Então ela o viu, de pé, atras dos abutres, um buquê de flores na mão, sorrindo. Tentou que seu coração não se emocionasse, seguia pulsando. Não queria ter esperanças, mas apertava a garganta. Casado. Com filhos. Flores para sua esposa, disse uma voz em sua cabeça, mas ele caminhava para ela e Bella ficou ali de pé, desejando ser salva ou destruída.
—Já têm suas fotografias. Deixem-na — disse Edward.
—Foda-se — disse um dos fotógrafos.
—Foda-se você. Estão perseguindo-a —Edward pegou o telefone. — Vou a chamar à polícia.
A imprensa desapareceu como a névoa, mesclando-se entre as pessoas que pararam para olhar até que no final só ficou Edward.
—Não sou um mentiroso pedaço de merda — disse ele.— Não sou casado. Não tenho filhos. Aquela era a casa de minha irmã. Estão viajando e cuido da casa.
Bella deixou sair um cumprido suspiro, uma expiração de cada pensamento negativo que tinha tido dele. Suspirou e olhou Edward, recordando cada detalhe do que tinham feito.
Ele deu um passo para ela.
—Mas nem pense em riscar meu carro.
—Eu não...
— Eu sei — ele sorriu e lhe ofereceu as flores.
—Para mim?
—Não, para o precioso pássaro atrás de você.
Bella começou a dar a volta e de repente estava em seus braços e a beijava. Lábios suaves apertados contra os seus, sua língua que ia acendendo o caminho para sua boca. Vagamente registrou que já não segurava as flores e logo deixou de pensar e só sentiu. Os braços de Edward a mantinham a salvo, suas fortes mãos acariciavam suas costas, seu doce beijo, seu corpo firme sob seu toque, seu pênis rígido entre eles.
Uma mão em suas costas, deslizando debaixo de sua jaqueta, a sua pele, fazendo-a arder. Ummovimento rápido. Sutiã desabotoado e Edward suspirou em sua boca. Seus dedos se moveram pouco a pouco, toques como plumas sob seu seio e se aproximou para tocar seu mamilo. Um braço a mantinha perto enquanto brincava com ela, fez que a cabeça desse voltas pela luxúria.
—Procurem um quarto.
A brincadeira os trouxe de volta. Edward separou-se de sua boca com um ofego e sustentou ambos os lados de sua cabeça com suas mãos.
—Esqueci onde estamos. Você me fez esquecer. Vamos ser Presos —sussurrou ele.
Bella passou a mão por sua ereção.
—Não, você será preso.
Ele riu. Ela se inclinou, pegou as flores e as deu.
—Camuflagem — disse.
—Vem pra minha casa — disseram ao mesmo tempo e riram.
—Por favor — disse Bella e ofereceu sua mão.
Edwar segurou a mão de Bella. O simples prazer de sentir seus dedos entrelaçados tinha deixado seu pênis grunhindo, mas escondido e seguro atrás do buquet de cravos rosados e rosas cor creme. Nunca voltaria a ver flores da mesma maneira.
—Onde mora? —perguntou ela.
—A dez quadras.
Pensou em Jake.
—Moro com um amigo chamado Jake — disse. — É detetive de Polícia. Melhor ligar e avisar para que baixe a tampa do vaso.
Bella riu.
—Talvez seja melhor irmos a algum lugar para comer. Estou com fome —disse Edward, perguntando-se se isso daria bastante tempo para Jake.
—Ok.
—Há um pequeno lugar italiano na esquina, perto do meu apartamento. Não é vegetariana ou algo?
—Vegetariana ortodoxa e extremamente alérgica à salada.
Edward riu em silêncio e apertou seus dedos. Seu pênis ainda protestava, mas não precipitaria nada. Ela merecia mais que uma corrida à cama. O fato era que tinha que ligar para Jake e pedir, OH Deus, que tirasse suas coisas. O coração de Edward esmurrava detrás das costelas. Que demônios Jake iria pensar? Edward tinha que falar com ela a respeito de Jake e ele, mas acabava de encontrá-la. Não podia dizer tudo ainda.
Com Bella colocada em uma mesa na esquina, Edward foi ao banheiro. Jake atendeu no primeiro toque.
—Olá, o que acontece? —disse .
—Estou no Gino's com Bella.
Edward sentiu a ligeira demora na resposta de Jake.
—Isto é genial.
—Preciso que me faça um favor — disse. — Está em casa?
—Poderia ir — a voz de Jake era dura.
—Não preciso de seus serviços de polícial, companheiro — disse. — Ela não entrou em pânico quando disse que era um tira.
—Ta! Ta! Então o que quer?
Agora Edward vacilou. Jake suspirou.
—Quer que tire minha roupa, pegue o anel de pênis e que saia de sua cama?
—Algo assim — resmungou Edward.
—Não se preocupe. Não te denunciarei.
Jake cortou a ligação. Edward see perguntou por que havia ligado. Poderia ter ido pra casa de Bella. Não que não confiasse em Jake, mas Jesus, os lençóis, o lubrificante, as algemas, todos os brinquedos e a parafernália... não queria assusta-la.
—Eu gostaria de uma pizza quatro queijos — disse Bella quando ele se sentou.
—E de beber? Bella pensou.
—Branco ou tinto, ou algo suave? —perguntou Edward.
Olhou e seus lábios se curvaram em um sorriso. Edward suspirou.
— Tinto, por favor.
O garçom fez o pedido, Edward aproximou sua cadeira mais a Bella e lhe passou o braço pelo ombro.
—Como está seu traseiro?
—Muito melhor.
—Enquanto tento me acalmar, me diga que demônios esteve acontecendo desde que desapareceu de minha cama sem me dar um beijo de adeus.
—Resumindo — disse Bella e tomou um fôlego profundo. — Mike e Jess agora estão noivos. A casa de Jess se alagou. Ela se mudou para minha casa. Mike diz que tenho que lhe suplicar que me foda ou fará da vida de Jess um inferno. Para demonstrar que fala sério, ele danificou o próprio carro e disse à polícia que fui eu.
—Tudo tranquilo, então?
Isso arrancou um sorriso dela. Edward passou os dedos em seu cabelo.
—Não disse que Mike podia ficar com Jess em minha casa, mas suponho que deveria ter sabido que aconteceria. Ele me assustou. Entrou em meu quarto e pensei que ele...
Edward segurou seus dedos.
—Em seu quarto? Te fez algo? Bella sacudiu a cabeça.
—Não realmente. Já disse que ele quer que eu lhe suplique sexo. Isso não vai acontecer.
Edward foi às nuvens. Que merda pensava que estava fazendo esse homem?
—Sei que isto vai soar paranoico, mas estou certa que Mike organizou a inundação do apartamento de Jess. Acredito que entrou no apartamento do homem de cima e deixou aberto os registros. Tive que deixar Jess ficar. Depois do lance do carro foram embora, mas... posso ficar contigo esta noite? Talvez uns dias?
Edward afirmou com a cabeça e a beijou.
—É obvio que pode.
Edward chamou Jake quando abriu a porta do apartamento. Não houve resposta.
—Wow, este lugar é enorme — disse Bella.
—Três quartos neste nível, um salão no seguinte, e um terraço. Mostrarei tudo.
Edward ainda a segurava pela mão. Queria começar pelo quarto, mas não. E se Jake...?
—O terraço — Edward a puxou para as escadas.
Ele estava só meio escutando os comentários de Bella. Não havia sinal de Jake, o lugar estava impecável, havia champanhe em um balde com gelo na cozinha. Um jeito de Jake dizer que tudo ia bem, ou uma punhalada para fazer-lo sentir culpado? Serviu duas taças do espumoso e estendeu uma pra Bella.
—Não posso acreditar que haja dois homens vivendo aqui —disse ela. —Isto está tão arrumado. Tem uma faxineira ou algo?
—Ou algo. Vem e olhe o terraço.
Conduziu-lhe pela escada e Bella ofegou quando saiu ao terraço.
—Vista e um jacuzzi? —disse.
—E você — Edward beijou seu pescoço. — Gatinha, não estou seguro de quanto tempo mais poderei evitar de te arrancar a roupa. Meu pênis não está muito impressionado por meu controle. Suspeito que minhas bolas estão martelando na garganta e não posso recordar a última vez que me senti assim tão desesperado para fazer sexo com uma mulher. E quero te foder, gatinha. Quero meu pênis dentro de sua quente vagina e do seu lindo rabinho.
Bella choramingou. Edward a fez virar de frente a apertou contra seu peito.
—Você gosta quando falo sujo? —sussurrou-lhe ao ouvido.
—Estava falando? Sinto muito, não estava escutando. Edward riu.
—Não estou certo de qual pedacinho eu quero provar primeiro. Suas lindas orelhas, seu sedoso pescoço, esses alegres mamilos ou sua vagina. Você vai ver de quantas maneiras posso te fazer gozar e quão alto posso te fazer gritar. Esteve em minhas fantasias desde que te vi se pendurada naquela cerca, mas quero te ter na realidade. Você é corajosa¿.
—Uma vez me queixei porque meu bife era muito grande. Edward sorriu de orelha a orelha sobre seu cabelo.
—Deixa de tentar me distrair. Estou pensando em couro negro e cinturões apertados e sexo duro e...
—E o que?
—Mais tarde — murmurou.
Sua mão se moveu para seu peito e o espremeu. Bella, estremecendo, deixou escapar o fôlego.
—Eu gosto de seus seios — sussurrou. — O meu pênis gosta dos seus seios. Quer fazer uma cama entre eles, roçar ao longo desse suave vale e logo explodir contra sua garganta. Quero meu sêmen por toda parte em você, sua nata por toda parte em mim. Ah merda, tem que tomar pílula. Não quero usar camisinha. Quero te sentir em meu pênis.
Ela tremeu contra ele.
—O que foi? —perguntou ele.
—Tem que parar de falar. Edward riu.
—Posso confiar em você? —perguntou ela.
Edward enterrou o rosto em seu pescoço. Confiar nele? De que modo? Mas só poderia dar uma resposta.
—Sim.
—Estou tomando pílula. Ele se ondulou contra ela.
—Posso voltar a falar.
—Você esta limpo, Edward?
Não realmente, mas sim o era no sentido que ela perguntava.
—Estou limpo, sim.
Bella se retorceu para olhá-lo.
—Já basta de conversa.
Então ela o beijou. Nada de um doce roçar de seus lábios e os dela, se não um beijo poderoso que golpeou Edward como um trem. Fodeu a boca com sua língua. Seu desejo por ela passou de intenso a absoluto. Era pela combinação de anjo e demônio, sua doce inocência e sua malvada mente? Edward gemeu, ia ficar louco.
Bella tinha o olho posto na jacuzzi, mas Edward a conduziu abaixo ao primeiro andar.
—Qual é o banheiro? —perguntou Bella. — Não quero cometer nenhum engano, no caso de ter um armário cheio de cabeças de mulher.
Edward acariciou seu queixo.
— Começa a notar minha barba azul?
Bella passou seu polegar pela barba de dois dias.
—Sim e é muito sexy, mas não quero que me arranhe. Já tenho o rosto o suficientemente vermelho no trabalho.
—Me barbearei rápido. Cada quarto tem seu próprio banheiro.
Empurrou e abriu a porta, olhou dentro e a fez entrar. Bella perguntou-se se não o tinha imaginado, mas pensou que tinha ouvido um pequeno suspiro de alívio. Tinha que deixar de suspirar constantemente de alívio. Edward não era casado. Estava com ela.
Tinha-a salvado de uma manada de cães. Só que como a havia encontrado? O jornal não dizia onde trabalhava. O sorriso se desvaneceu.
—Espera aí. Fija que é uma estátua — disse ele.
Bella caminhou para uma janela. Outra grande vista. Perguntou-se se Jess e Mike estariam em seu apartamento, se lhes importaria onde estivesse ela.
O quarto de Edward era o dobro de tamanho que a sala de estar de Bella. Uma cama enorme coberta por um edredom azul. Guarda-roupas embutidos com portas de espelho. Gabinetes de madeira clara e gavetas. Uma grande TV fixada à parede.
—Acredito que você foi um desastre no teatro quando estava na escola — disse Edward atrás dela. — Se pôs a correr por todos os lados quando lhe disseram que fizesse uma árvore?
—Não sou boa ficando quieta.
—Tão pouco eu — levou a mão dela para seu rosto e a deixou sentir sua barba feita.
—Obrigado.
—Acredito que eu gostaria de um "strip-tease" lento — disse Edward e se deixou cair na cama, colocando-as mãos atrás da cabeça.
Bella se aproximou do pé dele.
—Né! Mas não eu.
—Posso te despir devagar.
Tirou-lhe o sapato, logo com cuidado, tirou as meias de seu tornozelo. Quando lhe massageou o pé, Edward gemeu. Bella esfregou e torceu cada dedo do pé, usou seus polegares para apertar sob seu arco e logo deslizou suas mãos dentro de sua calça a cada lado de suas panturrilhas e amassou os músculos.
—Ah Cristo. O que está fazendo?
—Um lento e provocador strip.
Bella repetiu a ação com o outro pé e enquanto ele tinha os olhos fechados, ela se livrou de seus sapatos e jaqueta.
—Proibido tocar — disse ela enquanto se inclinava para desabotoar sua camisa branca. Bella deslizou os dedos pelo seu peito, excitando sua pele com uma carícia emplumada antes de ir para baixo. Quando sua camisa esteva aberta puxou de suas calças, logo se inclinou para lamber um mamilo , desenhando-o entre seus dentes,
Chupando-o com cuidado antes de estalar sua língua sobre o duro pedaço. A mão de Edward tocou seu quadril.
—Não! O que lhe disse? —disse.
—Se for mau, me castigará?
Bella o olhou nos olhos. Edward era alguém que empurrava os limites. Empurraria com ele ou seria empurrada?
—O que prefere? — perguntou. — Recompensa ou castigo?
Ela não tinha nem ideia do que falava, mas quando Edward tinha expulsado aqueles fotógrafos, seu entusiasmo tinha saltado das nuvens. Era de novo uma menina em véspera de natal, sabendo e não sabendo o que ia vir. Um olhar em Edward acendeu sua luxúria ao máximo. Não somente no aspecto físico. Poderia ser perigoso, mas algo lhe dizia que podia confiar nele.
—Escolhe você — disse ele, sua voz rouca.
Bella sacudiua cabeça. Ah Deus, se ele a tocasse agora, ela se desmacharia. Podia sentir a umidade em sua calcinha. Um toque iria voar. Seu clitóris zumbia, seu coração martelava. Era uma surpresa que se recordasse como respirar. O que diria ele? Que diabos ia fazer ela? A recompensa ou o castigo poderiam ser o mesmo. Ele nunca saberia.
—Castigo — sussurrou ele e Bella poderia ter jurado que os olhos dele se acederam.
Ela se inclinou um pouco mais perto de sua cabeça.
—Que foi? —Edward perguntou.
—Presas.
Ele riu e se sentou enquanto ela puxava sua camisa.
—Acredita que sou um vampiro?
—Homem lobo¿
Bella tirou a saia e a pôs sobre o respaldo de uma cadeira. Logo sua camisa. Teria que usar a mesma roupa outra vez amanhã. Quanto menos enrugada, melhor. Voltou-se para Edwardsomente de sutiã e calcinha de cetim azul pálido , ambos rematados com um laço negro.
—Ah Cristo — gemeu Edward.
—Nada de tocar, lembra.
Bella pôs seus joelhos a cada lado dos dele e mecheu no botão de suas calças.
—Coloca a barriga para dentro. Não posso abri-lo, está muito gordo. Edward grunhiu.
—Você sabe malditamente bem que não é isso o que acontece. Há um presente para você ali. Estive mantendo-o seguro.
Bella abriu o botão e baixou o zíper. O suspiro de alívio de Edward, quando abaixo as calças, soltou uma risada. Seu pênis se sobressaía anguloso de uma boxer tentadora.
—Ohh, uma das pirâmides menores do Egito — disse Bella.
—Bella!
Então ela meteu o pênis na boca, expirou através de sua boxer e o calou de repente. Provou o salgado pre-sêmen da mancha úmida e chupou o tecido, que saia da cabeça de seu pênis até que ele levantou os quadris da cama. Suas mãos agarraram a cintura dela e Bellavoltou para trás.
—Menino travesso. Disse para não tocar.
Edward deixou cair suas mãos na cama.
—Me castigue. Posso suportar.
—Tem pinças?
—Não.
—Ah, essa resposta foi muito rápida, Edward. Está mentindo. Bella estava certa. Não estava muito seguro se ela estava tirando um sarro pela mudança de homem totalmente crédulo a um nervoso, mas disposto que ela tomasse o controle o fez sentir faíscas por todo o corpo. Tirou suas calças e as dobrou cuidadosamente antes de colocar no respaldo de uma cadeira.
—E o que tem , um chicote? —perguntou ela.
—Acredito que pode ter um no armário.
Bella ofegou e ele riu dissimuladamente. Quase a mandava olhar.
—Qual vai ser meu castigo? —perguntou.
—O que é a pior coisa que te vem à mente? —Bella deslizou suas mãos por sua bóxers e a desceu por suas coxas.
—Pinças.
—Além de pinças.
—Que me batam com uma pá no traseiro. Bella riu.
—Isso não me excita. Pensei em algo que realmente você não gostará.
Ele parecia tão preocupado que Bella teve que morder os lábios para conter a risada.
—Nada de sexo. Vamos dormir um ao lado do outro e sem nos tocar — disse.
Edward soltou um ruidoso grunhido e a gota de pre-sêmen que estava formando na ponta de seu rosado pênis caiu sobre sua barriga.
—Não, não, não, não — se queixou e se levantou sobre os cotovelos para fulminá-la com o olhar. — Acabou o jogo. Quer ficar em cima ou em baixo? Essa é toda a escolha que tem.
—Vamos.
Bella desabotoou o sutiã, tirou a calcinha e avançou lentamente em cima do corpo de Edwardd, deixando cair beijos ao longo de sua pele, brincando com o pelo do interior de suas coxas com seus lábios até que ele se retorceu e a agarrou pela cabeça. Seu saco estava cheio e pesado, a enrugada pele firmemente estirada. Ela arrastou seu dedo ao redor, riu quando se juntaram e separaram-se. Os quadris deçe se levantaram da cama.
Ele puxou ela para que deslizasse por seu corpo e a pudesse beijar. Uma mão sustentava seu queixo, a outra a colocou entre suas pernas. Um golpe de seu polegar perto de seu clitóris e Bella gozou, cega por um momento, espirais de impulsos elétricos percorrendo seu corpo, unindo-se às contrações de sua vagina. Edward apertou mais fortemente seus lábios contra os dela e engoliu seu orgasmo enquanto ela ofegava uma e outra vez em sua boca.
Bella é mais linda que uma gatinha, pensou enquanto ela tremia contra ele. Desfez-se como um merengue, toda suave e doce. Seu saco doía tanto que não estava seguro que alguma vez lhe perdoassem o perpétuo baile entre a dor e o prazer, mas, desesperado como estava, havia um par de coisas que queria fazer antes de fode-la. Edward deu um suave empurrão nas costas. Seus mamilos estavam duros, projetando-se para sua boca para chupar, lamber, beliscar. Ninguém poderia haver resistido. Ele grunhiu profundamente em sua garganta e os agarrou. Só quando se sentiu satisfeito ao havê-la posto em um estado de frustrante desespero, deslizou para baixo.
Ela cheirava a sexo, a luxúria e paixão, e o pulso de Edward saltou ao pressionar seu rosto contra suas dobras e lambeu. Sua gostosa nata cobriu sua língua e fez água a boca. Seu pênis soltou um jorro de advertência, a areia estava chegando no fim da ampulheta. Jax usou seus ombros para separar suas coxas e afastou suas inchadas dobras com os lábios para poder capturar o clitóris com os dentes. Ela deu um coice quando ele beliscou, seus dedos se enroscaram no cabelo dele, mas não o afastou.
Enquanto Ele jogava com o diminuto pedacinho de carne, estendeu os braços até que colocou as mãos em seus seios, girando seu dedo indicador e polegar sobre seus mamilos. Marcou um ritmo, um contato duro depois de outro, do seio aos clitóris ao seio, cada vez mais rápido até que ela se retorceu em baixo dele, ofegando seu nome, e Edward soube que se não entrasse dentro dela nos próximos segundos, gozaria por todo o lençol.
Com um rapido movimento, deslizou ficou por baixo, colocou-a sobre seu furioso pênis e deixou que ela se empurrasse para baixo. O indescritível prazer, a sensação de chegar em casa, de sentir-se quente e bem, fez que explodissem estrelas em sua cabeça. Edwardcaiu e a deixou montá-lo até levá-lo ao esquecimento. O fato que ia gozar já não importava, ela iria com ele, a respiração rápida e entrecortada de Bella indicava que faltava pouco.
Seus quadris se levantaram,Edward não podia evitá-lo, conduziu seu pênis em sua suave e sedosa vagina, deixou-a apertá-lo contra ele antes de retirar-se para dar o proximo empurrão, mais duro, mais eletrizante. Trabalharam ao mesmo tempo, seus movimentos perfeitamente emparelhados, e Edward deixou de se conter. Fracamente consciente do grito de Bella, um grito estrangulado explodiu em sua garganta. Fogo branco disparou em sua virilha e ele a encheu de um fervente rio de sêmen, jorro atrás de jorro enquanto ela tremia, ordenhando seu pênis.
Ela caiu sobre seu peito , a rodeou com os braços, convertido em um satisfeito montão de músculos frouxos. Não uma gatinha, uma tigresa.

Jake tombou de costas em seu quarto, que quase nunca usava, em sua cama, que nunca usou e escutou Edward foder Bella. Nunca tinha imaginado quão finas eram as paredes, mas claro, nunca antes tinha acontecido nada em nenhum outro quarto. Ele tinha tirado todas suas coisas do quarto de Edward, e tinha arrumado todo o apartamento. Jake não podia evitar de se perguntar se a próxima vez que trocasse suas coisas seria para as devolver onde estavam antes ou para as tirar do apartamento.
Deveria ter saído e se apresentado quando Eles tinham chegado, mas não estava seguro de poder comportar-se civilizadamente. Tinha passado por sua cabeça sair, encontrar uma mulher e trazer pra casa, só que não gostava. Desejava que Edward saísse e o levasse pro quarto, desejava os três juntos... Jake tirou as pernas da cama e ficou de pé. Nenhuma mulher para compartilhar nenhuma mulher para ele somente; havia só uma maneira de livrar-se dessa ereção.
Entrando no banheiro, abriu a ducha fria. Isso deveria funcionar. Uma mão sob o gelado jorro de água e mudou de ideia, girando o registro à água quente. Havia outra maneira de se livrar do problema, e fazia um ano desde que ele fez isto sozinho no banheiro pela última vez. Usou a mão para amassar seu pênis antes que seu cabelo estivesse molhado. Com a frente apoiada nos ladrilhos, os olhos fechados, um pênis grosso e sensível, a mente de Jake estava cheia de Edward, mas com uma imagem adicional, um corpo suave entre eles, redondas curvas e seios suaves, pele sedosa e mãos doces. Os dedos de Jake apertaram mais e moveu seu punho mais rapidamente