Personagens de Stephenie Meyer. História de Tessar Dare.
CAPÍTULO VINTE E TRÊS
.
"Não desista disto, não desista de mim. Eu fiz uma promessa a você, e tenho toda intenção de cumpri-la."
.
Pelo amor às tetas. Edward se considerava um patriota e servo fiel da Coroa. Mas, por Deus, naquele exato momento ele odiava a Inglaterra. País odioso, atormentado por chuva sem fim e amaldiçoado por estradas lamacentas, esburacadas, quase intransitáveis. Correu tudo bem no primeiro dia depois que saíram de York. As trocas de cavalos aconteceram sem problemas. Ele passou breves trechos dentro do cupê, mas cavalgou a maior parte da jornada ao lado do cocheiro. As estradas e o clima colaboraram. Sua expectativa era a melhor possível. Então, a chuva começou a cair. E continuou. E não cessou.
Em uma das paradas tiveram que esperar uma hora até conseguirem cavalos para a troca. As condições da estrada estavam tão ruins em alguns trechos que seu ritmo diminuiu, tornando-se arrastado. E o tempo todo um relógio tiquetaqueava dentro da cabeça de Edward. Cada hora de progresso lento, demorado, os deixava mais longe de cumprir a programação. A demora o estava devorando por dentro. Ele tinha que levar Isabella ao simpósio a tempo. Ele havia prometido. Se ele não conseguisse completar aquela viagem, como poderia pedir a ela que lhe confiasse o restante de sua vida? Boas intenções e belos elogios não eram suficientes. Ele tinha que provar isso a ela e a si mesmo.
Mas nem tudo estava perdido. Eles ainda tinham tempo suficiente para chegar a Edimburgo, mas a folga de que dispunham estava diminuindo. Não havia mais margem para erro. Quando pararam para almoçar, algumas horas antes, Edward disse para si mesmo que tudo tinha que dar certo dali em diante. Mas, cerca de vinte e quatro quilômetros depois disso, eles estavam atolados. A crise começou na última parada de carruagens. Não havia cavalos para alugar e, devido às chuvas e lama, não era esperado que nenhum aparecesse.
Edward teve que usar todo seu poder de persuasão – e uma quantia significativa de dinheiro – para convencer o cocheiro a seguir adiante com a mesma parelha, prometendo-lhe que, se entrasse em uma estrada lateral, Edward sabia de um lugar distante alguns quilômetros onde poderiam conseguir cavalos fortes e descansados. E isso teria funcionado maravilhosamente bem, se não tivessem atolado em uma poça a meio caminho desse lugar, onde enterraram na lama duas rodas até os aros.
Edward tentou aliviar o peso. Não funcionou. Ele foi até a traseira do cupê e empurrou com toda sua força enquanto o cocheiro chicoteava os cavalos. Não funcionou. Agora ensopado pela chuva e coberto de lama, ele lutava para não se desesperar. Eles ainda podiam conseguir. Não era tarde demais. Eles até poderiam desatolar com uma parelha descansada, mas aqueles pobres animais estavam simplesmente exaustos. Depois de discutir a questão com o cocheiro, ele ajudou o homem a soltar os cavalos e se voltou para Isabella.
- O que está acontecendo? - perguntou ela, abrindo a porta. - Ele está indo embora com os cavalos?
- Está. Os animais estão cansados demais para nos tirar do atoleiro, então ele irá trocá-los por cavalos novos. Eu falei para ele de um lugar perto. Vamos esperar aqui até ele voltar.
Isabella aproximou-se dele.
- Esperar aqui?
Ele aquiesceu.
- Na chuva?
Ele olhou para o céu.
- Acho que está começando a clarear.
- Nesse caso... - Ela abriu a porta e saiu do cupê, imediatamente afundando a perna até a canela na lama. - Vou esperar aqui fora com você.
- Não, não. - pediu ele. - Volte para a carruagem. A chuva não está diminuindo.
Gotas de chuva apareceram nas lentes dos óculos dela.
- Então isso também foi uma mentira?
Maldição.
- Eu estava tentando ser otimista.
- Por quê? - Olhando para a estrada, ela balançou a cabeça. - Edward, você tem que admitir que...
- Não. - Ele sabia quais palavras vinham a seguir, e elas o teriam destruído. - Não diga isso.
- Só estou constatando os fatos. Mesmo que o cocheiro retorne, vamos estar horas atrás da programação. E com esta chuva...
- Não diga! - Ele agarrou nos braços dela, fazendo com que se virasse para ele. A chuva havia colado pequenas mechas de cabelo nas bochechas dela. - Ainda não terminou, Bella. Eu lhe fiz uma promessa. Vou levar você e Francine inteiras até Edimburgo. - Ele deslizou as mãos para cima e para baixo nos braços dela, tentando aquecê-la por cima do tecido. O vestido que o gerente da estalagem havia lhes vendido era muito fino para aquele tempo. - Agora volte para a carruagem antes que você pegue uma pneumonia.
Ela começou a responder, mas o tropel distante de cascos na lama a interrompeu. Edward se virou, surpreso. Uma carruagem se aproximava, puxada por uma impressionante junta de quatro animais.
- Está vendo? - disse ele, soltando-a. - Eu lhe disse. Olhe, lá vem a nossa salvação.
Enquanto a carruagem se aproximava, Edward ficou do lado da estrada, abanando os braços. O condutor diminuiu a velocidade e parou. Uma janela de vidro foi aberta e um rosto olhou para fora. Uma mulher de aparência gentil, com cabelo grisalho e chapéu rendado. Maravilha! Edward era um sucesso com senhoras grisalhas. Mas aquela, em especial, estreitou os olhos e disse:
- Você!
Maldição. Falando sério, quais eram as chances?
- Ora, Sra. Fontley... - disse ele, forçando um sorriso. - Que ótimo poder ver a senhora novamente. E que sorte, também. Como pode ver, estamos meio atolados.
- Você deveria estar na prisão, seu vilão.
- Eu diria... - o rosto do Sr. Fontley apareceu na janela - Que você tem muita audácia, Masen, se é que esse é seu nome verdadeiro.
- Na verdade, não é. Eu menti para vocês em Londres, o que foi errado. Mas vou lhes dizer a verdade, agora. Eu sou um inútil visconde insone, mas... – ele apontou para Isabella – Minha acompanhante aqui é uma geóloga brilhante. Vai acontecer um simpósio, sabe. Nós precisamos chegar a Edimburgo até amanhã, para que ela possa apresentar suas descobertas sobre lagartos gigantescos e assim, possivelmente, alterar a forma como entendemos a história natural do mundo.
A Sra. Fontley soltou um guincho de incredulidade.
- Lagartos? Primeiro cobras, e agora lagartos!
- Não, não. Isto não tem nada que ver com cobras. Eu juro pela minha vida, desta vez estou falando a verdade.
O Sr. Fontley sinalizou para o condutor com uma batida no teto.
- Adiante!
- Por favor. Vocês não podem nos deixar aqui. - Edward agarrou a maçaneta da porta.
Pela janela, a Sra. Fontley bateu nos dedos dele com um guarda-chuva fechado.
- Afastem-se da nossa carruagem, suas pessoas más.
- Seth! - Isabella bateu na outra janela da carruagem. - Seth, por favor. Você não pode convencê-los a nos ajudar?
O jovem apoiou os dedos no vidro e lhe deu um olhar pesaroso.
- Vou rezar por vocês.
O condutor chicoteou a junta, colocando-a em movimento, e Edward teve que puxar Isabella para que ela não fosse pega pelas rodas. Enquanto a carruagem se afastava, os criados jogaram de cima dela dois objetos retangulares. Eles aterrissaram no meio da estrada com um baque surdo, espirrando lama nos dois. Eram os baús de Isabella. Edward ficou olhando para eles, querendo rir. Mas não conseguiu. Nada daquilo era engraçado. Tirando água do rosto, ele se virou para Isabella, que o estava observando.
- Nem precisa. - disse ele. - Eu sei o que você vai falar.
- Sabe?
Ele aquiesceu.
- Você vai dizer que tudo isso é culpa minha. Que se eu não tivesse mentido para os Fontley, eles poderiam ter nos ajudado.
Ela não falou nada. Isabella apenas cruzou os braços e olhou para os pés, cobertos de lama.
- Mas então eu diria para você, - continuou Edward. - que se eu não tivesse mentido para os Fontley, nem teríamos chegado até aqui.
Ela franziu o rosto para ele.
- Você sempre tem discussões consigo mesmo?
- E então você diria, 'Mas Edward...' - Ele afinou a voz, em uma imitação caricata dela. - 'Se pelo menos nós tivéssemos pegado a carruagem do correio, já estaríamos em Edimburgo.' E nesse aspecto você teria razão.
- Por favor, não ponha palavras na minha b...
Ele fez um sinal para ela parar.
- Você está tremendo. Você não tem uma capa em um desses baús?
Isabella balançou a cabeça.
- Estou bem.
- Droga, não me diga que está bem! - A chuva ganhava força, e ele teve que levantar a voz para se fazer escutar. - Você está molhada, e ficando cada vez mais encharcada. Você está aqui, não na Escócia. Você está...
Você está comigo, e não com algum homem melhor.
- Não me diga que está bem, Bella!
- Ótimo! - ela finalmente respondeu gritando, fechando as mãos em punhos. - Eu não estou bem. Estou decepcionada, frustrada e com muito frio. Está feliz agora?
Maldição. Ele passou as duas mãos pelo cabelo e olhou para a estrada. Uma coisa tão simples, a estrada. Apenas uma faixa de terra indo de um lugar a outro. E qualquer pessoa, no mundo civilizado, quando quer viajar de um lugar a outro, simplesmente entra em uma maldita carruagem e vai embora. Qualquer outro homem na Inglaterra já teria chegado a Edimburgo com ela. Qualquer outro homem estaria esperando aquele aguaceiro passar com ela em algum lugar seco e seguro.
Ele andou até a porta do cupê e a segurou aberta.
- Entre.
Isabella desistiu de discutir e entrou. Edward se juntou a ela, fechando a porta atrás de si. A cabine era apertada para os dois, imagine com três ocupantes. Francine estava viajando dentro da cabine desde o começo da chuva. Depois de lutar um pouco, ele conseguiu tirar o casaco molhado, que colocou sobre as pernas de Isabella. Então, Edward afrouxou o nó da gravata e a tirou, usando as partes mais secas para enxugar rosto e pescoço.
Isabella o observava, preocupada.
- Estou bem. - disse ele. - Não vai demorar. Eu orientei muito bem o cocheiro. Ele vai voltar logo, e então retomaremos nosso caminho. Tudo vai ficar bem.
- Então, o que você está fazendo com a pistola?
Enquanto ela observava, Edward pegou a pistola de sob o assento e começou a carregá-la com pólvora e uma bala.
- Simples precaução. - disse ele. - Presos deste jeito, somos um alvo fácil para ladrões.
Ela não sabia como interpretar o estado de espírito sombrio dele. Aquilo ia além do confinamento na carruagem. Ele parecia estar se culpando por tudo, inclusive o tempo ruim. Isabella ficou brava consigo mesma por deixá-lo acrescentar ainda mais recriminações à lista. Nada daquilo era culpa dele.
- Edward, toda essa viagem foi ideia minha. Sinto muito ter colocado você em...
- Não precisamos discutir isso. - Ele tampou o polvorinho.
Ela tentou respeitar o fato de ele querer silêncio, mas não foi fácil. Depois de um minuto, ele disse despreocupadamente:
- É uma pena que o tempo não esteja melhor. - Os dedos dele tamborilaram no vidro da janela. - Esta área tem todos os tipos de rochedos e penhascos impressionantes. Você estaria no paraíso...
Ela olhou pela janela e observou o quadrado cinzento de chuva caindo que ela exibia.
- Então você já viajou por aqui antes.
- Ah, inúmeras vezes.
Inúmeras vezes? Aquilo não fazia sentido. Ela pensava que ele evitava o campo desde que...
- Oh, céus! - Exclamou Isabella quando se deu conta. Ela segurou a mão dele. - Edward, nós estamos perto da sua casa?
O silêncio confirmou o que ele não queria dizer. Ela sentiu um aperto no coração. Então era por isso que ele sabia onde o cocheiro poderia encontrar cavalos descansados. Ele simplesmente enviou o homem para sua propriedade.
- Foi muito perto daqui? - perguntou ela. - O acidente?
Ele inspirou... o que pareceu ser muita dificuldade.
- Na verdade, não. Não foi assim tão perto.
Mas também não foi muito longe, imaginou ela. Tomada pela emoção, ela se aproximou, entrelaçando seus dedos aos dele. Edward estava em uma carruagem apertada e abafada com ela, com a noite se aproximando, atolado na mesma estrada que reivindicou a vida de seus pais e destruiu sua inocência. Aquilo era o mais perto que Edward Masen Cullen chegaria de andar descalço nas avenidas de enxofre do inferno, e ele estava fazendo aquilo por ela. Por ela... Isabella o apertou mais junto a si. Obrigada, ela queria dizer, obrigada por acreditar em mim, por enfrentar isto por mim. Se eu já não amasse você loucamente, com certeza passaria a amá-lo agora. Mas ela sabia que confissões chorosas não eram o que ele precisava naquele momento. Aquela situação exigia uma distração.
- Imagino que agora não vá demorar. O que nós podemos fazer para passar o tempo?
- Por que você não lê sua apresentação novamente, enquanto eu finjo fazer perguntas inteligentes?
Ela riu um pouco.
- Estou falando sério. - a voz dele ficou mais calorosa. - Eu gosto de ouvir sua apresentação. Não vou fingir que entendo todas as palavras, mas não tenho que ser um perito para saber que você tem algo importante a dizer. Eu não preciso ser um geólogo para compreender que está bem escrita e foi montada cuidadosamente. E o modo como você pronuncia todas aquelas palavras polissilábicas? - Ele a cutucou com a coxa. - Isso me deixa excitado, sempre.
Ela corou. Não apenas devido à sugestão carnal, mas por sua admiração honesta pela erudição dela. Apesar de toda provocação que ele havia lhe feito, ao longo de meses, Isabella tinha que admitir: ele nunca, nem mesmo uma vez, sugeriu que ela não pensasse por si mesma, e tampouco insinuou que as mulheres tivessem uma deficiência intelectual. Quantos homens, de sua categoria e importância, reconheceriam tão prontamente que uma mulher jovem, solteira, pudesse lhes ser intelectualmente superior? Ela imaginou que descobriria isso quando chegassem a Edimburgo. Se eles chegassem a Edimburgo.
- Nós vamos conseguir. - insistiu ele, como se estivesse lendo seus pensamentos. - Vá em frente, leia novamente sua apresentação.
- Está ficando muito escuro para que eu leia minhas anotações.
- Oh. - Parecendo abatido e tenso, ele se apoiou no encosto da carruagem. Em seguida, abriu o colarinho. - A noite vai chegar logo, imagino.
Droga. Isabella estremeceu. De todas as coisas idiotas que ela poderia falar. Ele se esforçava tremendamente para esconder seu desconforto físico, mas Isabella sabia que Edward estava sofrendo.
- Edward, por que nós não saímos um pouco para passear?
- Porque está chovendo a cântaros.
- Quem liga para isso? Um pouco de umidade não vai nos fazer mal.
- Vai deixar você gelada, e acabaria com Francine. Sob uma chuva mais fraca, o baú a protegeria. Mas em um aguaceiro destes? Você sabe que a chuva vai passar pelas emendas. O gesso vai desintegrar.
- Então nós simplesmente a deixamos aqui na carruagem.
Ele bufou.
- Fora de questão. Eu vim muito longe, e já fiz muita coisa por essa garota escamosa. Não vou perdê-la de vista agora. Estou bem. Eu posso fazer isto, Bella. O cocheiro logo estará de volta com os cavalos descansados e nós seguiremos viagem.
O tom de voz dele não admitia discussão.
- Bem, nós precisamos nos divertir de algum jeito. - Ela se animou. - Já sei. Vamos fazer uma lista de termos matemáticos que pareçam atrevidos. - Em sua voz mais provocante, ela sussurrou: - Parábola.
Depois de uma pausa, Edward apertou os dedos dela.
- Longimetria.
- Binômio.
- Por que parar aí? Trinômio.
- Aí já é safadeza.
- Isso não é nada. Eu estava guardando este... - Ele se aproximou para sussurrar na orelha dela: - Annulus.
Rindo, ela se aninhou no peito dele.
- Oh, Edward. É por isso que eu amo você.
As mãos dele desceram para a cintura dela.
- Pelo amor de Deus. Porque minha mente adolescente sempre viajava para lugares indecentes quando eu deveria estar prestando atenção nas aulas?
Ela deu de ombros.
- Preciso de um motivo melhor?
- Eu acredito que sim, precisa. - Ele encostou a testa na dela, e sua voz baixou para um sussurro. - É por isso que estou aqui, Bella. Você tem que saber que é por isso. Você precisa de um motivo melhor para me amar, e estou aqui fazendo o diabo para lhe dar um.
Que homem tolo e querido. Encolhendo-se e puxando a saia, Isabella conseguiu sentar a cavalo no colo dele.
- Apenas me beije.
Segurando o rosto dele com as mãos, Isabella roçou o lábio dele com os seus. Então Edward retribuiu o beijo, com paixão e entusiasmo. Suas línguas se enrolaram e brincaram. Ela levou a mão dele até o seio. Ele gemeu dentro da boca de Isabella enquanto o envolvia e apertava, passando a palma sobre o mamilo protegido pelo tecido. O beijo se tornou urgente, faminto. Ele tomava sua boca com lábios e língua, e ela retribuía tão bem quanto ele beijava. A elevação firme da excitação de Edward se fez anunciar, pressionando o interior da coxa dela.
Ele usou sua mão livre para agarrar com força o traseiro dela, esfregando sua pelve contra a dele.
- Isso. - Ela recuou o torso para soltar o corpete. - Isso. Faça amor comigo.
- Bella, eu quero... - Ele se esforçava para respirar enquanto levantava as saias dela. - Jesus, eu não vou conseguir ser gentil agora. Eu não posso fazer amor com você. Não consigo.
Ela choramingou de decepção, pressionando o corpo contra o dele. Ela precisava muito dele, e podia sentir a proporção significativa da necessidade dele. Edward não podia dizer não. A testa suada dele pressionou o pescoço dela. Ele lambeu, depois mordiscou, o alto do seio dela.
- Você merece amor suave, doce. Um homem que possa lhe dar tudo que você deseja. Mas neste momento, tudo que eu quero é te possuir. Possuir você com força e rapidez e violência suficiente para iluminar esta maldita noite.
Os dedos dele mergulharam por baixo das anáguas dela e encontraram seu sexo, onde mergulharam sem preliminares. Ela arfou. Isabella estava tão pronta para ele que seus dedos escorregaram para dentro.
- Eu posso...? - Ele empurrou mais fundo, grunhindo. - Você...
- Sim... - ela conseguiu dizer. - Sim!
Ele retirou os dedos e começou a soltar os botões da calça.
- Diga. Eu preciso saber que você entende, que está mesmo disposta.
Ela não estava só disposta. Ela estava querendo, desesperadamente.
- Sim. - sussurrou ela. - Eu quero que você me possua.
A excitação tomou conta dela. Isabella sentiu que ficava úmida e rosada.
- Possua-me. - ela disse mais alto, desta vez acreditando nas palavras, assumindo que a violência também fazia parte dela. - Possua-me, agora.
Ele se posicionou e entrou nela com uma estocada forte, quase dolorosa. Ela gritou com a alegria que sentiu. Com movimentos violentos de quadril, ele foi ainda mais fundo. A pelve dela batia na dele, e todo o cupê sacudiu e rangeu.
- Oh, Deus. Isabella. Eu não mereço você. Você é tão boa. Tão gostosa e tão molhada e tão, tão boa para mim. Sua coisa inteligente, tola, linda.
Bom Deus, aquele homem nunca parava de falar? Isabella não queria conversar naquele momento. Ela só queria... mais fundo. Mais forte. Mais. Ela pegou o lóbulo da orelha dele entre os dentes e rugiu, abrindo as pernas para trazê-lo ainda mais perto. Ele agarrou o quadril dela e socou selvagemente, fazendo-a subir e descer por toda sua extensão. Ela cavalgava as investidas dele com abandono, apoiando um braço no teto da carruagem para melhorar o encaixe. Eles se agarraram com dentes e unhas, e emitiram sons desagradáveis, chocantes, animalescos. A carruagem inteira balançava e dava pinotes devido ao ritmo frenético dos dois. O vidro da janela ficou embaçado com o calor da paixão dos dois.
Os cílios de Isabella bateram até fechar, bloqueando o que restava de luz do dia. As palavras dele se tornaram grunhidos desarticulados. O ritmo dos dois tornou-se uma força em si mesma, ganhando vida própria. Nos braços de Edward ela ficava sem fala, perdida, descuidada, desatenta. Ela não sabia nada, era apenas sensação. Nada a não ser ele. Quando o clímax a atingiu, Isabella soltou um grito cortante, desamparado. O prazer sacudiu seu corpo. Ele saiu de dentro dela no último instante, rosnando maldições e bênçãos e jorrando calor contra a coxa dela.
- Bella. - Seus beijos quentes, de boca aberta, cobriram o rosto e a garganta de Isabella. A voz dele estava rouca de emoção. - Bella, nunca me abandone.
Ela envolveu o pescoço dele com os braços.
- Edward, eu...
Um estalo alto a interrompeu. Seguido por um rangido metálico e um lamento arrepiante. E então eles caíram. Caíram um nos braços do outro enquanto o cupê inteiro tombava de lado.
- Ah, não.
Juntos, eles deslizaram pelo banco até bater na lateral do cupê. Então a lateral se transformou em chão, quando a coisa toda ficou tombada de lado. A carruagem bateu na lama produzindo um som abafado. Eles se separaram e Isabella sentiu uma pontada aguda no ombro quando ela caiu no painel de metal.
- Bella. - Ele se contorceu para ficar ao lado dela. - Isabella, diga que você não está...
- Estou bem. - ela se apressou em dizer. - Não me machuquei.
Praticamente. Ela não iria dizer a ele, mas o ombro doía um pouco. Apesar disso, aquele não era um acidente de carruagem dramático, mortal. O cupê nem estava em movimento. Aquilo não tinha sido mais do que cair de uma cerca, ou de uma árvore.
- Por favor não morra. - Ele a abraçou apertado. - Se você morrer, vou implorar a Deus que também me leve.
Meu Deus, que declaração. Ela se obrigou a ignorar o significado daquilo e a continuar com a obrigação mais imediata: tranquilizá-lo.
- Bem, não estou morrendo. Nem mesmo estou machucada.
Ele vasculhou seu rosto.
- Tem certeza? Não está sangrando? Consegue sentir todos os seus membros?
- Você consegue sentir meus braços ao seu redor? - perguntou ela.
Isabella passou a mão pelas costas dele, até que Edward soltou um suspiro de alívio.
- Consigo. - Ele tirou seu peso do peito dela, rindo um pouco. Edward passou a mão por seu próprio rosto. - Bom Deus. Eu não tinha me dado conta de como este negócio é instável quando não está atrelado aos cavalos. Acho que nós estávamos muito...
- Entusiasmados? - Ela sorriu. - Bem, veja por este lado, as rodas não estão mais presas na lama.
- É verdade. Deixe-me ajudar você a levantar.
Eles desenrolaram seus braços e pernas. Edward levantou primeiro, depois ofereceu sua mão a ela. Quando Isabella se colocou em pé, suas botas chapinharam na água que começava a entrar pelos painéis laterais danificados e encobria os pés dos dois.
- Oh, céus.
Edward também havia reparado. Ele virou o baú, e usou o pé para afastá-lo da poça que crescia. Francine estava tão bem embrulhada que, sem dúvida, devia ter sobrevivido à queda, mas não sobreviveria se ficasse encharcada.
- Então não foi nossa... você sabe... que virou o cupê. Pelo menos não totalmente.
Ele balançou a cabeça.
- A estrada está inundando. É por isso que as rodas se soltaram.
A água lamacenta bateu na bainha dela.
- Precisamos sair daqui. Agora mesmo.
Edward levantou as mãos e empurrou a porta que estava acima de suas cabeças. Mas ela não abriu. Xingando, ele pegou a maçaneta da porta e a forçou, com violência.
- Abra, sua maldita. - resmungou ele. - Abra.
- Está tudo bem. - disse ela, tentando acalmá-lo. - Não estamos presos. Se você quebrar a janela, eu posso passar por ela e abrir a porta por fora.
- Certo. Você realmente é a mais inteligente de nós. Vá para o lado e cubra a cabeça.
Depois que ela obedeceu, ele pegou um lenço no bolso do colete e enrolou os nós dos dedos. Então Edward segurou a pistola pelo cano e a usou para quebrar o vidro da janela. Com dois golpes fortes ele o arrebentou. Pequenos cacos de vidro caíram sobre a cabeça e os ombros de Isabella. Depois que a chuva de vidro cessou, e gotas de água começaram a entrar, pareceu seguro olhar para cima. Ela viu Edward limpando a moldura da janela dos últimos fragmentos de vidro.
- Aqui. - Ele fez uma concha com a mão e a estendeu. - Ponha o pé na minha mão e se apoie no meu ombro. Eu vou levantar você.
Ela aquiesceu. Depois que sua cabeça e seus ombros passaram pela abertura, Isabella apoiou as mãos dos dois lados da janela. Ela puxou o restante do corpo para fora da carruagem. A chuva continuava a ensopá-la, colando seu cabelo ao pescoço e à testa. Ela o afastou com as mãos, impaciente. Depois de tirar completamente o corpo de dentro da carruagem, Isabella se ajoelhou no topo – que até recentemente era a lateral – e puxou a maçaneta com as duas mãos, forçando e xingando a peça de metal.
- Droga. A maçaneta também está emperrada por fora. - Ela olhou para ele lá em baixo. - Saia pela janela, como eu fiz. Vai ser um pouco difícil, mas você conseguirá passar.
- Eu vou, mas Francine não. - Ele ergueu o baú com as duas mãos, para mantê-lo acima da água. Ele era grande demais para passar pela janela. - Vá. Procure abrigo embaixo das árvores. Eu vou manter Francine seca até a chuva passar.
- Você quer que eu deixe você aqui? Sozinho?
O lampejo de alguma emoção passou por seu rosto, mas ele a reprimiu.
- Eu vou ficar bem. Vamos ficar à distância de um grito. Você conhece nosso sistema, I... Tallyho e tudo o mais.
Isabella balançou a cabeça. Homem impossível. Há menos de cinco minutos ele a agarrou em seus braços e implorou para que nunca o abandonasse. Prometeu segui-la ao túmulo, se fosse o caso. Edward honestamente acreditava que ela iria abandoná-lo naquele momento? Deixando-o preso em uma carruagem escura, sozinho, na mesma estrada que matou seus pais? Ele realmente era maluco.
- Não vou deixar você aí.
- Bem, eu não vou deixar o baú para trás.
Ela forçou a maçaneta da porta novamente, mas ela se recusava a ceder.
- Talvez eu consiga abrir se a quebrar. Passe a pistola para mim, por favor?
Esticando a mão pela janela quebrada, Edward lhe entregou a arma. Isabella a desembrulhou, passou a mão pelo cabo... E a apontou para ele.
- Saia daí, Edward.
Ela falou com uma calma imperturbável, enquanto protegia a pistola da chuva com o corpo. Isabella não estava, realmente, ameaçando a vida dele. Ela só esperava que o choque pudesse demovê-lo da ideia tola de permanecer dentro daquele caixão de metal. Bem, ele ficou mesmo surpreso. O olhar incrédulo dele pulou do rosto dela para a pistola em sua mão.
- Bella, você ficou maluca?
- Eu poderia perguntar a mesma coisa! Acabou, Edward! - A voz dela fraquejou. - Acabou. Nós não vamos conseguir chegar a Edimburgo, e tudo isso não vale nem mais um instante de aflição sua.
- Para o diabo com minha 'aflição'. Dentro do baú está o trabalho da sua vida. Não vou abandoná-lo. E ainda podemos chegar ao simpósio, Bella. Assim que o cocheiro voltar...
Isabella olhou ao redor. Nenhum sinal do homem nem dos cavalos. Um rio subia onde antes havia estrada, carregando folhas e galhos consigo. E a chuva só fazia aumentar, pingando e batendo na estrutura de metal da carruagem. Ela teve que erguer a voz para se fazer ouvir por cima de todos esses ruídos.
- A água está subindo, e a noite caindo. O cupê está danificado. Mesmo que os cavalos cheguem, a estrada vai estar intransitável. Acabou.
- Droga, Bella. Não desista disto. Não desista de mim. Eu fiz uma promessa a você, e tenho toda intenção de cumpri-la. Vou encontrar um modo!
- Você não...
Um grito de susto não a deixou terminar. A carruagem tombada deslizou alguns centímetros para o lado. A inundação estava fazendo o cupê oco boiar, empurrando-o pela lama. Isabella sentiu um aperto no estômago. Ela tinha que tirar Edward dali. A teimosia dele em permanecer na carruagem não era apenas imprudente, mas perigosa. Se a água continuasse subindo, eles poderiam ser jogados para fora da estrada. Ela estendeu o braço com a pistola.
- Edward, deixe o baú. Nós dois precisamos sair desta carruagem. Chega de discussão.
- Não. - Ele negou com a cabeça. - Não vou fazer isso, Bella.
- Então você não me deixa alternativa.
Ela firmou a pistola, puxou o cão, mirou... E atirou.
- Santa...
BUM!
Quando a pistola disparou, o primeiro pensamento de Edward foi: Meu Deus. Ela atirou. Ela realmente atirou em mim. Seu segundo pensamento foi: Quando foi que meu sangue e minhas vísceras foram substituídos por esse pó branco grudento? Conforme a poeira baixava, Edward foi lentamente percebendo que ela não havia atirado nele. Isabella disparou a bala diretamente em seu baú. E a nuvem de poeira branca que foi levantada dentro do cupê não era formada pelos restos de seu coração calcificado. Mas por Francine. Oh, Deus! Maldição. Ele preferia que Isabella tivesse atirado em sua barriga. Teria doído menos. E sua barriga poderia ser costurada. Francine, por outro lado... Francine já era.
- Por...? - Ele engasgou no pó de gesso. - Por que você fez isso?
- Porque você não me deixou alternativa! - exclamou ela, jogando a pistola longe. - Agora saia daí. Acabou.
Acabou. Sim, tinha acabado. Tudo. Ela havia enfiado uma bala em todos os seus sonhos e esperanças. Não importava mais se o cocheiro iria chegar com cavalos descansados. Não importava se as nuvens repentinamente se abrissem e um balão de ar quente descesse para transportá-los para a Escócia. Sem Francine, tudo estava acabado. Ele engoliu em seco o sabor amargo da derrota. Não restava nada mais a não ser admitir a derrota. Ele tinha falhado. Ele conseguiu falhar com Isabella, apesar de todo o seu esforço. Suas boas intenções caíram como granadas, e dessa vez Francine levou o tiro. Ele se içou através da janela quebrada. Edward pulou do cupê, afundando até a canela na água.
- Pule nos meus braços. - orientou ele.
Isabella obedeceu. Ela agarrou no pescoço dele, como se Edward fosse o herói de seu conto de fadas e não o vilão que arruinou tudo.
- Para onde nós vamos?
Edward olhou para a estrada diante deles, tentando enxergar através da chuvarada. Será que aquelas sombras eram...? Cavalos. Sim, eram. Uma bela junta de quatro animais dos seus próprios estábulos. Afinal, lá vinha o cocheiro, acompanhado de dois criados da casa de Edward em Riverchase. Ele soltou a respiração, aliviado.
- Para casa. Nós vamos para casa.
A distância até Riverchase era de apenas alguns quilômetros, mas as condições da estrada os obrigaram a percorrer aquele trecho em um ritmo dolorosamente lento. Edward levava Isabella à sua frente, em seu cavalo, tentando protegê-la o melhor possível do frio e da umidade. Ele chegou a pensar que ela havia adormecido, até que murmurou:
- Edward? O que é aquela construção imensa ali adiante?
- É Riverchase. Minha propriedade.
- Achei mesmo que era. É linda. Todo esse g-granito.
Ele riu por dentro. É claro que ela iria reparar nisso primeiro.
- É uma pedra da região.
- Aposto que ele brilha sob a luz do sol.
- É luminoso.
Ele a apertou mais em seus braços, puxando-a para perto. Pela primeira vez, ele reparou como ela tremia violentamente em seu peito.
- Você está bem? - perguntou ele.
- Com frio. Só estou com frio.
Praguejando baixinho, Edward esporeou o cavalo para fazer com que trotasse. A chuva tinha ficado mais fraca, praticamente uma garoa, mas Isabella estava completamente ensopada. Ele tinha que colocá-la diante da lareira – e rápido. Pelo menos a criadagem de Riverchase havia sido avisada pelo cocheiro que seu patrão estava nas redondezas. A casa toda foi colocada de prontidão. Quando Edward chegou cavalgando, a porta se abriu e um grupo de empregados saiu. Edward desceu do cavalo primeiro, depois ajudou Isabella a escorregar para seus braços. Passando um braço por suas costas, e outro por baixo das coxas, ele a carregou pelos catorze degraus de granito e através da entrada principal. A antiga e conhecida governanta, a Sra. Sue Clearwater, correu para cumprimentá-lo. Fazia praticamente dois anos que ele não a via. Mesmo assim, Edward encurtou os cumprimentos.
- Acenderam a lareira? - perguntou ele.
- Na sala de estar, meu lorde.
Ajeitando Isabella nos braços, ele passou pela governanta e entrou diretamente na sala de estar. Ele deitou o corpo empapado e trepidante dela no divã felpudo e empurrou tudo – móvel e Isabella – para frente, até que ela estivesse a cerca de um metro da lareira. O fogo era novo e ardente. Chamas abrasadoras dançavam e pulavam.
- Esta sala é linda. - disse, fraca, Isabella. - Estou tão f-feliz de... - Os dentes dela bateram. - De ter esta oportunidade de conhecer sua casa.
- Não tente falar. Mais tarde levo você para ver tudo.
- Tudo bem.
Sua tentativa trêmula de um sorriso fez Edward querer uivar de angústia. Não devia ser daquele modo. Ele tirou os óculos do rosto dela, secou-os, e os recolocou em seu nariz. A Sra. Clearwater permanecia junto à porta.
- Traga cobertores. - ordenou ele. - Uma camisola limpa, não me importa de quem seja. Chá quente, e outras bebidas assim que puder.
- Sim, meu lorde.
Depois que a mulher desapareceu, Edward começou a tirar as roupas ensopadas de Isabella. Ela tentou ajudá-lo, mas seus dedos tremiam muito.
- Fique parada, querida. Deixe que eu faço isso.
No fim ele desistiu dos botões e ganchos e pegou o canivete em sua bota, que usou para cortar o vestido nas costuras. Ele arrancou o tecido encharcado do corpo dela, e jogou tudo em uma pilha perto do fogo. Enquanto puxava a bela peça de musselina, teve vontade de chorar. Jesus, uma semana atrás ele tinha uma preocupação vaga de que poderia arruinar aquela garota? Manchar sua reputação de forma irreparável? Ou – o horror – tirar sua virtude? Isso era pouco... olhe para ela, agora. Curvada, tremendo sem controle. Pálida, lábios azuis, vestido em farrapos. Sonhos despedaçados e jogados em uma estrada do interior, junto com todas as suas esperanças de um futuro. Enquanto a despia, Edward encontrou uma contusão feia no ombro dela. Aquilo ia além de ruína social.
Era devastação completa e total que ele causara a ela. A dor profunda, excruciante, que Edward sentiu naquele momento lhe revelou duas coisas, ambas igualmente trágicas:
1. Ele a amava, acima de qualquer coisa.
2. Isabella estava perdida para ele, para sempre.
Barbara Gouveia: Vou sim, mas não vai ser a primeira vez. Temos um menino de um 1 ano e 7 meses, e agora conseguimos uma menininha para ter a idade e crescer bem próxima dele rs. Voando? Passa mais rápido que isso. Hoje em dia pareço minhas tias olhando a criançada: "Nossa, mas ontem era só um toquinho de gente!" HAHAHA Agradeço, e espero que dê tudo certo *-*. Sim, realmente esses dois estão indo à passinhos de tartaruga, mas nesse capítulo aconteceu bastante coisa e inclusive terminou mais tenso... Vamos ver no que essa constatação final dele vai dar.
Ktia S: O Bram é FODA, vai cair muito bem como Edward para a próxima adaptação. Também achei esse elogio super original, me emocionei haha. Espero mesmo, mas dirija com segurança e chegue inteira para o nascimento da pequena, ok?
Beckyye: Faço das suas as minhas palavras e ainda acrescento: "Quem me dera ter um Edward desses" kkkkk
kjessica: Cara, eu tipo.. ADOREI a sacada do seu comentário HAHAHAHA` Show!
V. Kifuri: Bem vinda! Eu também suspirei horrores no anterior rsrs. Agora, como será depois desse final? :x
Nanny: Não é? Como uma leitora comentou: "morri de amores". Nada mais a declarar kkk
Vanity nightwish: Bem vinda! Estou tendo um pouco de dificuldade, mas já tenho 04 capítulos adaptados do primeiro volume. Assim que essa história terminar, vou dar início em Uma Noite Para Se Entregar (só com esse nome já imagina como será, né?) haha Espero por você lá também :)
Guest Giulia: Sim, ela é determinada. Uma das características mais legais que as Bellas de fics podem ter, acho que por ser menos comum... Normalmente elas ficam à deriva e vão para onde a "maré Edward" as levam kkkkkkk Ok, estou perdoada, isso me alivia :) Obrigada!
.
Fiquei torcendo por mais duas reviews para postar esse capítulo antes de hoje, os dedinhos coçavam HAHAHA
Então está decidido! Assim que 'Uma Semana para se Perder' acabar (o que infelizmente já está muito próximo de acontecer *chora*), vou dar início ao volume 1: 'Uma Noite para se Entregar'. Vocês mal perdem por esperar o romance entre Bram e Susanna *-*
Até loguinho ;*
