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Título: O recluso

Sumário: Bella, uma recém-formada da Universidade de Washington, se vê sozinha e desorientada ao sair da faculdade e perder seu pai. Uma oportunidade surge para trabalhar como governanta na casa de um misterioso homem em Port Angeles.

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Recluso:

Pessoa que espontaneamente se isolou do convívio social.

(Dicionário UOL)

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Capítulo 13

Maio de 2016

BPOV

Algum tempo depois, estamos deitados na cama dele, em um silêncio confortável. Quando nossos corpos se acalmaram, ele se levantou e buscou alguns lenços para me limpar. Com a tarefa feita, ele se deitou ao meu lado e me puxou para seus braços. A cada poucos minutos ele beija meu rosto, meu cabelo ou mergulha seu rosto no meu pescoço, repetindo o quanto ele gosta do meu perfume.

Eu nunca tive uma experiência sexual como essa. Não que tenha sido ruim das outras vezes, mas nunca foi tão intenso.

"O que se passa nessa cabecinha linda?", Edward pergunta ao cutucar minha testa.

Eu o encaro e sorrio. "Só pensando no quanto foi bom".

Ele sorri em resposta. "Foi bom, então?", ele pergunta em tom de provocação enquanto desliza a mão pelo meu corpo, acariciando levemente.

"Não. Foi mais do que muito bom. Foi incrível", eu digo e o beijo.

"Sim. Foi", ele diz.

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Eu acabo adormecendo na cama dele e sou acordada em algum momento da madrugada. Mãos passeiam pelo meu corpo e a boca dele lambe e chupa minha pele. Humm. Ótima maneira de acordar. Abro os olhos e percebo que ainda está escuro lá fora.

"Eu te quero de novo", uma voz rouca diz ao meu ouvido. Estou deitada de lado e ele está me abraçando por trás. "Você está dolorida?".

Na verdade, estou um pouco dolorida, mas eu o quero também. Quero senti-lo dentro de mim mais uma vez.

"Estou bem. Eu quero, também", eu respondo, virando meu corpo para encará-lo. Ele sorri ligeiramente e se aproxima para me beijar.

Ele se deita de costas na cama e me puxa para montar seu colo. "Você no comando agora", ele diz. Nos beijamos mais um pouco e ele está completamente ereto sob meu corpo. Ele pega seu pau e guia para minha entrada, me penetrando lentamente.

A sensação é incrível. Embora seja levemente desconfortável no início pela rodada anterior, logo o prazer supera a dor e eu o monto devagar no início. Ao contrário da noite anterior, agora ele está calado, os únicos sons na sala são nossos gemidos de prazer e a respiração pesada.

Eu o sinto tão profundo dentro de mim. Eu inclino meu corpo pra baixo e procuro seus lábios. Nossas línguas se acariciam enquanto ele brinca com meus mamilos, sem parar o movimento dos quadris. É uma sobrecarga de sensações e eu o monto com mais vontade, sentindo meu orgasmo se aproximado. Ele tira a mão dos meus seios e leva ao meu clitóris.

"Vamos, Bella. Eu preciso...", ele não conclui. Mais algumas estocadas e nossos corpos caem na cama, satisfeitos.

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Quando acordo novamente, Edward está dormindo pacificamente ao meu lado. É algo surreal estar aqui, na cama dele, acordando após uma noite inesperada, mas maravilhosa. Eu sorrio lembrando de tudo o que aconteceu. Eu cogito ficar aqui na cama depois de ir ao banheiro, mas meu estômago já está roncando de fome. Decido tomar um banho rápido e descer para preparar o café da manhã. Levanto da cama e me sinto dolorida pelas atividades de ontem. Ah, mas é uma dorzinha que eu suporto de bom grado.

Após o banho, eu opto por me vestir confortavelmente com um short jeans e uma camiseta. Desço para a cozinha e preparo café, suco, omeletes, torradas e salada de fruta. Quando estou terminando, vejo Edward na porta.

"Oi", eu digo, incapaz de não sorrir.

"Bom dia", ele diz se aproximando. "Eu acordei sozinho naquela cama enorme". Suas mãos me cercam pela cintura e eu o sinto beijar meu cabelo.

Eu me viro, ficando de frente pra ele. "Eu queria muito continuar deitada com você, mas meu estômago estava reclamando", eu dou de ombros e ele ri. Ele é tão...tão perfeito! Fica deslumbrante quando sorri assim...

Nós trocamos um beijo lento, mas intenso. Eu estava com medo de haver algum tipo de estranheza entre nós esta manhã, mas não há nada disso. Ainda bem!

Eu nos sirvo o café da manhã e comemos lado a lado na bancada da cozinha.

"Você é que acordou mais tarde que o habitual", eu comento. Ele franze a testa por um momento, mas logo vai embora.

"Eu geralmente não durmo muito bem", ele diz baixinho. "Mas dormi surpreendentemente bem esta noite", ele acrescenta em tom mais alegre. Eu quero perguntar sobre a primeira afirmação, mas não quero estragar o bom clima, então deixo pra lá.

Quando termina de comer, Edward vai para seu escritório, dizendo que tem muito trabalho hoje. Eu aceno e o beijo mais uma vez antes que ele saia. O beijo se transforma em mais um e depois outro, com Edward me pressionando contra a parede.

"Porra, Bella! Você me faz te querer o tempo todo", ele diz enquanto mordisca minha garganta. Eu começo a rir, mas logo se transforma em um gemido. Ele deixa os dentes rasparem minha pele, provocando arrepios por todo o meu corpo.

"Humm, eu também quero você", eu murmuro e puxo sua boca para a minha e nos beijamos até ficarmos sem ar.

Ele abaixa seu rosto e encosta a testa na minha. "Eu preciso terminar um projeto", ele se afasta a contragosto.

Eu aceno. "Vai trabalhar, Sr. Masen! Eu também tenho coisas pra fazer. Vou ao centro, mas volto antes do almoço", eu o informo.

Mais um beijo rápido e ele sai da cozinha, me deixando no mais completo êxtase.

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Na manhã de quinta-feira, Alice aparece de surpresa. Ele manteve sua promessa e veio me levar para um dia de compras em Seattle. Mais uma vez eu tentei fugir e disse que tinha trabalho a fazer, além de ter que alimentar seu irmão no almoço.

Ela pôs as mãos na cintura e marchou para o escritório de Edward, entrando sem bater na porta. Eu a sigo.

"Edward! Eu não acredito que você não pode se virar sozinho um dia sequer. Faça seu próprio almoço! Eu estou sequestrando Bella, nós vamos passar o dia em Seattle. E não adianta fazer cara feia", ela diz firmemente e o fita, como se o desafiando a discordar dela. Eu aprecio divertida a interação entre os irmãos.

Edward suspira, sentado atrás de sua mesa, e eu acho que ele vai ficar emburrado, xingá-la por entrar sem permissão ou algo parecido, mas ele sorri ligeiramente.

"Eu não vou discutir com você, Alice. Bella pode ir aonde ela quiser, desde que você não a esteja obrigando a nada", ele diz a irmã, se levantando. Alice parece surpresa com a reação tranquila dele. "Mas vê se não exagera, eu sei muito bem como você é. Agora, eu gostaria de falar com Isabella por um instante. Em particular", ele pede.

Vejo Alice arquear a sobrancelha, mas fica calada. Sorrindo, ela sai do escritório, fechando a porta atrás de si.

Edward se aproxima e eu abro a boca para dizer que posso ficar se ele quiser, mas não há chance de falar. Ele me puxa pelo pescoço e cintura e une nossas bocas. É um beijo cheio de desejo, nem parece que estávamos juntos há apenas algumas horas.

Nós dormimos juntos novamente na última noite. Passei a noite em sua cama e nós exploramos o corpo um do outro, aprendendo juntos o que nos agrada e fizemos sexo duas vezes. Edward é um homem viril e o sexo com ele é vigoroso. Eu gosto que ele sabe que eu não sou feita de vidro e que ele não precisa se reprimir. Mas a verdade é que depois ele fica preocupado e receoso de ter sido muito áspero, mas eu o garanto que cada vez que fazemos sexo, é uma experiência extremamente prazerosa pra mim.

"Seja firme com Alice caso você não se sinta a vontade com qualquer coisa. Ela tem o dom de nos fazer concordar com tudo o que ela quer, mas você pode recusar. Ok?", ele diz em tom suave.

Eu rio, já começando a perceber que sua irmã é exatamente como ele diz. "Tudo bem, eu prometo. Tem certeza que consegue se virar sozinho no almoço?", eu provoco.

Ele bufa. "Bella, eu sou um homem adulto, se eu não souber me alimentar sozinho, é o cúmulo!", ele me abraça, o que enche meu coração de ternura. "Além disso, há sempre opções delivery", ele ri e eu faço o mesmo.

"Se divirta e qualquer coisa, me ligue", ele diz e me beija de novo.

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Alice fica me encarando de modo estranho durante boa parte da viagem. Eu imagino que ela possa estar desconfiada sobre algo a mais acontecendo com Edward. Ela parece ter um sexto sentido aguçado e eu não sei se consigo esconder o que sinto.

Ele me enche de perguntas sobre minha vida pessoal, mas eu não me importo. Quando ela questiona sobre namorados e se eu estou interessada em alguém, eu tento manter a expressão neutra. Espero que não esteja corando, pois cenas das noites quentes com o irmão dela assolam minha mente.

"Huh, desde que voltei pra Forks eu não me envolvi...", isso é mentira, "com ninguém. Com tudo o que aconteceu com meu pai e a casa, eu quis um tempo pra mim, pra acertar as coisas dentro do meu peito". Eu tento ser o mais vaga possível.

"Mas e antes? Você namorou muito?", ela insiste.

"Meu primeiro namorado foi Jake. Ele é filho do melhor amigo do meu pai e nós crescemos juntos. Namoramos durante todo o ensino médio e o início da faculdade, mas Jake ficou em Forks e eu fui pra Seattle. Embora não seja uma grande distância, acabou não dando certo e a gente se separou", eu dou de ombros. A nossa relação nunca mais foi a mesma, a amizade de antes, mas estamos em boas condições, eu posso dizer assim.

"E depois teve o Riley", eu acrescento.

"Riley?"

"Eu o conheci na universidade, nós namoramos por um tempo e terminou. E você? Há quanto tempo está com Jasper?", eu desvio o assunto, não querendo entrar em detalhes sobre meu último relacionamento.

Ela começa a falar sobre o amor de sua vida, super empolgada e fala dos planos de e casarem daqui a um ano. Ela ainda mora 'oficialmente' com os pais, mas passa a maioria dos dias no apartamento de Jasper.

Quando estamos no Shopping, em Seattle, eu pergunto a Alice se ela se incomoda se eu convidar uma amiga pra almoçar conosco.

"Rose trabalha aqui perto e eu estou com saudade dela".

"Claro, Bella. Eu vou adorar conhecer sua amiga", ela responde animada.

Eu ligo pra Rose ela concorda em nos encontrar. Ela está muito curiosa sobre tudo o que envolve Edward e não perderia a chance de conhecer a irmã dele. Eu só espero que ela não fale nenhuma bobeira. Ela ainda não sabe sobre as mudanças em minha relação com o meu patrão, mas às vezes eu acho que ela desconfia que eu sinto algo por ele. É muito recente e eu quero curtir esse momento sem ter que me preocupar com todas as repercussões possíveis.

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"Então, Alice, com o que você trabalha?", Rose pergunta enquanto almoçamos.

"Eu e minha mãe, Esme, temos uma pequena empresa de decoração de interiores", Alice responde. "Aqui em Seattle. Não muito longe daqui. Aliás, Bella", ela se vira para me olhar, "minha mãe gostaria muito de ter vindo nos encontrar, mas ela tinha uma reunião importante. Mas não tem problema, afinal vamos nos encontrar no jantar de amanhã a noite", ela tagarela alegremente.

Eu aceno.

"Oh, vocês vão jantar amanhã a noite?", Rose se intromete, sondando.

"Sim. Vamos eu, meu noivo e meus pais vamos jantar na casa do meu irmão e Bella. Nós simplesmente amamos tudo o que Bella faz", ela me abraça enquanto fala já que estamos sentadas lado a lado. "Ela já conquistou nossa família", ela conclui sorridente. Menos o seu pai, eu penso tristemente.

"É mesmo? Até seu irmão?", Rose instiga.

"Rose!", eu a advirto para ficar quieta.

"Edward adora Bella, eu sei", Alice responde naturalmente. "Eu tive que roubá-la dele hoje", ela brinca. "Mas falando sério, Bella. Você pode não perceber, mas eu já vejo mudanças incríveis no meu irmão desde que você começou a trabalhar com ele".

Eu não sei o que responder, especialmente, não querendo deixar escapar pistas sobre nosso envolvimento, então eu fico calada e Rose começa a falar sobre outro assunto, para meu alívio.

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Chegamos em casa no início da noite carregadas de sacolas de compras. A maioria de Alice, é claro, mas eu comprei algumas roupas novas, gastando um pouquinho do dinheiro intocado que juntei nos últimos meses de trabalho. Alice preenche seu irmão sobre nossas atividades durante do dia, contando que conheceu Rose, o que desperta a curiosidade dele.

"Então, você conheceu a famosa Rose? Bella fala muito dela", ele comenta.

"Sim! Eu a adorei! Nós inclusive já combinamos de sair uma noite dessas em Seattle", ela fala.

"Foi um bom passeio, então?"

"Foi muito bom, irmão. Além das compras divinas que fizemos, eu tive a chance de conhecer mais um pouquinho sobre Bella. Além de Rose, que conheci, fiquei sabendo sobre os namorados de Bella".

Vejo os olhos de Edward se arregalam e ele começa a tossir, como se tivesse engasgado.

Merda! Por que Alice tem que dizer essas coisas!?

"Alice! Eu não tenho namorado", eu a corrijo. "Você me perguntou sobre meus ex-namorados", eu explico, não querendo mal entendidos com Edward. "E eu não acho que seu irmão quer saber sobre isso. Por favor".

Ela me olha e sorri. Diabinha. Ela fez isso de propósito!

Edward se recupera e Alice levanta, dizendo que já vai pra casa. Ele a convida para jantar, mas ela recusa, beijando a bochecha dele e me abraçando em despedida.

Nós ficamos em silêncio por algum tempo. Alice conseguiu nos deixar desconfortável. Mesmo sem um motivo real pra isso.

"Huh, eu vou começar o jantar", eu digo ao me levantar do sofá na sala.

"Não precisa", ele diz e se aproxima. "Eu pensei que a gente poderia jantar fora", ele sugere timidamente. Ele está me convidando pra sair? Vamos jantar fora como um casal qualquer? As linhas dessa relação – seja ela o que for – ainda estão borradas. Eu não sei bem o que esperar dele. Mas ficarei feliz em sair pra jantar.

Ele toma meu silêncio como algo ruim, pois logo fala de novo. "Não precisa, Isabella. Eu só achei que-".

"Não!", eu o interrompo. "Não. Eu quero jantar com você. Acho a ideia perfeita", eu sorrio e ele relaxa. "Eu vou me refrescar e nós vamos, pode ser?", eu peço.

"Tudo bem".

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Edward me levou para jantar em um restaurante italiano e fez questão de dizer que estava grato por eu ser diferente de maioria das mulheres, que comeriam apenas uma salada. Eu ordenei ravióli de cogumelos e estava delicioso.

Durante todo o nosso passeio, ele segurou minha mão, seja no carro ou quando andamos na rua. Eu me senti como uma adolescente de novo, saindo pela primeira vez com o namoradinho. Eu percebi várias mulheres comendo Edward com os olhos, mas em nenhum momento ele desviou sua atenção de mim, o que muito me agradou.

Foi uma noite maravilhosa e antes de voltarmos pra casa ele me pergunta se eu quero ir a outro lugar para comer a sobremesa, mas eu não consigo comer mais nada. Ele decide que também não quer e nós caminhamos um pouco antes de voltar.

Ele sonda sobre meu dia com Alice, sobre o que conversamos. Eu não entro em muitos detalhes, mas garanto que não falei nada sobre nós. Até porque eu não sei como ele se sente sobre isso. Acho que teremos que conversar em breve, mas eu quero aproveitar esses momentos incríveis que estamos passando juntos e qualquer tentativa de rotular o que temos pode atrapalhar. Existem tantas coisas que podem ser consideradas impedimentos e nós temos que conversar sobre todas elas, mas não agora. Ainda não.

Embora tenhamos ficado de mãos dadas o tempo todo, nós não nos beijamos ou trocamos mais caricias em público. Não foi nada intencional, pelo menos não da minha parte, mas eu fico me perguntando se ele se comporta sempre assim quando está acompanhado ou se é pela incerteza da nossa situação.

Mas quando chegamos em casa, a saudade e desejo acumulado por termos ficado o dia inteiro afastados, explodem e nós nos agarramos assim que passamos pela porta da frente. Eu envolvo meus braços em seu pescoço enquanto nossas bocas estão unidas, querendo ficar mais perto dele. Sentir seu corpo junto ao meu.

"Eu senti falta disso hoje", eu digo entre beijos.

"Você não faz ideia", ele concorda. "Eu mal consegui me concentrar nos meus projetos", ele beija meu pescoço. "Senti falta do seu cheiro, da sua comida", ele ri. "Da sua pele macia. Da sua boca. De te ouvir cantarolando enquanto trabalha. De tudo".

Oh, Deus. O que esse homem faz comigo?! As suas palavras aquecem meu coração.

Ele nos leva para o sofá e eu sento em seu colo. Seu pau já está ereto e mesmo com o tecido das nossas calças eu posso senti-lo. Huh, por que eu fui usar calça? Deveria ter colocado uma saia!

Ele puxa minha blusa pela cabeça e tira meu sutiã, sem perder tempo. Sua boca vem para meus seios. Eu adoro a forma como ele parece gostar dos meus seios, ele não perde uma oportunidade de beijá-los, chupá-los e mordê-los. Eu puxo seus cabelos e ele geme em meu seio.

Eu preciso dele dentro de mim. Eu quero tocá-lo. Quero tudo ao mesmo tempo.

Impaciente, eu desço de seu colo abruptamente e sento ao lado dele, levando minhas mãos a sua calça. Ele percebe o que eu quero e levanta o quadril para facilitar a tarefa. Eu me ajoelho no chão e termino de tirar a peça de roupa enquanto ele tira a própria camisa.

Em questão de segundos seu pênis duro está na frente do meu rosto e eu sinto uma súbita vontade de tê-lo em minha boca. Sem pensar, eu envolvo uma das mãos na base e cubro a ponta com a boca.

"Ohhh, porra!", Edward solta o palavrão e suas mãos vêm imediatamente para minha cabeça. "Ahhh, Bella".

Seus gemidos e sons de prazer me estimulam e eu não perco tempo, lambendo e sugando seu pau. Eu não acho que sou muito boa nisso, embora já tenha feito algumas vezes antes. Mas nunca tive essa vontade forte de realmente agradar ao meu parceiro dessa forma.

"Sua boca...Ohhh, Bella! É perfeita".

Não consigo colocá-lo todo em minha boca, mas tento o máximo e acaricio com as mãos o que não cabe. Eu alterno meu olhar entre seu rosto e meu próprio trabalho. Ele está com olhos abertos e vidrados em minha boca. Ele geme e solta sons indistintos o tempo todo, acariciando minha nuca sem me forçar a engolir mais dele.

Minha boca começa a doer e eu quero que ele goze em breve. Eu o tiro dos lábios apenas para lamber todo o seu comprimento e depois volto chupá-lo mais forte até que ele vem em minha boca e se desfaz no sofá.

Eu engulo rapidamente para não sentir o gosto ruim por muito tempo. Tem gente que diz por aí que o gosto é bom, mas é mentira ou a pessoa é louca! É horrível! Mas vale a pena para ver Edward assim.

Ele abre os olhos enquanto sua respiração se acalma e me fita intensamente, o que me deixa inquieta. Depois do que parecem vários minutos, ele me puxa pra cima dele e me beija profundamente, sem se importar com o fato de que eu acabei de engolir seu próprio sêmen. A maioria dos homens não faz isso! Pelo menos, eu acho que não.

Eu esfrego minha boceta, ainda coberta, em seu pênis amolecido. Estou excitada, querendo-o dentro de mim.

"Você me surpreende o tempo todo", ele diz quando deixa minha boca. Eu não respondo, sem saber o que dizer.

"Agora vamos lá pra cima, pois eu vou tomar meu tempo pra te dar tanto prazer como você me deu", ele sussurra em meu ouvido e eu solto um lamento assanhado.

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Pessoal, eu havia prometido um capítulo na sexta, mas não foi possível. Tenho uma pessoa da família internada no hospital e sou a acompanhante. Então, quase não tenho acesso a internet. Já tenho os próximos capítulos escritos, então, sempre que tiver um tempinho de revisar e consertar os errinhos, eu posto. Farei meu melhor.

Não respondi aos últimos comentários por falta de tempo, mas li todos e estou adorando esse feedback. Em breve continuarei respondendo.

Obrigada. Espero postar outro até o meio da semana.

T. Darcy