NÃO ESQUEÇAM QUE POSTEI UM CAP. ERRADO. CONFIRAM SE VCS LERAM O ANTERIOR. OBRIGADA. PEÇO PERDÃO PELA CONFUSÃO. Bella deixou cair sua bolsa em cima de sua escrivaninha no SLS, Superiora Linguagem Solutions, desabou em sua cadeira e estremeceu. Seu traseiro ainda estava dolorido. Ligou seu computador. Era sete da manhã, assim tinha o escritório somente para ela. Necessitava de um momento de calma para trabalhar em uma tradução difícil para o MOD, o Ministério de Defesa, antes que os quatro com quem compartilhava a sala chegassem. Bella não tinha planejado fazer horas extras para este documento, mas não podia dormir, não tinha sido capaz de dormir depois anúncio de Jess e Mike, e muito menos do instante de loucura com Edward. Isso é o que tinha sido uma loucura, embora não um instante.
Fez uma careta com a boca ao recordar o número de orgasmos que tinha tido. Ele não tinha estado desprovido nessa área. Bella jamais tinha conhecido meninos que pudessem gozar tantas vezes. Isto a fez dar-se conta do muito que sentia falta de um homem em sua vida e do muito que sentia saudades do sexo. Só por uma vez, sua mãe e sua irmã estavam certas, tinha que encontrar um homem, um sem esposa nem filhos.
Clicando através do arquivo MOD, Bella encontrou o lugar em que o tinha deixada na sexta-feira e começou a traduzir do grego para o inglês. Tinha estudado grego antigo e moderno na Universidade para o assombro de sua família, já que nunca tinha estado de férias na Grécia. Quando seus quatro anos de estudo terminaram, seus pais esperavam que se dedicasse ao ensino. Sua mãe era professora de física, seu pai era professor de economia, e não viam o que mais podia fazer com um Diploma de grego. Ensinar era a última coisa que Bella queria fazer. Jess era professora e trabalhava com crianças de onze e doze anos. Um inferno na terra, na opinião da Bella. Não é que não gostasse de criança, gostava, mas em pequenas doses.
O que Bella adorava eram as velhas histórias de heróis gregos e romanos. Ela devorava as histórias de Troya, apaixonou-se por heróis como Héctor e Aquiles. Imaginava a si mesmo na Pompeya, quando o vulcão fez erupção, levando às pessoas a zona segura, ou como uma brilhante estudante indo com algum ardiloso ardil para ajudar ao Cicerón a ganhar um caso. Bella era sempre a heroína anônima de suas histórias e sempre tinha um sexo fabuloso no final. As aulas de latim tinham aberto seus olhos a um mundo novo, mas sabia que estudar um idioma antigo a escala universitária não era a coisa mais útil a fazer. O grego antigo e moderno era um compromisso entre o que queria e o que podia fazer e surpreendeu a si mesma pela rapidez com que tinha assimilado o idioma. Adorava o estranho alfabeto grego e tinha passado um ano na Grécia, trabalhando para uma empresa química durante a semana e usando os fins de semana para explorar o povo de seus sonhos, e dar passeios através das ruínas de antigas civilizações. Era fácil sob o céu azul imaginar ser uma bela escrava cujo amo se apaixonava por ela.
Sua vívida imaginação a manteve acordada, mas com o coração vazio. Bella havia estado esperando o romance e tinha se apaixonado por um garçom de cabelo escuro com um sorriso descarado e dedos mágicos, que trabalhava em um restaurante junto à praia. Stefan deu o melhor de si na cama, onde passaram longas e preguiçosas manhãs, com ela lhe ensinando inglês e ele a ensinando a amar. Até que uma noite recebeu uma mensagem de texto, pedindo para encontrar-se com ele depois do trabalho em um pequeno café ao outro lado da cidade. O olhar de surpresa em seu rosto ao vê-la chegar disse aBella que a mensagem não tinha sido para ela.
Stefan tinha quebrado mais que seu coração. Tinha acreditado nele e a tinha decepcionado. E assim foi com os três seguintes. Sentia saudades do um corpo quente na cama junto a ela, o falar, a emoção da antecipação. Pensou que tinha aprendido a lição. Manteve seu coração fechado e relações só a curto prazo. Nunca mais se deixou envolver; dessa maneira não sairia machucada. Bom, Edward tinha demonstrado que essa teoria era errada. Uma só noite e ela saiu ferida. Mas a verdadeira ironia é que nem sequer tinha tido uma relação com esse filho da puta do Mike e ele seguia lhe fazendo mal.
O celular de Bella vibrou em seu bolso. Olhou o número. Jess. Ignorou. Ela já tinha ligado cinco vezes desde ontem pela manhã para falar da festa de casamento. Quantas damas de honra queria e que se um cão andando pelo corredor, levando as alianças em uma cesta, seria o máximo? Como tinha desejado dizer não. Ela sabia que sua relutância a entusiasmar-se estava sendo interpretada como ciúmes, mas Bella não podia evitar. Decidiu estar de acordo com tudo o que Jess queria, incluído o cão, e tomar algo que a pusesse violentamente doente no dia casamento. Se terminasse no hospital, melhor.
Voltou sua atenção ao documento em sua tela. Sua vida podia ser um desastre, mas Bella poria o melhor em seu trabalho.
—Demônios! O que está fazendo aqui?
Bella elevou o olhar para ver Alice na porta, com um café do Starbucks se equilíbrando sobre um montão de arquivos.
—Trabalho aqui, Lembra?
—A esta hora da manhã? Tenho um trabalho urgente para a companhia de engenharia, ao menos tenho uma razão para estar fora da cama a estas horas. Qual é a tua?
—Não consigo dormir.
Alice colocou cuidadosamente os arquivos na sua mesa e pôs o café do lado.
—E o trabalho era a alternativa? Você disse que precisava de um homem.
Bella se sentiu ruborizar e abaixou a cabeça. O traseiro de Alice aterrisou junto a seu teclado e Bella saltou.
—Isabella Swan, o que andou fazendo?
—Nada.
—Cospe agora antes que a víbora chegue e tenhamos que manter nossas bocas fechadas. Conheceu alguém nessa festa? Fez sexo! E pensar que não queria ir. Solta, solta, solta.
A porta se abriu de novo e Irina, a víbora, entrou com seus saltos assassinos e sua roupa justa. A combinação poderia ter funcionado se não fosse tão gorda e alta.
A rígida mulher polonesa a cargo da divisão europeia de línguas do SLS era a razão pela qual Alice e Bella estavam constantemente em busca de outros trabalhos.
—Bom dia, Marie — Alice lhe deu um sorriso nervoso e correu de volta para sua mesa.
—Bom dia — disse Bella.
—O que estão fazendo?
—Conspirando para dominar o mundo — brincou Bella, pensando que poderia se arriscar com uma piada a essa hora da manhã.
A expressão da Víbora não mudou. Tinha sempre os olhos entreabertos, os lábios apertados formando uma magra linha.
—Me espere antes que ir para casa. Tenho que conferir o trabalho para o MOD antes que parta — disse a víbora em seu tom cortante. — Fique até terminar.
—Ok — disse Bella.
Concentrou-se em sua tela. Pelo menos havia evitado responder Alice até a hora do almoço, se ela não a encurralasse no banheiro.
Bella conseguiu evitar Alice. A víbora pediu que saísse cedo para almoçar e entregasse em mãos uma de suas traduções a um escritório de advogados. Na volta, Anna comprou um sanduiche na cafeteria a que estava acostumada a ir e se sentou sob o sol até a hora de voltar para o escritório. O único inconveniente foi que quando se sentou ali, sentiu-se obrigada a responder a ligação de Jess, escutar seu bate-papo sobre o casamento, vídeos e carruagens. Em uma ida ao banheiro no meio da tarde, Alice conseguiu arrancar de Bella que tinha conhecido ' um homem na festa. Bella não acrescentou que ele tinha o corpo de um deus grego, o toque de um anjo e o pênis de um demônio. Nem que nunca o veria de novo, e ocorreu a Bella que um casal imaginário poderia tirar todos de cima dela.
Sairam para beber depois do trabalho, pediram uma garrafa de vinho branco e procuraram uma mesa .
—Não se mais por quanto tempo poss aguentar à víbora — suspirou Alice em seu copo. — O fato que essa mulher possa trabalhar sem parar, ao dobro da velocidade do som, e sem falar, não significa que o resto de nós possa. Bom, além de você, Senhorita Efeciência. Agora solta tudo. Quero todos os detalhes. Se não tenho sexo louco e apaixonado, escutar a outra pessoa tendo é melhor. E conta rápido, antes que Erick e Angela cheguem. Disseram que viriam beber antes de ir para casa.
Erick e Angela eram os outros dois tradutores, um par de estranhos: um terminava as orações do outro.
—Conta? —Alice exigiu.
—É alto, com o cabelo desalinhado, claro — disse Bella.
—É bonito?
—Sim.
—Escala de um a dez?
—Quinze.
—Oooh — Alice abriu muito os olhos. — Tem um irmão?
—Quem? —perguntou Erick, pondo um copo de cerveja sobre a mesa.
Agela se sentou no assento junto a Alice.
—Bella arrumou um namorado — disse Alice.
—O que aconteceu com o que vivia te enviando flores? —perguntou Angela.
Três pares de olhos olhavam com espera e Bella gemeu. Seus colegas de trabalho estavam muito interessados em sua vida. Ela não deveria fazer de Edward algo mais do que era, ou seja: uma saída de uma só noite, mas...
—Bella!
Salva por sua irmã. Bella se defendeu com um sorriso e se voltou. Então, todo sorriso se desvaneceu porque Jess não estava sozinha. Mike estava com ela. Jess, com os olhos brilhantes de felicidade, beijou Bella na bochecha. Quando Bella viu os lábios do Mike aproximar-se, agarrou o copo e o pôs diante de seu rosto. Ele sorriu, mas retrocedeu.
—Meninos, esta é minha irmã Jess e Mike. -Alice, Erick e Angela.
—Mike é meu noivo — disse Jess, seu sorriso forçado.
—Oh, está comprometida. Bella não nos disse isso. Dixa eu dar uma olhada no seu anel — disse Alice. Por uns instantes Jess, alice e Angelaconversaram sobre o diamante enquanto que um desanimado Erick se detinha a olhar.
—Olhe Erick, não é...? —começou Alice.
—...Bonito —disse.
—Olhe como os diamantes...
—... cintilam.
Bella pegou sua taça de vinho mais e mais forte. Mike aproximou a boca a seu ouvido.
—Te teria comprado um diamante maior que esse.
Merda.
Jess se voltou para a Bella, com um olhar ferido no rosto.
—Não posso acreditar que não disse a ninguém que eu estava noiva.
—Isso foi ontem — Bella chiou. Uy, isso soou muito mordaz. Jess a olhou piscando, com lágrimas nos olhos. Merda. Mas antes que Bella pudesse pedir desculpas, Jess falou de novo.
—Suponho que Bella disse a todos que ela ia casar com Mike.
—O que? —Bella ficou sem fôlego.
Seus três colegas de trabalho a olharam boquiabertos.
—Vocês não sabiam que eu era o namorado da Bella antes de conhecer sua irmã? —Mike fingiu para parecer atônito e luzir envergonhado e inocente ao mesmo tempo. O bastardo.
—Não, não fomosi — disse Bella.
—Só você pensou que fosse seu namorado, Mike — Alice acrescentou, e Bella sentiu uma sacudida de alívio por seu apoio. Alice não conhecia toda a história.
Mike inclinou sua cabeça para um lado e suspirou —Então estava enviando todas essas flores a uma completa estranha? Sei que te faz sentir melhor fingir que esse era o caso, Bella, mas negar o que tivemos é muito doloroso — olhou ao redor da mesa. — Devo dizer que me surpreende que não confiasse em seus amigos. Sei que vocês teriam estado ali para ela se lhes tivesse dado a oportunidade.
Bella fervia de fúria. Alice parecia incômodada, Erick e Angela intrigados.
—Está falando merda — disse Bella em voz baixa. — Nunca fui sua namorada.
Mike abriu a boca horrorizado.
—Quer dizer que imaginei nossos encontros, quando sentamo-nos um junto ao outro no cinema a ver esse filme de vampiros e compartilhamos as pipocas , os cafés do Starbucks que bebemos as visitas ao zoológico, o museu, o jantar romântico em seu apartamento? Especialmente o jantar romântico em seu apartamento — piscou um olho. — Devo continuar?
Enquanto Mike falava, Bella o via acariciar os dedos de Jess. Os olhos da Jess estavam baixos, seu rosto tenso, muito, muito triste.
—Nada disso foi verdade — Bella sussurrou entre dentes, sabendo que deveria se calar que quanto mais dissesse, pior soaria.
—Né, você estava aí, eu estava ali — Mike riu, olhando ao redor da mesa, convidando aos outros a unir-se a ele.
Houve um silêncio por um momento. Bella estava tão furiosa, que agora não confiava em si mesmo para falar. O homem estava louco, que outra explicação podia haver?
—Bom Bella tem um novo namorado, assim acho que isso já não importa — disse Alice.
Bella sentiu a mão de Mike apertar seu joelho sob a mesa, seus dedos se cravaram até lhe machucar.
—É sério? —disse.
—Oh, Bella, por que não disse? —sua irmã quase pulava em seu assento.
Não havia nenhuma expressão no rosto de Mike e de algum jeito isso assustava mais a Anna que suas falsas emoções. Mas Jess soava tão desesperada porque fosse verdade que Bella quis batera cabeça contra a mesa. A dela ou a da Jess, qualquer uma serviria.
—Conheceu-o na festa? —perguntou Jess. Bella assentiu.
—Então você realmente estava com o homem que se parecia com Robert Pattinson — Jess começou a rir.
Notou o alívio em seu tom. Apesar de tudo o que Bella havia dito, ou talvez devido ao que disse Mike, Jess ainda temia que Bella o quisesse.
—Quando o verá de novo? —perguntou Jess.
—Não sei ainda.
—Acho que é porque não existe —disse Mike. — Oh, Deus, Bella. Está bem, sabe, não tem que fingir conosco. Somos seus amigos.
Os dedos da Bella ardiam de vontade que tinha de arrancar seus olhos.
—Sim, ele existe.
—Bom leva ao homem invisível a nossa festa de noivado no sábado — disse mike com voz satisfeita. — Todos gostariam de conhecê-lo.
—Por que diabos eu ia querer que ele te conhecesse? Você... você... mentiroso pedaço de escória.
Bella se levantou, pegou sua bolsa e jaqueta, e partiu.
Jake se sentou no carro tentando decidir o que fazer. Tinha mudado de ideia três vezes desde que tinha estacionado. Suspirou. Em pensar que era conhecido por tomar decisões rapidamente. Seria tão fácil ir, voltar para Edward e fingir que tudo estava bem. Mas nada tinha ido bem ontem à noite nem de manhã e Jake imaginava que nada mudaria esta noite. Edward ainda pensava em Bella. O modo que tratava Jake estava diferente, especialmente depois da briga, como se fosse mais amável e isso o fazia pior. O comportamento de Jake também era diferente porque finalmente havia aceito que ele não era suficiente para Edward, e isso doía. Jake apertou o volante mais fortemente até que os nódulos ficaram brancos. Edward se sentia culpado porque sabia que Jake estava doído e Jake se sentia patético por estar doído. Jesus, que confusão de merda. Mas não fazer nada não ajudava a nenhum dos dois.
Jake saiu do carro, fechou-o com o controle remoto e cruzou um lado da rua. Se houvesse qualquer possibilidade que a irmã de Edward houvesse voltado,Jake não teria arriscado, mas sabia que a casa estava vazia. A casa ao lado, foi onde teve a festa. A festa a que Bella foi. Jake tinha estado na casa da irmã de Edward uma vez e sabia que a casa do lado pertencia a uns aposentados assim era um trabalho fácil.
Bateu na porta. Não havia ninguém em casa, se sentou e esperou até que viu um homem e logo a uma mulher que entraram, agora alguém responderia a campainha.
Jake tocou a campainha antes que pudesse mudar de idéia. A mulher respondeu. Trinta e poucos. Cabelo curto e castanho. Óculos. Ligeiramente redonda, mas com um lindo sorriso.
—Sim? —perguntou.
A mão de Jake estava no bolso tocando seu distintivo, simplesmente faça. Ele o tirou e a abriu.
—Inspetor de polícia Black — disse Jake. —
Ele viu como o rosto da mulher ficava sem sangue. Merda. por favor, que não desmaie. Isto já lhe tinha acontecido uma vez e agarrou à mãe por pouco. Jake tinha ido para dizer que seu filho tinha morrido em um acidente de motocicleta. Essa tarde Jake tinha esperado até que os dois estivessem em casa para que nenhum pensasse que trazia más notícias sobre o outro, mas ainda e assim, tinham outros familiares. Tentou sorrir para tranquiliza-la. Ela ainda parecia petrificada. Merda, merda.
—Investigação rotineira — soltou Jake antes que as coisas se descontrolassem. Isso não era ´serio. Isto não era uma investigação rotineira e a coisa já saíra de mão. Estava fora de sua jurisdição, cheio até em cima de merda em uma barco sem remos.
—Melhor que entre — disse a mulher e Jakel deu um passo para dentro.
Seu coração palpitou. Estava mais assustado que se estivesse fazendo uma apreensão de drogas. Isto ia contra cada maldita norma do manual. Se descobrissem, estava encrencado. Jake seguiu à mulher à sala de estar.
—Simon, é a polícia — disse ela.
—Inspetor de polícia Black — repetiu Jake. — Sr. e Sra. Connel?
Jake tinha procurado seus nomes no registro eleitoral. Quando ele viu o homem enrugar a testa, sabia que tinha errado.
—Não, Connel não. Eles são os donos anteriores . Recentemente que nos mudamos. Nosso nome é Smith. Tenho o endereço dos Connel se quiser...
—Er, não, é com os proprietários atuais com quem tenho que falar.
Os dois trocaram um olhar, de novo mostrando preocupação em seu rosto.
—Aconteceu um crime nesta zona no sábado a noite ou talvez na primeira hora do domingo pela manhã e estou tentando localizar testemunhas.
Jake esperava que fosse o suficientemente vago para satisfazê-los.
—Que tipo de crime? Onde exatamente? —perguntou o homem.
Merda.
—Temo que não tenho autorização para dar detalhes mas preciso saber se viram alguém atuando suspeito na vizinhança. Olharam o um ao outro.
—Não, mas tivemos uma festa de boas-vindas no sábado de noite e durou até a madrugada. Estávamos ocupados com a festa — disse a esposa.
—Convidaram seus vizinhos? Não posso localizar os do lado.
—Estes à esquerda estão viajando, mas o cunhado vem para conferir o lugar de tempo em tempo. Não sei se ele esteve aqui no sábado. Que tipo de coisa deveríamos ter visto? — perguntou o marido.
—Homens espreitando pelos arredores — Jake mentalmente cruzou seus dedos. — Podia me dar uma lista das pessoas que estavam em sua festa e os dados de contato?
—Claro que podemos. Quer uma xícara de chá enquanto espera?
—perguntou ela.
Jake sorriu agradecendo, pensando que preferiria tomar uma coisa um pouco mais forte.
Dez minutos mais tarde, estava de volta em seu carro. Havia só uma Isabella, mas duas com seu sobrenome: Swan. Provavelmente uma irmã. Jake anotou todos os outros números telefônicos e direções inúteis que tinham os Smith. Eles não tinham o de Bella ou sua irmã, só a de seus pais. Mas os Smith disseram depois de pressionar um pouco onde Bellam orava. Jake sorriu de orelha a orelha. Primeira parte da missão cumprida. Menos de cem metros mais tarde, seu prazer se tornou ácido ao curvar-se com a agonia da indecisão. Deveria dizer a Edward o que tinha encontrado? Ou tentava encontrar a Bella ele mesmo primeiro? Talvez devesse calar-se, não fazer nada e esperar que Edward se esquecesse dela. Edward não tinha tentado encontrá-la. Suspirou. Não tinha opção. Se quisesse conservar Edward, tinha que arriscar-se a perdê-lo. Encontraria exatamente onde vivia Bella e logo diria.
Mike agarrou o buquê de flores do assento de passageiros antes de fechar seu Porsche. Havia um homem alto, moreno caminhando para ele enquanto se aproximava da casa dos Smith e ao passar po ele, Mike apertou os punhos. Apertou os caules e estremeceu. Era esse idiota com quem Bella tinha estado na sábado? Deveria perguntar? Mike duvidou e logo continuou andando.
Foi a lesma esposa gorda a que abriu a porta. Sra. "donadecasa", limpando-as mãos em um avental rosado. Quem merda usava aventais hoje em dia? Mike se espremeu a cabeça recordando o nome. Erin. Sorriu-lhe e lhe deu as flores, segurando por cima dos caules quebrados.
—Olá, Erin, um pequeno detalhe para te agradecer pela grande festa.
—Ah, que amável. Jess não está contigo?
—Não, somente eu — me convide a entrar, cadela estúpida.
—Quer entrar um minuto?
—Só durante um minuto. Estou indo me encontrar com Jess.
—tivemos um policial aqui — disse Erin ao fechar a porta.
– Ao que parece aconteceu algo no sábado a noite. Ele não disse o que exatamente, mas acredito que foi um roubo. Querem falar com todos os que estiveram na festa. Tivemos que dar nomes e números de contato. O detetive acaba de ir. Uma pena, porque poderia ter falado com ele, iria economizar tempo em ter que entrar em contato contigo.
Então esse não é o idiota com o que esteve Bella. Mike sentiu seus músculos relaxar.
—Perguntarei a Jess e Bella se viram algo suspeito. Embora nós a perdemos de vista. Lembra que não podíamos encontrá-la para compartilhar o táxi de volta? Jess acredita que conheceu alguém. Espero que tenha. Necessita de um homem em sua vida. Oxalá desistisse da ideia de me ter.
Mike suspirou e encolheu penosamente os ombros. Erin não parecia comovida.
—Eu não vi a Bella com ninguém — disse Erin com a testa enrugada—E você, Simon?
A TV desligou e Simon se virou para eles.
—Não, acredito que não ficou muito tempo. Ouvi que terei que dar parabéns. Outro casamento na família.
—Obrigado. Bella não aceitou muito bem. Jess e eu estamos preocupados que ela se envolva com alguém inadequado em uma tentativa de nos mostrar que está bem — Mike fez uma pausa. — Parece que falou de algum vizinho. Talvez do lado?
Simon riu.
—Bom, temos octogenários por um lado e a família do outro estão viajando.
—O cunhado que toma conta da casa—disse Erin. — Embora não tenha visto.
Mas Mike o tinha ouvido. Seu pulso saltou.
—Eles têm um gato?
Erin o olhou como se estivesse louco.
—Bom, não acredito que tivessem abandonado um animal se iam estar fora do país.
Merda.
—Ah não, certamente que não. É só que Jess e eu pensamos ouvir um em perigo enquanto estávamos no jardim. Talvez Bella subisse pela cerca para tentar ajudá-lo.
—Talvez, mas é Jess a louca pelos animais, não Bella — disse Merda, como se não soubesse já... Ela o deixava louco a respeito de ir a um centro de acolhida e adotar um cão.
—Bom, é melhor eu ir. Vamos marcar um dia para tomarmos algo — disse Mike. Não! Nem pensar. Então se recordou da festa de noivado. - Vamos fazer uma festa de noivado no sábado, estão convidados.
—Oooh, obrigado. Nós adoraríamos ir, não é, Simon?
—É obvio.
—Genial — Mike colocou um sorriso no rosto, queria o local cheio, assim poderia escapulir sem ser notado, para dar uns pegas em Bella.
A TV estava outra vez ligada antes que saísse da sala. Erin esperou na porta até que chegasse à rua, assim Mike teve que descer a rua, sentar um par de minutos e logo conduzir de volta. Aproximou-se de seus vizinhos e tocou a campainha. Três vezes. Ouviu como se deslizavam os ferrolhos, as chaves giravam e logo silêncio. Mike deu toques de impaciência com o pé. A porta se abriu com uma corrente posta e um senhor ancião o olhou atentamente através da fresta.
—Lamento incomodar — disse Mike.— Meus amigos, Erin e Simon Smith vivem ao lado de você. Eu estava em sua festa na sábado. Espero que não tenham se incomodado..
—Como?
Surdo ou estúpido? Importava? Mike deixou de tentar parecer plausível.
—Estou tentando entrar em contato com os donos da casa ao lado dos Smith. Entendo que eles estão viajando. Você conhece o cunhado?
—Edward. Homem muito agradável. Mike se arrepiou.
—Poderia me dar o endereço?
—Não.
Mike mordeu o interior do lábio.
—Número telefônico?
—E se você me dáro seu e eu lhe peço que entre em contato com você?
—Acho que não esclareci que estou com o policial que o visitou faz uns minutos. Esqueceu-se de lhe pedir os dados de contato de Edward.
—Que policial? Como disse que se chamava?
—Merda, esqueça —bramou Mike e foi embora.
A polícia não tinha visitado a casa do velhote? Mike quase tropeçou com o seguinte pensamento. O cara não era um policial? Voltou pro carro. Talvez o homem que passou era o idiota com quem Bella ficou. Então o que queria de Erin e Simon? Mike saiu do estacionamento e enquanto conduzia pela rua, sorriu. O cara estava tentando encontrar Bella. Pois estava dando golpes cego. Estava fazendo-se passar por um policial ou era verdade que era? Não importava. Quem quer que fosse, era passado.
Edward suspirou e tocou a campainha. Uma mulher baixa e bonita abriu a porta.
Ele ofereceu sua mão.
—Olá, sou Edward Cullen. Estou cuidando da casa do lado para minha irmã Rose e seu marido.
—Erin Smith. Olá — lhe estreitou a mão. — Justamente falava de você. Entre.
Falava dele? Edward a seguiu à sala de estar. Um homem suspirou forte e desligou a TV.
—Simon, este é Edward, o irmão de nossa vizinha ausente.
Edward deu um passo adiante e estendeu a mão.
—Que pena que não viesse um pouco antes —disse Erin, — Eu disse o mesmo a Mike. Os dois perderam à polícia.
Edward não estava seguro que palavras o impressionaram mais. Se o nome "Mike" (o cara que Bella tinha falado) ou se a palavra "polícia".
—Ao que parece houve algum tipo de incidente perto daqui no sábado de noite e tentam encontrar testemunhas. O policial queria saber se tinha estado ao lado. Nós não sabíamos seu número. Os vizinhos do outro lado o têm, não é? Quer me dar também, no caso de?
Fecha o bico. Edward quis gritar. Estava tentando concentrar sua cabeça em tudo isto.
—Se vir algo suspeito, assim posso lhe dar um toque — disse Erin. Edward pegou sua carteira e tirou um cartão.
—Qual era o nome do policial? —perguntou. Talvez se equivocasse.
—Você se lembra Simon? —disse Erin, girando-se para o homem do sofá.
—Inspetor de polícia Black.
Sentiu como se água gelada corresse por suas veias. Jesus, a que estava aprontando Jake?
—Tenho que ir — resmungou Edward e se voltou.
—O que era o que queria?
Edward abriu a boca e logo a fechou outra vez. girou-se.
—Para me apresentar. E desejar que sejam felizes vivendo aqui.- Tinha que escapar, encontrar um lugar para pensar.
— Você estava ao lado no sábado de noite? —perguntou-lhe o homem enquanto Edward se aproximava da porta.
—Sim.
—Oxalá tivéssemos sabido. Poderia haver-se aproximado para tomar uma cerveja. Imagino que o policial quererá falar com você também — disse.
—Espero que o faça.
Edward conseguiu chegar ao corredor sem dizer nada mais, mas a palavra escapou antes que Erin fechasse a porta.
—Bella.
Olhou-anos olhos.
—É minha prima. Ela estava com você? Edward assentiu.
—Não sei como me pôr em contato com ela.
—Não sei seu número. Pergunte ao policial quando falar com ele.
Eu disse o nome dela e onde vive. Dei-lhe o número de telefone de seus pais.
—Me passe.
—Não posso fazer isto. Não sei se Bella quereria que você o tivesse.
A porta se fechou em seu rosto. Edward pressionou sua testa contra a madeira. Merda.
—Posso sentiro cheiro.—disse Edward quando entrava no apartamento.
—Espero que tenha fome. Acho que cozinhei muito espaguete — disse Jake.
—Estou esfomeado.
Edward se sentou-se à mesa e olhou para Jake enquanto este trabalhava.
—Teve um dia ocupado? —perguntou Edward. Vamos me fale, me diga algo.
—O habitual. O chefe quer que o trabalho administrativo se faça mais rápido, que apanhemos aos ladrões mais rápido e que o que seja, e que nada possa danificar a placa com seu nome na porta.
—Não será você, espero.
Jake se virou e lhe dirigiu uma risada atrevida.
—Desta vez não.
Jake não disse nada mais e Edward imaginou que esperaria até que tivessem comido para lhe contar onde tinha estado e o que tinha averiguado sobre a Bella. Além disso, Edward enfrentava um dilema. se Perguntasse a Jake sobre a visita desta tarde, estaria admitindo que tivesse procurado Bella apesar de sua afirmação que não a veria outra vez. Por outra parte, se Jake não dizia nada, qual era o motivo pelo que o tinha feito? Por que razão tinha arriscado seu posto, tinha fingido trabalhar em um assunto oficial da polícia quando o dito assunto não podia ser mais pessoal?
Os dois comeram em silêncio.
—Está bom — disse Edward. — Sinto que seja o único que sabe cozinhar.
—Sim, mas não me quer por minhas habilidades na cozinha.
—Também não é pelo modo que dança, certamente não é.
Edward riu enquanto a cara de Jake avermelhava. Tinha dois pés esquerdos. Dois enormes pés esquerdos.
—Que tal o dia? —perguntou Edward, incapaz de esperar mais.
—Os cérebros criminais estavam todos encerrados hoje. Fiz um montão de trabalho administrativo e seguiu uma reunião informativa de segurança e saúde. Ao que parece, supõe-se que não devemos utilizar o spray de defesa ou a arma de choque para outro uso.
—Cristo. Fez algo assim?
—E temos que procurar não usar muito nossas insígnias.
Edward tomou um gole de vinho.
—Outro uso extremamente produtivo do dinheiro dos contribuintes, então.
Jake suspirou e recolheu os pratos da mesa. Algo dizia a Edward que não ia contar nada sobre a Bella, Edward desejava que contasse o que tinha feito. Jake encheu a máquina de lavar pratos e foi à pia, limpar o que não cabia na máquina. Edward girou sua taça pelo pé e tentou se por no lugar de Jake. Imaginou que Jake se sentia inseguro. Desde que Edawrd havia transado com Bella, tinha estado preocupado pensando nela e sabia que Jake tinha notado. Edward não era bom exteriorizando seus sentimentos. Estava acostumado a fugir a grande velocidade de tudo o que o expunha. Quando pediu a Jake que morasse com ele tinha se surpreendido quase tanto como ao próprio Jake, embora nunca o tivesse lamentado. Por mais que quisesse ver Bella outra vez, não queria perder Jake.
Edward deixou a taça, ergueu-se e se colocou atrás dele. Rodeou com os braços o peito de Jake, pressionando o rosto em seu ombro, soprando ar quente em sua camiseta. Ouviu o fôlego de Jake antes que ele suspirasse. Edward levantou a boca para o pescoço de Jake lambeu e mordiscou a pele. Acabara de comer, mas o sabor de Jake o fez sentir-se faminto.
Jake se esticou enquanto Edward levava uma mão sob sua camiseta e acariciava o triângulo sensível na parte baixa de suas costas. A pele agitada e ondulante enquanto os dedos encontravam a parte superior das calças tocando a parte superior de sua fenda. Jake se apoiou contra a pia.
—Sshh — gemeu Jake.
—Quero você—sussurrou Edwrd. Apertou-lhe o traseiro com as mãos e empurrou com os quadris sobre a coxa de Jake.
Jake se virou e seus lábios ficaram unidos, as línguas chocaram e as mãos os atraíram mais perto um do outro. Então, quase como se compreendessem a vez que estavam muito perto, apartaram-se, ficando tão somente unidos pelas bocas. A roupa começou a cair no chão, as mãos se moveram freneticamente até que estiveram completamente nus.
Edward se inclinou e passou os lábios pelo peito de Jake, lambendo um mamilo enquanto sua mão se movia para baixo pelo centro de seu corpo. A pele de Jake tremia sob o toque de Edward enquanto os dedos deslizavam para os cachos castanho escuro que encontrou sobre seu pênis. Quando ouviu o golpe da cabeça Jake contra o refrigerador, Edward retirou e seu relógio que agarrou em uma mecha de cabelo na virilha de Jake, que gemeu ao ficar liberado.
—Jesus, Edward. . Tome cuidado.
Edward voltou a colocar a cabeça no ombro de Jake.
—É isto o que quer?
Os pulmões de Jake exalaram ar quente, que chegou até o pescoço de Edward enquanto este lambia a curva da clavícula dele. Uma mão sobre seu quadril enquanto a de Edward rodeava com os dedos o pênis de Jake.
—Quer que seja cuidadoso? —perguntou Edward enquanto o bombeava, deixando a mão escorregar até a torcida coroa. Gotas de umidade molharam seus dedos e Jake começou a balançar os quadris, impulsionando seu pênis dentro do apertado punho de Edward.
—Não — ofegou Jake.
—Não o que? Quer que pare? —brincou Edward enquanto fazia rodar a palma sobre a úmida cabeça.
—Merda, não.
Edward se afastou e deu um passo atrás. Jake levantou a cabeça, abrindo os pesados pálpebras e lhe olhou fixamente.
—Quer que te suplique? —perguntou Jake com voz rouca.
—Poderia ser agradável.
—Por favor. Foda-me.
Edward olhou a suave extensão do peito de Jake, os fortes abdominais, a maneira em que os mamilos se endureceram e uma onda de desejo o atravessou, enchendo seu pênis com outra explosão de sangue que fez que se alongasse e se engrossasse ainda mais. A vista do pênis de Jake igualmente longo, grosso, com marcadas veias azuis e coroada pela cabeça brilhante e púrpura, levou a mão de Edward cheia de desejo até o ponto de luxúria desenfreada.
—Lindo — a voz de Edward soou espessa. Não recordava de já ter dito isto e devia lembrar-se. Como é que foi tão simples dizer a Bella na primeira vez que a encontrou e nunca havia dito a Jake?
—O que? Meu pênis?
—Tudo em você — Edward fez uma pausa. — Mas sobre tudo seu pênis.
Jake riu. Edward agarrou suas bolas e as fez rodar com cuidado na palma.
—Duras como pedras — sussurrou .
—Me pergunto por que.
Edward empurrou Jake em cima da mesa, com seu pênis se sobressaindo, retirou a pele para revelar a úmida ponta.
— Quer uma sobremesa — disse Edward.
—Iogurte grego e mel?
—Frio?
—Está no refrigerador. Edward riu.
—Perfeito.
Tomou o recipiente e tirou a tampa, os olhos de Jake se abriram.
—O que vai fazer? —Edward tocou os lábios com um dedo. — Molhar e aspirar ou verter e tragar?
—Não pode fazer as duas coisas? —a voz de Jake estava rouca de desejo.
Edwardpegou o pênis de Jake e o banhou no iogurte. Jake aspirou um fôlego.
—Jesus, está frio.
Os lábios de Edward rodearam a cremosa ponta do pênis de Jake e chupou.
—Ah Deus, agora não está — gemeu Jake.
Edward lubrificou mais o iogurte nas bolas de Jake enquanto apertava a base do pênis, lambeu lenta e sensualmente o tenso saco. Jake continuava gemendo, seus dedos ou acariciavam ou penteavam o desordenado cabelo de Edward.
Edward meteu o saco na boca, com delicadeza fazendo rodar as pelotas de Jake antes de as liberar, para depois as aspirar de novo, pressionando o sensível tecido com seus lábios, raspando ligeiramente com o bordo dos dentes até conseguir fazê-lo choramingar.
Edward soltou, empurrado Jake para trás para que seus cotovelos descansassem na superfície, então levantou as pernas de Jake pelos tornozelos e plantou seus calcanhares sobre a mesa.
—Quanto tempo vai me torturar? —perguntou Jake.
—Tanto que eu queira.
Edward percorreu com a língua da ponta do pênis de Jake, descendo por um lado e passando por seu saco até o pedacinho de pele debaixo. Justo nesse ponto sensível da raiz de Jake onde se pode tocar a próstata. Com as mãos segurando os joelhos dele, pressionou a língua com força detrás do saco e chupou.
—Ooh, Jesus — ofegou Jake.
Edward não parou, seguiu trabalhando o mesmo ponto, lambendo e chupando, às vezes esfregando com a barba. Todos os poucos segundos a ponta de sua língua media o franzido ânus e o repassava rodeando-o. Cada vez que fazia isso, os músculos das coxas de Jake se contraíam e os dedos dele se enroscavam no cabelo do Edward, puxando e logo liberando. Edward sorriu, sabendo que ele se debatia entre afastá-lo e atraí-lo até mais perto. Notou a repentina mudança da respiração de Jake, o fio desigual do som e se concentrou no mágico ponto de carne escura, chupando ligeira e ritmicamente. Edward olhou como se preparavam apertando a base do pênis de Jake e nesse instante, o sêmen explodiu sobre seu peito.
—Ah Deus, merda, merda, merda — a voz de Jake tremeu enquanto os jorros de sêmen seguiam saindo.
Edward adorava fazê-lo gozar sem tocar seu pênis, demonstrando assim seu controle sobre ele, mas agora agarrou o pênis e chupou o resto de seu orgasmo. Jake tinha sêmen sobre os mamilos, a ao longo de todo seu peito. Depois de terminar com a última gota,
Edward o deixou ir e Jake caiu para trás sobre a mesa. Bateu com a cabeça e gemeu.
Gotas de sêmen tinham gotejado da ponta do pênis de Edward, formando uma coluna lacrimejante de pérolas que cresceu até gotejar para baixo por seu pênis.
Tinha que foder Jake, mas queria lhe dar um minuto para recuperar-se, e dar a si mesmo um momento para recuperar o controle. Edward baixou as pernas de Jake que ficaram penduradas. Com seu corpo sobre a mesa e os braços estendidos parecia uma figura sobre um altar. Deixando cair a cabeça sobre o estômago de Jake, ele lambeu uma pouco de sêmen com a língua e o tragou.
—Posso prová-lo? —murmurou Jake.
Passando uma vez mais a língua, Edward se apoiou entre as pernas de Jake para pressionar a boca contra a de seu companheiro. As línguas dançaram unidas, trocando o sêmen de um ao outro até que Jake o roubou. Edward não podia esperar mais. Puxou Jake pelos pés e logo teve que estabilizá-lo enquanto ele se balançava para trás. Edward atraiu o cálido corpo de Jake para seu peito, escorregando sobre os restos de sêmen que ficavam entre eles, pressionando seu impaciente pênis contra a virilha de Jake.
—Cheiro bomm — sussurrou Edward.
—A que? A iogurte, sêmen e suor?
—A combinação perfeita.
Edward moveu seu quadril contra o do Jake, sentiu como o pênis dele acendia-se de novo e sorriu. Adorava quão sensível era Jake, adorava o olhar que aparecia em seu rosto quando gozava, uma mescla de agonia e êxtase. Deslizou uma mão entre seus corpos, e umedeceu os dedos com o sêmen que ficou, agarrou os dois pênis e os massageou juntos, a fricção enviou pulsos elétricos a seu pênis e intensificou a dor de seu saco.
—Ao quarto. Agora — ordenou Edward. Ergueram-se, esperou que Jake ficasse de pé e manteve a distância entre as mãos dele e seu pênis.
—Ainda não — precisava de um pouco mais de tempo.
—Foda-me — gemeu Jake recostando-se na cama.
Jake tremia em uma combinação de saciedade e desejo. Edward tinha dado a ele um orgasmo dilacerador e queria devolver o favor. Edward fez que girasse e o colocou apoiado nos joelhos. O pênis de Jake estava já recuperado, sobressaindo-se de seu corpo, crescendo a cada segundo que passava. Por como se sentia, soube que ia gozar de novo, muito em breve. O musculoso corpo de Edward, quente, suado, junto ao seu sua mão voltou a unir outra vez seus pênis esfregando um contra o outro.
Movendo o traseiro para Edward, Jake lutou contra o impulso de dizer que O amava. Não estava seguro de poder falar abertamente, e não queria que Edward pensasse que era algo que dizia devido só ao momento de paixão. Edward soltou o pênis de Jake , seus dedos começaram a massagear os tensos glúteos. Jake apertou as nádegas ao sentir o frio contato do lubrificante, nesse momento dois dedos introduziram-se diretamente em seu corpo.
—Tome cuidado — ofegou, mas Edward nem ligou.
Torceu os dedos em um movimento brusco e Jake mordeu o lábio para evitar gritar. Levou a mão para seu pênis.
—Deixa seu pênis — rugiu Edward.
Jake conhecia esse tom de voz e fez o que ELE dizia. Edward estava zangado por algo e Jake descobriria cedo ou tarde. A cabeça do pênis de Edward substituiu os dedos que foi abrindo passagem no apertado canal, um forte empurrão que teria derrubado Jake sobre a cama se não tivesse sido acompanhado pelo agarre de Edward em seus quadris puxando ele para trás. Não deu a Jake nenhuma possibilidade de acostumar-se, já que continuou se chocando contra ele como um touro enfurecido, esmurrando com o pênis seu traseiro. Jake se inclinou e gritou enquanto ele se afundava ainda mais. Edward golpeava com força. Muita força, muito rápido. Jake apertou os lençóis com os punhos e deixou cair a cabeça.
—Pelo amor de Deus, Edward! —ofegou.
A dureza com a que Edward o fodia levava Jake para o orgasmo. Uma parte dele queria que Edward parasse, outra parte precisava gozar outra vez antes que ele o fizesse. O rosto de Edward chegou até seu pescoço e o mordeu com força. Gritou e sentiu como o líquido sedoso saía de seu pênis para cair sobre a cama. Surpreendeu-se que ainda Tivesse algo dentro e pareceu que a última grama de suas forças tinha saído disparado de uma vez com o sêmen. Se Edward não o tivesse segurando, teria caído.
—Por que não me disse? —grunhiu Edward enquanto seguia empurrando.
—te dizer... o que...?
—Que procurou Bella. Merda.
—Para que, Jake? Quer espantá-la? Se assegurar que não esteja entre nós?
Jake lutava contra um torvelinho de emoções. Edward com um tremendo empurrão final no traseiro de Jake bramou seu orgasmo e ele enterrou um grito no colchão. Edward saiu rapidamente dele. Era a primeira vez que tinha feito algo assim. Jake jazia derrubado, tentando devolver um pouco de umidade a sua boca. Edward caiu a seu lado na cama, o olhando fixamente.
—Então? —perguntou Edward, sua respiração desigual.
—Pensei que poderia encontrá-la para você. Disse que não ia vê-la de novo, mas sabia que se tivesse como encontrá-la, faria. Não ia dizer isso até que não soubesse com segurança onde estava. Quero te fazer feliz, Edward. Merda.
Jake podia sentir a ameaça das lágrimas e pulou fora da cama. Não ia chorar e se o fizesse, não iria ser diante de Edward. O corpo doía, sentia dor. Edward o tinha machucado. O coração de Jake se encolheu como se Edward o tivesse alcançado pelas costas e o golpeado. Cambaleou na ducha e abriu o registro, pressionando o rosto contra a parede. Se qualquer um, com exceção de Edward, tivesse agido com ele deste modo, teria socado.
Edward entrou na ducha atrás dele e Jake ficou rígido, mas não se moveu, deixou só a água quente fluir sobre suas costas. Uns dedos indecisos esfregaram seus ombros, massageando os músculos.
—Desculpa — sussurrou Edward em seu ouvido.
—Sim.
Jake alcançou o gel de ducha e começou a ensaboar o dolorido corpo.
—Posso.
Jake não estava seguro se queria que ele o tocasse diretamente naquele momento, mas não disse nada e deixou o pegar o pote.
—É um policial, mas é um pouco lento às vezes. Jake apertou a mandíbula.
—Que que significa isso?
—Pensa nisso, Jake. Como pude saber que esteve procurando informação sobre Bella?
Sim, tinha sido lento. Jake virou-se para confrontá-lo.
—Também foi la.
—Não quiseram me dizer nada. Mandaram que perguntasse à polícia quando lhe visse. Que caralho estava fazendo? Mostrou seu distintivo?
Assentiu e Edward atraiu a cabeça de Jake para seu ombro, estreitando as mãos ao redor de seu pescoço.
—Fodido estúpido. Se o descobrirem, pode perder seu trabalho.
—Queria encontrá-la para você. Edward o abraçou com mais força.
— Eu te quero Jake, mas você não liga que eu a queira também? Vacilou.
—Só passou uma noite com ela. Como sabe?
—Só passei uma noite contigo e sabia.
Algo se rompeu dentro de Jake, a última e tênue esperança que as coisas poderiam seguir como estavam. Naquele instante tudo tinha acabado. Não podia se manter entre Edward e Bella. Seria como tratar de deter um trem em marcha. Destruiria-o. Mas podia sobreviver a isso. Sobreviveria.
—Ela tem uma irmã chamada Jess? —perguntou .
Edward assentiu e enquanto via os olhos dele se iluminando, Jake soube que os seu se apagava.
—Chama-se Bella Swan. Não sei mais que isso, mas posso tentar conseguir o endereço amanhã.
—Obrigado.
Deu de ombros entre os braços de Edward, com a cabeça cheia de pensamentos que não se a falar. Quem ele vai escolher¿ Quando ela souber o que somos e der um ultimato, a quem escolherá?
Bella não podia acreditar que estivesse fazendo isto. Já era muito mal estar sentada e sorrir para a câmera tentando soar alegre e entusiasmada enquanto descrevia sua miserável vida. E estava perdendo sua hora de almoço. Como se fosse um sinal, seu estomago rugiu. Deus, esperava que isso não saísse na fita. Bella saiu da sala de vídeo pálida e tremendo. Se alguém se interessasse por ela depois desta atuação, seria um milagre.
Estava na agencia * One For You*. Bella se deixou cair na cadeira, sua boca ainda congelada, estava bastante segura parecia um anúncio de um produto que branqueia os dentes, o do "antes", não o "depois". Janine, a dona da agencia, devia ter a mesma idade da mãe de Bella e tinha o mesmo corte de cabelo. OH, Deus, poderia ter sido sua mãe. Se abateu.
—Bom trabalho, não foi tão mau, sério? Estou certa que não terei problemas para te arrumar uma encontro com alguém — disse Janine.
Sem dúvida um cinquentão calvo pretendendo estar nos trinta, cuja noção de uma boa noite seria tomar um par de biritas em um pub seguidas de dois pacotes de batatas fritas, e que esperaria que pagassem a conta meio a meio. Era uma ideia louca. Bella sentiu como se a esperança caísse a seus pés. Olhou para baixo.
—Temos um grande número de clientes convenientes à caça de alguém como você. Não posso acreditar que não tenha encontrado nenhum jovem agradável. É apresentável, atraente, esbelta, tem um bom trabalho —Janine deu um sorriso feliz— e não é exigente sobre o que quer.
É obvio que sou. Sou exigente como o inferno, mas neste momento estou desesperada. Como consequência de não poder esperar muito, Bella tinha marcado todas as opções: mais velhos que ela, mais jovens que ela, calvos, gordos, estrangeiros, com duas cabeças, e qualquer coisa ao que normalmente diria não. Se daria bem se conseguisse um pastor de ovelhas setuagenário com uma perna de madeira.
—Não há razão para que ninguém esteja sozinha da sua idade hoje em dia—disse Janine.
OH Deus, que sorriso mais condescendente. Bella queria ficar doente.
—Bom, tem tanto para oferecer. Vamos ver o que escreveu — revisou o formulário de Bella. — Esquiar, nadar, passear, colecionar moedas, cozinheira gourmet, dança salsa — seu sorriso vacilou um pouco ao seguir lendo. — Tiro ao arco, malabarismos, origami, ler livros de horticultura, remar, comer fogo? —olhou Bella alarmada.
—Poderia ter posto mais, mas pensei que era suficiente.
—Mais que suficiente, possivelmente poderia tirar uns?
—Mas gosto de todos — mentiu Bella. Enfrentada a necessidade de pôr em uma lista suas gostos, tinha escrito cada uma das coisas que alguma vez tinham chamado a atenção, apoiando-se na ideia que algo disso atrairia a alguém. Rápido. Estava desesperada. Era terça-feira, a festa de compromisso era no sábado e tinha que ter um acompanhante, mesmo se fosse com um chef calvo comedor de fogo com uma perna de madeira.
—Bem, agora só colocarmos toda a informação em nossa base de dados e entraremos em contato.
—Quando? — perguntou Anna.
—Logo.
—Como de logo?
—Provavelmente em algum momento da semana que vem.
Nãooooooo.
—Tente esta tarde. Estou precisando muito encontrar alguém. Qualquer umta bom.
Os olhos do Janine brilharam e Bella retrocedeu. Na realidade não estava tão desesperada para aceitar um setuagenário calvo, pastor de ovelhas com ou sem perna de pau. Tinha que ser alguém razoável, se não sua família imaginaria o que tinha feito. Se os enganasse, não enganaria Mike.
—Quase qualquer um — disse ela.
Janine levou a mão por cima da mesa para dar leves golpes na mão de Bella como se fosse uma menina má.
—Tranquila, tranquila, querida. Não terá que se desesperar. Não quer dar essa impressão a um cavalheiro. Aproveitariam de você.
—Não me... —Bella tinha estado a ponto de dizer "importa", mas trocou por—: Não gostaria que isso acontecesse, é obvio, mas eu-eu estou tão desesperada por encontrar mi... —pausa para criar tensão e aguentar o ato reflito de engasgar-se— alma gêmea.
Mostrou sua expressão mais desejosa. Por sorte Janine era mais fácil de enganar que sua mãe.
—Farei tudo o que posso por você.
Bella retornou ao trabalho com o coração convertido em chumbo no peito. Sem importar com quem a arranjassem na agência, teria que levá-lo a festa de noivado e esperava podê-lo enrolar para que mentisse sobre quando se conheceram. Bella ofereceria dinheiro se fosse necessário. Talvez inclusive sexo. Estremeceu-se. Talvez não.
Estava a ponto de entrar de novo no edifício da SLS quando seu celular tocou. Jess. Sorriu. Por mais que tentasse ignorar sua irmã, não podia.
—Bella! —Jess chorou seu nome e rompeu em soluços e soluços.
Bella se arrepiou.
—O que houve?
Sua irmã continuou chorando.
—Jess, o que há?
Mais choro. O pulso de Bella disparou.
— Mamãe e papai estão bem?
Saiu um "sim" no meio pranto.
—Mike te deixou? —Por favor, que seja isso.
O choro acabou. Oops, coisa incorreta de dizer, pensou Anna.
—por que... Diz... Isso? —soluçou Jess.
—Está tão alterada, e se não for mamãe ou papai, então eu... — Bella achou que o buraco já era bastante profundo para enterrá-la. Parou de cavar.
—Meu apartamento se alagou. Ligaram no trabalho e tive que vir pra casa. Tudo está arruinado.
—OH Deus, Jess, sinto muito.
—O homem cima deixou aberto o registro da banheira. Disse que não tinha feito, que nem sequer tinha tomado banho esta manhã, mas o teto veio abaixo. —Jess começou a chorar outra vez. — Tive que voltar para a escola porque não podem conseguir um professor suplente para me cobrir esta tarde.
—Há algo que possa fazer?
—Pode ajudar a mamãe a solucionar a papelada?
—Não posso esta tarde. Tenho um documento para entregar esta noite. Posso ir depois do trabalho.
—Posso ficar em sua casa? —perguntou Jess com voz lastimosa.
OH, merda. Bella não queria que Jess ficasse com ela. De todos os modos sabia que deveria haver dito "sim" imediatamente e sem vacilar. Agora era muito tarde.
—É pedir muito? —disse Jess, seu tom era frio o que fez perguntar-se se antes estava atuando. — Esperava que minha irmã dê uma mão em caso de emergência?
Sim, é muito. Havia um milhão de motivos de não querer Jess em seu apartamento, Mike era o maior.
—Sabe Bella, poderia continuar dizendo que não está com ciumes, mas é tudo verdade, não é? Nem sequer disse que gostou de meu anel.
—Sim,disse. —Verdade que sim?
—Não mostrou o mínimo interesse. Seus amigos do trabalho o olharam mais tempo que você.
—Jess, sabe que eu não gosto de anéis. Não significou nada mais.
—De acordo.
Agora não havia nenhum rastro de lágrimas ou transtorno na voz de Jess. Parecia desagradavelmente tranquila.
—Tem-me prejudicado, Bella. Se realmente tivesse superado Mike, teria-me perguntado como se declarou. Sabe que sempre estávamos acostumados a falar de como aconteceria.
Merda, merda, merda.
—Sinto muito—era o melhor que Bella podia fazer.
—Então, posso ficar durante uns dias até que minha casa esteja arrumada?
Chantagem, mas que opção tinha?
—Ok. Deixarei o trabalho a tempo. Estarei em casa lá pelas 18hrs.
—Genial — Jess voltou a ser a borbulhante de sempre. — Podemos abrir uma garrafa de vinho e ver um filme de garotas.
—Ok.
—Obrigado, Bella. É a melhor.
Bella desligou o telefone e subiu. Não queria que Jess ficasse com ela, mas sabia que não tinha opção. Seus pais viviam muito longe para que Jess viajasse dali diariamente até onde trabalhava. Ensinava em uma escola e isso estava mais ou menos na soleira da porta de Bella.
Não tinha sido difícil para Jake conseguir detalhes sobre Isabella Swan. Agora sabia sua data de nascimento, onde trabalhava, que tinha três pontos menos em sua licença, mas não tinha carro, nem cartão de crédito nem de débito, nada em sua ficha criminal. Poderia ter averiguado mais, mas quanto mais investigasse, maior o risco que o pegassem. O que realmente precisava era seu endereço e agora o tinha.
Retornando de sua entrevista a uma vítima de uma facada, atualmente recuperando-se em um hospital, Jake foi para o escritório de Edward . Mostrou sua identificação ao segurança da entrada que lhe permitiu a passagem para os elevadores. Nunca tinha ido ver Edward no trabalho. Perguntava-se como reagiria.
Outra demonstração de sua identificação e a garota do balcão de recepção agarrou o telefone.
—Sr. Cullen, há um policial na recepção que quer falar com você.
Uma pausa. Jake imaginou que Edward estava perguntando quem era.
—Inspetor de polícia Black — pendurou o telefone. — Virá agora mesmo .
O lugar era todo de cristal escuro e curvas brilhantes. Escritórios elegantes para uma florescente empresa da cidade. Pagavam bem Edward, mas trabalhava duro por seu salário, a vezes vinte e quatro horas seguidas quando tinha uma data limite de entrega. Jake se virou quando uma porta abriu e Edward saiu de repente. Estava com um amplo sorriso no rosto e muito bonito com seu traje escuro que fazia que o coração de Jake desse sacudidas. Como o não estava certo se Edward demonstraria que o conhecia. Não sabia se ele ja havia dito algo do tipo com o que compartilhava a casa. Ser bissexual fazia a vida difícil.
—Ei, o que aconteceu? —perguntou Edward.
—Posso falar contigo um segundo?
—Claro. Virou-se para a secretária, estaremos na sala de conferências número três. Não estou pra ninguém.
Jake seguiu Edward por umas portas duplas e por um corredor. Edward abriu uma porta ao fundo e fez um gesto para que Jake entrasse primeiro. Assim que Jake entrou, ele fechou a porta, o empurrou contra a parede e o beijou. Jake estava tão alucinado que a princípio não respondeu. A língua de Edward pressionou contra seus lábios e Jake abriu a boca. Foi um beijo lento e comprido, e quando Edward se separou, estava com os olhos cansados.
—Justo quando estava me aborrecendo de tentar convencer um cliente que sua companhia estaria melhor sem ele ao leme. Então, o que aconteceu? —perguntou Edward.
Jake riu.
—Precisa perguntar?
Edward agarrou a mão de Jake e a pôs sobre sua virilha.
—Afastei você de algo importante — disse Jake.
—Sim, mas me trouxe algo mais importante — Edward acariciou o pênis de Jake.
Uma onda de luxúria percorreu Jake.
—Vim para te falar sobre Bella.
Olhou pra cara de Edward procurando uma mudança de expressão, mas não houve. Nem uma piscada. Jake tirou a mão da virilha, tirou um papel de seu bolso e o pôs no do Edward, acariciando.
—O endereço — disse .
Edward assentiu com a cabeça.
—Que mais descobriu?
—Suspeita-se que é uma assassina em série,incendiária, envenenadora e cleptomaníaca com três pontos negativos em sua carteira de motorista. Justamente seu tipo.
Edwar fez um gesto tenso com a boca.
—Obrigado. Devo-lhe isso. Jake deu de ombros.
—Perdoa-me? —disse Edward.
—Por quê? O que tem feito?
—Te entristecer, te fazer sentir menos importante em minha vida do que é — olhou diretamente aos olhos de Jake—. Como posso te compensar? Diga-me que me quer. Deixe-me te amar também. Fale-me sobre fazer um trio...
—Nada.
Edward suspirou.
—Não te mereço.
Não, certamente que não, merda.
—Não posso trancar esta porta — sussurrou Edward. —Siga -me.
Jake abriu a boca e logo a fechou de novo. Seguiu ao Edward pelo mesmo corredor e entraram no banheiro de homens. Edawrd conferiu os três cubículos e levou ajake ao do fundo. O pulso de Jake saltou em sua garganta quando Edward fechou a porta com o ferrolho. Edward baixou a tampa do sanitário e se sentou antes de aproximar Jake pelos quadris.
Edward pegou o botão de sua cintura e o desabotoou. O pênis de Jake tinha convertido suas boxers em uma pirâmide, com uma manchinha de umidade culminando a ponta. A boxer preta desceram de um puxão sob seu saco e Edward repassou sua língua pela cabeça do pênis de Jake. Tinha suas mãos apoiadas nos dois lados do cubículo. Embora não houvesse ninguém no banheiro, não podia fazer nem um ruído. Se lhes descobrissem, Edward estava ferrado, Por isso Edward estava fazendo isto, assumindo o mesmo risco que Jake, que tinha assumido ao usar sua identificação de policial para encontrar Bella?
Então a boca quente e úmida de Edward o engoliu. Fechou os olhos e deixou de pensar em nada que não fosse o que Edward estava fazendo. Mamadas longas e lentas em seu pênis enquanto os dedos acariciavam seu pênis com toques como de plumas. Jake sentia como seu sêmen estivesse subindo desde seus pés, só que estava tomando um desvio do pênis através de sua cabeça. Edward soltou seu saco para levar suas mãos ao traseiro, agarrando mais forte enquanto começou a tomar mais e mais do pênis na boca. Os quadris do Jake desejavam empurrar frente e atrás, mas se manteve com os pés firmes no chão deixando Edward ditar o ritmo. Quando Jake o sentiu sugar seu pênis, abriu os olhos e olhou pra baixo. Deixou escapar um sopro ao ver a lclara cabeça mamar-lhe, suas bochechas cavadas enquanto chupava.
De repente ouviu como se abria uma porta e vozes de homens. Edward não se alterou. Agarrou forte e trabalhou mais duro. Jake tentou conter-se, temendo fazer ruído, mas a fricção era implacável. A necessidade de deixar-se ir crescia como um vulcão tentando explodir. Seus joelhos tremiam pelo esforço de se iria explodir. Apertou os dentes, aguentou o fôlego e apertou mais firmemente suas mãos contra os lados do cubículo. Edward fez revoar sua língua pela ponta e então o levou até a garganta. Jake conteve a duras penas um grito. Edward sabia perfeitamente que ele era ruidoso quando gozava. Edward abriu os olhos e o olhou,Jake perdeu a concentração. Jogou a cabeça para trás e colocou uma mão na boca para tentar conter o grito enquanto disparava jorros de sêmen entre os lábios de Edward. As mãos dele aproximaram mais seu traseiro e o chupou mais forte.
Quando o último espasmo se desvaneceu, ouviu o barulho da corrente no banheiro do lado e Jake mordeu o lábio para não rir. Edward soltou seu pênis e o devolveu ao interior da boxers de Jake, fechando o zíper e o botão. Ficou de pé e o atraiu para seus braços, pressionando seus lábios. O som do secador de mãos parou e Jake levou a mão para o zíper de Edward. Este afastou-lhe a mão.
—Tenho que voltar para o trabalho — sussurrou ao ouvido.
Jake afirmou com a cabeça, mas se sentia doído. Maldição sabia que Edward tinha uma enorme ereção. Por que não queria que ele se encarregasse dela? Isto tinha sido um "obrigado" por encontrar Bella? Edward fechou a jaqueta para ocultar o volume em sua virilha e saiu do cubículo. Ninguém os viu sair do banheiro.
O acompanhou até a recepção.
—Vou chegar tarde esta noite — disse Jake silenciosamente. — Estou de Plantão. Não estou certo de quando voltarei,então não me espere para comer.
—Ok.
Jake queria perguntar se ele também chegaria tarde, se iria ver Bella, esperando que Edward dissesse que não. Sem importar com o que ele respondesse, Jake queria a verdade.
—Obrigado — disse Edward quando chegaram à recepção. — Se precisar de mais ajuda, venha outra vez.
Dando as costas à mulher, Edward piscou um olho. Jake não pôde evitar um sorriso.
