Capítulo 32 Noites quentes

Nova York

– Entra no banheiro e veste para mim. – Disse Emmett atrás de mim. Eu vi a bolsa em cima da cama e fiz o que ele tinha pedido. Eu amava agradar meus homens e depois de um dia tão cansativo eu precisa ser fudida.

Tomei um banho rápido, enxuguei meus cabelos e passei um creme antes de vestir o que ele tinha comprado. Era uma camisola vermelha e resolvi complementar o visual com um batom de um tom parecido. Emmett ia me deixar maluca essa noite. Seu pau quando fez o pedido já duro e pronto.

Sai do banheiro e vi que estava tudo mudado. A cama estava com um edredom dourado e travesseiros da mesma cor, não era romântico, tinha um espelho perto da cama e só depensar nas possibilidades eu já gemia de prazer. O quarto estava um pouco escuro, o suficiente para que tornasse tudo mais misterioso e sensual.

– Eu te pago por hora, acho que devemos começar.

Me virei e o vi só de box com o pau duro. Eu ia literalmente ser a puta dele. Sorri maliciosamente.

– Estou pronta. O pagamento é adiantado.

– E se eu não gostar? – ele disse isso me comendo com os olhos.

– Tenho certeza que vou agradar.

Ele foi se aproximando e me pegou sem carinho, suas mãos firmes em meu pescoço. Eu podia sentir seu hálito e sua outra mão em minha bunda apertando forte. Não teve conter o gemido.

– Me agrade. – Sua voz em meu ouvido me fez rapidamente entrar na fantasia dele.

Me abaixei e retirei o que me impedia de ter aquele pau duro livre e logo massageei ele devagar e olhei para os olhos de Emmett que ferviam de prazer. Comecei somente com massagem e ouvia os baixos gemidos que ele fazia segurando meus cabelos me incentivando. Quando ele menos esperava comecei a chupar ele forte.

– Porra Bella! – ele disse e o seu pau aumentou dentro da minha boca. Eu amei. Me senti muito poderosa e passei de leve meus dentes nele e sua mão agarrou com mais força meus cabeços. Ele estava de olhos fechados concentrado no prazer que minha boca e mãos estavam dando. Parei e fui para sua bolas. Passei a língua nelas e depois chupei de leve.

– Chupa safada! Chupa!

E chupei suas bolas com vontade massageando seu pau com minha mão quando ele estava chegando lá eu abocanhei ele e ele uivou de prazer e jorrou tudo em minha boca e engoli depressa. Ele estava suado e com a maior cara de safada fingi limpar a boca.

– Vá para cama agora.

E me deitei olhando para ele. Ele veio devagar como se pensasse o que queria fazer. E então abriu as minhas penas e tirou minha calcinha sem tirar o olho de mim. Passei o pé em seu tórax e ele passou a mão em minha perna.

– Está pronta para mim? – ele perguntou metendo seus dedos em mim.

– Sim... – ele brincava dentro de mim e eu rebolava nele deixando seu dedo molhado com meu prazer – Mete...

E então ele abriu minhas pernas e meteu de uma vez. Eu gritei de prazer e recebia cada investida dele com gemidos cada vez mais altos.

– Que buceta maravilha...

– Em...

Quando eu ia gozar ele parou.

– Fica de quatro para mim cachorra!

Logo obedeci meu homem e ele sem cerimônia meteu em mim. Ele agarrou meus cabelos e minha cabeça foi para trás e gemi alto recebendo suas investidas e então meu gozo veio violento demais ele metia mais descontroladamente e eu amava tê-lo assim, senti todo seu gozo quente em mim e sorri satisfeita com nosso final de noite. Deitamos na cama e ele me aconchegou. Minha respiração voltava ao normal devagar junto com a dele. Emmett se mexeu e pegou uma garrafa que estava do lado da cama.

– Bebe amor, você não pode ficar sem beber água.

E percebi que estava com muita sede, bebi tudo e apesar da vontade quase insana de dormir ainda tomamos banho aos beijos e carícias e depois deitamos para nossa primeira noite em Nova York.

HOUSTON

Eu estava com um vestido preto colado e um salto um pouco mais baixo do que eu costumava usar. Edward estava em seu terno elegante e exalando sensualidade. Parecia distraído, mas eu sabia que ele estava muito concentrado em alguma coisa. Já o conhecia o suficiente para saber que ele não tinha boas intenções essa noite, esse vestido escolhido por ele era aprova disso.

O carro parou numa casa luxuosa, íamos para um festa? Olhei para Edward, mas ele nada disse.

– Vem.

Era uma ordem. Meu dominador. Entramos pela porta imensa e logo muitas gente. Algumas delas com coleiras e outras só com colares e pulseiras. Percebi que eu não tinha nada que indicasse que eu era de Edward e fiquei triste, eu queria uma coleira. Andava sempre junto dele e ele cumprimentava as pessoas e percebi que elas nunca me dirigiam a palavra então mantive minha postura submissa. Um moça encoleirada serviu uma bebida e Edward recusou alegando que queria estar muito sóbrio essa noite. A expectativa me deixa molhada... o que meu mestre iria fazer?

– Está tudo pronto Mestre Cullen. – Uma mulher linda e loira disse e ele pegou na minha mão. Se despediu de alguns homens e me levou para o fundo da casa. Tinha um porta fechada e ele abriu com uma chave. Assim que ele abriu eu vi o que só tinha na minha imaginação.

– Entre. – ele disse estendendo as mãos.

Eu vi vários objetos de prazer. Uma cama, um banco, chicotes de todos os tipo e vários plugs em uma mesa. Olhei para os lados e vi uma parede de vidro e indaguei Edward com um olhar.

– Tire a roupa.

Fiquei só de calcinha e salto. Ele se aproximou e passou a mão delicadamente em minha pela causando arrepios.

– Abra as pernas. – obedientemente o fiz – Se for demais use VERMELHO e tudo acaba.

Eu sabia que não precisaria, Edward nunca me levaria onde eu não queria. Só uma coisa me incomoda, quem estava do outro lado do espelho. Podia ser muitas pessoas ou ninguém, mas algo me dizia para confiar nele. Ele era ali meu mestre.

Edward então tirou do bolso um lenço preto. Me vendou e se afastou de mim. Ouvia barulhos distantes então a música começou. Era sensual, excitante. Não ouvi muita coisa depois disso e me concentrei em ficar na posição que ele tinha me deixado. Depois de alguns minutos ele voltou e se posicionou atrás de mim. Ele estava só de cueca e roçava em mim seu pênis. Mordi os lábios contendo os gemidos. Ele passou a mão em meus braços e os levantou. Numa rapidez incrível ele me amarrou a algo que eu lembrava rapidamente que estava acima de nós. Minhas mãos presas em cima da minha cabeça, minhas pernas abertas e meus olhos vendados. Eu estava entregue ao meu mestre.

– Seu pulso dói?

– Não mestre.

– Qual a palavra de segurança?

– Vermelho mestre.

Então mais um afastamento e ele voltou para perto de mim. Sua respiração em minha nuca e eu jpa molhada com a proximidade.

– Não quero gemidos. – disse ele e penetrou em mim com um vibrador. Foi difícil não gemer com ele consolo vibrando em mim. Coloquei a cabeça para trás e vi que ele estava mais perto porque minha cabeça ficou em seu ombro. Era torturante o prazer não poder ser verbalizado como eu queria que ele fosse.

– Boa menina. – Disse ele investindo em mim um pouco mais forte e meus lábios não agüentarem mais serem mordidos. De repente ele parou e minha respiração estava descompassada. Edward se afastou de mim novamente. Quando ele voltou senti o chicote de montaria nas minhas costas.

– Você gosta disso não?

Não respondi.

– Pode responder.

– Sim, mestre. – ouvi Edward rir.

– Vamos cavalgar hoje ou está cansada?

Era Edward preocupado com a gravidez.

– Não mestre. Vai ser um prazer cavalgar em você.

Então ele me desamarrou.

– Cavalgar é um prêmio. Será que merece?

Então ele passou meu clitóris quente o chicote e deu pequenas batidas. E cerrei os dentes para não gemer alto. Edward continuou com essa tortura gostosa batendo de leve em meu clitóris e quase cheguei ao ápice e ele parou sorrindo.

– Você é uma ótima menina Isabella.

Então me levou para cama e deitou.

– Monta. Geme. Goza forte.

Bastou para mim subir nele com tudo. Ele me deu suas mãos e pude ter um apoio maior e assim gemia alto subindo e descendo nele. Meu suor escorrendo pelas minhas costas e ele já no limite e exprimi ele com tudo quando meu orgasmos veio e senti ele dentro de mim ir também e gemer alto meu nome.

Foi maravilhoso e deitamos na cama exausto. Depois de alguns minutos Edward se levantou e foi até mesa. Tinha uma sacola debaixo dela.

– Vista-se.

E prontamente obedeci ele. Quase tinha me esquecido que era uma cena e que pelo espelho estávamos sendo observados. Coloquei a roupa, um lindo vestido com sapatilhas combinando. Arrumei meus cabelos com uma escova que estava dentro e bebi a água que estava dentro da sacola também. E olhei para Edward também vestido. Lindo. Sorri para ele e ele veio em minha direção.

– Para você querida. – ele disse indo para trás de mim e colocando um cordão. Fui olhar e vi o pingente era um E bem discreto mais lindo. Minha coleira. Me senti muito feliz e ele me virou e beijou minha testa nu gesto de ternura. Pegou minha mãe e fomos embora. Olhei para todos ao redor que agora olhavam para minha coleira com admiração e Edward não se demorou e realmente eu estava um pouco exausta, mas assim que saímos da mansão eu vi Jasper e Emmett parados em frente ao carro e olhei para Edward que sorria bobo. Corri até eles e os abracei.

– Não corra meu amor. – Disse Jasper assim que cheguei perto.

– Senti a falta de vocês. – disse me aconchegando em Emmett.

– Você foi fantástica. – Disse Jasper em meu ouvido. O abracei e senti seu cheiro maravilhoso.

Então eram eles que estavam vendo tudo. Edward chegou.

– Bella precisa comer e dormir. Amanhã ela não tem nada, por isso Jasper aproveite.

Amanhã seria com Jasper? Estava mesmo querendo algo leve e romântico. E eu sabia que ele era muito bom nisso.