Jake mal podia se conter de prazer enquanto a mão do Edward apertava em torno de seu pênis.
—Tire a roupa — sussurrou Edward.
Jake pisoteou seus sapatos e saiu de sua calça enquanto Edward o tirava seu suéter pela cabeça. Edward jogou longe as roupas de Jake e o olhou de acima a abaixo.
—Você é magnífico — sussurrou Edward.
Espremeu a base do pênis do Jake e o grito brusco dele se ouviu por todo o apartamento. Enquanto Edward caía de joelhos, Jake passou seus dedos por seu cabelo. Os olhos grandes e claros de Edward olharam pra cima enquanto lambia a coroa de seu pênis. As bolas do Jake se apertaram e mordeu o interior de sua bochecha em uma tentativa de não gozar. E se não olhasse? Mas como não fazê-lo. A boca de Edward se abriu, rodeou com seus lábios quentes ao desesperado pênis do Jake e aspirou com força. A pressão aumentou no pescoço do Jake e ficou nas pontas dos pés. Seus olhos se foram fechando apesar de suas tentativas de mantê-los abertos.
—Vou A...
Jake não pôde pronunciar outra palavra. O orgasmo começou em algum lugar detrás de seus olhos e se dirigiu como um relâmpago por seu corpo, disparando em seu pênis. Jake desejava que a sensação de como gozava pudesse durar para sempre, mas não teve tempo nem de rezar para que o tempo se detivesse antes que o clímax o golpeasse. Ofegou com cada explosão de sêmen que disparou de seu pênis e orvalhou na boca do Edward. As mãos de Edward deslizaram a suas costas, atraindo-o mais para que pudesse introduzir-se mais profundamente e então esteve na garganta dele. Os joelhos de Jake tremiam tão violentamente que pensou que cairia.
Quando Edward finalmente o liberou, Jake ainda estava duro. Não sabia como era possível, mas imaginou que era a maneira em que seu pênis pedia mais. Depois de uma semana de abstinência tinha sido um milagre que não gozasse na hora quando Edward entrou no carro. Edward tinha que estar tão desesperado como ele a não ser que... Jake não queria pensar nisto. Puxou do Edward para cima e o rodeou com seus braços. Suas bocas se encontraram em um suave beijo e Jake lambeu seu gosto nos lábios de Edward.
—É bom o gosto? —perguntou Edward.
—Sim, sou muito gostoso. Edward riu.
Edward só tinha estado fora por uns dias, como podia estar tão desesperado? Jake se sentiu tranquilo pelo fato que pelo menos Edward parecia tão entusiasmado quanto ele.
Edward se separou de sua boca, mas não de seus quadris. Os dois eram quase da mesma altura, Edward talvez uns dois centímetros mais alto. Jake rodeou seus quadris, esfregando-se contra o duro pênis de Edward, apertado sob seu jeans.
—Pensei que estaria cansado com todas aquelas idas e vindas.
De Bruxelas a Madrid e de volta a Zurich — disse Jake.
—E pensou certo. Estou um pouco cansado pela diferença de horários, mas você parece ligado a um motor..
Jake ficou rígido e seu rosto se contraiu de calor.
—Né! Estou de brincadeira. Pensa que vou mais devagar? Mas necessito uma ducha. Quer me dar uma mão?
Jake agarrou os dedos de Edward e o puxou pelo corredor para o dormitório principal. Tirou osuéter azul de Edward pela cabeça e o jogou ao chão. Quando Edward alcançou os botões de sua camisa, Jake afastou a mão de um dele.
—Deixe que abro para você.
Ele adorava olhar o peito do Edward. Abriu-lhe a camisa revelando aquele peitoral maravilhoso,se juntando ao abdomem mais sexi que Jake já tinha visto, e os mamilos¿. Deixando cair sua cabeça, Jake lambeu um. Este se endureceu e Jake sorriu e o esfregou com sua bochecha. Edward posou uma mão sobre o ombro de Jake enquanto levantava um pé para tirar o sapato e as meia. Jake não pôde resistir a acariciar com sua boca através da calça a ereção de Edward, e foi recompensado com um silencioso gemido e uns dedos que se cravaram em seu pescoço.
Quando tirou o outro sapato e as meias, Jake se levantou. Seu pênis se sobressaía diante dele, de novo duro como uma rocha, antecipando o que estava por vir. Desabotoou os jeans de Edward e os baixou junto com sua boxers. Finalmente, estavam os dois nus, seus pênis movendo-se. Suas rosadas cabeças roçando-se em tentadores beijos um contra o outro enquanto eles estavam de pécara a cara.
—Jesus — gemeu Edward.
A cabeça do pênis de Edward brilhava de pre-sêmen, a brilhante ponta estava tentando Jake, mas teria que esperar até chegar no chuveiro para poder senti-lo em sua boca.
—Nem pensar — disse Edward, lendo sua mente.
Edward tinha tomado banho na casa de sua irmã, mas ainda podia ter o cheiro de Bella. Não queria machucar Jake, mas se soubesse o que tinha feito, sem dúvida alguma ele se sentiria ferido. Não havia marcas no corpo do Edward, mas ele tinha deixado algumas na de Bella. Em nenhum lugar que fosse visível exceto para um amante. Havia feito de propósito, uma maneira de fazê-la sua, para que pensasse nele, só que agora ela devia lhe odiar. Deixou sair um pesado suspiro.
—Muito quente? —perguntou Jake enquanto empurrava Edward sob a água.
—Nada que não possa aguentar.
Edward não estava seguro que fosse verdade porque Bella tinha despertado nele uma necessidade que havia estado tentando suprimir. Por mais que Jake lhe importasse e que o quisesse em sua vida, não era suficiente. Edward sentia falta de ter uma mulher e agora que tinha tido um aviso de quão bom podia ser, tinha que descobrir uma maneira de ter aos dois.
Jake começou a ensaboar o corpo do Edward e este deu um gemido rouco enquanto umas firmes mãos masculinas espremiam e atormentavam seu pênis. Inclinou-se atrás contra a parede curva de cristal da ducha e deixou que Jake brincasse com ele, desfrutando ao sentir o tato mais forte de um homem. Jake devagar permitiu que o pênis do Edward passasse por sua mão ensaboada e logo carinhosamente amassou suas bolas, mas quando Jake baixou para pôr sua boca sobre ele, Edward puxou ele para cima.
—Não.
Jake o olhou aturdido. Edward se obrigou sorrir.
—agora não— disse Edward.
Não queria que Jake tirasse dele a sensação que tinha de ter os lábios de Bella nele. Queria recordar um pouco mais os pequenos e suaves lábios da Bella em seu pênis. Pressionou a cara do Jake contra os azulejos e se inclinou a suas costas, beliscando o lugar onde o pescoço de Jake se unia com o ombro, sorrindo abertamente quando os joelhos de Jake se dobraram para frente, batendo na parede e ele uivou.
Edward deslizou sua mão pelas costas de Jake, desenhando cada crista óssea de sua espinha antes de parar na dobra de seu traseiro. Só um dedo justo dentro da fenda, escorregando pela linha especial, a delicada tira de pele entre o ânus e as bolas. Jake se esticou, mas suas pernas se abriram mais para permitir um melhor acesso. Os dedos do Edward acariciaram o ponto ultrassensível e logo o jogou atrás para revoar sobre a entrada do corpo de Jake. Com o toque suave como um sussurro sobre o enrugado círculo teve o Jake arqueado contra a parede da ducha.
—Ta tranquilo¿ — sussurrou Edward.
—Hummm —ofegou Jake. — Estou fodidamente desesperado. Esta parede da ducha esteve me tentando toda a semana, lembrando-me de você.
Edward riu. Ele deslizou uma mão pelo pênis de Jake, rodeou-a com seu punho apertado e com a outra mão pressionou com a ponta do dedo no ânus . Edward não empurrou para dentro, mas sim se conteve, rodeando-o em círculos, atormentando-o.
—Edward— disse com tom de advertência.— Que caralho está fazendo? Tentando me produzir um enfarte?
Enquanto uma mão continuava espremendo o pênis de Jake, a outra alcançou o lubrificante sobre a prateleira. Edward lançou um jorro sobre o traseiro de Jake. Os quadris do Jake se dobraram para frente outra vez e gritou quando seus joelhos voltaram a golpear os azulejos.
—Frio? —Edward perguntou.
Edward passou seus dedos pelo emplastro do lubrificante e o estendeu pelo vale entre as nádegas de Jake, pressionando-o mas não em seu buraco.
—Deixa de me atormentar — ofegou Jake.
Edward apertou mais forte na base do pênis de Jake e enquanto deslizava seu dedo pela apertada barreira muscular. Jake se esticou e logo relaxou. Edward introduziu dois dedos e riu silenciosamente quando notou Jake esticar-se uma vez mais.
—Você gosta assim? —Edward pressionou seu rosto contra o pescoço de Jake, beliscando sua pele com os dentes.
—Ah Deus.
Edward fodeu Jake com os dedos, sentindo a forma distintiva da glândula da próstata e acariciando-a até que Jake começou a fazer ofegos ruidosos.
—Edward. Preciso de você dentro de mim. Agora. Por favor.
—Não te dou sempre o que quer?
—Sim, mas não quando quero.
Edward torceu seus dedos, girando um contra o outro uma e outra vez enquanto os bombeava dentro e fora do ânus de Jake. Então uniu essa ação a de apertar com o punho ao pênis de Jake. Torcendo e bombeando enquanto Jake se retorcia e gemia. Observou as mãos de Jake tentando agarrar-se aos azulejos e escorregar. Edward sorriu em seu ombro. Jake virou sua cabeça, apoiando a bochecha na parede da ducha, e o pênis de Edward deu um pulo ao ver a cara de seu amante escrita com desejo e desespero.
—Agora — pediu Jake. — Por favor.
Edward deixou o pênis de Jake, lavou as mãos sob a água e espremeu outra vez o lubrificante em seu pênis antes de puxar os quadris de Jake para trás e de separar suas nádegas. Ele fez rodar a cabeça de seu pênis pela escura fenda e logo dobrou seus joelhos para alinhar-se com a entrada franzida do corpo de Jake. O coração de Edward corria, seu pulso dava saltos em seu pescoço, correspondendo ao batimento de Jake.
Um impulso enviou a ponta do pênis do Edward através do restritivo músculo que protegia a entrada do corpo de Jake. Edward continuou pressionando, suas mãos agarrando fortemente os quadris e retendo-o enquanto empurrava mais à frente até onde pôde chegar suas bolas apertadas contra as do Jake. O fôlego do Edward veio em explosões entrecortadas enquanto descansava um momento, deixando que Jake se acostumasse, permitindo aos dois saborear o momento, a pressão ardente, antes que qualquer dos dois começasse a mover-se.
—Esta bem? —Edward perguntou com um grunhido.
—Faça logo. Por favor Edward sorriu e simplesmente balançou seus quadris um pouquinho, esfregando seu peito contra as costas de Jake, antes de tirar seu pênis quase por completo. A larga e dura onda fez gemer a ambos. Edward deslizou suas mãos pelo peito de Jake para cima, encontrou seus mamilos e os retorceu enquanto golpeava seus quadris para frente, cada impulso mais duro, com mais firmeza, mais forte, mais rápido que a vez anterior, atravessando a malha cheia de terminações nervosas até que obrigou Jake a ficar nas pontas dos pés.
—Cristo, Edward — ofegou.
Edward não podia reduzir a velocidade, não podia parar. Ele sentiu os músculos retais apertar seu pênis e sabia que ia gozar logo. Edward agarrou o pênis de Jake e juntou a ação de sua mão com o bombeamento de seus quadris. Ele queria que Jake gozasse primeiro.
Ao final, gozaram de uma vez. Jake gritou enquanto seu pênis dava puxões na mão de Edward e este apertou sua cabeça contra as costas de Jake enquanto suas bolas soltavam fogo e enviavam chamas diretamente por seu pênis no corpo dele. Edward curvou-se involuntariamente enquanto seu pênis continuou expulsando seu sêmen. Isto durou tanto que Edward se perguntou se algo ia mal, só que se sentia tão bem, tão bem. Sua cabeça caiu até o ombro de Jake enquanto os espasmos se acalmaram e lhe beijou a nuca.
Edward deitou de lado, os olhos totalmente abertos com Jake fazendo conchinha contra seu traseiro. Jake dormiu rapidamente mordendo o pescoço de Edward, com um braço possessivo jogado sobre seu peito. Supunha-se que Edward tinha que ser o cansado, mas sua mente corria, pensando em Bella. O que estaria fazendo? Estaria pensando nele? Pensava que era um bastardo? Se Edward dissesse a Jake o que tinha feito, é o que lhe chamaria também.
Tinham acertado não ficar com outros homens enquanto estivessem juntos, também haviam combinado compartilhar os detalhes das mulheres com as quais ficassem. Nunca desprotegido. Jake era o único que Edward fodia sem camisinha. Ele nunca tinha quebrado aquela regra sem importar quão tentadora fosse a mulher. Até agora na relação, todos os relatos suculentos sobre encontros sexuais tinham sido os do Edward e Jake escutava o que era parte do atual problema de Edward. Jake era tão bi como ele, mas não parecia disposto a compartilhar sua cama com uma mulher.
Não é que tivesse tido muitas mulheres desde que conheceu Jake. Se contasse, e parecia que estava fazendo, em quase um ano tinha tido quatro confusões. Cinco com a Bella. Edward se perguntou se recordar às mulheres que havia fodido funcionaria como contar ovelhas para dormir. Poderia provar.
Katie tinha sido a primeira. Jake ficou três semanas e meia trabalhando no turno da noite e Edward se aborrecia. Tinha conhecido Katie na fila do caixa . Ele levava pijamas em sua cesta e ela lingerie de renda na sua. A dela tinha caído ao chão ao pô-la no caixa e Edwar tinha recolhido o delicado objeto. Um pouquinho óbvio, mas tinha visto o olhar de vem a mim em seus olhos e gostou da ideia do body transparente.
Tinha-a levado a tomar vinho, e duas garrafas mais tarde, a convidou para ir a seu apartamento. Enquanto o jantar para um descongelou, ele já havia fodido três vezes. Gostou do sexo, mas não voltou a vê-la.
Edward não gostava dos extremos, mas sim experimentar. Ele havia tentado tudo: trios, grupos de quatro pessoas, orgias (algumas só homens e outras mistas). Tinha estado sobre a beira do BDSM. Preferia estar acima, mas também desfrutava estando debaixo. Gostava de roçar as linhas do desconforto, mas não sofrer diretamente dor, nem recebê-lo nem dá-lo.
Linnea, a depois de Katie, gostava de tudo um pouco . Esta tinha começado bem. Edward a tinha conhecido no que de maneira eufemística chamam "loja adulta". Mas nunca havia nenhum adulto a venda. Tinha ido comprar uns artigos para usar com Jake, Edward logo saiu com Linnea. Eles tiveram muita diversão, haviam fodido um montão e logo ela pediu que a golpeasse. Dar açoites no traseiro era uma coisa, mas bater com lâminas de barbear era algo totalmente distinto. Adeus Linnea.
Georgia tinha sido uma confusão de uma noite. Conheci em um bar, levou-me para sua casa. Tinha um corpo atordoante, um pedaço de mármore negro quente. O sexo com ela foi como arranhar uma cocheira. Genial nesse momento, mas não quis outra vez. Ela se pendurava muito, estava muito necessitada, não havia nem me vestido e já estava desesperada para saber quando voltaríamos a nos ver, aonde iriamos, o que faríamos... Não ha nada mais efetivo para espantar Edward.
Sandy era secretária em seu trabalho. Ela o tinha paquera durante meses e em um momento de debilidade, Edward tinha cedido ao impulso. Ela ofereceu, ele aceitou, mas Oxalá não o tivesse feito. Outra sanguessuga. Tinha tentado muito lhe agradar e não o deixou ir. Teve que suportar semanas de sms, email, xícaras de café no seu escritório até que – Merda, obrigado!- ela encontrou outra pessoa.
Agora Bella. Um enigma. Preferia saltar uma cerca para evitar uma confrontação com sua irmã e o namorado desta, mas o tinha surpreendido ao estar pronta para ter sexo com um estranho. Edward piscou enquanto a imagem de seu suave traseiro lhe veio à mente e aquela fodida lasca. Ele havia estado quase permanentemente duro do momento que a viu entrar pela grade. Quando ela fingiu que era um gato ele quis morrer de rir. Mas quando ela entrou na casa, tudo no que pôde pensar foi em te-la.
Edward desejava que ela estivesse agora na cama com ele. Em um mundo ideal, não só com ele. Com ambos. Intercalada entre eles. Era o que realmente queria.
Enquanto Edward dormia, Jake saiu da cama e começou a esvaziar sua mala. Jake era organizado, Edward não, e em vez de discutir por isso, Jake ia recolhendo atrás dele. Roupas sujas no cesto da roupa, jaqueta do traje de volta ao armário, calças no cabide, roupa limpa de volta às gavetas. Edward passou sua mão pelos bolsos dos lados, comprovando que estivessem vazios e sentiu algo comprido e duro. Tirou uma lasca larga e magra de madeira. Jake a girou entre seus dedos, perguntando-se que fazia um pedaço de madeira na mala do Edward.
—É um pedaço de madeira — disse Edward da cama.
Sério, Sherlock? Jake se voltou.
—Você gostaria de explicar o que é que está fazendo em sua mala?
—Como amuleto?
Jake franziu o cenho.
—Não pensou em nada melhor que isto? — olhou para Edward e sorriu.
—Eu... tirei do bumbum de uma mulher.
Jake sentiu que seu mundo começava a condensar-se e a madeira caiu de seus dedos.
Edward se sentou e afastou a colcha de suas pernas.
—Não é o que pensa.
Ah Cristo. Então era exatamente o que Jake pensava. Edward ficou de pé.
—Ela subiu no jardim de minha irmã e se enganchou na cerca. Tirei a madeira de seu bumbum.
E por que ficou com esta fodida coisa?
—Ah — foi tudo o que saiu da boca de Jake.
Jake quis afastar-se enquanto Edward dava um passo para ele, mas não fez. Sempre se afastava das discussões, mas não desta vez.
—Você ficou com ela¿ — perguntou.
—Sim.
Jake mordeu o interior das bochechas.
—Isso não é um problema — disse Edward. — Não deixe que seja um problema. Você sabe o que sinto por você.
Mas Jake não sabia, e sim que isto era um problema. Queria acreditar que Edward o amava, mas as palavras nunca tinham saído de sua boca. Jake começava a pensar que ele era incapaz de dizê-las.
—Esta tudo bem — Edward o acalmou e deu outro passo para ele. — Jake?
Jake duvidou, mas deixou que ele o rodeasse com seus braços. Edward apertou o corpo nu contra ele, pôs seus lábios nos do Jake e beliscou-o devagar com seus dentes.
Não é tão fodidamente fácil. Não sou tão fodidamente fácil.
Jake permaneceu frouxo, lutando uma batalha interior porque queria abraçar Edward, mas estava muito zangado, não com Edwar, e sim com ele mesmo por deixar que isto o afetasse. Eles tinham concordado em ficar com mulheres, assim por que o alterava tanto? Edward passou os braços por suas costas, de volta a seu pescoço, massageando os tensos músculos, pedindo a Jakepara responder. Por que não fazê-lo? Os lábios do Edward escorregaram pelo pescoço de Jake e seus dentes roçaram sua clavícula. Jake estremeceu —Jake — disse. — Relaxe, companheiro. É só um pedaço de madeira. Não vou voltar a vê-la de novo.
O cérebro do Jake fez algumas contas e separou do Edward.
—Voltou para Londres um dia antes e não me telefonou. Estava com ela.
Queria que isso não fosse verdade, mas quando Edward não negou, soube que era.
—Vai me dizer que não teria aceito se lhe tivessem dado uma fodida? —perguntou Edward, seus olhos escurecendo, um aviso de seu aborrecimento.
Não, seria o que lhe diria, se pudesse falar, pensou Jake. Havia escutado Edward lhe contar suas histórias de mulheres com as quais se deitou, via como isso acendia Edward e sentia os resultados no sexo que tinham depois. Jake não estava tão aceso. Ele queria que Edward trouxesse para casa uma mulher que pudessem compartilhar. Jake queria uma vida compartilhada em três, não dois e um, porque sabia quem seria o fodido ímpar. Jake inspirou forte. Edward apertou o corpo mais forte contra o seu, agarrou seus pênis com uma mão, roçou o seu ao contrário do de Jake, as úmidas cabeças lubrificando seus ventres de pre-sêmen.
—Vamos, Jake.
O sexo não ia arrumar isto.
—Quer que te fale dela?
Não, não queria.
—Se afaste de mim, merda —grunhiu. Edwar não parou.
—Acredito que seu pênis não está de acordo contigo.
O pênis de Jake estava duro como ferro. Bastardo pênis punheteiro traidor de merda. Jake empurrou Edward. Com força. Edward, assombrado, sentiu a parte de trás dos joelhos baterna cama e caiu. Soltou uma gargalhada e se levantou direto na cara de Jake.
—O que aconteceu?
Um espasmo de dor revoou através da cara de Jake e seu punho reagiu. Edward agarrou seu pulso antes que pudesse lhe dar um soco.
—Pelo amor de Deus, Jake, para já.
—Não.
Edward não deteve o soco seguinte. Jake o socou nas costelas e Edward se dobrou ao sentir a falta de ar de seus pulmões. Jake o puxou sobre a cama, suas mãos agarrando os braços de Edward, tentando segurá-lo. A expressão do Edward passou de surpreendida a fodido, e ao final começou a fazer o que Jake queria. Devolver os golpes.
Jake estava acostumado aos golpes, provinha de um ambiente onde era comum usar os punhos para sair dos problemas. Seu pai os tinha golpeado a ele e a seu irmão e logo seu irmão tinha golpeado a ele. Jake aprendeu de primeira mão o dano que os punhos podiam fazer. Essa era uma das razões pelas quais que se uniu à polícia, assim poderia deter situações que se deterioravam até o ponto ao que Edward e ele tinham chegado. Ao momento que lançou um golpe pela metade às costelas, sabia que nenhum deles queria isto. Não deveria ter empurrado Edward até aqui.
Virando-se para Edward, Jake o beijou. Um beijo rápido e Edward congelou. Os dois se olharam fixamente. Agora que Jake queria parar, Edward não. Rolou com Jake da cama ao chão. Competiram em uma combinação de luta e jogos bruscos, enquanto se golpeavam, esbofeteavam e excitavam um ao outro dentro e fora da cama. A ira tornou-se paixão. O rígido eixo de Edward golpeava contra Jake.
Igualmente o pênis ereto do Jake pressionava sobre o Edward. Ambos grunhiram e ofegaram sem fôlego sobre o rosto do outro, cada mão agarrando a seu companheiro, as pernas entrelaçadas, seus corpos empapados de suor golpeando e lutando tratando de colocar-se um em cima do outro. Estavam quase igualados. Jake, com seu lar violento e seu histórico como policial tinha a melhor técnica, mas Edward era ligeiramente mais forte.
Nenhum falou, não sabiam por que estavam fazendo isto, exceto que um deles tinha que ceder. Jake continuou a luta. Não seria ele. Sempre era ele quem cedia, desta maldita vez preferiria morrer. Ambos tinham arranhões e marcas, estavam doloridos e sem fôlego, mas seus pênis eram como estacas de ferro, a tensão sexual era tão intensa que era difícil respirar.
Finalmente, Jake forçou Edward a girar sobre seu estômago, ajoelhou-se em cima de suas coxas e pressionou sobre suas costas com os braços. Edward deixou de lutar. Seu rosto virou para o lado, grunhindo contra o travesseiro. A cabeça púrpura do pênis De Jake estava torcida e brilhante pela emoção. Uma pérola de pre-ejaculação emanava do racho com forma de lágrima e caiu dentro da fenda das nádegas de Edward. A necessidade aumentada apertava as bolas de Jake e estas puxaram da base de seu duro, firme e vibrante pênis. Jake trocou o peso de maneira que seus joelhos ficassem a ambos os lados das coxas de Edward e logo colocou as mãos sob o corpo dele enquanto se estendia ao longo de suas costas. As mãos de Jake procuraram seus mamilos e os retorceu tão duro que Edward gritou.
—Jesus, Jake, vai com calma.
Esse não era o ponto. Jake apoderou-se da parte inferior de Edward e separou suas nádegas.
Edward tentou levantar-se e Jake o golpeou para baixo. Em que tinha se metido? Edward era quem costumava ir à ofensiva,ser o dominante, não Jake, mas algo lhe dizia que tinha que entender e aceitar isto. Edward escutou o pop da tampa do lubrificante, sentiu o jorro de frio líquido golpear seu traseiro e estremeceu. Pensou em uma centena de coisas que dizer a Jake, mas não expressou nenhuma. Sabia malditamente bem por que Jake estava fazendo isto e por que tinha que deixar.
A cabeça do pênis de Jake pressionou contra a entrada do corpo de Edward. Quando Edward começou a baixar e relaxar seus músculos para fazer menos dolorosa a penetração, Jake penetrou direto, através do apertado anel, mergulhou mais profundo até que Edward sentiu suas bolas golpear contra ele. Edward não pôde evitar o gemido que escapou de sua garganta. Era em parte dor, em parte profunda satisfação. Os quadris de Jake atiraram para trás e Edward sentiu cada centímetro sair através da malha ricamente inervada. Apertou para abaixo, tratando de segurarJake dentro dele, contraindo os músculos ao redor do pênis de Jake.
—Quer mais? —perguntou Jake, sua voz rouca.
—Maldição, sabe que sim — ofegou Edward.
Jake gemeu e golpeou de novo contra Edward, sacudindo seu pênis dentro e fora, uma e outra vez, mais rápido, mais forte, cada golpe aumentava a necessidade de Edward gozar. Seu pênis deslizou para trás e para frente sobre o lençol de algodão enquanto Jake incrustava a si mesmo dentro dele. Edward tratou de levar as mãos para debaixo de seu corpo para alcançar seu pênis, mas Jakeimobilizou-as, em ambos os lados de sua cabeça,
Jake seguiu impulsionando dentro dele, a um ritmo frenético que Edwardjuntou maisos seus próprios quadris dobrando-se sobre a cama.
Edward estava tão perto e repentinamente Jake mudou seu ângulo de entrada, seu pênis tocou a glândula do tamanho de uma noz, e Edward esteve mais que perto. Suas bolas explodiram enquanto o ar fugia de seus pulmões. Jorrou sêmen, saiu de seu pênis até que estevisse sobre um atoleiro de calor úmido. Por que o prazer tinha que ser tão rápido? Edward queria que durasse mais tempo, queria memorizar cada prazeroso jorro de liberação. De repente Jake ficou rígido sobre suas costas e Edward sentiu seus quadris oprimir-se contra ele. Jake gritou e Edward suspirou enquanto o esperma quente de Jake orvalhava dentro dele.
Por um longo momento, Jake simplesmente ficou ali. Edward não podia mover-se com Jake atirado sobre ele, segurando aferrando seus pulsos. Quando o rugido em seus ouvidos cessou, Edward escutou a respiração entrecortada de Jake. O menino seguia tenso como um arco. Edward tinha dificuldade para encontrar algo que dizer, algo para suavizar a situação, sentiu uma gota úmida cair sobre seu ombro. Merda! ele estava chorando?
—Solte-me — disse Edward gentilmente.
Jake o agarrou mais forte.
—Jake.
—Cale-se.
Jake tremia pela tensão.
—Por favor — disse Edward com voz tranquila. — Preciso ir ao banheiro. Depois de uns segundos, Jake relaxou seu aperto sobre ele e rolou sobre suas costas, pondo o braço sobre o rosto, cobrindo seus olhos. Edward se acomodou na cama, afogou um gemido e se cambaleou uns passos sobre o tapete até que suas pernas fizeram o que seu cérebro ordenava. No banheiro, olhou-se no espelho e deu um pequeno sorriso. Estava devastado. Sua pele estava avermelhada e salpicada. As marcas roxas já começavam a aparecer. Arranhado, golpeado e bem fodido. Lavou o rosto, o pênis e o traseiro e logo pegou uma toalha e voltou para o quarto. Jake estava exatamente como o tinha deixado.
O pênis de Edward deveria estar brando, mas s se inchou com vista de Jake, todo ele era feito de longas extremidades e músculos magros. Debaixo dos firmes peitorais coroados por tensos mamilos, havia um abdômen marcadoque Jake trabalhava duramente no ginásio. Seu pênis, agora suave e usado, descansava sobre um leito de cachos negros. Edward se sentou na cama e começou a limpa-lo, pelo centro de seu corpo até seu pênis. Tomou seu tempo, limpando todos os rastros do que haviam feito com exceção das marcas de batalha que coincidiam com as suas. Isto era algo que Jake estava acostumado a fazer por ele. Edward nunca antes o havia feito por Jake e se perguntava por que. Sentia-se bem em cuidar de alguém a quem amava. Deteve-se na metade do asseio. Merda.
Abandonando o pano de lado, Edwarddeitou junto dele, inclinado sobre um cotovelo.
—Houve mulheres antes. Por que é diferente desta vez? — perguntou.
—Porque é diferente para você desta vez — Jake resmungou.
Edward sentiu uma sacudida em seu coração ao pensar que Jakepercebido isto.
—O que te faz dizer isso?
Jake moveu seu braço e olhou Edward. Seus olhos estavam secos, mas um pouco vermelhos.
—Tenho razão, verdade?
—Talvez.
—Qual é o nome? —perguntou.
—Bella. Ja disse. Não vou vê-la outra vez.
—por que acredito que isso é só porque não sabe como?
Edward não negou. Se soubesse como entrar em contato com Bella, ja teria feito. Beijou o pescoço de Jake.
—Não deixe que isto danifique as coisas — disse Edward.
—De algum modo, acredito que isso não depende de mim.