Antes que qualquer um dos dois pudesse responder, trocar um olhar de confirmação o até mesmo pensar sobre se era relevante contar a Lino sobre o segredo, ouviram o Retrato da Mulher Gorda deslizar para o lado e uma voz zangada gritar o nome:

-GEORGE WEASLEY!


Os três se viraram a tempo de ver sua irmã marchar para dentro do Salão Comunal com a mesma expressão facial que sua mãe fazia quando descobria algum artigo da loja espalhado pela casa: Suas narinas estavam abertas e suas orelhas quase tão vermelhas quanto o cabelo, os punhos fechados e felizmente livre de varinha.

-Você tem certeza que está chamando pelo gêmeo certo? – ele perguntou, sem conseguir imaginar um único motivo para ver Gina irritada com ele daquela forma. E não pregava peças há tanto tempo que aquela opção estava fora de cogitação.

-Dormitório. Agora! – esbravejou, sem tirar os olhos brilhantes do irmão até ele subir as escadas.

Quando passaram pela porta do dormitório masculino, encontraram Neville e Dino discutindo algo em sussurros urgentes. Quando viram Gina de pé na porta, se levantaram quase de imediato.

-Fora. Os dois. – disse ela com aquele tom grave e sério, o que a deixava mais parecida com Molly Weasley.

Só depois de estarem completamente a sós que ela se virou para George, mãos nos quadris e olhos estreitados. Era isso, ele sabia que a bom iria explodir.

-Você tem saído com Luna?

Certo, a pergunta fez tão pouco sentido que George levou alguns segundos para processar as palavras e associar o nome a pessoa.

-Você perdeu completamente o jui...NÃO! de onde você tiraria uma ideia dessas? – começou a ficar preocupado: será que a garota andava espalhando que estavam saindo? Claro, passar a tarde com ela havia sido mais agradável do que imaginara no outro dia, mas aquilo não podia contar como encontro. Poderia?

-Luna passou o intervalo inteiro dizendo como sua companhia é agradável, e como gostaria de sair com você de novo e...

-Gina, ela provavelmente estava falando do dia em Hogsmead. Acredite em mim quando eu digo: eu nunca...Espera, ela quer sair comigo? – aquilo soava mais estranho que a pergunta feita pela sua irmã há pouco. Precisou se encostar no balaústre da cama e pensar: mal haviam conversado, e se a memória não lhe falhava, havia sido bem desagradável naquele dia em particular. Como alguém em sã consciência iria querer uma segunda rodada daquilo? Bom, considerando que a garota em questão não deveria estar em sã consciência...

Mas Gina sacou a varinha. Não apontou pra ele, contudo o ato era a ameaça por si.

-Preste bem atenção, George Weasley. Já tenho um irmão se intrometendo com uma amiga minha, não vou tolerar mais um interessado na outra.

-Mas eu não fiz absolutamente nada! – ele lançou os braços para o alto em um ato exasperado – Quer me culpar pelo que? Por eu ser uma companhia agradável e marcante?

-Não se faça de engraçadinho.

-Eu? Pedi um favor há uma semana e até agora não ouvi absolutamente nada animador! – agora estava realmente começando a ficar irritado: não estava interessado em Luna, mas em que posição Gina se via de impedir que a chamasse pra sair? Estava jogando baixo dizendo que a irmã não estava cooperando na relação de Fred e Hermione, contudo precisava mudar de assunto antes que perdesse as estribeiras.

Então a expressão dela mudou por completo. Abriu e fechou a boca repetidas vezes e se aproximou, pedindo para que George se abaixasse como se os rapazes no andar debaixo pudesse ouvi-los sussurrar.

-Não é uma tarefa fácil, você sabe. Mas também não é como se eu já não tivesse perguntado esse tipo de coisa pra ela...

Aquilo era novidade.

-Você perguntou se Hermione gostava de um de nós? – tentou imaginar a cena na sua cabeça, porém parecia ser tudo muito errado. TUDO! Desde o momento em que entrara no dormitório há pouco...

-Vejo minha melhor amiga sem nunca mencionar nada sobre cara algum e tenho irmãos suficientes por toda Hogwarts: Claro que perguntei! Porque sei que se ela saísse com um de vocês, não iriam aprontar, afinal mamãe entregaria aos dementadores quem fizesse mal a Mione.

George ponderou aquilo por um segundo: não podia imaginar oferecendo Gina a Lino, mas uma coisa era ter uma irmã caçula, outra era ter meia dúzia de irmãos mais velhos.

-Bom, e...?

-E... – foram interrompidos pela porta do dormitório. Harry e Rony entraram, ambos no meio de uma risada que foi abafada ao ver os dois Weasleys dentro do aposento.

George não pode deixar de notar a reação instantânea da irmã: corou, engolindo em seco enquanto recuava alguns passos como se ve-la ali com seu irmão fosse dar a ideia errada a Harry. Sorriu: o que estava acontecendo em Hogwarts para o amor aflorar em tantos lugares?

-O que os dois estão fazendo? – perguntou Rony. – Você é uma garota, não deveria estar aqui.

-Bom, acho que nos dois devemos nos retirar então. – disse ela jogando os cabelos para o lado. Marchou porta a fora sem antes se despedir de Harry.

George teve vontade de transformar o travesseiro de Rony em uma grande aranha peluda da mesma forma que fez com o ursinho dele quando era mais novo: Não poderiam ter demorado mais dois minutos antes de entrar daquele jeito?! Irritado, passou pelos dois com uma careta, voltando para onde estava antes com Fred e Lino sem encontrar Gina em lugar nenhum.

-O que ela queria? – perguntou Lino concentrado na partida de Snaps Explosivos que havia começando com Fred.

-Um abraço fraternal. – retrucou ele com um sarcasmo inacreditável.

-Podia ter pedido pra mim, tenho estado louco para dar um. – Fred se protegeu quando mais um par de cartas explodiu diante dele.

Ignorando o irmão e aproveitando que o amigo estava distraído para pensar um pouco: tentou se lembrar da expressão da irmã antes de serem interrompidos: estava animada ou com um olhar solidário? Porque era impossível sabia se ela estva prestes a dar boas noticias ou não.

E sobre Luna? Não, se recusava a crer que a garota estava espalhando boatos sobre estarem juntos. De alguma forma não se incomodava tanto com a noticia, mas achava que ambos deveriam estar em um consenso antes de anunciarem que estavam...

NÃO! O que estava pensando? Pela barba de Merlim, precisava de uma distração. Mal podia esperar pela visita a Hogsmead, até la...Até lá podia fazer o que fazia de melhor: planejar outra aposta.

A biblioteca estava lotada de alunos cujas fichas finalmente caíram ao notar que precisariam estudar muito com Umbridge como auta-inquisitora e professora: em lugar algum a prática de magia estava sendo permitida, o que era extremamente frustrante. Para os quintanistas em especial por conta dos N.O.M.s que estavam se aproximando, contudo Hermione estava tão próxima de jogar os livros pelos ares que não se importava mais com a data: era impossível estudar naquele lugar infestado por gente e barulho.

Recolheu suas coisas decidida a terminar seus deveres no Salão Comunal quando seus olhos encontraram a cabeleira ruiva de Gina Weasley em meio as prateleiras quase tão desesperada quanto ela. Se aproximou com cautela considerando o olhar enlouquecido no rosto da amiga.

-Gina, eu posso falar com você? – ela tentava não torcer os dedos contra a capa do livro, mas mal podia evitar.

-Claro. Se me ajudar com poções enquanto conversamos... – estava atrasada com os deveres. De Novo. Honestamente não fazia ideia como a amiga podia ter mais matérias que ela e nunca parecer deixar nada para o último minuto.

Se acomodaram em uma cadeira afastada a biblioteca, com uma estante cobrindo cada lado, formando um corredor que terminava em uma janela. Normalmente Hermione escolheria o banco na frente de Gina para poder explicar melhor o que fazer, mas hoje precisava ser o mais discreta possível: nunca se sabe quem pode estar ouvindo atrás da parede apesar dos ruídos por todo lugar.

Encarou os olhos verdes da amiga e recebeu o olhar de volta: o que estava fazendo? Como começar aquele assunto, como...? ARGH! Sabia recitar de frente para traz os ingredientes para uma poção do amor, mas não sabia como conversar com sua melhor amiga?! Para onde o mundo estava indo?

Lembrou-se da forma como Fred havia beijado sua bochecha e não pode deixar de notar naquele momento o cheiro bom que saia de algum ponto do pescoço dele. O que estava pensando? Ele a havia prensado no sofá há algumas noites atrás e agora já se sentia a vontade para estar tão perto? Porém de alguma forma...De alguma forma...

-Bom, o que houve? – perguntou Gina enquanto ajeitava seu material sobre a mesa.

-É Fred. Ele...me convidou pra sair. – disse ela exasperada.

Gina a fitou por um minuto: tentou ver algum traço de emoção que não ansiedade no rosto da outra, mas era impossível. Não julgou as bochechas coradas da amiga: também estaria assim se algum irmão de Hermione a colocasse naquela situação.

-E você quer sair com ele?

A pergunta era simples, até demais, e uma garota esperta como Hermione já deveria estar com a resposta na ponta da língua, porém tudo aquilo lhe era tão complicado. A começar pela falta de energia de Gina: achou que ela iria explodir em fúria, em ironia, em irritação. Mas pareceu levar bem demais a noticia.

-Eu não vejo nenhum problema em...

-Hermione, vamos deixar algo bem claro aqui, está bem? Somos amigas e eu acho que sou um pouco mais entendida do assunto e do rapaz em questão do que você. – achou por um segundo que ela fosse ficar ofendida, contudo estava tão nervosa que sequer se importou com o comentário. – Em primeiro lugar, você só deve sair com algum rapaz se ele for do seu interesse. Consegue imaginar estar a sós com um cara que você mal pode suportar? Não deve ser difícil, já que você anda com Rony...

Hermione piscou diante daquilo: se importaria sair com Fred Weasley? Sim, ele era temperamental e infantil, mas também tinha seu lado dedicado e responsável, coisa que só aparecia durante as partidas de Quadribol. Sair com Fred... Duvidava que ele fosse irrita-la ou ignora-la durante um encontro, afinal não fazia sentido chama-la pra sair a sós quando ele se comportava daquela forma toda vez que estavam juntos com os outros.

-E agora, sobre Fred – Gina olhou para a amiga e mordeu o lábio inferior: até onde podia ser sincera, até que ponto podia contar a verdade para ela – eu sei que as vezes ele parece uma criança com uma varinha e esquentado. Mas... ele adora você. Já pensou nisso?

-Fred Weasley, seu irmão, me adora? – aquilo arrancou uma risada incrédula da garota – Acho que você não está bem, Gina. Mal trocamos meia palavra.

-O que prova o quanto ele gosta de você.

As palavras a atingiram como um tapa: o que tinha acabado de ouvir?

-Fred gosta de mim?

-Não coloque palavras na minha boca, Hermione Granger. – naquele momento Gina precisou se dedicar e confiar ao máximo em suas habilidades de atuação – Gosta da mesma forma que gosta de falar com Harry ou de colocar bombinhas nos caldeirões do pessoal da sonserina na aula de poções.

Algo dentro de Hermione se retorceu, a fazendo sentir-se decepcionada. Não soube julgar o que, talvez o suco de abobora tivesse descido errado.

-O que eu faço? – perguntou exasperada enterrando o rosto nas mãos.

-Saia com Fred. Quero dizer, não pode ser tão ruim assim, um bocado de garotas já vieram me perguntar se ele estava disponível, se eu poderia descobrir se ele tinha uma quedinha por alguém, se eu podia armar um encontro para elas com Fred. – Gina riu da expressão incrédula da amiga – Você pode não ver, e eu muito menos, mas parece que meus irmãos gêmeos fazem sucesso por essa escola. Na verdade é um pouco irritante quando perguntam por um, eu digo que ele não esta disponível, e logo perguntam pelo outro, como se fossem descartáveis.

-Bom, não se pode negar que são bonitos...- as palavras escapuliram de sua boca sem a menor intenção. Hermione lançou um olhar de desculpas para Gina, que sorria de forma provocadora.

-Ora, ora...acho que alguém vai se divertir nesse encontro mais do que quer mostrar. – riu Gina tamborilando os dedos no tampo da mesa.

A outra não pode deixar de corar: O que negar? Não achava nenhum dos dois feios. Para ser sincera, eram poucos os Weasleys que tinham uma aparência ruim. Ficou ali fitando Gina sem realmente ve-la enquanto tentava se lembrar de todos os breves encontros que tivera com Fred: ignorando o encontro hediondo tarde da noite que tiveram há tempos, sempre havia uma piada pronta, um sorriso maroto em seu rosto, um olhar sarcástico. Então percebeu o quanto sentia falta daquilo

-...Ele tem agido estranho. – concluiu.

-O que? – perguntou Gina exasperada erguendo os olhos do dever de Poções.

-Nada, esqueça. – Hermione se levantou com urgência – Tenho que ir. Obrigada pela conversa!

Mais tarde, no dormitório masculino, onde a maioria anunciava já estar dormindo com o som de roncos, George Weasley simplesmente não conseguia deixar a cabeça descansar: era como ter um vórtice dentro do cérebro agitando seus pensamentos, o fazendo ficar desperto e agitado. O que estava acontecendo? Esticou o braço até a cama do irmão e cutucou suas costas até ouvi-los resmungar.

-Fred?

-O que? – respondeu ele com a voz rouca.

Hesitante, George pensou: por que havia acordado o irmão? A pergunta escorregou pelos seus lábios antes que pudesse se impedir.

-Como você soube...sabe? Que gostava de alguém... – murmurou, quase que para si mesmo.

O ouviu resmungar alguma coisa, contudo Fred virou o corpo até pode-lo encarar de seu travesseiro.

-O que? Por que você quer saber isso? – estava tarde, precisava descansar e as frases do irmão não pareciam fazer sentido nenhum.

-Esqueça.

-George?

-Vai dormir! – disse George fechando a cortina de sua cama.

Como Fred podia estar sendo tão indiferente? Achou que era um bom irmão, deu toda a atenção que ele exigira quando começou os assuntos sem fim sobre Hermione, mas agora... George sentiu-se sozinho. Se encolheu sobre a coberta ainda sem entender o que era aquilo que estava fazendo seu estomago revirar e uma carga sem fim de ansiedade ser despejada em suas veias, o deixando agitado. Não sabia de que mal estava sofrendo, só tinha certeza que a noite seria uma das mais longas.

O dia de visita a Hogsmead pareceu chegar mais devagar do que de costume. Agora estar fora dos limites do castelo era uma questão de manter a sanidade mental para os alunos, uma vez que Umbridge nunca parecia satisfeita de colocar mais regras e regras no quadro de avisos.

E, é claro, havia a reunião criada por Hermione naquele dia. Fred e George não tinham certeza sobre ela ter ou não estendido o convite para Lino, uma vez que na época não estavam falando com o rapaz. E não se atreveriam a perguntar nada para ele, já que era um risco a noticia vazar e chegar aos ouvidos errados. Por isso despistaram o amigo e saíram juntos para o vilarejo vizinho.

-Então, quando vão sair? – George chutou um pouco de neve no caminho, fitando a estrada branca para Hogsmead. Não tocava no nome de Hermione desde a noite em que acordara o irmão.

-Não faço ideia. Estava pensando em convidar no Natal. – aquele tipo de pergunta o estava atormentando há algum tempo: queria leva-la para algum lugar que ambos gostassem, mas sem risco de ver qualquer conhecido por perto. Não por ele, aguentaria chacotas e provocações, porém não iria infligir aquele tipo de humilhação a garota.

-Natal parece bom. Na casa de Almofadinhas, com nossa família e professores e aurores sondando tudo e todos. Por que não convida Rony para ir com você? – quando viu o irmão empalidecer, riu – Você sempre pensa nos detalhes antes de tomar uma atitude e agora me lança uma ideia imbecil dessas?

-Você não está ajudando! – irritado, Fred acelerou o passo mesmo sabendo que George logo o alcançaria.

-Fred, não estou dizendo que acho o Natal ruim, mas o lugar...Ja estamos apertados em quartos, onde vai conseguir privacidade?

-Eu sei, eu sei, talvez se eu...Onde raios estamos indo? – finalmente ele pareceu se dar conta que não estavam no caminho para o cabeça de Javali.

-Eu preciso fazer uma compra rápida. – desconversou George com um movimento dos ombros.

A lojinha que procurava estava a menos de cinco metros quando George finalmente se deparou com um problema que não tinha pensado antes: como iria se livrar de Fred para fazer sua compra em paz? Se deixasse que seu irmão visse o que iria comprar, o importunaria.

-Vai entrar ai? – perguntou Fred indicando a Dedos de Mel.

-Sim. – respondeu George sem muita segurança.

-Vou esperar aqui fora, o lugar está lotado! – grunhiu Fred enconstando na vitrine embaçada pelo vidro onde bomsnons coloridos dançavam.

Aquilo foi tamanho alivio para George que mau pode acreditar na sua própria sorte, hesitou, picando incrédulo para o irmão imaginando se ele pode ouvir seus pensamentos. Já sabia que a quantidade de fregueses dentro da Dedos de Mel estavam mais a procura de um refugio do que compras necessariamente dito, mas ainda assim tornava um estorvo caminha pelo lugar até chegar no produto que queria. Como havia previsto, a fila do caixa estava pequena e o vendedor parecia satisfeito toda vez que via um cliente realmente comprando algo. Saiu da loja em menos de dez minutos com o embrulho ainda na mão quando fez sinal para Fred que poderiam seguir caminho.

-O que você tem ai? – Fred tentou pegar o pacote, mas George o tirou do alcance do irmão antes que pudesse faze-lo.

-Nada. – respondeu o outro carrancudo.

-Eu espero que nada também tenha sido de graça, porque você usou o dinheiro da loja pra isso. – sem avisar, Fred tentou pegar o embrulho irmão, porém mais uma vez foi bloqueado. – O que há?! Deixa eu ver!

-Oh, me desculpe, esqueci que acabo de comprar um produto da loja É da sua conta. – George enfiou o presente do lado de dentro do casaco e assim encerrou o problema – E vamos rápido! Está frio e eu preciso de uma bebida.

E se por algum segundo sequer George achou que seu irmão sossegaria, nunca esteve tão enganado: ele o importunou tanto e quase o derrubou na neve para conseguir ver o que George escondia com tanta vontade, e era exatamente por isso que Fred estava a beira da loucura enquanto tentava desvendar o conteúdo do embrulho: seu irmão nunca havia lhe escondido nada assim. Quando chegaram ao cabeça de javali ele se prometeu manter a compostura, mas reviraria as vestes de George no primeiro banho que ele tomasse.

Haviam poucos rostos conhecidos ali dentro. Para a alegria de Fred, Hermione era um deles. A garota se levantou do banquinho bolorento que havia ocupado ao lado de Harry e veio saudá-los pessoalmente.

-Chegaram na hora. – sorriu de um para o outro – estou impressionada.

-Somos ingleses, não somos? – George passou por ela dando-lhe um olhar de censura que foi arruinado com uma piscadela. Sentou-se no banco perto de Harry lançando olhares ansiosos para a janela enquanto Fred se acomodava ao seu lado.

Por mais que quisesse ficar observando Hermione, por mais que estivesse interessado no que viria a seguir na reunião, Fred não pode deixar de notar o comportamento estranho do irmão gêmeo:Por toda vez que a sineta pendurada na porta de entrada tocava, George erguia a cabeça com tamanha rapidez e tensão que começou a sentir dores na nuca. Não conseguiu imaginar um motivo para estar assim e, mesmo que se dispusesse para pensar em um, Luna acabava de entrar no Cabeça de Javali acompanhada por Gina.


N.A.: TANTANTAAAAAAN! Olá, saudação para todos meus queridos e amados leitores u.u ! Sim, voces que adoram minhas fics e me odeiam e me chamam de vaca por não postar com a frequencia que seria aceitável! Sim, vocês mesmos! Nao os culpo, eu faço a mesma coisa quando os outros não atualizam as fanfics ¬¬ Somos seres odiados u.u

Maaaas não desistam, sweeties, porque não vou parar até completar isso -.- G-sus, ja escrevi final, só falta...PREENCHER O MEIO! u.u ainda tem muita coisa linda vindo por ai. Honestamente desculpem pela demora =/ Mesmo! Perdão u.u E muito obrigada por não desistirem de mim =D