A chuva acabara por cair no final do dia. Os alunos haviam voltado cedo de Hogsmeade no desespero de se aquecerem e se secarem e, talvez, comer algo quente no Salão Principal. Com a massa de jovens se espremendo nos bancos para conseguir um lugar mais perto das lareiras ou archotes, o ar estava infestado de murmúrios e conversas juntamente com o tinir de talheres, pratos e copos que batiam no tampo da mesa.
Os gêmeos Weasley estavam sentados ombro a ombro na mesa da Grifinória, Lino bem diante deles aproveitando ao máximo a salada de batata como se Dumbledore em pessoa fosse arrancar o prato da sua frente a qualquer instante. Fred girava o garfo preguiçosamente na madeira da mesa, os pensamentos voltados para os acontecimentos daquela tarde enquanto seus olhos descansavam em Hermione sem realmente vê-la. Uma hora ela flagrou o olhar e então o desviou de imediato; na segunda vez o sustentou um pouco até Fred finalmente percebê-la. Sacudiu a cabeça, despertando dos devaneios e a tempo de vê-la lançar-lhe um pequeno sorriso antes de voltar sua atenção a conversa que estava tendo com Harry e Rony.
Fred se permitiu sorrir para si mesmo e para o irmão, porém George não estava prestando atenção. Sua cabeça não estava nem ali e seus olhos atravessavam o salão, indo pelas várias cabeças de alunos até a mesa da Corvinal, caindo sobre as mechas prateadas de Luna. Fred tentou ver o que o irmão via e, para isso, empurrou toscamente a cabeça dele para fora do caminho e ficou no mesmo ponto de vista.
-O que está olhando?
George empurrou o irmão de volta para o lugar. Aquela brincadeira quase o fizera derrubar o copo de Alícia Spinnet.
-Nada! – sentiu irritação sem saber exatamente porque e olhou para o irmão – O que foi?
-Vamos conversar. Antes de dormir. – não era uma pergunta, porém o pedido estava implícito no tom de voz de Fred. George assentiu: já havia adiado aquilo demais.
-O que os dois estão tramando? – Lino encarou os gêmeos do outro lado da mesa – Não que eu me importe, mas estão tramando sem mim!
-Não se preocupe, é um assunto de família. – George cutucou o frango em seu prato sem interesse – Não que você não seja família, mas nesse caso em particular precisa ter mais de 1,80m e cabelos ruivos. Nada para a Loja, só um pouco mais pessoal.
-Sabe que está falando com o cara que ficou vendo enquanto você raspava suas...
George ergueu a mão, pedindo silencio: os primeiros sinais de pelo começaram a aparecer naquela manha, o que fora um alivio, mas ainda sim coçava e ardia como se a região estivesse em chamas.
-Por mais adorável e estranho que isso seja – começou, fitando Lino com um ar divertido – dessa vez realmente só podemos acertar esse problema entre nós.
-Desculpe, Lino. – Fred fez um muxoxo bicudo enquanto o irmão o imitava, então os três desataram a rir.
-Assim espero. Se arranjarem outro amigo, vai estar tudo acabado, ouviram? – se levantou da mesa fingindo um ar indignado e traído. Marchou até a porta e gritou lá do final do Salão – ACABADO!
De repente fez-se um silencio mortal enquanto Lino fazia uma saída dramática e majestosa. Não levou um minuto para que o barulho se reestabelecesse como antes estava. Os gêmeos Weasley trocaram um olhar divertido, ambos se levantando ao mesmo tempo e saindo em seguida.
Foi no terceiro andar que pararam. Nada foi dito, parecia ter sido algum tipo de consentimento silencioso entre ambos, mas nada que os fizessem ficar exaltados: como gêmeos, estavam acostumados com aquela estranha ligação, as vezes fazendo de suas vontades e pensamentos um só.
Se acomodaram em um banco suficientemente grande para que um dos dois deitasse, mas ninguém o fez: queriam falar baixo, como se conspirassem.
-Primeiramente, vamos falar sobre quinta... – Fred encarou o espelho que seu irmão gêmeo era.
Era estranho George ter que agir de forma tão séria: em qualquer outra ocasião teria dado um jeito de transformar tudo aquilo em uma piada, porém quando Fred não achava graça, já era hora da brincadeira acabar. Contou os fatos e incluiu seus pensamentos, deixou claro que Harry agora já no mínimo deveria saber o que basicamente estava acontecendo, porém ambos tinham certeza que ele teria a decência de se manter discreto.
-Preciso falar com ele... – o fantasma da Lufa Lufa passou flutuando por eles em silencio e assim permaneceu até desaparecer na parede.
-Seria um bom aliado. – George mordeu o lábio: não tinha certeza se contava ao irmão o que havia feito aquela tarde. Lhe pareceu errado.
-Onde esteve o dia todo? – pronto. Agora que Fred havia perguntado, George sentia a garganta secar. Passou a unha pelo banco de madeira e estava quase arrancando uma lasca quando uma ideia lhe ocorreu:
-Estive com Luna. – murmurou, esperando que o irmão não associasse o nome a figura.
Um grupo de primeiro-anistas passou pelas escadas no andar que estavam. Mal perceberam os gêmeos, embora suas vozes ecoassem pelas paredes de pedra. Quando tudo voltou a ser silencio, Fred Weasley ainda tinha as sobrancelhas arqueadas sobre olhos chocados.
-Uau...! – sabia que estava fazendo um trabalho miserável tentando conter um sorriso debochado e provocador – Ela é... interessante.
-Não seja um idiota. Só fui acompanhá-la.
-Certo. Não é como se você fosse um cara preguiçoso, não é? Porque todo mundo bruxo sabe o quão cavalheiro e bem disposto você é.
George revirou os olhos: não iria conseguir faze-lo tirar aquele pensamento infeliz da cabeça. Sabia. Havia feito o mesmo quando começara a suspeitar dos sentimentos de Fred em relação a Hermione. Não que estivesse sentindo qualquer coisa em relação a Luna. Aquilo pareceu ser o suficiente para se considerarem empatados e satisfeitos.
Quando chegaram ao Salão Comunal, já podiam ouvir os roncos de Rony descendo as escadas do dormitório. Era a primeira vez em dias que passavam pelo buraco do retrato como irmãos e amigos que eram, e feito isso George tinha certeza que não aconteceria o mesmo com a porta do dormitório.
-Boa noite, Hermione. – ambos saudaram em uníssono a garota curvada sobre livros na mesa a direita do salão, a pena correndo de forma frenética pelo pergaminho.
Ela se ergueu de súbito, então sorriu quando viu os gêmeos.
-Boa noite, George – apontou para o próprio e depois para o irmão com a pena – Boa noite, Fred.
-Um dia ainda descubro como você consegue nos diferenciar. – riu George indo até ela com o irmão – Claro que se nos visse pelados, saberia mais depressa.
-Então isso deixa seu irmão na dianteira. – retrucou ela, sem fazer qualquer força para esconder o rubor e a irritação.
Diferente de Fred. Era impressionante como via extrema dificuldade em falar quando estava com Hermione. Enfiou as mãos nos bolsos das calças enquanto suspirava.
-Em minha defesa, eu estava com frio. – riu, juntando-se ao irmão.
A garota tinha tinta na testa e nas vestes, porém seu pergaminho estava impecável. Fred não conseguia deixar de acompanhar o movimento de seu pulso quando escrevia, seu cabelo, seu nariz perfeito...
-Vou subir, Fred. Nos vemos amanhã. – e lançou uma piscadela em direção ao irmão antes de chegar aos degraus.
Então mais uma vez silencio. Hermione não parecia estar prestando qualquer atenção em Fred e este estava tímido demais para se fazer notar. Ficou ali, de pé, até as pernas começarem a doer e finalmente puxar uma cadeira de frente para a garota.
-Não! – ela objetou na hora parando que estava fazendo – Está bloqueando a luz da lareira.
-Desculpe. – escolheu a cadeira ao lado dela e, ah, como ela cheirava bem. – Poções?
-O que? – mais uma vez ela parou, parecendo exasperada por ser interrompida novamente.
-Seu dever. – apontou para o papel completamente preenchido.
-História.
-O professor Binns pega pesado com vocês. – avaliou o trabalho dela – nunca cobrou uma redação tão grande.
Aquilo bastou para a garota corar na hora.
-Não pediu. Eu... quis colocar mais informação.
E com aquilo Fred suspirou: fitou o dever, depois Hermione e sorriu para si mesmo: nunca teve a disciplina da garota e nem a curiosidade para com os estudos. Eram extremos opostos e ainda assim não conseguia se lembrar o exato momento em que começara a achar aquilo muito atraente. Achou que o progresso daquele dia já fora mais que o suficiente e não queria brincar com a sorte, então murmurou um "boa noite" baixo, mas gentil para Hermione antes de dormir. Não foi nenhuma surpresa chegar no dormitório e encontrar o irmão acordado a sua espera:
-E então? – lançou um sorriso de lince enquanto acompanhava Fred com os olhos até a cama.
-Eu vou dormir. – retrucou George dando os ombros fingindo não ver a expectativa no rosto do irmão
Tirou as vestes e ficou as roupas de baixo tendo certeza que o irmão deveria estar indignado; esperou ouvir algum resmungo, protesto, talvez até um travesseiro sendo arremessado contra ele, mas nada mudou a não ser os sons de roncos dos outros rapazes. Sem entender, Fred virou-se para o irmão e o encontrou o encarando de forma pensativa: aquilo era preocupante e assustador.
-Está mesmo cansado? – disse George finalmente parecendo despertar de seus pensamentos.
Fred resmungou, enterrando parte do rosto no travesseiro permitindo que seu olho direito ainda pudesse ver o irmão.
-O que quer fazer?
-Quero fazer uma aposta. – disse George com um brilho nos olhos.
O mundo parecia ter voltado para os eixos quando os gêmeos recomeçaram as brincadeiras por Hogwarts, e ninguém parecia mais feliz com isso do que Lino: até então estivera dividido entre seus dois melhores amigos e simplesmente não sabia o que fazer. Sentiu-se como se os pais estivessem divorciados e precisasse escolher qual teria sua custódia. Felizmente o casamento dos gêmeos pareceu se restaurar e agora eram todos uma família feliz novamente. Estaria tudo perfeito se não fosse pela atuação de Umbridge na escola: nem mesmo Snape conseguia desagradar tanto os alunos quanto a megera com cara de sapo.
Grande parte dos alunos passou a ter medo, a outra parte começou a se sentir desafiada. Hogwarts era o santuário de paz para muitos ali, a casa onde esperavam ser acolhidos e rever amigos, agora mal podiam esperar por qualquer desculpa para sair dos limites do castelo. E com esse tipo de raiva queimando dentro de si, Hermione chegou a uma conclusão e uma proposta, andando pelos corredores e abordando pessoas com a maior discrição possível.
-Eu estou dizendo: não vamos achar um local melhor nunca! As coisas não vão bem no Beco Diagonal e...
-Fred! George! – a voz veio do topo da escadaria que os gêmeos haviam acabado de descer.
Levaram alguns segundos até Hermione surgir la em cima, completamente vermelha e sem folego, e fazer seu caminho em passos apreçados e rápidos até os gêmeos. Fred olhou horrorizado para o estado da garota: suava, seus cabelos estavam uma bagunça, as vestes amaçadas e um livro quase despencava a pilha de material que ela trazia nas mãos.
-Me...deem..um...segundo... – continuou a ofegar enquanto tentava recobrar o folego: estivera disparando pelos corredores a tarde inteira evitando levantar suspeita para os olhos e ouvidos de Umbridge espalhados pela escola e ao mesmo tempo andar rápido o suficiente para poder falar com todos nos poucos minutos que tinha de intervalo entre as aulas.
Felizmente os gêmeos eram os últimos.
-Desculpem. – e com um último suspiro, recobrou a compostura e sorriu para os dois sabendo que deveria estar parecendo uma bagunça. – Vocês vão a Hogsmead esse final de semana?
-Claro. – responderam em uníssono. George tirou o material de Hermione a força dos braços dela, para dar algum descanso a garota.
-Ótimo. Seria muito ruim pedir para me encontrarem em um lugar lá? Ou vocês já tem planos para a tarde inteira?
Ambos trocaram um olhar receoso: estavam planejando comprar coisas para novos produtos da loja e fechar o contrato de posse do lugar que teriam no Beco Diagonal, mas George leu rápido o pedido nos olhos do irmão e deu os ombros com um sorriso maroto.
-Para você, temos todo tempo do mundo.
-Só vai lhe custar um favor. – Fred sorriu, passando o braço por sobre os ombros da garota da forma mais displicente que conseguiu.
-E o que seria? – disse ela com um tom de desespero na voz: estava exausta.
-Vai aliviar para o nosso lado enquanto testamos nossos produtos nos calouros.
Aquilo fez com que Hermione se afastasse e recolhesse seu material de volta. Lançou um olhar incrédulo para os dois como se pedissem para que tirasse a roupa ali mesmo.
-Vocês perderam o juízo? Não posso arriscar a saúde de alunos sob minha responsabilidade! – recuou outro passo ainda sem acreditar – e acho bom não ver mais nenhum doce suspeito ou qualquer outro calouro na enfermaria por conta de uma "febre" repentina.
Então os dois trocaram o olhar mais malicioso que ela já vira. Firmou os pés no chão e se preparou para o pior, porque sabia o que viria a seguir seria forte.
-Então... – George saltou dois degraus e aterrissou diante dela, a segurando pelo queixo – já que não se pode pedir por outro beijo seu...
-...vai aceitar sair em um encontro. – conclui Fred postando-se ao lado do irmão.
Ela tentou recuar, mas não confiava nas pernas naquele instante: pareciam tremulas e moles demais para fazer qualquer coisa.
-C-C-Com quem? – balbuciou, sabendo que tinha os olhos arregalados.
-Comigo. – Fred depositou um beijo rápido na sua bochecha e com isso os dois seguiram caminho como se absolutamente nada tivesse acontecido.
Passaram cada um por um lado da garota, retomando o assunto com uma tranquilidade espantosa. Hermione ainda estava estagnada naquele mesmo lugar, a boca entreaberta sem soltar nenhum som quando ouviu a voz que julgava ser de Fred gritar:
-Acertaremos os detalhes mais tarde, Granger!
Só quando desaparecerem na curva do próximo corredor vazio é que Fred se permitiu cair de encontro a parede e arfar: de onde tinha tirado aquela cara lavada pra fazer um convite de formar tão abusada não sabia dizer: uma coisa era ser provocativo com os outros, outra era agir dessa forma com a garota pela qual era apaixonado.
George sorriu para o irmão dando-lhe um soco leve no ombro.
-Você é tão...sutil. Da próxima vez, Fredie, avise que vai fazer uma coisa dessas. Foi um milagre eu ter entendido aonde você ia parar sem estragar tudo!
-Bom, acho que isso faz de mim o vencedor da aposta. – disse Fred se recompondo.
-Eu não me vangloriaria tão fácil, caro irmão: Não se esqueça que EU ajudei a marcar o encontro, logo...
-A aposta era "você tem uma semana para chamar a Granger pra sair" – cortou Fred fazendo o melhor para imitar o tom do irmão, o que não foi lá um desafio. – Eu chamei, logo...
George ficou ali, sem resposta, indignado por ter sido usado e provocado por ser enganado pelo próprio irmão. Continuaram a seguir caminho, embora o assunto se mantivesse:
-Como você pôde?
-Não seja um mau perdedor, George. Nós dois sabíamos que eu conseguiria.
-Ah, sabíamos? Devo lembrar que o prazo iria terminar amanhã e até o café da manhã eu podia ver você engolindo seu suco de abobora com desespero e seu orgulho? – o rosto de Fred estava tão frustrado pela manhã que o próprio Lino havia perdido o apetite. Passou a refeição inteira perguntando o por que daquela cara e dizendo que os dois estavam começando a aborrece-los com tantos segredos.
-Caro irmão, eu gosto de viver perigosamente. – disse Fred com uma confiança que não tinha: sabia que se Hermione não tivesse falado com os dois mais cedo, teria perdido a aposta e com isso teria que colocar uma bombinha no caldeirão do Snape.
E aquilo levava ao castigo de George. Fred não iria puni-lo agora, já havia pensado no momento mais que perfeito, porém essa era a arte de pregar peças: não se pode fazer as coisas de forma desvairada; é preciso ritmo e tempo, se não vão parecer meras brincadeiras vindas de amadores.
Foram para o dormitório a procura de Lino: sabiam que deviam explicações a ele, pelo menos um singelo pedido de desculpas, nada muito emocional e com floreios.
-Ora, ora, vejam quem se lembrou do amigo! – Lino abaixou o Profeta Diário que estava em suas mãos e fitou os dois com escárnio enquanto passava, elo buraco do Retrato da Mulher Gorda.
-Eu achei que você estava nos evitando! – brincou Fred, puxando uma cadeira e se sentando ao lado de Lino.
-Sem piadas idiotas. Eu quero saber o que está acontecendo ou no próximo jogo de Quadribol vou anunciar sobre como George raspou as próprias...
-Está bem! Por Merlin, por que sempre precisamos voltar a esse assunto? – George juntou-se ao dois, ainda com um ar dramático.
Contudo ninguém se dispôs a falar: os gêmeos não sabiam ao certo o quanto podiam contar, não por Lino estar interessado em espalhar coisas pela escola, mas provavelmente seria menos discreto em tirar sarro da cara de Fred ou provavelmente ficaria estranho perto de Hermione.
-Eu...gosto de alguém. – sussurrou Fred, se certificando que ninguém estava ouvindo.
Aquilo não era surpresa para Lino: nos pouco anos que se conheciam, o rapaz já havia caído apaixonado algumas vezes. Só por esporte, adorava um drama. Até conseguir convidar Angelina para o Baile ano passado havia o enlouquecido contando planos e falando sobre ela.
-Ótimo. É por mim que você está apaixonado? Eu até posso entender, um rapaz bonito e com uma boa posição em Hogwarts como eu. – cruzou os braços em sinal de impaciência – Mas até ai não vejo nada tão surpreendente que me faça entender o porque de...
-Lino. – George fitou o irmão e depois o amigo com um raro olhar sério – Dessa vez é... Ele não está brincando. Faz mais de um ano e...
-Mais de um ano?! Não estamos falando da Angelina aqui, estamos?
-Não! – disseram ambos em uníssono: Fred realmente achava a colega atraente, mas na noite do Baile percebeu que a capacidade dela de ordens no campo de Quadribol não ficavam exatamente no campo. – e fale mais baixo.
-Para você poder avaliar a profundida da situação – e Fred nessa única frase não tirou os olhos dos de Lino – eu convidei Angelina porque não podia levar a outra garota.
O rapaz abriu a boca com um ar incrédulo: aquilo era muito...baixo! Até mesmo para os gêmeos. Mas já ouvira o bastante das garotas como Angelina havia se divertido e quando Fred iria convida-la pra sair de novo.
-Bom...e quem é essa mulher maravilhosa?
Antes que qualquer um dos dois pudesse responder, trocar um olhar de confirmação o até mesmo pensar sobre se era relevante contar a Lino sobre o segredo, ouviram o Retrato da Mulher Gorda deslizar para o lado e uma voz zangada gritar o nome:
-GEORGE WEASLEY!
N.A.: AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH, EU SEI! EU! SEI! séculos e séculos para atualizar! . Eu sei, eu tambem mataria a vaca que demora tanto pra escrever um capitulo! u.u Me perdoem: terceiro periodo da faculdade foi um inferno sem fim, e logo depois eu viajei, voltei a pouco e estava dando os retoques finais: NÃO ME JULGUEM!
Ok, me julguem, eu mereço. Mas, então . ja adiantei muita escrita (estou tão animado com o os casais se formando.) mas agora uma pergunta séria: Vocês estão achando bom? ALGUM personagem esta tendo a participação fraca demais e vocês não estão gostando? Sério mesmo, eu tenho trocentas fanfics na mão, as vezes não da pra controlar tudo (BTW, trabalhando um Loki x Natasha dos Vingadores...u.u talvez jaja eu lance)...anyway, vamos ao que é bom:
Geralmente eu respondo aos leitores que mandam reviews com uma mensagem 3 MAS! uma pessoa me mandou uma review tão mágica e não se identificou. Se você está lendo isso e me mandou uma mensagem escrita: ":Poooooooooooooooooooooorque uma beldade de fanfic dessa está interminada?" SE IDENTIFIQUE XD estou doida pra responder, mas simplesmente não consegui XD Ri horrores só com essa frase hehe
Bom, pessoal, espero que estejam gostando. Juro que estou fazendo o máximo pra deixar o cronograma igual ao livro, ams não leio HP5 há muitos anos =/ qualquer erro, me avisem e ja ja dou um jeito =) Como smepre, estou aberta a sugestões e correçoes ou um simples desabafo se vocês quiserem =)
Aquele abraço!
