N/A : Tem alguém aí querendo fazer picadinho da autora? Hehehehe Eu sei que demorei, mas eu tenho uma ótima explicação dessa vez. Além de eu ter me atrasado enquanto escrevia, a Tha viajou e só voltou essa semana. Então, vocês não vão nos matar não, né? Huahauhauhaau Agora falando um pouquinho sobre o capitulo, esse é uma capitulo de finalização. Calma, a estória não está acabando, mas finaliza meio que a primeira parte da estória. Agora teremos novas coisas pela frente. E como um presentinho para vocês (Pessoas, vocês deixaram 72 reviews...Eu morri com isso! *_*) Para quem deixar uma review eu vou mandar um leve spoiler sobre o que vai acontecer. São apenas dicas, nada muito esclarecedor. Caso alguém não queria receber, é só falar na review. Ah, e para a galera que posta anônimo e quiser receber é só mandar um email para o meu email que está no meu perfil, ok? Agora depois dessa n/a imensa...Boa leitura!
PS: Se alguém aqui ler alguma outra fic minha, saiba que eu vou atrasar o post das duas. A Giuly, beta de Lições do Amor, viajou e só vai voltar na primeira semana de agosto. E a Nah, como alguns sabem, está temporariamente fora do FF. Eu já arranjei outra beta, mas o capítulo deve demorar um pouco. Bem, era isso.
Capítulo 20- Phoenix
[BPOV]
Nunca na minha vida eu achei que teria que passar por isso. Sempre imaginei que o dia que eu apresentaria um garoto para o meu pai seria no dia em que o pobre coitado – leia-se doido varrido- fosse me pedir em casamento. Eu não tinha planos de namorar agora, muito menos estando sob a guarda de Charlie. E esse era o motivo pelo qual eu não conseguia parar de andar de um lado para o outro na sala de estar.
"Dá para você parar?" Jake reclamou, sentado no sofá.
"Eu estou nervosa."
"Então toma um calmante." Ele disse voltando sua atenção para a televisão.
"O que você está fazendo aqui?"
"Esperando o show começar. Ou você acha que eu vou perder a chance de ver você contando para o seu pai?" Respondeu com um sorriso.
"Jake, essa é uma conversa particular." Expliquei.
"Seu pai me considera parte da família." Ele deu de ombros, o que só me fez ficar mais nervosa. "Sério Bella, você vai acabar abrindo um buraco no chão"
"O assunto é sério! E se o Charlie não gostar da idéia?" Perguntei ansiosa. Eu iria namorar o Edward o Charlie gostando ou não. Eu já era adulta e dona da minha vida. Mas, já que estava sob o teto dele e por insistência do Edward, era melhor ter o consentimento dele.
"Olha, eu sei que ele não é tão fácil de lidar quanto a Renée, mas ele merece algum crédito." Talvez Jake tivesse razão. Charlie poderia reagir bem, certo?
Não demorou nem cinco minutos até eu ouvir o barulho da porta sendo destrancada. A hora havia chegado.
"Bella, Jake! O que estão fazendo aqui? " Meu pai perguntou ao nos ver na sala.
"Eu moro aqui, pai." Respondi revirando os olhos, tentando controlar minha impaciência.
"Mas ultimamente você passa mais tempo nos Cullens do que aqui." Ele apontou bem humorado.
"Pai eu precisava falar com você." Disse de uma vez. Provavelmente eu devia esperar Charlie se sentar, e ficar confortável em sua poltrona, mas eu não estava com paciência para esperar isso.
"Isso tem a ver com o porshe da Alice estacionado aqui em frente?" Ele arqueou uma sobrancelha, aguardando a minha resposta.
"A Ali está aqui?" Perguntei surpresa. Baixinha apressada! Ela devia esperar minha ligação.
"Ela estava se escondendo e usando uma peruca engraçada, mas era ela sim. Só não reconheci quem estava no banco do carona." Eu sabia que Charlie estava desconfiado de alguma coisa, ainda mais que Jacob não conseguia parar um segundo se quer.
"Bem, é que o Edward quer pedir sua permissão para... namorar comigo." Na mesma hora que as palavras saíram da minha boca, eu vi Charlie praticamente virar uma estátua na minha frente.
Eu estava aliviada por ele não estar gritando, mas aquele silêncio parecia mais irritante do que os gritos.
"Edward? O filho do Carlisle?" Ele por fim perguntou.
"É."
"Mas ele não namora a Alice?" Resisti a tentação de revirar os olhos. Sério que com anos de convivência ele não sabia quem era quem?
"Não, esse é o Jasper." Expliquei.
"Ao menos agora eu sei o porquê você não sai daquela casa." Ele disse com um sorriso maroto no rosto.
"Não é nada disso!"
"É ele quem está lá embaixo com ela?"
"Deve ser." Respondi incerta.
"Manda ele subir então." Assenti a ordem do meu pai, e fui ligar para a Alice e avisá-la que ela já podia subir.
Assim que ouvi a campainha tocando, corri para atender. Felizmente meu pai resolveu permanecer na sala.
"Oi." Cumprimentei ao abrir a porta. Eu sabia que Alice estava ali, mas eu não conseguia olhar para outra direção que não fosse ele. Verde definitivamente era sua cor.
"Oi." Ele respondeu.
"Só vim entregar ele e já estou indo." Ela disse, passando por nós e indo em direção a sala. "Jake, vamos embora."
"Eu vou ficar por aqui." Jacob protestou.
"Não vai não. Oi Sr. Swan, Tchau Sr. Swan." Era cômico ver a Alice arrastando um ser tão gigante quanto o Jacob. "Tchau, pessoas." Ela se despediu.
"Diz que seu pai não está com a arma na mão."
"Não, ele não está. Vem." Peguei-o pela mão, e o trouxe até a sala. "Pai, esse é o Edward."
"Sr. Swan é um prazer encontrá-lo novamente." Edward disse polidamente, esticando sua mão.
"Como você está garoto?" Meu pai perguntou, aceitando a mão que Edward estendia.
"Bem, senhor."
"A que devo sua visita?" Meu pai perguntou intimidador. Mas o brilho nos seus olhos denunciava que ele estava se divertindo muito com aquilo.
"Eu gostaria de pedir sua permissão para namorar sua filha." Edward respondeu sem vacilar.
"Eu pensei que vocês jovens não fizessem mais isso." Meu pai comentou.
"Eu gosto de fazer as coisas do jeito certo, senhor." Meu pai sorriu em aprovação, o que me fez respirar aliviada.
"Então pare de me chamar de senhor. Eu não sou tão velho assim. Me chame de Charlie."
"Ok, Charlie."
"Melhor assim. Quer alguma coisa para beber? Que tal uma cerveja?" Eu fuzilei meu pai com os meus olhos. Eu não acreditava que ele estava dizendo aquilo.
"Sou menor de idade, mas aceito uma água." Edward respondeu, e Charlie foi até a cozinha. "Ele reagiu melhor do que eu esperava." Edward também parecia aliviado.
"Nem me fale."
"Quando você vai contar a sua mãe?" Ele perguntou.
"Amanhã. Ela vai surtar quando souber."
"Surtar no bom ou no mal sentido?"
"No bom. Que é bem mais assustador que no mau sentido. Pode acreditar."
Meu pai voltou para a sala com o copo de água e o entregou ao Edward. Ele realmente havia me surpreendido com sua reação. Eu tinha esperado gritos, talvez até ameaças, mas definitivamente eu não tinha esperado essa paz.
"Hum, pai?" Chamei-o. "Eu e o Edward vamos sair, ok?"
"Claro." Charlie concordou, mas no instante seguinte pareceu-me pensativo. "Como vocês vão fazer na volta?" Ele perguntou.
"Eu vou deixar o Edward na casa dele e depois eu volto para cá." Respondi.
"Vai voltar sozinha?" Ele perguntou como se tivesse ouvido a coisa mais absurda do mundo.
"Eu já sou grandinha." Só me faltava o Charlie querer me escoltar no meu primeiro encontro.
"É melhor você dormir na casa dos Cullens." Ele ordenou. Espera. Ele acabou de me mandar dormir na casa do Edward, mesmo sabendo que ele era meu namorado? "Eu não quero você dirigindo sozinha por aí de noite."
"Sim senhor." Concordei prontamente. "Vamos?" Perguntei me virando para Edward.
"Até mais Sr Swan." Ele se despediu.
"Juízo, crianças." Meu pai recomendou antes de vir caminhando até mim. "Mantenha a porta do quarto fechada." Ele sussurrou no meu ouvido. Preciso dizer que fiquei vermelha? Acho que não, né?
"Tchau pai." Me despedi, puxando Edward pela mão.
"O que o seu pai te disse?" Edward perguntou quando estávamos no elevador.
"Para trancar a porta do meu quarto." Respondi.
"Ele não confia num pobre cego?" Ele ironizou. Era diferente para mim ver esse lado dele: aquele que fazia troça da doença ao invés daquele que a usava como escudo.
"Você poderia ser cego, surdo, mudo e tetraplégico e mesmo assim ele não confiaria em você. Você é um garoto, só esse fato já é uma ameaça para ele."
"Esse é o nosso primeiro encontro, para onde você quer ir?" Ele perguntou.
"Sei lá." Respondi dando de ombros.
"Que tal irmos ao cinema?" Ele sugeriu.
"Sério? Eu acho que não." Era tentador ficar num local escuro com ele, mas eu queria que nosso primeiro encontro fosse algo que nós dois pudéssemos aproveitar.
"Bella, se é por minha causa..." Ele começou a falar, mas eu o impedi.
"Não. Eu só não quero assistir nada."
"Um jantar então?" Ele sugeriu novamente.
"Acho ótimo!" Sorri. "Preparado para andar na minha caminhonete?"
"Isso é realmente necessário?" Ele perguntou um tanto apavorado. "Sou jovem demais para morrer."
"Você não deve acreditar em tudo o que as pessoas dizem. Você nunca a viu para saber." Eu logo me chutei mentalmente pelo o que falei, mas Edward não pareceu se importar.
"Posso não ter visto, mas definitivamente eu já ouvi o barulho que ela faz." Ele disse, rindo.
"Já vi que o humor é de família."
"Alguma coisa o Jazz tinha que puxar de mim." Ele disse.
"Sei." Como se a personalidade encantadoramente irritante e a beleza também não fosse compartilhada por ambos.
Edward me passou o endereço de um restaurante. Fiquei aliviada ao ver que era um restaurante simples. A última coisa que eu precisava era me sentir deslocada por não estar vestida adequadamente.
"Boa noite" Uma garçonete de cabelos escuros nos cumprimentou, entregando o menu. "O que gostariam de comer?" Ela perguntou sorridente, olhando para o Edward.
"Vocês tem ravióli de cogumelo?" Perguntei, sem me dar o trabalho de olhar o menu.
"Temos." Ela anotou o pedido e se virou para Edward. "E você? Deseja alguma coisa?" Ela perguntou, mantendo o sorriso insinuante em direção a ele. Eu me perguntava se ela havia percebido que seus pequenos gestos não poderiam ser percebidos por ele.
"Vou querer o mesmo que ela." Ele respondeu. "E para beber eu vou querer uma coca. Bella?"
"Duas." A garçonete assentiu e foi em direção a cozinha com os nossos pedidos.
Mesmo eu sabendo que ele não poderia ter visto o pequeno flerte dela, aquilo me incomodava. Era como um pequeno lembrete de que eu não era suficientemente boa para estar ao lado dele. Eu sabia que nunca seria, mas eu iria aproveitar cada segundo que me fosse dado.
Cerca de duas horas depois nós já estávamos na casa dele. O jantar tinha sido tão agradável que eu nem havia visto o tempo passar tão rápido.
Tudo parecia tão mais fácil com ele por perto.
"Acho que eu tenho que me despedir aqui." Ele disse incerto, enquanto parávamos em frente a porta do meu quarto.
"Acho que sim." Mordi meu lábio. Eu não queria que aquela noite acabasse.
"Boa noite, Bella."
"Boa noite." Me despedi antes de sentir seus lábios beijarem os meus suavemente.
Entrei no quarto e fechei a porta, certa de que não conseguiria dormir imediatamente.
Depois de um banho, me joguei na cama e fiquei encarando o teto, enquanto as memórias dos últimos dias voltavam a minha mente.
Eu não me cansava de reviver cada pequeno acontecimento na minha mente. Parecia que nunca era suficiente.
Fiquei ali perdida em meus pensamentos, até que duas leves batidas na porta me despertaram.
Me levantei para abrir a porta, e sorri ao ver quem estava ali.
"Eu não conseguia dormir." Ele passou a mão nos cabelos, parecendo desconfortável.
"Eu também não." Confessei. "Você quer entrar?"
"Claro."
Nos sentamos na minha cama e começamos a conversar. Edward parecia curioso em saber mais sobre o meu passado. Ele me perguntava sobre minha mãe, Phil, Leah, Seth, Jake e como era a minha vida com eles em Phoenix.
Eu por outro lado, não sabia exatamente o que perguntar. Eu sabia que não havia mais aquela barreira entre nós, mas eu não sabia exatamente se estaria ou não ultrapassando algum limite ainda imposto.
Eventualmente, ele me perguntou como eu fiquei sabendo sobre a condição dele. Eu não sabia se estaria entregando a Rose, mas decidi contar a verdade. Não tinha motivos para esconder isso dele. Eu contei detalhe por detalhe toda a conversa que eu tinha tido com Rosalie meses atrás. Edward não pareceu chateado com aquilo, eu diria que ele estava agradecido por ela ter lhe poupado de me contar tudo.
"Está ficando tarde." Ele comentou e eu olhei para o relógio quase não acreditando que o mesmo marcava três da manhã. Mais uma vez eu não tinha sentido o tempo passar.
"Eu queria que você ficasse." Confessei, sentindo meu rosto corar levemente.
"O seu desejo é uma ordem." Ele sorriu meu sorriso preferido, e eu não pude fazer nada a não ser sorrir de volta.
Edward se deitou ao meu lado e envolveu minha cintura com o seu braço, enquanto eu encostava minha cabeça em seu peito.
"Eu posso te fazer uma pergunta?" Perguntei indecisa. Já havia um tempo que aquela pergunta martelava na minha cabeça, mas eu nunca tinha tido a coragem de fazê-la. Mas por alguma razão eu estava confiante naquela noite.
"Claro."
"Eu vou entender se você não quiser responder." Levantei minha cabeça para olhar para ele. Eu precisava ver seu rosto enquanto falava aquilo. "Quando Rose me falou sobre o seu problema, ela me disse que existiam outros tratamentos, mas que você não quis fazer." A expressão dele que antes estava relaxada, logo ficou tensa. Eu sabia que não devia ter falado nada sobre aquilo. "Desculpa, eu não queria..." Comecei a explicar, na tentativa de consertar a besteira que eu tinha feito.
"É verdade." Ele respondeu, me interrompendo. "Na verdade, ainda existe." Ele completou, e eu o encarei surpresa.
"Existe? Mas você não está no estágio final da doença?" Perguntei confusa.
"Estou. E nesse caso a única solução que existe é o transplante."
"Transplante de córneas? "Perguntei. Eu sabia que era meio ilógico fazer aquela pergunta, mas eu ainda estava processando toda aquela informação. "E por que você nunca tentou?"
"Medo, talvez."
"Da cirurgia?"
"Das falsas esperanças." Ele respondeu triste. "O transplante de córneas, como qualquer outro tipo de transplante, é complicado. É difícil achar um doador compatível. E mesmo que ache, ainda tem o risco da rejeição, de complicações na operação que poderia acabar com qualquer chance que, um dia, eu posso vir a ter." Ele olhou para mim, como se realmente pudesse me enxergar. "Então, eu achei mais fácil aceitar minha situação, do que criar esperanças que poderiam cair por terra." Completou encolhendo os ombros.
Eu me sentia impotente diante do sofrimento dele. Eu queria ajudá-lo, mas não sabia como.
"Sinto muito se te desapontei." Ele disse, e eu franzi meu cenho confusa.
"Como assim?"
"Por você não ter um namorado que vá voltar a enxergar." Eu não acreditava que ele estava pensando aquilo.
"Edward não é nada disso. Não faz diferença para mim. Eu vou continuar te amando de qualquer jeito, você voltando a enxergar ou não." As palavras saíram quase que voando, e só quando senti o corpo dele retesando ao meu lado que eu percebi o que eu tinha falado. Sério mesmo Bella? No mesmo dia que você tem seu primeiro encontro com ele, você fala que o ama?
"Você me ama?" Ele perguntou num sussurro.
"Sim" Respondi no mesmo tom. Meu instinto me dizia que eu devia mentir, mas parecia que eu não conseguia esconder nada dele.
Fechei meus olhos, temendo qualquer reação que ele teria. Mas, tudo o que eu senti foram seus lábios roçando os meus levemente.
"Eu também te amo." Ele respondeu entre o beijo.
Edward voltou a me beijar, dessa vez permitindo que sua língua entrasse em contato com a minha. Coloquei minhas mãos em seus cabelos, aproximando-nos ainda mais.
Ele nos rolou na cama, seu corpo ficando em cima do meu, enquanto ainda continuávamos a nos beijar.
"Acho que devíamos parar." Edward sussurrou ofegante, descolando seus lábios dos meus.
"É" Foi tudo o que consegui responder. Edward saiu de cima de mim, e tomou sua antiga posição ao meu lado.
"Boa noite, minha Bella." Edward disse, enquanto eu me aconcheguei em seu peito novamente.
"Boa noite." Respondi, antes de mergulhar num sono profundo.
Eu acordei na manhã seguinte com um enorme sorriso no rosto, e eu não precisava abrir os meus olhos para saber o porquê.
Edward não estava mais ao meu lado - ele havia ido para o quarto dele antes de amanhecer - mas isso não mudava a razão da minha felicidade.
"Bella, você vai almoçar aqui?" Esme perguntou, enquanto eu a ajudava a tirar a mesa do café.
"Eu não sei, mas provavelmente não. Eu vou ver com o Charlie." Respondi. Por mais que eu quisesse ficar ali, eu sabia que eu tinha deveres como filha que precisavam ser cumpridos.
Antes que eu pudesse ligar para Charlie para saber se ele estaria em casa, senti o meu celular vibrar. Era minha mãe. Acho que eu não poderia adiar a conversa por muito tempo.
"Oi, mãe." Atendi ao telefone.
"Oi, como você está?" Ela perguntou.
"Bem, e vocês?"
"Bem. Só os enjôos que estão acabando comigo." Ela reclamou.
"Você já sabe o que é?"
"Vou fazer o exame semana que vem."
"Legal!" Exclamei, sem saber ao certo o que dizer.
"Bella, eu liguei para o seu pai atrás de você e ele disse que você não estava em casa e que você tinha uma coisa para me contar." Minha mãe falava confusa, e eu senti uma súbita vontade de matar o meu pai. Será que ele não podia manter a boca fechada por alguns minutos?
"Eu estou na casa dos Cullens."
"Seu pai trabalhou ontem?" Ela perguntou.
"Não. Mãe é que..." Respirei fundo antes de continuar a sentença. "Eu estou namorando." Disse antes de afastar o aparelho do meu ouvido. O que mesmo assim não me impediu de ouvir o grito dela.
"Me conte tudo! Qual é o nome dele? Onde vocês se conheceram? Eu quero saber de tudo! " Minha mãe falava animadamente, parecendo uma adolescente de quinze anos.
"O nome dele é Edward Cullen, e nos conhecemos na escola." Respondi, não achando necessidade em entrar nos mínimos detalhes.
"Espera, Cullen? Ele é filho do amigo do seu pai?" Ela perguntou.
"Sim."
"Agora eu sei o porquê de você não sair daí." Ela disso o mesmo que Charlie. Ótimo, até as piadas deles são iguais. Por que eles se separaram, afinal?
"Você é tão engraçadinha." Comentei sarcástica.
"Já sei!" Minha mãe gritou ao telefone. "Por que vocês não passam uma semana aqui? Aí eu posso conhecê-lo e matar as saudades de você." Ela sugeriu.
"Eu não sei." Disse indecisa.
"Vamos!" Ela insistiu.
"Eu vou ver com ele, e depois te ligo ok?"
"Tudo bem. Te amo. Beijo."
"Eu também. Tchau."
Coloquei o telefone de volta no meu bolso, e fui para a sala onde Edward estava sentado no sofá.
"Oi" Chamei sua atenção.
"Você ainda está aqui?" Edward perguntou surpreso. Como se eu fosse sair daqui sem me despedir dele. "A essa altura eu achava que o seu pai já estaria me acusando de seqüestro."
"Se eu não voltar agora é bem provável que isso aconteça." Brinquei.
"Você não vai almoçar aqui?"
"Eu falei para sua mãe que não." Respondi. "Por falar em mãe, eu acabei de falar com a minha."
"E?" Ele me incentivou a continuar.
"Ela quer te conhecer."
"Sério?" Ele parecia surpreso com aquilo.
"Muito sério" Na verdade eu tinha pena dele. Renée iria paparicá-lo de todas as maneiras possíveis.
"Ela vai vir para cá?" Ele perguntou.
"Ela queria saber se podíamos ir para lá."
"Tudo bem." Ele concordou prontamente.
"Jura? Mas e os seus pais?"
"Vão ficar felizes de saber que vou passar uns dias fora." Ele respondeu com um sorriso.
"Duvido que Esme vá ficar feliz em passar uma semana longe do filhinho dela." Ironizei.
"Levando em conta que eu quase não saí do quarto nos últimos anos, ela vai ficar feliz sim. Quer ver?" Ele estendeu a mão para mim, esperando que eu aceitasse seu pequeno desafio. Peguei sua mão e fomos em direção à cozinha. "Mãe" Ele chamou, quando estávamos mais perto.
"Oi filho." Esme respondeu, nos encontrando no meio do caminho.
"A Bella vai visitar a mãe dela e me chamou para ir junto."
"Você quer viajar para Phoenix?" Ela perguntou surpresa.
"Quero" Ele disse convicto.
"Quando vocês vão?"
"Ainda não marquei nada. Talvez em duas semanas." Calculei. Seria mais ou menos nessa data que Jake também voltaria para lá.
"Eu vou falar com o seu pai hoje à noite." Esme respondeu, radiante.
"Obrigado mãe" Ele agradeceu com um sorriso lindo.
"Qualquer coisa para manter esse sorriso no seu rosto." Ela disse carinhosa.
"Agora isso é muito fácil." Ele respondeu, me abraçando.
Sol.
Sorri ao sentir o calor na minha pele. Acho que eu já até tinha esquecido como o sol podia ser tão brilhante. Como podia ser tão aconchegante e envolvente senti-lo assim tão diretamente. Sem aquelas nuvens que o impediam de chegar a Chicago.
"Não é a toa que chamam aqui de Vale do Sol." Edward reclamou, fazendo eu e Jake rirmos. Estávamos os três em frente a minha casa.
"Bem vindo a Phoenix, cara." Jake disse dando leves tapinhas nas costas dele.
"Acho melhor entrarmos." Avisei.
"Eu vou para casa, depois eu venho aí." Jacob disse, e foi para sua casa que ficava no final da rua.
Usei minha chave, que ainda guardava comigo, e abri a porta da minha antiga casa.
"Mãe, cheguei!" Anunciei minha presença.
Renée apareceu na porta no instante seguinte.
"Bella." Ela gritou, vindo me abraçar. "Que saudades." Ela disse, me apertando ainda mais em seu abraço.
"Eu também." Disse me separando dela. "Mãe, esse é o Edward."
"Prazer em conhecê-la Sra. Dwyer" Ele disse, estendendo a mão.
"O prazer é todo meu. E me chame de Renée." Ela disse, aceitando sua mão em cumprimento. "Agora, vamos entrando." Minha mãe convidou.
"Cuidado com o degrau." Avisei-o, pegando-o pela mão. Edward deu o passo cautelosamente, e eu vi a expressão no rosto de Renée mudar no momento em que ela percebeu a condição dele.
"Bella, por que você não mostra ao Edward o quarto de hóspedes, enquanto eu preparo alguma coisa para vocês?" Minha mãe sugeriu, recuperando-se do choque.
Essa era a parte da viagem que mais me preocupava.
Eu sabia que a condição de Edward seria um choque para minha mãe. Renée não era preconceituosa, muito pelo contrário, ela era uma das pessoas mais modernas que eu já havia conhecido. Para falar a verdade, até mais moderna que eu.
O meu medo era que minha mãe reagisse como uma daquelas pessoas que levantam a bandeira anti-preconceito até o momento em que sua filha aparece em sua porta com um namorado de uma nacionalidade ou grupo étnico diferente.
Eu sabia que minha mãe não era hipócrita a esse ponto, mas como um professor meu uma vez disse: Os pais tendem a ter uma visão embaçada de seus filhos.
E era esse o meu medo, de que ela através de olhos embaçados, julgasse que Edward não era bom para mim, apenas por sua deficiência. Quando na verdade, era o contrário.
"O que foi?" Edward perguntou enquanto estávamos sentados na cama.
"Nada." Menti.
"Você mente muito mal." Ele apontou. Bem, eu não estava surpresa. Essa era uma opinião unânime ao meu respeito. "É a sua mãe?" Ele perguntou.
"Eu não quero falar sobre isso, por favor." Pedi. Eu não queria chateá-lo com as minhas hipóteses.
"Você sabe que pode me contar tudo." Ele disse, segurando minha mão.
"Eu sei." Sacudi minha cabeça numa tentativa de mandar aqueles pensamentos embora. Eu me preocuparia com eles quando fosse o momento certo. "O que você quer fazer hoje?" Perguntei animada, tentando mudar o clima do ambiente.
"Eu não sei. Estava esperando que minha guia turística tivesse planejado tudo."
"Eu não pensei em nada." Me senti culpada. Quer dizer, eu arrasto ele para outro estado e nem me dou o trabalho de organizar algo para fazermos.
"Eu não me importo. Eu só vim para cá para ficar com você." Ele respondeu docemente, e eu encostei a cabeça em seu ombro.
Eu também não me importava.
"Finalmente achei vocês!" Jacob gritou da porta do quarto. "Péssimas notícias: Os Clearwater estão viajando."
"Saudades da namorada, Black?" Edward implicou.
"Até você?" Ele perguntou incrédulo. "Bella, para com isso!"
"Ele que fala, e sou eu quem levo a culpa?"
"O namorado é seu, e a história é sua também." Ele disse entediado. "Enfim, o que vocês vão fazer hoje?"
"Nada?" Minha resposta soou como uma pergunta.
"Alice tem razão, você parece uma velha." A cada dia que passava eu via que tinha sido um erro convidar Jacob para passar as férias em Chicago.
"Eu prometo ir onde você quiser amanhã, se você nos deixar em paz agora." Tentei negociar. Tudo o que eu queria naquele momento era poder ficar na minha casa, com o meu namorado, sem ninguém para nos atrapalhar.
"Isso eu não posso, vocês vão almoçar lá em casa."
"Vamos Edward, ele não vai nos deixar em paz mesmo." Suspirei. Pelo visto meus planos iriam por água abaixo de qualquer maneira.
O almoço na casa do Black havia sido bem divertido. Principalmente quando Billy resolveu contar situações embaraçosas envolvendo o Jake. Certas coisas não tem preço!
Eu estava sentada a minha escrivaninha, enquanto Edward estava deitado na minha cama. Eu olhava as paredes azuladas e tudo o que me circundava.
Tudo parecia tão diferente, como se pertencesse a um passado distante.
Eu não era mais a garota invisível que circulava pelos corredores. Eu havia mudado.
"O que foi?" Edward perguntou diante do meu silêncio. "No que você está pensando?"
"No passado." Respondi ainda perdida nos pensamentos. "Minha vida aqui era o completamente o oposto do que é agora."
"A começar pelo clima." Ele apontou divertido.
"Eu gosto do calor." Confessei.
"E você foi justamente para Chicago. Por que não tentou uma faculdade?" Ele perguntou.
"Eu não sei o que quero fazer." Encolhi os ombros.
"Você é boa com música, e compõe muito bem." Ele elogiou. Eu não usaria de falsa modesta e dizer que ele não tinha razão. Eu realmente tinha certo talento naquela área, mas isso não queria dizer que eu queria passar minha vida fazendo aquilo. Ou, que eu fosse tão boa que pudesse fazer da música uma profissão. "E aposto que tem um caderno cheio de poesias." Ele completou.
"Sem contar as estórias." Minha mãe adicionou, aparecendo na porta.
"Mãe!" A repreendi.
"Eu não estava escutando, apenas vim avisar que o jantar fica pronto em meia hora." Ela se defendeu.
"Estórias?" Edward perguntou, curioso.
"É besteira." Tentei cortar o assunto.
"Ela não deixa ninguém ler, mas ela esqueceu um caderno aqui e..." Minha mãe respondeu.
"Mãe, o jantar." Disse, interrompendo-a. Renée fez uma careta para mim e saiu dali.
"Acho que isso te dá uma boa idéia do que fazer." Ele apontou.
"Você está querendo me expulsar de Chicago?" Perguntei.
"Jamais. Nada me faria ficar longe da minha parceira de classe." Ele respondeu com um sorriso. "O que é isso?" Ele perguntou, pegando um dos bichinhos de pelúcia que estava em cima da minha cama.
"É a Srta. Potts." Respondi. Era o meu bichinho preferido.
"Você nomeou a sua porquinha de Srta Potts?" Ele perguntou debochado.
"É fofo." Defendi.
Cerca de meia hora depois minha mãe voltou ao quarto para nos avisar novamente sobre o jantar. Jantar esse que transcorreu muito bem, o que me deixou ainda mais tranqüila.
Quando Edward foi dormir, decidi ir até o quarto da minha mãe. Nós não havíamos tido nenhum tempo sozinhas desde que cheguei, e eu sentia falta disso.
"Você está diferente." Renée comentou, me analisando. Ela estava recostada na cama, enquanto eu estava sentada ao seu lado.
"Como assim?" Perguntei confusa. Eu não havia mudado no exterior. Talvez estivesse um pouco mais pálida, pela falta de sol, mas nada além disso.
"Você saiu daqui uma adolescente perdida, e agora você parece que encontrou seu lugar." Ela disse. Nada escapava do olhar perspicaz dela.
"Chicago se parece mais como um lar a cada dia, mas Phoenix sempre vai ser o meu lar." Em Chicago encontrei tudo o que faltava em Phoenix. Lá eu tinha um pai, eu tinha mais amigos e tinha o Edward. Mas, isso não significava que o que eu tinha aqui era menos importante.
"É bom ouvir isso." Minha mãe disse, enquanto me abraçava. "Bella, por que você não me contou sobre o Edward?"
"Eu esqueci." Disse, sincera. Para mim era tão natural, que às vezes eu esquecia disso. "Por que?"
"Nada. É só que eu poderia ter cometido uma gafe, falado alguma besteira. Você me conhece."
"Realmente conheço." Sorri. Estava feliz em realmente conhecer minha mãe. Os meus medos eram completamente infundados. "Você gostou dele?"
"Parece-me um bom rapaz, e ele te ama, então como eu não posso gostar?" Ela disse, com um sorriso maternal. "Agora conta, como ele é?"
"Você o viu." Respondi, confusa.
"Eu não estou falando disso, sua bobinha" Ela arqueou as sobrancelhas sugestivamente, quando finalmente entendi o que ela queria dizer.
"Mãe!" Repreendi-a, sentindo meu rosto em chamas.
"Que foi?"
"Bebê, eu tenho pena de você." Sussurrei para a barriga dela.
"Não dê ouvidos a sua irmã." Ela fez o mesmo.
"Boa noite, mãe." Me despedi dela com um beijo no rosto.
"Boa noite."
Minha mãe, como eu havia previsto, estava caída de amores por Edward. Sinceramente, eu não a culpava. Eles passavam grande parte do tempo conversando. Em geral, para a minha infelicidade, eu era o assunto daquelas conversas. Só queria saber o que tinha de tão interessante na minha vida para render tantas conversas.
Também aproveitamos o clima ameno para fazer inúmeros passeios pela cidade. Edward se divertia bastante, embora reclamasse do calor excessivo –ao menos- para ele. O que era mais engraçado nesses passeios era ver a relação de Edward e Jacob se desenvolvendo. Ele estavam virando ótimos amigos, claro que a maneira deles.
"Tchau mãe. Vou sentir saudades." Me despedi, me abraçando a ela. Uma semana passava tão rápido.
"Eu também. Vou te ligar todos os dias." Ela dizia, enxugando as lágrimas que teimavam em aparecer.
"Tchau Renée." Edward se despediu.
"Tchau Edward. Toma conta dela." Minha mãe pediu, abraçando-o.
"Jake." Me aproximei dele.
"Despedida de novo?" Ele perguntou tristonho.
"Acho que sim." Encolhi os ombros. Por mais que fosse difícil me despedir da minha mãe, me despedir dele parecia ser ainda mais difícil.
"Tchau, melhor amigo." Senti as lágrimas traidoras caírem quando ele me abraçou.
"Tchau melhor amiga."
"Tchau Jacob." Edward se despediu dele.
"Tchau Edward."
"Quer que eu dê lembranças ao Jake por você?" Ele perguntou com um sorriso torto.
"A personalidade do Emmett é contagiante." Comentei. Era a única explicação para aquele comentário.
"Manda um beijo pro Phil, mãe." Pedi. Phil só voltaria para casa na próxima semana.
"Tchau, pequena. Eu te amo." Ela me abraçou novamente.
"Eu também." Respondi, me separando dela.
Acenei mais uma vez para todos antes de entrar no carro.
Adeus, sol. Olá, vento pelos próximo trezentos e sessenta e cinco dias.
Bianca: Tava mesmo, né? Mas agora os beijos serão (bem) mais freqüentes.
Gigi e BoO: Meninas! Obrigada, sério mesmo, de coração ^^ Nem me fala, hoje eu vi o Trailer do novo filme do Jackson e quase tive um ataque. Ô homem lindo! Quero pra mim! Por falar na fic de vocês eu dei uma olhadinha sim, ainda não li, mas parece ser muito legal xD
Boo: Oieee, Já continuei...não se estresse!
Natxii: Se a leitora nova já chega surtando imagina as antigas haahuahauaha Seja bem vinda ^^ Fico muito feliz que você esteja gostando. \o/
Ster: Calma! Já atualizei!
Lu Higurashi: Hauhauahauh Não se preocupe, ele está vivo! Seja bem vinda! \o/
Shaya B.C: Eu estou aqui! Você tá me vendo? Não? Mas eu juro que estou aqui hauhauahaua Não precisa mais se sentir torturada, ao menos não até o próximo cap xD Calma. Inspira. Expira. Eu não desisti dessa fanfic. Eu não sei o que escrevi no Twitter, mas pode ficar tranqüila que eu não vou e nem pretendo abandonar ADSO. Não precisa se preocupar, ok? Sinto muito mas você vai ter que me aturar até o final da fic xD
Rebecanbr: Bem vinda! É, realmente tem suas vantagens, e eu acho que a Bella está bem a par disso como nós podemos perceber xD Sério que você sonhou? Como foi? Isso é tão legal!
Lara Cullen: Ownnnn *_* É, eu pensei no mesmo que você. Não tinha razão para o Charlie reagir de forma diferente.
ster: E as pessoas cismam em roubar o que é de propriedade da autora! O Jasper é meu, eu só deixo a Alice usá-lo de vez em quando, isso por que ela me garantiu que ela vai me transformar um dia. Será que é verdade? Enfim, nem me fale naquele cabelo de miojo que colocaram nele. No filme que ele tem mais destaque me colocam uma peruca daquelas...francamente!
daisy albernaz: Que bom! ^^ Fico muito feliz que esteja gostando.
Lucy Masen : Pior que é verdade! Eles estão mais leves, de fato. Emmett é o melhor, ele me dá a oportunidade de colocar meu lado idiota e sem noção em prática! Obrigada! Hey, se tiver músicas para sugerir pode falar, eu já falei que tenho uma listinha básica de possíveis músicas para a fic, mas toda sugestão é muito bem vinda!
Lali Durao: Não sei se ele tem uma espingarda, mas com certeza tem uma pistola. Hauhauahuaahua Que bom que não foi assim! Sabe o que eu acho mais interessante? É como por ler fanfics ou as reviews a gente aprende expressões novas. Momento aveztruz, com certeza vou usar essa. Pode cobrar os direitos autorais huahauahau
Juliana: Ah que legal! Eu gosto de tudo que é tipo de fic, menos Death. Obrigada! =D É claro que respondo! Jura? Obrigada! De novo hehehehehehe
gby00: Ele pode até ser coruja, mas esse aqui não vai ser malvado não hauhauahaua
Lara Cullen: Estranho..Você deixou review no cap retrasado? Eu fui procurar mais não te achei. Desculpa, se eu te pulei. Foi sem querer =/ Eu sei que vira e mexe eu estou falando isso, mas eu sempre fico com um sorriso idiota na cara quando vocês falam que gostam dessa fic (Ou de qualquer outra xD) Acho que você foi a única que acertou a reação do Charlie. Sim, essa Rose é mais amigável. Na verdade meu conceito com relação a ela mudou depois que li Eclipse, até gostei dela depois disso ahuahauahuahaua
Elaine: Engraçado que eu nunca classifiquei essa Bella como sendo "Kristen", mas agora que você falou, algumas coisas se encaixam xD
Whatever: Que bom que você achou alguma coisa positiva no meio da minha demora. Eu amo surpreender vocês, mas acho que prefiro ainda mais escrever exatamente o que vocês queriam. Que bom eu consegui!
FehCullen: Eu achei que se fosse a Alice ia ser muito pior hauahua Ela teria um ataque pior ainda, sem contar que o Emm é mais engraçado. Ele tinha que pedir porque isso é uma das características principais do personagem original, e é uma coisa que –geralmente- eu gosto de trazer para as fics. Agora me diz...se você fosse ela, não faria a mesma coisa? hauahauhauaha Para quê falar? Coisa sem utilidade! hahahahahaha
Luna Stew:
2010-06-21 . chapter 20
Awnn que bonitiiiiiiinho, tá namoraando tá namorando! 8P
ameei o capítulo!
beeijos e até o próximo!
Ninfa Cullen
2010-06-21 . chapter 20
AMEIIII A FIC!
PERFEITAAAAAAAAAA
postaaaa logo
bjs
Dada cullen: Agarração é tudo de bom! *_* Isso aí! Quem se importa com a loira do banheiro? hauahuahauahuahauahuahaua
by
2010-06-20 . chapter 20
ahhhhhhhh
nao faz isso de novo nao.. eu fique sem unhas esperando por esse cspitulo...
o que o chefe swam vai fazer hein?
Garota do cafe doce
2010-06-20 . chapter 20
Re, eu não acredito que fiquei sem ler o capítulo passado! (E sem comentar) Que coisa horrível! *se esconde* Mas é que ultimamente eu ando sem tempo até de respirar. Esse ano eu vou ter que estudar dobrado e quase já não estou agüentando. E como se não bastasse isso as férias estão aí e isso significa estudar mais ainda. É, estudar nas férias. Que coisa medonha -'
É horrível, mas enfim: Eu não estou aqui para reclamar da minha vida pra você, e sim para dizer o quão MARAVILHOSOS estão os DOIS capítulos! Eles estão juntos, finalmente estão juntos! *coro de aleluia* Dona Renata, agora a senhora vai ter que deixar pelo menos uns dois ou três capítulos eles juntos no maior love E sem ninguém para atrapalhar! Porque eu já sofri demais no decorrer desses 19 capítulos! O meu coraçãozinho não agüenta mais, ook?
Então, quando você estiver escrevendo, lembre de mim: A sua leitora mais fanática e ao mesmo tempo relapsa. Aquela que não vive sem ADSO, mas às vezes esquece de comentar. E quando você escrever, lembre das reviews que eu escrevi, não das que eu me esqueci de escrever, ook? Assim fica mais fácil e você escreve com mais carinho! :D
UASHUAHSUAHUSHAUH *-*
Beeijo gata. E me desculpe por essa minúscula review. Eu sei que você não se importa muito, mas eu me incomodo IMENSAMENTE com isso. É como se eu não desse o valor merecido a ADSO :x Mas enfim, o tempo anda escasso e a inspiração também :*
makachan1: Se vão! Ainda mais que Alice e Rose não saem de lá, vai ser pior ainda!Onegai...você me fez lembrar de Onegai Teacher *_*
Aninha: Eu sei que isso é ruim, mas é meio impossível ser mais freqüente =/
MrSouza Cullen: Se o Emmett não fizesse o escândalo não seria ele. Ah, e o Jazz ele queria mesmo era sacanear a Bella, e que maneira melhor do que contar para a Ali? Hauahuahauahua É claro que vai ficar interessante hauahuahaua xD
Lais Araujo: Infelizmente, coisas assim só acontecem em filmes, séries, livros e fics, são raros momentos assim acontecerem na vida real. É triste! Viu? Eu sabia! Os doidos sempre se conhecem huahauahuaha Já extraviaram um mangá nos correios, imagine uma caixa de Ferrero huahauahauhaua Se tiver um, eu aceito xD
Tuzi: Eu queria ele para mim! *faz o biquinho da Alice* YAY! Que bom que está gostando
Alice Carolina Swan Cullen: Eu nunca concordei muito com essa frase, mas confesso que em certas coisas ela se aplica. Ao menos, não nessa fic! xD Esse é um filme meio trash que foi produzido pelo Tarantino e dirigido pelo Robert Rodriguez e se chama Planeta do Terror. Se você não gosta do gênero, não assista! Eu sempre me pergunto de onde esse Jasper saiu huahauahau Acho que foi meio naturalmente, como ele tinha que ser a ligação inicial da Bella com os Cullens e com todo o restante, ele acabou não sendo tão fechado quanto no livro.
Lilian: Já escrevi! =D
Vanessa Dark: Eu já postei. E espero que você também goste desse *_*
Raffa: Fico feliz que tenha gostado! ^^ E espero que a opinião não mude nesse.
cris Turner: Sério que você ama? *_* Isso me deixa tão feliz!
Aline Santos: São fofos mesmo, né? *_* Espero que também tenha gostado desse aqui.
Ana Krol: Até que o papi Swan e a mami Dwyer foram tranqüilos. Só não sei se essa tranqüilidade vai durar muito hehehehe
Kivia Hartley: Isso é verdade! Eu não tiro a sua razão...
Nessinha Cullen : Eu demorei! Eu demorei! Lálálá! Sou louca sim, e daí? Huahauha Esse Charlie aqui é bem tranqüilo. Digamos, que ele e a Renée nessa fic são pais normais xD
Juliete Masen Cullen: Mas, vai se ele não fizesse isso ele não seria o Emmett xD Acho que essa é uma das características que eu mais gosto dele.
Lunna Cullen: Até que enfim mesmo!
Lyka Cullen:Eu sei! "Escrevo, não nego. Atualizo quando puder" Esse é meu novo lema hauahaua Mas é sério, eu atualizo 3 fanfics direto, e tento atualizar uma por semana, eu sei que para vocês parece uma eternidade. Mas para mim não. Já que estou sempre escrevendo alguma coisa xD
Bethinha Poloni: Com tanta gente morrendo e tendo ataques vou ter que abrir um hospital o.O Eu não me recordo se já ouvi, mas vou procurar no Youtube agora mesmo!
Gibeluh: Huhauahauahua O Emmett é louco, mas todo mundo ama ele! heheheh
Mari: Com esse post você deve ter tomado outro susto, certo? Hehehehee Ainda tem muita coisa para contar. Você vai ver! Ou Ler...
Julieide: Esse eu também achei fofo. Espero que tenha gostado ^^
Marry Pierobon: Obrigada *_* Eu também acho que eles estão no caminho certo. Eu demorei um pouco como sempre, mas ao menos eu consigo cumprir os prazos que eu estabeleço para mim. Quando eu não consigo eu fico estressada porque aí eu sei que estou fazendo vocês esperarem mais do que o previsto.
Carolina Almeida: Fico feliz *_* Emmett é o Emmett, acho que ele supera a si próprio! Não, só ciúmes de melhor amigo mesmo. Nada além disso. Puritano, sim! Mas, nem tanto!
Gabi-b: Isso aí! Para que ter medo dele? Um homem tão calmo, desde que não esteja armado é claro hehehehehehe
Tamycullen: Se ele queria ficar com ela, ele tinha que enfrentar a fera hauhauahaua
edilene rosa: Olá! Seja bem vinda de qualquer maneira. Fico feliz que esteja gostando! =D
Anne Lima: E dessa vez, demorei? Não, é só coisa de amigo mesmo. Eu não consigo escrever uma Long fic onde o Jake tenha sentimentos românticos pela Bella. Eu odeio essa possibilidade. Mas, talvez um dia eu acabe usando, sei lá.
Camilinha EGO: Eu fiz o coro na review de baixo. Até que o Charlie reagiu bem. Milagres acontecem!
Inaclara: Aleluia! Aleluia! Depois de 19 capítulos eles estão namorando! YAY!
