Boot Camp

Autora: Snowdragonct

Tradução: Aryam


N/T: Desculpem a demora. Voltando a programação normal ^_~


Campo de Treinamento

Capítulo 15: Amizades

Limpar o canil juntos permitiu aos quatro jovens do Time Wing tempo a sós sem a pressão de obstáculos ou projetos e, ao fim da manhã, eles aperfeiçoaram o trabalho como uma ciência. O canil do presídio nunca esteve tão limpo; até os treinadores se impressionaram.

Trowa se aproveitou do tempo, roubando Quatre para apresentá-lo aos cães.

"Este é King," informou ao loiro, ao lado de um grande pastor. "É um dos mais velhos. Acho que K falou que ele tem cinco ou seis anos."

"K?" Quatre perguntou, distraidamente esfregando a cabeça do cachorro, mas com os olhos fixos em Trowa. "Parece até que você gosta dele."

"Gosto," Trowa deu de ombros. "Não tenho motivo para não gostar."

"Mas... ele foi realmente sacana com o Duo no primeiro dia," Quatre o lembrou.

A menção do rapaz de trança fez o moreno alto franzir o cenho levemente. "Não tenho culpa se ele e Maxwell têm problemas. Mas ele me deixou conhecer todos os cães do acampamento e até me mostrou os novos filhotes em treinamento." A expressão de Trowa tornou-se pesarosa. "Você não sabe como sinto falta do circo, Quatre."

"Sinto muito," respondeu o loiro, impulsivamente colocando uma mão no braço do moreno. "Acho... que eu deveria estar feliz por você ter a chance de estar com os animais, já que os ama tanto." Deu de ombros discretamente. "Talvez o Diretor não seja tão ruim," amenizou, mesmo não acreditando nisso por um minuto.

"Obrigado," Trowa suspirou. "Por entender."

Quatre percebeu ainda estar com a mão no braço do moreno e a deixou cair. "E aquele pastor branco ali? Qual o nome dele?"

"Ah, dela," Trowa o corrigiu. "É a Lily."

A mencionada pendeu a cabeça para o lado quando ouviu seu nome, abanando a cauda felpuda.

"É linda," Quatre falou afavelmente, seguindo Trowa até a fêmea.

"Os filhotes que estão sendo treinados são dela. São dois."

"Posso vê-los?"

"Claro," Trowa deu de ombros novamente. "O K falou que posso vir aqui sempre que tiver tempo livre. Os atendentes daqui todos têm permissão para me deixar passar." Pegou Quatre pela mão. "Venha, estão por aqui." Levou o outro pelo corredor e virou uma esquina onde um cerco continha dois grandes cães cor-de-caramelo.

"São filhotes?" o loiro perguntou, surpreso.

"Têm apenas um ano," Trowa respondeu. "No tamanho parecem adultos, mas não são amadurecidos ainda."

"Qual o nome deles?"

"O mais escuro é Ferrugem e o pálido é Sem-Nome."

"Sem-nome?" Quatre o olhou confuso. "Esse é o nome dele ou não tem mesmo um?"

"Ele não tem um, pois não têm certeza se ele vai servir para ser cão de guarda." Trowa explicou. "Ele é muito amigável." Abriu a jaula e, enquanto Ferrugem os estudou em seu lugar, Sem-Nome saltitou em círculos antes de pular e colocar suas grandes patas nos ombros de Quatre e lamber seu rosto profusamente.

"Agh! Homem ao mar!" Quatre riu, virando a cabeça de um lado para o outro tentando desviar da língua molhada.

"Desce!" Trowa ordenou e o grande cachorro obedeceu, virando-se para correr atrás da própria cauda uma ou duas vezes para, então, rodear os garotos novamente. Trowa riu baixinho e ajoelhou-se. "Venha aqui, Nanashi," chamou.

O filhote se adiantou rápido, aconchegando-se nele e descansando a cabeça em seu peito, enquanto o rapaz coçava suas orelhas.

"Por que o chamou assim?" Quatre perguntou.

"Prefiro assim," explicou. "Sem-Nome parece meio bobo."

"De onde tirou Nanashi?"

"É meio que um apelido... acho que combina com esse cara." Trowa tinha os dois braços envoltos do pescoço do animal, o rosto enterrado no grosso pêlo.

"É um bom nome," Quatre elogiou, sentando-se do outro lado do cachorro e passando os dedos pelas costas dele.

"Aw, que gracinha," uma voz soou da porta. Duo recostou-se na parede, pernas cruzadas, com Heero ao seu lado. "Quem é o vira-lata?" provocou.

Os olhos verdes de Trowa se ascenderam e ele se levantou. "Ele não é vira-lata. É um pastor de raça pura." Seu tom repleto de raiva.

Os olhos índigo se arregalaram ante a veemência do outro rapaz. "Nossa, Tro'. Estava só brincando. Eu sei que não é um vira-lata..."

O animal trotou até Duo, erguendo-se novamente nas patas traseiras, apoiando as dianteiras no peito do rapaz, prendendo-o contra a parede, enquanto lambia o rosto.

"Ew! Eca! Beijo de cachorro!" Duo choramingou, tentando, como Quatre, desviar da língua encharcada, simultaneamente fazendo carinho entre as orelhas peludas.

Heero encarou o cachorro com cautela, dando um passo para o lado.

Com um brilho maligno nos olhos, Duo apontou para o líder. "Vai dar beijinhos no Heero, babão! Vai lá! Pega!"

Obediente, Sem-Nome transferiu sua atenção para Heero, saracoteando ao mesmo tempo em que o líder tentava se esquivar das tentativas de ser atacado com abraços e beijos caninos.

"Nanashi!" Trowa chamou com firmeza. O cão parou sua brincadeira e voltou a se sentar ao pé do moreno alto, orelhas para frente e língua para fora. "Vá... volte para o cercado com Ferrugem." Levou o animal para a jaula, fechando-a e certificando-se estar segura. Só então se voltou para seus companheiros. "Acredito que já tenhamos terminado tudo."

"Hn." Heero confirmou com sua característica relutância.

"Isso significa 'sim' nesse contexto," Duo traduziu, olhando para o líder de soslaio.

"Eu sei," Trowa retorquiu rodando os olhos. "Deve ser quase hora do almoço."

"Na verdade, perdemos o almoço," Quatre ressaltou, mostrando o relógio na parede.

"Aw... estou faminto!" Duo reclamou. "Quer dizer que temos que passar pela aula de armas, pista de obstáculos e calistenia de estômago vazio?"

Heero deu de ombros. "Deveria ter pensado nisso quando você e Winner fizeram um passeio noturno." Deu meia volta em direção a porta.

O jovem de trança o seguiu, imitando a frase 'devia ter pensado nisso', silenciosamente.

"Vê se cresce," Heero rosnou sem olhar para trás.

"Como ele faz isso?" Duo perguntou retoricamente.

Voltando para o pátio, Trowa parou ao lado de um armário e pegou algo de uma prateleira. "Aqui, Maxwell," falou, piscando conspiratório para Quatre.

Duo girou a tempo de pegar o que lhe foi lançado. Analisou o que era caminhando. "Um biscoito para cachorro?" questionou incrédulo.

Trowa sorriu, deu de ombros e continuou andando. "Você falou que estava faminto," sua voz flutuou quando passou por ele.

"Mas... um biscoito canino?" Duo resmungou, cheirando o objeto com precaução. Ele tentava se decidir o quão faminto estava. Sem dúvida, nas ruas de L2, comera de latas de lixo, mas pelo menos era comida de gente e não de bichos de estimação. Bem, provavelmente.

"Talvez possamos dar uma passada na cozinha entre as aulas," Quatre sugeriu, interrompendo as meditações de Duo. "Não conhece o cozinheiro de quando trabalhou lá?"

"É, o conheço. Mas não sei se ele gostou de mim," o jovem de trança murmurou, timidamente mordiscando o canto do formato osso feito de leite.

"Você não vai comer isso, vai, Maxwell?" Heero perguntou com uma expressão de nojo.

Duo ergueu o queixo desafiadoramente e mordeu uma ponta do biscoito. "Num..." croc "...é..." chomp "...tsão..." Ele parou para engolir com força para a massa crocante descer. "...ruim."

"É a coisa mais repulsiva que já vi," Heero constatou balançando a cabeça.

Duo mordeu novamente, mastigando furiosamente, e se aproximou do líder do time. "Hei, que tal uma beijoca, Heero?" fez um biquinho, migalhas do biscoito nos lábios. "Vem cá."

"Você é nojento, Maxwell."

"Eu tento," o jovem de trança sorriu com malicia. Ele piscou sedutoramente para o outro. "Sem beijo?"

"Não encosto em lábios que comem biscoito de cachorro," Heero decidiu.

Hmmm... esse foi um jeito de espantá-lo do acordo que fizemos. Mas Duo não teria biscoitos suficientes para afastar Heero para sempre. Além do mais, nem ao menos sabia se teria beijo envolvido no suborno. Até onde podia imaginar, o outro poderia simplesmente jogá-lo contra a parede e fazer dele o que quisesse. E, apesar de sonhar acordado com Heero Yuy fazendo o que quisesse com ele, o rapaz que cresceu nas ruas sabia que não era assim que ele queria. Duo aquiesceu, encarando feio o chão, até ouvir Quatre grunhir ao sentir sua angústia.

"Desculpa, Winner," suspirou, enfiando o resto do biscoito na boca e mastigando teimosamente por todo o caminho até a aula.


"Isso," Tenente Lareau mostrava uma arma, "é um Rifle MS." Lançou um olhar rígido aos garotos reunidos. "Não se iludam... exercícios de tiro começarão em mais umas duas semanas no mínimo."

Duo virou-se para Quatre, formando com a boca as palavras: "Exercício de tiro?"

Heero interceptou a mensagem silenciosa e, ao invés de responder, abriu um sorriso ameaçador.

Caralho! Heero Yuy com uma arma carregada... a própria imagem de morte e destruição! Duo estremeceu, focando sua atenção rapidamente no tenente.

"Alguém sabe como desmontar e montar essa belezinha?" perguntou o oficial, olhando para os rapazes com desdém.

"Eu sei," Heero revelou.

Oras, claro que Heero o Grande consegue! Duo encarou o jovem de olhos azuis.

O tenente jogou a arma para Heero. Este a pegou no ar, segurando-a como se tivesse nascido com ela nas mãos. "Venha cá e nos mostre, Yuy."

O jovem líder se colocou ao lado do instrutor, segurando a arma na sua frente, uma mão quase acariciando o punho.

Duo segurou a respiração. De repente, a imagem de Heero Yuy com uma arma mortal em mãos era incrivelmente sexy. É... Heero Yuy fodão é ainda mais gostoso do que o simples garanhão Heero Yuy de olhos azuis. O rapaz de trança suspirou, assistindo seu líder manusear a arma com destreza, velozmente desmontando-a, colocando cada parte na mesa a sua frente. Definitivamente aquelas mãos eram talentosas...

Quatre cutucou Duo com o cotovelo, olhando-o com suspeita. "Você está babando," sussurrou.

O rapaz de trança fez uma carranca. "Não finja que era tudo baba de cachorro quando você estava despindo as costas de Trowa com os olhos lá no canil," murmurou em retorno.

O olhar escandalizado do loiro quase fez Duo rir. Ele se conteve em voltar para o rapaz demonstrando como montar e desmontar um perigoso rifle em, por incrível que pareça, dois minutos em ponto. Então isso que significa lindo de morrer...


Após a aula, os rapazes precisavam comparecer a calistenia e depois obstáculos. Quando se reuniam na arquibancada, Jason posicionou-se para se sentar atrás do Time Wing.

"Hei, Duo..."

O jovem de trança ergueu o rosto, corando, e lançou um olhar incerto para Heero, que parecia atento ao novo cenário feito pelo Capitão Chang.

"Hum, olá, Jase..."

Jason decididamente parecia desconfortável, olhando de Quatre para Duo. "Não sei bem se devo me desculpar..." ele começou.

"Não," Duo o assegurou. "De modo algum." Impulsionando-se para trás, sentou-se na fileira de cima para ficar ao lado do rapaz com quem conversava. "Gosto de você também, Jase... é que agora tem tanto acontecendo que... não tenho mesmo tempo para..." sua voz sumiu e deu de ombros. "Estive em tantos problemas com K e Chang, tenho que me focar nos projetos do time, sabe?"

"É," Jason concedeu, dando um meio sorriso. "Sei que está tentando suavizar..." notou.

Duo piscou surpreso. Era assim tão transparente? "Jase..."

"Tudo bem," o outro rapaz de L2 o interrompeu. "Me impressionei tanto com a sua pegadinha que me empolguei demais. Entendo se quiser que eu me afaste."

"Acredito que seria para o melhor," Duo foi honesto. "Mas ainda quero ser seu amigo."

"Pode ser," Jason concordou. "E da próxima vez que quiser armar a cilada do século, pode contar comigo e meu time também."

Duo sorriu largamente. "Isso pode ser arranjado." Olhou com sinceridade para o outro. "Obrigado por entender, Jase."

"Claro..."

"Maxwell!" O tom curto e decidido de Heero os cortou e olhou para o rapaz de trança com intensidade. "Se acabou de socializar, talvez possa se dar ao luxo de descer aqui e aprender a nova pista de obstáculos?"

"Talvez eu possa," Duo replicou ardiloso. "No minuto que você parar de ser um babaca pentelho com ilusões de Deus."

A expressão de Heero era ilegível. "Agora, Maxwell!"

Suspirando pesadamente em frustração, Duo desceu duas fileiras até estar sentado entre Trowa e Heero, que tinha o mapa no colo.

"O que é isso?" perguntou o jovem de trança imediatamente, deslizando o dedo por uma linha torta denotando uma nova característica da pista.

Heero saltou em seu lugar, incomodado, quase derrubando o mapa no chão. "Vê se olha onde põe a mão, Maxwell!" advertiu alto, esquecendo-se completamente de estarem entre uma multidão.

Os olhos índigo se arregalaram e caíram, percebendo pela primeira vez onde exatamente o mapa se situava. Suas bochechas se avermelharam tanto quanto as de Heero, mas se recuperam antes e ele se inclinou para perto. "Foi bom pra você, Yuy?" sussurrou rouco.

Heero se chocou, o rosto vermelho tomate, e virou-se forçosamente para o Capitão quando este veio em sua direção.

Duo riu com gosto, olhos índigo no oficial chinês, e levantou a mão. "Capitão Chang? Nosso time quer ir primeiro," voluntariou.

A expressão de horror na face de Heero provou-se gratificação instantânea para Duo, e precisou controlar-se ao máximo para não gargalhar.

"Omae o korosu," Heero ameaçou murmurando.

"'Tá... você e que exército?" Duo zombou.

"Só eu," prometeu, recuperando sua compostura e reservando um olhar carrancudo para a ameaça de trança. "Mais tarde."


No fim das contas, 'mais tarde' nunca chegou. Na segunda vez na pista de obstáculos, o desastre aconteceu.

O Time Annew estava no terceiro obstáculo, a popular muralha, quando, de repente, várias das tábuas de cima se soltaram, derrubando os quatro rapazes entre madeira quebrada.

Chang, os soldados e o resto dos times correram para socorrê-los, apenas para encontrar o resto da muralha balançando perigosamente.

"Arrumem algo para estabilizar essa parede!" Chang ordenou, carregando um dos garotos feridos até alguns outros soldados para levá-lo à enfermaria. "Quero os recrutas fora de perigo." Ele começou a soltar comandos tão rápido e eficientemente que, em meros momentos, todos os quatro estavam a caminho do médico, a parede estava sendo apoiada com caminhões dos dois lados e os outros rapazes eram levados de volta aos alojamentos.

"Carter?" Heero chamou, acompanhando o soldado. "Como aquela parede caiu daquele jeito?" perguntou escandalizado.

"Cupim?" Duo sugeriu a um ou dois passos atrás.

O líder lhe lançou um olhar enraivecido por sobre o ombro e voltou-se para Carter. "Alguma idéia?"

"Nenhuma," deu de ombros. "Inspecionamos os obstáculos semanalmente e toda vez que colocamos um novo. Os parafusos deviam estar apertados e a madeira sólida."

"O que isso significa?" Quatre questionou.

"Não sei," o homem deu de ombros. "Talvez os postes estivessem podres debaixo da terra ou na hora de fincá-los, algumas juntas se soltaram. Difícil dizer antes de examinar." Parou na frente do quarto deles. "Fiquem aqui até Chang dar permissão para o jantar, 'tá certo? Ele não vai querer ninguém passeando por aí ou entrando em áreas restritas até ele se certificar de que está tudo seguro. Entendido?" Seu olhar caiu em Duo.

O rapaz de trança se fez de inocente. "Alguma razão para estar me olhando quando disse isso, Carter?"

"Há milhões delas," o soldado sorriu, balançando a cabeça enquanto dava meia volta para se retirar.

"Muito engraçado," Duo murmurou, entrando cansado no quarto. "Cara, fala sério! Ficamos sem almoço e agora o jantar vai atrasar."

Trowa tirou algo do bolso e, quando passou ao seu lado, jogou para Duo.

O jovem de trança examinou o que pegou. "Se eu começar a uivar para a lua, a culpa é sua," grunhiu antes de morder outro biscoito canino.

"Vá para sua cama, Maxwell," Trowa sorriu. "Deite e fique."

Quatre riu alto, apesar da expressão ferida no rosto de Duo. "Foi mal, mas foi engraçado."

"Hilário," o rapaz de olhos índigo resmungou com cinismo, subindo no beliche.

Heero abriu o laptop e, sem abrir um sorriso, falou: "Barton, você será responsável se ele não for domesticado."

Trowa, Quatre e mesmo Heero começaram a rir, ignorando Duo amuado mastigando irritado o biscoito.

Continua...


Resposta aos comentários:

Tenshi Oni, olá! Senti falta mesmo do seu comentário no capítulo anterior. Me deixou mal acostumada XD

Acho que a 'melosidade' do Trowa e Quatre é pra compensar os atritos entre Duo e Heero .

O capítulo anterior veio rápido, mas esse realmente não consegui atualizar antes... Mas antes tarde do que nunca (ou não o.O"). Espero que goste. Beijos.

Ana, oh, uma leitora nova! Que emoção *_*obrigada por comentar! *abraça* Fico feliz em saber que está curtindo, essa fic é um xodó XD Espero que continue gostando! E obrigada pelo elogio. Beijos.

Dark Wolf 03! Você sempre tenta arrancar informações a mais, mas tenho que me conter para não soltar spoilers... Esse Austin é muito chato, mas o Heero dá um jeito em tudo. Ciumento... Os personagens ainda vão se meter em muitas intrigas, mas tudo ainda está se construindo. Mas acho que é seguro dizer que podemos esperar muitas surpresas do Trowa.

Obrigada pelo comentário! Foi mal pela demora, mas esses últimos dois meses foram meio impossíveis mesmo para mexer com fanfics. Beijos.

Asuka Maxwell, antes de mais nada: PARABÉNS! Pelo primeiro lugar no Desafio Amores Possíveis! Já te deixei um comentário na sua fic, mas era minha preferida mesmo para ganhar! Foi merecido ^.^=

Enfim, fiquei super feliz em ver outro comentário seu por aqui.

Essa dívida do Heero ainda vai render mal entendidos... O Trowa é mesmo meio estranho nesse começo, ele parece bem deslocado, mas vai tentando se encaixar aos poucos na turma. Acho que isso é normal em qualquer ambiente onde pessoas são obrigadas a conviver juntas.

Obrigada por ler e comentar! Espero que tenha gostado desse capítulo. Beijos.