cada movimento das mãos de Gaara moviam um dos três batalhões que compunham as linhas de ataque e ele sabia que seu trabalho e o trabalho dos homens de seus batalhões sozinhos não bastavam para impedir a invasão. Estava preocupado com as atividades mais próximas ao centro de Suna e quase pediu para seus subordinados recuarem um pouco para protegerem o coração da cidade.

Foi quando ele viu.

Um raio subiu aos céus na praça que era o campo do batalhão recém criado e liderado por sorriso se espalhou por sua face quando o raio criou tentáculos e começou a chicotear tudo ao seu redor numa velocidade absurda. A luz cessou por cinco segundos e então voltou com uma força ainda maior.

O rugido ensurdecedor de milhares de trovões fez a areia de toda a cidade chacoalhar.

- Senhor?

Gaara olhou para o subcomandante e ordenou que ele tomasse as rédeas dos ataques aéreos. Então desceu a Muralha com toda a velocidade que pôde reunir e gargalhou quando seus pés tocaram a areia e ela saltou para envolve-lo.

- Shukaku. – Gaara murmurou em reconhecimento.

- Criança. – saudou o demônio antes de assumir o controle do corpo do ruivo.

- Por Sunagakure! – urraram os soldados.

- Por Hinata! – rosnou o Ichibi para si mesmo antes de atacar.

O sol foi ofuscado pela chuva de raios constante e uma nuvem negra de fumaça se formou ao redor do ponto mais alto que os raios alcançavam formando uma espiral semelhante a de um furacão. Os estrondos de explosões corriam por cada viela. Haviam gritos, urros, brados, lágrimas e sangue em cada esquina. A areia agora também lutava, sugando o inimigo para dentro de si ou atingindo-o com densas lanças que ela formava no ar e desfazia quando se banhava no sangue do assassinado em nome do seu mestre.

A areia dançava a dança da morte e se recusava a parar.

Assim as horas se passaram. O minutos gotejaram no tempo. O sol cedeu seu lugar à lua.

Os civis que haviam sobrevivido ao ataque inicial haviam sido escoados para bunkers no subsolo entre os sete oásis. Eram formigas escondidas no formigueiro durante uma chuva (de sangue). Os soldados matavam e contabilizavam os danos sofridos e infligidos. E haviam os sinos também. Depois do anuncio do ataque, que durou meia hora, eles passaram a soar a cada uma hora badalando apenas única vez a cada hora. O que era reconfortante para os moradores, pois uma badalava anunciava que Suna estava em vantagem; duas, o inimigo estava em vantagem; três, alguém de alta patente havia caído e consequentemente seu batalhão iria colapsar a qualquer momento; quatro, a queda do Comandante Geral das F.A, Gaara; e cinco, o Kazkage fora destruído.

Pela contagem de badaladas já haviam se passado dez horas desde o início do ataque. Os invasores haviam reduzido consideravelmente e duas horas antes as tropas inimigas pararam de chegar.

Ichibi estava tão preocupado em dilacerar seu inimigo que não percebeu quando a chuva de raios cessou. Os outros soldados, generais, tenentes, comandantes, estavam tão preocupados em defender Suna e se protegerem que também não perceberam. Mas no topo de uma das torres do castelo, na famosa torre do Kazekage, um homem reparou.

Kankuro estava trabalhando loucamente tentando comandar seu povo durante o ataque. Suas responsabilidades sugavam o máximo de si em um momento tão delicado. As quatros primeiras horas foram caóticas, mas por volta da passagem da quinta para sexta hora tudo estava sob controle. Foi então que resolvera trabalhar na contagem de mortos e no reconhecimento de quais batalhões possuíam déficits e outros problemas durante a batalha.

A primeira linha ofensiva, sob comando de Gaara/Shukaku era composta por três batalhões, sendo um só a Força Aérea, outro só o Exército e o terceiro um misto das duas forças. Entre todas as linhas de combate essa era a que possuía o menor número de baixa e que havia causado o maior número de estragos no armamento inimigo e baixas neles. As duas linhas de retaguarda que se seguiam possuíam uma baixa moderada, sendo a mais agressiva liderada por Temari e a mais defensiva lidera por um homem implacável no exército de nome Akasuna no Sasori. A terceira linha, a defensiva, era composta de outros dois pelotões: mais próximos à Segunda Linha estavam dois batalhões sob o comando de um senhor da guerra chamado Seiji e protegendo o coração da Vila estava novíssimo pelotão de Hinata.

Como a chuva de raios era a prova de que os civis e os nobres estavam seguros e que não havia grande ameaça a eles, a parada súbita não seguida por uma nova onda era motivo de alerta. Kankuro estava preocupado com esse batalhão desde a oitava hora seguida de conflito. Ele sabia que Hinata não havia crescido entre soldados, que o treinamento dela para situações de emergência se restringiam a quatro meses e que uma hora ela iria se cansar. E quando ela se cansasse...

O que iria acontecer?, era a pergunta que o atormentava. Foi por isso que determinou que de cinco em cinco minutos deixaria as papeladas para assisti-la.

A resposta veio mais cedo do que ele se permitia imaginar. Da janela de seu escritório ele viu a luz intensa se tornar apenas um fio iluminado e desaparecer. Dali ele podia enxerga-la e vigiar sua postura. Era impossível não reconhece-la. A garota brilhava como um farol e coordenava onde cada tentáculo ia atacar com movimentos semelhantes a uma dança. De inicio havia se assustado em ve-la brilhar tanto, temera uma repetição do incidente, mas foi então que percebeu que era uma repetição em grande escala que Gaara e a pequena Shizue haviam a treinado para executar.

Para um mero humano como ele, pessoas como ela e seu irmão eram extraordinárias e seu valor em batalhas era imensurável. Foi seu medo e encantamento que o fizeram observa-la no momento que ela caiu. Quando a pele dela parou de reluzir e deu lugar ao brilho de um humano qualquer.

Tudo se passou num borrão. Ele sabia que havia gritado para que chamassem Baki e ordenou que badalassem o sino três vezes. Repetia como um mantra que Gaara, ou o Ichibi - seja lá quem estivesse no controle no momento – olhasse para trás e fosse ajuda-la. A bile tentava escapar por sua boca enquanto um único pensamento se repetia inúmeras vezes:

Hinata caiu.

Hinata caiu.

Hinata caiu.

E agora?

O súbito conhecimento das consequências da queda dela o fizeram tremer. Como seu irmão reagiria à queda da esposa? Como protegeriam o coração de Suna sem ela? Como garantiriam o futuro de Suna sem ela ao lado de Gaara?

Em um minuto ela estava caída no centro da praça, seus homens correndo para auxilia-la, no próximo uma nuvem de poeira nublou tudo. Então ele quis gritar em desespero. Ela havia desaparecido e os soldados que haviam corrido em seu socorro estavam todo espalhados pela areia com o corpo separado de suas cabeças.

Hinata, o Anjo de Sunagakure no Sato, havia desaparecido.

- Senhor?

- OS SINOS! OS SINOS! TRÊS VEZES! OS SINOS! – berrou em pânico.

- Já badalamos, Senhor. Já o fizemos. Quem... ?

- Hinata... – Kankuro falou num sussurro com o rosto retorcido em angustia. Virou-se para Baki e deixou uma lágrima escapar. – Hinata se foi.


E a Guerra oficialmente tem início! UHUUUUUL

BarbaraGava, pra dar um charme a mais pros próximos capítulos tem que parar no clímax. Gosto de ver bebes nascendo, é legal. Se é que me entende mwahhahahahahah. Acho que meus planos envolvem engravidar no ano novo, pra nascer virginiano, ou engravidar em novembro que é pra nascer canceriano. Mas se engravidar no carnaval e nascer escorpião ta de buenas. Hahaha. Acho que seu tiver que ler livros antes de parir, vou devorar livros sobre a história do mundo, sobre geopolítica, antropologia, filosofia e etc. pro meu filho já nascer sabendo fazer miçangas e vender arte na praia. Não sei o que farei com um filho de exatas. Preciso de um marido de exatas '-' Merda.

Ououououou eu quero ler eles! Vai que me dá umas ideias?

Ela já ta morta. Fritinha. Já era. Usou poder em excesso.

PSYCHO KILLER I HAVE TO SAY NANANANANANANANANAANNANAANANA

Kakashi é um marmanjo divino! Ele é o coroa sexy que todas amam. Só que mais bonito que o George Clooney. Muito mais. E mais novo também. Já tenho uma conta no spirit '-' e vc é minha friend lá hehehe ta doida a menina. Aaaaah, eu quero harém! É muito impossível, mas é legal de ver. Até!