Personagens de Stephenie Meyer. História de Tessa Dare.
CAPÍTULO SEIS
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"Diabos, você compreende tudo o que está sacrificando no momento em que partir comigo?"
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Ele não virá.
Isabella virou o rosto na direção do castelo. Então ela consultou seu relógio pela quarta vez em quatro segundos. Dois... não, três minutos depois das seis. Ele não vai aparecer. Isabella nunca deveria ter sonhado o contrário.
Ela devia saber que ele a decepcionaria.
O chão tremeu debaixo dela. Um estrondo de cascos chegou até Isabella. Lá vinha a carruagem. E passaria por ela. Deixando-a abandonada na lateral da estrada – uma garota desajeitada e tola, vestida para ir a lugar nenhum. Sem esperança. Ela ficou olhando para a estrada, esperando a sombra escura da carruagem aparecer no alto da colina distante. Tão estranho... O tropel dos cascos ficava cada vez mais alto, mas a carruagem não aparecia. A essa altura, ela já podia sentir o estrondo do solo nos ossos da perna. Ainda assim, nada de carruagem. Ela se virou, confusa e agitada. E lá estava ele. Lorde Cullen. Edward...
Aproximando-se dela a cavalo, rompendo a névoa da madrugada. O vento agitando seu cabelo selvagem. Aquela visão parecia tirada de um conto de fadas.
Ah, ele não vinha cavalgando um garanhão branco, mas um cavalo castrado baio. E ele não envergava uma armadura brilhante, nem vestes régias, mas um casaco azul simples, bem cortado, e calças de montaria de camurça. Não importava. Ainda assim ele a deixou sem fôlego. Quando desmontou do cavalo, Edward estava magnífico. Resplandecente. Sem dúvida, era o homem mais lindo que Isabella tinha visto. Mas então ele falou.
- Isto é um erro.
Ela piscou, o encanto se desfazendo.
- Um erro?
- Sim. Eu devia ter dito isso ontem, mas antes tarde do que nunca. Esta viagem seria um erro de proporções catastróficas. Não pode acontecer.
- Mas... - Olhando ao redor, ela percebeu que ele não trazia bagagem. Nenhuma valise. Nenhum tipo de mala. Seu coração afundou no peito. - Ontem, na caverna. Edward, você prometeu!
- Eu disse que estaria aqui às seis. Não prometi que partiria com você.
Isabella cambaleou. Magoada e entorpecida, ela sentou na borda de seu maior baú. Ele examinou a bagagem dela.
- Bom Deus. Como você fez para trazer até aqui, sozinha, três baús?
- Eu fiz três viagens. - disse ela, desanimada. Três viagens difíceis, no frio, através da neblina. Por nada.
- Três baús! - repetiu ele. - O que pode haver neles?
- Por que você quer saber? Você acabou de dizer que não vai mais.
Ele se agachou na frente dela, de modo que seus olhos se encontraram. O verde encontrando o chocolate derretido.
- Escute, Isadora. Isso é para o seu próprio bem. Alguém reparou que nós sumimos ontem? Alguém viu nosso beijo na noite passada?
Ela negou com a cabeça.
- Não.
Ninguém pareceu suspeitar de nada. O que deveria ter feito com que ela se sentisse melhor, mas de alguma forma aquilo era ainda mais humilhante.
- Então, até aqui, você está salva. E você tem muito a perder com essa viagem. Não apenas a sua reputação, mas a sua segurança, sua felicidade... E tudo isso pode ser em vão. - Ele ergueu o queixo dela.
Isabella o encarou. Os olhos de Edward estavam vermelhos e cansados. Pequenas rugas vincavam o espaço entre suas sobrancelhas. Ele não havia se barbeado. À distância, ele parecia lindo e impetuoso, mas de perto...
- Meu Deus. Você está horrível.
Ele passou a mão pelo rosto.
- Bem, sim. Minha noite não foi boa.
- Não conseguiu dormir?
- Na verdade, eu tentei dormir. E esse é o problema. Eu já devia saber, a esta altura, que isso nunca acaba bem.
Lá vinha novamente, a onda de compaixão tomando conta do seu peito. Ela queria tocar no cabelo dele, mas se contentou em puxar uma rebarba da manga do casaco de Edward.
- Mais uma razão para você querer vir comigo. - Ela tentou fazer com que aquela parecesse a única solução óbvia e lógica, embora Isabella soubesse que não era. - Antes que essas duas semanas acabem, você pode ter dinheiro suficiente para voltar para Londres e viver como quiser.
Ele balançou a cabeça.
- Não sei como dizer isto gentilmente, então vou falar da forma que sei: Esqueça de mim. Não se preocupe com sua irmã. Para o diabo com os quinhentos guinéus. Pense em si mesma. Você está apostando sua reputação, sua harmonia familiar, todo seu futuro, em um buraco esquisito no chão. Eu sou um jogador, querida. Eu sei reconhecer uma má aposta quando vejo uma.
- Então você não acredita em mim.
- Não, não é isso. Eu só não acredito em dragões.
- É isso? Você acha que eu sou uma tonta? - Ela se levantou e começou a abrir as amarras de seu baú. - Aquela criatura não era um dragão. Não era nenhum tipo de animal mítico, mas um ser vivo, real. E baseei minhas conclusões em anos de estudos científicos!
Depois de brigar com as correias por alguns instantes, ela finalmente abriu o baú.
- Aqui... - disse ela, erguendo pilhas de diários e colocando-os sobre o outro baú. - Todos os meus escritos e descobertas pessoais. Meses de anotações, desenhos, medidas. - Ela pegou um diário volumoso com capa de couro. - Este diário inteiro está repleto de comparações que fiz com os escritos disponíveis sobre fósseis, verificando que nenhuma criatura semelhante foi registrada até hoje. E se isso tudo não conseguir convencê-los...
Ela pôs de lado uma camada de forro.
- Veja. Eu trouxe isto.
Edward olhou para o objeto no baú.
- Ora, é uma pegada.
Ela aquiesceu.
- Eu fiz um molde de gesso.
Ele ficou olhando para o objeto. Na caverna, no escuro, a "impressão" parecia ser uma depressão aleatória, com três partes, no solo. Resultado de tempo e acaso, não do contato com o pé de alguma criatura antiga. Mas naquele momento, sob a luz do sol, moldada em gesso... ele conseguia ver com clareza. As bordas eram bem definidas e regulares. Da mesma forma que uma pegada humana, as impressões dos dedos eram individuais e distintas da sola. Parecia mesmo um pé. Um enorme pé de réptil. Uma criatura que poderia fazer um homem fugir correndo e gritando.
Edward tinha que admitir, aquilo era muito impressionante. Mas não tão impressionante quanto Isabella. Afinal, ali estava um lampejo daquela mulher confiante e inteligente que o visitou na torre. A mulher que ele esperava ansioso para ver novamente. O ar fresco da manhã conferia uma cor agradável à pele dela, e o sol filtrado pela névoa acrescentava um efeito encantador. Ela havia enrolado todo aquele cabelo escuro e pesado, prendendo-o firmemente para a viagem, a não ser por alguns cachos rebeldes que desciam preguiçosamente de sua têmpora até a face. Luvas de couro de cervo abraçavam seus dedos como uma segunda pele. Seu traje de viagem era de veludo, com um corte requintado e tingido de um tom que dançava entre o vermelho e o violeta. Dependendo de como o sol batia na grossa penugem do veludo, o vestido assumia a cor estridente do alarme ou o tom selvagem, gritante, do prazer.
De qualquer forma, Edward percebeu que deveria baixar os olhos, se afastar lentamente e encerrar aquela história.
- Eu vou ganhar o prêmio. - disse ela. - Se você ainda não acredita em mim, eu vou provar para você.
- Sério, você não precisa...
- Não sou só eu que acredito nisso. Eu sei que você acha que sou louca, mas ele não é. - Ela remexeu no bolso interno do baú, de onde retirou um envelope. - Veja, pode ler.
Ele desdobrou a carta, segurando-a cuidadosamente pelas bordas. A mensagem vinha escrita em uma letra firme, por uma mão masculina.
- 'Inestimável colega'. - ele leu em voz alta. - 'Eu li com ávido interesse seus últimos relatos de Sussex.' - Ele passou os olhos pela carta. - Isso, mais aquilo... Alguma coisa sobre pedras. Mais sobre lagartos.
- Apenas leia o final. - Ela apontou o dedo para o último parágrafo.
- 'Essas suas descobertas são realmente empolgantes'. - leu Edward. - 'Eu gostaria que você reconsiderasse seus planos e fizesse a viagem até Edimburgo para participar do simpósio. Tenho certeza de que o prêmio seria seu, sem concorrência. E embora seja um estímulo insignificante, se comparado ao prêmio de quinhentos guinéus, eu estou ansioso para aumentar nosso conhecimento mútuo. Percebo que estou ficando cada vez mais impaciente para encontrar, pessoalmente, alguém cuja erudição há muito eu admiro, e cuja amizade eu...' - A voz dele foi sumindo. Ele pigarreou e continuou a ler. - 'Cuja amizade eu tenho em muita alta estima. Por favor...'
Edward fez uma pausa. Impaciente para encontrar? Muita alta estima? Em uma correspondência entre um cavalheiro e uma jovem solteira, aquilo era praticamente uma declaração de amor.
- 'Por favor, faça a viagem. Seu admirador, Sir Jacob Black'. - ele concluiu.
Edward ficou pasmo. Aquela intelectual desajeitada tinha um admirador. Talvez ele estivesse até mesmo apaixonado. Que estranho. Que lindo. Que inexplicavelmente irritante!
- Aí está! - disse ela. - Tenho certeza de que irei ganhar o prêmio. Percebe?
- Ah, eu percebo. Eu percebo agora qual é o seu plano. - Ele deu alguns passos sem rumo, rindo consigo mesmo. - Eu não posso acreditar nisso. Estou sendo usado!
- Usado? O que você quer dizer com isso? Que absurdo.
Ele soltou um som de pouco caso.
- Ora, por favor! Aqui estava eu tão preocupado que, se concordasse com essa viagem, estaria usando você. - Ele ergueu a carta. - Mas isso é tudo a respeito de Sir Jacob Black. Você está fingindo que vai fugir comigo com a esperança de vê-lo. Você é que está me usando.
Ela arrancou a carta da mão dele.
- É claro que não estou usando você, que ficaria mais rico com nossa aventura, enquanto eu ficaria totalmente arruinada. Estou lhe oferecendo o prêmio inteiro. Quinhentos guinéus.
- Um belo preço por meu delicado coração. - Ele apertou a mão contra o órgão ofendido. - Você pretendia brincar impiedosamente com meus sentimentos. Sugerindo que viajássemos juntos durante semanas. Um homem solteiro com uma mulher solteira, aprisionados nos mesmos aposentos durante todos esses dias. - Ele ergueu uma sobrancelha. - Todas essas noites. Você vai ficar me olhando por cima desses seus óculos recatados, me deixando louco com todas as suas palavras polissílabas. Deitando na minha cama. Beijando-me como uma sedutora desavergonhada.
Furiosa, ela piscou os olhos enquanto dobrava novamente a preciosa carta.
- Agora basta!
Não, não bastava. Nem de longe. Edward sabia que ela não o respeitava. Mas agora que ele estava dominado de desejo por ela, Isabella devia corresponder com, no mínimo, uma atração física, ainda que de má vontade. Isso seria apenas mostra de boa educação. Mas não, ela estava de olho em outro homem. Quando eles se beijaram, Isabella estava apenas praticando para quando encontrasse aquele sapo geólogo?
- Não precisa debochar de mim. - disse ela. - Não há necessidade de você ser cruel. Sir Jacob Black é um colega, nada mais.
- Ele a tem em alta estima, diz a carta. Não apenas alta. 'Muito alta estima'. - Edward cuspia as palavras com indignação, se sentindo traído.
- Ele nem mesmo... - Ela fechou o punho e inspirou lentamente. Quando voltou a falar, procurou controlar a voz. - Ele é um geólogo brilhante. E qualquer admiração que ele sinta por mim é estritamente baseada no meu trabalho. Ele acredita que a criatura que deixou esta pegada será registrada como uma nova espécie. Eu até poderei batizá-la.
- Batizá-la? - Edward olhou para o molde de gesso. - Por que ir até a Escócia para isso? Nós podemos batizá-la aqui mesmo. Eu sugiro 'Frank'.
- Não batizar desse jeito. - ela rolou os olhos. - Serei eu quem vai dar um nome científico a essa espécie. Além disso, esse lagarto era fêmea.
Ele inclinou a cabeça e olhou para o molde.
- É uma pegada. Como você pode saber isso?
- Eu apenas sei. Eu sinto. - Com as pontas dos dedos, ela acompanhou o traçado da impressão com três dedos. - A criatura que deixou esta marca... ela definitivamente não era um 'Frank'.
- Francine, então.
Isabella bufou com exasperação.
- Eu sei que tudo isso é uma piada para você. Mas não será para meus colegas. - Ela recolocou os rolos de tecido em volta do molde, apoiando-o bem. - O que quer que fosse essa criatura, ela era real. Ela viveu e respirou, e deixou esta marca. E agora, incontáveis eras mais tarde... ela pode mudar a forma como compreendemos o mundo.
Ela fechou e trancou o baú, e colocou um pé sobre ele para apertar as tiras de couro. Seu belo tornozelo, de meia, foi revelado para Edward. Tão pálido e lindamente curvo. Ele não sabia o que achava mais atraente – o vislumbre erótico de seu tornozelo ou a expressão determinada no rosto dela.
- Pode deixar. Deixe comigo. - Edward se aproximou para ajudar com as fivelas.
Com a oferta de Edward, ela parou de lutar com as tiras e deixou a tarefa a cargo dele. Na passagem das correias, as costas da mão dele roçaram a panturrilha dela. Uma descarga de desejo fez com que ele estremecesse. Deus. Era exatamente por causa disso que ele não podia concordar com aquele plano tresloucado. Ele terminou de prender as fivelas e endireitou o corpo, batendo a poeira de suas mãos enluvadas.
- Você sabe que ele provavelmente é velho. Ou cheio de verrugas.
- Quem?
- Esse tal de Sir Jacob Black.
Ela ficou com as faces tingidas de vermelho.
- Eu só estou falando que, provavelmente, ele é mais velho que a Francine. E menos atraente.
- Eu não ligo! Eu não ligo se ele for velho, cheio de verrugas, leproso e corcunda. Ele ainda assim seria culto, inteligente. Respeitado e respeitoso. Ainda assim ele seria um homem melhor que você. E você sabe disso, por isso está com inveja. Você está sendo cruel comigo para consolar seu ego! - Ela o mediu de alto a baixo com uma expressão de desprezo. - E vai acabar entrando uma mosca na sua boca, se você não a fechar.
Foi a primeira vez que Edward ficou sem saber o que dizer. O melhor que ele pôde fazer foi aceitar o conselho dela e levantar a mandíbula caída. Um ar de determinação tomou conta dela. As curvas de seu rosto tomaram ângulos resolutos.
- É isso. Eu vou para Edimburgo, com ou sem você.
- O quê? Você quer viajar quase oitocentos quilômetros sozinha? Não. Não posso deixar que você faça isso. Eu... eu a proíbo.
Foi a primeira tentativa de Edward proibir alguém de fazer alguma coisa, e funcionou tão bem quanto ele esperava. O que vale dizer que não funcionou. Ela fungou.
- Fique aqui e case com Rosalie, se é o que quer, mas eu não vou tomar parte disso. Não posso simplesmente assistir.
- Deus, é isso que está preocupando você? - Ele pôs as mãos nos ombros dela para garantir que Isabella prestasse atenção. - Eu não vou casar com Rosalie. Eu nunca planejei casar com ela. Estou tentando lhe dizer isso há dias.
Ela o encarou.
- Sério?
- Sério.
O barulho distante de cascos e rodas de carruagem fez o chão tremer. Enquanto eles se entreolhavam, o som foi ganhando força.
- Essa deve ser a carruagem. - disse ela.
Edward olhou para a estrada. Sim, lá vinha ela. O momento decisivo.
- Vamos. - disse ele. - Eu ajudo você a levar suas coisas de volta para a pensão.
- Não! - Isabella se negou.
- Bella...
- Não! Eu não posso voltar. Simplesmente não posso. Eu deixei um bilhete dizendo que nós fugimos. A esta altura elas já devem ter acordado e provavelmente o estão lendo. Eu não posso ser a garota que disse que ia fugir. A coisinha patética que juntou todas as suas esperanças e encheu três baús, para ir até a estrada de madrugada e depois voltar para casa derrotada e sem esperanças. Minha mãe... - Ela inspirou profundamente, endireitou-se e ergueu o queixo. - Eu não posso mais ser essa garota. E não vou ser.
Enquanto olhava para ela, Edward foi visitado por uma estranha sensação, que se agitou, calorosa e acolhedora, dentro dele. Era uma sensação de privilégio e admiração, como se ele tivesse testemunhado um daqueles pequenos milagres corriqueiros da primavera. Como um potro dando seus primeiros passos com patas trêmulas. Ou uma borboleta que abria suas asas amassadas e molhadas ao sair da crisálida. Diante de seus olhos, Isabella havia se transformado em uma nova criatura. Ainda um pouco desajeitada e incerta, mas destemida. E a caminho de se tornar linda.
Edward coçou o pescoço. Ele desejou que tivesse alguém por perto para quem ele pudesse se virar e dizer: Você pode cuidar disso?
- Você quer mesmo fazer isso. - disse ele. - Significa muito para você.
- Sim. - Os olhos dela estavam claros e firmes, como o mais puro chocolate derretido, brilhando com determinação.
- Se embarcarmos nessa viagem, não haverá volta.
- Eu sei disso.
- E você compreende todas as implicações. Tudo o que está arriscando. Diabo, tudo que está sacrificando, no momento em que partir comigo?
Ela aquiesceu.
- Estou trocando minha aceitação na sociedade por uma posição na Sociedade Geológica Real. Eu compreendo isso perfeitamente, e acho que é uma boa troca. Você falou para eu pensar em mim mesma, Edward. Bem, estou fazendo exatamente isso.
Afastando-se dele, ela ficou na ponta dos pés e abanou os braços, sinalizando para o cocheiro.
- Pare! Pare, por favor!
Ele ficou atrás dela, observando seus gestos desesperados, absurdamente encantado por eles. Que ótimo, querida. Isso é ótimo para você. Enquanto a carruagem parava, ela pegou o menor baú. Isabella olhou para ele, sorrindo, o mais encantador de todos os sorrisos que ele já viu.
- Última chance... Você vem ou não?
O libertino munido de granadas de artilharia está todo encantado... Ai ai ai
E essas menininhas sumidas? Apareçam borboletas, saiam de suas crisálidas... hahahahaha
Até sábado que vem, beijos!
P.S: Dependendo da quantidade de pessoas lindas que aparecerem, eu posto dois capítulos de uma vez (e bem provável o lemon)... *-*
