O coração de Bella ia mais rápido do que nunca o havia sentido golpear antes. Ela puxou o Edward e Jake para baixo, para o dormitório, logo se sentou na beira da cama e os olhou se despir. Jake baixou sua calça e seu bóxer de uma vez e seu pênis se alargou rígido e orgulhoso para o seu umbigo. Debaixo, seu saco penduravam pesados e baixos, a linha divisória sobre o saco obscurecia a luz dos abajures. Os dedos de Edward pinçaram nos botões de sua camisa e Jake deu um passo a seu lado para ajudá-lo. Bella os viu olhar-se aos olhos e logo beijar-se, um abraço terno que ficou mais difícil engolir. Estavam de pé diante dela nus e Jake puxou-a até levantá-la. Desabotoou a camisa enquanto Edward se agachou para tirar os sapatos. Seus homens foram muito devagar, a antecipação da Bella se fazia insuportável. Seus dedos acariciaram a pele, enviando tremores a suas terminações nervosas, cada toque repetido em um puxão entre suas pernas. Sua vagina molhou, sua parte traseira doía, seus mamilos tão sensíveis que não estava segura que pudesse suportar se eles os tocavam. Não usava sutiã e agora estava de pé com a fina tira da tanga, as tiras vermelhas de algodão e as estrelas de prata.

—Seus seios —Edward tragou ar— são tão formosos.

Ela suspirou de alívio quando as pinças foram tiradas, gemeu de sorte quando bocas úmidas acalmaram a pele dolorida ao redor de seus mamilos. Línguas molhadas lambendo enviaram brilhos chamejantes atravessando seu corpo. Os joelhos de Bella tremeram. Os ornamentos haviam feito seus seios mais sensíveis e valia a pena levá-los postos, mas só durante períodos curtos, embora Bella tinha gostado de como se via com eles.

Edward afastou o edredom e ela ficou atrás diante da cama. Suas línguas quentes continuaram lambendo seus mamilos. Bella rodeou suas cabeças com os braços enquanto eles a chupavam, arqueando suas costas animando-os a tomar mais. Edward e Jake uniram suas mãos e acariciaram seu corpo, os dedos seguindo o rastro sob seus seios, descendo pelo centro de seu peito até seu ventre onde sua pele revoou sob seu toque. Ela os sentiu rir quando encontraram o lugar que a fazia saltar e seguiram voltando até que a tiveram explorado por todas as partes, menos no lugar onde Bella necessitava. Suas mãos afastaram a tanga, uns dedos se deslizaram dentro da tira de tecido e o desceram por suas pernas e pés até que desapareceu. Começaram por seus pés, os dedos do pé em suas bocas e o comichão familiar fez dar um tombo no estômago e nas pernas, avisando que estava por começar sua escalada. Dos dedos do pé à planta aos tornozelos às panturrilhas. Centímetro a centímetro. Competiam por ver quem podia ir mais devagar? Bella pensou em perguntar, mas a ideia se afundou nas ondas de prazer que varreram sobre ela. Joelhos, a frente e atrás, as pernas dobraram, coxas sob suas mãos e bocas, lábios e beliscões e lambidas, e Bella começou a tremer. —Ah Deus, o que estão fazendo comigo? —ofegou. Ela começou a golpear com seus braços e Jake a jogou contra a cama, permitindo agarrá-lo enquanto a beijava. Sua língua firme pressionou sua boca enquanto os dedos de Edward escorregaram em sua deslizante vagina, pinçando em sua nata, usando-a para fazê-la molhar-se mais. Então, não com seus dedos a não ser com sua língua, deu um varrido comprido e sensual ao longo de suas dobras antes de começar a invadi-la, explorando cada oco e canto. Jake empurrava sua língua em sua boca enquanto Edward retirava sua língua de sua vagina, um dueto de simetria perfeita. Quando Edward introduziu o plug anal de uma vez que pinçava em sua vagina, Bella choramingou. Com cada uma de suas terminações nervosas ultra sensíveis, o mais ligeiro dos toques a deixava louca. Subia mais rápido, mais alto, brigando por chegar ao topo para poder atirar-se dela. Edward aspirou seu clímax em sua boca e Bella saltou da montanha. Caiu, uma queda ao nirvana acompanhada por gritos de alegria. Jake acariciou sua bochecha, acalmando-a enquanto ela voltava para seus sentidos.

—É maravilhosa — sussurrou. — Estou tão desesperado por você que estou a ponto de explodir.

Edward avançou lentamente por cima da cama, seus lábios e queixo brilhando com seus sucos e um amplo sorriso zombador sobre seu rosto.

—Seu sabor fodidamente delicioso. Bella lambeu sua nata de seus lábios, esfregando a língua por sua boca e Edward tomou. Jake se agachou entre suas pernas, lambendo sua vagina, atormentando seus clitóris, pressionando o plug com seus dedos, tirando um pouquinho e logo o empurrando para dentro. As ondas de desejo começaram outro baile lento dentro dela. Edward separou sua boca e enquanto Bella, com a vista velada, moveu sua cabeça para encontrá-lo de novo, ele apertou sua mandíbula.

—Uma pequena xoxota tão quente — sussurrou.

Retirou-se, aproximando-se de Jake e os dois colocaram um travesseiro embaixo do traseiro dela. As mãos de Bella se agarraram aos lençóis quando eles brincaram com ela. Ao cabo de um momento já não sabia a língua de quem estava onde, ou de quem eram os dedos que atormentavam seus clitóris, ou os dedos de quem tiravam o plug de seu traseiro. Alguém agarrou sua mão, colocou-a entre suas pernas e a urgiu a colocar um dedo dentro de sua vagina, unindo-o a outro. Continuada a pressão em seu ânus fez Bella esticar-se.

—Está bem, gatinha — acalmou Edward. — Empurra para baixo.

Então já não era um dedo senão lábios beijando seu traseiro, uma língua incitando-a. Bella sabia que isto era mau, mas se sentia tão bem! A sensação deliciosa de lambidas quentes e úmidas fez tremer seu buraco. Sentia falta do plug, queria-o. Apenas pensou, sentiu um dedo entrar nela. Seus músculos se esticaram fortemente, tentando rechaçar ao invasor e lutou por empurrar tal e como Edward o havia dito. O dedo se introduziu dentro mais profundamente, o desconhecido ardor excitando-a, estimulando-a. Bella se obrigou a abrir os olhos. Edward estava em sua parte posterior, Jake lambia sua vagina. Edward a olhou nos olhos e esse olhar foi tão selvagem que o lábio de Bella tremeu. Ela apertou em seu interior com uma necessidade tão forte, que doeu.

—Quero que goze outra vez — Edward sussurrou e apoiou a cabeça sobre seu estômago. Seu dedo entrou mais profundo em seu traseiro enquanto ele ofegava sobre seu ventre. Bella gozou no meio de uma explosão de estrelas, seus olhos completamente abertos em vez de fechados, com contrações não só em sua vagina, se não por toda parte em seu corpo, espremendo cada onça de prazer de cada um de seus poros. Deixou de respirar e seu coração também parou. O gemido de Edward vibrou por seu corpo e Bella agarrou seu cabelo, levando sua mão para Jake e ele se aproximou para beijar seus dedos.

—Está bem,? —sussurrou Jake.

Ele a olhou nos olhos e ela sabia que se tivesse dito não, não passaria nada. Mas Bella não queria dizer não. Desejava isto mais do que nunca tinha desejado nenhuma outra coisa. Uma fantasia feita realidade. O travesseiro caiu no chão, Jake ficou a um lado dela e Edward no outro, mordiscando seu pescoço. Bella elevou seu braço para agarrar o pênis de Jake, mas ele se tornou atrás.

—Sem tocar. Estou perto de uma detonação nuclear aqui.

Edward levantou sua perna com sua coxa e ela sentiu escorregar entre seu traseiro seu grosso pênis enquanto se aproximava de suas outras dobras. A mão do Jake colocou seu ventre em posição para que o pênis de Edward estivesse contra sua vagina. Edward dobrou seu quadril e de um comprido escorregão e com uma cálida exalação que fez cócegas na orelha, ele cravou toda sua longitude dentro dela. Bella inclinou seu quadril para ele e Edward a agarrou pela cintura.

—Sou! Jake não é o único no fio do escarpado e acabo de dar conta que para que isto vá bem estamos mal colocados.

Os três começaram a rir. Edward levantou Bella e rodou sobre seu traseiro.

—Você tem que estar em cima

— disse ele. Bellaolhou abaixo para seu rígido pênis, brilhante com sua nata, o prepúcio jogado atrás revelando a delicada cabeça com forma de ameixa e o olho piscando. Uma gota de pre-sêmen se deslizou.

—Bella, se me olhar assim, vou me perder antes que me coloque dentro de você —disse Edward.

Jake agarrou a base do pênis de Edward e a sustentou toda reta enquanto Bella se afundou abaixo. Fez devagar, sentindo que Edward tremia enquanto ela se abria para ele, seu pênis alargando- a, obrigando-a a aceitar primeiro sua largura e logo seu comprimento, enquanto ela continuou empurrando para baixo. Os dedos de Jake lhe deram uma carícia rápida e desapareceram e Edward estava tão dentro dela como era possível, seu saco apertado contra seu traseiro. Ela espremeu seus músculos e ele a olhou furiosamente.

—Esqueça isso. Ainda não — disse.

Ele a jogou para baixo, assim que ela descansou sobre seu peito, com suas mãos acariciando- a desde sua cintura até agarrar suas ardentes nádegas.

—Olá preciosa! —sussurrou. Bella

sentiu o frio lubrificante contra seu traseiro e estremeceu. Tentou olhar para trás, mas Edward agarrou sua cabeça.

— Relaxe — disse ele e a segurou. Os dedos de Jake formaram redemoinhos ao passar lubrificante sobre seu ânus. Um dedo penetrou dentro dela e Bella corcoveou pela sensação.

Edward gemeu e estremeceu.

—Tem certeza, ? —Jake perguntou.

—Tenho— ela sussurrou.

A rígida ponta do pênis do Jake tocou a abertura de seu corpo. Ela sentiu como os músculos das coxas dele se esticaram quando ele apertou para dentro.

—Ah Deus. —Jake deu um gemido que retumbou

. Bella tragou ar quando ele forçou sua entrada de músculos pouco dispostos. —Empurra para fora, gatinha — disse Edward.

—Isto queima — ofegou Bella.

Jake deixou de mover-se.

—Está bem — Edward acariciou seu cabelo- é normal. Continua empurrando para fora.

Bella sentiu cada milímetro de movimento enquanto a larga cabeça do pênis de Jake pressionava dentro dela, esticando-a. Parte dela queria dizer "faz de uma vez", mas Jake tomou seu tempo, não a apressou. Seu traseiro ardia como fogo enquanto ele apertava com cuidado, movendo-se só um pouco mais longe cada vez, mais profundo com cada impulso. Então a pressão e a dor se uniram quando a grossa ponta bulbosa de seu pênis entrou duramente através de sua barreira de músculos. A dor rapidamente foi atenuada por um agradável calor e o conhecimento que o melhor estava por vir. Ela tomou uma longa inspiração e logo a deixou ir. O pênis de Jake transpassou o anel de seus músculos e entrou na estreita passagem de seu traseiro. Os três gemeram. A sensação de plenitude deixou a Bella O. K., tão cheia com pênis por seus dois canais que não podia nem se mover.

—Oh merda, está tão estreita — Jake exclamou.

— Fica aquieta. Tem que se acostumar a isto.

Bella subiu acima e abaixo sobre o peito do Edward enquanto ele ofegava. Seus mamilos como rochas eram dois duros pontos, roçando contra ele enquanto ela respirava entrecortadamente.

—Podem sentir um ao outro? —sussurrou.

—Sim — Edward sorriu. Seus olhos entrecerrados pareciam drogados de sexo.

—Isto é tão bem — Jake gemeu. — Mas fodidamente apertado.

—Quando você vai se mover ? —perguntou Bella.

Ela sentiu sua risada disparar através de seus pênis e ela apertou seus músculos internos.

—Jesus, Bella— disse grunhindo Edward e colocando suas mãos ao redor de seus quadris. Ela o viu olhar a Jake e afirmar com a cabeça. Jake foi o primeiro a se mover, retirando-se assim só a ponta de seu pênis ficava dentro dela, mas quando empurrou dentro de novo ele tirou ao Edward de seu corpo. Começaram um baile rítmico, Edward metendo-se em sua vagina enquanto Jake saía de seu ânus. Bella não podia fazer nada mais que apertar quando eles estavam dentro dela e

inclusive isso era difícil. Dentro e fora, dentro e fora e os três grunhiam e gemiam, respirando entrecortadamente quando podiam. Brilhavam suarentos enquanto a carne molhada golpeava contra carne molhada.

Bella gozou uma vez, um mini orgasmo que conduziu a outro um pouco mais forte, e soube que seu corpo estava a ponto de desfazer-se completamente. Suas bruscas respirações e o forte aroma almiscarado do sexo apareceram na mente de Bella. Não ter nada de controle no momento da liberação, era algo diferente. O corpo da Bella estava o bastante tenso para romper-se. Tiras de relâmpago se agarraram a sua espinha e irromperam em seu cérebro. Ela perdeu o tato em suas pernas, tinha muito sentindo entre suas pernas. Os meninos perderam o ritmo e Bella deixou de respirar. Cada um deles escravo de seu orgasmo saltaram para a linha de chegada. Edward jogou os braços dela para trás por cima de sua cabeça. Jake uniu seus dedos com os deles e por um momento o mundo deixou de girar…

—Bella, respira — disse Edward.

Ela viu dois rostos preocupados, abriu sua boca e nada aconteceu. Edward lhe deu um bofetão e ela tomou ar.

Ele a abraçou.

—Sinto muito, sinto — ele chorou. — Ah Deus, não quis te golpear, mas é que não respirava.

—Está bem. Estou bem — ela ofegava. O par se derrubou aos dois lados dela. —Pensei... —começou Edward.

— Jesus. Bella recuperou o fôlego e rodou de modo que ficou de barriga para cima. Colocou sua cabeça entre seus braços cruzados e os olhou.

—Nunca em minha vida me tinha deslocado assim — disse.

— Foi... Eles abriram os olhos e a olharam.

—Foi a sensação mais intensa que tive. Durante um minuto não soube onde estava. Somente gozava e gozava e gozava.

Ambos sorriram um pouquinho.

—Sabem quando sentem que quão único querem fazer é seguir gozando? Bem, pois se parecia com isso. Não parei — ela se sentou. — Merda, temos que fazê-lo outra vez.

Quando Bella chegou ao trabalho na segunda-feira pela manhã, lamentou não ter pego um táxi como Edward tinha sugerido. Cada passo era um esforço. Doía-lhe tudo depois de ter caminhado quarenta e um quilômetros por uma boa causa, tinham-lhe dado agulhadas nas pernas depois daquela sessão de maratona no ginásio quando tinha tentado tirar Mike da cabeça, mas nunca seu corpo se havia sentido tão... assombrado, tão sobressaltado. Estas são as palavras mais adequadas, pensou Bella. Seu pobre corpo não sabia o que o tinha golpeado. Sorriu de par em par, porque seu cérebro sim sabia. Dois homens em forma, quentes. Consolava-a saber que nenhum deles tampouco andava direito. Bella sorriu abertamente. Teriam que declinar o ritmo ou estariam mortos em uma semana. Bella empurrou para abrir as portas de vidro e sorriu ao cara da segurança sentado no escritório. Estava feliz. Tinha passado muito tempo desde que se havia sentido tão contente. Inclusive ver a víbora no trabalho cedo e ninguém mais no escritório para diluí-la, não danificou o humor da Bella. —Bom dia — disse Bella.

—Ah, Bella. Uma coisa. Bella inalou um fôlego mais de felicidade, no caso de precisar. Aproximou-se devagar ao escritório de sua supervisora.

—Gravadora — disse a Víbora e estreitou os olhos.

— Falta uma.

—Sim, tomei emprestada — disse Bella imediatamente. — Eu sinto muito. Sei que não devia, mas isto era importante.

—Para que a necessitava?

Várias desculpas revoaram pelo cérebro da Bella. Todas elas mentiras, mas ao final disse a verdade.

—O homem que me acusou de danificar seu carro está como me espreitando, mas ninguém acredita em mim.

— A próxima vez que fale comigo.

Bella recolheu sua bolsa e tirou a magra máquina negra.

—Já conseguiu?

Bella sacudiu sua cabeça.

—Consegui evitar estar a sós com ele.

—Ele ainda a molesta?

O fazia? Bella não podia acreditar que Mike se rendesse.

—Provavelmente.

A víbora devolveu a máquina a Bella.

—Fique por agora.

Bella ficou com a boca aberta.

—Não a quebre ou terá que pagá-la.

—Obrigado — disse.

—Se necessitar um lugar para ficar, tenho uma casa livre. O coração da Bella se encolheu

. —Ah, não, mas obrigado, Tania. É realmente amável.

Cada documento que Bella abriu foi como uma brisa. Trabalhou como uma possessa. Inclusive as complexidades das caldeiras de combinação não a desconcertaram, embora a aborrecessem. Logo que podia acreditar sua sorte quando viu que o seguinte trabalho era traduzir ao grego, para um dos principais editores britânicos, uma novela erótica titulada 'Majikal'. Uma história sobre dragões, demônios e caçadores de sonhos e Bella ficou enganchada desde a primeira página. Quando seus amigos foram almoçar, Bella ficou em seu escritório. Enquanto a víbora estava fora do escritório, Bella ligou seu celular. Uma chamada de sua mãe, três da Jess, um sms do Jake e um do Edward.

"Olá, Gatinha. Dói-me por toda parte. Podemos fazê-lo outra vez? Beijos Edward".

Bella riu.

"Olá, Linda. Estou com saudade. Amor, Jake. Beijos-beijos- beijos."

Bella queria dizer a todos quão feliz estava, mas não podia. Compartilhar seu corpo com dois Homens estava muito por baixo da linha de respeitabilidade do que se podia contar às pessoas. Bella sabia do que a chamariam. Porca, prostituta, puta. Pior. Jake com suas origens de policial tinha que ser ultra-cuidadoso. Edward estava em um trabalho proeminente e não podia se permitir nenhum escândalo. Enquanto Bella vivesse com eles em seu apartamento, eram simplesmente três amigos que compartilhavam alojamento, mas demonstrar seu carinho abertamente como trio seria pedir problemas. De maneira nenhuma sua mãe aceitaria que Bella namorasse com dois homens. Nunca. Bella adivinhou que a chamada de sua mãe seria sobre Edward.

—Olá, sou eu — disse Bella.

—Olá, querida. Bella apertou os dentes. Não podia recordar a última vez sua mãe a tinha chamado querida.

—Passou bem no sábado de noite? Partiu sem dizer nem adeus. Queria pedir a você e a seu jovem para que viessem almoçar ontem.

—Não estamos nessa etapa da relação — disse Bella, sabendo que seu tom era mais agudo que o que deveria ser.

—Nenhum casamento duplo então? —sua mãe riu.

—Não — Bella cravou os dedos em seu braço para evitar dizer alguma coisa sobre o Mike.

—Não acredito que tivesse necessidade que saísse de seu apartamento.

—Não?

—Se tiver um encantado jovem…

—Perdoe, mamãe. Tenho uma chamada de trabalho. Bella a cortou. Agora somente tinha que suportar uma chamada a Jess sem chamar o Mike bastardo com merda em vez de miolos, e todos estariam bem.

—Olá, Jess. Queria algo? —perguntou Bella.

—Não tive a possibilidade de falar contigo na sábado. Seu namorado é agradável — Jess esperou que Bella dissesse algo, mas Bella não disse nada.

— Er, Mike e eu nos perguntamos se vocês gostariam de sair a comer.

—Não.

Bella imaginou a Jess exalando.

—Não há nenhuma necessidade de comportar-se assim. Não somos nós os que nos estamos comportando mal — soltou Jess.

—Não me estou "comportando" de nenhuma maneira. Perguntou-me se queríamos sair para comer e disse que não.

—Terá que aceitar Mike cedo ou tarde. Ele vai ser parte da família.

—Estão ainda em meu apartamento?

—Sim.

Bella pressionou o botão vermelho e logo desligou o telefone. A vida era muito curta para falar com idiotas. Fez uma pausa em sua tradução da novela erótica e em mudança começou uma leitura rápida em grego quando seu telefone de escritório soou. —Senhorita Swan?

—Sim.

—Sou Archie Milhares, do Seguro Rapidline Geral. Estou ligando relação a destruição no Porsche de nosso cliente.

O estômago da Bella fugiu sob seu escritório e se escondeu.

—Enquanto entendemos que o Serviço da policia não vai prosseguir um caso contra você, a chamamos para informar que isto se transformou em um assunto civil. O custo de repintar o carro foi loteado em três mil duzentas e vinte. Uma carta foi enviada a sua casa solicitando o pagamento dentro de vinte dias ou nos obrigará a processa-la.

—Eu não o fiz.

—Bem, então sugiro que contrate um advogado e a veremos no tribunal. Bom dia, senhorita .

Bella pôs o telefone em seu lugar com mão tremente. Ah merda. O bom humor arruinando na hora do almoço. Tinha o dinheiro para pagar a nova pintura, mas por que demônios tinha que pagar? Por outra parte, contratar um advogado e perder poderia custar mais que a fodida reparação. Podia perguntar ao Edward, mas ele não era esse tipo de advogados. Bella suspirou. Não era justo. Ela olhou sua bolsa. Pensou no que havia dentro, como poderia usá-lo e agarrou o telefone. Então devolveu de repente o telefone a seu lugar e abriu sua bolsa. Talvez a vida fosse amável e ele diria algo estúpido agora mesmo. Bella pressionou o botão para registrar, comprovado que funcionasse e logo marcou.

—Olá Bella! Inclusive sua voz a fazia encolher-se.

—Mike.

—E a que devo o prazer desta chamada?

—Acabo de falar com sua companhia de seguros por telefone e me pede mais de três mil para pagar por um dano que não causei.

—Bom, em realidade consegui três preços. Este era o mais barato.

—Mas você sabe muito bem que eu não o fiz.

—Eu?

Merda. Bella deveria ter estudado isto atentamente, ter planejado a conversa.

—por que está fazendo isto? —perguntou.

—Já sabe por que.

—Explica outra vez.

—Porque destroçou meu carro.

Merda. Não era a resposta que necessitava.

—Quero te ver — disse ele.

— Podemos esclarecê-lo.

—Bem. Bella queria também a Jess ali, mas ele não diria a verdade com sua irmã cerca. —Isto está sendo um pouco muito fácil, Bella.

—Não tenho três mil l — soltou ela.

Mike riu.

—Bem. Seis e trinta. Westies na Rua Conault no Soho. Conhece?

—Encontrarei.

Bella cortou a conexão e telefonou para Jake. Teve que deixar uma mensagem de voz, mas disse quando e onde ia encontrar com Mike e o que tinha intenção de fazer.

Quando Bella virou a esquina na Rua Conault, suspirou e logo exalou. Abriu sua bolsa, colocou a mão e conectou a gravadora. Esperava que deixar o zíper do bolso de acima fosse bastante para recolher as palavras incriminatorias que ia tentar que Mike pronunciasse. Bella desceu a rua para Westies. Parecia um café jamaicano. As mesas e cadeiras estavam colocadas fora e o local estava cheio. Isto tranquilizou-a. Estava aproximadamente a quatorze metros de distância quando um carro se aproximou rapidamente e o vidro se deslizou para baixo.

— Bella. Não há nenhum lugar para estacionar. Entra e iremos a outra parte.

Ah merda, Bella pensou. Que diabos ia fazer agora?

—Não posso estar muito tempo porque Jess me chamou — disse Mike.

— Necessita que a recolha de uma reunião em sua escola. Eu não gosto que ela fique

esperando naquela vizinhança. Porque poderia ser atacada e isto também seria culpa de Bella.

Tudo gritava: não suba a seu carro, mas ela o fez. Mike arrancou antes que ela pusesse o cinto de segurança. Bella o enganchou em seu lugar enquanto ele dava a volta à esquina. A menos de vinte metros de distância havia um estacionamento livre.

—Ali — disse ela, assinalando-o. Ele passou reto.

—Acredito que neste bairro tendem a arranhar os veículos. Bella se ofendeu pela indireta.

—Por que se preocupa? Suponho que isto é um carro de cortesia.

O pequeno três portas era muito humilde para um cretino pretensioso como Mike.

Bella viu apertar sua boca.

—Você sabe quanto amo aquele Porshe.

—Curta essa merda, Mike. Você e eu sabemos que você mesmo o fez.

Ele a olhou

—Por que caralho faria eu isso a meu carro? Por que ia querer ser um bobo?

Uma pequena fresta de dúvida começou a abrir-se passo na confiança de Bella.

—O fez para me colocar em problemas, então poderia intervir e me liberar disso. Eu estaria tão agradecida que contasse à polícia que não queria que eles perseguissem o caso...

—Fecha o bico, idiota.

Ela necessitava que ele dissesse. Sentia seu telefone vibrando em sua bolsa, mas não se atreveu a tirá-lo.

—Você o que? —perguntou ele.

—Diga-me isso você. Mas ele não fez. Bella mordeu o lábio inferior. A máquina estava gravando ar vazio.

—O que quer Mike? O que posso fazer para fazer desaparecer tudo isto? Para te fazer desaparecer?

—Para começar, pague a reparação de meu carro.

Bella pensou que estaria bem disposta a fazê-lo se ele desaparecesse.

—Que mais?

—Você em minha cama uma vez por semana fazendo tudo o que quero que faça.

O arrepio explodiu sobre o corpo da Bella como se a tivessem jogado em um ninho de serpentes.

—O que consigo em troca?

—Deixarei Jess.

Por favor, que isto esteja gravando. O telefone vibrou outra vez.

—Me explique isto porque realmente não entendo por que o faz.

—Merda, porque você disse NÃO — ele grunhiu as palavras e Bella se aproximou mais à porta.

— Você desejou aquela noite. Sei e você sabe. Não pode me apagar como um interruptor.

—Isso foi um engano.

—Chupou meu pênis. Uma verdadeira super mamada. Por que faria se não me desejava?

Merda, merda, merda.

—Para me desfazer de você. Pensei que fosse me violentar.

Ele riu.

—Isso seria um jogo interessante para jogarmos juntos. Mais diversão se resistir. Você vai fazer minhas fantasias realidade e quando eu tenha tido bastante de você, então teremos terminado.

Ele se dirigiu a uma área de estacionamento subterrâneo e Bella se sentou rígida de repente.

—Pensei que íamos pegar Jess. Onde estamos?

—ela não tinha estado prestando atenção.

—Em minha casa. Podemos começar esta noite. Jess pode esperar. Se cooperar, prometo que a abandonarei para sempre. Bella tentou fazer retroceder a onda de pânico.

—Quanto tempo vai me fazer isto? —perguntou.

—Até quando eu quiser.

Bella manteve sua bolsa na mão. Em um momento, ele ia tirar seu celular. Com tudo o que era, não era estúpido. Mike desceu a rampa e se dirigiu a um oco de estacionamento. Antes que o carro tivesse deixado de mover-se, ela soltou seu cinturão e saltou do carro. Os joelhos da Bella rasparam pelo concreto, mas ficou de pé e correu para a rampa. Sapatos incorretos! Essas coisas saíam dos pés. Muito frenética para livrar-se a patadas deles, muito torpe para correr com eles, Bella tropeçou. Uma mão no pescoço de sua jaqueta e ela se chocou com o peito de Mike. Pôs-lhe um braço ao redor da garganta, outro ao redor de sua cintura e a arrastou. Sua bolsa estava ainda enganchada ao redor de seu braço, com seu celular dentro, mais importante agora que a máquina de gravação. Bellacavou seus dedos em seu braço, tentando afrouxar seu apertão sobre sua garganta, mas respirar se transformou em um problema e começou a resfolegar.

—Agora, vai ser sensata ou estúpida? —sussurrou Mike em seu ouvido.

— Sensata não doerá, estúpida sim. Bella deixou de lutar.

—Muito melhor. Uma hora em minha cama e pode partir. Acredito que começaremos com a fantasia da violação. Te amarrarei. Bella tentou ignorar a dura crista apertada contra seu traseiro. Quanto mais lutasse, mais ele se excitaria. Deixou cair as mãos, seu corpo flácido e Mike relaxou seu agarre. Uma patada na tíbia com seu calcanhar, um cotovelo no peito e Bella correu. Viu brilhantes luzes cegadoras, mas não viu o carro até que se deslizou por cima da capota.

—Bella!

Ela abriu seus olhos e elevou a vista. Jake. Ela sorriu e logo franziu o cenho. Por que tinha seu traseiro sobre o chão maciço? Mike. Bella tentou sentar-se bem e Jake o impediu com uma mão.

—Fica imóvel. Pedi uma ambulância.

—O que aconteceu?

—Te atropelei com meu carro.

—Joguei-me contra você. Onde está Mike? —Ela suspirou.

—Alí.

Bella voltou a cabeça. Mike estava algemado, com os braços estirados ao redor de um pilar. Ele a olhou com ódio.

—Como sabia onde estava? —perguntou.

—Quando não apareceu no Westies e seu telefone deixou de fazer sinal, decidi vir a casa deste idiota.

Jake passou sua mão ao longo de uma perna, e logo depois da outra. Bella se deu um impulso para sentar e se apoiou contra o lado do carro.

—Estou bem. Acredito que somente me roçou. Nada quebrado. Ah, exceto o salto de meu sapato. Merda.

—Que diabos estava pensado para entrar em seu carro? — Jake perguntou e Bella ouviu o matiz de cólera de sua voz isso foi idiota de sua parte. Certamente que sim. —Sinto muito - resmungou ela.

Jake mexeu o cabelo com os dedos. Tremia. Jogou uma olhada rápida ao Mike e logo a ela, e logo baixou o tom de voz.

—Siga o jogo.

Bella olhou a seu entorno.

—Onde está minha bolsa? Jake procurou sob o carro e o tirou. Estava muito esmagado. Bella abriu-o. A máquina de gravação tinha uma fenda na capa. Seus ombros caíram. —O que acontece? —perguntou Jake. Bella lhe mostrou a máquina.

—Registrei-o. Ele disse que se lhe deixava foder-me uma semana, abandonaria a Jess. Ia me violar.

A voz da Bella se foi apagando quando a realidade da situação começou a lhe fazer trinca.

A boca do Jake se apertou

—Fica aquieta. Não diga nada. —aproximou-se de Mike.

—Reconheço-lhe — disse Mike. — Você veio por um roubo na noite que estávamos em uma festa. Como é que conhece Bella?

—Ela sai com o homem com o que compartilho o apartamento.

—Então como é que você não sabia…

—Bella informou de sua perseguição faz um tempo. Estivemos lhe vigiando. Mike Newton detenho-o por sequestro a Bella Swan. Tem direito a permanecer em silêncio. Algo que diga poderá ser usado contra você no tribunal. Tem direito a consultar a um advogado e/ou a ter a um presente quando for interrogado pela polícia. Se não puder contratar a um advogado, será-lhe designado um para representá-lo...

—Foda-se. Não fiz nada. Foi você quem a golpeou com seu carro. Nós só estávamos enganando.

—Ela gravou tudo —disse Jake. — Tudo o que você disse. Bella viu como se desvanecia a cor da cara do Mike.

—Não o dizia de verdade — disse Mike.— Era uma brincadeira, jogando a pôr uma irmã contra a outra. Um pouco de diversão. Mas ela fodeu meu Porsche.

Bella podia ouvir as sirenes ao longe, o som fazendo-se mais forte. Tentou ficar de pé e se apoiou contra o veículo do Jake. Ele se precipitou para seu lado e a aproximou de seus braços.

—Bella, não deveria se mover. Tem que ver um doutor.

—Estou bem.

Acabou-se. Todo o fodido assunto do Mike finalmente se acabou. Bella não podia acreditar. Bom, quase. Paramédicos pouco dispostos aceitaram que ela não queria ir ao hospital, mas tinha que ir à delegacia de polícia e dar uma declaração. Jake insistiu em levá-la pessoalmente.

—O que era tudo aquilo, Jake? —Bella perguntou. — Mike te conhecia.

—Vou estar em problemas — disse Jake com um gemido.

—Se explique. Agora.

Jake disse o que ele e Edward fizeram para encontrá-la e ela se debatia entre estar emocionada e horrorizada.

—Eu não estava de serviço, mas fingi que sim. Inventei um crime que não existia. Tudo por motivos pessoais.

—Tudo pelo Edward. Jake jogou uma olhada e assentiu. Então ele soltou uma risada. —Estou contente de havê-lo feito.

Não tinha por que ser um assunto oficial. Estava perguntando por uma amiga.

—Não quero que ninguém minta — disse Jake.

—Quem vai pedir, Jake? Se Mike disser algo, parecerá que ele tenta enredar mais as coisas. Inventar um crime é pior. Posso fazer que desapareça.

Bella tirou o celular. A capa estava rachada mas havia sobrevivido à topada melhor que a máquina de gravação. Ela chamou Erin e lhe contou tudo. Quase tudo. Então se voltou para o Jake.

—Foi a sua casa me buscando pelo Edward. Eles acreditam que é doce. Jake gemeu. —É doce.

—E como vai persuadir a sua irmã?

—Me deve — disse Bella e fez outra chamada.

Na delegacia de polícia Bella lhes deixou tirar fotografias de suas feridas, cada arranhão e contusão. A gravadora estava quebrada, embora dissessem que o laboratório de polícia provavelmente poderia ressuscitar o que tinha gravado. Bella pensou no que tinham falado sobre a mamada e estremeceu. Mas depois de todo o esforço, isso provavelmente não importava. Jake veio para lhe dizer que Mike tinha cantado como um participante do Pop Idol e, como quase todos, não tinha impressionado aos juízes. Bella havia dito muito pouco no carro por telefone a Jess, somente que Mike tinha sido detido por rapita-la e onde estavam sendo levados os dois. Quando Jess chegou com os pais a reboque, Bella pediu ao Jake que ficasse na sala com ela.

—Isto deve ser algum tipo de engano — disse sua mãe quando entrou. Bella tentou ocultar sua decepção.

—Não há nenhum engano — disse Jake.

Bella suspirou.

—Se o Agente Black não tivesse chegado, Mike teria me violado. I

sto fez que sua mãe soltasse um ofego e que seu pai apertasse os dentes. Jess rompeu a chorar ruidosamente nos braços de sua mãe, mas o pai da Bella se aproximou para rodeá-la com o braço. Ele abraçou-a forte e a balançou. Bella se sentia como se uma parte de mármore grande tivesse preso na sua garganta.

—Sinto muito, Jess — disse Bella. — Sei que amava Mike, mas ele não era o que você pensava.

—Era realmente agradável comigo — disse Jess entre soluços. — Disse que me amava. Isto não ia a ser fácil. Bella suspirou. Todos se sentaram ao redor da mesa. Não passou com Bella que ninguém perguntasse se ela estava bem. O braço de seu pai estava agora ao redor da chorosa Jess. Bella sentiu que o joelho de Jake a tocava sob a mesa, o mais parecido que podia lhe dar de um abraço.

—Você veio ao apartamento — disse Jess, olhando ao Jake.

—O Agente Black é o companheiro de apartamento de Edward. Estava me procurando. Você e Mike o deixaram pensar que você era eu.

—Não me dei conta. —O queixo de Jess tremeu.

—Posso falar com Jess a sós? —perguntou Bella. Jake acompanhou seus pais para fora.

—Sinto muito — disse Jess. — Ainda não posso acreditar.

—Ele é um enganador nato

— você é uma idiota.

— Jess, não quero que diga a ninguém que o Agente Black veio ao apartamento me procurando. Jake mentiu para ajudar Edward e eu não quero que ele se meta em problemas. Isto não trocará o que acontecerá com Mike, mas sim me importa.

Jess assentiu com a cabeça.

—Acredita que poderei ficar com o anel? Bella mordeu as bochechas.

—Talvez devesse devolvê-lo. Ou talves poderia vendê-lo e pôr o dinheiro para reparar o dano que fez a seu carro. Os olhos da Jess se alargaram.

—Como soube? Bella não tinha estado segura. Agora o estava.

—Não havia nenhuma razão pela que Mike negasse havê-lo feito. Seguia insistindo em que tinha sido eu. Por que o fez, Jess?

As mãos do Jess tremeram.

—Pensei que isso o faria te odiar, que seria totalmente meu em vez de só em parte. —Aqueles correios eletrônicos foram um bonito toque. Uma jóia.

—Sinto muito.

—E ia deixar que chegasse aos tribunais?

—Não teria chegado a tanto. —Jess se ruborizou. Bella queria acreditar.

—O que vai acontecer com ele? —Jess suspirou.

—Não sei. —Acredita que o Mike gosta ao menos um pouquinho de mim?

Ah Deus, me dê forças, pensou Bella. Algumas pessoas estavam muito cegas para ver três em um burro.

—Não, Jess. A verdade é que nunca gostou. Uma vez que eu disse que não. Seu ego não podia suportar. Ele foi atrás de você para me fazer mal. Tudo isto foi para vingar-se de mim.

—E o de seu carro o que? —Sua companhia de seguros me pediu mais de três mil libras para pagar o dano. Se não pagar em vinte dias, me levarão aos tribunais. O rubor da cara do Jess desapareceu.

—Não posso demonstrar que não o fiz, Jess. A metade do bar me ouviu chamar o Mike mentiroso de merda. Você usou uma faca de minha cozinha. Tenho o motivo e nenhum álibi. Inclusive se um juiz pensasse que tinha justificativa para fazê-lo, o fato é que eu seria declarada culpada.

—Pagarei — resmungou Jess. — Tenho aproximadamente dois mil no banco. Conseguirei o resto com papai.

Bella sentiu um grande alívio percorrê-la.

—Amigas de novo? —perguntou Bella e Jess assentiu.

Os nervos do Jake estavam a mil. Uma reação tardia aos acontecimentos daquela tarde. Nunca havia conduzido tão devagar em sua vida. Provavelmente a polícia o pararia. Quão embaraçoso poderia ser? Um tira indo muito lento. Mas sem seu inato piloto automático Jake se tivesse derrubado feito uma pilha tremente. Poderia tê-la matado. Esqueceu que ela entrou correndo na trajetória de seu carro, a Deus obrigado que logo que tinha estado movendo-se, mas poderia havê-la atropelado. E se Jake não tivesse seguido seus instintos, Mike poderia havê-la violado. Talvez assassinado. Jake soltou um profundo suspiro.

—Jake, já acabou. —disse Bella.

Ele grunhiu algo incompreensível. Cristo, nem sequer podia falar coerentemente. —Ligou para Edward? —perguntou ela.

—Não. —Porque, que merda ia dizer a ele? Olá, Edward, quase matei a Bella. Sim, isso poderia ir bem.

—Já o chamo — Bella tirou seu telefone. — Olá, Edward... Não, Jake está me trazendo. Tivemos uma pequena aventura.

Jake a ouviu explicar os acontecimentos da tarde. Sua versão, não a dele. Ela disse que Jake tinha salvado sua vida e o coração de Jake havia se sentido tão esmagado como sua bolsa. Ele não era um herói. Quando cortou a chamada Jake se sentiu ainda pior. —Jake, deixa — disse Bella. — Você é meu herói. E se tivesse ficado no Westies sentadinho uma hora em vez de ir a casa do Mike?

—E se não tivesse levado ali? Poderia te haver levado a qualquer outra parte. Nunca deveria te haver deixado fazê-lo.

—Não teve a oportunidade de fazê-lo. —Como se isso importasse. Ele esperava uma boa bronca de seu chefe quando se inteirasse. Esta confusão lamentável não ia desaparecer. Só o fato que sua chegada tinha salvado a Bella, ao final, possivelmente o liberasse. Jake entrou no estacionamento subterrâneo do prédio.

—Foi minha decisão, não a sua. Agora deixa estar — disse Bella.

— Sinto um grande alívio que tenha terminado. Quero ver caras felizes, não preocupadas.

Jake se aproximou para ajudá-la a sair do carro. Ele fechou a porta e rodeou seu rosto com as mãos. Inspirou profundamente, mas um pouco a tropicões.

—Te amo — disse. O alívio que sentiu ao dizer o fez ofegar.

— Não tem que dizer também. Somente queria que soubesse.

Bella riu, inclinou-se e o beijou. Jake liberou seu rosto e deslizou os braços ao redor dela, abraçando-a forte. Tentou ser suave, mas ao segundo se beijavam como se isso fora a última coisa sobre a terra que conseguiriam fazer. Sua língua dançava em um frenesi ao redor da sua e ele perdeu a capacidade de pensar. Foi a tranquilizadora mão de Bella em suas costas o que lhe devolveu à realidade. Ele se retirou sua respiração descompassada, mas com um sorriso zombador em seu rosto.

—Eu também te amo — disse ela.

Os joelhos de Jake tremeram. Graças a Deus seu traseiro estava apoiado contra o carro.

—Me ama? —sussurrou. Bella assentiu.

—Ah Jake, como não poderia? É doce e amável. É um homem bom. Arriscou tudo por mim e não te deixarei perder tudo. Faz-me feliz. Quando me olha, me desfaço viva. Ele riu.

—Não é exatamente o efeito que você tem em mim. Bella dobrou seus quadris nos dele, esfregando seu pênis, e este palpitou em resposta.

—A vida não vai ser fácil, verdade? —disse Bella. — Não para nós três. Não podemos dizer a ninguém, ir a qualquer parte. Meus pais pensam que Edward sai comigo e isso não é justo para você.

—Podemos fazer que funcione —disse Jake. — Há outros como nós. Podemos ir de férias, comer fora, ir ao cinema, ao boliche o que queira. Faremos funcionar —ele exalou um tremente fôlego

— Sabe quanto tempo venho desejando que alguém me ame?

—Bom, Edward... —Ele não pode dizer. Não sei por que. —Jake tentou e não conseguiu engolir a angústia de sua garganta.

— Perguntou? —disse Bella. Jake soltou uma risada curta.

—Edward não tem esse tipo de conversa.

Bella tomou a sua mão.

—Trabalharemos nele. Dois contra um.

Assim que Edward ouviu abrir a porta, precipitou-se para baixo e voou para a Bella. Envolveu-a com seus braços e logo a beijou devagar, tomando seu tempo para saborear seu gosto, o roçar suave de seus lábios, seu doce suspiro.

—Sente quanto senti sua falta —

Pressionou seus quadris. Contra as suas até que sentiu cada centímetro de seu rígido pênis. Bella se separou de sua boca e riu. Edward se derreteu. Como poderia alguém continuar zangado com ela?

Jake estava atrás e Edward o chamou com a cabeça, então o incluiu no abraço.

—Nada de mais proezas assim — disse Edward. — Já tenho bastante com me preocupar com o 007, sem você correndo por aí tentando conseguir que os tipos maus confessem em uma fita. Está segura que está bem?

—Estou bem.

—Atropelei-a com o carro — soltou Jake.

Edward olhou Jake e a Bella e logo Jake outra vez.

—Um golpe oblíquo. Quase nem senti — disse Bella.

— Não foi culpa de Jake. Saltei sobre a capota. Amassei com meu traseiro.

—Jesus —Edward a voltou a apertar contra seu peito.

—Jake me salvou. Jake acariciou seu cabelo com os dedos.

—Deveria haver feito mais para detê-la. Edward franziu o cenho.

—Já basta de recriminações. Acredito que é de obrigação uma cuidadosa inspeção corporal, mas primeiro comeremos. Cozinhei. Não quero que se estrague.

Ele tinha preparado a mesa de cristal do fundo do salão, havia baixado as luzes e tinha

disposto velas. O champanha estava no gelo, a música soava. Jake assobiou quando entrou na sala.

—Wow, o que vamos comer? —perguntou Bella.

—Sanduíches de queijo — disse Edward.

Jake riu.

—Seguiu a receita?

—Certamente.

Jake se virou para a Bella.

—Edward acrescenta coisas. Gosta de experimentar. —Farejou. — Cheira bem.

Edward sorriu abertamente.

—Isto é um bom princípio — ofereceu uma cadeira a Bella e roçou sua cabeça com os lábios.

Jake abriu o champanha, verteu três taças e se sentou junto à Bella.

—Não pode haver-se equivocado com a salada — disse Bella olhando a tigela grande de folhas sortidas no centro da mesa.

—Não toque — sussurrou Jake.

—Ouvi isso. —Edward pôs os pratos sobre a mesa, sentou-se do outro lado de Bella e levantou sua taça.

— Pela Bella . O nosso Meio. Eles chocaram as taças.

—Nunca me porei no meio de vocês — disse ela.

—Espero que o faça — disse Edward com um sorriso zombador.

Houve um momento de silêncio e logo voltaram todos a rir. A lanche estava melhor do que Edward tinha esperado. Mais ou menos tinha seguido a receita, somente tinha agregado um pedaço de chocolate que tinha encontrado no armário.

Bella estava faladora e Jake calado, mas considerando o que tinha acontecido, não era uma surpresa. Edward queria que Bella se mudasse com eles. Podia ter seu próprio dormitório, pagar aluguel se quisesse. Edward tinha economizado cada centavo que Jake tinha dado. O plano era levar Jake de férias a Austrália e Nova Zelândia. Levar Jake e Bella. Edward sorriu.

—Necessito de uma ducha — disse Bella enquanto afastava seu prato vazio.

—Quer uma taça de chá? —Jake perguntou.

— Sem açúcar, verdade? Bella se ruborizou.

—Uma colherada, na realidade. —Mas disse... Ah! Bem, farei.

Edward a viu sair.

—Ela está bem? Você está bem?

Jake apoiou os cotovelos sobre a mesa e pôs a cabeça entre as mãos.

Edward se trocou à cadeira da Bella e pôs seu braço sobre o ombro de Jake. —Poderíamos havê-la perdido — sussurrou Jake.

— Esse bastardo... Eu...

—Você a salvou.

—Eu poderia tê-la matado.

—Mas não o fez, ça.

Edward puxou da cabeça do Jake para cima e o beijou. Um terno golpezinho a seus lábios e Jake gemeu.

—Quero pedir pra ela que se mude para cá —Edward disse, recordando quando antes tinha ferido ao Jake com o comentário sobre que este era seu apartamento.— Te parece bem?

O sorriso no rosto do Jake fez ronronar o pênis de Edward de alegria.

Bella se dirigiu para o fluxo de água e a deixou cair em cascata sobre ela. A corrente de calor acalmou seus músculos doloridos e levou as preocupações de sua cabeça. A questão com Mike estava terminado. Sabia que acabaria saindo sob fiança, mas tinha sido acusado de seu rapto e assalto. Todos aceitaram que ela havia dito a verdade e se aproximava de novo estaria em graves problemas. Talvez a estúpida da Jess ainda o quisesse, mas Bella pensava que seu pai teria algo que dizer sobre isso.

A porta da ducha se abriu detrás dela. Deu a volta enquanto dois corpos firmes entraram Jake com sua pele bronzeada e seu físico e Edward com seu cabelo despenteado e seus olhos brilhantes.

A cascavel no mamilo de Jake estava super quente, Bella sentiu endurecer seus mamilos e soltou um ofego estrangulado. Nem sequer tinham tido que tocá-la. —Pensamos te fazer companhia — disse Edward.

—O sabão e eu estávamos nos sentindo um pouco sozinhos. —Bella riu.

Ela beijou o mamilo perfurado de Jake com muito cuidado e ele tremeu.

Eles começaram a lava-la dos pés para cima, mãos sabonete escorregando por sua pele. Quanto tempo passaria antes que se cansassem dela? Poderia alguma vez voltar a sentir assim de bom? O que faria quando eles decidissem que já tinham tido o bastante? Muitas perguntas para relaxar. A ansiedade correu descontrolada por sua mente, dispersando perguntas em sua esteira. Como podia sentir-se tão apaixonada depois de um tempo tão curto? Jake lavou seu traseiro, seus dedos percorrendo suas costas e seus ombros.

—More conosco — disse Edward enquanto ele brincava com seus mamilos. — Pode ter seu próprio quarto, pagar o que for que esteja pagando de aluguel.

Ele realmente havia dito isso? Tinha pedido que se mudasse com eles?

—Prometemos ser limpos e ordenados. Pode pôr coisas... rosas por aí — disse Edward. —Você... vocês não me conhecem. Edward riu.

—Deus, Bella, não fica uma parte de você que não conheçamos. Ela franziu o cenho. —Tenho alguns maus hábitos.

—Bom —Edward disse e sua boca desceu em picado para seu seio.

—Tais como...? — perguntou Jake enquanto esfregava xampu em seu cabelo.

—Eu gosto de country e a música do oeste. —Edward e Jake estremeceram. — Tenho uma necessidade patológica de ver filmes de garotas uma vez à semana com dois homens sentados a cada lado. — Bella agachou sua cabeça sob o fluxo de água e Jake repassou a espuma. — E eu gosto de dançar nua quando há lua cheia.

—Genial — disse Edward.

—No Trafalgar Square — ela acrescentou.

—Mentirosa —Edward beliscou seu nariz. — Bem, o que diz? Quer viver conosco?

Bella tinha que pensar. Ela adorava a ambos. Poderia se arriscar? Desfrutar do agora inclusive se o futuro não estiver claro. Seu coração respondeu.

—Sim, por favor.

Imediatamente se viu intercalada entre eles, o duro pênis de Edward contra seu ventre, o eixo igualmente rígido de Jake contra seu traseiro.

Edward agarrou sua cabeça e sua língua e pegou a sua boca para lhe roubar um beijo antes de virar para o Jake. Ainda sustentando Bella entre eles, Edward pressionou seus lábios contra Jake.

Bella adorava vê-los se beijar. Havia algo tão atraente nisso, e enquanto a água caía a correntes sobre eles e gotas se pulverizavam por sua pele, viam-se ainda

mais formosos. O cabelo molhado se pegava a seus rostos, as pestanas pesadas com a água, pareciam deuses. Escorregadia pelo sabão, Bella deslizou entre eles e pôs uma mão sobre cada um de seus traseiros para aproximá-los mais. Deu um beijo sobre a ponta de ameixa do pênis de Jake e logo outro na de Edward, e as agarrou pela raiz com seus punhos, brincando com a língua em uma e logo em outra. O gosto era similar, mas o bastante diferente como para que pudesse dizer quem era quem. Enquanto ela rodeava com seus lábios a Edward, Jake ficou livre e se ajoelhou a seu lado. Edward se inclinou atrás contra os azulejos e apoiou suas mãos sobre suas cabeças. Bella e Jake tinham seus rostos a cada lado do pênis de Edward, acariciando com a boca seu eixo, e seus úmidos narizes e línguas esquentavam a ele e mutuamente. Quando eles alcançaram a ponta, eles o trocaram de uma boca a outra e Bella sentiu cravar os dedos do Edward em seu cabelo. Jake agarrou o pênis de Edward e golpeou contra a bochecha de Bella.

—Jeee... sus —Edward pronunciou um gemido gago.

Jake deu ao Edward um golpe atrás de seus joelhos e o trouxe para o chão da ducha. Jake estava convexo de costas baixo ele, as pernas sobre a parede da ducha, sua boca ao redor do pênis de Edward. Isso deixava a boca do Edward situada no pênis de Jake e Bella se viu com um tentador traseiro. Ah Deus, poderia? Estendeu suas mãos sobre as bochechas molhadas do Edward e viu tremer seu buraco anal. A cara de Jake surgiu de entre as pernas de Edward e afirmou com a cabeça. Bella olhou para cima e viu o lubrificante. Edward gemeu quando Jake voltou a chupar seu pênis. Bella agarrou o lubrificante e se ajoelhou. Beijou as pequenas covinhas que Edward tinha ao final de suas costas e logo passou a racha de seu traseiro; sua boca, e logo a língua, deslizou para baixo à escura linha. O tremor do Edward e o fôlego retido a animaram a aprofundar. A franzida entrada de seu corpo se moveu sob seu toque e ela pressionou a ponta de sua língua contra ele. Jake jogou sua mão para trás para acariciar seu peito e quando apertou seu mamilo a ponta de sua língua deslizou no ânus de Edward. O gemido profundo a animou e ela incitou e brincou, avançando e retirando-se enquanto trabalhava sua língua mais profundo dentro de Edward.

—Ah Deus, Bella, está me matando — ofegou Edward. — Os dois. Cristo.

Ela o atormentou um pouco mais então lubrificou seus dedos e deslizou um no interior, empurrando com cuidado até que seu nódulo transpassou o músculo restritivo e o absorveu. Bella fez círculos com seu dedo e sentiu uma glândula arredondada, com forma de noz, e pelo modo em que ele se moveu e gemeu, Bella adivinhou que era a próstata de Edward. Ah, gostava de atormentá- lo.

—Leves golpes ou pressão? —ela perguntou.

—Pressão —e Edward ofegou. Bella manteve seu dedo estável enquanto Edward envolvia o pênis de Jake com sua boca. Mais lubrificante dois dos dedos da Bellae Edward ofegava no pênis de Jake. Bella apertou mais duro e momentos depois Edward ficou rígido com um grito rouco. Ela apertou as coxas enquanto uma onda de contrações revoava por sua vagina. Edward dobrou sua cabeça para o pênis de Jake e Bella retirou seus dedos para lavá-los sob a água. Jake se esticou para agarrar os quadris dela e esfregou seus braços enquanto ele gozava na boca de Edward. Por um instante ninguém se moveu então Edward se virou para sentar-se com as costas na parede de vidro e Jake baixou suas pernas e se sentou. Alcançou a Bella, atraiu-a a seus braços e a estreitou, assim que os três estavam apertados juntos, pernas entrelaçadas, braços unidos sob a água. Jake deixou cair um beijo sobre o pescoço de Bella, mordiscando na suscetível área sob seu ouvido.

—Te amo — disse, logo beijou Edward nos lábios. —Amo aos dois.

Bella sentiu Edward ficar rígido e logo relaxar outra vez.

—Eu nunca tinha estado apaixonado até que te encontrei — ele disse a Edward. — Agora não sei como poderia viver sem você. Quero-te por ter encontrado Bella. Seja o que seja que nos proporcione o futuro, obrigado pelo que temos agora.

—Eu também amo aos dois — disse Bella. — Isto simplesmente faz com que me sinta bem. Sou a pessoa mais afortunada no mundo.

Edward tirou de entre seus braços, levantou-se e saiu da ducha. Jake suspirou. A reação de Edward não o tinha surpreendido, mas sim a Bella. Tinha os olhos como pratos quando viu o Edward agarrar uma toalha e sair do quarto. Levantou-se.

—Deixe. Estará bem—disse Jake.

—Não. Bella saiu da ducha, secou o excesso de água, deixou cair a toalha e saiu do quarto. Jake fechou os registros e a seguiu.

Edward estava sentado na parte mais afastada da cama de costas para eles. Bella avançou lentamente por detrás dele e pôs sua mão sobre seu ombro. Ele a ignorou.

—O que vai mal? Por que não nos permite te amar? — perguntou.

O coração do Jake subia e baixava entre sua garganta e seu estômago.

Bella desceu da cama e caiu de joelhos aos pés do Edward.

—Fala comigo.

—Sim, permito que me ame — disse ele com voz baixa.

Jake se sentou sobre a cama atrás dele.

—Mas você não pode te permitir nos amar — disse Bella. Edward se levantou de um salto.

—Né! Eu gosto dos dois. Eu gosto muito. Mas amor... Ele começou a passear, logo parou e se apoiou contra a parede, olhando-os.

—O que aconteceu? —perguntou Bella. Edward soltou uma risada curta.

—Agora sei por que evitei acrescentar uma mulher a isto. Não sabe quando deixar as coisas em paz — ele fulminou Jake com o olhar.

— Esta se aliando contra mim?

—Edward, não faça isso — disse Bella.

—Estive apaixonado uma vez. —Edward apoiou sua cabeça atrás contra a parede. — Seu nome era Samantha, Sam. Eu disse que a amava e ela assumiu que isso significava ser um casal e não um trio. Anthony, o cara com o que eu já estava a mais de um ano antes de conhecê-la, ouviu um pouco da conversa, mas não tudo. Ele pensou que queria a ela e não a ele. Seu corpo foi encontrado no rio no dia seguinte. Tinha estado bebendo, assim poderia ter sido um acidente e não suicídio. Nunca saberei — tragou ar.

Jake estava horrorizado, não sabia nada.

—Assim é mais seguro não dizer que ama a alguém, não confiar a eles seu coração — disse Bella.

—Confio no Jake. —Edward olhou diretamente e Jake sentiu um pouco de segurança. —Você o ama — disse Bella. — Só que não dirá. A respiração de Edward se descompassou.

—É muito egoísta, Edward — disse Bella. Ele a olhou furiosamente.

—Não sou um fodido egoísta. Sou a pessoa menos egoísta que conheço.

—Não nisto. —Bella se moveu para sentar-se sobre a cama ao lado de Jake. Jake tomou sua mão.

—Deixa-o, Bella. Ela sacudiu sua cabeça.

—Isto não vai funcionar se não formos honestos, Edward. Se não me amar, não quero me mudar. É muito difícil a não ser que eu tenha seu coração e você tenha o meu. Eu assumi o risco. Agora é seu turno.

A dor se refletiu nos olhos de Jake. Bella tinha forçado esta confrontação e embora ele quisesse que Edward respondesse, Jake sentiu que os muros se desmoronavam a seu redor.

—Vem aqui — disse Bella com voz tranquila.

Jake olhou para Edward.

Depois de um comprido minuto Edward deu um passo para ela. O coração de Jake suspirou de alívio. Bella agarrou a mão de Edward e o atraiu à cama. Jake caiu a seu outro lado.

—Poderia te torturar — sussurrou Bella.

Ao estender o sorriso pelo rosto de Edward, o coração do Jake começou a pulsar mais rápido. Edward soltou uma pequena risada. Jake puxou a toalha da cintura de Edward e a jogou ao chão. Aconchegou- se a suas costas e pressionou seu rosto contra seu pescoço.

Bella apertou pelo outro lado. Eles que ficaram tombados entre os braços enlaçados. —Está bem ser vulnerável às vezes — sussurrou Bella. — Isto não o algema a nós. Te oculta, Edward, e não há nenhuma necessidade de se ocultar da gente que te ama. Bella esperava não ter ido muito longe, mas havia dito a verdade. Tinham que se amar mutuamente para que isto funcionasse. Olhou fixamente nos olhos de Edward e não viu distanciamento.

Ele suspirou, apoiou-se para frente e lhe deu um beijo tão profundo, que roubou seu fôlego da garganta e um tremor de desejo zumbiu em sua vagina. Ela enganchou sua perna sobre ambos e Jake a agarrou pelo calcanhar. Já encharcada com sua nata, os gordos lábios de Bella se abriram ao torcido pênis de Edward. Ele empurrou tão profundamente nela, que parecia como se ele tivesse alcançado sua garganta. Ela se esforçou por respirar. As sensações que percorreram seu corpo dominaram tudo exceto a necessidade de gozar, mas conteve o impulso. Ele abriu sua boca e Bella deu uma sacudida quase imperceptível de sua cabeça e jogou uma olhada ao Jake. Edward deu uma cabeçada diminuta e ela riu. Ela não devia ser a primeira em ouvir as palavras. —Acima ou abaixo? —Edward perguntou.

—Abaixo, mas não me esmaguem — disse Bella.

—O que? Nossos muito magros corpos? —disse Jake.

Edward fez Bella rodar para pô-la abaixo dele, seu pênis ainda encaixado dentro dela. Ele se apoiou sobre seus braços e pressionou seus joelhos no colchão.

—Está tão molhada e suave—sussurrou Edward. Bella apertou seus músculos pélvicos e ele gemeu, logo riram.

— E apertada — acrescentou.

Ela viu Jake estender lubrificante sobre seu pênis, lubrificando toda sua longitude e logo limpou seus dedos na fenda do traseiro de Edward. Quando pressionou contra o ânus de Edward, Bella sentiu a mudança no corpo deste. Ela pôs suas pernas sobre os quadris de Jake enquanto ele começava a empurrar devagar. Quando Jake se introduziu em Edward, Edward colocou seu pênis mais profundo em Bella, estirando seus músculos apertados e o fazendo gemer. Seu clitóris palpitou já engordado, excitando o capuz pela sedosa coroa de belo ao redor de seu pênis.

Dois rostos a olharam, ainda molhados pela ducha, e um líquido desejo brilhante alagou sua vagina. Jake se moveu mais duro e mais rápido em Edward, quem introduziu de repente seu pênis mais duro e mais rápido na Bella. Jake gemeu contra o pescoço de Edward e Edward trocou o ângulo de seu impulso.

—Oooh, não pare de fazer isto — ofegou Bella.

Seu torcido pênis tinha acariciado algum lugar diferente dentro dela e os dedos de Bella arranharam as costas de Jake enquanto Edward deslizava seus braços debaixo dela para sustentá-la. Edward bombeou mais e mais rápido, conduzindo a longitude inteira do seu penis dentro e fora. Cada movimento conduzia a Bella para o céu. Um foguete, esperando o momento de explodir.

—Jake mais duro — gritou Edward — Oh Deus.

Com um rugido ruidoso, deu um último e destruidor empurrão e seu corpo ficou rígido, apertando braços e pernas. De uma vez Jake esvaziava-se em Edward, este gozou dentro de Bella como uma explosão de água, uma corrente incansável de sêmen que alagou sua vagina.

O foguete de Bella finalmente se detonou e estrelinhas de cores explodiram atrás de seus olhos, os brilhos relampejantes de felicidade elétrica destroçando cada uma de seus terminações nervosas enquanto ela chorava de autêntica alegria.

Então ela se encontrou entre eles em vez debaixo deles e a cobriam com beijos, cobriam um ao outro com beijos. Edward agarrou a cabeça de Jake.

—Jake—disse — Te amo. Sou um é...

Jake não deixou Edward acabar. Um par de lábios se encontrou com outro e Bella se viu esmagada no meio.

Ela nunca tinha sido mais feliz.

Edward a colocou em cima e a beijou docemente.

—Bella também te amo.

Não, ela se equivocava. Agora, ela nunca tinha sido mais feliz.

FIM

Acabou. Espero que tenha agradado.

Eu amo essa estória. Tenho mais algumas desse tipo.

Se quiserem é só pedir. que postarei com prazer, mas tem que ter pelo menos uns dez eu quero

nos comentários.

Obrigada a quem acompanhou, comentou e se deliciou.

Beijos e até a próxima, que pode começar amanha se voces pedirem.

até