Obrigada Ana Carolina pela dica. Agora consegui. Mais de 800 pessoas acompanhado a fic. Fiquei super feliz com isso. obrigada a todas. Como sei que tem bastante gente lendo agora vou continuar postando, e como forma de agradecimento vou postar um SUPER cap.
Com suas longas e claras pestanas descansando sobre suas bochechas e seu rosto
depravado enquanto dormia, Bella pensou que Edward parecia anos mais jovem. O edredom tinha acabado aos pés da cama no calor da noite e os dois estavam esticados juntos lado a lado. Eletinha uma mão rodeando seu próprio pênis e a outra repousava entre as pernas dela. Sua respiração relaxada assegurava que estava dormido, mas quando tentou se mover, sua mão pinçou mais profundamente e gemeu. Bella riu dissimuladamente. Golpes de excitação a
atravessaram quando o olhou. Seu peito musculoso e suas longas e poderosas pernas
eram perfeitas. Seu desordenado cabelo, perfeito. Seus olhos , perfeitos. Bella tentou
pensar se havia qualquer parte dele que não gostasse. Devia haver imperfeições, mas esperava que fossem perdoáveis.
Bella tinha a sensação que Edward era um alfa dominante, mas na noite anterior havia se contido, sem pressionar.
Perguntava-se se tinha que ver com o que lhe tinha falado a respeito de Mike. Talvez Edward se
desse conta que era um mau momento para assumir o controle. A Bella não importava que a
cuidassem, mas não o necessitava. Ainda e assim, gostava que ele quisesse fazê-lo.
Suas necessidades eram mais físicas. A exigência de usar o banheiro se fez muito forte para
ignorá-la, e arrumou para sair da cama sem incomodá-lo. Vestiu a camisa branca dele e
fechou os botões. Era o suficientemente longa para cobrir seu traseiro, assim se esqueceu da
calcinha, o que parecia bem, já que a que tirou na metade da noite e estavam ainda molhadas. Uma vez resolvido seu necessidade, Bella morria por uma xícara de chá e imaginou que
poderia preparar uma para os dois.
A luz entrava em torrentes pelas janelas. Outro dia cinza, mas pensou em quão genial era que o apartamento não fora muito visível, a não ser que alguém tivesse um telescópio ao outro lado do rio. Ela se virou, subiu a camisa e mostrou o traseiro pela janela. Rindo, entrou na zona da cozinha, tudo liso, mármore reluzente e açol, e revolveu entre os armários até que encontrou xícaras e saches de chá.Pegou o açúcar e pensou.
—Não, ele não toma.
Bella apertou mais forte o pote e deu a volta para encontrar-se com um homem alto e de
cabelo escuro. Tinha os olhos escuros e as sobrancelhas franzidas em desegrado,usava somente uma calça de pijama cinza. Seu peito era todo curvas e planos com uma linha de pelo escuro que conduzia A... levantou rapidamente o olhar.
—Você é Bella.
—E você Jake.
Ela deixou o açúcar e ofereceu a mão. Ele vacilou um momento e logo deu um passo adiante. Por causa da expressão de seus olhos, Bella esperava uma saudação superficial, mas ele
tomou forte e segurou sua mão. O que ela não esperava foi o raio que disparou desde seu braço e atravessou o coração, passando por entre suas pernas.. Meu Deus. Que diabo foi isso? Soltaram-se de uma vez e pelo que viu na expressão da cara dele, ela não tinha sido a única que havia sentido algo. Eletricidade estática?
—Quer uma xícara de chá? —perguntou ela.
—Eu faço — disse ele.
Bella captou o tom brusco e se perguntou o que ela teria feito.
—Sei como ele gosta — murmurou Jake.
—Espero que não ache ruim que eu fique por um tempo — disse ela olhando o seu muito
agradável traseiro. Ooh... — É só até que consiga tirar a minha irmã de meu apartamento.
Bella não imaginou a rigidez de seus ombros. Ele não disse nada. -Prometo que pago a comida e o aluguel — sua voz se apagou. Talvez devesse ter deixado Edward se encarregar disto.
Ele se virou e empurrou as duas xícaras para ela.
—Para você sem açúcar, não?
Na realidade, ela teria gostado de uma colherada, mas não se atreveu a dizer.
—Obrigado.
Ela saiu rápido.
Edward despertou quando ela pôs as xícaras sobre a mesinha . Abriu os olhos e sorriu.
—Minha própria criada. Terei que te conseguir um uniforme.
— Jake as preparou. Bella percebeu a mudança dele. Ficou rígido.
—Ele? O que achou?
—Parece agradável — disse ela, embora na verdade não estivesse segura do que pensava
sobre ele. Bonito, com uma personalidade de merda, mas não queria fazer um julgamento
apressado.
—Ele é agradável a não ser que seja uma criminosa.
Ela riu.
—Tem um corpo agradável também.- Edward a puxou para ele.
—Melhor que o meu?
—Não sei. Não vi tudo.
—Ele usava roupa? Normalmente anda nu pela casa.
Bella ficou vermelha.
—Talvez por isso não pareceu especialmente contente comigo ficando aqui por uns dias.
—Estará bem. Falarei com ele.
Bella se aconchegou nele, passou a mão ao longo de seu peito e a repousou no quadril,
fazendo desenho com o dedo sobre sua pele.
—Tenho que te pedir um favor — sussurrou ela.
Edward a aproximou mais para que ela sentisse sua ereção entre os dois.
_ Jess e Mike vão fazer uma festa de compromisso no sábado a noite . Disse
que levaria uma pessoa.
—E quem ia levar?
—Eu tinha pensado em um pastor de ovelhas calvo e coxo da agência de encontros, mas acho que le não vai poder.
—No sábado — disse Edward com um suspiro.
—É um problema? Realmente não quero ir. Poderia fingir estar doente.
—Temos que ficar muito tempo?
—Só o suficiente para que vejam o fabuloso, fantástico, bonito e sexy homem que tenho.
—Então um abrir e fechar de olhos, não?
—Essa é a ideia — disse ela, ja se perdendo naquele corpo maravilhoso. Jake se sentiu mal quando se deu conta que Edward ia sair para o trabalho sem se despedir dele. Saiu de seu quarto quando ouviu abrir a porta principal.
—Edward, posso falar contigo um momento? —disse. Os olhos de Edward foram de Jake pra Bella; —Em particular.
—Te vejo logo mais. Vou chegar tarde — disse Bella e escapuliu. Edward fechou a porta de repente atrás dela.
—Que merda é essa? —perguntou Edward.
Jake lutou para se controlar.
—Mas bem o que é que acontece contigo. Edward o fulminou com o olhar. —Cospe Jake. Por que está tão zangado? Estava de acordo com isto, o que mudou?
—Ela vai viver aqui.
—Só uns dias. Até que consiga tirar a sua irmã do apartamento.
—Merda, Edward. Uma vez que a tenha aqui não a deixará ir.
Jake resistia enquanto Edward tentava aproximá-lo de seus braços.
—Venha, Jake. Será genial, você verá. Vai se encantar com ela. Não seja tão
idiota. Será genial tê-la aqui.
Jake se sacudia para se soltar e apertou mais os punhos.
—Genial para quem? Nem sequer me perguntou a merda. Os olhos do Edward se estreitaram.
—Não tenho que te pedir permissão. Este é meu apartamento.
Jake pensou que já tinha começado, Edward podia lhe apunhalar no coração. Tombou para trás
cambaleante contra a parede.
Não se incomodou em ocultar o dano que as palavras de Edward tinham causado.
—Estou fodendo com sua vida? —perguntou . — Bom, imagino que isso me coloca em meu
lugar. Perdoa que tenha forçado meu pênis em sua garganta, perdoa que obrigasse a foder meu traseiro.
Edward abriu a porta e se virou para enfrentá-lo, seus olhos duros e frios como Jake nunca os tinha visto antes.
—Vou sair com ela amanhã a noite.
Quando a porta se fechou de repente, Jake caiu de joelhos. No sábado fazia um ano que ele e
Edward estavam juntos. Eles tinham planejado... Oh Deus, sua vida se fazia em pedaços.
Bella não ligou o celular até chegar no escritório.
Dez chamadas perdidas de Jess e uma de sua mãe. Outras vinte de números não
reconhecidos que ela imaginava que estariam relacionados com o do carro de Mike. Uma vez
mais, com a esperança que Jess houvesse finalmente visto a luz, retornou a chamada.
—Onde esteve? —gritou Jess.
Sustentou o telefone a distância de seu ouvido enquanto Jess destrambelhava.
—Estivemos doentes de preocupação. Pensávamos que faria alguma estupidez. Onde
estava? Por que não veio para casa?
Casa? Bella se arrepiou. Era seu maldito apartamento.
— Fiquei com um amigo.
—Poderia ter ligado e avisado Mike e eu tínhamos cozinhado uma comida com
camarões-rosa, assim poderíamos ter tido uma conversa e esclarecer as coisas. Esperamos e
esperamos.
Bella se perguntou por que os camarões-rosa eram importantes. Mas não perguntaria e não
pediria perdão. Não era ela a que estava equivocada.
—Ainda está em meu apartamento?
—Bom, sim. Mike sairá com seus companheiros esta noite, mas disse que talvez passasse
mais tarde. A que horas volta?
—Não volto até que os dois tenham saído do meu apartamento.
Bella desligou o celular. O que havia dito a Jess não era de tudo verdade. Depois do
trabalho voltaria para empacotar algumas roupas e sua escova de dente. Se no final não ficasse com Edward,iria pra outro lugar, não iria voltar até que pudesse trocar as fechaduras.
Jake sabia que tinha que arrumar as coisas com Edward. Não era sábio esperar que o menino se desculpasse,ele não estava seguro que Edward soubesse fazê-lo. Não queria sentir ciumes, mas como não sentir? Parte dele queria que os três se entendessem juntos na cama e outra
parte dele queria que Bella desaparecesse. Se dirigiu ao quarto de Edward e abriu a porta. Ele
estava de pé em frente ao espelho, passando-os dedos pelo cabelo,olhou para ele e sorriu. Isso era todo o estímulo que Jake necessitava. Foi até ele e beijou a parte de trás do pescoço.
Conhecia o lugar que o deixava louco, e para assegurar-se de conseguir a resposta que
queria, as mãos se dirigiram para baixo
—Não posso Jake — disse Edward. — Bella estará aqui a qualquer momento.
Jake se assegurou de não demonstrar o dano que aquele comentário tinha causado.
Massageou o saco de Edward por cima de suas calças.
—Desejo-te.
—Deixa-o já. Não quero ter uma ereção quando abrir a porta.
—Poderia falar de nós.
—Não.
Jake tirou as mãos.
—Tem que ser paciente, companheiro. Não quero precipitar nada —Edward se virou e passou seu polegar pelos lábios de Jake.
—Deixa-a aqui com uma pizza e saia comigo — disse Jake.
—Fique e comeremos juntos. Dê-lhe a oportunidade de te conhecer.
O interfone se separou dele. Jake foi para o quarto e bateu a porta . Maldita seja, não iria ficar aqui para ouvi-los foder outra vez. Certamente podia entreter-se com
algo melhor que masturbar-se na ducha, se deixou cair sobre sua cama. Não se relacionava
socialmente com seus companheiros de trabalho. Tinha alguns colegas, mas desde que Edward tinha aparecido cada vez os tinha visto menos e menos. Mas agora ele não queria sair com seus colegas. Queria Edward, e como Edward o tinha esnobado, ele queria chatea-lo.
Sabia exatamente o lugar onde ir.
Edward estava deitado no divã, com a cabeça deBella contra seu peito, quando tocou seu celular.
Olhou e viu que era Jake.
—Olá, companheiro. O que... —Edward podia ouvir alguém falando e não era Jake. Sentou e
afastou Bella— Jake? —havia mais que uma voz e não se distinguiam. Música de fundo. Gemidos.
Merda.
—O que ta acontecendo? —perguntou Bella.
—Shh.
Edward ouvia só partes. Perguntava-se se Jake se sentou sobre seu telefone sem proteger as
teclas e o havia chamado acidentalmente.
—Jake! —gritou.
Edward sentia que algo ia mal. Jake estava com problemas. Escutou atentamente. Depois de uns momentos, ficou de pé de repente.
—Está no Silva'S.
—O que é o Silva's?
—Um clube. Você fica aqui.
—Não, eu vou.
Edward não tinha tempo para discutir. .
Correram pelas escadas até a garagem e lhe passou seu telefone.
—Continua escutando no caso de dizer algo coerente.
As mãos de Edward tremiam enquanto saía do estacionamento subterrâneo. Agarrou mais forte
o volante. Nunca pensou que Jake voltaria para Silva's, e se o fizesse não iria sozinho, mas talvez deveria ter imaginado que ele faria algo estúpido. Jake ficava bem se não bebesse, mas tinha certeza que ele estaria bêbado. E um Jake bêbado era muito diferente de um Jake sóbrio.
Especialmente no Silva'S. Um Jake bêbado pedia problemas a gritos.
—Ouviu algo mais? —perguntou .
—Jake dizendo "não" — sussurrou Bella. — Que classe de clube é?
—Somente um clube noturno — OH Deus, quem dera isso fosse verdade.
Estacionou em uma zona proibida na rua do clube, deixou Bella com as
chaves, subiu a toda pressa os degraus e apertou o interfone. O clube parecia
qualquer casa normal e simples, mas dentro estava muito longe de ser. Ali era onde Jake e ele se conheceram. Sua primeira vez, e tinham estado de acordo em que fosse a última. Um clube de BDSM. Edward tinha estado procurando algo diferente, mas não perigoso e os homens e mulheres do Silva's lhe assustavam. Tinha encontrado Jake, boquiaberto ao fundo de um quarto de domesticação enquanto um cara estava suspenso no ar e uma máquina o fodia por toda parte. Uns vibradores grandes e gotejantes se introduziam em sua boca e traseiro enquanto uma manga mecânica trabalhava seu pênis. Edward tinha estremecido com a visão e viu Jake
estremecer também, e sairam de la juntos.
Que merda pensava Jake que estava fazendo? A porta se abriu e Edward fez o gesto de entrar,
mas uma mão o impediu.
—Clube privado, senhor.
Edward se preparou no modo de ataque.
—Sou advogado. Tive uma chamada de meu cliente que pediu para que o tire daqui. Ele é policial. Agora me deixe entrar. Edward se surpreendeu que isso funcionasse. Entrou no clube.
—Senhor Cullen — disse uma voz a sua esquerda. — Perguntava se voltaria.
Edward se voltou para ver um homem alto com o cabelo comprido e negro que se frisava sobre seus ombros. Aro Volturi. Edward teve que entrevistar-se com ele para entrar no clube, fazia um ano. Se surpreendeu que Aro o reconhecesse. Isso o preocupou.
—Procuro...
—O seu policial, Jacob. Ele te ligou? Estão proibidos os telefones celulares.
—Então melhor não deixá-lo entrar na próxima vez — disse Edward. Aro riu.
—Está no andar de cima. Terceira porta à direita. Edward voou. O quarto estava decorado como a casa de um sheik opulento, tecidos vaporosos dispostos para criar a ilusão de um lugar menor que incluía uma cama enorme coberta de travesseiros, almofadas bordadas e corpos nus retorcendo-se. Mais homens que mulheres. Edward encontrou Jake feito um novelo em uma esquina com uma ferida sangrando em sua bochecha. Afastou-lhe o cabelo e Jake o recebeu a golpes.
—Não. —Sou eu — disse Edward. Os olhos de Jake se abriram e Edward viu que lhe custava enfocar.
—Vai embora.
—Te levo para casa. Edward tentou levanta-lo, mas Jake caiu de novo com um comprido e ruidoso arroto. Edward tossiu ao sentir o bafo da cerveja rançosa. Jake riu como se isso fosse a coisa mais esperta que houvesse feito e Edward suspirou e tentou lhe pôr de pé. O botão das calças de Jake estava desabotoado, o zíper baixado e a calça escorregou pelos quadris quando Edward o ergueu. O coração de Edward reagiu como se lhe tivessem dado um eletro-choque.
—Não me olhe assim — resmungou Jake.
—O que você fez seu tolo? —
Nada. Edward fechou o zíper e o abotoou. Sentiu o pênis de Jake endurecer.
—Fique aqui comigo — pediu Jake. —
Bella está la fora no carro.
— Já falou? Edward estremeceu.
—Ainda não.
—Por favor, fale de nós para ela.
—Assim que der. Edward o puxou quando ele tentou afastar-se.
—Venha Jake. Vamos para casa. Puxou do braço dele sobre seu ombro e o conduziu fora do clube. Quando deram um passo no quente ar noturno, ele gemeu. —Não se atreva a vomitar — disse Edward. Olhou abaixo, à rua, aliviado de ver o carro onde o tinha deixado. Jake se apoiava pesadamente sobre ele enquanto faziam zigue-zague pela calçada. teve que seguir segurando- o enquanto tropeçava.
Ao aproximar-se do carro, Bella saiu de um salto.
—Está bem?
—Bêbado, ele irá na parte de trás.
Um pouco mais fácil de dizer que de fazer. Bella abriu a porta de trás, mas tentar colocar aquele homem enorme para dentro não tava facil, uma vez que ele decidiu não cooperar.
Edward não sabia de como tinha feito para Bella cair dentro do carro com Jake sobre ela, mas de repente havia quatro pernas pendurando da porta traseira e o chiado agudo não tinha vindo de Jake. Ao menos ele esperava que não, se inclinou para tentar levantá-lo, assim ela poderia subir mais livre, mas Jake tinha seus braços apertados ao redor da cintura dela, sua cabeça pressionando a barriga. Durante um segundo se perguntou se Jake estava tão bêbado como aparentava, duvidou e logo, em vez de tentar tira-lo, colocou o resto dele dentro.
—Bella, está bem aí com ele?
—Mais ou menos, com tanto que ele não vomite.
—Se vomitar em meu carro, o matarei. Fechou a porta de trás e entrou pela da frente.
Bella se esticou torpemente através do assento, esmagada com Jake atirado em cima dela. Perguntava-se o que tinha acontecido no clube, mas duvidava que Edward explicasse. Jake parecia tão doce enquanto respirava pesadamente em seu estômago. O fôlego de cerveja era menos atraente. Ao menos não estava franzindo o cenho para ela. Ela acariciou seu cabelo. Era suave e liso e caía sobre sua fronte.
—Está bem? —perguntou Edward.
—Roncando como um porco pançudo.
—Não — resmungou Jake. Ela riu, tinha imaginado que estava acordado. Gostava de ter sua cabeça sobre seu estômago, o que estava acontecendo? será que ele estava com ciúmes de Edward? O que era tudo isto? Ou lhe estava escapando algo?
—O que aconteceu com sua bochecha? —perguntou, tocando o rosto.
—Porta. Jake, é um idiota estúpido — disse Edward.
Bella sentiu Jake ficar tenso. Sua mão se aproximou da dela onde a tinha apoiada no assento ela a agarrou e a apertou brandamente.
—Quanto bebeu? —Edward perguntou.
-Não o suficiente.
—Já sabe ao que te expõe quando passa da segunda cerveja.
—Foda-se — resmungou Jake em seu peito, mas Bella viu o vestigio de um sorriso em seu rosto.
—Farei a todos um bonito sanduiche de bacon quando chegarmos — disse Edward e Jake gemeu ruidosamente.
—Está tentando que vomite? —perguntou Bella , Estes são meu melhores jeans.
— Ficaria melhor sem eles —sussurrou Jake.
—O que disse? —Edward.
Bella se apoiou contra a parede mais separada do elevador enquanto Edward empurrava Jake para dentro e o mantinha em pé. Os dois pareciam chateados, mas não da mesma maneira. A cara de Jake estava mais que pálida, tinha um tom verde como uma árvore a princípios da primavera. Seguia tragando ar e ela suspeitava que isso fosse o prelúdio antes que começasse a vomitar.
—Nem pense nisso, merda — rompeu Edward. Jake engoliu com força e apertou os lábios. Quando se abriram as portas, o par saiu dando tombos seguidos por ela.
—Pode tirar as chaves do meu bolso? —perguntou Edward.
—Não ... estou... bem... —resmungou Jake enquanto ela abria a porta. Edward o colocou dentro com um puxão, mas Jake se liberou dele e foi para seu quarto tropeçando. Um segundo mais tarde o ouvia vomitar.
Bella olhou para Edward. Agora era ele o pálido.
—Merda — disse ele. — Não me doubem...comisso
—Eu irei ve-lo — disse ela.
—Não posso... —Edward estava com ansia de vomito.. Ela lhe deu um empurrão.
—Vai e pensa em outra coisa. Ele quase correu pelas escadas.
Ela foi para o quarto de Jake, suspirando, entrou. Não se encontrava no Quarto, o que era uma boa coisa. O tapete parecia caro. Estava sentado no banheiro, em meio de vômito aquoso, suas pernas e braços abraçando ao vaso sanitário. Ao se aproximar, vomitou de novo. Ao menos acertou o vaso. Chegou perto Ele não se moveu. Ela encheu um copo de água e se inclinou ao seu lado.
—Aqui, bebe isto.
—Onde edward? —pronunciou mal.
—Estava a ponto de te imitar assim o liberei. Enxague a boca.
A água o fez vomitar outra vez. E outra vez. Ela pressionou outro copo em sua mão.
—Quanta mais água bebe melhor se sentirá.
—Não tem por que se fazer de uma fodida enfermeira.
Mas ele não protestou quando ela tirou seus sapatos e as meias, logo desabotoou sua camisa e jogou tudo na banheira. Agora tinha uma vista clara de sua tatuagem, uma faca complicada, a folha dirigida para o traseiro. Ela limpou o chão, pôs a toalha de banho junto com a camisa dele e abriu os registros. Jake se manteve curvado sobre a branca porcelana. Não disse nada até que Ela lavou seu rosto com uma toalha úmida.
—Quero que vá a merda.
—Quero que tire a calça.
Os olhos dele se abriram ainda mais. Bella se encolheu.
—Estão cobertas de vômito. ele a olhou fixamente um momento e logo brigou com sua calça chinesa caqui, ficando só de cueca. Ela jogou a roupa na banheira e fechou o registro. Voltou junto a ele e tentou limpar suas mãos. Ele se afastou. —Não tem que fazer nada por mim. Não quero que faça.
Ela não lhe fez caso e, esfregando o sabão em um pano, limpou cada dedo, limpando as palmas até que o único aroma foi a coco.
—Acredita que pode se levantar? —perguntou ela. Com sua ajuda, ele ficou direito e os dois cambalearam até sua cama. Ele se deixou cair de costas com um gemido, seus pés sobre o tapete. Bella lutou para movê-lo. Finalmente ele se colocou bem, sua cabeça sobre o travesseiro. Jogou o edredom por cima e ela caiu no beira do colchão, respirando pesadamente. Jake abriu os olhos e a olhou em meio da penumbra.
—O amo. — Sei.
Bella não sabia de quando se deu conta. Era uma ideia que foi se aproximando, como um fantasma, "alguma coisa" que um não quer admitir que fosse real. Dois homens realmente lindos vivendo juntos. As atitudes de Jake. A preocupação de Edward. Jake tinha ido ao clube, embebedou-se e o tinham feito dano. E tudo por causa dela. O coração dela reagiu como se um punho espremesse-o. Engoliu uma pontada de dor.
—Ele não me ama — sussurrou Jake.— e tão pouco a ama. É incapaz de amar a alguém. Você e eu somos iguais. Somos estúpidos, tristes bastardos porque nos fodera e nos abandonará. Ele deixou sair um soluço e jogou o braço pelo rosto.
—Shh — Bella afastou seu braço e pegou a mão.
—Vai me abandonar — sussurrou Jake. — Não quero ficar sozinho. Fica comigo.
Bella ficou junto a ele e o abraçou.
Jake despertou, esperando sentir-se doente e em troca se sentia contente e a salvo. Também esperava estar sozinho na cama, mas tinha seu rosto embutido contra um cabelo sedoso e seu braço jogado sobre um corpo suave. suspirou. Ao menos ela não estava na cama com ele, estava somente arremessada ao seu lado. Ela tinha cuidado dele, não Edward. Ela tinha ficado com ele e não tinha ido ficar com Edward. Não era estranho que Edward não ficasse com ele, Edward tinha um estomago fraco, extremamente fraco. E Bella se encarregou dos cuidados.
Ele aspirou o floral perfume de seu cabelo e mordicou na parte de trás de seu pescoço. Seu pênis começou a cobrar vida e a inchar. Oh, merda! Baixa agora mesmo! Ela meneou seu traseiro para trás, e até com as mantas entre eles, senti-la mais perto enviou uma onda de sangue diretamente a seu pênis. Parte dele não queria que gostasse. Queria odiá-la por ficar no meio deles, só que não podia. Via o que gostava Edward nela e também gostava. Muito mais que a atração física, embora essa fosse forte. Ela iria estar entre eles? Queria ela estar entre eles? Dependia dele? Jake lhe tirou o braço de cima e se deu a volta. Ela se aconchegou contra suas costas e ele passou de gemer a rir. Talvez não dependia nem dele nem de Edward
.
Edward despertou para encontrar-se deitado sobre o sofá. Sentou, gemeu pela dor nas costas e olhou o relógio. Quatro e quarenta da madrugada. Esperava que Bella viesse e o encontrasse depois de encarregar-se de Jake. Foi procura-la. Não estava em seu quarto. Riu silenciosamente quando a encontrou esticada junto a Jake, os dois profundamente adormecidos. Jake estava sob o edredom e ela em cima. Edward tocou a ferida da bochecha de Jake e suspirou. Não acreditava que ele fizesse nada de estúpido no clube, mas o Silva's era o lugar para fazer algo estúpido se isso era o que queria fazer.
Edward teria preferido Bella em sua cama, mas talvez deixá-la com Jake faria o milagre de economizar a ele qualquer explicação.
Olhando-os aos dois e um junto ao outro, embora ela estivesse vestida, deu a ele uma furiosa ereção. Pensou em despir-se e unir-se na cama, mas se Jake vomitasse, então ele também o faria, e Bella não estaria muito feliz.
Poderiam funcionar as coisas entre os três? Sabia que Jake estava com ciúmes, mas não tinha por que. Desejava a Jake tanto como antes de conhecer ela, mais, talvez. Mas ele também desejava a Bella. Ela era independente e batalhadora, mas o fazia ter o instinto protetor. Esse fodido idiota do Mike passou dos limites, e muito. Lembrou que o cara quase a tinha violentado na outra noite. Ela precisava dele e honestamente, ele dela. Retornou a seu próprio quarto. Despiu-se, deixou as roupas pelo chão e olhou a ereção. Com uma carícia lenta procurou aquele comichão em seu saco. Acendeu um abajur e ficou diante do espelho do armário. Lento ou rápido? Já não estava cansado. Pois lento. Separou um pouco os pés, rodeou com seus dedos a base do pênis e apertou. Ele se sentia dividido entre olhar a mão ou olhar-se ao rosto. Seu olhar foi para a mão e começou a deslizar-se pela suave pele de seu rígido pênis, para cima e para baixo. Imaginou os outros dois com ele. Os lábios firmes do Jake ao redor de seu pênis,ou os suaves de Bella?. Os dois brigando pela protuberante cabeça, passando de uma boca a outra, suas línguas chocando, bocas beijando-se uma à outra e a ele. A mão dele se apressou, pre-sêmen derramando-se em seu punho, o lubrificante já preparado. Agora Bella dava lambidas, Jake... a cara de Jake estava atrás dele. A mão de Edward deixou de mover-se quando sentiu o bafo mentolado de Jake.
—Necessita de uma mão? —Jake perguntou.
—Necessito de um traseiro — disse .
Jake se colocou diante dele, apoiado para frente e colocando suas mãos sobre o espelho. Edward lambeu lentamente, deixando um rastro, do molhado cabelo de Jake pelo meio de seus ombros, por cada osso de sua espinha, com o passar da faca tatuada antes de se deixar cair de joelhos. Edward abriu as nádegas de Jakel, sorriu por como o escuro buraco tremia e logo estalou sua língua sobre a franzida abertura. A respiração de Jake, já rápida e entrecortada, voltou-se mais ruidosa. Quando ele deslizou a ponta de sua língua dentro do ânus de Jake, este ofegou e tremeram os joelhos. O coração esmurrando e seu pênis pulsando, pressionou sua língua mais profundo — Tão Jake
Edward o obrigou a abrir ainda mais as pernas e lambeu desde o ânus até o mágico triângulo de seu saco, saboreando o gosto, tomando-se seu tempo. Agarrou amavelmente o saco dele com sua boca e o sabor diferente enviou uma nova remessa de sangue o pênis deEdward. Um pouco mais torcida e a maldita coisa ia explodir como uma salsicha no micro-ondas. Ainda de joelhos, Edward o virou, pressionou-o de costas contra o armário e lambeu e beijou a face interna de suas pernas, sua virilha e sob suas bolas. Sem tocar o pênis. Jake agarrou com sua mão a parte de atrás do pescoço de Edward, o pôs de pé e pressionou seu rosto contra o seu. A língua de Jake entrou na boca de Edward e o beijou com uma lenta deliberação que mandou o pulso de Edward a níveis de ataque ao coração. O forte sabor da pasta de dente ardia na língua dele. Sua mão foi ao duro pênis de Jake, e com seu polegar para baixo, começou a puxar dele. A mão do outro fez o mesmo com o seu. Suas línguas chocaram, deslizando-se e brigando enquanto se beijavam. Abriram os dedos e suas mãos compartilharam o agarre pelos pênis enquanto se esfregavam um contra o outro. Em segundos, seus corpos se retorciam um junto ao outro, um baile sujo e frenético de bocas, línguas, pênis e pênis, enquanto eles lambiam, bebiam, gemiam e tragavam ar. Finalmente Edward se retirou ofegando e olhou Jake aos olhos, seus narizes quase se tocavam. Beijou a bochecha danificada.
—É um fodido estúpido. Poderia ter acabado muito pior. Por que teve que ir sozinho?
Jake soltou o pênis dele e tentou separar-se. Edward se aproximou procurando seu traseiro e o apertou mais perto. Sentir o quente pênis do Jake contra o seu o deixou doido.
—Assustou-me — sussurrou . — Não posso me conter com a ideia que esteja ferido. Já é bastante mau que seja um policial, ainda tem que arriscar também a vida em sua vida privada.
Jake tragou o ar ruidosamente
—Desejo-te — disse Edward. — Não deixei de te desejar. Nunca o farei. Está escutando?- Jake assentiu com a cabeça. —Mas desejo ela também e quero que você a deseje. Posso esperar te deixar conhecê-la, só que não vou deixa-lo ir, Jake.
—Quanto tempo esperaria? —O seu tempo.
—Que mentiroso é. É incapaz de esperar nada — disse .
—Sim, merda, claro que posso.
—Não necessito de tempo. Por que prolongá-lo? E se ela não me quiser? Podemos averiguar agora.
Edward passou seu dedo ao longo dos lábios de Jake.
—Ela vai te querer. Como não poderia?
—Edward, isto não é tão simples como o faz soar.
—Sim, é. Mas voce não pode dizer que sim porque é o que quero. Tem que ser o que você queira também. Tem que desejar Bella. Não deixarei que lhe façam mal — se afastou um pouco e olhou Jake nos olhos. — A deseja?
Agora seu coração estava usando seu estômago como se fosse um trampolim. Merda, o que ia a fazer se Jake dizia que não? Jake sorriu e assentiu. Riram juntos.
—Deseja-me? —perguntou Jake e se dirigiu para a cama. Deixou-se cair e se estirou com as pernas abertas. Ver ele ali deitado, seu pênis brilhando com sêmen , de seu próprio punho meneando-a com vagos golpes fez que Edward ficasse sem fôlego. Quando ele apoiou os pés na cama e abriu os joelhos, teve que apertar as bolas para não gozar.
—É irresistível — disse . — Como pôde pensar que não te desejo? Ele se inclinou e lhe rodeou o pescoço com as mãos, jogou-o sobre seu corpo, devorando sua boca com um beijo tão duro e profundo que soube que logo lhe doeriam os lábios. Mas se abandonou , sua cabeça girando enquanto suas línguas se batiam em duelo. Ainda sentia o sabor da pasta de dente, um aviso da estupidez de Jake e a idiotice dele, mas esqueceu esse pensamento ao perder-se com a compulsão do beijo.
Bella deixou de se mover, mas dentro de seu imóvel corpo descansava um coração que martelava acelerando seu sangue e revolvendo o estômago. Piscou. Não houve diferença. Ainda estavam ali, um nos braços do outro, nus, beijando-se. Eram... Oh Deus… Eram...
