Personagens de Stephenie Meyer. História de Tessa Dare.


CAPÍTULO DEZENOVE

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"Mas você pode me pedir qualquer coisa agora, qualquer coisa mesmo, que eu daria para você."

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Com uma determinação repentina e fria, Isabella ergueu os braços, mirou e disparou a pistola. Sem ver o resultado do tiro, ela agarrou o dinheiro de Elspeth e correu. O grito alegre de triunfo das crianças lhe contou tudo que precisava saber. O que ela já sabia, em seu íntimo. Ela havia acertado na mosca, como Edward disse. Sorrindo para si mesma, ela abaixou a cabeça e acelerou braços e pernas, correndo pela viela. Sua respiração e as batidas do seu coração ecoavam tão alto que ela mal conseguia ouvir seus sapatos batendo no chão de terra. Mas logo ela tomou consciência de pegadas atrás dela. Isabella não ousou olhar para se certificar de que era Edward. Ela apenas continuou correndo como se o diabo a estivesse perseguindo.

E lhe ocorreu, enquanto disparava pela viela, segurando uma pistola quente com uma mão e um punhado de dinheiro com a outra, que aquilo devia marcar um momento decisivo em sua vida. Não tinha como voltar atrás depois daquilo.

Naquele dia, todas as críticas de sua mãe se mostraram erradas. Ela não era desinteressante, mas sim bonita. Ela não era distraída e desajeitada, mas autoconfiante e boa atiradora. E, acima de tudo, Isabella não era um caso perdido. Ela tinha vinte libras. Ela tinha feito uma importante descoberta científica. E ela tinha Edward, o malandro mais bonito e charmoso da Inglaterra, que vinha logo atrás dela – e rápido! A não ser pelos bandidos pensando em resgate e pelo filho furioso de um magistrado correndo atrás deles... A vida nunca tinha sido tão boa.

- Por aqui! - disse Edward ao ultrapassar Isabella quando eles chegaram aos limites da cidade. Ele trazia Francine nos braços e mostrou o caminho ao dobrar uma esquina. Eles continuaram correndo por uma rua estreita e escura, depois encontraram um pórtico em arco que dava para o muro do pátio da igreja e, mais adiante, para a zona rural.

Os dois passaram a carregar Francine juntos e correram na direção do poente. Somente depois que atravessaram duas campinas, pularam uma cerca e subiram uma colina, eles pararam para respirar e olhar para trás. E não viram ninguém.

- Como você escapou? - perguntou ela.

- Elspeth e seu exército. Eles nos deram cobertura. Mas ainda não estamos em segurança. - Ofegante, ele acenou com a cabeça na direção de uma cabana. - Ali.

Não era exatamente uma moradia. Apenas um abrigo apertado para pastores dormirem enquanto seu rebanho pastava naqueles campos. Estava vazia naquela noite. Provavelmente todas as ovelhas haviam sido presas para que os pastores pudessem se divertir na feira. Edward teve que se abaixar para passar pela porta. Dentro, eles encontraram apenas um fogão pequeno, uma lanterna, vários ganchos e outros instrumentos de pastoreio... e um catre. Ainda com a respiração pesada devido ao esforço, Isabella achou uma pederneira e acendeu a lanterna.

- Você quer saber de uma coisa? - Quando a luz amarela aqueceu o ambiente, ela se virou para Edward. - Hoje é meu aniversário.

- Sério? - ele riu.

- Não. Não de verdade. - Ela riu, incapaz de se conter. - Mas se fosse, teria sido o melhor de todos. Edward, você é incrível!

- Você é maravilhosa. - Ele a pegou pela cintura. O peito dele subiu e desceu com um suspiro ressonante. - Você é maravilhosa...

As palavras elogiosas dele fizeram toda sua pele arrepiar. Mas quando ele a puxou para si, um estranho obstáculo redondo ficou entre eles. Edward franziu a testa, confuso.

- Oh. - disse ela, rindo. Afastando-se um pouco, ela tirou o obstáculo do bolso da sobressaia e o exibiu para ele. - Eu guardei um pêssego para você.

Ele olhou para o pêssego. Depois olhou para ela.

- Isabella.

Um formigamento despertou cada centímetro de seu corpo. A fome nos olhos dele, o calor ardente entre seus corpos... aquilo não era uma aula, nem uma experiência para satisfazer a curiosidade científica. Não era fingimento. Aquilo era real. Edward foi abaixando lentamente a cabeça, saboreando o momento, fazendo Isabella se esticar para ele, senti-lo como uma necessidade. Até que finalmente ele deslizou a mão para segurar o pescoço dela e tomou sua boca em um beijo profundo e apaixonado.

Ela deixou o pêssego escorregar de seus dedos e cair no chão coberto de palha, para ocupar melhor suas mãos com Edward. Eles se beijaram e agarraram, enrolando suas línguas e enfiando os dedos um no cabelo do outro. Parecia que eles não conseguiam ficar juntos o suficiente, beijar fundo o suficiente, pressionar pele com pele o suficiente. Os mamilos de Bella ficaram duros e ela sentia a elevação firme da ereção de Edward em seu abdome. A mente dela entendeu o que seus corpos já sabiam. Só havia um modo de satisfazer aquela necessidade. Somente uma forma de conseguir a proximidade que ela desejava.

- Bella... - Ele deslizou a língua da garganta para a orelha dela. - Eu quero fazer amor com você.

Somente as palavras... aquela declaração ousada, inequívoca de intenção... correu como fogo por suas veias. Quente, poderosa, arrebatadora. Havia uma dezena de motivos pelos quais ela deveria recusá-lo. Mas eram todos motivos de outras pessoas. De sua mãe, de outras mulheres, da sociedade. E ela já havia deixado todas essas expectativas para trás. Se Isabella consultasse seu corpo, não existiria dúvida. Ela ansiava pela sensação da pele dele na sua. Seu intelecto, sempre curioso, desejava experimentar a paixão física – com ele. E o coração dela... ah, o coração dela já era dele, para Edward fazer o que quisesse.

As mãos dele foram até os laços da sobressaia. Com movimentos hábeis, ele os desamarrou e retirou a peça. Então ele começou a soltar os fechos nas costas dela. A voz dele ficou rouca de desejo.

- Eu prometi a você que não faria isto. Diacho, eu prometi a mim mesmo que não faria. Mas não consigo evitar, Bella. Eu quero tanto você!

Ela o beijou no pescoço e apertou seu corpo contra o dele, tentando lhe mostrar o que não encontrava palavras para expressar. Que ela também o queria. Que precisava de seu toque. Enquanto Edward soltava os fechos de seu vestido, ela enrolou os dedos no cabelo sedoso dele.

- Edward. - suspirou ela.

Ele pôs as mãos nos ombros dela e procurou seus olhos.

- Se você não quiser isto, diga-me. - Ele engoliu em seco. - Diga uma palavra, e eu paro.

Em resposta, ela tirou os braços das mangas do vestido de seda azul e o deixou cair a seus pés. Ele segurou uma das mãos dela para apoiá-la enquanto Isabella livrava os pés. Recuando um passo, Edward fez um ruído ansioso com a garganta.

- Olhe só para você. Tão linda.

Ela esquentou de prazer enquanto ele examinava as peças que ela havia tirado de seu enxoval naquela manhã. A camisola branca rendada, o espartilho que favorecia o busto e as meias de seda. Se ela estava guardando aquelas peças para outra coisa que não aquele momento com ele... Isabella não conseguia se lembrar. Aquele dia maluco, exultante na feira; o lugar humilde e acolhedor onde passariam a noite. O desejo evidente nos olhos dele enquanto a admirava. Aquilo parecia ser tudo que ela sempre quis.

Ela abriu o baú e encontrou os lençóis que ela mesma havia bordado e guardado para alguma improvável noite de núpcias. Juntos, eles os abriram sobre o estreito catre. Mesmo que ela morresse uma solteirona, ainda assim teria conhecido mais paixão naquela única noite do que algumas mulheres têm durante toda sua vida. Ela jurou saborear cada toque. Lembrar cada carinho. Manter os olhos abertos em todos os momentos. Até mesmo enquanto ele beijava o lugar macio abaixo de sua orelha.

Ele a pegou pela cintura e a girou. De costas para ele, Isabella tremia enquanto ele soltava os laços de seu espartilho. Finalmente, a peça apertada caiu de seu corpo, e ela inspirou profundamente, o que teve um efeito inebriante. Com um gemido suave, ele a puxou para si. Os músculos sólidos de seu peito sustentaram o peso dela enquanto Edward a erguia e agarrava seus seios por cima da camisola. A respiração dela ficou apressada quando ele acariciou as esferas macias, massageando seus mamilos, que formaram picos tesos e ávidos.

Ela se virou em seus braços, desejosa de também poder tocá-lo. Deslizando as mãos por baixo de sua lapela e chegando até os ombros, Isabella derrubou o casaco do corpo dele. Ele sacudiu os braços para se livrar da peça, que jogou de lado. Ela puxou a camisa de dentro da faixa abdominal de Edward, e enfiou as mãos por baixo do tecido para explorar os contornos suaves e musculosos do torso dele. Edward levantou os braços o máximo que foi possível, com aquele teto baixo, e ela puxou sua camisa para cima, passando pelos ombros. Depois que a camisa foi removida, ele a orientou para fazer o mesmo. Isabella esticou os braços para cima e ele segurou o tecido leve e translúcido de sua camisola e a ergueu, lenta e reverentemente, enquanto passava pela cabeça e pelos braços dela. Com um gesto rápido, ele a jogou de lado. Então, as mãos de Edward fizeram o caminho inverso, deslizando languidamente pelos braços estendidos de Isabella, passando por seus seios, sua cintura, seu quadril, despertando cada parte dela com seu toque. Suas palmas estavam um pouco ásperas pelo trabalho no telhado, naquela manhã, mas aquilo apenas serviu para aumentar a excitação dela. E fazer com que ela tivesse certeza de que aquilo era real.

Isabella ficou nua diante dele, exceto pelas meias e ligas. Ele passou uma mão pela bunda dela e por sua coxa. Ela pensou que ele iria soltar a liga, mas em vez disso, Edward passou a mão pela seda delicada. Erguendo a perna de Isabella, Edward colocou a coxa dela ao redor de seu quadril, puxando-a para perto. Seus seios encontraram o peito nu dele, e enquanto se beijavam ela os esfregou contra o calor sólido dele, mitigando a dor difusa que sentia. Ele gemeu dentro de sua boca.

A mão de Edward trabalhava entre os dois, tocando e acariciando suavemente o sexo dela. Um músculo interno da coxa dela palpitou, e Isabella sentiu que estava ficando molhada. Ele enfiou dois dedos dentro dela, bem fundo, até que a parte macia de sua mão pressionou o monte de Vênus. A reação do corpo dela foi imediata e intensa. Enquanto ele movimentava a mão para trás e para frente, ela o acompanhava, cavalgando suas investidas e gemendo em sincronia com as suaves estocadas. Tão perto. Ela já estava tão perto. Edward retirou os dedos, e ela lamentou a perda repentina. Enquanto Edward a levantava, para em seguida deitá-la na cama, sua voz tremeu de desejo.

- Droga, eu sei que deveria ser generoso, que deveria lhe dar prazer primeiro. Mas eu quero estar dentro de você. Eu quero estar bem fundo quando você gozar.

Ela não tinha como protestar contra isso. Ela observou Edward sentar no baú e tirar, afobado, suas botas e calça. Quando sua ereção balançou livre, ela esticou a mão para a figura escura e atraente. Ele a deixou livre para explorar, afastando as coxas para que Isabella pudesse acariciar toda sua extensão e segurar o saco vulnerável. Ele gemeu demoradamente enquanto ela o acariciava. Isabella tocou a gota de umidade na ponta, e a espalhou com movimentos circulares de seu polegar. Edward agarrou seu pulso, detendo sua mão.

- Eu não aguento mais isso. - disse ele com uma risada rouca.

- Então venha para mim. - As palavras fizeram com que ela se sentisse ousada e sedutora. Isabella se contorceu sinuosamente no catre, fazendo do seu corpo todo um convite escrito em caligrafia rosa claro.

Ele não perdeu tempo para aceitar. Edward mergulhou entre suas pernas, afastando suas coxas. Ele a provocou esfregando toda a extensão do seu membro no sexo dela, deixando-a anestesiada de prazer. Quando ele colocou a cabeça lisa e larga de seu pênis na abertura, Isabella ansiava por ser preenchida.

- Você está tão molhada... - grunhiu ele, se enfiando, aprofundando. - Tão molhada e tão apertada...

Com a invasão lenta e assustadora, Isabella não conseguiu conter um grito agudo de dor. Ela arregalou os olhos e arfou. Estava feito. Ele estava dentro dela. Eles estavam fazendo amor. A sensação era... maravilhosa e terrível ao mesmo tempo. A torrente de sensações e emoções tomaram conta dela. Seus seios foram moldados pelo peso do peito dele. Seu coração inchou com uma ternura angustiante. Mas, sobretudo, entre suas pernas, doía como o inferno. Edward sabe o que está fazendo, Isabella disse para si mesma. Com certeza logo a sensação seria maravilhosa. A qualquer momento.

Ele deslizou para trás um pouco, depois voltou para dentro. Indo mais fundo dessa vez, e a abrindo ainda mais. Ela sabia, por sua própria pesquisa, que ele era mais grosso na base. Quanto mais ele avançava, mais a dor aumentava. Isabella estava a ponto de lhe implorar que parasse totalmente.

- Você pode... - ela ofegou. - Esperar... Um pouco?

Soltando uma imprecação, ele apoiou a testa no ombro dela.

- Detesto ter machucado você. Detesto ter feito isso com você. - Ele ergueu a cabeça. - Deus, Bella. Eu sinto muito. Vou recompensá-la, eu juro. Não sei como, mas... vou recompensá-la.

- Apenas faça ficar gostoso. - Ela abriu um sorriso corajoso. - Você sabe como fazer isso?

A boca de Edward se retorceu em um sorriso arrogante.

- Acho que isso eu posso fazer.

Ele não enfiou mais fundo. Edward fez a pausa que ela pediu e focou sua atenção no que estava à sua mão. Apoiando seu peso em um cotovelo, ele segurou o seio dela com os dedos curvados e chupou o mamilo para dentro da boca, trabalhando-o preguiçosamente, rolando a língua em volta do bico sensível e em cima dele. A cada passada de sua língua habilidosa, um estremecimento de prazer percorria o corpo dela. Quando ele transferiu sua atenção para o outro seio, a dor no local em que estavam unidos começou a diminuir. Os músculos íntimos dela relaxaram ao redor do pênis, e o clitóris inchado, no cume do seu sexo, começou a exigir atenção. Instintivamente, ela arqueou os quadris, em busca de fricção. Ela conseguiu, e o movimento também o trouxe mais para dentro, aproximando-os.

Ela arfou, surpreendida pelo prazer intenso da penetração. Edward gemeu com seu mamilo dentro da boca. Toda dor foi esquecida enquanto ela tentava reproduzir aquela sensação, contorcendo-se contra ele novamente. E de novo e de novo. Trazendo-o mais para dentro em incrementos supliciantes. Com cada movimento, a pelve dele esfregava a dela bem onde Isabella precisava, levando sua excitação a novas alturas.

- Isso... - disse ele, redistribuindo seu peso e avançando novamente. - É isso, amor. - Ele passou uma mão por baixo do traseiro dela, erguendo-a e puxando-a para si enquanto enfiava ainda mais fundo. - Está melhor agora, não está?

- Está... - sussurrou ela.

Edward aumentou a força das estocadas.

- Está?

- Sim. - Ela agarrou os ombros dele. - Oh, Edward!

Enterrando o rosto no pescoço dela, ele murmurou algo que soou como 'Graças a Deus'. Ele estabeleceu um ritmo, forte e contínuo, indo um pouco mais fundo a cada estocada. Isabella o sentiu alcançar lugares que ela nem sabia que existiam. Ainda assim, ela desejava mais. Quando finalmente toda sua extensão estava enterrada dentro dela, Edward descansou um instante, mantendo seus corpos próximos e unidos. Os olhos dele brilhavam de emoção.

- Faz tempo que eu quero isto, Bella. Mais tempo do que você imagina.

Ela tocou o rosto dele.

- Eu também.

Ele a beijou com doçura e voltou a se movimentar. Profunda e continuamente. Verdadeiro e real. Ela arqueava o corpo para acompanhar os movimentos, ficando desesperada por mais. Ao pedido silencioso dele, Isabella o abraçou com as pernas, e ele entrou ainda mais fundo. Agora ele tocava algum lugar escuro, doce, essencial dentro dela, e extraía de sua garganta um soluço de alegria a cada nova estocada. Isabella agarrou suas costas, enfiando as unhas em sua carne. Os dentes dela arranharam seu ombro. Não pare. Por favor, não pare nunca. Ela cavalgou a onda de prazer que atingia alturas cada vez mais elevadas, até que arrebentou. Ele a segurou apertado, mantendo o ritmo enquanto ela subia em espiral e mergulhava no êxtase.

Ele se ergueu com os braços e passou a trabalhar de um ângulo novo, mais fundo. Edward acelerou o ritmo e a força de seus golpes aumentou. Ela adorou sentir o desejo expresso na tensão dos músculos dele. Ela adorou saber quanto Edward a queria, ver a dolorosa expressão de desejo em seu rosto. Ela adorou recebê-lo tão fundo, forte e rápido quanto ele queria. Era como se eles, colidindo com força suficiente, pudessem se fundir em uma só pessoa. Eles podiam se fundir em uma pessoa, se ele não tomasse cuidado.

- Edward... - ela ofegou. - Nós precisamos ter cuidado.

- Eu sei. Eu sei. É que você é tão... - Ele gemeu durante uma estocada profunda, forte. - Tão doce. Tão perfeita. Tão boa. Tão... muito... muito... muito...

Com um grito gutural, vindo das entranhas, ele saiu de dentro dela. Edward desabou para a frente, com os braços trêmulos. E espalhou seu sêmen pelo abdome dela como um tipo de confissão - um segredo vital e quente. Isabella acariciou as costas dele enquanto sua respiração voltava ao normal. Ele estava tão quieto. Era Edward em seus braços, e ele nunca ficava quieto. Enquanto ele estava ali, pesado e silencioso sobre seu peito, Isabella começou a ficar preocupada. Será que ela... tinha... se saído bem? Talvez ela não tivesse feito o bastante, ou talvez tivesse feito demais. Talvez ele preferisse que ela falasse mais, ousasse mais ou... fosse diferente, de alguma forma. Ela estava a ponto de pedir desculpas e implorar por uma segunda chance quando ele rolou para o lado.

- Oh, Bella. Isso foi incrível. Eu nunca sonhei que pudesse ser tão bom com... - Ele afastou o cabelo do rosto dela. - Com você.

Lágrimas de alívio e alegria surgiram nos cantos de seus olhos. Ele se deitou de costas e apoiou a cabeça em um braço.

- Sabe, eu não deveria dizer isto. Mas você pode me pedir qualquer coisa agora, qualquer coisa mesmo, que eu daria para você.

- Sério? - Ela riu. - Qualquer coisa que eu quiser? Ouro, prata, pérolas, rubis...?

- É seu. E sua, suas e seus.

- A lua!

- É sua! Vou até lá pegá-la para você, assim que recuperar o fôlego. E algumas estrelas também, se você quiser.

Ela se aninhou nele.

- Não se preocupe. Não consigo imaginar qualquer coisa que pudesse melhorar este momento.

Mas aquilo era mentira. Havia uma coisa que ela desejava ter coragem de lhe pedir. Se ela pudesse receber qualquer coisa que desejasse, Isabella só lhe pediria uma coisa. Amor. Deixe que eu ame você, e me ame de volta. As palavras queimaram em sua língua, mas Bella não as conseguiu dizer. Que covarde inútil ela era. Ela podia bater na porta dele à meia-noite e exigir que fosse respeitada como indivíduo. Ela podia viajar através do país na esperança de ser admirada por suas realizações intelectuais. Mas ela não tinha a coragem de pedir a coisa que mais queria:

Ser amada, apenas por ser ela mesma.


Ui, o que foi essa primeira vez deles? Aposto que vocês não esperavam após a fuga hahaha

Barbara Gouveia: Imãs para desastres, esses dois. Não podiam simplesmente pegar o dinheiro em paz e sair de fininho, tinha que aparecer alguém para atrapalhas, ou, neste caso... Dar um pequeno empurrãozinho neles. O que achou? :)

Nanny: Então, você mesma se respondeu. Eu não sei o que está havendo com o FF... Fico vários dias sem conseguir visualizar as reviews, não apenas as suas. Se carregam até o momento de postar o capitulo é perfeito, mas não foi o que aconteceu com a sua. Isso já vem acontecendo há umas três semanas, sei lá porque diabos. E sim, o Edward já tacou o FODA-SE e tomou a Belinha para si... Ai ai *-*

Ktia S: PARE DE ROER ESSAS UNHAS, CRIATURA! Já falei para parar com essa mania feia e nada saudável. Humph! E não vou dar spoiler, pare de me encher os picuá no WhatsApp, guria! kkkkkkk Vai ficar esperando sentadinha, junto com todas as outras lol

TP-Link 95: Não só acertou e levou o prêmio, mas ainda conseguiu o Edward como bônus... *ai que sonho*

Beckyye: E agora? Como será no dia seguinte? rsrs

kjessica: Sim, se não fosse assim, o que seria desses dois? Eles estão grudados pelo desastre ahahah Beijo!

Cris Redfield s2: Posso corrigir? Acho que eles NUNCA tiveram muita sorte kkkk. Fome, cansaço, roubo, briga... Dá até dó, rs.

mari A: Pronto, chegou! Mais feliz? Espero que sim :D

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Então eles tiveram sua primeiríssima vez, quero só ver como será o dia seguinte para esses dois HAHAHA

Até semana que vem ou as 12 reviews! Beijinhos =****