Uma porra do porra do caralho de dia de Ação de Graças
O tempo voa... mas nós também podemos voar
O tempo voa sobre as nossas cabeças
E só quando paramos para pensar
É que notamos como ele corre sem parar
Corre contra o tempo, não adormeças...
Não tentes fugir do tempo incerto,
Ele sempre te alcançará, no descanso decerto
Ainda há tempo para viver, ser feliz...
Ainda há tempo para querer, mudar o que fiz
O tempo que nos resta pode ser eterno,
Por vezes tempo demais pode ser desperdício
Cada dia juntos pode ser apenas o início,
De um curto, mas intenso solstício de Inverno
Vive comigo estes últimos segundos,
Pois não temos outros para viver,
Nem a oportunidade de repetir noutros mundos,
Aquilo que nunca me vou esquecer.
AUTOR DESCONHECIDO
O tempo, quando você mais o aproveita com sua família e amigos, é assim. Quando você menos percebe, você já está velho, com dores pelo corpo, rugas e cabelos brancos, enterrando pessoas que você ama e confia mais que tudo nessa vida, que o colocaram no mundo. A vida não é fácil, é difícil, só vai haver felicidade se você lutar por ela.
Não pense que Edward e Bella tiveram um casamento perfeito, infelizmente, não foi assim. Nenhum casamento é perfeito. Não existe perfeição nos humanos.
E o casamento é feito por duas pessoas humanas que estão sujeitas a errar, que se chateiam, que ficam tristes, que erram, mas é preciso saber perdoar. Passar uma borracha por cima e recomeçar.
Amor como o deles atrai coisas ruins, pessoas invejosas que fazem de tudo para destruir esse amor. Pessoas que nunca foram amadas e querem conhecer isso, mesmo não acreditando nesse sentimento tão forte capaz de transformar o mundo. Porque o amor não é só de homem para mulher, o amor existe em todos os lugares, de todos os tipos, mas o amor mais importante é saber amar o próximo, mesmo sem você conhecê-lo.
Tudo começou quando foi contratada uma estagiária no trabalho de Edward o nome dela era Sarah Hatter. Alta, magra, longos cabelos loiros e profundos olhos azuis, com um rosto angelical, mas dentro dela não havia nada de anjo. Era um demônio em forma de mulher.
Ela era ambiciosa, traiçoeira, uma cobra venenosa que veio apenas para destruir o casamento de Edward e Bella, deixando uma mancha grande no passado deles, que sempre quando se é lembrada causa dor, choros, lamentações e arrependimentos.
Mas não há nada que um verdadeiro amor não possa ganhar. Não há nenhuma barreira que o amor não possa ultrapassar. O verdadeiro amor é mais forte que tudo, mais forte que todos e apesar de tudo ele, felizmente venceu no final.
Edward tinha acabado de completar 45 anos quando ela começou a estagiar com ele tendo que supervisioná-la, ela tinha seus vinte dois anos, com cara de dezoito, e se fingia de ingênua. Havia conseguido trabalhar ali porque seu pai era nada menos que o governador do Estado e havia dado um empurrãozinho para ela conseguir o trabalho para ela.
Sarah no começo se fingia de ingênua e sempre pedia ajuda para Edward que muito prestativo a ajudava, mas depois de um tempo ela finalmente mostrou quem realmente era e começou a se insinuar para Edward que ignorava nas primeiras tentativas. Mas quando percebeu que ela não desistiria informou ao diretor geral de RH, mas este afirmou que não podia fazer nada e que ela teria que continuar trabalhando ali.
O mundo é ambicioso, como demitir a estagiária filha do governador do Estado? O diretor geral não podia fazer isso e ainda disse para Edward dar logo o que Sarah queria. Ele não conseguiu acreditar que tinha ouvido aquilo.
Tudo piorou quando Bella perdeu o bebe que esperava. Sim, ela ficou grávida novamente, só que já estava com seus mais de quarenta anos de idade e sua gravidez foi arriscada. O bebê, que já era muito amado morreu, quando Bella já estava no quinto mês de gestação.
Contudo isso, Edward acabou não contando sobre Sarah, ambos ainda sofriam muito com a perda do bebê e ele não queria deixar Bella preocupada e ainda mais triste, ela estava quase com depressão. Ele tentava mostrar a cada momento como a amava, mas Bella não queria saber de nada e estava deixando a dor a consumir, havia perdido um filho que nunca havia visto só sentindo, mas já o amava, como se ele estivesse ali com os gêmeos, com Nessie e Thomas. Ela não conseguia encontrar forças para seguir em frente, nem mesmo em Edward, que sempre foi seu porto seguro. Mas felizmente aquilo não durou muito e logo Edward foi conseguido fazê-la acordar e se lembrar que ela ainda tinha filhos maravilhosos que estavam sofrendo vendo a mãe triste e distante daquele jeito e um marido que ainda a amava.
Alguns meses depois da perda do bebê, de investidas de Sarah sem sucesso ela deu o maior golpe baixo e clichê possível. Percebendo como Edward andava estressado Sarah o chamou para tomar uma bebida com os colegas em um bar, mas nenhum deles apareceu a não ser ela que colocou sonífero na bebida de Edward quando ele se distraiu.
Sim, clichê, golpe de novela. Mas funcionou, ela conseguiu o que queria.
Ela conseguiu o levar para um quarto de hotel, o despiu de várias roupas e mesmo o único nome que saía dos lábios de Edward fosse Bella, ela começou a tirar sua roupa, se maravilhando com cada parte do corpo dele que lhe era revelada.
Quando ele estava nu, ela pegou seu membro flácido em sua mão maravilhada começou a acariciá-lo, mas ele não se excitou, nem com sua boca, nem com seu toque, simplesmente por que seu corpo mesmo bêbado e dopado, sentia que aquele toque não era de sua mulher. Incrédula, o viu adormecer chamando o nome de sua esposa, mesmo assim tirou sua roupa e posicionou a câmera tirando várias fotos dos dois pelados na cama e o beijando na boca.
Ela foi embora logo depois, deixando-o dormindo na cama, ao lado da calcinha dela.
A desgraça quando vem, vem com força total.
Bella ficou desesperada a noite inteira sem conseguir dormir, com Edward que não apareceu. Para piorar Anna, teve que ser internada no hospital com infecção nas amigdalas e teve que passar por uma cirurgia.
Ninguém conseguiu localizar Edward.
O efeito da droga passou mais da metade do dia seguinte. Edward não se lembrava de nada, mas a culpa o atingiu. Não precisou se lembrar para entender o que havia feito.
Havia traído Bella, o amor de sua vida.
A culpa e o arrependimento consumiram-no.
Como poderia ter feito aquilo?
Sua cabeça doía, mas seu coração estava sangrando, como se estivessem enfiado uma estaca de madeira nele. Na verdade, ele preferia que fosse aquilo, a sentir o que estava sentindo naquele momento. Ainda mais ao ser informado do estado de saúde de Anna.
Bella brigou com ele no hospital.
Ficaram sem se falar durante os dias restantes em que Anna esteve hospitalizada. Nessie, Thomas e Thony, não sabiam o que fazer e apenas tentavam não deixar mais seus pais estressados.
Bella viu seu mundo ruir de vez quando chegou um envelope em sua casa, com apenas o nome dela.
Preferia nunca ter aberto aquele papel, preferia nunca ter visto aquilo, preferia qualquer dor aquela que estava sentindo naquele momento.
Várias fotos de Edward na cama com outra mulher.
Seu coração que ainda estava se cicatrizando da perda recente, foi quebrado em mil pedaços e não havia concerto para aquilo.
Quando ele chegou do trabalho aquele dia, encontrou uma mala no chão da sala, Nessie chorando no sofá sendo consolada por seus irmãos, Anna estava descansando no quarto e não percebeu o que acontecia na casa.
Thomas mesmo que havia preparado a mala do pai e o enfrentou com uma coragem incrível para um garoto adolescente de sua idade, Thony, não sabendo o que sentir ou fazer, ficou apenas confortando a irmã mais velha no sofá.
Bella impediu Thomas de fazer algo pior com o pai que sentia tudo desmoronar, Bella apenas mostrou uma única foto para Edward entender tudo que acontecia.
Ele ainda tentou argumentar, mas o que poderia dizer naquelas circunstâncias?
Nada.
Não restou a ele outra alternativa a não ser sair da sua casa, deixando sua família para trás.
Ele não tinha forças para nada.
Toda sua força estava em sua família que agora o odiava.
Edward não teve coragem de ir para casa de seus pais e nem de seus irmãos, apenas foi para um hotel qualquer, que ele nem sabia o nome, chorou, chutou, quebrou coisas inclusive machucou sua mão. Não tinha forças para nada, não comia, bebia, se sentia perdido e sem rumo. Não conseguia acreditar como havia conseguido trair Bella? Como não podia se lembrar de nada?
Até que o próprio demônio bateu em sua porta.
Sarah havia conseguido achá-lo, mesmo sem ninguém de sua família ter conseguido.
Ela queria saber o porquê que ele nunca mais havia ido trabalhar, Edward naquele momento pensou e quis saber como os dois haviam terminado juntos na cama.
Esse foi o golpe da morte.
Sarah foi pega na mentira, Edward era esperto e percebeu a mentira no olhar dela, mas ela saiu antes que ele pudesse raciocinar.
Mas ela deu a esperança de que Edward precisava.
Ele não havia traído Bella.
Sentia isso em seu coração e agora tinha a certeza.
Com um plano em mente, procurou Bella um dia na saída de seu trabalho, eles acabaram discutindo e por fazendo amor, se puder ser chamado assim, dentro no carro, no estacionamento, mas isso apenas fez Bella ficar mais chateada e com raiva dele, ele porém prometeu provar para ela sua inocência. No dia seguinte marcou um encontro com Sarah no hotel que ele estava hospedado. Ele fingiu seduzi-la e conseguiu arrancar a verdade dela.
Na mesma hora correu para sua casa, o lugar onde ele nunca deveria ter saído, mas seus filhos mesmo morrendo de saudades de seu pai e querendo mais que tudo vê-los juntos não o deixaram entrar.
Mas todos lá no fundo, mesmos magoados com seu pai o deixaram se explicar.
Bella estava deitada no quarto de hospede, ela não conseguia entrar em seu quarto e de Edward, desde que tudo havia acontecido.
Seus filhos chegaram com o notebook na mão e mostraram o vídeo para Bella que chorava e sentia a dor a consumir, primeiro ficou com raiva ao ver a forma que Edward seduzia Sarah, as mãos dele a tocando, sua boca beijando o rosto dela, pescoço, mas nunca a boca, quis quebrar aquele notebook, mas seus filhos a impediram e a obrigaram a assistir e finalmente ela viu Edward a fazendo contar a verdade de como ela havia dopado ele e tirado suas roupas, depois nunca quis tanto ter batido numa mulher como queria ter batido em Sarah, Edward infelizmente não fez isso com ela, mas falou coisas que com certeza a deixaram Sarah desmoralizada, ridicularizada, no final Edward fez uma declaração de amor e o pediu perdão a Bella dizendo o quanto a amava e sentia sua falta, o quanto precisava dela e de seus filhos.
Mesmo Edward tendo sua inocência comprovada ele precisou lutar. Afinal, mesmo tudo não ter passado de uma armação, a dor que Bella havia sentindo foi real e ele precisou trabalhar e muito, para concertar todo o estrago feito.
Foi necessário, quase dois meses de muitos mimos, pedidos de desculpa, presentes, beijos roubados, surpresas, declarações e suor de Edward, que com ajuda de seus filhos, conseguiu unir os dois novamente, definitivamente.
Ambos subiram ao altar e refizeram seus votos de casamento no seu aniversário de vinte anos de casados e fizeram, é claro, mais outra maravilhosa viagem de lua de mel, dessa vez para um lugar frio no Canadá.
16 anos depois...
56 anos - Edward
54 anos - Bella
24 anos - Renesmee
21 anos - Thomas
18 anos - Gêmeos
Bella gemeu baixinho acordando lentamente, do seu modo preferido. Os braços do seu marido a envolviam com força, uma mão dele estava por dento de sua camisola, havia subido ela até sua barriga deixando seu quadril de fora. Eles estavam deitados de conchinha o corpo de seu marido estava coberto apenas por uma cueca boxer.
Se antes Bella ascendia só em ver seu lindo namorado com uma boxer agora faltava pegar fogo ao ver seu lindo cinquentão de cueca.
O membro dele estava duro e roçava na bunda dela enquanto gemia baixinho movimentando seu quadril contra o dela. Isso fez Bella ficar totalmente desperta.
Haviam feito amor na noite anterior e ele estava com outra ereção em menos de doze horas. Ela sorriu abertamente de felicidade. Finalmente o tratamento estava dando certo.
Pelo menos, vinte por cento da população masculina entre 50 e 60 anos passava pelo temido período da andropausa, a menopausa masculina, Edward foi um deles. Quando completou seus cinquenta e quatro anos passou pelo seu momento de andropausa, ficava irritado, cansado rapidamente e não tinha nenhuma disposição para o sexo, as vezes ele até queria, mas seu membro parecia que não. O sexo entre eles que antes continuava bem regular, diminuiu para quase duas ao mês e estava sendo bem difícil para ele ter uma ereção.
Como um homem, vivia mal-humorado e resmungando pelos cantos tentando evitar sua mulher, mas não demorou muito para ela o colocar contra a parede e exigir saber o que estava acontecendo com ele. Bella finalmente compreendeu o mau humor de seu marido e juntamente com ele procuraram uma clínica especializada no assunto, Edward fez exames, um check-up completo, repetindo até o exame de próstata que jurou nunca mais fazer, mas sabia que no fundo era importante, melhor prevenir agora do que ter que lutar contra um câncer mais tarde.
Felizmente ele não tinha nenhum tipo de doença, seu colesterol ruim estava alto e isso foi o bastante para Bella se preocupar mais ainda e mandá-lo para uma nutricionista. Ele voltou a correr na esteira e seu médico começou a induzir a produção de testosterona que estava sendo muito pouca, por isso ele sentia a dificuldade de ereção.
Bella como uma boa esposa ficou ao lado de seu marido e entrou em regime com ele, ambos levantavam cedo e faziam caminhada, na praia, as vezes entravam no mar, como um casal de adolescentes, correndo um atrás do outro. Logo o esforço foi dando resultado e a qualidade de vida deles melhorou bastante.
O sexo ainda não era tão regular como antes, mas desde começo do tratamento já haviam feito tantas vezes, que Bella já havia perdido as contas e ela não podia se sentir mais feliz do que agora ao ser acordado por seu lindo marido excitado, há quanto tempo isso não ocorria?
E mente quem diz que sexo não é importante para um casamento, porque é sim. Um casal que compartilha suas fantasias, seus desejos, os faz mais cumplices, mais íntimos e mais companheiros, o que é indispensável em um casamento, o companheirismo, a verdade, a amizade que é são a base para o amor.
Ela se virou na cama com cuidado para não acordá-lo, esfregou seus olhos limpando-os e passou a mão rapidamente em seus cabelos.
O seu marido parecia ainda melhor do que antes.
Agora com seus quase sessenta anos ele parecia um verdadeiro galã de cinema. Irresistível, seu corpo estava voltando a ficar mais sarado por causa da corrida e dos exercícios que eles faziam diariamente, estava ainda mais gostoso que nunca, os fios brancos que tinham em seu cabelo só o faziam ficar ainda mais irresistível, junto com algumas rugas que marcavam seu rosto, principalmente quando ele sorria.
Ela colocou sua mão no braço dele acariciando sua pele sentindo a mesma sensação que sentia desde que o tocou pela primeira vez, o sacudiu levemente o chamando.
— Edward, Edward acorde — ela disse olhando para seu rosto.
— O que é porra? Deixa, eu dormir mulher, que caralho — ele disse, com a voz rouca de sono, virando sua cabeça para o outro lado, tentando retornar ao sonho que estava tendo com Bella.
Bella riu baixinho. Seu marido sempre seria um desbocado, isso não teria jeito, nunca mudaria, pensou em todas as situações que já passaram por causa disso.
Ela então tentou sua segunda opção de acordá-lo, deslizou sua mão pela barriga nua dele até agarrar em sua ereção por cima da cueca e aperta-la com força o fazendo acordar imediatamente.
— Você está com o pau duro meu amor e eu definitivamente não vou desperdiçar essa oportunidade de ser bem comida logo de manhã — ela disse deslizando sua mão pela extensão dele.
— Porra fodida, caralho. Por que não me acordou antes? — Ele disse olhando para seu quadril.
— Vem logo — ela disse o puxando, fazendo suas bocas se colarem com desejo.
As suas línguas se encontraram e se acariciaram com força, seus lábios mordiam um do outro, nem o hálito matinal deles os impediram de parar aquele beijo. As mãos de Bella puxaram a camisa dele e a dele acariciavam seus seios por baixo da camisola de Bella.
O tempo havia sido generoso com Bella também, que continuava com seu corpo esbelto, seus seios não eram mais tão empinados e nem tão durinhos, mas também não eram tão caídos, seus cabelos estavam mais curtos em cima de seu ombro e ela os havia pintado da cor deles para esconder os fios brancos o visual a deixava com ar mais jovial.
As mãos dele tiraram aquela peça do corpo dela a deixando vestida apenas com uma calcinha de renda preta.
—Porra você é uma coroa gostosa para caralho — ele disse acariciando os seios dela a fazendo gemer baixinho — Eu amo tanto que você se cuide para mim, baby — ele disse massageando seu sexo quente por cima da calcinha.
Bella puxou a cueca dele o fazendo deitar na cama, seu membro duro e inchado saltando para fora apontando para ela.
— Mamããaãããããããããããae... — uma voz gritou batendo na porta.
— Puta que pariu, eu vou matar um hoje, porra — Edward disse gemendo frustrado.
— O que é Anna? — Bella disse alto o suficiente para ela ouvir, mas não se importou em parar de massagear o membro de seu marido que gemeu de excitação enquanto puxava a calcinha dela e penetrava um dedo em seu sexo quente.
— Que boceta molhadinha para caralho — ele disse acariciando seu clitóris.
— Me fode, Edward. Me fode — Bella implorou baixinho.
— Vocês não vão levantar hoje não? — Ela quis saber tentando abrir a porta, mas felizmente estava trancada.
— O que você quer, querida? — Edward perguntou impaciente querendo mais que tudo se enterrar no corpo de sua mulher.
— Nessie ligou e disse que já está chegando e eu e Thony estamos com fome — avisou, já que eles sempre tomavam café da manhã juntos, como sempre — ela disse do outro lado da porta e tentou colocar o ouvido nela, mais não conseguiu ouvir nada.
— Vocês já estão bem grandinhos podem se cuidar sozinhos — Edward disse em seguida levou sua boca ao seio dela que gemeu.
Anna fez uma careta, rolando seus olhos.
Era difícil ter dois pais que pareciam um casal de jovem cheio de hormônios.
Ela desceu as escadas encontrando seu irmão gêmeo Thony sentado no braço do sofá mexendo no celular, ele seria a cara do pai se não fosse os cabelos escuros como o da mãe e os olhos também. Já Anna, também tinha os cabelos escuros também, mas não se achava parecida muito com nenhum dos dois.
— O que é? Eles ainda estão dormindo? — Perguntou Thony.
— Na verdade, eu acho que eles estão transando — disse Ana fazendo uma careta.
— Credo Aninha, não me fale isso — ele disse com uma careta.
— Sim, mas a posto como você é doidinho para ficar com a Linda — disse rolando seus olhos.
— Ah, mas é a Linda — ele disse sonhador — não nossos pais.
— Sim — ela riu — você lembra daquela vez que o pegamos transando na cozinha?
— Aaah impossivel esquecer, aquela bunda branquela do nosso pai — ele disse com uma careta.
FLASHBACK
— Thony, Thony acorde — uma Anna de dez anos de idade, dizia balançando seu irmão gêmeo com quem ainda dividia o quarto.
— O que você que, Aninha? Deixa eu dormir — o menino disse se mexendo e afundado mais nos seus lençóis do super-homem.
— Eu tô com sede, quero beber agua — ela disse manhosa.
— E o que eu tenho haver com isso?
— Vamos comigo? — pediu.
Ele suspirou sentando na cama.
— Vamos logo você não vai me deixar em paz. E ver se para de acreditar em todas as histórias de terror que o Tio Emm conta, papai já disse que ele só quer nos assustar.
— Ah sim falou o menino que não fez xixi na cama mês passado.
— Cala a boca — ele disse rolando seus olhos sem graça, abrindo a porta do quarto.
A relação deles era linda de ser ver. Eles eram muito unidos, faziam tudo juntos e apoiavam um ao outro sempre.
Thony ligou a luz do corredor sentindo a mão de sua irmã se apertar na sua, olhou vendo sua expressão de medo.
— Vamos não tem nenhum bicho aqui — Ele disse a puxando rapidamente.
Desceram as escadas em silêncio.
— Vo...você tá ouvindo isso? — A menina gaguejou ficando mais branca que o normal.
— Parece que tem alguém na cozinha — ele disse parando ouvindo uns barulhos estranhos.
— É o bicho das histórias do Tio Emmett. Ele vai pegar a gente — a menina disse tremendo.
Thony respirou fundo, tentando não transparecer medo.
— Claro que não Anna, vamos logo pegar sua agua — ele disse puxando a menina querendo se passar por corajoso, mas por dentro tremia como a mão da sua irmã. A luz da cozinha estava ligada. E tanto Thony quanto Anna gritaram com horror ao presenciar a cena em sua frente.
O seu pai estava de costas e pelado, sua bunda branca era agarrada por duas mãos femininas e a dona dessas mãos, era ninguém menos que a mãe deles que estava sentada na bancada gemendo de olhos fechados enquanto a boca de Edward chupava seus seios e seu corpo deslizava para dentro dela.
Eles pararam horrorizados olhando seus filhos mais novos que os encaravam de boca aberta.
— Caralho — Edward disse saindo de dentro de sua mulher que puxou limpo que viu e Edward tentou esconder uma parte bem animada de seu corpo, atrás de uma frigideira.
— Anna, Thony — Bella disse totalmente sem graça olhando para o rosto chocado de seus filhos, o seu próprio rosto estava mais vermelho do que nunca.
— Er... Aa... A Anna queria agua — o menino disse rapidamente — a gente... Er volta mais tarde — falou puxando a irmã de volta para o andar de cima.
— Isso é culpa sua — Bella disse atirando o pano de prato na cabeça de Edward.
— Minha, mulher? Você que me provocou.
— Vá lá falar com eles, agora — mandou.
— Aah, para que baby? Eles já estão grandes e já conversamos sobre sexo com eles, agora vem cá que não gozei ainda.
Bella deu um tapa em seu braço.
— Edward, nossos filhos acabaram de ver você me fodendo.
Ele respirou fundo pegando sua bermuda no chão e vestindo.
— Eu vou lá falar com eles, mas te quero de quatro no colchão quando chegar — avisou pegando um copo de agua para levar para filha.
— Pode deixar — ela disse, piscando um olho, arrumando o robe em seu corpo, e correndo para seu quarto, esperava que seus filhos não ficassem traumatizados.
Mas que culpa tinha se seu marido era gostoso de mais para ficarem só no quarto trancados?
FIM DE FLASHBACK
Quando Edward e Bella desceram as escadas de mãos dadas, com grandes sorrisos nos rostos cabelos úmidos cerca de uma hora mais tarde encontraram Thony jogando vídeo game e Anna sentada no sofá com um aparelho eletrônico super moderno prateado no colo.
— Já está aí menina? — Edward disse para sua filha dando um beijo em sua testa.
— Bom dia para você também papai — ela disse e recebeu um beijo no rosto de sua mãe.
— Já comeram? — Ela perguntou.
— Claro se fossemos esperar por vocês morreríamos de fome — Thony disse sem tirar os olhos do jogo.
— Respeito menino — Bella disse beliscando sua orelha e depois o beijando no rosto.
— Bom eu já comi hoje —Edward disse malicioso.
— Bleh! Pai informações de mais.
Edward riu apenas acariciando cabeça do mais novo membro da família um labrador, chamado Fumaça por causa de seu pelo preto, sim outra vez foi os gêmeos que escolheram. Fumaça Green Cullen. Algodão havia partido oito anos atrás já estava bem velho e ele partiu em paz.
Dois anos depois eles adotaram outro cachorro. O Fumaça.
— Ah Nessie, ligou, ela disse que já está chegando, tia Alice também disse que já está vindo com o vovô e a vovó — Anna informou.
— Obrigada amor, vamos tomar café, antes que nosso sossego acabe — Bella disse puxando Edward pela mão.
Bella suspirou encontrando a cozinha bagunçada, Emma sua empregada lavava a louça. Ela havia recusado tirar folga naquele dia, preferindo ficar ali com eles, já que sua única filha estudava longe e passaria esse dia conhecendo a família do novo namorado.
— Aposto como a metade dessa bagunça foi dos gêmeos — falou.
Emma sorriu.
— Como vai? — Bella perguntou, beijando o alto de sua cabeça. Emma era como uma mãe para ela, estava trabalhando para eles há mais de dez anos.
E ela assentiu e deu um sorriso dizendo que bem em sua linguagem.
Emma era muda. Seu ex-marido, agora preso, arrancou um pedaço de sua língua fora. Ela até falava alguma coisa, só que era embolado e difícil de entender. Emma quase morreu, mas ela batalhava para viver bem e não sabia, mas ganharia um implante de língua artificial de Edward e Bella no Natal daquele ano, a medicina havia avançado muito, assim como a tecnologia e criaram coisas que antes se achavam impossível.
Edward e Bella tomaram suas vitaminas, torradas, panquecas parecendo um jovem casal apaixonado, entre risadas e beijos.
E quem disse que eles não eram?
Ouviram um barulho de carro e sabiam que era Nessie chegando.
Edward respirou fundo e Bella rolou seus olhos.
— Ainda com isso? — Ela disse apenas.
— Para mim ela sempre vai ser minha menininha — ele disse apenas.
— Uma menininha que já se formou na faculdade, trabalha e tem um marido.
— Porra não me lembre — ele disse com um bico.
Chegaram à sala e encontrando Nessie cumprimentando seus irmãos ao seu lado, seu marido segurava sua cintura.
Renesmee havia crescido, era um pouco mais alta que sua mãe tinha um longo cabelo da cor dos de seu pai e olhos da mãe. Era linda. E parecia muito com Bella. Ela vestia um vestido simples, longo e tomara que caia a aliança dourada reluzia em sua mão.
Sim.
Casada.
Com seu amiguinho de infância, Jacob Black.
Argh! Edward nem gostava de lembrar.
Renesmee sorriu e correu dando um abraço apertado na mãe e beijando sua cabeça, Bella abraçou apertado a filha a beijando no rosto. Jacob olhou para Edward.
— E aí sogrão?
— Para de me chamar disso, seu filho da...
— Papai — sua filha mais velha o interrompeu colocando a mão na cintura e olhando para seu genitor.
— Oi, minha querida como você está? — Edward perguntou, mudando seu tom de voz.
— Ótima, papai — ela disse o abraçando e sorrindo, sabia que seu pai nunca mudaria. Tinha pena de Anna, quando viesse apresentar um de seus namoradinhos.
— Muito bem, seu indiozinho. Enquanto esse sorriso tiver aqui, está tudo bem — ele disse agora apertando a mão de Jacob que depois foi abraçar sua mulher.
— E tenho uma novidade para contar para vocês — ela falou sorrindo entrelaçando sua mão na de Jacob.
Bella sorriu, como se já soubesse o que era.
Ouviram outro barulho de carro que interrompeu o que Nessie iria dizer, era Alice chegando, mais Jasper, Carlisle e Esme, que já estavam bem velhinhos, mas com uma saúde de ferro.
Sempre quando Bella olhava para eles, não podia deixar de lembrar de seus pais que havia partido há dez anos atrás, devido a um acidente de carro, devido a imprudência de um motorista de caminhão que andava em alta velocidade e com sono, no momento da curva se chocou de frente com o carro de Charlie e Renée que morreram na hora. Foi muito difícil para Bella superar isso, mas nada que muito amor e compreensão de seu marido e filhos, não resolvesse.
Edward fez um gesto para o filho que desligou o vídeo game, e o pai pegou o computador de Anna que nem reclamou. Todos se cumprimentaram com muitos beijos e abraços, não demorando para Rosalie e Emmett chegarem também com seu filho mais novo, Henry, que havia sido adotado por eles três anos mais tarde, agora o menino já tinha seus sete anos de idade. O parto de Eloise havia sido muito complicado para Rosalie que teve hemorragia e acabou tendo que retirar seu útero, o que a impediu de ter mais filhos. Só alguns anos que Emmett sonhava em ter um menino e eles entraram em processo para adotar um. Afinal, pai não é só aquele que faz, é aquele que dar, amor, carinho, briga quando necessário e que vai estar sempre ao lado do filho.
Mais um tempinho depois os filhos de Alice, Clark e Alicia chegaram, Clark tinha seus 16 anos e ele e Thony eram muito amigos, Alicia tinha seus 8 anos, ainda era uma criança muito parecida com a mãe, só que fisicamente, porque na personalidade era toda a do pai e para horror da mãe odiava moda, andar de vestidos e acessórios, bastando para a menina que já tinha um forte opinião formada um boa calça jeans e tênis, isso ainda renderia boas discussões dentro de casa. Eloise que tinha os cabelos escuros como o pai e os olhos azuis da mãe era uma linda garota com seus quase 16 anos de idade e também era muito próxima de Anna.
Logo as mulheres se reuniram na cozinha preparando o almoço e conversando sobre filhos, maridos, seus casamentos, lembrando momentos e se divertindo enquanto preparavam a comida, os homens se reuniram no quintal bebendo uma cerveja, vendo os filhos se divertirem na piscina, Fumaça brincava com cachorro de Emmett e Rosalie que também era um labrador, na verdade os dois eram irmãos.
Tudo em família.
Uma família muito unida, muito mesmo, raro de se encontrarem naquele mundo que só havia piorado com o tempo por causa da ganância e do egoísmo do ser humano, mas ainda existiam famílias que se preocupavam de verdade uma com a outra e não qual seria sua porcentagem na herança.
— Thomas e Emmilie ainda não chegaram? — Rose perguntou olhando em seu relógio, já era mais de uma da tarde e só faltava os dois perus que estavam no forno terminarem de assar e os dois ainda não havia chegado.
Eles estudavam na mesma faculdade e haviam se tornado muito próximos naqueles dois últimos anos em que haviam morado juntos, já que como Rosalie e Emmett temiam deixar a filha morando no dormitório sem eles conhecerem ninguém preferiram que ela morasse com o primo que poderia cuidar dela e vigiá-la.
Só que ninguém imaginava que eles ficariam tão próximos assim.
— Eu ouvi nossos nomes? — Thomas disse aparecendo na cozinha, do seu lado estava Emmilie.
— Filho — Bella disse correndo para abraçar seu menino, que era a cópia do pai. Sim este era o pai completo.
Rosalie também correu para abraçar a filha que era alta como a mãe e muito bonita.
Logo todos estavam cumprimentando-os.
Alguns minutos depois, todos eles estavam ao redor de uma enorme mesa, montada, Carlisle sentou na ponta e todos de mãos dadas fizeram uma oração agradecendo por aquele ano e por aquele momento, que eles estavam ali todos reunidos.
Comeram entre piadas, risos e brincadeiras. Na hora da sobremesa, que vieram as revelações.
— Bom eu Jake, queríamos dizer uma coisa — Nessie começou ficando de pé segurando na mão de seu marido.
— O que é, meu amor? — Bella perguntou com um sorriso, já sentindo o que ela dizia.
— Nós vamos ter um bebe — Jacob disse ficando de pé ao lado de sua mulher olhando para os olhos de Edward.
As mulheres soltaram gritinhos de felicidade e Bella correu para abraçar a filha e Jacob.
Edward respirou fundo, sentindo seus cabelos brancos aumentaram.
Bebe. Sexo. Sua filha. Casada.
Parecia que foi ontem que ela virava uma mocinha e agora isso.
FLASHBACK
Edward estava de férias e, na semana seguinte ele faria uma viagem surpresa com sua esposa e iriam para Veneza. Ele já podia imaginar fazendo amor com ela em um daquelas canoas.
A porta se abriu de repente tirando ele de seus pensamentos e fechando com força.
— Ness? — Ele disse sentando no sofá vendo apenas o vulto da sua filha de 13 anos passar correndo e subir as escadas.
— Querida? Já acabou a aula? Está tudo bem? — Perguntou preocupado indo atrás dela.
— Sai daqui! — ela gritou fechando a porta do quarto.
— Minha princesa, o que aconteceu? Conta para o papai — ele pediu tentando abrir a porta do quarto dela, mas estava trancada.
— Eu quero a mamãe, eu só vou falar com a mamãe — ela disse chorando de dor do outro lado da porta.
— Mas amor sua mamãe está trabalhando ela só vai chegar à noite. Eu posso te ajudar — ele tentou.
— Não eu quero a mamãe! — Ela gritou chorando.
Edward ficou desesperado e pegou o telefone ligando imediatamente para Bella.
— Você tem que vim agora para casa — ele disse assim que ela atendeu.
— O que aconteceu, baby? Não posso sair assim — ela disse.
— Nessie ela precisa de você, baby...
— Ela tá bem?
— Não sei, venha para cá, amor, por favor... — ele falou desesperado.
— Estou indo — disse desligando.
Quinze minutos depois Bella chegou e mal falou uma palavra, Nessie já abriu a porta do quarto para a mãe.
Edward tentou entrar junto, mas a menina não deixou e trancou a porta de novo.
Se sentindo traído, preocupado e com ciúmes da filha foi para seu quarto deitando na cama.
Mal deu cinco minutos Bella passou como um foguete no quarto e foi para o banheiro.
— O que aconteceu? — Ele perguntou mais ela já saiu de novo.
— Porra caralho, na hora que querem comprar alguma coisa lembram do papai aqui —disse praguejando em voz alta — É Edward parece que você não serve para mais nada disse respirando fundo.
Passou mais dez minutos e Bella entrou no quarto lentamente. Ele percebeu seus olhos úmidos.
— Dá para agora me explicar a porra que está acontecendo, merda? — Pediu gentilmente.
— Eu menstruo, nossa princesinha finalmente é uma mocinha — Bella disse com um pequeno sorriso nos olhos.
Edward ficou parado absorvendo as palavras de Bella.
Absorvendo.
Absorvente.
Sangue.
Menstruação.
Mocinha.
Gravidez.
Bebe.
Sexo.
Porra não, caralho pensou em sua mente.
Parecia que foi ontem que ele segurava em seus braços um pequeno embrulho rosa e agora esse embrulho já poderia gerar um outro embrulho.
Porra fodida. Nunca. Ela sempre seria sua menininha. Isso não.
Percebeu que estava engasgando e chorando com forças em cima da cama.
Bella sem dizer nada ao abraçou.
— Isso um dia iria acontecer, baby — ela disse tentando não rir.
— Mas precisava se agora, porra? — perguntou soluçando.
— Edward, ela já está com 13 anos, acho até que demorou. Você queria que viesse quando?
— Daqui uns trinta anos seria bom — disse sério e chorando.
Bella riu.
— Bom daqui 30 anos espero que ela já esteja casada e com muitos filhos.
— Uma ova, isso não vai acontecer. É tarde d mais para ligar para o internato? — Perguntou mais para si mesmo do que para ela que riu rolando seus olhos e o beijando suavemente.
FIM DE FLASHBACK
Ninguém percebeu como Thomas e Emmelie se olharam e nem a mão dele que encontrou a dela debaixo da mesa.
— Calma, amor — ele sussurrou percebendo que ela estava prestes a chorar.
— Pai? — Nessie o chamou, depois de receber o cumprimento de todo mundo menos o dele.
— Porra caralho de merda fodida, você já vai me fazer avô? — ele disse se levantando e abraçando com o maior cuidado do mundo.
— Edward Cullen — Esme o repreendeu, rolando seus olhos. Aquele menino nunca teria jeito, mesmo.
De repente todos ficaram em silêncio quando ouviram um soluço forte vindo de Emmilie.
— Emmy? Minha princesa, o que foi? — Emmett disse imediatamente preocupado abraçando a filha.
Rose foi para o lado deles. Thomas respirou fundo sentindo o momento se aproximando. Soltou a mão dela antes que percebessem, quando tudo que mais queria era pegá-la em seus braços.
O choro de Emmy se intensificou.
— Thomas, você sabe de algo? — Bella perguntou fincando ao lado de Edward, ambos percebendo que eles estavam de mãos dadas.
— Sim — o rapaz disse apenas engolindo em seco — Emmy? — ele a chamou fazendo a menina apenas assentir — Ela está grávida — ele disse.
— O QUE? — Rosalie gritou em choque.
— Como assim grávida? Quem foi que fez isso? Puta que pariu — Emmett falou ficando em pé, horrorizado.
— Fui eu — Thomas disse corajosamente.
— Porra — Edward disse apenas no mesmo momento em que Emmett depois de alguns segundos pulava em cima do sobrinho dando um soco no rosto dele.
Foi gritaria, empurrões, uma confusão só. Até que finalmente pouco a pouco os ânimos foram se acalmando, Edward, Bella, Rosalie e Emmett tiveram uma conversa com os filhos em privado, onde eles explicaram desde quando eles estavam juntos como se apaixonaram, ouviram um sermão deles, mas nada mais podia ser feito, afinal nem sequer passou pela cabeça deles tirarem aquela criança e quando Rose e Bella perguntaram se eles iriam se casar Emmilie falou que não, não queria se casar agora mesmo com Thomas que já havia proposto aquilo, ela preferia viver junto com ele no apartamento em Washington DC.
Depois de tudo explicado, Edward chamou o irmão para tomar um uísque, tentando fazer o irmão de parar de planejar a morte do sobrinho.
Com tudo explicado, Thomas e Emmilie não se largaram um minuto, só quando todos estavam se despedindo e Emmilie teve que ir dormir na casa de seus pais.
— Duas vezes, avôs, acredita nisso? — Bella disse quando saiu do banheiro enrolada com uma toalha rosa clarinha e encontrou Edward deitado na cama folhando uma revista que ela não prestou atenção na capa. Ele havia ficado no andar de baixo, fechando as janelas e portas da casa, acionando o alarme, conferindo se os filhos estavam mesmo todos dormindo e colocando a comida e agua para Fumaça.
— Porra nem me lembre, só espero que nenhum deles sejam gêmeos — Ele disse esbravejando e seu olhar caiu para o corpo dela, úmido coberto apenas por uma toalha.
Uma parte de seu corpo que já estava despertando, cresceu ainda mais. Ele sorriu feliz e malicioso ao mesmo tempo, olhando para a revista e de volta para ela.
Finalmente, podia sentir que havia retomado o desejo em seu corpo.
Coitada de Bella, hoje à noite seria uma daquelas...
— O que é que você está olhando? — ela disse corando, apertando a toalha ao redor em seu corpo.
— Amo para caralho quando você cora assim — ele disse sorrindo, colocando aquela revista na cama — Parece aquela minha Bella de vinte anos de idade.
— Bom eu não sou mais assim — ela disse apontando para a revista que havia dado para Edward no seu aniversário há muito tempo. Onde estava com tudo em cima.
— Não você está bem melhor agora — ele concordou tirando a tolha do corpo dela, deixando-a cair no chão e olhando seu corpo nu.
— Ah, sim, estou ficando cheia de pelanca, isso é maravilhoso — ela disse irônica colocando as mãos no ombro dele, mas sentindo o desejo percorrer seu corpo.
— Isso não importa, vou amar você mesmo quando estiver usando uma fralda geriátrica, com seus noventa anos — ele disse seus olhos dourados conectados aos olhos chocolates, suas mãos se entrelaçando, ele aproximou-se mais, levando sua outra mão para seu rosto e acariciando levemente a pele, deu um passo para frente e outro para traz bem lentamente, sem nunca desconectar seu olhar do dela e cantou, em sua língua de origem, um parte da música escrita pelos compositores brasileiros Tom Jobim e Vinicius de Morais : —Eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar, em cada despedida eu vou te amar — aproximou sua boca sussurrando no ouvido dela sentindo seu pescoço se arrepiar — Desesperadamente, eu sei que vou te amar
E cada verso meu será — plantou um beijo em seu pescoço e depois olhou de novo em seus olhos — Pra te dizer que eu sei que vou te amar, Por toda a minha fodida vida maravilhosa do caralho — completou do seu jeito, limpando com sua boca as lagrimas que escorreram pelo seu rosto, ela riu de sua última frase beijando as palmas das mãos dele, antes de se inclinar e fazer seus lábios trocarem um beijo delicado, cheio de amor, amadurecimento, carinho e cumplicidade.
— Oh, Edward. Eu te amo tanto — ela disse emocionada.
— Para caralho, baby? — ele perguntou divertido.
— Para caralho, para porra, para todos os palavrões desse mundo todos juntos e misturados.
— Isso é muito amor — ele disse rindo — E eu te amo ainda mais que isso.
— Impossível — ela falou voltando a beija-lo novamente.
E eles ficaram ali curtindo aquele perfeito pedaço do começo do final feliz deles.
Fim? Minha imaginação, talvez. Mas para as ideias deles não, o amor deles é infinito.
FLASHBACK EXTRA
Uma Porra do caralho de Véspera de Ação de Graças de 2013
Edward suspirou se mexendo na cadeira confortável do auditório. Estava a horas sentadas nela ouvindo a palestra sobre um caso de grande repercussão do país na década passada. Ele estava em Washington D.C havia viajado para participar de um congresso sobre perícia na capital do país. Finalmente aquele era o último dia e ele voltaria a noite para casa. Estava morrendo de saudades de sua mulher e de seus filhos. Já era o quarto dia que se contentava em falar com eles durante a noite pela webcam do seu notebook e sempre a noite, fora que os gêmeos, já estavam dormindo quando eles se falavam. E Edward morria de saudade de todos eles. Mas não pode deixar de lembrar-se da noite que ele e sua mulher fizeram sexo virtual aquilo sim tinha valido a pena.
Ver sua linda mulher se tocando para ele através de uma câmera, gemendo seu nome e acariciando seus seios, seu sexo todo aberto para ele, só não foi melhor porque ele queria está lá em cima dela, não se tocando do outro lado da tela também.
Felizmente iria acabar cedo aquele dia, duas horas ele já estaria dispensado. Quando acabou, Foi direto ao hotel morto de cansado e doido para falar com sua esposa.
Ela estava pensando que ele não passaria o dia de Ação de Graças em casa, já que ele mentiu dizendo que não havia encontrado um voo, mas queria era fazer uma surpresa para sua família e aparecer de repente lá.
— A chave 1722 — ele pediu a recepcionista.
— Senhor Cullen? — Ela perguntou olhando algo no computador.
— Sim — Edward respondeu.
— Parabéns você foi premiado com uma massagem no nosso SPA, deseja agendar uma hora? — Ela disse sorrindo gentilmente.
— Massagem? Tem certeza?
— Sim.
— Oh, então acho que vou aceitar, estou mesmo precisando — ele disse, piscando para moça e rindo, ela corou. Com certeza Bella o mataria se tivesse visto isso, mas ela estava bem longe dali e era bom paquerar de vez em quando. Não é?
— Tem vaga para agora pode ser? — falou passando a mão em seu cabelo.
— Claro — ele disse animado — Só vou subir e deixar minhas coisas.
— Claro senhor Cullen. Até mais — ela falou também piscando.
Ele deu um sorriso sem graça e subiu. Dez minutos depois aguardava ser chamado para a massagem.
— Sr. Cullen — uma voz suave disse e Edward se levantou imediatamente. Ele olhou a massagista que estava vestida toda de branco, mas ele achou sua roupa muito imoral para um ambiente de trabalho. Era uma bermuda jeans branca curta que apertava suas coxas torneadas e uma blusa também grande tão decotada que seus seios quase saiam de fora.— Sua vez — falou lentamente, movendo seus lábios sensualmente.
— Claro — ele falou andando.
— Troque de roupa ali, estou lhe esperando aqui — ela disse indicando uma porta para ele.
Edward tirou sua roupa ficando em dúvida se tirava sua cueca ou não, dando de ombros ficou nu e enrolou a uma toalha branca em sua cintura.
Entrou na sala pequena que tinha um armário de madeira e uma cama de massagem no centro, não tinha janelas, mas era bem refrigerado por causa do ar condicionado.
— O senhor prefere começar pelas costas ou pela frente? — ela perguntou.
— Hum... Costas — ele disse sem conseguir parar de olhar para o corpo dela.
Ele tinha que admitir.
Gostosa.
— Deite-se então.
Edward se deitou na maca confortável de costas deixando sua cabeça de lado, a ouviu dando passos e se aproximando dele, seu corpo podendo sentir o calor que vinha do dela.
Ela começou colocando suas macias mãos nas costas largas e musculosa de Edward.
— Nossa mais você está muito tenso — ela disse passando a mão pelos seus ombros — Relaxe e aproveite gato — ela sussurrou no ouvido dele e mordeu sua orelha. Edward abriu seus olhos por um momento assustado, mas logo os fechou quando ela despejou um liquido em suas costas e começou a massagem.
— Isso é muito bom — ele disse lentamente quase que gemendo, apreciando a massagem que ela fazia.
Suas mãos habilidosas acariciavam cada parte de suas costas, da nuca até o seu cocxi, fazendo pressão nos lugares certos, ficou vários minutos massageando a costas dele e antes que ele percebesse ela puxou sua toalha o fazendo despertar de seu quase cochilo.
— O que você está fazendo? — ele perguntou, a sentindo despejar o óleo em sua bunda.
— A massagem — ela disse obviamente, mas com um sorrisinho no rosto, olhando a bunda dele.
Como havia pensado, ele tinha a bunda mais linda que ela já tinha visto. Era branca e musculosa, ela passou suas mãos acariciando suas nádegas, sentindo aquela carne boa de apertar. Ela que segurou um gemido dessa vez.
Ela desceu a mão para as coxas dele, massageando cada uma de uma vez e sorriu ao ver como ele remexeu seu quadril.
Ela massageou suas panturrilhas, canelas, pés e dedos o fazendo soltar suspiro de satisfação. Seu corpo estava reagindo as caricias dela de uma forma não tão boa já que ele estava começando a se sentir incomodado por seu membro que estava começando a se animar.
— Vire-se agora — ela disse e ele virou hesitante, sabendo que ela perceberia seu começo de ereção. O que se tornou uma ereção completa quando ele viu que a blusa dela estava manchada com o óleo dando para ver o contorno dos mamilos eriçados dela que havia feito aquilo de propósito.
Ela estava olhando para o rosto dele quando ele virou, piscando ela pegou o óleo e despejou no peito dele massageando e acariciando os mamilos de Edward, arranhou suas unhas pelo seu estômago e o desejo de Edward explodiu.
— Porra isso é mesmo necessário? — ele perguntou levantando um pouco sua cabeça, viu.
A massagista o ignorou.
E desceu suas mãos, quando ele achava que ela acariciaria seu membro pulou para suas coxas.
— Aba um pouco suas pernas — ela pediu com sua voz suave.
Ele respirou fundo obedecendo-a.
As mãos dela acariciaram sua coxa subindo e descendo até seu joelho e indo até sua virilha seus dedos roçando em suas bolas, fez isso nas duas pernas, depois foi para baixo dos seus joelhos massageando seus pés.
Edward decidiu que queria mais.
— Prontinho, senhor Cullen — ela disse provocativa passando a língua em seus lábios.
— Tem certeza? Eu acho que você se esqueceu de uma parte.
Ela olhou para o membro dele ereto, suas veias grossas, sua cabeça vermelha.
— Você também quer esse serviço incluso? Seu prêmio não consta isso.
— Eu já ganhei meu prêmio há muito tempo — ele disse se levantando e sentado na estreita marca.
Ela sorriu entendendo o que ele quis dizer.
Tirou seu short jeans mostrando que estava sem calcinha.
— Safada — ele disse e ela sorriu.
— Você quer que eu o massageei com minhas mãos ou minha boca? — falou deslizando sua mão pelo seu corpo que estava escorregadio.
— Eu quero com sua boceta — ele disse a pegando e puxou a blusa dela expondo seus seios — Porra, como eu amo suas tetas para caralho — ele disse sua boca se apossando de uma.
Ela beliscou sua barriga.
— Eu não sou uma vaca para ter tetas idiota — ela disse fingindo estar brava.
— Tetas, seios, peitos não importa amo do mesmo jeito — falou mudando sua boca para o outro seio.
Bella o puxou pelos cabelos e beijou a boca dela com desejo e saudade.
Suas línguas se entrelaçando e acariciando-se mutuamente.
— Senta essa boceta gostosa no meu pau, senta safada — ele pediu apertando a bunda dela com força.
Bella subiu na maca com a ajuda dele e sentou em seu colo. Sua entrada descendo no membro dele com facilidade.
— Aaah, tão bom caralho — ele disse apreciando a sensação.
— Você xinga demais e faz de menos — ela reclamou e ele a olhou malvado.
— Rebola sua vadia, quero ver essa boceta esfolando meu pau todinho — ele disse batendo na nádega dela com força.
— Ah, seu cachorro — ela gemeu, subindo e descendo no membro dele, apoiando seus pés na maca e pegando em impulso.
A boca dele estava em sua boca, orelha, nuca, pescoço, ombros, clavículas, seios chupando, mordiscando beijando cada parte que conseguia e praguejando também.
As mãos dele a seguraram com força, os movimentos dela eram rítmicos, ora forte e rápido ou ora lento e suave, mas tudo deixava eles com cada vez mais desejo.
Às vezes ela ficava agachada só com a cabeça do membro dele dentro dela, outras com ele todo que estocava em seu interior com força.
Ela gritava sem nenhum pudor, sentindo o prazer em cada poro do seu corpo, a maca rangia com a força de quando ela sentava em seu membro, descendo e subindo seu parar, seus seios balançavam e ele puxava seus cabelos com força, acariciando seu clitóris, sentindo suas bolas trabalharem em seu orgasmo cada vez mais próximo.
— AAAAH, porra iss.. isso tão bom, Edward.
— Caralho de boceta gostosa, aaii isso minha vadia cavalga no pau do seu homem — ele dizia sussurrando na orelha dela chupando com força seu pescoço.
Até que Bella começou a se contorcer, desde seus dedos dos pés até seus olhos perdendo o foco e se fechando com força, vendo tudo preto com estrelas.
O prazer era imenso que sentiam. As unhas dela arranhavam com forças suas costas e ela gozou muito no membro dele que expeliu seu liquido dentro dela.
— Porra, isso foi foda — Edward disse ofegante, seu corpo úmido de suor e de óleo, o dela se encontrava no mesmo estado.
— Literalmente — Bella disse encostando sua testa na dele.
— Como você veio parar aqui?
— Eu não podia deixar você passar o feriado sozinho. Deixei as crianças nos seus pais e vim e consegui uma vaga em um voo.
— Se eu te falar que menti para surpreender vocês amanhã, você vai ficar muito brava? — ele perguntou.
— Sério?
— Sim, meu voo sai em algumas horas, queria fazer uma surpresa — ele riu — Mas pelo jeito eu que recebi.
— Eu só não vou ficar com raiva, porque eu acabei de ter um orgasmo maravilhoso — ela disse sorrindo.
— E pelo visto vai ter muito mais — ele disse beijando a boca dela com desejo.
— Sim, mais temos que sair antes que alguém apareça por aqui.
— Vai me contar como conseguiu isso? — ele quis saber.
— Agora não — ela piscou e saiu de cima dele com cuidado, no instante que seus pés se firmaram no chão, a cama rangeu e balançou quebrando, Edward caiu com o baque, sua bunda batendo no chão.
— Porra, caralho — ele praguejou se levantando rapidamente — Essas porras não aguentam mais nenhuma foda, ainda bem que nossa cama é de ferro — ele disse.
— Claro né? Eu aprendi depois que você quebrou a cabeceira da cama no hotel da nossa lua de mel, foi vergonhoso ter que explicar para o gerente como ocorreu.
— Huumm... Porra, baby, só de me lembrar eu já fico duro.
Bella riu com gosto.
— Parece que ainda temos mais coisas que quebrar — disse divertida.
— Se depender de mim, ainda vamos quebrar a Mesa do Resolute¹ — falou sonhador.
— Você não presta — disse — E agora vamos ter que arrumar isso e pagar uma maca de massagem — falou balançando a cabeça mais sorrindo.
Ele apenas piscou para ela olhando a pobre mesa quebrada no chão.
Com certeza tinha valido a pena.
FIM DE FLASHBACK
¹ É a mesa utilizada pelo Presidente dos Estados Unidos disposta no Salão Oval da Casa Branca. Esta mesa do século XIX foi um presente da Rainha Vitória para o presidente Rutherford B. Hayes em 1880 e foi confeccionada com partes da fragata britânica HMS Resolute.
Notas da Autora:
Finalmente depois de anos terminando de postar aqui kkkkk
Geeente acabei de ter uma ideia de um capítulo extra para essa fic :O
tô chocada kkkkkk olha o que vocês fazem comigo...
está todinho na minha cabeça, vamos ver se um dia eu fico com coragem e escrevo kkkk
comentem amores, olha o tanto que um único capítulo rendeu kkkkk
NÃO ESQUECAM DE LER UM P. DO C. DE MOMENTOS para quem ainda não leu
beijos obrigada por me acompanhem por aqui também
lalac
