Lembrando que esta fic é uma adapação do livro A Garota Americana, da Meg cabot.
Portanto, a história não me pertence, assim como os personagens de Naruto também não.
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CAPÍTULO 15
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—Ah, que maravilha, vocês vieram mesmo!
Foi o que a Ino Yamanaka disse quando abriu a porta e viu o Sasuke e eu parados ali na escada da casa dela. Para falar a verdade, ela não disse. Ela berrou.
Mas eu já devia saber que isso ia acontecer. Eu já devia saber que esse seria o modo como ela (e todo mundo) reagiria.
No carro, a caminho de lá, o Sasuke tinha ficado tipo: "Então. De quem é essa festa?" E eu tentei explicar, mas acho que não me saí muito bem (provavelmente por causa do frisson que, infelizmente, teimava em não ir embora), já que ele emendou: "Deixa eu ver se entendi. É a festa de uma pessoa de que você não gosta, onde vai ter um monte de gente que você não conhece... por que é mesmo que a gente está indo?"
Mas daí eu expliquei que estávamos indo porque eu tinha prometido à minha amiga, Hinata, e ele só deu de ombros e mandou: "Tudo bem."
E apesar de ele não ter dado o menor sinal de que percebeu que todo mundo ficou quieto quando entramos na casa da Ino Yamanaka, e logo depois o pessoal todo começou a cochichar, ele se ligou. Eu me liguei que ele se ligou. E nem foi por causa do frisson. Não, eu me liguei porque aquele sorrisinho de canto voltou, sorrateiro... tipo como se ele estivesse se segurando para não rir. Acho que ele estava se segurando para não rir daqueles tontos da Konoha High que pareciam incapazes de parar de olhar para ele.
Pelo menos ele podia rir de tudo aquilo. A única coisa que eu parecia capaz de fazer era ficar cada vez mais vermelha. Só que eu não conseguia entender porquê. Tipo assim, não era como se eu gostasse dele nem nada assim. Só gostava dele como amigo.
—Oi, eu sou a Ino – apresentou-se a Ino, estendendo a mão para o Sasuke. Ela estava usando um minivestido jeans. Tipo como se a temperatura não estivesse zero grau lá fora.
—Oi – disse Sasuke, apertando a mão da garota que transformava o meu cotidiano e o de todas outras pessoas em um verdadeiro inferno. — Eu sou o Sasuke.
—Oi, Sasuke— respondeu Ino. — Nem sei como agradecer por você ter vindo. É mesmo uma honra conhecer você. Seu pai está fazendo um ótimo trabalho no comando do país. Sabe como é, eu era nova demais para votar nas eleições, mas eu quero que você saiba que eu, tipo, super distribuí panfletos para ele.
—Obrigado – Sasuke disse, sem parar de sorrir, só que com uma cara de quem estava querendo a própria mão de volta. — Foi muito legal da sua parte.
—A Saky e eu somo melhores amigas – revelou Ino, continuando a apertar os dedos dele, sacudindo para cima e para baixo. — Ela contou para você? Praticamente, desde o jardim-de-infância.
Não dava para acreditar em tamanha mentira, na cara dura. Eu teria dito algo, mas não deu tempo, porque a Hinata veio correndo na nossa direção.
—Ah, Meus Deus, que bom que você chegou — cochichou para mim depois das apresentações. — Você não faz idéia. O Naruto e eu só estamos parados aqui. Ninguém fala com a gente. Ninguém mesmo! Estou morrendo de vergonha! Ele deve achar que eu sou tipo uma leprosa social, total!
Dei uma olhada no Naruto. Ele não parecia estar pensando nada daquilo. Estava olhando Hinata cheio de adoração, que estava totalmente fofa de jeans preto e uma blusinha de seda que tinha pegado emprestado da Karin.
Virei-me para o Sasuke (que finalmente tinha conseguido se livrar do aperto de mão da Ino) e perguntei:
—Quer uma Coca ou qualquer outra coisa?
—O quê? — perguntou, incapaz de me ouvir com a música tão alta. E nem precisa dizer que não era ska.
—Coca? – perguntei de novo.
—Claro — gritou em resposta. — Vou lá buscar.
—Não — insisti. — Fui eu que convidei. Deixa que eu pego — dei uma olhada no Kakashi, que estava apoiado em uma parede e tentava se misturar com os convidados. — Vou pegar uma para o Kakashi também. Fica aqui me esperando, se não a gente vai se perder um do outro.
Daí comecei a abrir caminho pelo meio da multidão na direção em que eu achava que estavam as bebidas, que era o lugar onde havia a maior aglomeração. Preciso confessar que fiquei aliviada de fugir da presença do Sasuke. Tipo assim, era tão esquisito aquilo que estava rolando entre a gente. Não sei exatamente o que era, mas sei de uma coisa:
Não estava gostando daquilo nem um pouquinho.
Conforme eu ia me esgueirando pelo meio daquela multidão rodopiante e às gargalhadas, pensava comigo mesma: É isso que eu estou perdendo por fazer parte do grupo das pessoas nada populares? Casas abarrotadas de gente barulhenta e insuportável, com uma música que martelava na sua cabeça e que nem dá para entender a letra? Francamente, preferia estar em casa assistindo a desenho animado e comendo sorvete.
Mas acho que eu era a única que pensava assim.
Quando cheguei ao lugar onde achei que as bebidas estavam, só vi um barril de chope. Um barril de chope! Que sutil, Ino. Tipo assim, ela sabia perfeitamente que o Sasuke viria e que ia trazer uns caras do Serviço Secreto com ele. Hummm, até parece que ela nem ia se ferrar muito, nem nada assim.
E sabe o quê? Eu não tinha a mínima pena dela, para falar a verdade.
Os refrigerantes, alguém me informou, estavam em um isopor no quartinho ao lado da cozinha. De modo que eu me enfiei de novo na multidão até conseguir chegar ao quartinho ao lado da cozinha.
Adivinha? A minha irmã e o Sasori estavam lá, totalmente de agarrando.
A Karin soltou um gincho:
—Você veio! – gritou. — Tudo certo? Cadê o Sasuke?
—Está para lá, em algum lugar – respondi. — Vim pegar refrigerante para a gente.
—Bobona — disse Karin. — Ele é que tem que ir buscar refrigerante para você. Espera aqui um minuto. Vou chamar as garotas.
Por "garotas", claro, ela queria dizer as outras animadoras de torcida.
—Karin – pedi. — Por favor. Hoje, não.
—Ah, deixa de ser tão estraga-prazer – Karin disse. — Fica aqui com o Sasori, eu já volto. Tem um monte de gente aqui louca para conhecer o filho de verdade de um primeiro-ministro vivo...
E, antes que eu conseguisse proferir qualquer palavra, ela já tinha dado o fora e me deixado sozinha com o Sasori.
Que ficou olhando para mim pensativo, depois de virar todo conteúdo do copo de plástico.
—Então — começou. — Como vão as coisas?
—Bem — respondi. — Surpreendentemente bem. Na quinta, a Tsunade Senju mandou a gente desenhar um pedação de carne. E foi superlegal porque, para falar a verdade, eu nunca tinha parado para observar um pedaço de carne, sabe? Tipo assim, tem um monte de coisa que dá para ver na carne...
—Que ótimo — exclamou Sasori, aparentemente sem perceber que estava me interrompendo, apesar de a música estar bem mais baixa ali na lavanderia. — Você recebeu meu quadro?
Olhei para ele sem entender nada:
—Que quadro?
—O que eu inscrevi – respondeu. — Do concurso Da minha janela.
—Ah. Não. Tipo assim, não sei. Tenho certeza que devem ter recebido. Só que eu ainda não vi. Ainda não vi nenhum quadro.
—Bom, você vai adorar — entusiasmou-se Sasori. — Demorei três dias para fazer. É a melhor coisa que eu já fiz.
Daí o Sasori começou a descrever o quadro muito detalhadamente. Alguns minutos depois, quando o Sasuke apareceu na porta, ele ainda estava falando daquilo.
Fiquei alegre quando o vi. Não pude fazer nada a respeito disso. Apesar de o objeto da minha afeição estar bem ali do meu lado, fiquei feliz em ver o Sasuke. Disse a mim mesma que foi só porque aquela história dos talheres de servir salada tinha sido tão fofa. Não tinha nada a ver com aquele negócio de frisson. Nada mesmo.
—Ei! — chamou Sasuke, com aquele sorriso de canto que, eu percebera, era praticamente sua marca registrada. — Fiquei imaginando onde é que você tinha se enfiado.
—Sasuke, este aqui é o namorado da minha irmã, o Sasori. Sasori, este aqui é o Sasuke.
O Sasuke e o Sasori apertaram as mãos. Percebi que, para falar a verdade, ali um ao lado do outro, eles eram bem parecidos.
Tipo assim, os dois tinham mais de um metro e oitenta de altura, e os dois tinham cabelo meio bagunçado. Mas acho que a semelhança meio que para por aí, já que o cabelo do Sasori é ruivo e o do Sasuke é preto. E é claro que o Sasori tinha aquele brinco com a cruz egípcia, e nenhuma das orelhas do Sasuke tinha furo. E é claro que o Sasori estava com a roupa dele de festa: farda militar com um guarda-pó comprido, ao passo que o Sasuke estava vestido de um jeito bem conservador.
Acho que, no final das contas, eles não eram tão parecidos assim.
—O Sasuke está na minha aula de arte — informei, para quebrar o silêncio incômodo que se seguiu ao aperto de mão dos dois.
Sasori amassou o copinho de plástico:
—Ah, você quer dizer a sua aula de conformismo artístico?
O Sasuke fez uma cara de quem não estava entendendo nada. E não era para menos. O Sasori é uma pessoa muito intensa, é preciso acostumar-se a ele.
Emendei, apressada:
—Não, Sasori, acontece que não é nada disso. Eu estava totalmente errada a respeito da Tsunade Senju. Ela só quer que eu aprenda a desenhar o que eu vejo antes de me soltar, sabe como é, para fazer as minhas próprias criações. A gente precisa aprender as regras primeiro, sabe como é, para só depois quebrar todas elas.
Sasori, olhando fixamente para mim, mandou:
—O quê?
—Não, falando sério — continuei, percebendo que ele não estava entendendo nada do que eu estava dizendo. — Tipo assim, sabe o Picasso? O Sasuke me disse que ele passou anos e anos aprendendo a desenhar, sabe como é, tudo o que via. Só depois que ele aprendeu a fazer isso direitinho foi que começou a fazer experiências com as cores e as formas.
O problema é que o Sasori, em vez de achar esse fato em especial infinitamente interessante, como tinha acontecido comigo, fez uma cara bem cínica.
—Sakura, não dá para acreditar que logo você foi cair nessa baboseira pedagógica.
—Como é que é? — o Sasuke pareceu ficar com raiva.
Sasori ergueu as duas sobrancelhas.
—Hum, acho que eu não estava falando com você, Primeiro-Garoto.
—Sasori! Qual é o seu problema? — exclamei, um pouco chocada. Tipo assim, o Sasori, na posição de artista extraordinário, e por ter toda aquela, sabe como é, energia artística dentro de si, pode ser bem cansativo (e eu sei disso muito bem). Mas não há motivo para ficar xingando os outros.
—Qual é o meu problema? — Sasori riu, mas não porque de fato estivesse achando alguma coisa muito engraçada. — Essa não é a questão. A questão é: Qual é o seu problema? Tipo assim, você costumava pensar por si só, Sakura. Mas de repente você está se entregando para essa conversa de "desenhar o que você vê" como se os deuses tivessem gravado isso em uma porcaria de uma taboa. O que aconteceu com o questionamento da autoridade? Fizeram sua cabeça em relação ao processo criativo e as funções que ele tem?
—Sasori, fui eu mesma que fiz minha cabeça, eu... — Não dava para acreditar naquilo que eu estava ouvindo. Tipo assim, o Sasori sempre tinha dito que era obrigatório que os artistas sempre estivessem abertos a tudo que é novo, de modo que pudessem absorver o conhecimento com uma esponja. Só que, nesse caso, o Sasori não estava agindo muito como uma esponja.
—Ei, pessoal — de repente, a Karin reapareceu com uma turma de animadoras de torcida, cada uma com mais glitter e lycra do que a outra, todas atrás dela. — Ah, ei. Sasuke, trouxe umas amigas que querem conhecer...
Mas eu ainda estava tentando fazer o Sasori entender.
—Eu fui pesquisar, Sasori. O Sasuke tem razão. O Picasso dominava mesmo todas as técnicas antes de começar a fazer experiências com as linhas e...
—O Sasuke — repetiu Sasori, revirando os olhos. — Ah, claro, tenho certeza de que o Sasuke sabe tudo sobre arte. Porque eu tenho certeza de que ele já participou de exposições.
A Karin olhou do Sasori para o Sasuke e do Sasuke para mim, como se estivesse tentando entender o que estava acontecendo. Quando falou, foi com o Sasori:
—E até parece que você participou! — declarou, com uma sobrancelha erguida.
A Karin era mesmo a namorada que dava menos estímulo ao namorado no mundo.
—Claro que sim — respondeu Sasori. — Na verdade, meus quadros já foram expostos...
—No shopping center — explicou Karin.
Mas o Sasori nem olhou para a Karin. Estava olhando para mim. Dava para sentir os olhos castanhos dele perfurando o meu corpo.
—Se eu não estivesse ligado, Saky, ia achar que não foi o braço que você quebrou no dia em que salvou o pai desse cara, mas sim o cérebro.
—Tudo bem — resolveu Sasuke. Já não tinha mais nem sombra do sorrisinho secreto no rosto dele. — Olha aqui, cara, não sei qual é o seu problema, mas...
—O meu problema? — Sasori cutucou a si mesmo com um dedo. — Não sou eu que tenho um problema, cara. É você que parece estar totalmente disposto a deixar que a sua criatividade seja anulada por uma...
—Tudo bem — interrompeu Karin com voz entediada, esgueirando-se entre o Sasori e o Sasuke e colocando as mãos na frente do casaco preto e comprido do Sasori. – Chega. Vamos lá para fora, Sasori.
Sasori olhou para ela como se só tivesse percebido sua presença naquele momento.
—Mas... Karin, foi ele quem começou.
—Certo – fez Karin, empurrando o Sasori para trás, em direção a uma porta que parecia dar para o quintal. — Claro que foi ele. Vamos ali para fora tomar um ar. Aliás, quantas cervejas mesmo você tomou?
E daí eles se retiraram, deixando o Sasuke e eu sozinhos. Na companhia de toda a equipe de animadoras de torcida da Karin.
Sasuke olhou para mim e mandou:
—Caramba, qual é o problema desse cara?
Sem deixar de olhar para o Sasori (que eu enxergava através da porta de tela, gesticulando loucamente para a Karin enquanto explicava sua versão dos acontecimentos), murmurei:
—Ele não é tão mau assim. Só que tem, sabe como é, alma de artista.
—Só. E cérebro de orangotango – observou Sasuke.
Lancei um olhar afiado para ele. Se liga! Ele estava falando da minha alma gêmea.
—O Sasori Akasuna — afirmei — por acaso é muito, muito talentoso. Não só isso, ele também é rebelde. É radical. Os quadros do Sasori não refletem apenas a situação deplorável da juventude urbana de hoje. Mostram uma posição forte a respeito da apatia e da falta de correção moral da nossa geração.
O olhar que Sasuke lançou na minha direção foi bem estranho. Parecia um misto, em partes iguais, de descrença e confusão.
—O quê? — perguntou. — Você está a fim desse cara ou qualquer coisa assim, Sakura?
As amigas da Karin, que estavam assistindo a tudo aquilo (e ouvindo com muita atenção), deram risinhos abafados. Pude sentir minhas bochechas corando. Meu rosto estava mais quente do que estivera no restaurante.
Mas foi esquisito. Não dava para saber se eu tinha ficado vermelha por causa da pergunta do Sasuke ou por causa do jeito que ele estava olhando para mim. Falando sério. Não era a primeira vez naquela noite que eu estava tendo dificuldade para olhar naqueles olhos ônix dele. Tinha alguma coisa neles... sei lá... que estava me deixando pouco à vontade.
Claro que eu não podia contar a verdade para ele. Não com toda a equipe de animadoras de torcida da Konoha High bem ali, olhando para nós. Tipo assim, a última coisa de que eu precisava era a escola inteira sabendo que eu estava apaixonada pelo namorado da minha irmã.
Então, mandei:
—Dãh, ele é namorado da minha irmã, não meu.
—Não perguntei para você de quem ele é namorado — retrucou Sasuke, e eu percebi, com o coração apertado, que ele não ia me deixar escapar assim com tanta facilidade. — Eu perguntei se você gosta dele.
Eu não queria, mas foi como se eu não pudesse evitar. Algo fez com que eu levantasse o olhar e encontrasse o dele. E, durante um minuto, fiquei olhando para um cara que eu não conhecia. Tipo assim, não para o filho do primeiro-ministro, mas o fofo que ele era, engraçado, o cara que por acaso estava na minha aula de arte, era ligado no mesmo tipo de música que eu e por acaso gostava da minha bota. Foi como se eu estivesse vendo o Sasuke (o Sasuke de verdade) pela primeira vez.
Abri a boca para dizer algo, mas nem consegui (não faço ideia do que era: tenho certeza que devia ser alguma coisa bem babaca; eu estava bem apavorada com tudo aquilo, especialmente quando percebi que as minhas mãos tinham ficado tremendamente suadas de repente e que meu coração batia forte no peito). Isso porque alguém apareceu por trás das animadoras de torcida e gritou: "Ah, vocês estão aqui!" E a Ino Yamanaka veio com tudo para cima de nós trazendo consigo umas setenta pessoas, todas, segundo ela, loucas para conhecer o filho do primeiro-ministro do Japão.
E o Sasuke, exatamente como era de se esperar de um filho de um político, foi lá apertar a mão de todo mundo sem nem olhar de novo para mim.
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Quem ficou com vontade de dar umas chacoalhadas na Sakura pra fazer ele perceber o Sasuke?
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Taina-chan, obrigada por comentar! Ri muito com os seu: "Deixa o frisson rolar" kkkk. Sei bem o que é passar por chantagens também (tenho um irmão mais novo). Espero que você tenha gostado do capítulo. Acho que você deve ter ficado com peninha do Sasuke e revoltada com a Sakura assim como eu, né?
Evinha, muito obrigada por comentar! O livro A Garota Americana foi lançado no Brasil em 2004. Por isso algumas referências são um pouquinho antigas. Mas também adoro, achava o Heath perfeito também 3 Também prefiro o Sasuke do clássico, foi por ele que me apaixonei pelo personagem, porque o de agora... Sim, está rolando muito mais que um frisson, mas a Sakura, de tão tapada que é, não enxerga isso :( Enfim, espero que você tenha gostado desse capítulo :D
Sophie Hatake, também acho que estou tendo um frisson por esse Sasuke tão fofo kkk. Mas, sério, se a Sakura não agarrá-lo logo, nós agarramos, né? Espero que você tenha gostado do capítulo!
Biahcerejeira, muito obrigada por comentar! Sakura é doidinha mesmo kkk Que bom que você está gostando da adaptação :D Quem sabe você já tenha lido mesmo, o livro se chama A Garota Americana. Se não leu, aconselho muito a ler qualquer livro da Meg Cabot, todos são ótimos! Espero que você gostado desse capítulo ;)
