—Se incline sobre a mesa.
É obvio, assim poderia ver seu traseiro. Bella fez uma careta, mas o que outra coisa podia fazer? Tinha meia cerca entupida no traseiro e não podia tira-la sozinha. Nem sequer podia sentar-se enquanto tivesse isso fincado nela assim tampouco poderia entrar em um táxi. Não acreditava que ia a casa de todos os modos, se não voltava pra casa de seus pais, já que Jess estava esperando para compartilhar o táxi. O passeio estava fora de toda questão, assim suspirou e se inclinou sobre a mesa.
Quando Bella escutou a rápida exalação de seu fôlego, o alarme a alagou.
—Oh Deus! Está muito mal? —tentou ficar de pé.
Uma mão na metade das costas a voltou a empurrar para baixo.
—Não se mova.
Bella gemeu ao tempo que ele tocava ligeiramente a parte de madeira. Merda, como doía. Ela estremeceu quando tratou de levantar o vestido de seu corpo e seus dedos se dobraram com mais força sobre a beirada da mesa.
—Sinto muito. Vou ter que cortá-lo.
—A mim? —sua voz soou como um chiado embaraçoso. Parecia-se muito a sua irmã.
—Não. Seu vestido.
Bom, já estava arruinado. Poderia ter sido capaz de voltar a costurar a ombreira sem problema, mas não poderia ter costurado o rasgo nas costas. Bella o viu revolver em duas gavetas da cozinhaaté que chegou com um par de tesouras. Quando o vestido se abriu e caiu a ambos os lados da cintura, voltou-lhe a ouvir exalar de novo.
—Ahhhh! —murmurou de novo.
—O que significa esse "ahhhhh", tenho que amputar uma nádega ou um "ahhhhh" que agradável roupa intima? —perguntou Bella.
Ele riu e ela sentiu seus dedos percorrer com o passar da beira de sua melhor roupa intima de renda vermelha. Um calafrio de desejo se uniu a seu estremecimento de dor. Bella estava dividida entre o alívio, que pôs algo sexy em lugar de sua acostumada lingerie de algodão branco, e a decepção que sua renda havia se arruinado. Quando sua mãe havia se queixado sobre assegurar-se que ela e Jess usassem a roupa intima limpa em caso que estivessem implicadas em um acidente, Bella duvidava que tivesse tido em mente este incidente. Quando cortou o cordão, Bella se agarrou na beira da mesa o suficientemente forte como para arranhá-la. Seus dentes se apertaram quando ele tocou a lasca.
—Deixa de brincar com isso e dê um puxão para fora à maldita coisa.
—Tenho que me assegurar que retiro no mesmo ângulo em que entrou. Se prepare.
—Talvez devesse ter um pedaço de madeira entre os den...
Bella não pôde terminar o que tinha estado a ponto de dizer, porque um grito surgiu de sua garganta. Apertou a testa contra a mesa e respirou fundo para deter o horrível grito que lutava para sair. Algo frio e úmido golpeou duramente seu traseiro. Lágrimas deslizaram por suas bochechas e as deixou cair sobre a mesa. Demorou um momento antes que pudesse respirar normalmente.
—Está bem? —perguntou ele.
—Estupendamente.
Ele deu um bufo tranquilo.
—Tenho aqui um pedaço de madeira que pode pôr entre os dentes se quiser — disse a ela.
—Muito gracioso.
Em realidade era gracioso, mas Bella não podia reunir um sorriso.
—Você gostaria de me explicar por que saltou sobre a cerca?
Como poderia explicar sem soar patética? Mas pensou em algumas ideias antes que lhe chegasse alguma inspiração. Uma invasão policial? Estava procurando mais álcool? Fugindo de um louco assassino com um machado? Escapando de sua irmã e seu namorado doninha? Não, ela não podia dizer isso.
—Tentava evitar a vergonha, a estupidez e a humilhação — resmungou Bella em voz baixa. Pôs-se a rir.
—Acredito que está desejando voltar para o outro lado. "Bella pensou em Mike e Jess, a cara perpetuamente culpada de Jess e o sorriso de Mike vai à merda".
—Não, na realidade não.
Levantou-se, deslizando seus dedos por detrás para sustentar tudo o que ele estava pressionando sobre suas costas e cobriu sua mão com a sua. O zumbido que sentiu quase a faz cair de volta sobre a mesa. Pensou que ele afastaria os dedos, mas não o fez. Não durante um comprido momento. Bella manteve a mão sobre a dele, não estando segura de retirá-la ou não. Quando ele deslizou seus dedos por debaixo dela, voltou-se para ele para olhá-lo.
—Aqui está o culpado. —disse ele, empunhando uma peça de madeira dentada da longitude de uma costela de pau.
Os olhos de Bella se abriram amplamente e engoliu em seco.
—Tinha tudo isso cravado aí atrás?
Mostrou-lhe um espaço entre o polegar e o dedo indicador e lhe deu um amplo sorriso.
—Só isto.
Ela se decepcionou que não fora mais. Podia-se pensar que era uma covarde. Era uma covarde.
—Não se mova, vou procurar algo para pôr aí. Depois que ele partiu, observou a cozinha. Estava surpreendentemente limpa para um homem. Todas as bancadas estavam limpas. Seus pés não se pegavam ao chão. Nenhum prato sujo na pia. Bella de repente se congelou. Por que deveria ela assumir que esta era a cozinha de um homem? Ele provavelmente tinha uma esposa, três meninos e um tigre. Merda. Ela tinha que partir agora mesmo. Poderia pôr a tampa azul ao lado da cerca e saltar sobre ela.
—Consegui algo — chegou sorrindo, sustentando um band-aid grande com um dinossauro na frente. Sim, casado e com meninos, por isso ele sabia como tratar com uma idiota ascensão em uma cerca, que se machucou e queria passar por um gato.
—Se incline outra vez — disse ele. — Limparei o sangue da perna.
Ele se estava oferecendo a pôr as mãos sobre sua perna? Partiria depois que fizesse isto.
Uma folha de papel de cozinha deslizou por cima de seu tornozelo.
Foi lento e suave e Bella deslizou sobre ela entre a mesa e o chão porque tinha perdido o controle de seus músculos. Ele levantou a mão de seu traseiro. Tirou a folha úmida e a jogou na pia. Outra carícia suave, com algo seco e oh, Deus! Seus dedos percorreram seu traseiro nu intacto. Que demônios estava fazendo?
—Só comprovava que estivesse seco, do contrário o band-aid não grudará. —comentou.
Ehhhh podia ler a mente também? Maldito seja por ter uma desculpa razoável, mas não a que ela queria!
Ele pressionou o band-aid e com cuidado roçou ao redor da beirada. Bella imaginou seus dedos movendo-se para baixo, indo à deriva entre suas pernas, parando para acariciá-la.
—Obrigado. —disse e se levantou antes que ela se desse a volta e pedisse foda-me.
Mas então sua mão deslizou em torno de seu estomago e ele a puxou contra ele. Isto não era parte do tratamento de primeiros socorros. Algo comprido, duro e quente pressionava em seu quadril. Bella não precisou fazer muitas ideias. Seu pulso começou a pulsar na zona de perigo. Tinha sido assim do momento em que o tinha visto. Bella tremeu quando ele passou sua incipiente barba no queixo sobre seu pescoço. Seu quente fôlego disparou flechas de luxúria em sua virilha, viajando através de seu coração. Então seus lábios úmidos aterrissaram sobre seu pescoço e se não tivesse estado sustentando-a, ela teria caído.
—Oh, Deus! —sussurrou ela.
Uma mão permaneceu sobre seu estomago, mantendo-a em seu lugar, a outra se aproximando furtivamente de seu seio. Ela ouviu interromper sua respiração quando seus dedos encontraram o mamilo através de seu vestido. Não era um problema para ela. O voltar a respirar. Tinha deixado de respirar totalmente.
Fez girar a ponta que formigou no seio enquanto acariciava o lado de seu pescoço de uma vez que Bella gemia. Sabia que não deveria estar deixando que isto acontecesse, nem sequer conhecia o nome do homem, mas não teria podido mover-se nem para salvar sua vida. Seus lábios trocaram de um lado de seu pescoço ao outro, lambendo, mordendo, beijando o ombro sem alça e ela ficou ali, com os olhos meio fechados, tratando de não dissolver-se em um atoleiro.
Por último, deu a volta e baixou os braços. Bella o olhou fixamente nos olhos e não pôde afastar o olhar. Ela não podia mover-se tampouco, mesmo que uma parte diminuta de seu cérebro dissesse que este era em realidade um lobo diante dela e que tinha que correr. Agora. Rápido. Sabia que cada mulher que se deitou com um homem que logo que tinha conhecido, nunca voltava a ouvir falar dele. À exceção dela que encontrou com um homem que não podia desfazer-se dele. Mas que classe de homem era este tipo? Eles estiveram de pé olhando um ao outro, ambos respiravam rapidamente, nenhum piscava.
Uma luta inútil. Ela o desejava.
—É casado? —perguntou ela.
Seu olhar fixo nunca vacilou, mas sua boca atirava para um sorriso.
—Não. Quer a verdade?
—Não.
Sorriu então adequadamente, um sorriso zombador tão atraente e depredador que Bella se perguntou o que haveria feito se houvesse dito que tinha uma esposa e seis filhos. Ela queria acreditar que o teria deixado, mas sua atração por este homem era tão forte que não podia pensar com lucidez. Ele jogou brandamente a cabeça para frente, enviando sua moralidade a um pequeno canto de seu cérebro onde ela a encerrou.
Com o primeiro toque de seus lábios sobre os seus, Bella ficou sem fôlego e sua língua deslizou em sua boca. Quase como se tivesse recebido uma descarga elétrica por permitir tão facilmente, ele se retirou. Um amplo sorriso mais tarde, ele começou a mordiscar seu lábio inferior atormentando o lugar que beliscou com a ponta de sua língua. Suas mãos deslizaram pela sua cintura e a atraiu para si, segurando os braços de Bella entre seus corpos enquanto ele seguiu beijando-a. O homem sabia beijar. Ela se deu conta de como outros homens lhe tinham defraudado. Nenhuma investida de língua lesma, nenhum bico seco, mas sim uma sensual e suave carícia da boca dele, pedindo que abrisse a sua, para render-se, para que cedesse, para que desse tudo o que ela tinha. Se Bella não tivesse pensado que já estava perdida, agora definitivamente estaria. Este homem sabia o que estava fazendo. Seus lábios se abriram, continuando sua exploração, seguindo o bordo dela, encontrando cada lugar com cócegas na boca até que Bella recuperou seu julgamento, deixando de imitar a uma estátua e começou a beijá-lo até o fundo.
Uma vez que ela respondeu, ele moveu seus braços, liberando os dela e suas mãos começaram a percorrer suas costas. Quando ele pressionou seus quadris mais firmemente contra os seus e deslizou e balançou ritmicamente, ela sentiu uma atração cada vez maior entre as pernas, o desejo de seus quadris de unir-se ao baile. Suas mãos se moveram à cabeça, cravando os dedos em seu cabelo e trocando o ângulo do beijo para fazê-lo mais profundo, mais intenso. Quando ele gemeu, a vibração encheu sua boca, enviando tremores através de seu corpo. Bella chupou sua língua e colocou as mãos sob a camisa sobre as costas. Sua pele era quente lisa e suave. Quando seus braços subiram sobre os ombros, os músculos das costas estremeceram sob seu toque. De todos os modos seguiram beijando-se, sentindo aumentar sua paixão a fogo lento, transformando a cozinha em uma tormenta de fogo.
Quando foi a última vez que respirou? Ela não estava segura.
Precisava respirar? Não. Por que preocupar-se? Beijar era melhor. Beijar estava bem. Bom, ela não conhecia este homem, mas beijar, Oh! Uma mão deslizou pela parte superior da coxa sã, arrastando as unhas, e as pontas dos dedos deslizando para cima. A pele dela revoou como a asa de um pássaro. Os dedos dele se moveram por debaixo de seu vestido, sua mão deslizava entre suas pernas. Um suave golpe através da renda úmida e ela se desfez em espiral diretamente ao céu.
—Oh, Meu Deus! —Bella se agarrou por seus ombros, os joelhos tremiam quando escondeu o rosto em seu pescoço.
Manteve a mão entre as pernas, segurando o montículo, roçando com o polegar. Se ele se movesse, ela cairia. Seu coração palpitou e ela tragou, tentando manter o controle de sua respiração. Os dedos de sua outra mão acariciaram sua cabeça, acalmando-a com gestos relaxantes, mas ela sentia a tensão crescendo dentro dele, seu coração pulsava contra o dele, sua respiração entrecortada em seu ouvido.
—Estou desesperado por foder você — sussurrou, e Bella gemeu.
Depois, de algum modo, moveram-se, beijando-se de novo, os braços e as pernas entrelaçadas quando a tirou da cozinha, em direção à escada. O coração de Bella se debatia entre saltar pela garganta ou cair em seu estômago. Ela não conhecia este homem. Ele poderia ser outro Mike, outro bastardo repugnante, manipulador, ardiloso. Cada osso de seu corpo dizia que parasse isto, agora mesmo. Mas nenhum dos dois era tão sensato e continuaram movendo-se.
Caíram sobre a escada, mas ele rodou sobre si mesmo para que ela não caísse sobre sua zona machucada. Seus braços estavam por toda parte enquanto ela estava em cima dele.
—É uma gatinha sexy — sussurrou.— Esta me deixando louco.
—Não nos... conhecemos um ao outro —gaguejou Bella.
—Acaso importa? Sabemos o que queremos. —agarrou sua cabeça entre suas mãos e a fez olhá-lo. — Mas se não, diga-me agora antes que meu super excitado membro vá mais à frente e não me obedeça.
Bella sabia que tinha que afastar-se, mas não podia. Pensou que nunca tinha estado tão excitada em sua vida. Podia sentir o calor renascer de novo em seu interior. Isso nunca tinha ocorrido antes. No geral, chegava uma vez e isso era tudo, e para ser honesta, inclusive uma vez tinha sido provocado por ela mesma. Ele somente queria sexo. Não havia nenhuma pretensão aqui, não havia ilusões de ir mais longe, mas mesmo assim Ela duvidou. Ela não fazia coisas como esta. Por mais que quisesse ser selvagem, imprudente e sexy, não o era.
—Está seguro de não ser casado? — perguntou insegura da resposta que queria ouvir.
Ele sorriu.
—Sim, estou seguro. Estou bastante seguro que recordaria se estivesse. Moveu-se ligeiramente por debaixo dela. Bella sentiu o fio duro de seu pênis empurrando seu estômago.
— Se importaria se eu estivesse? —perguntou ela e ele deixou de mover-se.
De onde diabos havia saído isso? Estava querendo espanta-lo?
—Quer que seja honesto? —perguntou ele. Ela assentiu.
—Não, não me importaria. Não neste momento. Estou muito desesperado para me preocupar. Tudo o que posso pensar é em você e em mim, quão lind magia que podemos fazer juntos.
Bella se levantou de cima dele e ficou de pé, seu ombro apoiado contra a parede. Ele se inclinou atrás sobre seus cotovelos e elevou a vista para ela, inclinando sua cabeça para um lado.
—Foi uma resposta errada? —perguntou ele.
—Não, se for a verdade — tudo o que podia pensar era que ele disse que era linda e que a desejava desesperadamente. A verdade era que ela o queria.
Sentando-se no degrau a olhou.
—Posso te despir e te fazer suar, ou não?
—Eu não suo.
Um sorriso iluminou seu rosto.
—Nunca teve relação sexual comigo. disse ele —Está bem. É sua escolha, gatinha. Pode descer a escada e sair pela porta principal ou continuar subindo.
Bella não vacilou. Ela subiu um degrau e ele riu.
—A primeira porta à direita. Dois segundos e contando.
Seus olhos escureceram, e os de Bella se abriram.
—A da direita, não à esquerda — disse ele a suas costas quando Bella tocou o trinco.
Oh Deus, estava desesperada. Ela mudou para a outra porta do corredor e empurrou, abrindo a porta.
pov Edward O coração de Edward palpitava tão forte em seu peito, que suas costelas doíam pelo esforço de segurar o órgão e não pular nos braços da momento em que tinha visto sua perna longa e nua baixando sobre a cerca, a tinha querido. O fato que ela tivesse resultado ser tão sensível aos seus dedos como o papel de seda tocado pela chama, tinha convertido seu membro em uma barra de ferro. Aquela lasca em seu traseiro havia feito querer romper a maldita cerca em pedaços por atrever-se a lhe fazer mal. Ela não se parecia em nada a uma gata, mas era linda como uma gatinha, olhos grandes com a pele mais suave. Edward queria acariciá-la e abraçá-la enquanto ela ronronava em seus braços.
Ele entrou no dormitório e acendeu a luz. Ela estava de pé na janela retirando as cortinas, e deu a volta para olhá-lo. Seus olhos eram assombrosos, verdes com bolinhas castanhas, coberto por pestanas escuras e espessas. Seu cabelo tinha um tom castanho quase preto, e cortado em um estilo que a fazia parecer como se acabasse de sair da cama. Edward passou os dedos pelo cabelo e sorriu abertamente.
Ela tirou o vestido pela cabeça e sorriu. Ah, merda. E ele que tinha pensado que ela poderia necessitar um pouco mais de persuasão.
O sutiã vermelho que fazia jogo com aquela calcinha vermelha rasgada. Seios alegres e um decote que ele queria, merda, como se seu membro necessitasse de mais estímulo. Edward suspirou quando suas bolas se apertaram. Ela era alta e magra, justo o que gostava. Suas pernas eram eternas. Ele imaginou que seus tornozelos se envolviam ao redor de seu pescoço enquanto ele a fodia sem sentido, e seu membro grunhiu com impaciência.
Edward esperava como o inferno que ela não procurasse delicadeza e sexo lento e suave. Embora ele fosse mais que capaz disso, o sexo lento não era o que necessitava naquele momento. Nem ela, supunha. Seus lábios estavam ligeiramente abertos e ele podia ver a ponta de sua língua percorrendo seus dentes superiores. Sua língua se moveu pela beira de sua boca e lambeu o lábio superior. Ela tremeu. Ele também. Merda. Estava atualmente conectado para rápido e furioso. Se não a tivesse nos próximos dois minutos, se desonraria e gozaria em suas calças. Já podia sentir uma mancha molhada na ponta de seu membro. Lento e cuidadoso poderia vir mais tarde. Edward deu um passo para ela.
—Tem uma camisinha? —perguntou ela.
Merda, merda e saco.
—Não se mova — disse ele. — Nem um centímetro. Nem sequer sorria até que eu volte.
Edward procurou no banheiro ao outro lado do patamar da escada. Seu membro se esforçou por escapar, impulsionando a se apressar. Pressionava tão forte por sair de suas calças que logo teria uma fantástica tatuagem no zíper metálica por toda a longitude de seu pênis. Procurou no estojo de primeiro socorros atrás do espelho, esperando que seu cunhado tivesse uma reserva enorme de camisinha. Nada. Merda. Opa, equipamento de gravidez? Rose estava tentando ter outro bebê depois daquele monstro que já tinham? Edward sacudiu o pensamento de sua cabeça, esperando que isso não significasse que ia ter má sorte sobre as camisinhas, e foi até o armário debaixo do lavabo.
Isto não ia acontecer sem uma camisinha. Ele nunca corria essa tipo de risco. Exalou um enorme suspiro de alívio. Um pacote sem abrir de doze em vários sabores. Talvez fosse realmente afortunado. Seu membro tratou de assentir em acordo, mas estava muito confinado.
—Não se preocupe menino. Não demorarei muito. — Ele estremeceu. Desde quando falava com seu membro? E lhe dava um nome?
De volta ao dormitório, Miss Tentação estava de pé exatamente onde ele a tinha deixado, só que a luz principal estava apagada e um abajur de noite aceso.
—Moveu-se. Eu disse que não se movesse — disse ele em um grunhido.
—Tenho assombrosos poderes mágicos. Não tem nem ideia.
Não, ele não tinha, mas logo teria. Uma onda de alívio percorreu Edward porque ela não fugiu. Lançou a caixa de camisinhas no móvel ao lado da cama e a chamou com o dedo.
—Vêm aqui.
Ela pôs as mãos sobre seus encantadores quadris.
—Que tal se você vir?
Edward riu. Ela ficava mais atraente a cada segundo segundo. Não a louca que poderia ter sido, subindo por uma cerca, ele adivinhou, para escapar de alguém, a não ser uma sensual tentadora. Ele começou a desabotoar a camisa e olhou como seus olhos seguiam a trajetória de seus dedos. Edward quis arrancá-la e se lançar sobre ela, mas se obrigou a reduzir a velocidade e tomar dois segundos em vez de um.
Quando seus dedos desabotoaram o botão de suas calças, a ponta da língua dela estalou entre seus lábios e ele teve que apertar a base de seu membro para evitar gozar. Edward deixou de olhá-la. Era o único modo que tinha de conseguir tirar sua roupa. Tirou os sapatos com os dedos do pé, tirou as meias e deixou cair os jeans. Seu membro se esticou dentro de sua boxers e ele gemeu.
Ouviu que ela exalava um tremente fôlego e elevou o olhar. Olhava-o fixamente, não a impressionante barraca em sua cueca, mas ele todo, e Edward sentiu que algo modificava dentro dele, uma mudança que o fazia querer realizar uma necessidade física para algo mais à frente. Ele não se emocionou. Nem sua coisa. Mas ficou ali de pé, examinando seus olhos, incapaz de afastar o olhar. Isto era luxúria, verdade? Como poderia ser algo mais?
—Vêm aqui — disse e viu o sorriso satisfeito em seu rosto.
—Me obrigue.
Dois segundos mais tarde ela estava deitada de barriga para cima através da cama e ele estava em cima dela, suas pernas a ambos os lados das dela, apoiado em seus antebraços para evitar esmagá-la.
—Muito fácil — sussurrou ele.
—Só porque te deixei. ele sorriu.
—O traseiro esta bem?
—Ainda ali.
Os braços dela descansavam em seus ombros e dedos suaves e ardentes amassavam os músculos dele. Ela tinha deslizado suas pernas para envolvê-las ao redor das suas e tinha enganchado seus calcanhares sobre suas panturrilhas, de modo que as coxas dele estavam entre seus quadris, seu membro duro contra seu ventre. Ele a queria nua, se levantou sobre mãos e ela o puxou, pressionando seus lábios contra os seus. Estava perdido. Ela cheirava tão doce, a flores, chuva do verão e luz do sol, e seu sabor fez que sua cabeça desse voltas. A língua dela riscou um mapa de sua boca, provocando em cada espaço, percorrendo seus dentes, explorando cada pendente e beirada e contemplou seu rosto enquanto a beijava, gostando do modo em que seus olhos revoaram sob as pálpebras. Ele permitiu que ela alimentasse a paixão cada vez maior até que o macho alfa nele se fez cargo.
Sua língua se agitou na boca dela, seguindo um ritmo que ele acompanhou com seus quadris, balançando-se contra as dela, movendo seu membro com louca frustração. Edward queria foder tanto aquela mulher que sua cabeça, sem mencionar suas pelotas, ameaçou arrebentar de desejo. As mãos dela deslizaram dentro de sua boxer e agarrou , sua mão se moveu até seu membro e o controle de Edward se rompeu com uma forte vibração. Oh Deus, a esta velocidade, ele nem sequer necessitaria uma merda de uma camisinha. Edward rodou , desceu a boxer, deixando-a nos pés, antes que se estirasse sobre ela outra vez.
—Sentiu minha falta? —perguntou ele.
Ela riu e ele quis capturar seu prazer, armazená-lo em seu coração. A áspera renda era um pouco interessante, enrugando-se contra seu pênis, mas ele necessitava de uma vagina quente e apertada.
—Sutiã fora — disse e se moveu, assim ela poderia levantar-se. Ela levou as mãos à costas e ele a deteve.
—Me deixe.
Um puxão e o fecho abriu. Tinha passado um tempo e Edward se alegrou que não tivesse perdido seu toque. Retirou o material de seus seios e soltou um profundo suspiro. Globos suaves, arredondados, mais pálidos que o resto de seu corpo. Muito tímida para tomar sol de topless? Possivelmente nenhuma oportunidade. Não a deixaria usar um biquíni na parte de cima. Queria ela nua a seu lado, tombada ao sol, absorvendo os raios assim sempre que ele quisesse poderia inclinar-se e beijar seus mamilos. Ele queria brincar com eles, mas não podia esperar. Tirou a calcinha e se permitiu um olhar largo. Deus era magnífica.
—Preciso de você agora — sussurrou ela.
Ele queria cheirá-la, tocá-la, lambê-la. Queria que os músculos dela abraçassem e apertasse seus dedos, sua língua, seu membro. Queria enterrar seu rosto entre suas pernas e chupá-la até que gozasse, gritando seu nome. Merda. Serrou os dentes e ordenou a seu sêmen que ficasse justo onde estava. Nada de apressar-se baixando aos túneis escuros para o nirvana porque a coisa não terminaria dentro dela, a não ser sobre seu peito. Só que inclusive isso soava bem. Seus seios cobertos com seu sêmen. Os dedos dela em sua cintura eram tão suaves, ela... Edward tratou de pensar em algo que o distraísse... e não pôde.
Ele rompeu a caixa de camisinhas, jogando-as sobre a cama. Agarrando a mais próxima, rasgou e a camisinha caiu. Merda! Então estava entre seus dedos e ela estava tocando seu membro, acariciando, embainhando. Seu membro, vestido e pronto para a ação, já estava empurrando em suas dobras sedosas sem que Edward fosse consciente do que fazia.
Uma mudança de seus quadris debaixo dele, um impulso de seus quadris sobre ela e ele deslizou para dentro, direto, profundo e desejou permanecer ali, lamentou que não fosse três metros de comprimento e ela dois e meio de fundo. Ela estava quente, apertada e molhada e ainda através da maldita camisinha ela se sentia absolutamente perfeita.
—Oh Deus, sinto-me tão bem - Edward fez uma careta ante o tremor de sua voz.
— Tenho que me desculpar antes que trate sequer de me mover. Tome como um elogio, mas não vou durar mais de dez segundos, na próxima irei devagar, prometo.
Ela moveu a mão de seu ombro para percorrer com um dedo ao longo da costura de seus lábios e ele quase se desfez sem mover-se. Os dez segundos estavam já na conta atrás. Seu membro ofegou dentro dela quando ele começou a mover-se. Edward obteve duas penetrações e retiradas lentas e se afundou. Ele só podia fazê-lo rápido.
Os quadris dela se elevaram para encontrar-se com os seus e ele empurrou nela com tal força impulsora, que se sacudiram em cima da cama. Edward era fracamente consciente de agarrar seus ombros, tratando de mantê-la no lugar, mas seus quadris estavam fora de controle, a fricção urgente era tão esmagadora e agradável, que se perdeu em sua servidão. Muito rápido, mas se sentia tão bem. Ele baixou a cabeça e sua boca arrastou uma linha úmida por sua garganta enquanto empurrava nela. Havia um frenesi selvagem em seu ritmo e ele esqueceu tudo, exceto o que necessitava naquele momento... que era a ela, fode-la, enchê-la com seu sêmen conduzir-se tão profundamente dentro dela que não houvesse nada mais dele ou dela, só um organismo. Ela puxou dele mais profundo, seus músculos apertando ao redor dele, tão forte que era quase doloroso.
O orgasmo veio de algum lugar atrás de seus olhos, um ponto agudo que se transformou em prazer enquanto disparava através de seu corpo. Fogo líquido baixou ardendo por seus membros, concentrado em sua virilha. Ela gritou debaixo dele, seus músculos apertando seu membro, lançando um grito que ressonou desde sua garganta.
Ele ejaculou dentro dela, sentiu cada jorro de seu sêmen voando da ponta de seu membro. Quando o último delicioso espasmo desvaneceu, caiu sobre ela e o que mais lamentou Edward não era que ele gozou tão rápido, mas sim que tivesse tido que usar uma camisinha porque sentiu a compulsão de marcá-la como dele.
Quando ele pôde mover-se, e necessitaram vários segundos, deslizou ao lado da cama. Livrou-se da camisinha em um lenço de papel e se recostou para estar frente a ela, pondo sua mão plana sobre seu ventre. Seu corpo estava banhado na luz suave, seu rosto avermelhado com a excitação.
—Por favor, me diga que não te machuquei — disse ele.— Senti que saltava de um trampolim. Não tinha nenhuma opção uma vez que meus pés estiveram no ar.
Ela sorriu.
—Isso não foi uma barrigada.
Não, foi uma queda em picado direta para a felicidade.
—Como está seu traseiro?
—Vou emoldurar aquela parte de madeira. Edward riu entre dentes.
—Não, eu vou emoldurar aquela parte de madeira.
Ele riscou a linha de sua clavícula com o dedo e depois com seus lábios. Sentiu que os tremores corriam pelo corpo dela. Gostou que tivesse o poder de fazer isso.
—Como se chama? —perguntou ele.
— Isabella,mas normalmente me conhecem como Bella —Sou Edward.
—Prazer em conhecê-lo. Ele beliscou seu pequeno mamilo.
—De modo que, enquanto esperamos que meus trementes membros recuperem um pouco de controle muscular, vai dizer por que subiu sobre a cerca, escondeu-se sob a tampa de uma piscina infantil e fingiu ser um gato?
Bella suspirou.
—Conhece essas latas que não deveria abrir, as que têm vermes?
—Como a dos pescadores. Eu gosto bastante de pescar.
—Acredito que nunca esteve perto de uma vara de pescar em sua vida.
—Deixa de tentar mudar de assunto. Quero saber por que estava o bastante desesperada para se arriscar a subir por uma cerca. Quem era esse casal que te procurava? Toda a desgraçada história borbulhou dentro de Bella. Havia se esforçado tanto por manter reprimida, deixar de pensar nisso, mas sobre tudo deixar de explicar o modo que ela se sentiu porque ninguém acreditou. Por que deveria este homem ser diferente? Abriu a boca e logo a fechou outra vez. Ele pensaria que estava louca. Fez-lhe cócegas sob o queixo.
—Me diga.
É obvio, assim poderia ver seu traseiro. Bella fez uma careta, mas o que outra coisa podia fazer? Tinha meia cerca entupida no traseiro e não podia tira-la sozinha. Nem sequer podia sentar-se enquanto tivesse isso fincado nela assim tampouco poderia entrar em um táxi. Não acreditava que ia a casa de todos os modos, se não voltava pra casa de seus pais, já que Jess estava esperando para compartilhar o táxi. O passeio estava fora de toda questão, assim suspirou e se inclinou sobre a mesa.
Quando Bella escutou a rápida exalação de seu fôlego, o alarme a alagou.
—Oh Deus! Está muito mal? —tentou ficar de pé.
Uma mão na metade das costas a voltou a empurrar para baixo.
—Não se mova.
Bella gemeu ao tempo que ele tocava ligeiramente a parte de madeira. Merda, como doía. Ela estremeceu quando tratou de levantar o vestido de seu corpo e seus dedos se dobraram com mais força sobre a beirada da mesa.
—Sinto muito. Vou ter que cortá-lo.
—A mim? —sua voz soou como um chiado embaraçoso. Parecia-se muito a sua irmã.
—Não. Seu vestido.
Bom, já estava arruinado. Poderia ter sido capaz de voltar a costurar a ombreira sem problema, mas não poderia ter costurado o rasgo nas costas. Bella o viu revolver em duas gavetas da cozinhaaté que chegou com um par de tesouras. Quando o vestido se abriu e caiu a ambos os lados da cintura, voltou-lhe a ouvir exalar de novo.
—Ahhhh! —murmurou de novo.
—O que significa esse "ahhhhh", tenho que amputar uma nádega ou um "ahhhhh" que agradável roupa intima? —perguntou Bella.
Ele riu e ela sentiu seus dedos percorrer com o passar da beira de sua melhor roupa intima de renda vermelha. Um calafrio de desejo se uniu a seu estremecimento de dor. Bella estava dividida entre o alívio, que pôs algo sexy em lugar de sua acostumada lingerie de algodão branco, e a decepção que sua renda havia se arruinado. Quando sua mãe havia se queixado sobre assegurar-se que ela e Jess usassem a roupa intima limpa em caso que estivessem implicadas em um acidente, Bella duvidava que tivesse tido em mente este incidente. Quando cortou o cordão, Bella se agarrou na beira da mesa o suficientemente forte como para arranhá-la. Seus dentes se apertaram quando ele tocou a lasca.
—Deixa de brincar com isso e dê um puxão para fora à maldita coisa.
—Tenho que me assegurar que retiro no mesmo ângulo em que entrou. Se prepare.
—Talvez devesse ter um pedaço de madeira entre os den...
Bella não pôde terminar o que tinha estado a ponto de dizer, porque um grito surgiu de sua garganta. Apertou a testa contra a mesa e respirou fundo para deter o horrível grito que lutava para sair. Algo frio e úmido golpeou duramente seu traseiro. Lágrimas deslizaram por suas bochechas e as deixou cair sobre a mesa. Demorou um momento antes que pudesse respirar normalmente.
—Está bem? —perguntou ele.
—Estupendamente.
Ele deu um bufo tranquilo.
—Tenho aqui um pedaço de madeira que pode pôr entre os dentes se quiser — disse a ela.
—Muito gracioso.
Em realidade era gracioso, mas Bella não podia reunir um sorriso.
—Você gostaria de me explicar por que saltou sobre a cerca?
Como poderia explicar sem soar patética? Mas pensou em algumas ideias antes que lhe chegasse alguma inspiração. Uma invasão policial? Estava procurando mais álcool? Fugindo de um louco assassino com um machado? Escapando de sua irmã e seu namorado doninha? Não, ela não podia dizer isso.
—Tentava evitar a vergonha, a estupidez e a humilhação — resmungou Bella em voz baixa. Pôs-se a rir.
—Acredito que está desejando voltar para o outro lado. "Bella pensou em Mike e Jess, a cara perpetuamente culpada de Jess e o sorriso de Mike vai à merda".
—Não, na realidade não.
Levantou-se, deslizando seus dedos por detrás para sustentar tudo o que ele estava pressionando sobre suas costas e cobriu sua mão com a sua. O zumbido que sentiu quase a faz cair de volta sobre a mesa. Pensou que ele afastaria os dedos, mas não o fez. Não durante um comprido momento. Bella manteve a mão sobre a dele, não estando segura de retirá-la ou não. Quando ele deslizou seus dedos por debaixo dela, voltou-se para ele para olhá-lo.
—Aqui está o culpado. —disse ele, empunhando uma peça de madeira dentada da longitude de uma costela de pau.
Os olhos de Bella se abriram amplamente e engoliu em seco.
—Tinha tudo isso cravado aí atrás?
Mostrou-lhe um espaço entre o polegar e o dedo indicador e lhe deu um amplo sorriso.
—Só isto.
Ela se decepcionou que não fora mais. Podia-se pensar que era uma covarde. Era uma covarde.
—Não se mova, vou procurar algo para pôr aí. Depois que ele partiu, observou a cozinha. Estava surpreendentemente limpa para um homem. Todas as bancadas estavam limpas. Seus pés não se pegavam ao chão. Nenhum prato sujo na pia. Bella de repente se congelou. Por que deveria ela assumir que esta era a cozinha de um homem? Ele provavelmente tinha uma esposa, três meninos e um tigre. Merda. Ela tinha que partir agora mesmo. Poderia pôr a tampa azul ao lado da cerca e saltar sobre ela.
—Consegui algo — chegou sorrindo, sustentando um band-aid grande com um dinossauro na frente. Sim, casado e com meninos, por isso ele sabia como tratar com uma idiota ascensão em uma cerca, que se machucou e queria passar por um gato.
—Se incline outra vez — disse ele. — Limparei o sangue da perna.
Ele se estava oferecendo a pôr as mãos sobre sua perna? Partiria depois que fizesse isto.
Uma folha de papel de cozinha deslizou por cima de seu tornozelo.
Foi lento e suave e Bella deslizou sobre ela entre a mesa e o chão porque tinha perdido o controle de seus músculos. Ele levantou a mão de seu traseiro. Tirou a folha úmida e a jogou na pia. Outra carícia suave, com algo seco e oh, Deus! Seus dedos percorreram seu traseiro nu intacto. Que demônios estava fazendo?
—Só comprovava que estivesse seco, do contrário o band-aid não grudará. —comentou.
Ehhhh podia ler a mente também? Maldito seja por ter uma desculpa razoável, mas não a que ela queria!
Ele pressionou o band-aid e com cuidado roçou ao redor da beirada. Bella imaginou seus dedos movendo-se para baixo, indo à deriva entre suas pernas, parando para acariciá-la.
—Obrigado. —disse e se levantou antes que ela se desse a volta e pedisse foda-me.
Mas então sua mão deslizou em torno de seu estomago e ele a puxou contra ele. Isto não era parte do tratamento de primeiros socorros. Algo comprido, duro e quente pressionava em seu quadril. Bella não precisou fazer muitas ideias. Seu pulso começou a pulsar na zona de perigo. Tinha sido assim do momento em que o tinha visto. Bella tremeu quando ele passou sua incipiente barba no queixo sobre seu pescoço. Seu quente fôlego disparou flechas de luxúria em sua virilha, viajando através de seu coração. Então seus lábios úmidos aterrissaram sobre seu pescoço e se não tivesse estado sustentando-a, ela teria caído.
—Oh, Deus! —sussurrou ela.
Uma mão permaneceu sobre seu estomago, mantendo-a em seu lugar, a outra se aproximando furtivamente de seu seio. Ela ouviu interromper sua respiração quando seus dedos encontraram o mamilo através de seu vestido. Não era um problema para ela. O voltar a respirar. Tinha deixado de respirar totalmente.
Fez girar a ponta que formigou no seio enquanto acariciava o lado de seu pescoço de uma vez que Bella gemia. Sabia que não deveria estar deixando que isto acontecesse, nem sequer conhecia o nome do homem, mas não teria podido mover-se nem para salvar sua vida. Seus lábios trocaram de um lado de seu pescoço ao outro, lambendo, mordendo, beijando o ombro sem alça e ela ficou ali, com os olhos meio fechados, tratando de não dissolver-se em um atoleiro.
Por último, deu a volta e baixou os braços. Bella o olhou fixamente nos olhos e não pôde afastar o olhar. Ela não podia mover-se tampouco, mesmo que uma parte diminuta de seu cérebro dissesse que este era em realidade um lobo diante dela e que tinha que correr. Agora. Rápido. Sabia que cada mulher que se deitou com um homem que logo que tinha conhecido, nunca voltava a ouvir falar dele. À exceção dela que encontrou com um homem que não podia desfazer-se dele. Mas que classe de homem era este tipo? Eles estiveram de pé olhando um ao outro, ambos respiravam rapidamente, nenhum piscava.
Uma luta inútil. Ela o desejava.
—É casado? —perguntou ela.
Seu olhar fixo nunca vacilou, mas sua boca atirava para um sorriso.
—Não. Quer a verdade?
—Não.
Sorriu então adequadamente, um sorriso zombador tão atraente e depredador que Bella se perguntou o que haveria feito se houvesse dito que tinha uma esposa e seis filhos. Ela queria acreditar que o teria deixado, mas sua atração por este homem era tão forte que não podia pensar com lucidez. Ele jogou brandamente a cabeça para frente, enviando sua moralidade a um pequeno canto de seu cérebro onde ela a encerrou.
Com o primeiro toque de seus lábios sobre os seus, Bella ficou sem fôlego e sua língua deslizou em sua boca. Quase como se tivesse recebido uma descarga elétrica por permitir tão facilmente, ele se retirou. Um amplo sorriso mais tarde, ele começou a mordiscar seu lábio inferior atormentando o lugar que beliscou com a ponta de sua língua. Suas mãos deslizaram pela sua cintura e a atraiu para si, segurando os braços de Bella entre seus corpos enquanto ele seguiu beijando-a. O homem sabia beijar. Ela se deu conta de como outros homens lhe tinham defraudado. Nenhuma investida de língua lesma, nenhum bico seco, mas sim uma sensual e suave carícia da boca dele, pedindo que abrisse a sua, para render-se, para que cedesse, para que desse tudo o que ela tinha. Se Bella não tivesse pensado que já estava perdida, agora definitivamente estaria. Este homem sabia o que estava fazendo. Seus lábios se abriram, continuando sua exploração, seguindo o bordo dela, encontrando cada lugar com cócegas na boca até que Bella recuperou seu julgamento, deixando de imitar a uma estátua e começou a beijá-lo até o fundo.
Uma vez que ela respondeu, ele moveu seus braços, liberando os dela e suas mãos começaram a percorrer suas costas. Quando ele pressionou seus quadris mais firmemente contra os seus e deslizou e balançou ritmicamente, ela sentiu uma atração cada vez maior entre as pernas, o desejo de seus quadris de unir-se ao baile. Suas mãos se moveram à cabeça, cravando os dedos em seu cabelo e trocando o ângulo do beijo para fazê-lo mais profundo, mais intenso. Quando ele gemeu, a vibração encheu sua boca, enviando tremores através de seu corpo. Bella chupou sua língua e colocou as mãos sob a camisa sobre as costas. Sua pele era quente lisa e suave. Quando seus braços subiram sobre os ombros, os músculos das costas estremeceram sob seu toque. De todos os modos seguiram beijando-se, sentindo aumentar sua paixão a fogo lento, transformando a cozinha em uma tormenta de fogo.
Quando foi a última vez que respirou? Ela não estava segura.
Precisava respirar? Não. Por que preocupar-se? Beijar era melhor. Beijar estava bem. Bom, ela não conhecia este homem, mas beijar, Oh! Uma mão deslizou pela parte superior da coxa sã, arrastando as unhas, e as pontas dos dedos deslizando para cima. A pele dela revoou como a asa de um pássaro. Os dedos dele se moveram por debaixo de seu vestido, sua mão deslizava entre suas pernas. Um suave golpe através da renda úmida e ela se desfez em espiral diretamente ao céu.
—Oh, Meu Deus! —Bella se agarrou por seus ombros, os joelhos tremiam quando escondeu o rosto em seu pescoço.
Manteve a mão entre as pernas, segurando o montículo, roçando com o polegar. Se ele se movesse, ela cairia. Seu coração palpitou e ela tragou, tentando manter o controle de sua respiração. Os dedos de sua outra mão acariciaram sua cabeça, acalmando-a com gestos relaxantes, mas ela sentia a tensão crescendo dentro dele, seu coração pulsava contra o dele, sua respiração entrecortada em seu ouvido.
—Estou desesperado por foder você — sussurrou, e Bella gemeu.
Depois, de algum modo, moveram-se, beijando-se de novo, os braços e as pernas entrelaçadas quando a tirou da cozinha, em direção à escada. O coração de Bella se debatia entre saltar pela garganta ou cair em seu estômago. Ela não conhecia este homem. Ele poderia ser outro Mike, outro bastardo repugnante, manipulador, ardiloso. Cada osso de seu corpo dizia que parasse isto, agora mesmo. Mas nenhum dos dois era tão sensato e continuaram movendo-se.
Caíram sobre a escada, mas ele rodou sobre si mesmo para que ela não caísse sobre sua zona machucada. Seus braços estavam por toda parte enquanto ela estava em cima dele.
—É uma gatinha sexy — sussurrou.— Esta me deixando louco.
—Não nos... conhecemos um ao outro —gaguejou Bella.
—Acaso importa? Sabemos o que queremos. —agarrou sua cabeça entre suas mãos e a fez olhá-lo. — Mas se não, diga-me agora antes que meu super excitado membro vá mais à frente e não me obedeça.
Bella sabia que tinha que afastar-se, mas não podia. Pensou que nunca tinha estado tão excitada em sua vida. Podia sentir o calor renascer de novo em seu interior. Isso nunca tinha ocorrido antes. No geral, chegava uma vez e isso era tudo, e para ser honesta, inclusive uma vez tinha sido provocado por ela mesma. Ele somente queria sexo. Não havia nenhuma pretensão aqui, não havia ilusões de ir mais longe, mas mesmo assim Ela duvidou. Ela não fazia coisas como esta. Por mais que quisesse ser selvagem, imprudente e sexy, não o era.
—Está seguro de não ser casado? — perguntou insegura da resposta que queria ouvir.
Ele sorriu.
—Sim, estou seguro. Estou bastante seguro que recordaria se estivesse. Moveu-se ligeiramente por debaixo dela. Bella sentiu o fio duro de seu pênis empurrando seu estômago.
— Se importaria se eu estivesse? —perguntou ela e ele deixou de mover-se.
De onde diabos havia saído isso? Estava querendo espanta-lo?
—Quer que seja honesto? —perguntou ele. Ela assentiu.
—Não, não me importaria. Não neste momento. Estou muito desesperado para me preocupar. Tudo o que posso pensar é em você e em mim, quão lind magia que podemos fazer juntos.
Bella se levantou de cima dele e ficou de pé, seu ombro apoiado contra a parede. Ele se inclinou atrás sobre seus cotovelos e elevou a vista para ela, inclinando sua cabeça para um lado.
—Foi uma resposta errada? —perguntou ele.
—Não, se for a verdade — tudo o que podia pensar era que ele disse que era linda e que a desejava desesperadamente. A verdade era que ela o queria.
Sentando-se no degrau a olhou.
—Posso te despir e te fazer suar, ou não?
—Eu não suo.
Um sorriso iluminou seu rosto.
—Nunca teve relação sexual comigo. disse ele —Está bem. É sua escolha, gatinha. Pode descer a escada e sair pela porta principal ou continuar subindo.
Bella não vacilou. Ela subiu um degrau e ele riu.
—A primeira porta à direita. Dois segundos e contando.
Seus olhos escureceram, e os de Bella se abriram.
—A da direita, não à esquerda — disse ele a suas costas quando Bella tocou o trinco.
Oh Deus, estava desesperada. Ela mudou para a outra porta do corredor e empurrou, abrindo a porta.
pov Edward O coração de Edward palpitava tão forte em seu peito, que suas costelas doíam pelo esforço de segurar o órgão e não pular nos braços da momento em que tinha visto sua perna longa e nua baixando sobre a cerca, a tinha querido. O fato que ela tivesse resultado ser tão sensível aos seus dedos como o papel de seda tocado pela chama, tinha convertido seu membro em uma barra de ferro. Aquela lasca em seu traseiro havia feito querer romper a maldita cerca em pedaços por atrever-se a lhe fazer mal. Ela não se parecia em nada a uma gata, mas era linda como uma gatinha, olhos grandes com a pele mais suave. Edward queria acariciá-la e abraçá-la enquanto ela ronronava em seus braços.
Ele entrou no dormitório e acendeu a luz. Ela estava de pé na janela retirando as cortinas, e deu a volta para olhá-lo. Seus olhos eram assombrosos, verdes com bolinhas castanhas, coberto por pestanas escuras e espessas. Seu cabelo tinha um tom castanho quase preto, e cortado em um estilo que a fazia parecer como se acabasse de sair da cama. Edward passou os dedos pelo cabelo e sorriu abertamente.
Ela tirou o vestido pela cabeça e sorriu. Ah, merda. E ele que tinha pensado que ela poderia necessitar um pouco mais de persuasão.
O sutiã vermelho que fazia jogo com aquela calcinha vermelha rasgada. Seios alegres e um decote que ele queria, merda, como se seu membro necessitasse de mais estímulo. Edward suspirou quando suas bolas se apertaram. Ela era alta e magra, justo o que gostava. Suas pernas eram eternas. Ele imaginou que seus tornozelos se envolviam ao redor de seu pescoço enquanto ele a fodia sem sentido, e seu membro grunhiu com impaciência.
Edward esperava como o inferno que ela não procurasse delicadeza e sexo lento e suave. Embora ele fosse mais que capaz disso, o sexo lento não era o que necessitava naquele momento. Nem ela, supunha. Seus lábios estavam ligeiramente abertos e ele podia ver a ponta de sua língua percorrendo seus dentes superiores. Sua língua se moveu pela beira de sua boca e lambeu o lábio superior. Ela tremeu. Ele também. Merda. Estava atualmente conectado para rápido e furioso. Se não a tivesse nos próximos dois minutos, se desonraria e gozaria em suas calças. Já podia sentir uma mancha molhada na ponta de seu membro. Lento e cuidadoso poderia vir mais tarde. Edward deu um passo para ela.
—Tem uma camisinha? —perguntou ela.
Merda, merda e saco.
—Não se mova — disse ele. — Nem um centímetro. Nem sequer sorria até que eu volte.
Edward procurou no banheiro ao outro lado do patamar da escada. Seu membro se esforçou por escapar, impulsionando a se apressar. Pressionava tão forte por sair de suas calças que logo teria uma fantástica tatuagem no zíper metálica por toda a longitude de seu pênis. Procurou no estojo de primeiro socorros atrás do espelho, esperando que seu cunhado tivesse uma reserva enorme de camisinha. Nada. Merda. Opa, equipamento de gravidez? Rose estava tentando ter outro bebê depois daquele monstro que já tinham? Edward sacudiu o pensamento de sua cabeça, esperando que isso não significasse que ia ter má sorte sobre as camisinhas, e foi até o armário debaixo do lavabo.
Isto não ia acontecer sem uma camisinha. Ele nunca corria essa tipo de risco. Exalou um enorme suspiro de alívio. Um pacote sem abrir de doze em vários sabores. Talvez fosse realmente afortunado. Seu membro tratou de assentir em acordo, mas estava muito confinado.
—Não se preocupe menino. Não demorarei muito. — Ele estremeceu. Desde quando falava com seu membro? E lhe dava um nome?
De volta ao dormitório, Miss Tentação estava de pé exatamente onde ele a tinha deixado, só que a luz principal estava apagada e um abajur de noite aceso.
—Moveu-se. Eu disse que não se movesse — disse ele em um grunhido.
—Tenho assombrosos poderes mágicos. Não tem nem ideia.
Não, ele não tinha, mas logo teria. Uma onda de alívio percorreu Edward porque ela não fugiu. Lançou a caixa de camisinhas no móvel ao lado da cama e a chamou com o dedo.
—Vêm aqui.
Ela pôs as mãos sobre seus encantadores quadris.
—Que tal se você vir?
Edward riu. Ela ficava mais atraente a cada segundo segundo. Não a louca que poderia ter sido, subindo por uma cerca, ele adivinhou, para escapar de alguém, a não ser uma sensual tentadora. Ele começou a desabotoar a camisa e olhou como seus olhos seguiam a trajetória de seus dedos. Edward quis arrancá-la e se lançar sobre ela, mas se obrigou a reduzir a velocidade e tomar dois segundos em vez de um.
Quando seus dedos desabotoaram o botão de suas calças, a ponta da língua dela estalou entre seus lábios e ele teve que apertar a base de seu membro para evitar gozar. Edward deixou de olhá-la. Era o único modo que tinha de conseguir tirar sua roupa. Tirou os sapatos com os dedos do pé, tirou as meias e deixou cair os jeans. Seu membro se esticou dentro de sua boxers e ele gemeu.
Ouviu que ela exalava um tremente fôlego e elevou o olhar. Olhava-o fixamente, não a impressionante barraca em sua cueca, mas ele todo, e Edward sentiu que algo modificava dentro dele, uma mudança que o fazia querer realizar uma necessidade física para algo mais à frente. Ele não se emocionou. Nem sua coisa. Mas ficou ali de pé, examinando seus olhos, incapaz de afastar o olhar. Isto era luxúria, verdade? Como poderia ser algo mais?
—Vêm aqui — disse e viu o sorriso satisfeito em seu rosto.
—Me obrigue.
Dois segundos mais tarde ela estava deitada de barriga para cima através da cama e ele estava em cima dela, suas pernas a ambos os lados das dela, apoiado em seus antebraços para evitar esmagá-la.
—Muito fácil — sussurrou ele.
—Só porque te deixei. ele sorriu.
—O traseiro esta bem?
—Ainda ali.
Os braços dela descansavam em seus ombros e dedos suaves e ardentes amassavam os músculos dele. Ela tinha deslizado suas pernas para envolvê-las ao redor das suas e tinha enganchado seus calcanhares sobre suas panturrilhas, de modo que as coxas dele estavam entre seus quadris, seu membro duro contra seu ventre. Ele a queria nua, se levantou sobre mãos e ela o puxou, pressionando seus lábios contra os seus. Estava perdido. Ela cheirava tão doce, a flores, chuva do verão e luz do sol, e seu sabor fez que sua cabeça desse voltas. A língua dela riscou um mapa de sua boca, provocando em cada espaço, percorrendo seus dentes, explorando cada pendente e beirada e contemplou seu rosto enquanto a beijava, gostando do modo em que seus olhos revoaram sob as pálpebras. Ele permitiu que ela alimentasse a paixão cada vez maior até que o macho alfa nele se fez cargo.
Sua língua se agitou na boca dela, seguindo um ritmo que ele acompanhou com seus quadris, balançando-se contra as dela, movendo seu membro com louca frustração. Edward queria foder tanto aquela mulher que sua cabeça, sem mencionar suas pelotas, ameaçou arrebentar de desejo. As mãos dela deslizaram dentro de sua boxer e agarrou , sua mão se moveu até seu membro e o controle de Edward se rompeu com uma forte vibração. Oh Deus, a esta velocidade, ele nem sequer necessitaria uma merda de uma camisinha. Edward rodou , desceu a boxer, deixando-a nos pés, antes que se estirasse sobre ela outra vez.
—Sentiu minha falta? —perguntou ele.
Ela riu e ele quis capturar seu prazer, armazená-lo em seu coração. A áspera renda era um pouco interessante, enrugando-se contra seu pênis, mas ele necessitava de uma vagina quente e apertada.
—Sutiã fora — disse e se moveu, assim ela poderia levantar-se. Ela levou as mãos à costas e ele a deteve.
—Me deixe.
Um puxão e o fecho abriu. Tinha passado um tempo e Edward se alegrou que não tivesse perdido seu toque. Retirou o material de seus seios e soltou um profundo suspiro. Globos suaves, arredondados, mais pálidos que o resto de seu corpo. Muito tímida para tomar sol de topless? Possivelmente nenhuma oportunidade. Não a deixaria usar um biquíni na parte de cima. Queria ela nua a seu lado, tombada ao sol, absorvendo os raios assim sempre que ele quisesse poderia inclinar-se e beijar seus mamilos. Ele queria brincar com eles, mas não podia esperar. Tirou a calcinha e se permitiu um olhar largo. Deus era magnífica.
—Preciso de você agora — sussurrou ela.
Ele queria cheirá-la, tocá-la, lambê-la. Queria que os músculos dela abraçassem e apertasse seus dedos, sua língua, seu membro. Queria enterrar seu rosto entre suas pernas e chupá-la até que gozasse, gritando seu nome. Merda. Serrou os dentes e ordenou a seu sêmen que ficasse justo onde estava. Nada de apressar-se baixando aos túneis escuros para o nirvana porque a coisa não terminaria dentro dela, a não ser sobre seu peito. Só que inclusive isso soava bem. Seus seios cobertos com seu sêmen. Os dedos dela em sua cintura eram tão suaves, ela... Edward tratou de pensar em algo que o distraísse... e não pôde.
Ele rompeu a caixa de camisinhas, jogando-as sobre a cama. Agarrando a mais próxima, rasgou e a camisinha caiu. Merda! Então estava entre seus dedos e ela estava tocando seu membro, acariciando, embainhando. Seu membro, vestido e pronto para a ação, já estava empurrando em suas dobras sedosas sem que Edward fosse consciente do que fazia.
Uma mudança de seus quadris debaixo dele, um impulso de seus quadris sobre ela e ele deslizou para dentro, direto, profundo e desejou permanecer ali, lamentou que não fosse três metros de comprimento e ela dois e meio de fundo. Ela estava quente, apertada e molhada e ainda através da maldita camisinha ela se sentia absolutamente perfeita.
—Oh Deus, sinto-me tão bem - Edward fez uma careta ante o tremor de sua voz.
— Tenho que me desculpar antes que trate sequer de me mover. Tome como um elogio, mas não vou durar mais de dez segundos, na próxima irei devagar, prometo.
Ela moveu a mão de seu ombro para percorrer com um dedo ao longo da costura de seus lábios e ele quase se desfez sem mover-se. Os dez segundos estavam já na conta atrás. Seu membro ofegou dentro dela quando ele começou a mover-se. Edward obteve duas penetrações e retiradas lentas e se afundou. Ele só podia fazê-lo rápido.
Os quadris dela se elevaram para encontrar-se com os seus e ele empurrou nela com tal força impulsora, que se sacudiram em cima da cama. Edward era fracamente consciente de agarrar seus ombros, tratando de mantê-la no lugar, mas seus quadris estavam fora de controle, a fricção urgente era tão esmagadora e agradável, que se perdeu em sua servidão. Muito rápido, mas se sentia tão bem. Ele baixou a cabeça e sua boca arrastou uma linha úmida por sua garganta enquanto empurrava nela. Havia um frenesi selvagem em seu ritmo e ele esqueceu tudo, exceto o que necessitava naquele momento... que era a ela, fode-la, enchê-la com seu sêmen conduzir-se tão profundamente dentro dela que não houvesse nada mais dele ou dela, só um organismo. Ela puxou dele mais profundo, seus músculos apertando ao redor dele, tão forte que era quase doloroso.
O orgasmo veio de algum lugar atrás de seus olhos, um ponto agudo que se transformou em prazer enquanto disparava através de seu corpo. Fogo líquido baixou ardendo por seus membros, concentrado em sua virilha. Ela gritou debaixo dele, seus músculos apertando seu membro, lançando um grito que ressonou desde sua garganta.
Ele ejaculou dentro dela, sentiu cada jorro de seu sêmen voando da ponta de seu membro. Quando o último delicioso espasmo desvaneceu, caiu sobre ela e o que mais lamentou Edward não era que ele gozou tão rápido, mas sim que tivesse tido que usar uma camisinha porque sentiu a compulsão de marcá-la como dele.
Quando ele pôde mover-se, e necessitaram vários segundos, deslizou ao lado da cama. Livrou-se da camisinha em um lenço de papel e se recostou para estar frente a ela, pondo sua mão plana sobre seu ventre. Seu corpo estava banhado na luz suave, seu rosto avermelhado com a excitação.
—Por favor, me diga que não te machuquei — disse ele.— Senti que saltava de um trampolim. Não tinha nenhuma opção uma vez que meus pés estiveram no ar.
Ela sorriu.
—Isso não foi uma barrigada.
Não, foi uma queda em picado direta para a felicidade.
—Como está seu traseiro?
—Vou emoldurar aquela parte de madeira. Edward riu entre dentes.
—Não, eu vou emoldurar aquela parte de madeira.
Ele riscou a linha de sua clavícula com o dedo e depois com seus lábios. Sentiu que os tremores corriam pelo corpo dela. Gostou que tivesse o poder de fazer isso.
—Como se chama? —perguntou ele.
— Isabella,mas normalmente me conhecem como Bella —Sou Edward.
—Prazer em conhecê-lo. Ele beliscou seu pequeno mamilo.
—De modo que, enquanto esperamos que meus trementes membros recuperem um pouco de controle muscular, vai dizer por que subiu sobre a cerca, escondeu-se sob a tampa de uma piscina infantil e fingiu ser um gato?
Bella suspirou.
—Conhece essas latas que não deveria abrir, as que têm vermes?
—Como a dos pescadores. Eu gosto bastante de pescar.
—Acredito que nunca esteve perto de uma vara de pescar em sua vida.
—Deixa de tentar mudar de assunto. Quero saber por que estava o bastante desesperada para se arriscar a subir por uma cerca. Quem era esse casal que te procurava? Toda a desgraçada história borbulhou dentro de Bella. Havia se esforçado tanto por manter reprimida, deixar de pensar nisso, mas sobre tudo deixar de explicar o modo que ela se sentiu porque ninguém acreditou. Por que deveria este homem ser diferente? Abriu a boca e logo a fechou outra vez. Ele pensaria que estava louca. Fez-lhe cócegas sob o queixo.
—Me diga.
