Edward não a conhecia. Não conhecia Mike, o baboso campeão do babosobol. Não havia nenhuma razão para que Edward não acreditasse enquanto que não se deixasse levar e começasse a balbuciar como uma lunática delirante.
Os dedos do Edward percorreram suas costelas.
—Cospe mulher. Preciso me distrair durante um momento para poder me recuperar depois do rápido esforço — fez uma pausa. — Embora notasse que eu não fui o único rápido.
O calor ardeu no rosto da Bella. Gostaria de ter dito que era a vez mais rápida que gozou considerando que já tinha tido um orgasmo explosivo na cozinha.
—De quem fugia? Ela respirou fundo.
—De minha irmã mais nova Jessica e seu namorado Mike.
Ele esperou a que ela continuasse. Bella fez outra imitação de um peixe. Boca aberta. Boca fechada.
—E eles têm o vírus Ébola? —perguntou Edward. Ela lamentava que Mike não o tivesse.
—Mike é supostamente meu antigo namorado.
—Supostamente?
—Ele diz que era. Jess pensa que era. Meus pais pensam que era e assim como o fazem alguns de meus chamados amigos, mas na realidade, nunca saí em um encontro com ele.
Edward agora parecia intrigado e se inclinou sobre o cotovelo.
Não solte tudo isto. Parecerá patética. Bella pressionou os lábios juntos.
—Não se atreva a parar de me contar agora. Como começou tudo isto?
— Não esqueça que foi você quem perguntou. — ela meteu o braço sob a cabeça. — A primeira vez que vi Mike , faz aproximadamente seis meses, foi parado na fila do cinema. Eu estava sozinha porque era um filme de terror de vampiros e ninguém iria comigo. Às vezes eu grito.
Olhou-lhe, mas ele conteve a risada.
—Mike começou a conversar só coisas correntes sobre a fila longa, o tempo, o tráfego. Era um pouco insistente. Fez-me sentir incômoda. Depois de comprar minha entrada, fui ao banheiro, logo comprei uma bebida... em outras palavras, tinha dado muito tempo para que tivesse sumido, mas momentos depois que eu me sentei sentado, ele veio e se deixou cair a meu lado. Tinha esperado para ver onde eu ia sentar.
—Talvez tivesse ido ao banheiro e tinha comprado uma bebida e estava só sendo simpático?
Isso foi o que seus amigos haviam dito.
—Parti antes que o filme terminasse, caso ele estivesse pensando em me seguir. Pensei que tinha sido esperta, mas no dia seguinte estava esperando fora do lugar onde trabalho. Eu não disse onde era.
Edward franziu o cenho.
—Tinha te seguido?
—Deve ter feito. Do cinema em casa e logo ao trabalho no dia seguinte. Quando o vi na rua, encarei-o, perguntei o que queria, mas afirmou que era uma coincidência, que esperava a alguém mais. Uma mentira.
Edward agarrou sua mão e apertou seus dedos.
—Continuou aparecendo no mesmo lugar que eu e fingia que tínhamos planejado. Atuou como se estivéssemos saindo juntos. Enviou flores para minha casa e ao trabalho. Eu disse que parasse de me seguir, ameacei ir à polícia e durante um tempo não o vi. Então uma noite, quando retornei do trabalho, encontrei-o dentro de meu andar.
—Merda.
O ritmo do coração de Anna saltou quando ela recordou.
—Comecei a gritar e ele pôs sua mão sobre minha boca. Arrastou-me para o salão. A mesaestava posta, as velas acesas. Tinha cozinhado uma merda de uma comida. Parecia tão agradado consigo mesmo. Não tenho nem ideia de como entrou. Não estava segura do que fazer.
—O que fez?
Bella não estava ia dizer a Edward exatamente o que tinha acontecido, o que o medo a havia feito fazer.
—O persuadi para que partisse e troquei as fechaduras. Ele continuou tropeçando comigo durante semanas. Finalmente fui à polícia e eles fizeram uma visita a ele — ela riu um pouco. — A polícia disse que Mike afirmava que era eu que o assediava. Em todo caso, tudo isto parou e pensei que tinha terminado. Então, faz um mês, eu estava na casa de meus pais para o almoço do domingo e Jess chegou de mãos dadas com Mike.
—Opps - Edward esfregou o polegar ao redor da palma dela.
—Estava tão impressionada, que não podia falar. Debatia-me entre o alívio, porque ele já me deixaria em paz, e a preocupação que ele não era adequado para Jess. Supus que ele saía com ela para observar ou algo. Mas, é obvio ela o adorava, e ele estava em todas as partes com ela e pensei que estaria bem. Até que averiguei que ele tinha mentido e havia dito a Jess e mamãe e papai que ele havia terminado nossa relação. Eu poderia ter sido capaz de enfrentar isto. Entendo o orgulho masculino, mas Mike continuou dizendo que eu não lhe deixava em paz, que eu incomodava para que voltasse comigo. Isso me pôs furiosa.
Bella estremeceu quando pensou nisso, a cena que havia feito, o modo que tinha gritado.
—Foi uma coisa tão infantil de fazer, o tipo de mentiras que os moços contam na escola quando não querem parecer perdedores diante de seus amigos.
Ela jogou uma olhada para Edward e ele torceu a boca em um sorriso sardônica.
—Cresci - disse ele.
Bella deu um pequeno bufo.
—É um cara, nunca crescerá.
—Continue falando. Quero saber o que aconteceu.
—Mike afirmou que estava obcecada por ele, ciumenta porque preferiu a Jess. Quando tratei de explicar a ela e a nossos pais o que ele tinha feito, especialmente todas as coisas arrepiantes, ninguém acreditou. Se tivesse contado de antemão, mas não fiz. Não quis que se preocupassem. Pior ainda, quando as flores chegaram ao trabalho, fingi que eram de um namorado.
—Por que a mentira? Bella se arrepiou.
—Porque nunca tinha estado com um homem que me enviasse flores. Eu gostei. Só não gostei que fossem de Mike. Acredite, se eu pudesse voltar atrás e mudar as coisas, faria. Ele inverteu tudo oque disse para me fazer parecer amargurada e rancorosa porque ele escolheu a Jess e não a mim. Pôs a todos de seu lado.
Bella estava doída pelo modo que sua família não tinha acreditado nela, que ainda não acreditava.
—Mamãe e papai gostam dele. Ele ri das brincadeiras de papai, elogia a comida de mamãe e trata Jess como um anjo. Comporta-se como o maldito namorado perfeito.
O bastardo não podia fazer nada mal. Bella sentiu seu punho apertar-se e então a mão de Edwar envolveu a sua, atormentando a tensão de seus dedos.
—Então qual é o problema? Deixa-os. Bella soltou uma risada.
—Faria se pudesse, mas ele não me deixa em paz. Ele aparece no mesmo lugar que eu e logome acusa de espreitá-lo. Suplicou-me que fosse ao seu apartamento para falar das coisas e contra meu melhor julgamento, estive de acordo. Quando cheguei ali, fingiu que nunca tinha pedido isso. Jess estava de pé ao seu lado, meio me fulminando com o olhar, meio compadecendo-se de mim.
Foi pior ainda, mas Bella havia dito bastante. Meio lamentava haver dito algo.
—O homem soa como se fosse o rei dos idiotas — disse Edward. Bella sentiu uma onda de esperança.
—Acredita em mim?
—É obvio que sim.
O alívio a alagou como se afundasse em um banheira quente.
—Ele é um idiota... mas bom, alguns membros são divertidas.—sussurrou ela.
Ela deslizou os dedos pela palha de pelos escuros e enxutos na virilha de Edward e envolveu a mão ao redor de seu grosso membro. Ele lançou um forte gemido.
—Acredito que me prometeu lento. — sussurrou ela e o beijou baixando por seu peito até que seus lábios alcançaram seu pênis.
—Oh Deus, isso só era se eu estivesse no comando, não você.
Edward bufou como uma serpente quando a língua da Bella riscou a grossa veia debaixo de seu membro, todo o percurso da raiz até a sensível ponta. Um foco úmido sobre a cabeça e ele estremeceu embaixo dela.
—Jesus, Bella.
Bella deslizou mais baixo pela cama até que ficou engatinhando sobre a parte inferior do corpo dele. Edward levantou a cabeça, abriu os olhos, logo os fechou outra vez e se derrubou no travesseiro.
—Não posso olhar. Estou realmente no fio, no limite.
Bella baixou a cabeça e primeiro lambeu e logo meteu um pouco o membro na boca, antes de repetir a ação um pouco mais profundo cada vez. Gostava de sentir a aveludada pele contra sua língua, gostava do modo em que podia usar seus lábios para fazê-lo contrair-se e logo distender-se. Ele tinha um membro longo e grosso. Cabia dentro dela perfeitamente, mas ela não estava segura de quanto poderia meter na boca. Rodeou a base com sua mão e espremeu ao mesmo tempo enquanto punha seus lábios sobre a cabeça e chupava.
Os quadris de Edward se levantaram da cama e ele rodeou sua cabeça com as mãos.
—Ah merda, merda, merda.
Enquanto chupava a ponta, Bella bombeou a parte inferior com seu punho e um pequeno jorro de pre-sêmen golpeou o interior de sua bochecha. Sentiu o sabor forte, ligeiramente salgado, e logo usou esse creme e sua própria saliva para lubrificar o membro enquanto movia seus lábios acima e abaixo. Com cada descida variava a quantidade que metia na boca e mudava a pressão, de duro a suave como um sussurro. A respiração de Edward era desigual, suas pernas se moviam nervosamente e suas mãos passavam de agarrar os lençóis com os punhos a acariciar seu cabelo. Quando puxou o cabelo e acariciou os lençóis, Bella sorriu.
—OH Jesus, que bem me sinto. Baixa as minhas bolas. Não quero gozar ainda. Queria que fizesse fazendo a noite toda.
Bella apertou mais forte e empurrou abaixo na raiz do membro com sua mão. Quando se afastou para respirar, ele se inclinou para ela para olhá-la com os olhos entreabertos.
—Está-me deixando louco — disse ele.
A pequena rajada com forma de lágrima na ponta de seu membro soltou outro jorro de pre-sêmen, que gotejou até seu estômago. A língua de Bella o lambeu até que o deixou limpo. Durante todo o processo ela seguiu agarrando firmemente a base do membro.
—Santo Deus. Deus tenho que gozar.
Bella formou redemoinhos com sua língua sobre a coroa de seu membro, logo começou a chupar em golpes curtos, enquanto agarrava suas bolas.
—Você, pequena brincalhona—ofegou ele.
Bella não esperava o que veio depois, por isso Edward saiu com a sua. Agarrou-a, pelas pernas e lhe deu a volta. Ela estava estirada sobre suas costas, com a cabeça pendurando pela beira da cama, com a boca perto de seu membro enquanto ele estava enterrado entre o meio de suas pernas. Sua língua trabalhava, mimando seu próprio botão duro e Bella sentiu esticar seus músculos.
A única vez que tinha estado nessa posição tinha encontrado difícil concentrar-se em duas coisas de uma vez, seu próprio prazer crescente e o de seu companheiro. Mas ela dirigiu o membro do Edward para sua boca e cada vez que ele chupava seus clitóris, ela o imitava com uma mamada. A ação alternada funcionou, manteve-a concentrada, e o fogo entre suas pernas começou a estender-se por suas veias até todas as partes de seu corpo.
Foram feitos para isto, pensou ela, um encaixe perfeito, sem pescoços torcidos, ombros encurvados, um casal perfeito. A língua dele piscou em seus clitóris e logo a mordeu ligeiramente. Bella explodiu em seu clímax. Seu orgasmo a agarrou como uma jiboia apertando, esticando cada um dos músculos de seu corpo antes de cair em uma espiral ao esquecimento. Apertou seus lábios em torno dele, que se derramou em sua boca, a jorros longos, espessos, disparando até que pensou que se afogaria se não parasse ou ela não o tirasse da boca. Bella engoliu e tragou e tentou controlar sua respiração e seu tremente corpo.
Edward foi o primeiro a se mover. Puxou dela de modo que sua cabeça descansasse junto ao seu no travesseiro e a beijou, uma doce passada de seus lábios antes que pressionasse sua boca mais forte contra a sua, deixando que suas línguas se enredassem enquanto intercambiavam seus próprios sabores. Ambos gemeram e Edward arrastou a boca até sua orelha.
—Merda, Bella. Que diabos está fazendo comigo? Sente meu membro. A coisa ainda está dura.
—Não me queixo — sussurrou ela—Coloque em mim. Vejamos quanto demora para abrandar-se.
—Merda, desde que a vi isto não tem estado brando. Se estivéssemos em público, prenderiam-me.
Bella riu, mas não tinha escapado o que se deduzia de suas palavras, que talvez a veria de novo, que sairia com ela. Por favor. Levantou a perna e a passou por seu quadril e apertou seu corpo mais perto, suas mãos percorrendo suas costas enquanto lhe beijava o pescoço. Quando seus dedos acariciaram a parte de cima de suas nádegas, Anna estremeceu.
—Assim? —perguntou.
—Faz-me cócegas.
—Alguma vez foderam seu traseiro?
—Não — disse Anna tragando ar.
—Alguma vez quis?
Seus dedos se entretiveram sobre o ponto onde suas costas se convertiam em traseiro, acariciando-a com cuidado, fazendo-a rebolar contra ele.
—Pensei —Oh Deus, disse isso em voz alta?
Tinha tido fantasias eróticas de estar intercalada entre dois homens, um fodendo sua vagina, o outro com seu membro no traseiro, mas isso é tudo o que eram, fantasias.
—Acredito que não... —começou a dizer ela.
—Está bem — disse Edward. — Necessita que se estire antes. Necessita que seja alguém que saiba que será cuidadoso. Não vou fazer isso contigo agora, mas eu gostaria de jogar, te dar uma antecipação de quão bem se sente. Posso?
Bella era como uma gelatina em suas mãos, temendo que aceitasse algo que ele sugerisse.
—Está me oferecendo me fazer sentir bem, assim, por que dizer que não?
Edward riu e a fez rodar sobre seu estômago. Agarrou os quatro travesseiros e os empurrou uma a uma sob seu ventre para que seu traseiro ficasse ao ar. Bella se sentiu cômoda fisicamente, mas não mentalmente, seu traseiro exposto para o bel prazer de Edward.
—Posso acender a luz principal? —perguntou. Bella soltou um chiado.
—De maneira nenhuma.
—Bom. Posso esperar. —Ele suspirou Haveria uma era glacial no inferno antes que isso acontecesse, pensou ela.
Edward se inclinou sobre suas costas e começou a lhe mordiscar a orelha, fazendo que seu corpo se retorcesse e sussurrando obscenidade que a faziam apertar-se por dentro.
—É fodidamente gostosa, Bella. Tem ideia de quanto me acende saber quão úmida está? Mas te quero mais úmida. Quero que sua xoxota jorre em minha cara. Quero que grite que lhe foda e quando o fizer, quero que grite que pare.
Empurrou seus seios contra os travesseiros, seus mamilos duros como diamantes, desesperados por seu toque. Bella dobrou a cabeça e lambeu um.
—OH Cristo, se pode fazer isso, não vou poder evitar gozar em seu traseiro — disse ele — gozo já.
—Posso chupar seu membro?
Ele riu.
—Atraente proposta, mas não sou precisamente contorcionista. Necessitaria uma caixa torácica flexível.
—Uma vez vi um homem fazê-lo em um filme. Era sexy — Bella sabia que estava ruborizando.
Seus lábios fizeram uma pausa na rota por suas costas.
—Bem — resmungou Edward em suas costas enquanto lambia suas costelas. Bella se derreteu sob seu toque, não só pelo roçar de sua língua, ou o de sua barba de vários dias, se não pelo que estava fazendo com suas mãos. Dedos cuidadosos acariciavam e atormentavam seu seio direito enquanto os dedos da outra mão acariciavam ritmicamente sua coxa esquerda.
—Oh Deus. —Bella gemeu quando ele lambeu a união entre suas costas e seu traseiro. Toque como de plumas a cada lado a tinham retorcendo-se debaixo dele.
Então um dedo baixou ligeiramente pela fenda de seu traseiro, até chegar a sua vagina onde recolheu sua nata e fez o caminho de volta, investigando um pouco mais profundamente em seu úmido vale.
—Tão suave, tão doce, tão sexy — cantarolava ele enquanto descansava sua cabeça sobre a parte mais baixa de suas costas.
O seguinte passo de seu dedo foi apertar mais profundamente e os quadris de Bella, que se dobraram contra os travesseiros.
—Relaxe, pequena gatinha. Não vou te machucar. Só estou acariciando.
A cama se moveu quando Edward trocou de postura. Ambas as mãos estavam em seu traseiro, separando suas nádegas.
—É tão bonita. Esse pequeno buraco franzido justo para mim. Passou seu dedo pelo interior de sua coxa e Bella sentiu que iria enlouquecer.
—Está tão molhada, merda, está jorrando.
Ela ofegou quando sua cabeça se deslizou entre as pernas e sua boca se colocou sobre suas dobras. Suas mãos agarravam seus quadris, mantendo-a quieta enquanto a lambia. Ondulações de prazer revoaram pelo corpo de Bella, ondas de faíscas ardentes acendendo-a por toda parte. Então sua língua rodeou seu buraco e gritou.
Edward soprou sobre ele.
—Está bem. Relaxe.
Isto era algo que nunca tinha feito, uma sensação nova e Bella se sentia dividida entre a repugnância e o prazer. Ele persistiu, seus dedos cravando-se em seus quadris e ela se abandonou à experiência. Sua língua empurrou só em sua abertura e ela se viu sacudida por ondas cálidas e úmidas, suas mãos convertidas em punhos agarrando os lençóis enquanto ofegava. Seu dedo substituiu a língua, pequenos empurrões, suaves movimentos que enviavam calafrios por suas pernas até cada um dos dedos dos pés.
—Oh Meu Deus — sussurrou Bella.
— Relaxe, gatinha. Empurra para fora. Será mais fácil, confia em mim.
Bella o tentou e tragou ar pela sensação de ardor ao notar dentro dela seu primeiro nódulo. Tão bom. Tão mau. Por que as coisas más eram tão boas? Bem, tinha querido ser má e agora era.
—Está quente e apertada. Eu adoraria foder seu traseiro. Seu dedo deslizou mais profundamente e Bella se esticou.
—Somente um pouco mais, neném. Aguenta. O vou fazer perfeito para você.
Enquanto o resto de seu dedo entrava, outro de seus dedos mergulhou em sua xoxota. Sua cabeça descansou sobre sua parte posterior e ele começou a fode-la com o dedo em ambos os buracos, deslizando em seu ânus e fora de sua vagina. Bella durou menos de dez segundos. Gritou sua liberação enquanto os espasmos se retorciam em seu interior.
—Oh Deus... Deus... Deus.
Ela logo que poderia respirar e menos falar, o êxtase conduziu sua mente para o espaço. De tudo o que era consciente era das intensas sensações de seu interior que desejava que não acabassem nunca.
O pênis do Edward estava tão duro que pensou que ia explodir.
Fazê-la gozar assim havia sido algo que o havia posto incrivelmente quente. De maneira nenhuma ia deixá-la sair de sua vida. Sua mente estava indo já em múltiplas direções, tentando imaginar maneiras de fazê-lo funcionar. Subiu para cima na cama para deitar-se a seu lado e a olhou no rosto.
Bella ficou imóvel durante tanto tempo que pensou que desmaiou e então ela abriu os olhos e sorriu.
—Asqueroso ou delirante? —perguntou ele.
—Asquerosamente delirante.
—Bem.
Bella deu um sorriso lento.
—De costas.
Antes que ele pudesse mover-se, os travesseiros estavam no chão e Bella o tinha derrubado para sentar-se escarranchado sobre seu corpo. Ela agarrou um pacote metálico e fez rodar uma camisinha por seu pênis.
—Vêm em tamanhos maiores?
—Não sou eu o bastante grande para você? Bella riu dissimuladamente.
—Não é isso o que queria dizer. Seu membro é enorme.
—Você sim que sabe como chegar ao coração de um homem — riu Edward Bella se colocou a si mesmo sobre a ponta e se deixou cair. Edward ouviu um gemido retumbar por sua garganta.
—Oh merda.
Inclusive através da maldita camisinha, sentia-se como encaixado em uma apertada luva de veludo. Por um momento ela não se moveu e logo começou a rebolar seus quadris como uma exótica bailarina do ventre. Edward sentiu cada giro, cada sinuoso movimento ao longo de seu membro. Riu em silêncio e imitou o movimento. Bella ofegou e fechou os olhos. Ele estirou os braços para seus seios e os segurou com as mãos, esfregando os mamilos com seus polegares. Ela o apertou com sua vagina e Edward mordeu o lábio. Oooh, não ha nada melhor que isso!
—Assim? —perguntou Bella.
—Não sei. Faz outra vez.
No momento seguinte havia uma ondulante cascata de sensações ao longo de seu . Os tremores fizeram todo o percurso por sua espinha dorsal. Edward acrescentou um impulso para cima e Bella abriu os olhos de e tragou ar.
—Estamos brincando? —perguntou.
—Não posso. Um apertão mais dos teus e estou acabado.
— Me prometeu muito tempo.
—A próxima vez — ofegou Edward quando ela começou a montá-lo.
Ele impulsionou seus quadris para ela enquanto ela fazia pressão. Dentro-fora-dentro-fora, o ritmo lhe fez sentir como seu sêmen se acumulava desde cada parte de seu corpo para suas bolas. Bella gritou, apertando-se nele e ele se derramou nela, uma onda incansável de doce prazer que o conduziu a um grito como o seu. Ela se derrubou nele, como uma manta suave, úmida, e Edward a rodeou com seus braços.
—Eu disse que te faria suar — disse ele. Bella adormeceu.
Bella despertou de repente para encontrar Edward em suas costas, mordiscando seu pescoço, seus dedos dentro de sua vagina e sua ereção roçando contra seu traseiro. Bella esticou a mão e rodeou seu membro. Quando ele deu um pequeno ronco ela compreendeu que estava dormindo e riu. Ela passou sua palma sobre a molhada ponta do membro e ele bombeou em sua mão. Ela sorriu abertamente. Ainda adormecido e ainda assim seu corpo sabia o que queria.
Desesperada por usar o banheiro, Bella escapuliu do braço de Edward, tentando não despertá-lo. No patamar do corredor duvidou entre as três portas fechadas e sorriu quando puxou uma maçaneta para descobrir um banheiro na moda, com azulejos claros de mármore e uma banheira enorme separada. Então o sorriso caiu de seu rosto e se estrelou para romper-se no chão. Tudo estava limpo e ordenado, incluindo o montão de brinquedos para o banho de crianças apoiados no chão em um contêiner de plástico azul.
Oh merda. Bella se sentia divida entre a cólera e o pesar. Estúpida. Estúpida. Estúpida. Tudo havia dito que este homem estava casado. A tampa de plástico onde ela se escondeu. Tirinhas de dinossauro. A cozinha organizada. Ela tinha ignorado tudo. Inclusive quando pensava que isto seria uma história de uma noite, ainda esperava que ele a quisesse ver de novo. Agora Bella sabia que inclusive se não era pra fazer, ela não poderia, não o faria. Uma onda fria de realidade a atravessou. Talvez não tivesse mentido. Podia não estar casado, mas tinha família. Menino ou meninos. Uma onda de náusea a percorreu. De novo, um engano. A vida amorosa de Bella era um mostruário completo de enganos. Ou escolhia aos homens equivocados, ou os homens equivocados a escolhiam.
Apagou a luz e se aproximou da porta que quase tinha aberto quando tinha subido. O quarto de um menino. Uma parede grafite com uma pista de corridas, a cama era um carro de corridas azul. Brinquedos alinhados em estantes. Bella segurou um soluço. Por mais que gostasse do sexo, nada poderia desculpar isto. Não sabia nada, mas poderia haver imaginado. Era a casa de uma família.
Em que diabo tinha estado pensando?
Bella se introduziu no dormitório e recolheu sua roupa. Mais ou menos poderia recompor o vestido rasgado. Uma última olhada a Edward que descansava de lado, o lençol formando redemoinho em seus esbeltos quadris. Um bastardo muito bonito. E logo, partiu.
Edward rodou esperando encontrar um corpo suave e quente. Mediu o lençol com a mão. Uma cama fria. Abriu os olhos, apoiou-se sobre os cotovelos e olhou ao seu redor. Nada de roupas. Bella tinha ido. Suspirou. Talvez fosse o melhor, mas ele ficou muito decepcionado. O sexo tinha sido espetacular. Esperava ter tido mais. Gostava de Bella. Era divertida e extravagante e Edward tinha começado a cobrir uma pequena esperança que houvesse algum modo de fazê-la fazer parte de sua vida. Claramente ela tinha tido outras ideias.
Ele se sentou, esfregou os olhos e congelou. Cristo esperava que a história que tinha contado sobre seu antigo namorado que não era seu namorado, fosse verdadeira. E se tinha sido o reverso e Bella era a que estava obcecada com o homem? Edward pensou na ferida de seu traseiro. Tinha estado desesperada para fugir. Não, ela estava dizendo a verdade.
Afastou o suado lençol e sorriu de par em par. Teria que pôr na máquina de lavar roupa antes de ir. Não pensava ficar a noite. Sua irmã Rose, seu marido Emmet e seu filho de quatro anos Thomas, ficariam fora por três meses enquanto Emmet trabalhava em um projeto de engenharia no Colorado. Edward tinha instruções de visitar a casa cada duas semanas para comprovar que o carteiro não houvesse deixado a correspondência porque supunha que não tinha que entregar nenhum e assegurar que não tinha havido um escapamento na casa, ou que tivessem entrado ladrões ou tivesse caído em um buraco sem fundo.
Quando uma viagem de negócios a Zurich tinha terminado um dia antes do previsto, Edward decidiu dar uma visita rápida à casa de sua irmã, em vez de ir diretamente para casa. Depois que o táxi o deixou, trocou de roupa e tomou uma cerveja no jardim. Ele estava contente de havê-lo feito, se não, não teria conhecido Bella, mas agora não estava seguro de poder tirá-la da cabeça. Tinha que ligar para Jake, merda, tinha que ter ligado ontem. Uma onda de inquietação atravessou sua espinha dorsal. Jake iria encher o saco dele. Edward abriu a porta do dormitório e gemeu. Merda. A porta do dormitório do Thomas estava aberta. Edward fechou os olhos e golpeou a parede com a cabeç . Podia imaginar o que tinha acontecido. Nunca teve a oportunidade de dizer a Bella que a casa não era dele.
Os dedos do Edward percorreram suas costelas.
—Cospe mulher. Preciso me distrair durante um momento para poder me recuperar depois do rápido esforço — fez uma pausa. — Embora notasse que eu não fui o único rápido.
O calor ardeu no rosto da Bella. Gostaria de ter dito que era a vez mais rápida que gozou considerando que já tinha tido um orgasmo explosivo na cozinha.
—De quem fugia? Ela respirou fundo.
—De minha irmã mais nova Jessica e seu namorado Mike.
Ele esperou a que ela continuasse. Bella fez outra imitação de um peixe. Boca aberta. Boca fechada.
—E eles têm o vírus Ébola? —perguntou Edward. Ela lamentava que Mike não o tivesse.
—Mike é supostamente meu antigo namorado.
—Supostamente?
—Ele diz que era. Jess pensa que era. Meus pais pensam que era e assim como o fazem alguns de meus chamados amigos, mas na realidade, nunca saí em um encontro com ele.
Edward agora parecia intrigado e se inclinou sobre o cotovelo.
Não solte tudo isto. Parecerá patética. Bella pressionou os lábios juntos.
—Não se atreva a parar de me contar agora. Como começou tudo isto?
— Não esqueça que foi você quem perguntou. — ela meteu o braço sob a cabeça. — A primeira vez que vi Mike , faz aproximadamente seis meses, foi parado na fila do cinema. Eu estava sozinha porque era um filme de terror de vampiros e ninguém iria comigo. Às vezes eu grito.
Olhou-lhe, mas ele conteve a risada.
—Mike começou a conversar só coisas correntes sobre a fila longa, o tempo, o tráfego. Era um pouco insistente. Fez-me sentir incômoda. Depois de comprar minha entrada, fui ao banheiro, logo comprei uma bebida... em outras palavras, tinha dado muito tempo para que tivesse sumido, mas momentos depois que eu me sentei sentado, ele veio e se deixou cair a meu lado. Tinha esperado para ver onde eu ia sentar.
—Talvez tivesse ido ao banheiro e tinha comprado uma bebida e estava só sendo simpático?
Isso foi o que seus amigos haviam dito.
—Parti antes que o filme terminasse, caso ele estivesse pensando em me seguir. Pensei que tinha sido esperta, mas no dia seguinte estava esperando fora do lugar onde trabalho. Eu não disse onde era.
Edward franziu o cenho.
—Tinha te seguido?
—Deve ter feito. Do cinema em casa e logo ao trabalho no dia seguinte. Quando o vi na rua, encarei-o, perguntei o que queria, mas afirmou que era uma coincidência, que esperava a alguém mais. Uma mentira.
Edward agarrou sua mão e apertou seus dedos.
—Continuou aparecendo no mesmo lugar que eu e fingia que tínhamos planejado. Atuou como se estivéssemos saindo juntos. Enviou flores para minha casa e ao trabalho. Eu disse que parasse de me seguir, ameacei ir à polícia e durante um tempo não o vi. Então uma noite, quando retornei do trabalho, encontrei-o dentro de meu andar.
—Merda.
O ritmo do coração de Anna saltou quando ela recordou.
—Comecei a gritar e ele pôs sua mão sobre minha boca. Arrastou-me para o salão. A mesaestava posta, as velas acesas. Tinha cozinhado uma merda de uma comida. Parecia tão agradado consigo mesmo. Não tenho nem ideia de como entrou. Não estava segura do que fazer.
—O que fez?
Bella não estava ia dizer a Edward exatamente o que tinha acontecido, o que o medo a havia feito fazer.
—O persuadi para que partisse e troquei as fechaduras. Ele continuou tropeçando comigo durante semanas. Finalmente fui à polícia e eles fizeram uma visita a ele — ela riu um pouco. — A polícia disse que Mike afirmava que era eu que o assediava. Em todo caso, tudo isto parou e pensei que tinha terminado. Então, faz um mês, eu estava na casa de meus pais para o almoço do domingo e Jess chegou de mãos dadas com Mike.
—Opps - Edward esfregou o polegar ao redor da palma dela.
—Estava tão impressionada, que não podia falar. Debatia-me entre o alívio, porque ele já me deixaria em paz, e a preocupação que ele não era adequado para Jess. Supus que ele saía com ela para observar ou algo. Mas, é obvio ela o adorava, e ele estava em todas as partes com ela e pensei que estaria bem. Até que averiguei que ele tinha mentido e havia dito a Jess e mamãe e papai que ele havia terminado nossa relação. Eu poderia ter sido capaz de enfrentar isto. Entendo o orgulho masculino, mas Mike continuou dizendo que eu não lhe deixava em paz, que eu incomodava para que voltasse comigo. Isso me pôs furiosa.
Bella estremeceu quando pensou nisso, a cena que havia feito, o modo que tinha gritado.
—Foi uma coisa tão infantil de fazer, o tipo de mentiras que os moços contam na escola quando não querem parecer perdedores diante de seus amigos.
Ela jogou uma olhada para Edward e ele torceu a boca em um sorriso sardônica.
—Cresci - disse ele.
Bella deu um pequeno bufo.
—É um cara, nunca crescerá.
—Continue falando. Quero saber o que aconteceu.
—Mike afirmou que estava obcecada por ele, ciumenta porque preferiu a Jess. Quando tratei de explicar a ela e a nossos pais o que ele tinha feito, especialmente todas as coisas arrepiantes, ninguém acreditou. Se tivesse contado de antemão, mas não fiz. Não quis que se preocupassem. Pior ainda, quando as flores chegaram ao trabalho, fingi que eram de um namorado.
—Por que a mentira? Bella se arrepiou.
—Porque nunca tinha estado com um homem que me enviasse flores. Eu gostei. Só não gostei que fossem de Mike. Acredite, se eu pudesse voltar atrás e mudar as coisas, faria. Ele inverteu tudo oque disse para me fazer parecer amargurada e rancorosa porque ele escolheu a Jess e não a mim. Pôs a todos de seu lado.
Bella estava doída pelo modo que sua família não tinha acreditado nela, que ainda não acreditava.
—Mamãe e papai gostam dele. Ele ri das brincadeiras de papai, elogia a comida de mamãe e trata Jess como um anjo. Comporta-se como o maldito namorado perfeito.
O bastardo não podia fazer nada mal. Bella sentiu seu punho apertar-se e então a mão de Edwar envolveu a sua, atormentando a tensão de seus dedos.
—Então qual é o problema? Deixa-os. Bella soltou uma risada.
—Faria se pudesse, mas ele não me deixa em paz. Ele aparece no mesmo lugar que eu e logome acusa de espreitá-lo. Suplicou-me que fosse ao seu apartamento para falar das coisas e contra meu melhor julgamento, estive de acordo. Quando cheguei ali, fingiu que nunca tinha pedido isso. Jess estava de pé ao seu lado, meio me fulminando com o olhar, meio compadecendo-se de mim.
Foi pior ainda, mas Bella havia dito bastante. Meio lamentava haver dito algo.
—O homem soa como se fosse o rei dos idiotas — disse Edward. Bella sentiu uma onda de esperança.
—Acredita em mim?
—É obvio que sim.
O alívio a alagou como se afundasse em um banheira quente.
—Ele é um idiota... mas bom, alguns membros são divertidas.—sussurrou ela.
Ela deslizou os dedos pela palha de pelos escuros e enxutos na virilha de Edward e envolveu a mão ao redor de seu grosso membro. Ele lançou um forte gemido.
—Acredito que me prometeu lento. — sussurrou ela e o beijou baixando por seu peito até que seus lábios alcançaram seu pênis.
—Oh Deus, isso só era se eu estivesse no comando, não você.
Edward bufou como uma serpente quando a língua da Bella riscou a grossa veia debaixo de seu membro, todo o percurso da raiz até a sensível ponta. Um foco úmido sobre a cabeça e ele estremeceu embaixo dela.
—Jesus, Bella.
Bella deslizou mais baixo pela cama até que ficou engatinhando sobre a parte inferior do corpo dele. Edward levantou a cabeça, abriu os olhos, logo os fechou outra vez e se derrubou no travesseiro.
—Não posso olhar. Estou realmente no fio, no limite.
Bella baixou a cabeça e primeiro lambeu e logo meteu um pouco o membro na boca, antes de repetir a ação um pouco mais profundo cada vez. Gostava de sentir a aveludada pele contra sua língua, gostava do modo em que podia usar seus lábios para fazê-lo contrair-se e logo distender-se. Ele tinha um membro longo e grosso. Cabia dentro dela perfeitamente, mas ela não estava segura de quanto poderia meter na boca. Rodeou a base com sua mão e espremeu ao mesmo tempo enquanto punha seus lábios sobre a cabeça e chupava.
Os quadris de Edward se levantaram da cama e ele rodeou sua cabeça com as mãos.
—Ah merda, merda, merda.
Enquanto chupava a ponta, Bella bombeou a parte inferior com seu punho e um pequeno jorro de pre-sêmen golpeou o interior de sua bochecha. Sentiu o sabor forte, ligeiramente salgado, e logo usou esse creme e sua própria saliva para lubrificar o membro enquanto movia seus lábios acima e abaixo. Com cada descida variava a quantidade que metia na boca e mudava a pressão, de duro a suave como um sussurro. A respiração de Edward era desigual, suas pernas se moviam nervosamente e suas mãos passavam de agarrar os lençóis com os punhos a acariciar seu cabelo. Quando puxou o cabelo e acariciou os lençóis, Bella sorriu.
—OH Jesus, que bem me sinto. Baixa as minhas bolas. Não quero gozar ainda. Queria que fizesse fazendo a noite toda.
Bella apertou mais forte e empurrou abaixo na raiz do membro com sua mão. Quando se afastou para respirar, ele se inclinou para ela para olhá-la com os olhos entreabertos.
—Está-me deixando louco — disse ele.
A pequena rajada com forma de lágrima na ponta de seu membro soltou outro jorro de pre-sêmen, que gotejou até seu estômago. A língua de Bella o lambeu até que o deixou limpo. Durante todo o processo ela seguiu agarrando firmemente a base do membro.
—Santo Deus. Deus tenho que gozar.
Bella formou redemoinhos com sua língua sobre a coroa de seu membro, logo começou a chupar em golpes curtos, enquanto agarrava suas bolas.
—Você, pequena brincalhona—ofegou ele.
Bella não esperava o que veio depois, por isso Edward saiu com a sua. Agarrou-a, pelas pernas e lhe deu a volta. Ela estava estirada sobre suas costas, com a cabeça pendurando pela beira da cama, com a boca perto de seu membro enquanto ele estava enterrado entre o meio de suas pernas. Sua língua trabalhava, mimando seu próprio botão duro e Bella sentiu esticar seus músculos.
A única vez que tinha estado nessa posição tinha encontrado difícil concentrar-se em duas coisas de uma vez, seu próprio prazer crescente e o de seu companheiro. Mas ela dirigiu o membro do Edward para sua boca e cada vez que ele chupava seus clitóris, ela o imitava com uma mamada. A ação alternada funcionou, manteve-a concentrada, e o fogo entre suas pernas começou a estender-se por suas veias até todas as partes de seu corpo.
Foram feitos para isto, pensou ela, um encaixe perfeito, sem pescoços torcidos, ombros encurvados, um casal perfeito. A língua dele piscou em seus clitóris e logo a mordeu ligeiramente. Bella explodiu em seu clímax. Seu orgasmo a agarrou como uma jiboia apertando, esticando cada um dos músculos de seu corpo antes de cair em uma espiral ao esquecimento. Apertou seus lábios em torno dele, que se derramou em sua boca, a jorros longos, espessos, disparando até que pensou que se afogaria se não parasse ou ela não o tirasse da boca. Bella engoliu e tragou e tentou controlar sua respiração e seu tremente corpo.
Edward foi o primeiro a se mover. Puxou dela de modo que sua cabeça descansasse junto ao seu no travesseiro e a beijou, uma doce passada de seus lábios antes que pressionasse sua boca mais forte contra a sua, deixando que suas línguas se enredassem enquanto intercambiavam seus próprios sabores. Ambos gemeram e Edward arrastou a boca até sua orelha.
—Merda, Bella. Que diabos está fazendo comigo? Sente meu membro. A coisa ainda está dura.
—Não me queixo — sussurrou ela—Coloque em mim. Vejamos quanto demora para abrandar-se.
—Merda, desde que a vi isto não tem estado brando. Se estivéssemos em público, prenderiam-me.
Bella riu, mas não tinha escapado o que se deduzia de suas palavras, que talvez a veria de novo, que sairia com ela. Por favor. Levantou a perna e a passou por seu quadril e apertou seu corpo mais perto, suas mãos percorrendo suas costas enquanto lhe beijava o pescoço. Quando seus dedos acariciaram a parte de cima de suas nádegas, Anna estremeceu.
—Assim? —perguntou.
—Faz-me cócegas.
—Alguma vez foderam seu traseiro?
—Não — disse Anna tragando ar.
—Alguma vez quis?
Seus dedos se entretiveram sobre o ponto onde suas costas se convertiam em traseiro, acariciando-a com cuidado, fazendo-a rebolar contra ele.
—Pensei —Oh Deus, disse isso em voz alta?
Tinha tido fantasias eróticas de estar intercalada entre dois homens, um fodendo sua vagina, o outro com seu membro no traseiro, mas isso é tudo o que eram, fantasias.
—Acredito que não... —começou a dizer ela.
—Está bem — disse Edward. — Necessita que se estire antes. Necessita que seja alguém que saiba que será cuidadoso. Não vou fazer isso contigo agora, mas eu gostaria de jogar, te dar uma antecipação de quão bem se sente. Posso?
Bella era como uma gelatina em suas mãos, temendo que aceitasse algo que ele sugerisse.
—Está me oferecendo me fazer sentir bem, assim, por que dizer que não?
Edward riu e a fez rodar sobre seu estômago. Agarrou os quatro travesseiros e os empurrou uma a uma sob seu ventre para que seu traseiro ficasse ao ar. Bella se sentiu cômoda fisicamente, mas não mentalmente, seu traseiro exposto para o bel prazer de Edward.
—Posso acender a luz principal? —perguntou. Bella soltou um chiado.
—De maneira nenhuma.
—Bom. Posso esperar. —Ele suspirou Haveria uma era glacial no inferno antes que isso acontecesse, pensou ela.
Edward se inclinou sobre suas costas e começou a lhe mordiscar a orelha, fazendo que seu corpo se retorcesse e sussurrando obscenidade que a faziam apertar-se por dentro.
—É fodidamente gostosa, Bella. Tem ideia de quanto me acende saber quão úmida está? Mas te quero mais úmida. Quero que sua xoxota jorre em minha cara. Quero que grite que lhe foda e quando o fizer, quero que grite que pare.
Empurrou seus seios contra os travesseiros, seus mamilos duros como diamantes, desesperados por seu toque. Bella dobrou a cabeça e lambeu um.
—OH Cristo, se pode fazer isso, não vou poder evitar gozar em seu traseiro — disse ele — gozo já.
—Posso chupar seu membro?
Ele riu.
—Atraente proposta, mas não sou precisamente contorcionista. Necessitaria uma caixa torácica flexível.
—Uma vez vi um homem fazê-lo em um filme. Era sexy — Bella sabia que estava ruborizando.
Seus lábios fizeram uma pausa na rota por suas costas.
—Bem — resmungou Edward em suas costas enquanto lambia suas costelas. Bella se derreteu sob seu toque, não só pelo roçar de sua língua, ou o de sua barba de vários dias, se não pelo que estava fazendo com suas mãos. Dedos cuidadosos acariciavam e atormentavam seu seio direito enquanto os dedos da outra mão acariciavam ritmicamente sua coxa esquerda.
—Oh Deus. —Bella gemeu quando ele lambeu a união entre suas costas e seu traseiro. Toque como de plumas a cada lado a tinham retorcendo-se debaixo dele.
Então um dedo baixou ligeiramente pela fenda de seu traseiro, até chegar a sua vagina onde recolheu sua nata e fez o caminho de volta, investigando um pouco mais profundamente em seu úmido vale.
—Tão suave, tão doce, tão sexy — cantarolava ele enquanto descansava sua cabeça sobre a parte mais baixa de suas costas.
O seguinte passo de seu dedo foi apertar mais profundamente e os quadris de Bella, que se dobraram contra os travesseiros.
—Relaxe, pequena gatinha. Não vou te machucar. Só estou acariciando.
A cama se moveu quando Edward trocou de postura. Ambas as mãos estavam em seu traseiro, separando suas nádegas.
—É tão bonita. Esse pequeno buraco franzido justo para mim. Passou seu dedo pelo interior de sua coxa e Bella sentiu que iria enlouquecer.
—Está tão molhada, merda, está jorrando.
Ela ofegou quando sua cabeça se deslizou entre as pernas e sua boca se colocou sobre suas dobras. Suas mãos agarravam seus quadris, mantendo-a quieta enquanto a lambia. Ondulações de prazer revoaram pelo corpo de Bella, ondas de faíscas ardentes acendendo-a por toda parte. Então sua língua rodeou seu buraco e gritou.
Edward soprou sobre ele.
—Está bem. Relaxe.
Isto era algo que nunca tinha feito, uma sensação nova e Bella se sentia dividida entre a repugnância e o prazer. Ele persistiu, seus dedos cravando-se em seus quadris e ela se abandonou à experiência. Sua língua empurrou só em sua abertura e ela se viu sacudida por ondas cálidas e úmidas, suas mãos convertidas em punhos agarrando os lençóis enquanto ofegava. Seu dedo substituiu a língua, pequenos empurrões, suaves movimentos que enviavam calafrios por suas pernas até cada um dos dedos dos pés.
—Oh Meu Deus — sussurrou Bella.
— Relaxe, gatinha. Empurra para fora. Será mais fácil, confia em mim.
Bella o tentou e tragou ar pela sensação de ardor ao notar dentro dela seu primeiro nódulo. Tão bom. Tão mau. Por que as coisas más eram tão boas? Bem, tinha querido ser má e agora era.
—Está quente e apertada. Eu adoraria foder seu traseiro. Seu dedo deslizou mais profundamente e Bella se esticou.
—Somente um pouco mais, neném. Aguenta. O vou fazer perfeito para você.
Enquanto o resto de seu dedo entrava, outro de seus dedos mergulhou em sua xoxota. Sua cabeça descansou sobre sua parte posterior e ele começou a fode-la com o dedo em ambos os buracos, deslizando em seu ânus e fora de sua vagina. Bella durou menos de dez segundos. Gritou sua liberação enquanto os espasmos se retorciam em seu interior.
—Oh Deus... Deus... Deus.
Ela logo que poderia respirar e menos falar, o êxtase conduziu sua mente para o espaço. De tudo o que era consciente era das intensas sensações de seu interior que desejava que não acabassem nunca.
O pênis do Edward estava tão duro que pensou que ia explodir.
Fazê-la gozar assim havia sido algo que o havia posto incrivelmente quente. De maneira nenhuma ia deixá-la sair de sua vida. Sua mente estava indo já em múltiplas direções, tentando imaginar maneiras de fazê-lo funcionar. Subiu para cima na cama para deitar-se a seu lado e a olhou no rosto.
Bella ficou imóvel durante tanto tempo que pensou que desmaiou e então ela abriu os olhos e sorriu.
—Asqueroso ou delirante? —perguntou ele.
—Asquerosamente delirante.
—Bem.
Bella deu um sorriso lento.
—De costas.
Antes que ele pudesse mover-se, os travesseiros estavam no chão e Bella o tinha derrubado para sentar-se escarranchado sobre seu corpo. Ela agarrou um pacote metálico e fez rodar uma camisinha por seu pênis.
—Vêm em tamanhos maiores?
—Não sou eu o bastante grande para você? Bella riu dissimuladamente.
—Não é isso o que queria dizer. Seu membro é enorme.
—Você sim que sabe como chegar ao coração de um homem — riu Edward Bella se colocou a si mesmo sobre a ponta e se deixou cair. Edward ouviu um gemido retumbar por sua garganta.
—Oh merda.
Inclusive através da maldita camisinha, sentia-se como encaixado em uma apertada luva de veludo. Por um momento ela não se moveu e logo começou a rebolar seus quadris como uma exótica bailarina do ventre. Edward sentiu cada giro, cada sinuoso movimento ao longo de seu membro. Riu em silêncio e imitou o movimento. Bella ofegou e fechou os olhos. Ele estirou os braços para seus seios e os segurou com as mãos, esfregando os mamilos com seus polegares. Ela o apertou com sua vagina e Edward mordeu o lábio. Oooh, não ha nada melhor que isso!
—Assim? —perguntou Bella.
—Não sei. Faz outra vez.
No momento seguinte havia uma ondulante cascata de sensações ao longo de seu . Os tremores fizeram todo o percurso por sua espinha dorsal. Edward acrescentou um impulso para cima e Bella abriu os olhos de e tragou ar.
—Estamos brincando? —perguntou.
—Não posso. Um apertão mais dos teus e estou acabado.
— Me prometeu muito tempo.
—A próxima vez — ofegou Edward quando ela começou a montá-lo.
Ele impulsionou seus quadris para ela enquanto ela fazia pressão. Dentro-fora-dentro-fora, o ritmo lhe fez sentir como seu sêmen se acumulava desde cada parte de seu corpo para suas bolas. Bella gritou, apertando-se nele e ele se derramou nela, uma onda incansável de doce prazer que o conduziu a um grito como o seu. Ela se derrubou nele, como uma manta suave, úmida, e Edward a rodeou com seus braços.
—Eu disse que te faria suar — disse ele. Bella adormeceu.
Bella despertou de repente para encontrar Edward em suas costas, mordiscando seu pescoço, seus dedos dentro de sua vagina e sua ereção roçando contra seu traseiro. Bella esticou a mão e rodeou seu membro. Quando ele deu um pequeno ronco ela compreendeu que estava dormindo e riu. Ela passou sua palma sobre a molhada ponta do membro e ele bombeou em sua mão. Ela sorriu abertamente. Ainda adormecido e ainda assim seu corpo sabia o que queria.
Desesperada por usar o banheiro, Bella escapuliu do braço de Edward, tentando não despertá-lo. No patamar do corredor duvidou entre as três portas fechadas e sorriu quando puxou uma maçaneta para descobrir um banheiro na moda, com azulejos claros de mármore e uma banheira enorme separada. Então o sorriso caiu de seu rosto e se estrelou para romper-se no chão. Tudo estava limpo e ordenado, incluindo o montão de brinquedos para o banho de crianças apoiados no chão em um contêiner de plástico azul.
Oh merda. Bella se sentia divida entre a cólera e o pesar. Estúpida. Estúpida. Estúpida. Tudo havia dito que este homem estava casado. A tampa de plástico onde ela se escondeu. Tirinhas de dinossauro. A cozinha organizada. Ela tinha ignorado tudo. Inclusive quando pensava que isto seria uma história de uma noite, ainda esperava que ele a quisesse ver de novo. Agora Bella sabia que inclusive se não era pra fazer, ela não poderia, não o faria. Uma onda fria de realidade a atravessou. Talvez não tivesse mentido. Podia não estar casado, mas tinha família. Menino ou meninos. Uma onda de náusea a percorreu. De novo, um engano. A vida amorosa de Bella era um mostruário completo de enganos. Ou escolhia aos homens equivocados, ou os homens equivocados a escolhiam.
Apagou a luz e se aproximou da porta que quase tinha aberto quando tinha subido. O quarto de um menino. Uma parede grafite com uma pista de corridas, a cama era um carro de corridas azul. Brinquedos alinhados em estantes. Bella segurou um soluço. Por mais que gostasse do sexo, nada poderia desculpar isto. Não sabia nada, mas poderia haver imaginado. Era a casa de uma família.
Em que diabo tinha estado pensando?
Bella se introduziu no dormitório e recolheu sua roupa. Mais ou menos poderia recompor o vestido rasgado. Uma última olhada a Edward que descansava de lado, o lençol formando redemoinho em seus esbeltos quadris. Um bastardo muito bonito. E logo, partiu.
Edward rodou esperando encontrar um corpo suave e quente. Mediu o lençol com a mão. Uma cama fria. Abriu os olhos, apoiou-se sobre os cotovelos e olhou ao seu redor. Nada de roupas. Bella tinha ido. Suspirou. Talvez fosse o melhor, mas ele ficou muito decepcionado. O sexo tinha sido espetacular. Esperava ter tido mais. Gostava de Bella. Era divertida e extravagante e Edward tinha começado a cobrir uma pequena esperança que houvesse algum modo de fazê-la fazer parte de sua vida. Claramente ela tinha tido outras ideias.
Ele se sentou, esfregou os olhos e congelou. Cristo esperava que a história que tinha contado sobre seu antigo namorado que não era seu namorado, fosse verdadeira. E se tinha sido o reverso e Bella era a que estava obcecada com o homem? Edward pensou na ferida de seu traseiro. Tinha estado desesperada para fugir. Não, ela estava dizendo a verdade.
Afastou o suado lençol e sorriu de par em par. Teria que pôr na máquina de lavar roupa antes de ir. Não pensava ficar a noite. Sua irmã Rose, seu marido Emmet e seu filho de quatro anos Thomas, ficariam fora por três meses enquanto Emmet trabalhava em um projeto de engenharia no Colorado. Edward tinha instruções de visitar a casa cada duas semanas para comprovar que o carteiro não houvesse deixado a correspondência porque supunha que não tinha que entregar nenhum e assegurar que não tinha havido um escapamento na casa, ou que tivessem entrado ladrões ou tivesse caído em um buraco sem fundo.
Quando uma viagem de negócios a Zurich tinha terminado um dia antes do previsto, Edward decidiu dar uma visita rápida à casa de sua irmã, em vez de ir diretamente para casa. Depois que o táxi o deixou, trocou de roupa e tomou uma cerveja no jardim. Ele estava contente de havê-lo feito, se não, não teria conhecido Bella, mas agora não estava seguro de poder tirá-la da cabeça. Tinha que ligar para Jake, merda, tinha que ter ligado ontem. Uma onda de inquietação atravessou sua espinha dorsal. Jake iria encher o saco dele. Edward abriu a porta do dormitório e gemeu. Merda. A porta do dormitório do Thomas estava aberta. Edward fechou os olhos e golpeou a parede com a cabeç . Podia imaginar o que tinha acontecido. Nunca teve a oportunidade de dizer a Bella que a casa não era dele.
