Personagens de Stephenie Meyer. História de Tessa Dare.


CAPÍTULO VINTE E DOIS

.

"Não vou me casar com você para satisfazer a honra."

.


- Eu exijo saber o que você escreveu naquela carta.

Exibindo um sorriso malicioso, Edward seguia atrás dela na escadaria da estalagem. Isabella se encolheu. Ela nunca devia ter mencionado a carta.

- Podemos deixar isso para lá, por favor? Você me atormentou durante o jantar inteiro. Eu já lhe disse, não me lembro.

- E eu já lhe disse, não acredito em você.

Ela abriu a porta do quarto deles. Enquanto os dois jantavam no salão, um criado foi enviado para pegar alguns itens de que Edward necessitava. Além disso, o mais fino vestido de segunda mão que se podia comprar por três libras estava aberto sobre a cama. Uma peça linda de musselina – cor-de-marfim, com estampa de pequenos ramos rosa. Um fogo vigoroso ardia na lareira. E a cama, com travesseiros e colcha empilhados... oh, como o corpo de Isabella, cansado de viajar, ansiava por mergulhar naquela cama e permanecer ali por dias.

- Vou me trocar antes que nosso cupê esteja pronto. - Ela foi para trás de um biombo na esperança de se esconder daquela conversa.

- Então eu vou me barbear. - Ela o ouviu indo até o lavatório. - Mas vou continuar atormentando você, até que confesse tudo. Eu redigi páginas de descrições? Comparei seus olhos a diamantes Brighton?

- São diamantes Bristol. E não, você não fez isso.

- Ah! Então você lembra do conteúdo!

Ela bufou.

- Muito bem. Sim, eu me lembro. Eu lembro palavra por palavra daquela carta.

Água caiu na bacia, e ela ouviu o pincel de barba passando pelo rosto dele. O aroma familiar do sabão de barba envolveu o quarto. Cheirava a cravos.

- Estou ouvindo. - disse ele.

Atrás do biombo, ela reparou que tinha uma unha partida.

- Você escreveu que andou me estudando, quando eu não estava notando. E que me observava quando eu me perdia em pensamentos, ou quando minha cabeça estava sobre um livro. Que admirava o modo como meu cabelo escuro, revolto, sempre conseguia escapar dos grampos e escorria pelo meu pescoço. Que notava o brilho quente da minha pele, onde o sol a beijou. Você escreveu que está consumido por uma paixão selvagem, visceral, por uma feiticeira com cabelo preto como a asa do corvo e lábios sensuais. Que você vê em mim uma beleza rara, natural, que outros homens deixaram passar. Parece familiar?

- Ah, não, você não fez isso. - Ele murmurou uma imprecação e bateu com a navalha na bacia. - Não tem como você se lembrar de tudo que eu disse naquela primeira noite.

- Claro que posso me lembrar. Existem palavras melhores para estarem em uma carta forjada supostamente sua? Foi você que as pronunciou, afinal. - Ela fungou. - Você escreveu que eu era o verdadeiro motivo de você permanecer em Spindle Cove por todos esses meses. E a carta terminava com as palavras mais doces. 'É você, Isabella. Sempre foi você.'

Ele ficou em silêncio por muito tempo. O necessário para que ela soltasse catorze ganchos nas costas do seu maltratado vestido azul de seda, e também abrir os nós do seu espartilho e desabotoar todos os fechos da sua camisola. Ele terminou de se barbear e atravessou o quarto em passadas lentas e medidas. Ela ouviu um rangido quando ele se atirou na cama.

- Deus, eu fui um idiota completo.

Ela achou que não devia contradizê-lo.

- E sabe o que é mais irônico nisso, Bella?

- O quê?

- Eu sempre gostei de você.

Isabella parou no meio do movimento de amarrar sua liga. Ela se permitiu um instante de esperança absurda, de doer o coração, antes de soltar um som de descrença.

- Por favor.

- Não, é sério. - insistiu Edward. - Tudo bem, talvez eu nem sempre tenha gostado de você.

Está vendo? Ela apertou os laços de sua anágua.

- Mas você tem que admitir que havia algo entre nós desde o começo.

- Algo como antagonismo, você quer dizer? - Ela entrou no vestido novo e se equilibrou na ponta dos pés enquanto puxava o tecido por cima das anáguas e do espartilho. O vestido estava bem justo. - A hostilidade de dois gatos de rua brigando dentro de um saco?

- Alguma coisa assim, mas não, é que... - A voz dele ficou reflexiva. - Eu sempre achei que você me enxergava, de certo modo. De uma maneira diferente, que ninguém mais enxergava. Que com aqueles seus óculos pequenos e atraentes você conseguia me ver por dentro. E você não fazia segredo de que desprezava o que via, o que a destacava como mais inteligente que a maioria. Eu não conseguia me livrar da fascinação por você. Seu olhar afiado, a boca sedutora, sua completa invulnerabilidade ao meu charme. Se eu tratei você mal, e sei que o fiz, e isso me envergonha, foi porque eu me sentia perdido perto de você.

Ela endireitou a coluna. Isabella não podia acreditar no que estava ouvindo. Ela esticou a cabeça para fora do biombo e olhou para Edward. Ele estava deitado na cama, recém-barbeado e lavado, pernas cruzadas nos tornozelos e braços debaixo da cabeça. Sua postura dizia: Sim, garotas, eu realmente sou bonito deste jeito, e nem preciso me esforçar.

- Você se sentia perdido perto de mim? Oh, Edward. Isso já é demais.

- É a verdade. - Seu olhar era absolutamente sincero.

Isabella buscou refúgio atrás do biombo. Ela ficou surpresa que o martelar de seu coração não o derrubou.

- Eu nunca desprezei você. - disse ela. - Só para você saber.

Foi a vez de ele fazer um som de completa descrença.

- Muito bem, eu posso ter desprezado você um pouco. Mas só porque... - ela suspirou, incapaz de continuar negando. - Só porque eu estava miseravelmente enfeitiçada por você. Eu não queria estar, mas não pude evitar. Tudo que você precisava fazer era olhar na minha direção, e meu coração entrava em descompasso. Sempre que eu tentava dizer algo inteligente na sua presença, eu soava rabugenta ou maçante. Eu sempre me considerei uma pessoa inteligente, mas juro para você, Edward, ninguém nunca conseguiu fazer com que eu me sentisse tão idiota.

- Ora, isso é... estranhamente gratificante.

Ela riu um pouco das lembranças e de si mesma.

- E enquanto isso, todo mundo em Spindle Cove falava de como você era perfeito para Rosalie. Eu ouvia isso na casa de chá, na Tem de Tudo, em volta da lareira, à noite... Só enfatizando, sem parar, que ninguém imaginava você com uma garota como eu. Até aí eu poderia aguentar, mas a perspectiva de ser sua cunhada? - Ela enxugou uma lágrima que se formava. - Eu amo minha irmã. Sempre tentei não invejar a doçura, a elegância ou a beleza de Rosalie. Mas eu a teria invejado se ela tivesse você, e esse pensamento fez com que eu me sentisse mal. Se você está querendo a coroa de Mais Perdido, acho que essa eu já ganhei.

Depois de um longo silêncio, ele bateu as mãos.

- Espero que você esteja pronta para trocar essa coroa por um prêmio de quinhentos guinéus. Estou vendo nosso cupê pela janela. Está quase pronto.

Ela saiu de trás do biombo.

- Como estou? - Ela virou e se examinou no espelho. - O vestido ficou bom em mim?

Ele se levantou e se posicionou atrás dela, descansando as mãos fortes em seus ombros e esperando que ela ficasse parada.

- O vestido ficou bom. Você, por outro lado...

Ela...? Não estava bem? Por instinto de autopreservação, ela tentou dar as costas ao espelho. As mãos dele se firmaram em seus ombros, não deixando que ela se movesse. Isabella o observou, no espelho, enquanto Edward percorria suas formas com o olhar. Ela não aguentou o suspense.

- Pelo amor de Deus, Edward, o que está errado comigo?

- Você é linda, Bella. - disse ele, em tom de assombro. Como se suas próprias palavras o tivessem pego de surpresa. - Deus é testemunha, você é maravilhosa.

Ela bufou em protesto.

- Não sou. Eu sei que não sou.

- O que a faz ter tanta certeza?

- Ninguém nunca me disse isso antes. Tenho vinte e um anos de idade. Se eu fosse linda, com certeza alguém já teria notado, a esta altura.

Ele pareceu pensar nisso por um instante, descendo uma mão para endireitar a manga dela.

- É difícil imaginar que alguém não repare em uma beleza desta magnitude. Talvez você não fosse linda até recentemente.

Um riso nervoso surgiu na garganta dela.

- Acredito que não passei por nenhuma transformação dramática. - Ela examinou seu próprio reflexo, só para ter certeza. Os mesmos olhos grandes e castanhos estavam lá, rodeados por uma armação de arame. Eles ancoravam o mesmo rosto em forma de coração e engraçado, com a boca também em forma de coração. Sua pele havia ganhado sardas e um bronzeado recentemente, mas fora isso... - Sou a mesma que sempre fui.

- Bem, eu não sou o mesmo. - disse ele simplesmente, ainda sorvendo o reflexo dela. - Estou alterado. Fui destruído. Absolutamente devastado.

- Não. Não brinque comigo. - Não vou suportar ser magoada daquela forma outra vez.

- Não estou brincando. Eu a estou elogiando.

- É isso. Eu não quero elogios. Não me iludo a esse ponto.

- Não se ilude? - Ele riu. - Bella, você tem as ideias mais malucas de todas as pessoas que conheço. Você consegue olhar para um buraco no chão e enxergar uma vasta paisagem primitiva, dominada por lagartos gigantescos. Mas é demais acreditar que você é linda?

Ela não soube o que dizer.

- Talvez 'linda' não seja a palavra adequada. - divagou ele. - É comum demais, e sua aparência é... rara. Você merece um elogio raro. Um que seja sincero e criado só para você. Para que não haja dúvida.

- Sério, você não precisa...

- Silêncio. Vou fazer um elogio para você. Sincero. Nada dessa bobagem de asa de corvo. Você não precisa responder nada, mas eu insisto que você fique aí e o aceite.

Ela o observou pelo espelho enquanto Edward franzia a testa em uma careta de concentração.

- Uma vez... - disse ele. - Há muitos anos, ouvi a palestra de um sujeito no clube dos aventureiros. Ele falou de suas viagens pela selva amazônica.

Isabella não gostou do rumo que aquela conversa estava tomando. Ela tinha a sensação terrível de que Edward iria compará-la a alguma estranha planta carnívora. Uma que atraía suas presas com flores vermelhas e o aroma de carne em decomposição.

- Ele era entomologista, esse sujeito.

Oh, Deus, pior ainda! Insetos. Edward iria compará-la a algum inseto gigante de pernas peludas. Um que cuspia veneno ou comia pequenos roedores. Calma, agora, ela disse para si mesma. Poderia ser uma borboleta. Borboletas são bonitas. Até mesmo lindas, dependendo da variedade. Ela ouviu dizer que existem borboletas do tamanho de pratos na Amazônia.

- De qualquer maneira, esse homem tinha passado o tempo todo com os nativos, no meio da floresta, caçando besouros de carapaça dura.

- Besouros? - A palavra saiu como um lamento.

- Não consigo me lembrar, para ser honesto. Eu dormi durante boa parte da palestra, mas o que eu guardei foi o seguinte: esse povo nativo com o qual ele viveu, nas profundezas da floresta, tinha, em sua língua, dúzias de palavras para dizer chuva. Porque era uma coisa comum para eles, sabe. No lugar em que viviam, chovia constantemente. Várias vezes por dia. Então eles tinham palavras para designar chuva leve, pesada e muito intensa. E cerca de dezoito termos diferentes para tempestades, além de um sistema de classificação inteiro para neblina.

- Por que você está me dizendo isso?

Ele passou lenta e levemente o dedo pelo braço dela.

- Porque estou de pé aqui, querendo lhe fazer um elogio adequado, mas meu vocabulário escasso não me permite. Acho que preciso é de uma excursão científica. Preciso me aventurar em alguma selva onde a beleza tome lugar da chuva e caia do céu em intervalos regulares de tempo. Onde a beleza marque todas as superfícies, sature o solo e paire como vapor no ar. Porque sua aparência, neste exato momento... - O olhar dele encontrou o dela no reflexo. - Lá, eles teriam uma palavra para isso.

Encantada pelo toque de Edward, e por seu tom caloroso e enternecido, Isabella viu seus próprios olhos marejarem no espelho. Ela recuou um pouco, apoiando-se no peito dele. O coração dele bateu em sua coluna, ecoando por seu peito como um distante tambor indígena.

- Haveria tantas palavras para beleza lá... - continuou ele, aproximando os lábios da orelha dela e diminuindo a altura da voz para um murmúrio. - Palavras para chuvas diárias de graça e um tipo de neblina encantadora que desaparece quando você tenta pegá-la. Beleza que é anunciada por trovões impressionantes, mas que se revela ser momentânea. E além de todas essas, existe uma palavra... uma palavra que até os anciãos mais grisalhos e sábios só pronunciaram duas vezes em toda sua vida, e o fizeram de forma contida, receosa. Uma palavra para uma torrente cataclísmica de beleza com o poder de alterar paisagens, aplainar montanhas e alterar o curso de rios, deixando pessoas penduradas em árvores, vivas e ressentidas, xingando seus deuses. - Um toque de frustração sensual fez sua voz ficar rouca. - E eu também amaldiçoarei os deuses com eles, Isabella. Pois uma monção violenta me deixou em frangalhos quando olhei para você há pouco. Ela me mudou por dentro, e não tenho um mapa desse novo mundo.

Eles olhavam para o espelho. Um para o outro, e para si mesmos.

- Eu me apaixonei por você. - disse Isabella, resignada. - Se eu pareço mudada, de alguma forma, só consigo imaginar que seja por causa disso...

Ela o observou atentamente, à espera de sua reação. O rosto dele se transformou em uma máscara, congelada no tempo. Eternamente lindo e sem emoções. E então, finalmente... a sugestão de um sorriso malandro apareceu no canto de sua boca.

- Oh, Bella...

- Pare. - Ela se empertigou, distanciando-se dele. Isabella sabia que ele iria fazer alguma observação jocosa para dissipar a tensão. Oh, Bella, não se aflija. Você logo vai superar isso. Ou Oh, Bella, pense no pobre Sir Jacob. - Não faça isso. - Ela deu as costas para o espelho e ficou de frente para ele. - Não ouse fazer uma piada. Precisei de muita coragem para dizer o que eu disse. E você não precisa dizer nada. Mas insisto que você seja homem suficiente para aceitar o que ouviu. Não vou deixar que você faça pouco caso dos meus sentimentos, ou que faça pouco caso de si mesmo, como se não fosse merecedor do que eu sinto. Porque você merece, Cullen. Você é generoso, tem bom coração e merece ser amado. De forma profunda, sincera e constante.

Ele pareceu estar completamente aturdido. Bem, o que ele esperava, depois do poder que tinha dado a ela? Ninguém pode comparar uma mulher a uma monção torrencial de beleza e depois ficar surpreso por se molhar.

- Seu homem imprudente. - Ela tocou no rosto dele. - Você devia tomar mais cuidado com esses elogios.

- É o que parece.

Ela suspirou e ajeitou as lapelas esfarrapadas dele.

- Eu sei que você está com essa ideia de nos casarmos na Escócia. Para satisfazer a honra, imagino. Aproveitando que você me deu este surto momentâneo de coragem, vou lhe dizer uma coisa. Não vou me casar com você para satisfazer a honra.

- Não vai?

- Não. - Ainda que fosse difícil, ela se forçou a encará-lo. - Só vou casar com você, se você me amar, e se me permitir amá-lo de volta. - Um sorriso agridoce curvou os lábios dela. - Naquela primeira noite na torre, você me fez experimentar como seria ter o seu amor. Foi a sensação mais emocionante que eu já senti. Por um instante, senti que tudo, absolutamente tudo, era possível. Quando vi que não era verdade... aquilo acabou comigo, Edward. Mais do que eu consigo admitir. Eu prefiro morrer solteirona, pobre, arruinada, escarnecida e sozinha, do que sofrer essa humilhação diariamente.

O arrependimento e a dor vincaram os cantos dos olhos dele.

- É assim mesmo, querida. Eu sempre começo com boas intenções, mas... as pessoas perto de mim se machucam.

Então era isso. Seu coração inchado de emoção batia sem motivo. Buscar consolo no homem que em breve o partiria parecia estupidez, mas ela o fez assim mesmo. Ela descansou a testa no ombro de Edward. Ele pôs as mãos nos braços dela, acariciando-os levemente para cima e para baixo. O queixo dele ficou apoiado no topo da cabeça de Isabella.

- Eu vou levar você e Francine, inteiras, até Edimburgo. - Ele colou um beijo firme no alto da cabeça dela. - Ainda que eu não possa lhe prometer mais nada, isso eu prometo.


Barbara Gouveia: Acho que realmente ela não entendeu que ele está nutrindo sentimentos, essa viagem está mudando os dois e cada vez mais eles estão se dando conta disso. Vamos ver como será esse restinho de viagem até o simpósio rsrs

Mila: Bem vinda! Até agora (por algum milagre!) estou conseguindo postar todos os sábados, sem nenhuma falta, e realmente espero continuar nesse ritmo. Obrigada!

Guest Giulia: Sim, ele nunca foi muito sincero, mas isso realmente tem um fundinho de verdade, não? Falta ainda algumas milhas até o simpósio... Quem sabe se não é o suficiente para esses dois se matarem ou darem certo de uma vez por todas haha. AAAAAH! O nome da baby vai ser Isadora, eu já disse isso?

Nanny: Vou pensar no seu caso, rs. Pois é, eu vejo aqui no Traffic e a quantidade de pessoas acompanhando é super satisfatória, pena que nem todo mundo apareça pra dar um 'alô', pois os capítulos viriam bem mais rápidos com certeza!

mari A: Parece que ela deixou escapar de novo, reafirmando que não quer nada por honra ou piedade kkkk Ela quer amor, nada menos que isso :)

Ktia S: Já era sexta à tarde e nenhum sinal seu... Já estava começando a encasquetar com essa sua ausência HAHAHAH

.

Gente, seguinte: Estamos na reta final da fic, calculo mais uns 4 ou 5 capítulos. Esse foi curtinho, mas o próximo vai compensar, prometo. Estive pensando em adaptar o volume I dessa trilogia e estava com um pouco de dificuldade em encaixar todos os personagens e características, mas estou conseguindo.

Então, assim que essa fic acabar, logo em seguida vou dar sequência ao volume I. Pode parecer estranho, mas as histórias são de casais diferentes. Como ela é um pouco mais comprida, é provável que em Setembro ainda não esteja completa e minha Isadora está prevista para o começo desse mês, então se houver qualquer atraso por essa data, é porque estarei num trabalhoso/doloroso/demorado processo de dar à luz HAHAHAH

O que me dizem?

Beijos, até sábado ou 12 reviews! :3