—Bella. Vem aqui — chamou Edward.
Ohhh Deus! Ele me Viu? Será que eu tinha melhorado minha performance de imitar um gato?
—Não é bom ficar escondida ai fora. Sei que está aí.
Merda, merda, merda. Sonambulismo. A ideia veio em um instante.
—Bella. Sei que não é sonambula. Sei o que viu. Podia nos ver pelo espelho — disse . Não havia maneira que pudesse ler sua mente. Pensou rápido. Combustão espontânea. Sentia-se o suficientemente quente. Por favor, explodir, agora!
—Bella, vem aqui.
Sequestrada por alienígenas. podia se agora, em qualquer momento.
—Não me obrigue a ir ai. Edward gritou.
Deslocou-se de novo pela porta aberta, deu um passo para dentro e fixou seus olhos em algum lugar longe da cama.
—Sinto muito—murmurou.
—De verdade?—perguntou Edward. Ela não respondeu.
—Bisbilhoteira — disse ele. Ela sentiu seu rosto avermelhar.
—Vou procurar minha mala e irei embora— deslizou pelo canto do quarto.
Edward se levantou de um salto e ela retrocedeu tão rápido que golpeou a cabeça contra o armário. Estava sobre ela em um instante, os antebraços apoiados em ambos os lados dos ombros.
Aproximou seu rosto ao dela.
—Por que diabos ia querer que fosse?
Edward a tomou em seus braços e a beijou. Sua língua formava redemoinhos na comissura de sua boca, riscando a rota para sua cálida caverna, cada toque enviava uma onda de fogo por suas veias, reacendendo sua paixão. Podia saborear o sêmen de Jake, o gosto de Edward". OH, Deus". Ele gemeu em sua boca, sustentando-a com força contra ele, suas mãos varrendo suas costas. Seu pênis endurecido enquanto se beijavam. O homem era insaciável. Ofegaram procurando ar quando se separaram. Ela pensou em Jake deitado na cama, olhando-os, e se perguntou no que estava pensando.
—Sente o que me faz? —disse Edward. — Pensei que havia esgotado meu pênis e agora está de novo como o aço. Não me respondeu. Por que ia querer que fosse?
—Jake não me quer aqui — sussurrou . — Saiu, embebedou-se e foi ferido por minha culpa.
—Não é certo. ele estava aborrecido comigo, não contigo. Diga, Jake. E talvez antes de falar, é melhor que recorde quem limpou seu vômito, lavou e esteve ao seu lado em caso que engasgasse. Uma pista. Não fui eu.
—Não vá, Bella — disse Jake.
Que opção tinha dado Edward? Jake diria algo para mantê-lo feliz. Ele suspirou. —Tinha grandes planos para ontem à noite. Sexo, jacuzzi, sexo, champanhe, sexo. Mais sexo. Não recordo que estivesse em meus planos lutar com amantes doentes. Ou com os tímidos que não querem admitir o que lhes excita.
Ele a olhou fixamente nos olhos e outro fluxo de líquido encharcou sua calcinha. Não acreditava que as mulheres pudessem gozar como os homens, mas talvez estivesse equivocada. Bella queria... não sabia o que queria, exceto que não desejava ir.
—Jacuzzi? —murmurou.—Com agua quente?—perguntou ela.
Ele sorriu com a testa apoiada na dela
—Sim.
O coração pulsava tão forte, que pensou que ele devia ser capaz de ouvi-lo. O que ela dissesse agora ia trocar as coisas para sempre.
—Da para três?-perguntou receiosa - Ouviu o gemido de Jake. Seu rosto se iluminou como um menino em seu aniversário.
—Temos duas horas até o amanhecer. Vou conseguir toalhas — disse Edward, com a voz rouca de desejo.
Bella deixou um rastro de roupa por todo o caminho até o terraço. Pôs-se de pé nua na porta contemplando o curto percurso até o caramanchão coberto que continha a jacuzzi. As luzes na beira do piso de madeira estavam apagadas. Sua necessidade de estar na água antes que o casal chegasse era afligida pela ideia que alguém em algum edifício próximo pudesse ver. Saiu correndo. A água estava deliciosa. Não muito quente. Borbulhando por vários motores. Deslizou para baixo até que cobriu seu pescoço.
Os dois apareceram de roupão. Jake levava champanhe e três copos. Edward carregava um montão de toalhas brancas. Deixou-as cair em um banco e Jake pôs as taças, o champanhe e uma tigela de morangos sobre a madeira.
—Quem é a fraca inundada no jacuzzi? —disse Edward.
—Por que não entra e averigua? —Bella jogou um pouco de água sobre eles.
Edward ficou nu, sentou-se no beira e balançou as pernas. Deixando cair, alcançando seus joelhos lhes deu um puxão, e Bella se afundou. Levantou-se tossindo e cuspindo. —Oh Deus, minhas lentes — balbuciou.
—Oh, merda, não sabia que usava lentes de contato.
Ela escapou de volta a seu assento.
—Para sua sorte, não uso.
Jake riu. Tirou seu roupão, encheu os copos e deixou cair um morango em cada taça. Bella não podia afastar os olhos dele. Estava tão cômodo com sua nudez como Edward. —Não acho que você deva tomar mais álcool — disse Edward quando Jake lhe entregou uma taça.
—Está bem, papai —Jake sentou na água e tomou um grande gole.
Bella os olhava, de um a outro. Por que não tinha notado que eram um casal? Mas, isso onde a deixava? Tomou seu próprio grande gole.
—Oh Deus, alguém mais que não saboreia sua bebida — Edward estalou a língua. Bella arrotou.
—Perdão.
Jake soltou uma gargalhada. Bella podia sentir seus dedos esfregando-se contra ela. —Bella, temos um problema — disse Edward.
Seu coração se deslizou até seu estômago.
—Um problema.
—Bom, um dilema — corrigiu.
—Um dilema — Jesus, soava como um papagaio.
— Gosta de ambos? — disse Edward.
Gosto dos dois , ela repetiu em sua cabeça. Permitiu-se ser um louro se não a podiam ouvir. Não estava segura que gostasse de Jake, mas por que era isso um problema? Estavam-na olhando e sentiu avermelhar seu rosto. Tinha entendido mal? Perdeu algo óbvio, ou estava interpretando algo que não era?
Cristo. Ambos a desejavam?
Bella se afundou até o queixo e tratou de pensar. Por que tinha presumido que Jake era gay e Edward bi? Não teria mais sentido que Jake fosse bi também?
Merda. Edward estava lhe pedindo que escolhesse entre eles? Talvez não fosse necessária uma escolha. Exceto de um por ela. Deveria ir ou ficar?
Bella estava tão excitada, que se sentia arder.
Edward mordeu um morango e a olhou como se quisesse comê-la. Jake parecia ansioso. — Conte sua fantasia, Jake— disse Edward, seus olhos fixos em Bella. Houve uma longa pausa antes que Jake falasse.
—Três de nós — sussurrou. — Edward, uma mulher e eu. Uma mulher para amar, para cuidar, alguém que esteja precisando de mim. De nós. Vivendo juntos, falando, jogando, compartilhando tudo. Alguém por quem vir para casa cada noite. Alguém que cuide de nós.
Bella apertou as coxas.
—Talvez filhos — disse Jake, sua voz rouca. — Um casal.
A forma em que Edward de repente o olhou fez Bella pensar que Jake não tinha dito isto antes.
—E uma casa no campo. Quero isso contigo.
—Não me conhece. —disse em voz baixa.
—Edward conhece.
Por um par de dias? Ela não estava segura que fosse suficiente, mas deixou passar. Edward arranhou a garganta.
—Em minha fantasia somos você, Jake e eu. Você no meio, entre nós, meu pênis em seu traseiro, o pênis dele em sua vagina. Os três gozando até gritar. Você chupando o pênis de Jake enquanto eu o penetro, ele e eu lambendo sua vagina juntos, compartilhando sua nata. Você, ele e eu em todas as combinações possíveis. Fodendo até o céu.
Olharam-na e Bella sentiu como se a metade inferior de seu corpo se derretesse.
—E sobre o que Jake disse — Edward adicionou. — eu escolho o nome das crianças. —Não acredito — disse Jake. —Qual é sua fantasia?
—Minha fantasia — Bella engoliu a saliva. — Minha fantasia é ganhar na loteria e acredito que já o fiz. Quero dizer, estou fora, no centro da cidade, em um terraço fabuloso, sentada em uma jacuzzi quente, bebendo champanhe. Quero dizer, que mais posso desejar?- Edward lhe beliscou a coxa. — OH, sim, me esqueci, um caranguejo cozido para o jantar.- Pôs-se a rir.
—Há algo mais na fantasia? —Edward perguntou.
—Bom talvez dois homens bonito. Mas essa parte é dificil.
—Vem aqui — disse Edward e se moveu para deixar um espaço entre ele e , escorregou, mantendo seu corpo de baixo da água, sentando entre eles. Edward voltou à cabeça e roçou seus lábios sobre os dela. Bella gemeu. Mordiscou seus lábios até que se abriu a ele, continuando, aprofundou o beijo, afundando- ritmicamente em sua boca até que Bella sentiu a sua vagina responder. Ele retrocedeu e sorriu.
—Vira para Jake — disse.
Bella virou seu rosto para ele. Cada órgão em seu corpo jogava a brincadeira das cadeiras. O que aconteceria se não gostasse do modo dele beijar? Que se ele oooh...oooh Jake era gentil, firme, suave e doce, tudo em um. Sentiu-o suspirar em sua garganta e suas mãos se moveram em suas costas, aproximando-a. Bella deixou que a puxasse para que ficasse escarranchada sobre suas pernas. Ajoelhou-se junto aos seus quadris e obrigou que seus seios rodassem por seu rosto, molhando-o. Uma boca em seu mamilo e ela sustentou sua cabeça, o manteve chupando. Suas mãos ao redor dos seus quadris, arredondados os ossos com os polegares. Seu pênis empurrando seu ventre.
Se de repente o que precisava era a ela ou simplesmente a uma mulher não importava, porque Bella tinha sua própria missão. Dois Homens quentes, dois deliciosos meninos sexy que desejavam a ela e eram os dois dela no momento. E que se dane o resto.
— Sentem na beira — disse, e subiu do outro lado da jacuzzi. O casal olhou e se impulsionaram para sentar-se coxa a coxa na borda. Suas ereções se estendiam no ar da noite, o vapor elevando-se em nuvens. O pênis de Edward luzia um pouco mais comprido mas o de Jake era mais grosso. Seus corpos eram musculosos e tonificados, com um abdômen plano, peitorais esculpidos e fortes coxas. Bella se perguntou se a água ficou mais quente, ou talvez fosse ela chegando ao ponto de ebulição.
—Está nos olhando? —perguntou Edward. — Vamos retribuir.
—Uni, duni, tê, Salamê, minguê...—terminou em Edward.
—Primeiro Jake — disse.
Jake juraria que seu pênis cresceu um centímetro mais. Seus dedos apertados na beira da jacuzzi enquanto a mão de Bella puxava a enrugada pele para a cabeça de seu pênis. Um esforço bastante inútil já que a cabeça em forma de ameixa voltava a sair. Seus dedos enviavam pulsos elétricos saltando por suas costas. Quando ela se inclinou colocando os braços na beira e lambeu lentamente de cima a baixo toda sua longitude, Jake gemeu e estremeceu. Edward se pôs a rir a seu lado. Jake desenredava o cabelo molhado de Bella com seus dedos enquanto Edward lhe esfregava as costas. Adorava a sensação de seus lábios sobre ele, sua pequena boca sobre seu grosso pênis, as veias palpitantes de prazer. Ela balançava sua cabeça pra cima e pra baixo , com a boca apertada ao redor da ponta, a dor nos testículos intensificou. Um olhar a seus olhos enquanto ela o chupava e o mal-estar nos testículo se tornou em uma dor prazerosa . —Não tem ideia de quão bem me sinto — disse Jake.— Que delicia ! Oh Cristo! . —Fecha os olhos — disse Edward.
—De maneira nenhuma.
A mão de Bella apertava ao redor da base do pênis de Jkae, um agarre que o impedia de gozar. Seus suaves lábios deslizando-se por sua longitude. A ponta de sua língua entrou na ranhura de seu pênis, saboreando a pre-ejaculação. Deixou que cobrisse seus lábios, lambendo-a por completo e ele começou a ofegar. Ela correu a palma sobre sua glande, esfregando-o com o centro de sua mão, dando voltas até que as unhas de Jake se afundaram na beira da jacuzzi. Então, sua boca se retirou, mas sua mão manteve a pressão.
Jake viu como ela agora lambia Edward, mordiscando ao longo como se fosse uma barra de chocolate. Pressionou sua mão sobre a de Bella para evitar gozar. Se aproximou e Bella tomou ambos os pênis, trocando sua atenção de um a outro. A boca quente, o ar frio, os lábios suaves, o úmido pênis de Edward, cada sensação serpenteando, tão apertado que sua cabeça pulsava, o estômago doía.
—Fechem os olhos — disse Bella.
Eles obedeceram.
— Ooooooh Jesssuuuuuuusss — Jake elevou seu traseiro ao sentir o frio banhar seu pênis. Junto a ele, Edward ofegava. Abriu os olhos. Ela tinha aos dois pênis na boca. O pequeno demônio tinha tomado um gole de champanha e logo tomou um bocado deles. Edwar baixou seu traseiro e Bella os liberou.
—Podia nos haver advertido — disse Edward.
—E onde estaria a graça? —perguntou. As mãos entrelaçadas na base de ambos os pênis. — Quer que o faça de novo?
—Mmm — Edward entrecerrou os olhos. — mas deixe um pouca na garrafa.
Ela tomou outro gole de seu copo. Apesar de que esta vez o esperava, Jake se estremeceu quando a corrente de frio líquido correu por cima dele. A sensação de diferentes temperaturas, o ar, a jacuzzi, o champanhe e a boca da dela puseram a seu pênis e seu testículo em um estado de incerteza, disparar ou esperar. Bella liberou Edward e tomou tudo o que pôde de Jake em sua boca ao ponto que este deixou de respirar. Seus dedos cravando em seu cabelo enquanto ela se apartava e tomava ar. —É tão linda — disse ele.
—Não funcionará — ela respondeu.
Jake se pôs a rir. O som se apagou quando ela o envolveu, tragando seu pênis até que sentiu que golpeava a parte posterior de sua garganta. Ele tratou de retirar-se, mas ela agarrou seus quadris e o manteve onde estava. E isso era em sua fodida garganta! Não podia acreditar. Como conseguiu? Tragou de novo e ele sentiu uma onda elétrica correr ao longo de seu pênis. A corrente lhe golpeava nas costas e endurecia seu saco. Um par de vezes mais e logo ela se afastou e tomou uma taça de champanha.
—Eu, eu, eu — disse Edward.
Olhar era quase tão bom, pensou Jake, dividido entre manter seu olhar no rosto de Edward, ou em seu pênis, adorava a forma em que Bella o chupava. Eram feitos um para o outro, mas havia um pouco de vulnerabilidade na doce Bella que a fazia excitante. Soltou a Edward ofegando.
—Menina má — sussurrou Edward.
—Sou?
—OH, sim. Como aprendeu a fazer isso? —perguntou.
—Busquei no Google.
Eles riram. Jake não podia acreditar.(ele devia acreditar, porque no google se acha tudo)
—Quando vai deixar que a gente goze? —perguntou Edward.
—Na alvorada — apertou.
Jake estava desesperado e podia ver que Edward não ia melhor. Perguntou-se quanto mais os faria esperar. Ela jogou com eles, sua boca deslizava acima e abaixo de seus pênis. Às vezes os sustentava na boca enquanto bombeava com o punho. Logo mudou, manteve a mão apertada ao redor da raiz e chupou duro na ponta. Às vezes ela se confundia, mas o que ela fizesse, Jake gostava. Sua respiração se fez mais irregular e seu pênis seguia pulsando. Edward gemia. Jake não podia mais suportar.
—Bella, Bella, Bella — se queixou. — ooooohhh. Deixe-me gozar.
Ela se movia rapidamente de um pênis ao outro e Jake sentia o clímax subir por seu corpo, aumentando de velocidade, como um avião na pista, chegando, chegando, disparou em sua boca, em seu rosto, jorro atrás de jorro de esperma, mesclando-se com o de Edward e com cada dilaceradora liberação se sentia como no céu.
Bella se inundou sob a água, Jake olhou pra Edward e tomou uma profunda respiração antes de falar.
—Ela vai nos matar.
Quando Jake a levantou da água, a alvorada se rompia ao leste. Uma pintura vermelha se abatia debaixo das nuvens e Bella estremeceu com o ar frio. Jake depositou um beijo em seus lábios e sorriu. Quando ela ficou de pé sobre a coberta, Edward a envolveu em uma toalha.
—Agora seu turno — disse Jake.
O coração de Bella palpitou. Jake deve ter visto a preocupação em seu rosto porque beijou a ponta de seu nariz e a abraçou. Edward lhe passou os dedos pelo cabelo molhado.
—Ninguém vai te machucar, gatinha. Entendemos o que significa "não". Só queremos te dar tanto prazer como você nos deu — disse Edward.
—Mais —disse Bella e estremeceu quando compreendeu que havia dito em voz alta. —Ah, isto é um desafio ? — Edwar riu.
Bella olhou seus olhos e sentiu panico.
.—Vou me esconder. Conte até cinco milhões — disse e saiu correndo. Necessitava de um par de minutos para recuperar a compostura. Ficar ou correr? Enquanto se lançava escada abaixo lhe ocorreu que revolucionar desse modo ia piorar as coisas, mas já era muito tarde e, francamente, não queria correr. Abriu a porta do armário no dormitório principal, acendeu-se uma luz e se meteu dentro. Bella encontrou à altura de seus olhos com o que pensou que era um matagal de cinturões de couro. Ah, cinturões não!
Algum tipo de equipamento. O que pendurava ao lado dela era o chicote que Edward mencionou. Então, não era uma brincadeira. O coração dela deu um pequeno salto. Que mais havia aqui? Quando a porta se abriu , caiu rodeada de brinquedos sexuais, sustentando uma mordaça de bola e um anel para o pênis.
—Ups — disse ela.
—Achei — riu Edward.
—Vocês gostam de brincar rapazes?
Bella notou o tremor de Jake e a flexão ascendente de seu pênis. Edward agarrou a mordaça e o anel dela.
—De vez em quando. Não estamos nisso todo o tempo, mas pode ser divertido.
—Em realidade, Edward, os anéis para o pênis não são uma má ideia. Podemos atormentá-la durante minutos em vez de segundos.
—Mas veja se me da o anel correto desta vez — disse Edward para Jake, dando-lhe uma palmada nas costas.
—O que aconteceu? —pergunntou Bella.
Jake fugiu de um golpe de Edward.
—Teve que sentar em um banheiro frio durante trinta minutos para conseguir tirar essa coisa. Bella riu dissimuladamente e Edward a fulminou com o olhar.
—Posso olhar como os põem? —ela saiu do armário.
Jake pegou o que Edward segurava e Edward pegou outro no armario. Ambos negro. Bella se aproximou enquanto tocava com as mãos seus próprios seios.
—OH Deus, Bella, se eu ficar um pouco mais rígido não serei capaz de pôr isto — disse Jake.
—Sinto muito.
Jake colocou a pele de seu saco pelo anel, logo colocou seu saco um por um. Dobrou seu pênis, empurrando a ponta sob a correia de couro e depois puxou do anel para cima, ajustando-o até que ficasse cômodo.
—OH, se vê bem—disse Bella—. Muito sexy — passou o dedo ao redor das pelotas de Jake e logo em cima da cabeça de seu pênis. Este se levantou e cresceu. Ela riu bobamente. —Minha avó sempre dizia que eu tinha dedos verdes.
—Dedos mágicos — sussurrou ele.
Bella se virou para olhar Edward e ele fez exatamente o mesmo com o ane. Mas muito mais rápido. Bella lhes sorriu astutamente.
—Se eu tivesse um par de pequenas correntes, poderia carregar vocês por aí pelo pênis.
—Não precisa de corrente. — disse Edward.
—Mas desta vez você está a nossa mercê — acrescentou Jake.
Bella gostou da ideia de ser temporariamente submissa. O pensamento de lhes deixar fazer tudo o que eles quisessem, transformou-a em uma fonte. Literalmente. Sua vagina se transbordou. Ela gemeu convencida que sua nata gotejava por suas pernas. Sabia que logo que eles a tacassem iria se desfazer.
—Vire-se de costas — pediu Jake.
Ela subiu lentamente à cama e meneou o traseiro antes de dar a volta. Não tinha nem ideia do que passou com ela. Esse pensamento a fez rir. Sabia exatamente que passou com em ela.
Jake ficou de um lado, Edward no outro e baixaram as cabeças a seus seios. Jake lambia, usando cada parte de sua língua, ponta, inferior e superior. Ele deslizou sobre sua pele em lambidas curtas e longas, para trás e para frente depois rodeando o mamilo, introduzindo-o na boca com seus lábios úmidos. Seus dedos, ligeiramente mais ásperos que os de Edward, atormentaram-na também, lhe fazendo cócegas no peito, incitando a carne em sua boca. Edward utilizou os dentes, mordendo brandamente e depois acalmando golpeando com pequenos beijos. Sua mão suave a acariciaram formando redemoinhos. Afligida pelas diferentes sensações, áspera e delicada, dura e suave, ela retorcia-se debaixo deles. Sabiam o que o outro estava fazendo?
Eles trocaram e Jake foi o que mordeu mais duro do que Edward tinha feito, a borda de seus dentes puxando seu sensível mamilo, arrastando outra onda de calor em sua encharcada vagina, enviando fogo elétrico dançando ao longo de seus nervos. Bella ofegou ruidosamente.
—Assim, bombom? —perguntou Jake.
Bella jogou a cabeça para trás e ele riu contra ela.
Edward mamava como um bebê, uma boca úmida movendo-se em círculos por seu seio antes que ele pegasse seu mamilo e sugasse. Bella fechou os olhos e se deixou levar. Era como estar em um parque de diversões, sentada sobre um disco voador que girava, antecipando parte da diversão, as primeiras curvas para construir a excitação, sabendo que o melhor ainda estava por vir e ela não poderia descer embora quisesse.
Deslizou as mãos nos cabelos fino de Jake, lisas mechas por seus dedos,levou a mão também por um momento no desordenado matagal de Edward. Seus pênis seguraram suas coxas completamente, mantendo as pernas abertas, enquanto suas bocas continuavam seu implacável assalto. As mãos deslizaram de seus seios a suas costelas. Bella moveu suas mãos também, as passando por seus pescoços, retorcendo o frágil cabelo de suas nucas antes que arrastasse os dedos mais abaixo por suas musculosas costas. Quando suas bocas abandonaram seus seios para seguir a suas mãos por suas costelas e beijar a suave curva de seu ventre, Bella se arqueou em seus abraços, seus gemidos cada vez mais ruidosos.
Dedos suaves se arrastavam para o vale de sua virilha.
—Se acalme, gatinha — sussurrou Edward.— Estamos chegando ao bom. Dedos masculinos se encontraram , se uniram e se moveram sobre suas inchadas dobras, estendendo sua nata, atormentando sua carne, e os músculos dela apertados e restringidos, trataram de puxar eles.
—Oh, Deus — ofegou ela. Dois dedos trabalhavam em seu interior em uníssono, inundando-se em sua apertada vagina, movendo-se em círculos e esfregando seus clitóris, sem possibilidade de tomar uma pausa, sem parar, e ela se desfez.
Ela se desfez sob suas carícias, endurecendo e retorcendo cada músculo e suas mãos pressionavam suas costas, esperando que eles não se detivessem.
Edward a levantou enquanto Jake se colocava no meio da cama. A cabeça de seu pênis estava de um vermelho furioso, uma gota de pre-sêmen brilhava na ponta. Ele tocou a ajustada banda de couro que envolvia seu pênis e testículo e depois se acariciou, estendendo a pérola de pre- sêmen, deslizando sua mão para cima e para baixo de seu grosso eixo.
—Foda-me, Bella — disse Jake com uma voz rouca.
Bella se sentou escarranchada sobre seus quadris. Jake sustentou a base de seu pênis enquanto Edward agarrava as coxas dela e logo a baixava enquanto Jake empurrava nela. A penetração era tão profunda que Bella pensou que tinha golpeado seu coração. —OH, merda — ela tragou o ar ruidosamente. Por um momento, ninguém se moveu, o único som era a respiração pesada. Jake tinha fechado os olhos, agora os abriu e o olhar que lhe jogou arrastou uma forte contração para a vagina dela. Jake gemeu alto. Edward puxou ela para trás em seus braços enquanto se ajoelhava atrás dela. Ele deslizou suas mãos em seus quadris, seu pênis pressionava contra suas costas enquanto a ajudava a mover-se para cima e para baixo. Bella levantou as mãos, as envolvendo atrás do pescoço de Edward e lhe deixando montar seu corpo. Sua musculatura delicada foi estirada até o limite pelo ângulo e o contorno de Jake enquanto golpeava nela. As mãos de Jake substituíram às de Edward em seus quadris e as mãos deste se apoderaram de seus seios, amassando os mamilos, sua cabeça sobre o ombro dela. O som da respiração entrecortada e do golpe de carne úmida fez ela subir mais alto. Quando Edward deu uma dentada forte no pescoço, Bella gritou e se meteu totalmente no orgasmo, apanhada no torvelinho de voltas e voltas
enquanto seus músculos se apertavam em seu frenesi. Se Edward não tivesse estado sustentando-a, teria caído.
O pênis de Jake palpitava dentro de sua vagina, orvalhando quente sêmen tão profundo e forte que ela sentiu cada jorro.
—Meu Deus, Bella — ofegou Jake.
Ela baixou as mãos e ele entrelaçou os dedos com os seus.
—Sinto como se sua vagina tragasse meu pênis — disse .
—Quero prová-la — Edward a levantou tirando a de Jake e a deitou a seu lado. Enquanto Jake pressionava os lábios contra os seu em um beijo suave, Edward enterrava o rosto entre suas coxas. Sua língua fez um comprido e lento varrido desde seus clitóris a seu traseiro e Bella gemeu na boca de Jake.
—Está bem, amor? —perguntou Jake.
Bella não estava segura de que alguma vez iria ficar bem de novo. A língua de Edward a estava deixando louca. Sua vagina estava tão sensível que o roçar mais leve fazia saltar seu pulso como se ele tivesse um raio disparando em sua boca. Então Jake deslizou para baixo para participar e Bella deu um gemido lastimoso. Quando sentiu o dedo de Jake –bom, pensou que era o dele- em seu ânus, o gemido aumentou em volume e se converteu em uma série de pequenos espasmos. Edward mudou de posição, deu a volta, colocou-a sobre sua parte superior, penetrando sua vagina com seu pênis e mantendo suas pernas abertas com os pés. Jake se tombou aos pés da cama. Ela lhes deixou fazer o que quisessem. Tudo era bom. O dedo de Jake empurrou insistentemente em seu traseiro e a pressão fez que Bella arqueasse os quadris.
—Pressiona para fora, gatinha — disse Edward.
Ela sentiu a pressão e o ardor, e então Jake teve todo o dedo em seu interior. Bella gemeu e começou a ofegar.
—Esta doendo? —perguntou Jake.
—Não. Está bom — murmurou ela, sem estar segura de ser coerente.
—Posso sentir seu pênis, Edward — Jake disse em voz baixa. — Pode me sentir?
Ele girou o dedo, Edward e Bella gemeram em uníssono. Jake se pôs a rir.
—Tomarei isso como um sim.
Com a palma de sua mão no traseiro dela, ele se deslizou dentro e fora do traseiro dela e a sensação de seu dedo e do pênis de Edward fodendo-a, reavivaram as brasas de seu clímax. Bella sacudiu os quadris. Edward começou a impulsionar-se mais rápido e mais profundamente. Jake levou um dedo à parte dianteira do corpo dela para esfregar seus clitóris.
Bella queria tudo mais duro, mais rápido, mais profundo e sem que ela dissesse uma palavra, isso foi o que aconteceu. Fechou os olhos e algo explodiu dentro de sua cabeça. Sentiu como se estivesse sendo tocada por toda parte. Seus corpos em cima dela, suas bocas lambendo, mãos acariciando, cabelos roçando. Eles se moveram até que já não soube quem a tocava nem onde, a quem sentia. As contrações se apoderaram dela, arrastando-a para frente. Sentiu os dedos de Edawrd tirando o anel e ele lançou jorros em seu interior com grunhidos de profunda satisfação. O clímax de Bella foi tão forte que ela deixou de respirar. Os espasmos morderam uma e outra vez. Estava perdida, não podia ver, não podia pensar. Braços fortes a abraçaram, uns lábios a beijaram e ela se deixou ir.
—É bonita até dormindo — disse Jake.
Edward olhou Bella estendida de barriga para baixo sobre a cama, seu traseiro descoberto, a cicatriz da lasca era uma linha vermelha sobre a pele branca. Tinha as mãos colocadas sob seu corpo e a cabeça virada.
—Acredito que a esgotamos.
Edward e Jake estavam com suas roupas de correr. Sempre corriam nas manhãs de sábado.
—Está bem para fazer isto? —perguntou Edward quando saíam do apartamento.
—Sim. Acredito que a maratona de sexo venceu a ressaca.
—Vamos fazer uma aposta?.
—Jake, você nunca me venceu.
—Talvez eu sempre te deixasse ganhar.
Edward sorriu. Jake estava tramando algo.
—O que tem em mente?
—Se chegar ao lago antes de você quero ser o primeiro no traseiro dela.
Edward viu a determinação nos olhos dele. Poderia haver dito que não. Fisicamente, Bella teria menos problemas com seu pênis do que com o de Jake, além disso, Jake não era o único que queria ser o primeiro. De todos os modos Jake nunca tinha ganhado dele e Edward gostava de um desafio. Por que não correr para ganhar?
— Tudo Bem —disse e começaram a correr. — Embora tenha que dizer que acredito que está sendo um pouco infantil — Edward jogou um pé no tornozelo de Jake para lhe fazer tropeçar e escapou.
—Bastardo — gritou Jake e Edward o ouviu ressonando atrás dele.
Edward sabia que o ritmo que tinha posto era ridículo. Eles eram corredores de final de semana, não velocistas, mas Jake ficou em seus calcanhares, impulsionando-se em todo tempo.
Edward se perguntou sobre o comentário de Jake que tinha sempre o deixando ganhar. Era verdade?
Era um estranho casal, Edward sabia. Seus outros companheiros tinham sido sempre submissos, mas a força de Jake era uma das coisas que o atraía. Ele não era uma pessoa fácil de convencer. E colocar Bella na equação tinha sido um risco. A noite anterior tinha sido uma das melhores transas de sua vida mas precisava que Jake fosse parte disso. Se Jake fosse o primeiro no trasseiro dela, faria isso alguma diferença? Devia deixar que Jake ganhasse? Edward pensou no doce traseiro dela e decidiu não deixar. Se Jake o queria, teria que lutar por isso. Os contornos do lago ja estavam à vista. Sempre corriam para o mesmo ponto, uma placa de anúncios na plataforma que dizia 'não nadar'.
O tempo era perfeito para correr. Uma brisa fresca no ar no ar. Edward respirou fundo.
Isso foi um momento antes que desse conta que Jake o tinha passado. Muito ocupado pensando no maldito tempo e não no delicioso traseiro de Bella. Aumentou o ritmo. Assim também fez Jake. Era um bom trabalho, não havia muitas pessoas ao redor. Os dois estavam espreitando agora em Edward doía tudo. Seus pulmões ferroavam, suas pernas eram de chumbo. Alcançou Jake enquanto viravam a última curva. O ponto de chegada estava à vista. A uns cento e oitenta metros. Edward pôs tudo o que tinha nisso. O suor cobria seu rosto. Sua camiseta estava ensopada. Sua respiração se ouvia por todo o lugar, ofegos desiguais enquanto seu pulso palpitava em sua cabeça. Quarenta e cinco metros e Jake tomou a dianteira. Edward nunca o alcançou. Por só uns segundos, mas Jake tinha ganho. Nenhum dos dois podia falar. Inclinaram-se sobre o corrimão, esforçando-se por introduzir ar em seus pulmões. Ele olhou Jake e lhe deu um pequeno sorriso. Embora suarento e esgotado, Jake tinha bom aspecto, seu cabelo negro estava úmido e se pegava a seu reluzente rosto. Deu sorriso triunfal, seus olhos brilhantes e excitados. Edward assentiu com a cabeça. Não podia falar. Jake deu a volta e se apoiou de costas no corrimão. Edward sentiu uma onda de luxúria. Queria saltar sobre Jake. Com aquela bermuda cinza por debaixo dos seus quadris, suas pernas longas e musculosas estiradas e sua garrafa de água inclinada em sua boca, o cara parecia um modelo para um anúncio de bebida esportiva. Edward gemeu enquanto seu pênis esticava sua bermuda. Merda.
—Podemos voltar andando? —perguntou .
—Você pode andar — Jake ficou em marcha outra vez.
Edward suspirou, seus olhos no traseiro de Jake. Havia algumas compensações para ser o que ia atrás. Quando retornaram, se sentia cansado e dolorido, mas sua cabeça estava limpa. A vida parecia magnífica. Era bom que Jake tivesse ganho. Bella seria sua de um modo que era especial. Seu alívio que Jake tivesse aceito ela era enorme. Edward não queria pensar o que teria feito se o par se odiasse.
Bella era... Oh Deus, era fantástica. Divertida, doce, suave... perfeita. A forma em que tinha aceito seu estilo de vida o tinha emocionado. Que ela fora tão sexualmente aventureira ia além de suas esperanças mais selvagens. Edward queria protegê-la, cuidar dela, abrigá-la, não deixá-la ir nunca. Isto era o que tinha estado procurando. Sabia que suas vidas não seriam fáceis. Uma casa com três poderia não levantar suspeitas, mas, finalmente, os pais quereriam saber por que seus filhos e filha não estavam casados. Os três nunca poderiam ser carinhosos em público fora de sua própria casa. Edward e Bella como casal estava bem. Assim como estava Bella e Jake Mas nenhuma outra combinação.
Edward seguiu Jake até à cozinha. Jake lhe deu uma garrafa de água da geladeira e edward bebeu a metade, depois apoiou a garrafa fria em sua testa. Gotas de condensação corriam por seu rosto. Jake tirou a camiseta e o fôlego entupiu na garganta de Edward. Grunhiu. Jake se virou para lhe olhar e riu. O suor se emaranhou nos cabelo do peito de Jake e os olhos de Edward percorreram a linha escura até que caíram por baixo da cintura de sua bermuda. Um roçar com os dedos e o pênis de Jake e se inchou na mão de Edward. Sentiu a resposta ressonando em sua virilha.
—Somos normais? —perguntou Jake.
Edward deu de ombros.
— Estamos bem assim.
E ai? Gostaram?
Mas a manha deste trio não acabou não. O "bom dia" pra Bella vai ser especial.
No próximo cap. também vai ter a festa de Noivado de Jess e Mike. E surpresas...
Postarei no sábado.
beijos
