POV EMMA
Eu não sabia exatamente o que estava fazendo, mas sabia que eu queria que ela sentisse tudo o que tinha me feito sentir há segundos atrás. Eu ainda sentia o corpo pulsar em lugares que nem pareciam existir. Era uma sensação mágica e deliciosa.
Segurei firme seus cabelos entre meus dedos e separei nossos lábios apenas para dizer o que ela, provavelmente, já sabia.
–Minha vez, Gininha... Minha vez...
Ela parou no ar, ficou me olhando de boca aberta como se estivesse surpresa. Mas eu me lembro muito bem daquela vadiazinha fazendo a mesma coisa, e bem, era a minha chance de provar que eu podia ser melhor que Ruby, que eu podia satisfazê-la também.
–Emma? O que...?
–Shhh...
Selei seus lábios bem devagarinho, saboreando-os uma ultima vez antes de me aventurar por seu corpo, descendo com beijinhos por eles até alcançar seus seios. Eles eram tão lindos, nem grandes demais nem pequenos demais, redondinhos, macios. E ficaram bem arrepiados sob o toque de minha língua, então eu acho que ela deve estar gostando, né? Espero que sim.
POV REGINA
Mordisquei forte meu inferior, me calando para obedecê-la. O que estava errado, obviamente. Ela era a mais nova, e ela estava sendo castigada, não o contrário.
Ou... Talvez... Porra, que gostoso. Essa língua. Okay, vocês precisam entender que é impossível negá-la. Eu não sei como ou o que ela fez pra aprender, mas ela parece saber exatamente como me beijar e onde lamber. Eu sentia meu sexo pulsar tão forte que precisei fechar as pernas e pressionar as coxas. Engoli em seco, passando as unhas em suas costas sem me importar com as possíveis consequências de marca-la, não conseguia pensar, estava simplesmente entregue aos carinhos de Emma.
Carinhos que se tornaram meio atrevidos quando ela tomou meus seios, brincando com meus biquinhos de uma forma que se assemelhava a tortura, arrancando gemidos manhosos de minha boca.
–Awn, Emma.
Meu corpo começou a ondular sob o dela, eu queria mais, eu precisava demais. E ela não hesitou muito em me tocar, logo descendo uma das mão até meu centro e brincando de afogar os dedos, já que eu aparentemente estava absurdamente molhada.
POV EMMA
Era fácil de sentir que ela estava gostando e isso me dava segurança pra continuar, segurança de fazer mais, eu só queria agradá-la e ao sentir seu corpo começar a se mexer sob o meu, eu não me aguentei e precisei tocá-la, precisei descer os dedinhos até o lugarzinho especial da Gina.
Estava bem molhado e quente, e era bem gostoso de sentir. Principalmente ouvir o barulhinho que fazia quando eu batia o dedo devagarinho. Parei de beijar seus seios para admirá-la. Os olhos meio fechados e os lábios entreabertos. As bochechas coradas. Ela era tão linda, tão linda que eu parecia fraquejar ao olhá-la.
Precisei beijá-la mais uma vez, deitando o corpo sobre o dela de forma a colar os seios nos dela, o que era bem gostoso de sentir também. O beijo começou bem devagarinho, sem pressa de minha parte e sendo devolvido de mesma forma.
Não sei exatamente o nome, mas tinha um pontinho que quando meu dedo batia ela gemia baixinho e quanto mais eu insisti de mexer com o dedo ali, mais intenso o beijo se tornou e eu não conseguia mais parar de esfregar os dedos ali em cima.
POV REGINA
Ela voltou a me beijar de uma forma tão lenta e carinhosa que eu quase derreti de tanto amor que eu sentia por aquela garota, mas esse amor logo me fez pegar fogo com ela tocando sobre o meu clitóris e, aparentemente, ela notou que era o ponto certo e insistiu mais e mais ali.
Levei minhas mãos até sua bunda, apertando-a e fazendo-a esfregar-se em minha coxa, podia sentir como ela estava escorrendo de novo e aquilo era um martírio. Eu queria engoli-la de novo, sugar todo o mel que Emma pudesse me dar até não restar mais nada dele. E então continuar dando prazer à ela.
E mais uma vez, ela me surpreendeu, parando o beijo e descendo, de uma vez só até ser capaz de substituir o dedo pela boca. A língua macia começou tocando bem lenta, em uma atitude exploratória e eu pude ouví-la gemer baixinho antes de aumentar a vontade com que eu a sentia passear pelo ponto sensível e inchado.
POV EMMA
Eu queria experimentá-la e, embora tivesse algum receio de não saber ou não gostar daquilo, tomei coragem e desci. Passei a pontinha da língua primeiro e senti o sabor adocicado, o sabor do prazer da mulher que eu amava era sensacional e eu gemi de prazer, sentindo o corpo arrepiar com aquilo.
Passei a língua, lambendo-a como se fosse um picolé e tentei focar a pontinha dela sobre onde ela parecia gostar mais, subindo e descendo devagarinho no começo, mas, conforme eu notava que ela ia gostando, que o corpo dela se movia e ela gemia, pedindo baixinho por mais, eu dava mais.
Apertei firme minhas mão sobre suas coxas, pegando-as com todo o desejo que eu sentia por ela – e esse desejo era muito, acreditem –e comecei a chupá-la com maior vontade, aproveitando pra sentir melhor aquele gosto tão bom que ela tinha.
–Emma... põe o dedo...
Parei um pouquinho e coloquei o dedo ali, ficando um pouco frustrada por querer continuar com a boca, mas ela logo pegou em minha mão, guiando o dedinho pra dentro dela. Tão quente, molhado e apertado que eu achei delicioso.
Olhei em seus olhos, sorrindo encantada e ela me mandou um beijo, movendo o corpo daquela maneira sensual e gostosa que era de matar qualquer um.
Voltei a chupá-la e pude sentir como ela ia ficando mais apertada conforme eu fazia aquilo, seus quadris iam movendo-se mais e mais rápido e os gemidos ficando cada vez mais altos, até que ela tremeu por completo, escorrendo um líquido pelo meu dedo, um líquido ainda mais doce, mais gostoso do que o sabor natural dela.
Tratei de lamber tudo, sorrindo ao terminar e mordi o inferior, ainda brincando de entrar e sair com meu dedo, mas bem mais lento agora.
–Oh, Emma...
POV REGINA
Ela parecia saber como me agradar e o que me agradava mais, mas eu precisava daquilo e então pedi, supliquei...
–Emma... põe o dedo...
Mas ela não entendeu exatamente onde e me olhou, com aquela carinha de cachorro perdido que me fez pegar sua mão e guia-la até que o dedinho me penetrasse. Tremi ao sentí-la dentro de mim e ela notou que eu gostava, voltando com a boca de uma forma que não me ajudou a prolongar aquilo e por mais que eu tivesse tentado segurar o orgasmo, ele veio intenso, tencionando e relaxando toda a musculatura do meu corpo e liberando meu gozo de uma forma bastante incomum para mim, que nunca havia gozado daquela forma.
Mas também, devo confessar que foi o melhor orgasmo da minha vida.
O corpo foi relaxando e ela continuava brincando, provocando, sorrindo daquela forma marota que só me fez querer acabar com ela mais uma vez.
–Oh, Emma.
Foi tudo o que eu disse antes de puxá-la pra mim e virar os corpos, ficando por cima e começando a beijar aquela boquinha deliciosa que a lourinha tinha e já me encaixei sobre ela, colando nossos sexos e começando a ir e vir, na intenção de mostrar como era, não queria que a primeira vez dela fosse simples, queria que fosse a melhor de todas, mesmo sabendo que eu não era a senhora experiência, não queria que ela se frustrasse como eu me frustrei.
–Que delicia, Gina... continua...
Aquela vozinha rouca, carregada de tesão não precisava pedir mais nada, aquilo era suficiente. O barulho molhado do nosso prazer era música para os meus ouvidos, assim como os gemidos roucos e extremamente manhosos que ela dava conforme eu estocava contra ela. Estava ficando louca só de sentí-la e como já estava bastante sensível do orgasmo passado, não sabia se aguentaria muito mais.
POV EMMA
Senti ela virando o corpo e ficando por cima, começando a me beijar de uma forma tão gostosa que não consegui resistir –e nem queria, claro.
Nossos corpos se encaixavam e ela começou a se esfregar em mim e só me fazia querer mais, eu já estava daquele jeito de quem precisa daquela sensação boa de novo e não ia negar mais uma vez, eu queria dar tudo pra ela, até não aguentar mais.
Que delicia, Gina... continua...
Aquilo pareceu incentivo para ela, que começou a fazer mais rápido e meu corpo começou a formigar, já correspondendo aos movimentos de forma contrária porque intensificava e deixava tudo mais gostoso.
Senti minhas unhas entrarem na carne de suas costas, mas perdi o controle, precisei me agarrar fortemente nela, que se agarrou fortemente em mim e senti meu corpo tremer e soltar aquele líquido junto com ela, as respirações ofegantes, os gemidos roucos.
O corpo pulsava junto ao dela, que aos poucos relaxou comigo e se deitou do meu lado, sorrindo de uma forma encantadora.
Era uma sensação tão boa que parecia um sonho.
