The War of Angels and Demons
"Supostamente devo dizer que envio meus cumprimentos à você Doomsdayer"
- Barthandelus.
ATO V:
62. I Send My Regards
Parte 2
Em uma floresta com árvores que brilhavam quando os raios de Sol tocavam suas folhas verdes, as flores eram variadas, diversas cores, diversos formatos. Tudo era diferente. Até mesmo o rio que brilhava como a pedra safira, os peixes... tão lindos que nenhum jamais havia visto coisas tão belas. Animais soltos perambulando livremente, cachorros felpudos, gatos alegres e escalando árvores, raposas com o pelo vermelho deitadas na grama, uma brincava enquanto Marin fazia cócegas em sua barriga. A pequena raposinha 'sorria' feliz. O ar era extremamente puro, sem nenhuma partícula de poluição.
Marin andou livremente pelos cantos, todos os pequenos animais a observavam. Ela andava como se estivesse nas nuvens, em um lugar completamente seu. O céu estava com belas nuvens brancas e fofas, o azul do céu era claro mas fazia um efeito degradê com outro azul bem mais escuro...
Marin passou pelas águas tons de safira e chegou à uma cúpula que tinha quatro colunas sustentando o arco gótico, este monumento parecia ser feito de mármore branco. Havia apenas um ser que se destacava no local. Este ser estava com armadura feita de um azul-meia noite misturado com cinza-ardósia escuro. Havia alguns mantos, de um ciano escuro, divididos na parte inferior apenas para dar uma complementada na bela apresentação. Ele usava um capacete da mesma cor que sua armadura, este elmo deixava de fora apenas sua boca e um pouco de seu nariz.
Este ser olhou para trás e conseguiu dar um sorriso quando viu Marin entrar na cúpula que dava visão para o mar.
- Você sabe o que vou pedir, não sabe? – Disse Marin que encostava na grade de mármore, que era como aqueles monumentos gregos, ela tinha a voz fina e doce. O ser apenas desfez o sorriso e se voltou para ela.
- Sei. E não vou fazer. – Disse ele de forma relutante.
- Por favor, precisamos ajuda-los. Bart... eu preciso que você ajude-os. – Disse ela como se fosse uma suplica.
- É um poder muito grande, podemos atingi-los se formos usar isso de forma precipitada... – Ele disse objetivo.
- Eu confio em você. Sei que não vai fazer isso. Barthandelus, por favor. – Disse Marin agarrando o braço de Barthandelus, ela estava quase choramingando.
Ele olhou para ela, com seu outro braço livre acariciou o rosto dela gentilmente.
- Ah minha pequena, você sempre com esse coração mole. – Ela fez uma careta quando Barthandelus disse isso.
- Você também tem um coração mole, não pense que pode esconder isso de mim. – Ele contraiu os lábios enquanto ela mostrava a língua. – Use o Fogo de Mors para destruir o exército, eles precisam de ajuda lá embaixo.
Ele quem fez uma careta agora – Hmmm... O que eu não faço por você, mas... se eles forem atingidos a culpa não será minha. – Disse ele se ajoelhando perante ela, Marin deu um beijo na bochecha dele...
No Inferno, Pinhead e seu grupo lutavam bravamente contra os soldados, tanto é que derrotaram até que quase um pouco do exército de Doomsdayer, mas não era o bastante.
Doomsdayer, antigamente, era o melhor lutador até que Pinhead apareceu e o tirou desse posto, mas o mesmo parecia continuar em forma. Liar estava com seu machado e enfrentava Scandalous que era boa nas adagas. Alatáriël usava um cajado mágico e ateava fogo nos inimigos. Dean... era o Dean, lutava com qualquer coisa que achasse, desde a madeira até armas de inimigos já mortos.
De repente, no céu abriu-se uma cratera e de lá caiu um líquido volátil, a cor era um verde lodoso. Uma imensa voz falou na cabeça de todo o grupo de Pinhead.
"É melhor se afastarem do exército inimigo a não ser que queiram virar churrasco. E quando eu digo afastar eu quero dizer literalmente, vão para a lua. É melhor irem logo, este fogo não é um fogo comum não adianta jogarem água, a substância vai arder violentamente até se extinguir. Vai queimar até... bom por um longo período. Vão para perto do castelo e FIQUEM LÁ. Um presente de Barthandelus"
Pinhead e todo o seu grupo correram o mais rápido que puderam para o castelo. Doomsdayer percebendo isso foi atrás de Pinhead, ele quase tentou mata-lo empurrando-o para mais longe de seus companheiros. Pinhead pegou uma espada caída e tentou atingir Doomsdayer, com sucesso, mas foi apenas de raspão no braço esquerdo de seu inimigo. Quando Pinhead olhou para o lado, o líquido verde lodoso começou a queimar instantaneamente, o fogo começou aos poucos extinguir o exército de Doomsdayer, todos os homens estavam sendo queimados vivos, aquele fogo penetrava até mesmo armadura demoníaca. Este fogo estava corroendo a pele dos soldados inimigos.
Pinhead então tentou empurrar Doomsdayer para o lado, mas como dizem, mais velhos sempre mais experientes. Doomsdayer girou e atingiu Pinhead na perna, o Líder Cenobita soltou alguns grunhidos de dor. De repente, seu filho, Philoquin atingiu em cheio Doomsdayer na cabeça, o inimigo ficou zonzo e depois fugiu. Pinhead foi para perto do castelo com Philoquin e que ficou junto dos outros.
Todos olhavam abismadamente perplexos para cena, o fogo queimava sem parar, parece que nenhum soldado escapou.
- Você matou Scandalous? – Perguntou Dean à Liar.
- Não. Da última vez vi ela rolando no chão, tentando apagar o fogo. – Disse Liar com os olhos ainda voltados para o campo de batalha. O grupo inteiro continuou a observar o fogo se alastrar por aí, queimando tudo em seu caminho. Beatriz inconscientemente segurou a mão de Philoquin, ele sorriu mas sem que ela percebesse o ato.
Raquel estava perto dos túneis, ela ouvia os gritos de Aura, a garotinha parecia estar desesperada. Raquel sentiu uma dor no peito e começou a correr mais rápido, pelo que ela pode entender, Angelique estava torturando Aura.
Raquel estava suando, seus cabelos negros estavam presos em um rabo de cavalo alto, mas alguns fios e mechas caíam no seu rosto. Ela estava vestida como algumas feiticeiras de antigamente, vestido longo púrpura com roxo escuro, com alguns detalhes em dourado. Usava uma capa longa preta. Seus olhos dourados estavam em chamas, ou melhor, ela estava com ódio.
Ela virava os corredores, seguindo os gritos de dor da pobre Aura. Até que ela encontrou uma sala de tortura. Aura estava deitada em uma mesa, ela estava com adagas cravadas nos braços e nas pernas.
- E se eu arrancasse um de seus olhos? – Disse Angelique, ela pegou uma tesoura e antes que pudesse enfiar em um dos olhos de Aura, Raquel simplesmente com um movimento de suas mãos fez com que a tesoura fosse para o lado. – Sabia que você viria. Sua vadia, igual a sua irmã que roubou meu marido de mim. Eu cuido de você depois... – Disse Angelique a Aura, a cenobita cravou a adaga ao lado do rosto de Aura, arranhando sua bochecha.
Raquel estalou seu pescoço – O que tem nessa sua bolsinha de truques? – Perguntou Angelique caçoando Raquel, Angelique atirou uma adaga mas Raquel conseguiu desviar.
Raquel pegou um machado mas parecia ser uma marreta e atirou em Angelique rolou para desviar. Ela correu até Raquel e num movimento rápido conseguiu colocar uma faca no pescoço da mesma.
- Últimas palavras, bruxa? – Disse Angelique.
- Sim. Quero que você... queime! – Disse Raquel, e seu corpo entrou em combustão fazendo com Angelique queimasse seu rosto e largasse Raquel que rolou para frente e viu que o rosto de Angelique estava desfigurado – Bom... Sim, eu tenho truques na manga! – Disse Raquel que de repente ouviu-se um rosnado que saiu de dentro de sua bolsa... O que parecia ser um cachorro negro, um lobo gigante. Ele tinha olhos dourados e sua pelugem era igual a cor da noite. – RASGUE-A, RASGUE-A!
O lobo rosnou e simplesmente com um pulo foi até Angelique e começou a rasgar sua garganta e sua carne lentamente. O lobo parecia não deixar Angelique escapar de suas mordidas. Ela foi literalmente dilacerada pelo lobo, enquanto isso Raquel retirava as adagas presas no corpo de Aura e com sua mágica, curava os ferimentos rapidamente. Aura parecia sorrir e Raquel retribuiu retirando-a da mesa e dando um abraço bem forte na garotinha assustada.
O lobo simplesmente arrastou-a para um forno que havia no local, Raquel pareceu gritar algo como "Morra esturricada". A carne de Angelique já havia sido retirada por completo de seu corpo, o lobo simplesmente a empurrou para o forno e fez um movimento com o forno ficasse fechado. Raquel com sua magia fez com que o fogo ligasse. Então os três viram Angelique queimar e ficaram lá para garantir que ela jamais levantaria novamente.
No grande fosso do Inferno, uma sombra se levanta dos mortos, saía água de seu corpo, uma armadura surgia lentamente, uma armadura negra feita de fogo demoníaco. O que parecia ter a forma de um homem, levantou-se e disse a si mesmo, com uma voz sinistra.
- Eu, Leviathan, jamais serei derrotado por ele. – Disse Leviathan, pegando uma espada e saindo das profundezas do inferno, seu elmo era um capacete romano.
Todo o grupo de Pinhead via Leviathan se reerguendo das cinzas – Isso não é possível... – Disse Pinhead, incrédulo.
Leviathan matou um cenobita que estava queimando em sua frente e posteriormente seguiu em frente. Pinhead pegou uma espada e foi lutar contra ele.
Os dois foram para o meio do campo de batalha, o fogo desconhecido já havia sido extinguido. Leviathan é quem atacou primeiro com um golpe na horizontal, Pinhead desviou, dando um pulo para trás, Leviathan não parou de ataca-lo, o outro golpe foi na vertical, como se ele tivesse tentado partir Pinhead ao meio, mas o mesmo rolou para o lado esquerdo. Pinhead estava apenas defendendo os golpes do montante de Leviathan.
O Deus Infernal infligiu um golpe que poderia ter sido certeiro, porém, Pinhead o bloqueou com a espada, fazendo com que a espada de seu adversário girasse e ele tentou cravar a espada dele no peito de Leviathan, o que não deu muito certo. Pinhead tentou e conseguiu atingir o braço de Leviathan em cheio. Leviathan no entanto atingiu a barriga de Pinhead em cheio.
Alatáriël vendo que Pinhead poderia morrer, interviu no meio, deixando o cajado de lado e pegando a espada que Pinhead deixara cair.
- Como ousa levantar a espada contra seu pai!? – Gritou Leviathan e por incrível que pareça começou a chover, Alatáriël estava com a espada no pescoço de seu pai, como se fosse um aviso para se afastar.
- Eu não quero fazer isso pai... – Disse Alatáriël triste, mas Leviathan fez um golpe na horizontal para retirar a espada de Alatáriël de seu pescoço, atacando-a novamente pela vertical, dando um giro. Alatáriël era uma das melhores guerreiras, afinal, fora treinada pelo pai.
Alatáriël dando um golpe de leve atingiu seu pai na perna, fazendo-o mancar enquanto ele tentava arrancar a cabeça de sua filha. Claro, Alatáriël conseguia desviar perfeitamente de seus ataques.
Depois de muitos golpes infligidos e desviados, Alatáriël pegou algumas correntes no chão e prendeu seu pai, fazendo-o com que ficasse sem movimentos... – Eu deveria ter cortado a sua garganta no dia em que você nasceu – Disse Leviathan imponente.
- É. Deveria mesmo. – Disse Alatáriël cravando a sua espada na garganta de Leviathan e depois disse em seu ouvido – Mas não cortou.
Enquanto isso, Doomsdayer corria pelo castelo, com algumas partes de seu corpo queimadas, ele chegou ao grande Salão Principal, e trancou as portas, ele suspirou com a respiração ofegante. Ele fechou os olhos e se apoiou na porta virado para a parte de dentro.
Quando se menos esperava, alguém tossiu, chamando a atenção dele e quando ele abriu os olhos viu-se, Barthandelus sentado em uma cadeira, com Luke ao seu lado.
- Intrigante... – Disse Barthandelus segurando o contrato feito por Doomsdayer em mãos – Quando irá me pagar?
- C-como assim? Eu já paguei. – Disse Doomsdayer confuso e se acovardando.
- Acho que não. – Barthandelus fingia estar limpando as suas unhas e Luke observava com um olhar sério – Aqui diz... "eu"e não os demônios que fugiram do Inferno. Curioso não? O prazo seria até hoje...
Doomsdayer engoliu a seco suas palavras e um frio subiu a espinha.
- Nós... somos amigos... Não precisa ser tão... direto e ameaçador. – Barthandelus não gostou nem um pouco dessa frase "somos amigos". Ele ao invés de olhar para suas unhas olhou diretamente para Doomsdayer.
- Engana-se. Nós não somos amigos. Eu sou o Mercenário, você é o homem que me contratou. Só que não pagou o que deveria. – Nesse instante todo o grupo de Pinhead chegou no Salão e Barthandelus fez um sinal para que se afastassem. Raquel trouxe Aura que agora estava bem melhor e a levou até Luke, ela deu um beijinho na bochecha de Luke que ficou completamente vermelho.
- Eu... posso explicar. – Implorou Doomsdayer.
Barthandelus parecia estar totalmente concentrado – Doomsdayer estava sendo sufocado pelo próprio ar que respirava, seus ossos ficaram fracos e frágeis, ele se ajoelhou perante Barthandelus, seus olhos ficavam vermelhos, sua pele virou papel velho e começou a se rasgar, posteriormente seus olhos estavam brancos e sem vida. Ninguém pode ouvir sua voz que estava sendo abafada pelo ar entorno dele, sua língua caiu de sua boca como se fosse areia. Seus órgãos ficaram desidratados e secaram. Os vermes que em sua carne haviam, começaram a comê-lo, até chegar ao seu coração que se desfez. Sua alma foi dilacerada pelas sombras do Deus das Trevas. E ele caiu ao chão, morto.
Pinhead e os outros ficaram impressionados, tudo que Barthandelus dissera aconteceu com Doomsdayer. Ele teve uma morte lenta e dolorosa.
- Isso é um aviso aos todos aqui presentes, ninguém me desafia. – Disse Barthandelus olhando para o grupo que apenas assentiu com a cabeça.
Marin chegou correndo pelo Salão junto com um homem corcunda, que estava vestido de bobo da corte, suas roupas eram vermelhas com detalhes em preto e dourado... Ele tinha uma máscara de fantasia dourada, como aquelas para representar os teatros de época uma triste e uma sorrindo.
- Cicero diz que a guerra acabou, sim, sim, sim! A Guerra acabou para a Senhora Marin, a guerra acabou! – Disse o bobo da corte que deu uma cambalhota e parecia ser um pouco louco.
- Finalmente. Agora, vou poder assistir Game of Thrones em paz. – Disse Barthandelus, Dean levantou uma sobrancelha junto com todos os outros. Dean pensou, "Oh my god, ele vê GOT! Que demais! ". Marin assentiu com a cabeça e Barthandelus se levantou e foi até ela, abrindo um portal dimensional e os três adentraram e foram embora, mas antes que Barthandelus fosse embora ele disse uma coisa – Pinhead é melhor mudar de forma, você é Diablo, o Deus do Inferno.
Nesse instante, Barthandelus transformou em um estalo de dedos, Pinhead em um ser com pele vermelha brilhante, com chifres negros e olhos verde vívidos. Os dentes eram pontudos. Diablo pareceu sorrir e agradeceu Barthandelus que se foi pelo portal que se fechou.
- Até que você não fica tão ruim dessa forma... – Disse Alatáriël brincando com seu 'marido'.
- Eu vou morrer, eu vou morrer, eu vou morrer... – Disse Liar num murmúrio quase inaudível.
- Uau. Você é grande. – Disse Dean surpreso.
Diablo sorriu para todos e posteriormente se sentou na cadeira que anteriormente estava Barthandelus.
- Alatáriël, Princesa Infernal, você queria ter a honra de se tornar minha esposa? – Disse Diablo gentilmente apesar de sua voz não ajudar muito.
Alatáriël olhou a todos em sua forma humana – Sim, eu aceito.
- Pinhead! Hellraiser! – Disse Dean e isso ecoou pelos soldados que vinham ver o novo líder, todos ali presentes gritaram o nome de Pinhead e Hellraiser, ou melhor, gritaram Renascido do Inferno diversas vezes.
Alguns dias depois
Com o consentimento de Diablo, Liar pode viver entre os humanos e com seu amado Dean. Ele comprou uma mansão na França e a decorou com estilo antigo mas não deixou de ser fashion. Dean tornou-se um grande ator de cinema e fez papéis em filmes de heróis, completou sua coleção de HQ's da Marvel e da DC. Comprou alguns posteres de seu personagem de filme favorito, Wolverine dos X-Men. Liar no entanto comprou posteres de suas cantoras favoritas, tais como Britney Spears, Madonna, Lady Gaga e Katy Perry. Eles se casaram e foram para a lua de mel em uma ilha no caribe, na qual Liar com o dinheiro desenterrado de sua família comprou a Ilha e deu como presente de casamento à Dean.
Aura tomou o posto de seu pai e... se casou com Luke. Ela adotou três lobos de estimação e teve como mãe adotiva Raquel e a recompensou muito... com ingredientes infernais sendo enviados todo mês para que Raquel pudesse completar seus experimentos. No entanto, enquanto perambulava pela floresta, o espírito de seu tio Corvin apareceu e lhe disse "Teu pai olha por você, não importa onde quer que você esteja". Aura recebeu isso como se ele estivesse no céu, mas o que ela não sabia era que um lobo cinzento enorme estava observando-a de longe. Ela e Luke tiveram três filhos, um deles era chamado de Mythraell em homenagem ao seu pai, os outros eram Alma, uma garota e, um outro garoto chamado Edward.
Luke posteriormente vai ao lugar onde teria vívido o resto de sua vida e descobre um simples segredo. Ele revirou alguns papéis por pistas de seus pais biológicos e simplesmente achou sua certidão de nascimento "Filho de Cid Rivals e Marin Augusto". Ele desmaiou depois disso e foi arrastado pelo cachorro que o acompanhava, Fofo, até sua esposa. Fofo reclamou no início mas mesmo assim o carregou.
Raquel perambulando pela floresta da morte encontra um lobisomem ela fica surpresa e não faz qualquer movimento brusco, o lobisomem se aproxima e ela reconhece pelos olhos que mudaram de cor, que eram azuis, iguais aos de Mythraell. Ela diz uma frase um tanto irônica a ele "Eu disse que gostava da barba, mas pelo jeito você ganhou uma barba extra pelo corpo". Ela acariciou-o e deu um beijo em sua nuca, provavelmente ambos teriam se apaixonado mas jamais poderia ficar juntos.
Beatriz, um caso complicado, foi até os Anjos e todos eles se ajoelharam perante ela, tornando-a sua líder. Ela junto com Elsa, que depois do conselho de Dean foi procurar Abel que decidiu torna-la Capitã do Exército de Anjos. As duas formaram uma aliança duradoura com os demônios, um tipo de Pacto. Os Anjos e Demônios puderam viver em paz até os fins dos tempos, sendo o equilíbrio no mundo. Beatriz tornou-se uma mulher bem mais forte do que era antes, sendo uma líder boa e carismática apesar de dar uns cascudos em quem fosse idiota com ela. Abel se tornou o mestre das armas e das poções. Beatriz se casou com Philoquin, filho de Diabo, eles até agora não tiveram filhos, pois, Beatriz não tinha cabeça para cuidar de crianças e até disse que se o bebê chorasse iria ataca-lo do céu, isso foi uma brincadeira.
Um dia, Liar convidou todos para a sua casa, para celebrar o Natal. Todos foram, incluindo Diablo que foi na forma de Elliot Spencer. Alatáriël havia mudado muito desde então, tingira o cabelo de castanho para ruivo e seu rosto nem parecia mais com o de Angelique. Eles conversavam e riam o tempo todo, bebiam muito vinho e cerveja gelada, Beatriz perseguia Dean com um pedaço de madeira pois ele havia roubado sua Ruffles, os filhos de Aura mexiam nos presentes antes da hora, Luke não sabia por ordem, ele era bonzinho demais como todos os pais, Aura teve que dar bronca duas vezes. Posteriormente eles colocaram o filme de Sexta-Feira 13 para assistir e depois ficaram jogando Just Dance até de madrugada. Os vizinhos não curtiram aquilo.
E vocês se perguntam, o que aconteceu com Barthandelus e Marin? Bom, eles celebraram o Natal juntos, Barthandelus em sua forma humana. Um homem de terno, cabelos negros curtos, olhos azuis brilhantes... o homem que todas as mulheres queriam ter. Marin que não era uma criança, havia cabelos castanhos escuros ondulados, sua pele morena, seus olhos castanhos que mais parecia mel, suas curvas femininas perfeitas e o que todo homem gosta em uma mulher... peitos, ela havia grandes seios. Eles passaram o Natal junto com seus três filhos.
Bom isso é tudo pessoal. Como todo final diria, eles viveram felizes e para sempre. Só que não é verdade pois o mundo humano é tedioso. Apesar de que a maioria deles ficou apenas no Facebook ou no Youtube, nas horas vagas. Isso é só pessoal.
