— Papai, acorda — Nessie dizia balançando o corpo do seu pai que sacudiu com seus movimentos apesar de não serem muito fortes.
— Levante, papai — Thomas falou tentando mexer o pai.
Edward abriu seus olhos se mexendo no sofá, já era a primeira ou décima vez que ele dormia ali só naquelas duas semanas. Não aguentava mais.
— O senhor dormiu de novo no sofá — Nessie disse rindo.
— Desculpe, amores, papai pegou no sono de novo vendo tevê — Edward mentiu espreguiçando seu corpo — A mãe de vocês já saiu? — ele perguntou, sentindo um aperto no seu coração.
Havia acabado.
Tudo.
Como será que as crianças lidariam com isso?
— Sim, ela disse que ia levar o Thony e a Aninha na vovó Esme de lá ela ia para o trabalho. Ela falou que é para o senhor levar a gente para escola.
— E que horas são? — Edward perguntou, aliviado que não veria Bella agora, por ele, ele ficaria dias sem ver ela agora, quem sabe até nunca mais.
— Falta cinco minutos para começar a aula — Nessie respondeu.
— Porra — Edward disse saltando do sofá e correndo para seu quarto, ouvindo seus filhos rirem.
Ele pegou a primeira roupa descente que viu em seu closet e a vestiu. Levou as crianças em tempo recorde para a escola, eles chegaram apenas dez minutos atrasados.
Não se importou em voltar para casa e banhar, foi direto para o trabalho. Precisava tirar de sua mente todo o estresse que vinha sentindo nas últimas semanas. Mas não sabia o que fazer, enquanto isso ocupava sua mente com seu trabalho.
Briga, gritarias, brigas era isso que resumia seu casamento desde que chegaram da viajem do Ceará, não se lembrava de bem de como começou, mais uma semana depois que chegaram do Brasil, parecia que nada mais ia dar certo.
Ouviu seu celular tocar.
— Que é, porra? — perguntou vendo que quem ligava era Bella.
— Não fala assim comigo, idiota. Não vai vim para casa hoje não? — ela perguntou. Ele olhou no relógio em seu pulso e viu que já eram mais de seis horas da tarde, como o tempo havia passado tão rápido assim?
— Vou sim, só perdi o horário.
— Ah, claro, como seu eu acreditasse nisso — ela respondeu sarcástica do outro lado.
— Acredite na porra que você quiser, caralho — ele disse desligando o telefone na cara dela.
Ele ainda enrolou um pouco mais ali na sua sala tentando esfriar sua mente, quando chegou a casa, eles já haviam jantado e os gêmeos já estavam dormindo, Edward não falou nada com Bella, conversou um pouco com Nessie e Thomas colocou eles na cama e deu um beijo nos gêmeos que dormiam.
Não voltou para seu quarto sabia que Bella estava acordada ainda e tudo que não queria agora era falar com ela. Foi para a sala ligando a tevê em um jogo de basquetebol, não demorou muito para ele ouvir passos chegando até ele.
— Será que nós podemos conversar? — Bella perguntou suavemente.
— Eu não quero falar com você, porra — ele disse bruto sem tirar os olhos da tevê.
— Porra digo eu, Edward. Eu não aguento mais isso. Você só vive brigando e gritando comigo, isso me estressa e eu acabo falando coisas que eu não quero. O quê eu fiz de errado? Me diz... — ela falou chorando, sentindo seu coração se apertar.
— Ótimo, eu também não aguento mais isso — ele falou se levantando do sofá e olhando para o rosto vermelho dela cheio de lágrimas — Vou sair, amanhã vou passar no nosso advogado e pedir o divórcio, não me espere — disse batendo a porta com força, saindo sem olhar para trás deixando uma mulher com o coração partindo para trás.
Edward andou por quase uma hora pela cidade, sem saber direito para onde ia, sentindo um alivio no peito, finalmente ele estaria livre de novo, olhou para a aliança em seu dedo, nunca havia tirado ela de lá, mas hoje...
Sem pensar parou o carro em frente a um clube de stripper muito badalado, tudo que ele queria agora era transar e não seria com sua futura ex-mulher. E ele não estava nem um pouco ligando para isso.
Sentiu seu celular vibrar e ignorou, rapidamente saiu do carro, apertando o alarme. O segurança apenas olhou para ele, sorrindo maliciosamente e liberou sua entrada, Edward já era conhecido ali.
Entrou no lugar pouco iluminado já avistando belas mulheres seminuas dançando e homens sentados na cadeira com várias ao redor deles.
Ele se encaminhou para uma mesa que ficava um pouco longe do palco e não demorou muito a surgir na sua frente uma mulher. Edward a olhou de cima a baixo sentindo seu membro se animar.
Ela era loira de olhos azuis, seus lábios bem convidativos estavam cobertos por um batom vermelho. Tinha certeza que ela era a única mulher ali que não mostrava seus seios, eles estavam cobertos por um tope branco em formato de uma blusinha, que tinha um nó e deixava toda sua barriga lisa de fora e o começo de uma tatuagem em seu osso do quadril. Usava uma saia quadriculada vermelha, meias e um salto alto preto. Ele notou como suas coxas eram gostosas e seus seios bem fartos.
— Seja bem vindo ao Cherry Club, senhor. Deseja algo para beber? — ela perguntou seus lábios se mexendo sensualmente.
— Quero uma dose de uísque com gelo — pediu gentilmente, encarando seus profundos olhos azuis.
— Certo, só um momento — ela disse e saiu rebolando sensualmente. Ele colocou uma mão em cima do seu membro que já estava duro dentro das calças, ele já havia escolhido com que ficaria aquela noite.
Ela logo voltou segurando uma bandeja com meu corpo de uísque.
— Aqui, senhor — ela disse colocando o copo na minha frente e se inclinando tanto que parte do seu seio escapuliu da blusa, minha boca salivou — Deseja algo mais?
— Você vem no cardápio? — perguntei diretamente.
— Por cinquenta dólares a hora, mais duzentos eu faço um stripper e cinquenta danço no seu colo — ela falou tudo mecanicamente como se estivesse passada várias horas tentando gravar a frase.
Ele somou tudo mentalmente.
— Você é uma puta muito cara, caralho, mas vai você mesmo — disse com desdém — Quero serviço completo — falou.
— Pagamento adiantado — pediu estendendo a mão.
— E se eu não gostar do serviço?
— Você vai gostar — ela falou convicta.
— Tudo bem então — ele disse pegando sua carteira e colocando na cintura de sua saia quatro notas de cem dólares e uma de cinquenta.
— Ótimo, garanhão — ela disse sorrindo — Vamos para um lugar mais privado? — perguntou.
— Claro — falou se levantando bebendo em um gole só a dose do uísque que desceu ardendo em sua garganta.
Ela andou na frente e ele a seguiu olhando admirado seus quadris. Subiram uma escada e pararam em um corredor cheio de portas, ela abriu uma porta e o puxou para dentro.
Edward estava nervoso, era a primeira vez que ele faria isso, trairia sua esposa ainda mais com uma prostituta. Mas ele mal podia esperar pelo momento, tudo que ele queria era sentir uma boceta em seu pau, não importava de quem fosse e já que sua mulher não estava mais dando isso.
— É a sua primeira vez nisso? — A mulher perguntou mexendo seus lábios cobertos por um batom vermelho sensualmente.
— Em pagar por sexo sim — ele falou visivelmente tenso.
— Você é casado? — ela perguntou meio que pensando alto. Edward olhou para seu dedo vendo sua aliança, ele não havia tido coragem de tira-la dali. Apesar de tudo ele sabia que nunca seria capaz de deixar de amar sua esposa.
— Não é da sua conta e eu estou te pagando para me deixar te foder então cale a porra da boca — ele mandou grosseiramente, olhando para o quarto.
O quarto não era muito grande, tinha uma cama em formato circular coberta de lençóis vermelhos e travesseiros da mesma cor, ele olhou para cima e viu que o teto era coberto por espelho, sentiu seu pau endurecer ao ver o mastro de pole dance.
— Eu vou comer você todinha, não sabe como meu pau está doido para se afundar em sua bocetinha, mas antes quero que você dance para mim — ele disse tranquilamente, mas sua voz estava coberta de desejo.
Ela olhou para o mastro, andou até um som e o ligou. Uma batida rítmica e eletrizante começou a tocar, se aproximou para o mastro e começou a dançar sensualmente, rebolando passando a mão pelo seu corpo.
— Tira a porra da roupa — Edward mandou tirando sua blusa, sapato e meias.
Ela olhou para ele e puxou sua blusa expondo seus seios fartos e nus. Seus mamilos eram de uma cor semelhante à dos seus lábios, eles estavam eriçados de desejo.
Ela os acariciou olhando para Edward e apertando seus seios, enquanto esfregava sua bunda no mastro.
Agachou até o chão abrindo suas pernas mostrando sua calcinha simples, branca de algodão. Desceu suas mãos pelo seu corpo acariciando suas coxas e virilha, ele viu com prazer uma pequena macha de molhado aparecer no tecido. Ela ficou em pé e tirou sua saia ficando de costas para ele mostrando sua bunda e uma tira única da calcinha.
Esfregou seu sexo ainda coberto no mastro de pole, Edward sentiu seu membro ficar mais apertado dentro de suas roupas e tirou sua calça junto com sua cueca deixando seu membro livre daquele aperto, acariciando-o lentamente.
— Deixe as porras das meias e os saltos, vou te comer só com eles — ele disse duramente quando ela fez menção de tirar elas, a loira ficou de costas, empinando sua bunda e esfregou no mastro de pole dance ouvindo um urro vindo dele. Ela se aproximou dele e dançou em sua frente antes dele puxar sua calcinha a surpreendendo e rasgando o tecido deixando sua pele vermelha. Ele olhou a pequena e delicada tatuagem de borboleta.
— Quero você se esfregando naquele mastro nuazinha — ele disse olhando para o sexo dela todo depilado.
Ela voltou para o mastro e começou um show de pole dance para ele que se masturbava com a visão dela dançando nua e aberta, agarrada naquele mastro. Ela subia descia, segurava nele, se tocando e olhando para ele sensual.
— Chega! — ele falou sentindo que estava perto de gozar. Ela se aproximou dele e sentou em seu colo ainda dançando e rebolando esfregando seu sexo na coxa dele que ficou melado com o tanto que ela estava excitada.
Ele puxou o rosto dela para beijar seus lábios, mas ela imediatamente colocou a mão no peito dele o impedindo.
— Eu não beijo na boca — ela disse rapidamente. Edward deu de ombros não se importando, mas a inclinou e pegou um seio dela brincando com ele em sua boca apertando o outro em sua mão, a sentindo masturbar seu membro.
— Chupa — ele falou simplesmente, ela desceu do colo dele ficando com a cabeça e de um jeito rápido colocou o membro dele em sua boca chupando com maestria e facilidade já acostumada com os movimentos — Aah isso vadia... me chupa todinho, me engole todo... ahhh... que delícia...vou gozar na sua boquinha, putinha — ele gemia se entregando completamente ao momento sentindo ela chupa-lo com habilidade e brincar com suas bolas.
— Abre mais suas pernas — ela pediu e ele obedeceu. Ela o lambeu completamente desde do seu umbigo até abaixo de suas bolas, chupando, mordiscando, beijando, lambendo babando, sentindo o membro dele ficar cada vez molhado de pré-gozo..
— O que você está fazendo? — Ele perguntou desconfiado quando ela desceu sua boca do testículo dele, masturbando seu membro com sua mão, chegando em uma área que ficava perto do seu ânus.
—Você vai gostar— ela falou e lambeu o períneo dele apertando levemente a região, sentiu o liquido dele em sua mão, voltou sua boca para o membro dele chupando avidamente sua glande acariciando as bolas dele e apertando com seu polegar o períneo.
Edward gemeu alto e despejou seu liquido na garganta dela soltando em jatos na boca dela.
— Caralho, você chupa melhor que minha mulher — ele falou não acreditando, nunca pensou que havia outra pessoa que o chupasse assim, pensou que nunca teria um orgasmo tão intenso só com uma chapada como teve agora, sem ser sua mulher que o proporcionasse.
Ela não falou nada apenas passou a mão em sua boca e subiu seus lábios pelo corpo dele.
— Agora é minha vez — ele falou puxando o corpo dela com força e deitando-a na cama, a boca dele indo de imediato para um seio dela.
Brincou com os seios dela durante alguns minutos, enfiando dois dedos dentro do sexo dela.
— Você precisa estar bem molhadinha para eu comer você — ele falou descendo seus lábios pelo corpo dela, arranhando com seus dentes a área abaixo do umbigo dela.
— Me chupa — ela pediu excitada.
— Não, você é uma puta. Eu estou te pagando é para você me dar prazer e não eu te dar — ele falou brutamente dando um tapa de leve na bunda dela — Não quero nem pensar a onde essa boceta já teve.
— Então me come logo — ela falou bruta também, ela se esticou e pegou uma camisinha na mesinha que tinha ao lado da cama.
Ele bufou pegando o pacote enquanto ela sorria, ele odiava usar aquele plástico.
— Eu vou — ele falou esticando as pernas dela e deixando afastado apenas o suficiente para ele entrar dentro dela, Edward ergueu seu corpo colocando a camisinha em seu membro, até que seus quadris estivessem alinhados aos dela, em um movimento rápido seu membro penetrou a entrada dela.
— Caralho sua boceta parece que foi feita para o meu pau — ele falou fazendo movimentos junto com ela para frente e para trás mantendo sempre o clitóris em contato com a base do membro dele.
— Ah, isso — ela gemia movimentando seu corpo, sentindo o membro dele pressionar seu clitóris o tempo todo, não deu em outra ela gritou, rápido e forte gozando e apertando o membro dele.
— Mas já? — ele disse brincalhão saindo de dentro dela e deitando no colchão — Fique de costas e cavalgue em mim — ele falou sabendo que aquela posição ele alcançaria o ponto G dela como muitas vezes ele já havia feito com sua mulher, dando um orgasmo daqueles, como dava a sua mulher, para ela.
A mulher respirou fundo fazendo o que lhe foi ordenado, o orgasmo que havia tido apenas a havia feito querer mais. Ela nunca havia tido um homem tão gostoso assim e só de olhar para ele, sentia seu clitóris latejar.
Ele estava deitado de costas, com as pernas dobradas e afastadas. Ela pegou o membro dele em suas mãos ficando de costas para ele e deslizou o membro para dentro dela, o ângulo da entrada fazia com que alcançasse o ponto G nela que gemeu alto com a sensação, sentindo o novo orgasmo, ainda mais intenso, começar a se formar, ela cavalgava nele com força e ritmicamente rebolando sem parar, as mãos dele brincava com seus mamilos e sua boca beijava, lambia, mordia, chupava o pescoço, orelha, ombros nuca dela. Ele levou uma mão ao sexo dela acariciando o clitóris inchado em seu sexo.
— Porra, eu vou gozar de novo — ela falou ofegante, sentindo seu baixo ventre se apertar, arqueou suas costas, fechando seus olhos com força e gemeu alto de prazer, mordendo seus lábios com muita força.
— Goza, goza — ele falou estocando com força dentro dela, estimulando ainda mais seu ponto G. Ela gritou se contorcendo toda, explodindo incrivelmente em orgasmos múltiplos, gritando e gemendo. Ele não parou de investir para dentro dela sentindo o seu membro ser apertado como nunca e por pouco ele não gozou também. Ela desabou seu corpo mole no peito dele respirando mais ofegante que nunca, seu corpo suado e cansado.
— Eu acabei de te dar um orgasmo múltiplo? —Edward perguntou com um sorriso enorme no rosto.
— Acho que sim — ela respondeu rouca ainda aproveitando aquele momento.
— Porra, nunca em minha vida que isso aconteceu, nem com minha mulher e com uma fodida puta eu consegui isso — ele falou recebendo um tapa dela — Fica de quatro, ainda não acabou nosso tempo — ele falou ignorando o tapa dela.
— Acho que não aguento mais — ela falou sentindo que não conseguia mexer suas pernas.
— Uma merda que não aguenta. Eu paguei por duas horas com você, ainda temos vinte minutos ou você me faz gozar pelo menos mais uma vez ou vou ter que ligar para o serviço de defesa do consumidor.
Ela o encarou durante alguns segundos, ele a encarava com um sorrisinho de desafio, obrigou-se seu corpo a ficar de quatro na cama.
— Quero gozar no seu cuzinho — ele falou esfregando seu membro na entrada enrugada de trás dela.
— Eu não faço anal — ela disse imediatamente escondendo um sorriso dele.
— Tá zoando né? Porra, eu te dei um orgasmo múltiplo, mereço um anal não?
— Desculpe, eu não faço — ela repetiu.
— Você é um caralho de uma péssima para porra de uma puta malvada para foder — ele falou puxando o cabelo dela com força e enfiando seu membro no sexo dela que gemeu alto rebolando seu quadril de encontro ao dele que puxou seus cabelos para trás com uma mão, ele estocou fundo saindo dentro dela e esfregando seu membro na entrada traseira dela.
— Deixa eu te foder, por aqui, deixa? — ele pediu lubrificando a área ali, antes de deslizar para dentro dela novamente, mas penetrou seu dedo na entrada enrugada dela.
Ela gemeu alto como uma verdadeira prostituta.
— Vê? Você gosta... Deixa eu encher seu cuzinho com a minha porra deixa...
— Não — ela falou convicta apertando o membro dele com sua vagina, levou uma mão sua até onde estavam ligados se tocou tocando no membro e nas bolas dele também.
— Ahh, isso me aperta gostoso, vadia — Edward disse puxando com força os cabelos dela e apertando um mamilo dela com a outra mão— Ahh, porra vou gozar — ele grunhiu.
Mesmo ela achando impossível, sentiu o membro dele crescer ainda mais dentro dela estocando fundo, sentiu os jatos do liquido dele encher a camisinha ao mesmo tempo que uma mão dele ia ao seu clitóris e apertava levando ela ao ápice do prazer novamente.
Ambos caíram cansados, ofegantes e suados lado a lado na cama, mas sem se tocarem apreciando ainda o momento de pós-coito. Ela se sentia fraca, nunca que antes havia gozado tanto assim em sua vida e ele parecia que aguentava mais. Edward tirou a camisinha jogando em um lixo que ficava perto da cama, definitivamente odiava aqueles plásticos, ainda mais com ela.
— Passou quinze minutos do seu tempo — ela falou olhando no relógio, quebrando o silêncio.
Ele riu olhando para ela.
— Você não pode me perdoar? — ele perguntou seus olhos brilhavam de divertimento.
— São só cinco minutos de tolerância.
— Não é culpa minha se você não me fez gozar mais rápido. Se você tivesse deixado eu meter nesse cuzinho eu gozaria rapidinho nele — falou fingindo está bravo.
— Eu faço anal só para meu marido — ela murmurou baixinho levando sua mão com aliança para o peito dele.
— Seu marido é um homem com uma porra da sorte do caralho — ele falou beijando a aliança dela e sorrindo.
— Eu que sou sortuda de tê-lo — ela falou e ficou em cima dele beijando sua boca com fervor.
— Você não beija clientes — ele disse fingindo está confuso, mas a puxando para outro beijo.
— Posso abrir uma exceção — ela falou mordiscando os lábios dele — Se for para meu marido.
— Hum... Nesse caso eu posso aproveitar — ele aprofundou mais o beijo, acariciando a língua dela com a sua o mais profundamente que ele conseguia, já sentindo uma parte do seu corpo se animar — Tira essa porra — ele falou acariciando os cabelos da peruca dela — Quero você de volta para mim.
Bella sorriu e soltou uns grampos de sua cabeça puxando a peruca loira dali, soltou o coque do seu cabelo castanho que caiu em seu rosto, aproveitou e tirou as meias e os sapatos.
— Agora eu vou foder uma estranha morena de olhos azuis — ele falou para ela.
— E quem seria a estranha? Porque eu tenho que ir embora.
— Nós não vamos agora, a babá disse que podia ficar até mais tarde sem nenhum problema e eu ainda não acabei com você — ele disse ficando de cima dela, seus olhos descendo por seu corpo.
— Que pena que essa tatuagem já está saindo — ela falou contornando com seus dedos o nome dela que estava escrito no seu braço e a tribal no ombro dele.
— Se você quiser eu posso fazer uma de verdade — ele disse vendo também a borboleta de hena que ela havia feito. Ela queria escrever o nome dele em outro lugar, mas nem morto que ele a deixaria mostrar a parte que ela queria fazer a tatuagem para o tatuador de hena quando eles ainda estavam no Brasil, onde fizeram.
— Não a necessidade. Agora você vai ficar de lero-lero ou vai me comer de uma vez?
— Com certeza vou te comer de novo — ele respondeu, mas ainda sem nenhuma ação— Agora eu vou gozar no seu cuzinho, você deixa.
— Com você eu deixo tudo — Bella falou o puxando para um beijo.
Edward sorriu correspondendo ao beijo com desejo.
— Agora eu vou te chupar estranha, você já não é mais uma puta — ele falou olhando para os olhos azuis dela.
— Idiota — Bela disse puxando o cabelo dele com força, sentindo a boca dele cobrir seu mamilo seu. Ele chupou com força brincando com sua língua nele, alternando entre seus seios.
Depois desceu seus lábios pelo corpo dela beijando seu umbigo.
— Porra, você está tão melada e gozada — ele falou olhando para as pernas dela, suas coxas virilha sujas. Ele lambeu do joelho até a virilha dela, tentando limpa-la. Bella arqueou seu corpo querendo mais.
— Fica de quatro, amor — ele pediu com carinho e ela ficou empinando bem a bunda para ele.
— Ahhh, Edwaaard — gemeu sentindo a língua dele lamber seu sexo, o lubrificando bem, depois sua língua deslizou para a entrada traseira dela. Ela gemeu mais alta rebolando seu quadril, o sentindo deslizar dois dedos para dentro dela e acariciando sua bunda.
Ele separou um pouco as pernas dela deixando o sexo dela mais aberto e deslizou sua língua para dentro dele, entrando e saindo o mais profundo e rápido que conseguia acariciando o clitóris com seus dedos. Levou sua outra mão para a entradinha traseira dela e penetrou um dedo lá dentro entrando e saindo com ele.
— Ahh, Edwardd, isso — Bella gemia se contorcendo.
Ele ficou de joelhos na cama, esfregando seu membro nas entradas dela. Até que forçou seu membro para entrar na bunda dela que empinou mais para ele que acariciava com seus dedos seu sexo.
— Gostosa, sempre apertadinha aqui — ele falou gemendo vendo seu membro todo dentro daquele buraquinho que agora estava bem maior.
Ele tirou seu membro todo e colocou de novo, investido seus quadris e dedos no sexo dela com força.
Viu que ela acariciava seus seios e gemia movimentando seu quadril sincronizado com os movimentos dele.
Ele investia com força seu membro dentro dela estocando o mais fundo e rápido que conseguia, sentindo suas bolas baterem no sexo dela.
Aumentou mais um dedo para dentro dela, abaixando sua boca e beijando sua nuca e costas. Sentiu-a apertar seu membro com sua bunda o fazendo gemer alto e seu membro inchar dentro dela.
— Caralho — ele falou, sentindo o liquido dela escorrer em sua mão enquanto ela gritava e se contorcia explodindo, inacreditavelmente, em mais um orgasmo naquela noite.
Ele gozou dentro dela, como havia prometido, tirando seu membro e ainda despejando um pouco do seu liquido na bunda dela.
Caiu deitado no colchão ao lado dela.
— Como você consegue isso? — ela perguntou ofegante — Já me fez ter quantos orgasmos só hoje?
— Querida, você está falando de Edward Cullen — ele disse simplesmente se achando.
— Convencido — ela disse e ele a puxou a fazendo ficar deitada em cima do seu corpo. Beijou os cabelos dela.
— Eu não tenho culpa se sinto uma porra de tesão do caralho que não acaba nunca por você. Quanto mais eu te como, mais e te quero — ele explicou, apesar de todos os palavrões sua voz era suave e carinhosa.
— Mais dê um descanso para minha vagina e meu corpo se eu tiver outro orgasmo minhas pernas não vão resistir.
— Intervalo de dez minutos? — ele perguntou brincando.
— Não, pelo menos de uma hora, eu não tomo viagra que nem você — ela falou o provocando.
— Eu não tomo viagra porra — ele disse sério. Não mexa, nunca, com a virilidade de um homem.
— Ainda não, mas daqui uns quinze anos...
— Você acha mesmo que eu preciso disso — ele falou esfregando seu membro semi ereto na coxa dela.
— Hum..., na verdade, para o bem na minha vagina, é melhor você nunca tomar isso — ela disse se inclinando e beijando ele nos lábios.
Ele riu rolando seus olhos.
— Nossa, já são três da manhã, é melhor irmos embora — Edward disse olhando para o relógio.
— Vamos tomar um banho? — ela perguntou se levantando de cima dele.
— Só banho? — perguntou com um biquinho.
— Sim, vamos logo — ela disse dando um tapa de leve na bunda dele — Sr. Bunda Gostosa.
— Você está me saindo uma fraca. Sra. Bunda Gostosa de comer do caralho, desse jeito eu vou ter que procurar uma puta de verdade — ele brincou indo para o pequeno banheiro que tinha ali. Sentiu um travesseiro ser jogado em sua cabeça.
— Sorte, sua não ter nada mais pesado para eu tacar em você — ela falou — Idiota.
— Eu te amo, baby. E se eu fosse contratar uma puta seria a mesma que eu comi aqui hoje, a loira de olhos azuis, estranha. Isso me lembra que é bom você tirar logo essas lentes estou com saudades dos seus olhos.
Eles realmente tomaram banho, ensaboaram um o corpo do outro, tirando todo o cheiro de sexo e resquício do que eles haviam feito.
Bella tirou as lentes e guardou-a, na caixinha que estava dentro da mochila que ela havia deixado ali mais cedo. Vestiu também uma calça jeans, uma blusinha e tênis. Fez Edward olhar para baixo enquanto saiam dali, para ele não encarar as mulheres nuas dali.
Quando chegaram a casa e encontraram a baba acordada assistindo tevê, eles conferiram as crianças que dormiam e Edward aproveitou e levou logo ela para casa que não era muito longe dali. Quando ele chegou de novo foi o tempo exato que um temporal desabou, com raios e trovões, encontrou Bella já deitada na cama vestido uma blusa sua, ele tirou sua roupa e vestiu uma calça de moletom, ajustando o ar condicionado do quarto. Ouviram um barulho alto de trovão.
Apagou a luz da abajur se deitando na cama, Bella virou seu corpo para ele encarando a escuridão do quarto, ele ligou a abajur de novo.
— O que foi, está com medo? — ele perguntou acariciando seu rosto.
— Nunca com você ao meu lado, mas acho que minha vagina, quer você de novo — Bella falou se aconchegando nele, e mordiscando o lóbulo de sua orelha.
— Você acha? — ele perguntou rindo descendo sua mão pelo corpo dela até encontrar por baixo da blusa seu sexo um pouco úmido — O que você estava pensando em Sra. Cullen. Para está assim molhadinha? — ele perguntou brincando com a entrada dela.
— Apenas no senhor e em seu pau, Cullen. O que acha de agora foder sua mulher, nenhuma estranha ou puta?
— É a que eu mais gosto de ter, sempre você meu amor — ele disse ficando por cima dela na cama e beijando sua boca com desejo.
Rapidamente ele despiu a blusa dela, acariciando seus seios e estimulando seu sexo, sentiu a mão dela apertar sua bunda descendo sua calça.
— Nós bem que pod...
O que quer que seja que Bella fosse falar, foi interrompido pelo barulho de uma batida na porta.
Edward gemeu baixinho frustrado parando de beijar o ombro dela.
— Quem é? — ele perguntou alto mesmo já sabendo a resposta.
— Somos nós papai — ouviram a voz alta de Nessie dizer.
— Droga — Bella disse se levantando da cama e procurando a blusa.
Edward abriu a porta do quarto e encarou os olhares dos seus quatro filhos. Nessie segurava Anna no colo e Thomas segurava a mãozinha gordinha de Thony.
— O que houve? Eu já não falei para vocês não pegarem os gêmeos, sem um de nós por perto? — ele perguntou pegando Anna em seus braços.
— Mas é que estava dando trovão, papai — Thomas explicou entrando no quarto, correndo para ficar perto da mãe, sua carinha era de assustado com o barulho forte da chuva.
— E vocês sabem como o Thommy tem medo — Nessie acusou sonolenta.
— Não tenho não — o menino mentiu escondendo o rosto corado no pescoço da mãe.
— Tem sim, e saiu me acordando para trazer os gêmeos, para cá — ela falou dando um bocejo.
— Chata — ele disse mostrando sua língua para ela.
— Querido, não fale isso para sua irmã — Bella falou — Nós já estávamos mesmo pensando em ir pegar vocês para ficar com a gente — ela mentiu levemente, abraçando Nessie que havia acabado de subir na cama, Edward colocou Anna no colchão depois sentou com Anthony.
— Sério? — o menino perguntou.
— Sim — a mãe riu beijando os gêmeos.
— Viu, Ness — Thommy falou para a irmã que estava agarrada ao pai acariciava Anthony já adormecido em seu peito.
— Vamos dormir, então — ela falou beijando a mãe depois o pai.
Thommy imitou o gesto deitando ao lado da mãe com Nessie ao seu lado, Bella colocou Anna também em seu peito.
Eles ficaram em silêncio durante alguns minutos, apenas ouvindo o barulho dos trovões e da chuva lá fora.
Até que a paz preencheu o quarto e os seis dormiram.
...
Ele abriu os olhos sorrindo. Podia sentir o calor das cinco razões de sua vida a sua volta. Anthony dormia em seu peito uma mão dele a segurava firmemente, sua outra mão estava esticada perto da cabeça de Bella, tinha ainda a cabeça de Thomas repousada em cima de seu ante braço, Nessie dormia com a cabeça no ombro da mãe que tinha uma mão entrelaçada a da filha enquanto Anna dormia na barriga de sua mulher a mão dela envolvia a menininha firmemente também para ela não cair.
Naquele momento ele gostaria de ter uma câmera no teto para ele registrar com uma foto o quanto sua família era perfeita, graças a Deus. Os raios do sol adentravam a janela do quarto, mostrando que parecia não haver nenhum indicio do temporal passado.
Ele se sentia tão sortudo e abençoado por Deus ter lhe dado eles, fechou seus olhos e agradeceu a Deus, pela saúde de seus filhos, sua mulher, pelo seu casamento, seus pais, sogros, irmãos, tios, emprego. Pelo o que ele tem e pelo o que ele é.
Não tinha como ser mais perfeito, ou tinha?
Sentiu Nessie se mexendo e chutando um pouco seu irmão inconscientemente ainda bem que a cama era grande. Viu Anna mexer e virar seu rostinho pro outro lado e mão de Bella se ajustar inconsciente a nova posição da filha.
— Papai, o senhor está acordado? — Ouviu a voz de Thomas sussurrar bem baixinho.
Edward olhou para ele encontrando seus próprios olhos o encarando.
— Estou campeão. Dormiu bem? — O pai perguntou mexendo no cabelo dele.
—Não muito, Nessie me chutou quase que a noite inteira e mamãe fala dormindo, fora isso eu gosto de quando fica nos tudo junto.
— Ficamos todos nós juntos — Edward o corrigiu suavemente — Eu também gosto campeão. Vocês são o que eu tenho de mais importante na minha vida. O que sua mãe falou enquanto dormia?
— Algo como Cherry Club, duzentos dólares, seu nome, nossos nomes e uma barata voadora assassina, eu não entendi muito bem — o menino franziu o cenho pensativo.
— Oh, desista. Eu já desisti de entender o que sua mãe fala dormindo também — Edward desconversou.
— Papai, o senhor sonhou com alguma coisa? — Edward sorriu ouvindo a voz de sua filha mais velha soar bem baixinho. Viu que ela havia se sentava na cama e encarava os dois.
Edward sorriu para ela, lembrando-se do que havia sonhado.
— Na verdade sim — ele riu baixinho.
— O que ? — Thomas perguntou curioso.
— Sonhei que nós éramos uma família de vampiros e que sua mãe ganhava do tio Emm na guerra de braço. Vocês sonharam?
— Eu não lembro bem, só lembro de flocos de neves e borboletas — Nessie respondeu.
— Eu sonhei que era um astronauta e viajava para Marte — Thommy respondeu entusiasmado.
— Nunca que algum de vocês vão sair perto de mim — eles ouviram a voz de Bella sussurrar alarmada.
— Foi só um sonho mamãe — Thomas falou beijando a bochecha dela a acalmando — Eu também nunca quero sair de perto de vocês.
— Quero ver você falar isso quando for adolescente — Bella disse acariciando o rosto dele e as costas de Aninha que acordou bocejando.
Edward sorriu para Bella, olhando a filha bocejar mostrando seus dentinhos pequenininhos.
Sentiu Thony mexer em seu peito e acordar também.
— Bom dia, filhão — Edward disse beijando a cabeça do menino que esfregou seus olhinhos.
— Papai — o menininho murmurou ainda sonolento. Ele olhou a redor notando onde estava depois sorriu mostrando suas covinhas — Thommy, Ness e Ann — ele falou notando que todos estavam ali.
Anna sorriu e Bella a colocou sentada em sua barriga ficando sentada também tentando ficar em pé na cama com a ajuda de Nessie.
Eles ficaram ali na cama, por mais de uma hora, curtindo a família que haviam formado, as brincadeiras de seus filhos e compartilhando sonhos e pesadelos que já haviam tido.
— Obrigado, Bella — Edward disse se virando para ela no sofá. Era depois do almoço, e eles deixaram as crianças no chão da sala comendo e brincando com os ovos de pascoa que havia sobrado da pascoa. Os gêmeos principalmente estavam de fraldas e melados de chocolates, enquanto riam e davam chocolate na boca dos irmãos mais velhos melando o rosto deles.
— Pelo quê? — ela perguntou confusa se virando para ele também, seus olhos brilhavam de felicidade.
Edward colocou a mão dela entre a suas, acariciando sua bochecha.
— Por essa porra do caralho vida maravilhosa que você me deu a oportunidade de ter assim que disse sim para mim — ele falou suavemente, olhando profundamente nos olhos dela — Por ter me dado filhos tão perfeitos, o melhor casamento que um casal pode ser. Por ser minha melhor amiga, minha companheira para todos os momentos.
— Eu não faço nada sozinha, Edward. Você é uma parte essencial disso, nada seria tão perfeito assim se você não fosse quem você é.
— E quem eu sou?
— Você é o Edward marido-pai-filho-boca-suja-do-caralho-mais-que-perfeito-do- mundo — ela falou brincalhona beijando os lábios dele.
— Vamos subir para o quarto? — ele perguntou esperançoso — Preciso amar você, agora. Nessie e Thomas olham os gêmeos — pediu beijando e cheirando o pescoço dela a sentindo estremecer — Ainda não terminamos o que começamos antes das crianças invadirem nosso quarto ontem à noite.
— Talvez seja uma boa ideia, mas...
O telefone tocou interrompendo Bella novamente.
Edward bufou esticando a mão procurando por ele.
— Residência dos Cullen, espero que seja muito importante porque eu estou tentando convencer minha mulher a subir pro quarto comigo — ele atendeu dizendo rapidamente, recebendo um beliscão de Bella na barriga — Ai, amor. O QUÊ? Já estamos indo — falou desligando o telefone.
— Quem era, idiota?
— Alice entrou em trabalho de parto. Droga esse moleque bateu o recorde, nem nasceu e já está atrapalhando uma foda, vai ser o mais empata fodz de todos ainda bem que é só nosso sobrinho — Edward disse para Bella.
— Edward, não fale assim. Oh, meu Deus, temos que ir para o hospital — ela gritou entusiasmada pulando do sofá.
— Hey, espere — ele falou puxando o braço dela com força, a fazendo cair sentada em seu colo — Eu te amo, baby — ele disse beijando os lábios dela delicadamente.
— Oh, amor, eu também amo você. Agora vamos nosso sobrinho vai nas...
Os lábios dele a calaram com um beijo afoito, fazendo as crianças rirem.
Bella não resistiu e correspondeu ao beijo puxando os cabelos dele com suas mãos, ouvindo o som dos risos de seus filhos que a enchiam de alegria.
Sim, definitivamente ela tinha que concordar com seu marido, aquela era uma porra do caralho de uma vida maravilhosa.
Notas da Autora:
Geeente era para ter postado esse capitulo no dia 1/04, no dia da mentira kkkkk, mas esqueci, pelo menos não estou tão atrasada como o passado kkkkkk
As partes em itálico eram mentiras só para enganar vocês mesmo, espero que tenham gostado e comentem por favor, o próximo é no dia das mães não deixem eu esquecer kkkkk
sério
beeeijos
lalac
