Personagens de Stephenie Meyer. História de Tessa Dare.


CAPÍTULO VINTE E UM

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"A noite passada lhe pareceu ser um erro grave?"

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Bem, pensou Edward, com certeza ele a surpreendeu. Se a surpresa caía na categoria "agradável" ou "desagradável", ele não soube dizer. A segunda opção, suspeitou ele. Ela não mexeu um músculo. Mas por trás dos óculos, seus cílios bateram como dois ventiladores de ébano.

- Casar? Com você?

Ele tentou não se ofender. Não muito, pelo menos.

- Eu preciso dizer, Isabella, que essa não é exatamente a resposta entusiasmada, radiante, que um homem gostaria de ouvir.

- E esse não foi o pedido sincero, ardente, que poderia suscitar uma resposta assim. De fato, não tenho certeza de que isso vale como um pedido.

- Acho muito justo. - Ele suavizou o tom. - Você conseguiu um adiamento. Mas, neste momento, saia da cama. Temos que nos apressar, se quisermos chegar a York esta noite.

- Espere, espere! - Enquanto ele se sentava, ela agarrou seu braço. - Estou confusa. Isto foi como um daqueles duelos bobos que os cavalheiros encenam? Você dispara uma proposta qualquer ao amanhecer, eu a deixo escapar e, de algum modo, sua honra foi preservada?

- Não, não é nada disso. Estou falando sério. Eu quero me casar com você.

- Mas eu pensei que você tinha jurado nunca se casar.

Ele deu de ombros.

- Eu me lembro de dizer algo semelhante.

- Exatamente. Edward, eu aprecio seu gesto. - Ela mordeu o lábio. - Acho. Mas eu não vou me casar com você simplesmente porque está sentindo um peso repentino na consciência. Nós dois sabíamos, desde o começo, que eu ficaria arruinada.

- Na aparência, sim. Mas agora foi de verdade.

- De verdade, eu não me sinto arruinada. - Ela lhe deu um sorriso encabulado. - Só um pouco dolorida em alguns lugares. A noite passada lhe pareceu ser um erro grave?

Ele tocou no rosto dela, segurando as emoções.

- Deus, não. Muito longe disso.

Edward passeou o olhar por todo o belo e delicado rosto dela. Depois da noite que eles passaram, algo em sua alma finalmente parecia ter entrado nos eixos.

- Então de que se trata isso? O que você está pensando?

Ela se esforçou para sentar. O lençol caiu à altura de seus quadris, revelando seu busto nu. Edward perdeu o fôlego. Ela estava exatamente com a mesma aparência daquela primeira noite. Os óculos caídos na ponta do nariz, o cabelo solto sobre os ombros, os seios nus o tentando com sua perfeição tocável. Um gemido baixo teve origem no peito dele.

- Eu estou pensando... - disse ele. - Que a noite passada foi inevitável, e que eu deveria saber disso no dia em que saímos de Spindle Cove. Estou pensando que o que eu deveria fazer, como cavalheiro, é interromper imediatamente esta viagem e tomar providências para um casamento de verdade. - Ele impediu que ela se manifestasse com um dedo sobre seus lábios. - Estou pensando que gostaria de deitar você nessa cama, fechar a porta e passar a próxima semana explorando seu corpo do avesso. Mas principalmente, Bella...

Ele empurrou os óculos dela para o alto do nariz, para que ela pudesse focar seu rosto.

- Estou pensando que fiz duas promessas a você. Levá-la ao simpósio e sem a seduzir. Já quebrei uma delas, mas tenho a intenção de cumprir a outra. - Ele se levantou da cama e lhe ofereceu uma mão. - Então, estou pensando que esta conversa vai ter que esperar. Nós não podemos desperdiçar nem um minuto.

Sacudindo a cabeça, aturdida, Isabella aceitou a mão dele.

- Está certo.

Edward pegou um balde de couro na cabana dos pastores e foi buscar água em um córrego próximo. Enquanto Isabella fazia sua toalete dentro da casa, ele mergulhou na água gelada – de camisa e tudo. A camisa precisava mesmo ser lavada, e ele necessitava de um banho gelado para dominar suas partes íntimas. Ele havia tirado a virtude de Isabella na noite anterior e fez o mesmo pela manhã. Ele tinha desrespeitado todas as suas regras, esquecido os poucos princípios que ainda o norteavam. Não importavam as objeções que ela levantasse, nem as palavras tontas que ela lhe dirigisse, sua consciência insistia que só havia uma ação a ser tomada. Ele devia casar com Isabella. Mas ele tinha que primeiro levá-la até o simpósio.

Isabella não queria casar com ele simplesmente porque Edward a tinha arruinado, e ele também não queria isso. Não! Ele queria que ela quisesse se casar porque ele a havia ajudado em seu triunfo. Ele mostraria para Isabella – e para si mesmo – que podia ser bom para ela de alguma forma. Enquanto submergia na água gelada, uma sombra insidiosa de dúvida se intrometeu em seus pensamentos. A estrada para Edimburgo está pavimentada com boas intenções. Ele obrigou a dúvida a ir embora, subindo à superfície e tirando a água do rosto. Dessa vez era diferente. Naquele dia tudo estava diferente. Pelo amor de Deus, ele odiava o interior – e no entanto, lá estava ele, no meio de um pasto, a caminho da cabana dos pastores, desejando absurdamente que ele a pudesse alugar para passar o verão.

Quando voltou à cabana, ensopado e tremendo, Isabella lhe deu um olhar espantado através dos óculos. Ele deu de ombros e espremeu a fralda da camisa.

- O sol logo vai me secar. Primeira coisa a fazer quando chegarmos a York... - ele puxou a calça e a abotoou por baixo da camisa encharcada. - É comprar roupas novas.

- Você tem certeza de que ainda é possível chegarmos ao simpósio? - Ela contou os dias nos dedos. - Só temos mais três noites até lá.

- Nós vamos conseguir. Chegaremos a York esta noite. De lá, com nossos fundos recuperados, será uma nova viagem. Vamos tirar umas poucas horas para dormir, fazer compras e alugar um cupê. Depois, pé na estrada.

- Mas você vai se sentir mal. Cupês são tão pequenos e apertados, para não mencionar que são caros. Não vamos ter dinheiro para alugar seus cavalos depois de York.

- Eles são o meio mais rápido. Se viajarmos direto, chegaremos a Edimburgo a tempo.

- Viajar direto? Não vamos parar à noite? - Os olhos dela demonstraram sua preocupação.

Ele balançou a cabeça.

- Não haverá tempo.

- Mas Edward...

- Também não teremos tempo para debates. - Ele pegou um dos lados do baú de Francine. - Vamos andando.

O dinheiro facilitou tudo. Eles conseguiram um café da manhã de verdade, transporte para a próxima cidade na rota das carruagens, onde Edward alugou um cavalo para seguir Isabella. Seu último cavalo naquela viagem. Eles chegaram a York no fim da tarde. Ele procurou a maior e melhor estalagem e, mantendo Isabella bem ao seu lado, ele se aproximou do estalajadeiro.

- O que posso fazer pelo senhor? - perguntou, distraído, o homem.

- Precisamos de um bom jantar. Usar um de seus quartos por algumas horas, só para descansarmos e nos trocarmos. E então preciso saber onde alugar um cupê que nos leve para o norte.

- Para o norte até onde? - perguntou o estalajadeiro.

- Edimburgo. Queremos viajar sem paradas.

- É mesmo? - O homem olhou desconfiado para os dois. Seus olhos remelentos passearam pelas roupas esfarrapadas de Isabella e Edward.

- Vou pagar adiantado. - sugeriu Edward.

- Ah, claro. Pode ter certeza de que vai. - O homem arqueou uma sobrancelha e coçou o alto da cabeça. Ele disse um valor e Edward separou o dinheiro.

Então se inclinou para a frente e falou em voz baixa.

- Escute, talvez você possa me ajudar com outra coisa. Minha mulher aqui perdeu a bagagem. Antes de continuarmos, eu preciso arrumar um vestido novo para ela. Uma coisa bonita.

O homem olhou para Isabella.

- Minha mulher vai arrumar alguma coisa, eu garanto.

- Da melhor qualidade que isto pode comprar. - Edward acrescentou vários soberanos ao que já tinha dado pelo cupê.

Isabella engasgou.

- Edward, não faça isso. Nós não podemos pagar.

- Isso não está em discussão. Você precisa.

- Mas...

O homem riu.

- Ora essa, senhorita. Com certeza não preciso explicar para você. Estejam fugindo ou não, um homem quer sua noiva bem vestida.

- Mas... - Isabella o chamou quando ele se virou e desapareceu por uma porta. - Senhor, não estamos fugindo!

- É claro que não. - respondeu ele de longe. - Nenhum de vocês, jovens namorados, está.

Ela se virou para Edward, que deu de ombros.

- Não adianta discutir. Você acha que ele vai acreditar que nós estamos indo para um simpósio de geologia? Sério?

- É estranho. - disse ela, quando eles se sentaram para pedir o jantar. - Nós tivemos uma sorte incomum, hoje. O tempo esteve bom, a não ser por aquela chuva breve. Não perdemos dinheiro nem pertences. Nada de lutas, nem bandidos. Eu fico olhando para trás, na expectativa de ver aqueles bandidos que querem sequestrar o Príncipe Ampersand.

- Ah, não se preocupe com eles. Já deixamos esses bandidos muito para trás. Pode acreditar, aquele grupo não é suficientemente organizado, ou esforçado, para nos seguir além da região deles. - Edward massageou a mandíbula. - Mas, tenho que admitir, eu não ficaria surpreso se visse outra pessoa atrás de nós.

- Quem?

- Jasper. Ou Sam. Ou os dois. Quando meu primo souber disto, não posso conceber que sua reação seja favorável. Dois dias antes de nós partirmos ele soube que eu não tinha planos de me casar. E se Alice expressar dúvidas quanto à sua vontade... eu não duvidaria que ele decidisse que você precisa ser resgatada.

Uma empregada lhes levou duas taças de clarete. Edward pediu uma refeição reforçada, composta de bife, ensopado de peixe, vegetais cozidos e torta de maçã. Seu estômago roncou de fome.

- Mas eu deixei um bilhete. - disse Isabella depois que a empregada se foi. - Eu disse para minha irmã que nós fugimos.

- A evidência é fraca, sozinha. Você esqueceu de deixar o diário falso.

- É verdade. E o diário verdadeiro não é muito favorável ao seu caráter. - Ela lhe lançou um olhar cauteloso por cima da taça de vinho. - Mas isso não foi tudo que eu deixei para trás. Tem mais uma coisa.

- Ah, é mesmo? - Intrigado, ele se inclinou para a frente. - O quê?

- Você, ahn... - Corando, ela tomou um grande gole de vinho. - Acho que você me escreveu uma carta.


.:Spindle Cove:.

- Cabo Uley!

Samuel Uley parou o movimento de levantar sua pá. Ele reconheceria aquela voz em qualquer lugar. Droga. Ela não. Não ali.

- Cabo Uley, eu... - A Srta. Emily Young virou a esquina e parou de repente quando o viu. - Oh. Aí está você.

Cristo! As mulheres bem-educadas não têm algumas regras de decoro que as proíbe de surpreender homens vestidos inadequadamente enquanto estão trabalhando? Como diabos ele a iria cumprimentar com barro na camisa e suor empapando seu cabelo? Jogando de lado a pá, ele limpou apressadamente o rosto com a manga da camisa. Ele fechou o colarinho com um puxão. Ela não teve nem o bom senso de desviar os olhos. Ela ficou ali, a encará-lo de olhos arregalados e curiosa. Ele teve vontade de puxar a camisa por cima da cabeça, jogá-la de lado e dizer: Aqui. Olhe à vontade. Isto é o que anos de ladroagem nas ruas, trabalhos forçados e combate, fazem com um homem. Ele quase riu com o pensamento. Ah, ela iria embora correndo.

A Srta. Young pigarreou.

- Sinto muito interromper sua... escavação.

- Por que está aqui, Srta. Young? Como posso lhe ajudar?

Ela mostrou um papel que trazia na mão.

- Vim para lhe provar. A verdade sobre a fuga. Eu tenho uma carta de amor, aqui, endereçada a Isabella Swan e escrita pelo próprio Lorde Cullen. A Srta. Charlotte a encontrou na gaveta de meias de Isabella.

- Impossível. - Sam preferiria engolir pregos a acreditar que Edward estava apaixonado pela Srta. Isabella Swan. Ainda lhe doía o fato de não ter ido atrás do casal logo na primeira noite. Mas o que ele iria fazer, se a própria mãe da garota o proibiu?

Se pelo menos a Srta. Young deixasse o assunto para lá. Ele ficava bastante agoniado na presença dela, sem esse problema. Ela se aproximou e lhe ofereceu a carta.

- Leia você mesmo.

Bom Deus! Agora ela queria testar sua alfabetização. Sam olhou para o envelope. Uma sensação de náusea enrolou seu estômago. Ele sabia ler razoavelmente bem – melhor do que a maioria dos homens do seu nível – mas ele precisaria de tempo e concentração para esquadrinhar uma missiva tão extensa como aquela. E seria mais difícil ainda, tentar ler com uma beleza daquelas por cima do seu ombro. Como ele faria para juntar duas sílabas na presença dela? Como desculpa, ele mostrou as mãos sujas.

- Você vai ter que ler para mim.

Ela abriu o papel com um movimento da mão.

- 'Minha querida e amada Isabella' - ela leu em voz alta.

E esse foi a última parte que ele ouviu. Ah, ela continuou lendo. E ele continuou escutando. Mas ele não ouvia mais as palavras, apenas a voz clara e viva. Que estranho. Ela tinha música na voz, mesmo quando não estava cantando. A melodia se propagava por seu corpo. Não de forma agradável, mas dolorida. Do mesmo modo que seria a sensação de enfiar a pá na terra e não encontrar solo macio, mas uma laje de pedra. O choque reverberava por todos os seus ossos e dentes. E seu coração. E agora ele não fazia ideia de que diabos ela estava lendo. Uley teria melhor sorte se estivesse ele mesmo olhando como um tonto para o papel.

- Chega. - Ele ergueu uma mão. - Edward não escreveu isso.

- Escreveu. Ele até assinou.

Sam inclinou a cabeça e olhou para o endereço no verso do papel.

- Essa não é a letra de Edward. - Isso ele conseguia perceber sem muito esforço.

- O quê? - Ela examinou o verso da folha.

- Não é a letra dele. Eu sei que não é. - Após limpar as mãos nas calças, ele andou apressadamente até a torre que Edward esteve usando como seus aposentos.

Ele destrancou e abriu a porta, seguindo diretamente para a pequena escrivaninha. Ele vasculhou uma pilha de papéis até encontrar uma com a caligrafia correta, que entregou para a Srta. Young.

- Está vendo?

Ela segurou os dois papéis lado a lado e os comparou.

- Você está certo. A caligrafia é diferente.

- Eu lhe disse. Ele não escreveu essa carta.

- Mas eu não entendo. Quem mais escreveria isso, para depois assinar em nome de Lorde Cullen?

Sam deu de ombros.

- Uma piada cruel, talvez. Para criar esperança nela. Ou talvez ela mesma tenha escrito.

- Pobre Isabella.

Ele viu a Srta. Young morder seu lábio inferior. Então se obrigou a olhar para outro lado.

- Mas de algum modo... - disse ela. - Parece ter dado certo. Eles realmente fugiram juntos.

Ele bufou, mas resistiu à tentação de lhe contar tudo que havia descoberto com a Sra. Tânia Denali no outro dia. Quando interrogada, a jovem viúva lhe contou a respeito da visita noturna da Srta. Isabella ao Castelo Rycliff. Sam Uley sabia a verdade. Edward e a Srta. Swan não tinham fugido para se casar. Contudo, eles iriam acabar se casando. Sam iria garantir isso. Se Edward ousasse voltar solteiro daquela excursão, não continuaria assim por muito tempo. Ele entraria com a Srta. Isabella na Igreja de St. Úrsula nem que Uley tivesse que conduzi-lo na ponta de uma faca. Proteger as mulheres daquela vila era seu dever, que ele levava muito a sério. E foi por isso que ele manteve a boca fechada naquele momento.

A Srta. Young não precisava saber das particularidades de tudo o que a Sra. Denali havia lhe contado. Se a garota Swan gostava de acreditar em amor verdadeiro e contos que terminam com a felicidade de todos os envolvidos, Uley levaria para seu túmulo as verdades desagradáveis que sabia. Afinal, aquele segredo não era o primeiro, mas apenas um dos muitos que ele tinha jurado manter, pela felicidade dela.

A Srta. Young vasculhou os papéis. Sam cruzou os braços.

- O que, agora você está bisbilhotando?

- Não! - protestou ela. - Bem, talvez. Nossa, ele escreve muitas cartas para seus administradores.

- Escute, eu tenho que cavar um poço, e...

- Espere. - Ela pegou um papel daquela pilha. - O que é isto? - Ela leu em voz alta. - 'Isadora... Isis... Illiana... Ivanna...' E está escrito com a letra dele.

- E daí? É só uma lista de nomes.

- Sim. Uma lista de nomes de mulheres, todos começando com a letra I. - Ela sentiu um bolo na garganta. - A carta não significa nada, mas isto... é prova. Não percebe?

- Não, não percebo. Nada mesmo.

- Lorde Cullen sempre agiu como se não lembrasse do nome da Isabella. Ele a chamava de Illiana, Ingrid e qualquer outro nome que começasse com a letra 'I'. Mas ele fazia isso de propósito, está vendo? Só para provocá-la. Ele até se deu ao trabalho de escrever esta lista!

- Isso só prova que ele é mesmo um canalha, é o que eu acho.

Ela estalou a língua, impaciente.

- Cabo Uley, você realmente não entende nada de romance.

Sam deu de ombros. Ela tinha razão. Ele compreendia desejo. Ele entendia necessidade, lealdade e devoção profunda que voltavam no tempo até antes das primeiras lembranças daquela mulher. Mas ele não entendia uma vírgula sobre romance e ela devia agradecer a Deus por isso. Lá estava ela, naquele exato momento, exibindo um sorriso destemido para ele. Ninguém sorria daquele jeito para Sam. Mas a Srta. Emily Young sempre foi assim. Alegre, apesar de tudo. Cantando como um anjo, mesmo quando esteve diante dos portões do inferno.

- Você não sabe? - perguntou ela. - A antipatia aparente pode mascarar uma atração oculta.

Ele sentiu o rosto ficar quente.

- Não neste caso.

- Ah, sim. Esta lista não prova que Lorde Cullen é um canalha. - Ela bateu com o papel no peito de Uley. - Ela prova que ele está apaixonado!


Então, descobrimos que todo esse tempo em que a ignorava, o Edward sempre esteve pensando na Bella... Que lindo! :)

Barbara Gouveia: Pelo visto, a Bella tinha que ser a voz da razão, mas eu entendo o lado dela de não querer que ele se case apenas por obrigação. Precisamos que ela quer amor, e se não estiver explícito, ela não aceita.

kjessica: Exatamente assim. Mesmo com boas intenções, achar que o outro quer ouvir determinada coisa sempre dá meleca kkkk.

Nanny: Quanto à se casar, por enquanto não sei de nada rs. Sim, muito triste a forma como ele foi marcado na infância, mas isso não significa que ele precise do seu colo hahaha Ele pode ter o meu sz`

Ktia S: Parece que ela te ouviu, sua ranhenta kkkk Mas eu acho que tem um pouco de verdade nessa sua teoria, sabia? Achei melhor ela não aceitar por agora.

Guest Giulia: Pois é, agora entendemos as noites insones do menino. Coitado.

Beckkye: Será que era isso que você queria que ela lesse? kkkk

VioletSMC: Não some muito não, ariana haha Crossfire? Foi decepcionante? Espero continuar tirando o gostinho de decepção, mesmo com essa Bella super-racional rs.

Nos vemos logo, logo! Beijos!