Taisho Anny: Anny-chan, não se preocupe, eu sei! Você gosta das duas e eu te agradeço muito, mas muito mesmo por todo o apoio e incentivo que está me dando. Essa estória está me fazendo crescer como gente e como escritora, se é que posso dizer isso e eu agradeço muito a você por toda a amizade e companheirismo nessa vida de ficwriter! Ah, e Dragons vem aí!

Claire-Starsword: Desabafou sim! Ela estava precisando, tadinha! Muito sofrimento pra ela! Bom, a Juvia foi comprar a tinta de cabelo e nesse aparece uma nova personagem! Agora veremos o que vai acontecer. E eles vão se arrastar uns em direção aos outros. Stay tuned.

Ishidaneji777: Fico muito feliz que você gostou mesmo do capítulo. Tem sim, elas são roqueiras! Ah, Kinana vai virar personagem recorrente nessa fic aqui! Obrigada mesmo por todo o apoio!


Lisanna estava até aliviada depois de tudo o que falou para as meninas. Claro que remexer naquelas lembranças não tinha feito muito bem pra ela, mas fazer o que? Era mais do que necessário! Existem feridas que não se fecham, que não se curam, e essa abstinência uma hora vai passar, como dizia Pitty. Ela tinha que se aliviar e resignar-se. Ele não a amava, certo? Mas ela sim, e esse amor era o sentimento mais sólido que tinha. A coisa ultrapassou Natsu e pronto. Agora era hora de seguir em frente.

A garota foi com seus chinelos de dedo, rumo ao sebo de Magnólia. Sabia que tinha que comprar o pão, mas as meninas estavam muito empolgadas! Cana lendo as cartas? Meu Deus. Quem sabe ela podia muito bem pedir pra ela ler se iria arrumar um namorado novo, não? Ou ainda se o encontro daria certo? Se os quilos que ela queria perder seriam perdidos e todos esses dilemas que cercam o mundo feminino. Sem falar no âmbito profissional, né? Que tava cheeeeeeeeeeeeeeio de dilemas.

Essa coisa da folga tava mesmo muito estranha. Lisanna não sabia o que pensar. Freed o Absoluto nunca foi bonzinho para dar folga assim, sem nada de mais. E se foi por causa dos obituários, então ele a menosprezava mais do que ela imaginava. O do Dragneel Senior ficou bom, ela achava que poderia ter sido melhor, mas os outros ficaram normais. Mas ela não era louca de dispensar 5 dias de folga, não? Então vamos ao sebo.

Antes de entrar, seu celular tocou. Era Kinana.

"Hey Lis, o que aconteceu pra você não ter vindo?"

"Ganhei folga do Absoluto, você acredita?"

"Ai, que inveja. Eu não sei o que é folga faz tempo. Ah, te liguei pra perguntar do encontro. Se está tudo bem pra você e tudo o mais. Eu sei que você não esqueceu seu ex ainda e só está nessa pra me ajudar." Kinana falou.

"Ki, relaxa! É bom eu sair um pouco, eu só trabalho nessa vida, sem falar no dramalhão que é a minha casa, então por que não? Ainda uma oportunidade de ajudar você e conhecer uma pessoa legal, oras." Lis assentiu

"Então, o encontro é amanhã. Tá tudo bem pra você?"

"Ah, já? Tá tudo bem sim Ki, mas faz tempo que eu não saio com um cara, ainda bem que é um encontro duplo, não? Espero não fazer feio"

"Liz, calma, é só uma saída, não vai dar nada não."

"Se eu não soubesse que você é afim do Cobra desde sempre, eu acreditaria e muito nessa frase. Ainda bem que aquela anta do Hibiki tava te assediando, por assim dizer, né? Porque se não, o Cobra não teria ido em seu socorro e finalmente chamado você pra sair." Lisanna se empolgou.

"Sei, eu fico achando que ele fez isso só pra dar uma de machão naquele evento ridículo do jornal, sem falar que eu não sei que merda ele estava fazendo ali. Cara, eu tenho que pagar as contas! Puta merda, Lis, tenho que desligar. Mas obrigada mesmo! Viu?"

"Imagina, Ki, ah, eu vou falar com a Cana pra ver se você pode ficar em casa por uns tempos, eu tô vendo que você está toda desestruturada aí..."

"Lis, não precisa, nem inventa. Eu acho que as meninas nem vão com a minha cara."

"Você quem pensa, mas tá bom, farei a sua vontade, só que se quiser passar uns tempos lá em casa, você fica no meu quarto e sai dessa zona que é a sua casa." Lisanna disse.

"Tranquilo, tranquilo", você é uma amigona, viu? Muito obrigada."

E desligou.

Lisanna agora estava mais preocupada ainda, o encontro era amanhã, ela não tinha roupas pra isso e tinha essa situação da Kinana, cada vez mais insuportável. Os pais dela estavam em uma situação complicada, mas não financeiramente falando. Eles se envenenavam, com palavras, ações e descontavam todas as suas frustrações nela. Ela não sabia mais esconder hematomas, sem falar no chororô que sempre acontecia. Ela já tinha falado com Cana, que concordou plenamente em abrigar a amiga, e as meninas também. A única alegria dela era esse encontro, que só foi arranjado por causa de um cara que trabalha na Blue Pegasus estar dando umas cantadas fuleiras na Kinana. E aparentemente, o Cobra se ligou que ela é linda e que não é só ele quem acha! "Pelo menos um homem decidido nessa vida, né? Agora é esperar. Ah, o sebo, hora de entrar."

Lisanna passeando pela ficção científica e também pela literatura americana, pra ver se tinha mais um livro do Poe que ela não tinha, quando passou pelo vinis e finalmente viu aquele fodástico do Led Zepplin e um outro do Alabama Shakes que ela estava esperando, se bem que a surpreendeu o do Alabama ali, já que a banda é meio nova.

Agradeceu intimamente aos céus por aquela oportunidade, pois assim não teria que pedir pra Cana pedir ao Laxus quando eles voltassem, porque se tinha uma coisa certa nessa vida, é que Cana e Laxus vão ficar juntos. Mesmo que ele nunca tenha sido apresentado pra ela ou pras meninas, elas conhecem a história e acreditam que isso sim é amor verdadeiro, ok, insano e venenoso, mas verdadeiro. E isso é o que importa.

Lisanna foi em busca do vinil e o pegou, quando percebeu que o seu pulso havia sido envolvido por uma das maiores mãos que havia visto em sua vida! E a mão vigorosa começava a machucá-la, pedindo para soltar o vinil que tinha visto primeiro.

Claro que ela não é de ferro e ficou com muita raiva, só que percebeu que era um cara charmoso e tudo o mais, decidiu ser uma boa moça e falar calmamente.

"Sinto muito moço, se tivesse visto, tinha pego antes! Será que por gentileza, você pode soltar o meu braço? Está me machucando."

Ele parecia que não tinha entendido que tinha pego o braço de uma mulher, mas ela sentiu seu toque aliviar. O pulso dela havia ficado vermelho, o que não era nada complicado, levando em consideração que era branca demais. Quando ela olhou pra ele, percebeu o estranho padrão de suas sardas no rosto, ficou até encantada com aquilo, mas ia se virando quando percebeu que ele estava olhando pra ela, digo, OLHANDO, pra ela, meio que admirando-a. Lisanna ficou em choque e decidiu esperar e ouvir quando ele dissesse alguma coisa.

E não é que ele falou mesmo? "Desculpe moça! Tem um cara na minha casa que adora essa banda e tem pelo menos mais dois que poderiam começar a gostar também."

Gente, que voz grossa, onde ela já tinha ouvido essa voz antes? Não se lembrava, mas viu que ele carregava o vinil do Magal! Sidney Magal, o rei do rebolado! Não havia música mais dançante do que Sandra Rosa Madalena, se bem que "O meu sangue ferve por você" é mesmo muito boa, ela não podia deixar de perguntar pra quem era...quem sabe era pra ele mesmo? Dai poderia dar umas dicas. Poxa, Magal é ídolo! Quantos vinis pegou emprestado do Absoluto? Ai ai...

"Mas e o vinil do Magal? Pra quem é?" Ela perguntou, logo se arrependendo em seguida. A cara que o homem fez era de dar pena, parecia que tinha sido pego em flagrante delito, só que a resposta dele foi a mais engraçada que poderia ouvir.

"Ah, ah, na..não, isso é pra um outro colega de quarto. Ele é dançarino e tudo o mais. Aparentemente Magal é um excelente "molha-calcinhas."

Lisanna ficou em choque! Molha-calcinhas, ela explodiu de rir, repreendendo-se mentalmente por tamanha indelicadeza, mas essa tinha sido a coisa mais engraçada que ouviu em anos, e a seriedade com a qual falou, significava que molhar calcinhas era algo vital pra esse moço, então decidiu ajudar.

Sem que ele percebesse, pois ele tinha entrado em um estado de monólogo mental, com os olhos perdidos e os lábios entreabertos, ela procurou e achou o vinil do Wando e começou a falar com ele.

"Escuta, ali atrás tem um vinil do Wando que na minha opinião é muito mais "molha-calcinha" do que o Magal. As calcinhas molham tanto que as mulheres arremessam. Eu e a minha amiga já cobrimos um show dele, antes dele falecer, é claro. Tivemos que nos esforçar pra manter nossas calcinhas, porque ele é tão foda, tão foda que tava todo mundo implorando pra ele levar as calcinhas embora."

Ela percebeu que ele não esboçou nenhuma reação, mas continuou enaltecendo as qualidades de Wando, quando notou que ele estava retornando e solicitando que ela repetisse as informações.

"Estava dizendo que tem um vinil super-raro do Wando ali atrás."

" E quem é Wando?"

Naquele momento Lisanna quis morrer, como assim quem é Wando? Ai, essa ignorância, não conhecer o muso mor, se bem que isso é meio brega e eu estou tentando perceber de onde vem essa voz. "Se ele me achar estranha, isso não vai funcionar. Vou ocultar a minha ida ao show dele com a Levy e falar o senso comum."

"Como assim? Wando é o mais, usando suas palavras, molha-calcinha que se tem notícia meu amigo! O cara toma banhos e banhos de calcinha! É soterrado por calcinhas em todos os shows! Mulheres arremessam suas roupas íntimas porque ele é FODA!"

Ele pareceu interessado e logo respondeu:

"Já que ele é tudo isso, eu levo porque calcinhas nunca são demais..ops..não foi bem isso que eu quis dizer...mulheres de calcinha nunca são demais..molhadas nunca são demais...aaaaaaaaaaah...bosta!"

Lisanna estava com a impressão de que ele estava nervoso com ela, só que logo percebeu a maneira com a qual ele estava nervoso e se sentiu lisonjeada. Então, riu, como nunca, tanto pela situação, quanto pela frase em si, que foi mesmo muito engraçada. Mas aquela voz, ela sabia onde tinha ouvido aquela voz! No gravador de Levy, mais precisamente no celular! Ela tinha gravado aquela atrocidade chamada Shoob Doo Bop, a música que o muso dela canta toda a vez que vai naquela coisa chamada karaokê! Sim, se for ele, ela simplesmente joga a semente para Levy, porque não tem como outra pessoa do planeta gostar daquela coisa que eles chamam de música. Hora do ataque!

"E ele é o campeão dos karaokês, você não sabia? Tem uma música que eu não sei bem o nome, mas que fala meu iaiá, meu ioiô que faz muito sucesso lá. Eu não frequento, mas uma amiga minha que sempre vai, disse que depois de um tal de Shoob doo Bop lá que ela simplesmente adora, as do Wando são as melhores.

E nesse momento, ela soube a identidade do seu interlocutor. Não era possível que outra pessoa que não fosse o compositor e Levy fizesse aquela cara orgásmica quando falasse dessa música. Era Gajeel Redfox e como Levy dizia que ninguém entendia a arte dele e as pessoas jogavam legumes e afins, era só esperar a hora dele perguntar quem era.

" E quem seria essa sua amiga?" Gajeel perguntou.

"Minha amiga Levy - agora Lisanna sai correndo e se despede. - "Ah, droga, estou atrasada! Deixa eu ir, se não as meninas vão ficar sem café da manhã! Tchau Gajeel! Boa sorte com o Wando e o Magal"

Ela percebe que ele não a corrige e ainda responde sua despedida. Ela estava certa! Era mesmo ele. Deu uma olhada singela para trás e viu que ele tinha retornado ao seu mergulho mental, então ela tinha acertado. Aquele era o muso de Levy, mas o que diabos ele estava fazendo nas redondezas? Pelo que ela sabia, ele morava no mínimo do outro lado da cidade.

Ela foi à padaria e comprou o pão e o café e também bolo de chocolate. Aparentemente o arsenal de doces daquela casa já estava em nível crítico, então se deixou levar e comprou uns bombonzinhos, pelo papo dark da manhã. Ficou com as mãos cheias de sacolas, mas não pode evitar de entrar em uma loja de bichos de pelúcia. Foi atraída por um dragão vermelho, parecidíssimo com o Mushu, pelo menos, era o que diria para as amigas, caso perguntassem. Comprou o bicho e foi pra casa, só para deixar as coisas, dar uma descansada e se preparar para o tal encontro.

Ficou feliz por ter conseguido manter um papo com um homem por mais de 5 minutos e ele não ser seu patrão ou ainda seu irmão, claro, ele era de Levy e tinha estranhos gostos, mas ele estava pelas redondezas. Se eles se encontrassem, Levy ficaria tão feliz, ah, pelo menos uma daquela casa, né?

Ela abriu a porta e derrubou tudo no chão. Deparou-se com uma Alberona estática, sentada no chão coberta de lágrimas. Foi correndo até ela.

"Cana, o que aconteceu?"

"Eu liguei, Liz, eu liguei, liguei pro Laxus outra vez! Eu não devia ter ligado. Ele não precisa disso, dessa coisa desfuncional! Por favor! Mas que merda!" Cana tremia.

"Hey, Cana, calma! É assim que vocês funcionam e ele deve gostar, se não, ele não responderia, né?" Lisanna tentou acalmá-la

" Só que eu não quero ser assim, porra! Eu o amo, como que eu posso fazer isso com ele? Eu estava NAMORANDO um cara idiota só pra ele prestar atenção em mim e não fazer o que eu pedi! Pra ele me desafiar e vir me procurar, nada de olhadinhas na academia! Eu queria que ele arrombasse essa porra de porta e dissesse que me amava também! Não ficasse esperando eu ligar o tempo todo! Sem dizer nada!" Cana puxava os cabelos.

"Mas Cana, você me disse que o combinado é esse. Você o procura e vocês não se informam um sobre o outro. Eu nunca entendi muito bem isso, mas a ideia foi completamente sua. Só que pra quase tudo tem solução. Você pode ligar, não pode? E pedir pra conversar com ele. Quem sabe mude essa situação?"

"Bom, eu farei isso, quando parar de tremer, não agora. Talvez eu fiquei impressionada com a sua coragem ou ainda com as coisas das cartas. Eu sei lá, eu não estou bem Lis, estou desesperada, estou com medo de perder uma coisa que nunca foi minha, você entende?"

"Entendo sim, vou fazer um chá pra você, entupí-la de chocolate e vamos às compras. Porque eu tenho um encontro amanhã, às cegas e preciso fazer com que o cara me veja, né?" Lisanna falou e completou. "Ah, Cana, não tem mesmo como a Kinana vir morar aqui? As coisas na casa dela estão um caos, não que na nossa esteja muito melhor, mas..."

"Pelo menos não tem pai e mãe querendo espancá-la, né? Faremos isso, vamos no jornal, eu falo com ela, enquanto você está fazendo as compras. Escolhe a loja enquanto eu vou falar com ela. Ou melhor, eu ligo agora, enquanto você faz o chá, pode ser?

"Muuuuuuuuito obrigada Cana, você é fenomenal." Lisanna jogou-se nos braços da amiga.

"Ah, me empresta o seu celular? O meu acabou de descarregar a bateria."

"Claro, pega aqui!" Lisanna pegou o celular do bolso e jogou pra Cana, que não se impediu em mandar uma mensagem para Laxus.

[Eu sei que é tarde demais pra nós, mas eu nunca agradeci. Você foi o meu chão por muito tempo e eu não sei porque diabos ainda é. Obrigada, Cana]

Respirou fundo e percebeu que tinha feito a coisa certa, procurou o número de Kinana no celular e apertou o dial.

"Oi Lis, e aí? Ansiosa?" Kinana atendeu no segundo toque.

"Oi Kinana, não é a Lis, é a Cana, tudo bem?

"Ah, Cana-san, estou muito bem e você?!

"Agora eu fiquei mal por saber que está mentindo pra mim, Kinana, eu sei que não somos as melhores amigas do mundo, mas quero que saiba que eu quero te ajudar. Vem aqui pra minha casa, estamos mesmo precisando de gente. E na boa, eu sei que a Lis não sabe, mas você tá dormindo lá no bar, né? Então pra que dormir no bar, sendo que eu estou te oferecendo casa? Poxa Ki, a gente é louca, mas só queremos o seu bem. De verdade." Cana falou.

"Ah, - ela parecia chorar no celular – muito obrigada Cana, eu aceito sim! E isso veio em boa hora, porque pelo menos, o Erick vai ter onde me levar quando o nosso encontro acabar." Kinana respondeu.

"Erick? O nome do Cobra é Erick? Infinitamente mais bonito. Por que chamam ele assim?" Cana perguntou.

"Por causa do trabalho dele. Que é pesquisa de peçonhas, né? Daí o povo não perdoa." Ela respondeu.

"Tudo bem, bom, vou lá no bar pegar as suas coisas e depois você vem direto aqui pra casa. Vamos arrumar tudo pra você, ok? Não fica com medo de vir. Queremos e precisamos te ajudar, tá?"

"Obrigada mesmo Cana. De coração, de verdade." Kinana respondeu e desligou.

Agora faltava Cana ir ao bar, mas antes teria que repor o estoque de bebidas. Faria assim. Iria às compras de roupas, almoçaria na cidade e depois iria ao bar pegar as coisas da Kinana.

"Levy, vem aqui!" Cana chamou

"Fala, Cana."

"Lembra que estávamos falando de chamar a Kinana pra morar conosco, né? Depois de toda aquela merda com os pais dela e tudo o mais. O Bacchus falou que ela está dormindo lá no bar. Depois de muito falar com ela, ela aceitou e quem vai arrumar o canto dela é você, porque faz um mês que você não limpa essa casa." A Alberona completou com um sorriso.

"Mas Cana..."

"Sem mas, Levy! Você sabe bem que é tudo dividido. E com a Kinana aqui, vai ser mais dividido ainda. Arruma um lugar pra ela e nem adianta pedir ajuda da Juvia porque graças a ela, sua faxina da semana foi feita. Eu e a Lis vamos sair, ela tem que fazer as compras pro encontro e eu vou pegar as coisas da Kinana. Vai tomar café e começa."

"Será que dá pra ser depois? Eu quero dormir mais um pouco." Levy perguntou

"Bom, se eu chegar aqui e as coisas não estiverem prontas, você dorme no sofá e ela no seu quarto, cheio dos seus livrinhos lindos dos quais você MORRE DE CIÚMES." Cana respondeu.

"Quando ela chegar, estará tudo pronto, óh Vossa Alteza Alberona." Levy respondeu com uma reverência e foi para o quarto.

Lisanna veio chamar Cana para tomar o chá e perguntou de Levy. Disse que tinha novidades sobre o RedFox.

"Ótimo, mais chantagem." Lisanna ficou sem entender e quando Cana gritou pediu pra morrer.

"LEVY, SE VOCÊ NÃO ARRUMAR AS COISAS DA KINANA, A LIS NÃO TE CONTA O QUE ELA SABE DO REDFOX, QUE POR SINAL ELA VIU HOJE!" Cana não poderia estar mais certa.

A pequena veio correndo e querendo saber, quando foi barrada por Cana.

"Nenhuma das duas tem coragem de me contrariar, né? Levy, fica sabendo que eu tentei ligar pro Laxus e não consegui. Vai dormir, arruma as coisas da Kinana e a Lis conta tudo o que você quer saber, ok?"

"Ok..ok... Cana. Você conta, né Lis?

"Claro Levy, certeza. Você vai curtir."

"Levy, cadê a Juvia?" Lisanna pergunta.

"Foi comprar tinta de cabelo. Falando nisso, vamos avisar a Kinana que a casa vai ser palco de pornografia?" Levy pergunta.

Lisanna fica em choque e Cana rosna um "fazer o quê, né? Mas não esquece, nada de Redfox se a Kinana não tiver excelentes instalações."

Levy se afasta querendo matar Cana, mas vai fazer o que se pede. Ela tem uma simpatia especial por Kinana e também, mais uma louca apaixonada é bom na casa, não?

Depois de tomarem café, as duas se aprontam e saem. Mal sabem elas que esse dia vai ser surpreendente para as 4!