POV EMMA

Então eu esperei. Esperei ansiosamente até que fossemos para o quarto. Regina era má, era horrível, ela me tocava em lugares sensíveis e sussurrava coisas em meu ouvido sempre que estávamos sozinhas.

Eu não conseguia entender como eu suportei chegar até ali, passar pelo jantar com ela me olhando de uma forma tão... Interessante.

O assunto parecia interessante pra todo mundo e eu dei uma desculpa e saí mais cedo, não queria mais ficar ali. E eu queria que ela viesse junto logo, mas ela parecia ocupada demais se relacionando com o resto da família, até mesmo com a mamãe, o que não era algo tão comum de se ver.

Resolvi que tomaria um banho frio e dormiria, demorei no banho, obviamente, esperando que a Gina entrasse ali e, finalmente, me ensinasse tudo o que ela sabia.

Puff, tudo imaginação mesmo.

Deitei, uma camisolinha e uma calcinha eram tudo o que cobria meu corpo e bem, sem ela do meu lado era meio difícil de pegar no sono, mas eu acabei pegando.

E eu estava com calor, a Gina devia ter subido e estar aqui comigo... Ela me deixa tão louca que parece que está me tocando, me beijando.

O corpo parece esquentar aos poucos, tento me livrar do edredom, mas não é ele o problema.

–Oh, Gina...

POV REGINA

Não vou negar, eu fui má com Emma o dia inteiro, mas eu não podia simplesmente seguí-la para o quarto com o sorriso idiota que eu acabava adquirindo sempre que pensava naquela menina.

Então, esperei pacientemente com aquele falso entusiasmo, não bebi como os demais e, como todos estávamos no mesmo andar, subi com eles para o quarto.

Emma estava deitada, aparentemente dormindo e assim que Cora fez seu papel de ótima mãe –só por estar bêbada, claro- indo até Emma e dando-lhe um beijo tosco na testa e andar meio torta até a porta, eu pude, finalmente, tomar o meu banho com muita calma.

Banho esse que só rendeu pensamentos perversos, e, apesar de tudo, eu cumpriria com o prometido.

Não demorei a me secar e me esgueirei por debaixo do edredom que cobria o corpo esguio da minha irmãzinha, meus lábios subiram beijando suas pernas até, finalmente, me deparar com aquela calcinha. Ela cheirava a sexo. Emma foi dormir com tesão, provavelmente, irritada por eu ter demorado. E eu achava isso ótimo.

Meus dedos deslizavam o tecido de sua camisola para cima e meus lábios subiram beijando sua barriga, que demonstrava uma respiração levemente irregular. Mordisquei o inferior, nervosa, ansiosa e logo meus lábios estavam rodeando os deliciosos seios durinhos da pequena, que não estava nada pequena. Minha coxa se encaixou entre suas pernas e pressionou-se ali levemente, apenas para arrancar um gemido baixo dos lábios dela.

–Oh, Gina...

–Oh Emm...

Não resisti e usei a língua para tocar os biquinhos já túrgidos, rodeando-o e deixando-o levemente umedecido com minha saliva só pra soprar geladinho e vê-la estremecer, suas mãos e pernas pareciam inquietas e eu queria imaginar o que diabos ela estava sonhando.

Minha coxa sentia o quão molhada ela estava, sua calcinha parecia encharcada e aquilo mexia ainda mais comigo. Meus dedos logo desceram para confirmar e ao sentí-los se afogarem em seu sexo eu não consegui negar. Eu precisava de mais. Eu precisava demais.

Minha boca logo tornou à descer e meus dedos foram ágeis ao puxar a calcinha para o lado para que minha língua pudesse, por fim, provar de seu mel.

POV EMMA

Eu senti algo inexplicável, um calafrio intenso percorreu todo o meu corpo e me senti estremecer. Acordei com o coração acelerado e as mãos apertando firme os lençóis, puxando-os. Minhas pernas entreabertas e...

–Porra... Isso... Awn... Regina!

Era tão perfeito que eu tremia. Logo tratei de largar os lençóis e me segurar em seus cabelos, firme, mostrando para ela onde eu queria aquela língua e ela, claro, obedecia.

Meu corpo se movimentava contra o dela de uma forma que eu não conseguia controlar. Eu quis gritar, mas sabia que não podia, então deixei que gemidos roucos escapassem por meus lábios. Aquela sensação de novo, o corpo tão quente que parecia que ia derreter e num ponto tão alto que parecia que cairia do precipício.

E eu caí. E eu tremi. E minhas coxas se fecharam ao redor de seu rosto, tremendo a cada novo toque da língua dela em mim. Eu podia sentir que estava muito molhada, podia sentir que eu escorria.

O corpo começou a esfriar aos poucos e eu me deitei, ainda com leves espasmos.

POV REGINA

–Porra... Isso... Awn... Regina!

Aquelas palavras soaram como música para os meus ouvidos, deixei que a língua tocasse mais firmemente em seu clitóris, massageando-o com prazer.

Ela tinha um sabor adocicado irresistível, eu poderia fazer aquilo durante todo o resto da minha vida.

Minhas mãos seguravam firmes em suas coxas e seu corpo parecia tremer sob o meu toque, o que tornava aquilo muito mais mágico e intenso. Bom, definitivamente não tão mágico quanto sentí-la puxando meus cabelos e mostrando onde e como queria.

Eu segui, obviamente. E a cada novo espasmo, a cada novo gemido, eu deixava os movimentos mais rápidos, movimentos esses que eram muito bem correspondidos com o jogar de quadris dela.

Um gemido mais alto, quase que sufocado fugiu por sua boca. Suas coxas abraçaram firme meu rosto, aquecendo minhas orelhas e suas mãos travaram puxando meus cabelos e me fazendo gemer.

Como comprovação do prazer, caso eu precisasse de mais alguma coisa, escorreu seu mel. Escorreu aquele líquido deliciosamente adocicado, fazendo com que eu me sujasse de surpresa, eu nunca havia feito ninguém gozar assim, eu nem acreditava que mulheres de verdade podiam realmente ejacular como nos pornôs. Não era igual, não era tão cinematográfico, era muito mais gostoso e lindo.

O sexo rosadinho dela pulsando e deixando um líquido transparente e realmente saboroso escorrer em uma fina linha, que obviamente foi parada pela minha língua, que não perderia nada dela.

Seu corpo foi relaxando sob meus dedos e ela se deitou ali, pequenos espasmos podiam ser sentidos e eu fui parando de lambê-la, daria um tempo para que ela respirasse, nada mais que justo, não?

Subi com beijos por todo o seu corpo e finalmente alcancei seus lábios, dando pequenos beijos até sentir, novamente, aquelas mãos puxando firme meus cabelos, tirando-me dali, de seus lábios.

Minha expressão era, no mínimo, de choque.

–Minha vez, Gininha... Minha vez...