Finalmente, com a palavra: Lua Branca!

Postagem 34. Karate Kid: a Hora da Verdade

(The Karate Kid, 1984, EUA)

I'll back, baby!

E voltei mesmo!

Naquela noite, eu não conseguia dormir, de jeito nenhum...

Me revirava na minha cama...

Ter fitado no meio dos olhos de quem gerou a Coisa, aquilo que transformou Drika na Coisa, exatamente dentro de mim... foi arrepiante!

Saber que haviam pelo menos duas Selenes...

Foi chocante!

Saber que tinha pelo menos dois "eus" dentro de mim...

Um, o mais antigo... aquele Eu que via tudo e dava sustentação a tudo: meu Grande Eu...

O outro, o mais recente... aquele que nasceu do Grande Eu, que era sustentado pelo Grande Eu, que foi criado pelo Grande Eu como um instrumento Dele, para Servi-Lo... o Pequeno Eu...

Um Pequeno Eu que tem muitos nomes: ego, mente, pensamento não-transcendente...

Só que meu Pequeno Eu tinha ficado doente...

E ficou tão doente que disse pro Grande Eu:

- Você não existe... eu sou a verdadeira Selene! Só eu existo!

Foi muito assustador descobrir isso!

Descobrir que todas as minhas crenças... minhas verdades... toda a forma de eu encarar a minha vida, a mim mesma e o Universo, não era eu... era um aparelho, um instrumento meu, que tinha se desconectado de mim mesma...

Selene Stern... a desconectada!

Eu?

Raramente aparecia...

Tava in off, a maior parte do tempo...

Eu aparecia raramente...

Eu aparecia nas raras vezes quando eu dizia pra mim mesma que tudo ia ficar bem... e me sentia mais leve, melhor comigo mesma...

Eu apareci quando eu chorei na beira do Guayhba River, e Leilene me viu chorando: quando voltei pra casa, de moto, e não pensava em nada, apenas deixava tudo ser como era no asfalto que ligava o Sul e o Norte de Happy Harbor... sem rotular, sem julgar, apenas deixando que tudo naquele asfalto fosse como era... e me senti mais leve, melhor comigo mesma...

Eu apareci quando liguei aquela vela pra Oxum e pela primeira vez agradeci por tá viva: foi quando senti aquela sensação deliciosa de muito, mas muito espaço dentro do meu peito... nada era apertado no meu peito, tudo era amplo e grande... e me senti mais leve, melhor comigo mesma...

O resto do tempo, quem era?

Era o meu ego adoecido, não era eu: era apenas mera representação do que eu era de verdade...

Era esta representação que, achando-se tão poderosa, se mostrava tão frágil... Poderoso Frágil...

O Pequeno Eu, quando desconecta-se do Grande Eu que mora em mim, em você, em cada pessoa, simplesmente começa a adoecer...

E eis que nasce o Poderoso Frágil Pequeno Grande Monstro!

Mas tá com seu Pequeno Eu ligadão no Grande Eu... era isso que deixava Hélène sempre tão bem!

Por isso ela parecia sempre tão "ligadona nela mesma", como se o mundo pudesse cair, mas ela ia tá sempre firme, sustentada e alicerçada nela mesma!

Hélène tinha o seu Grande Eu!

Ela era o seu Grande Eu!

Foi assim que ela transformou o Pequeno Eu no instrumento que ajuda o Grande Eu dela!

Só podia ser essa a chave pra aquela velhinha parecer uma mestra! Tá sempre em Paz! Em Paz Consigo!

Ela sabia como fazer isso!

Finalmente eu soube qual o nome da loja onde Hélène comprava sua Paz!

Só que eu ainda não sabia onde a loja ficava...

Ela tinha que me levar lá! E me mostrar como fazer as compras nessa loja!

Eu ia ficar cada vez mais atenta à Hélène... pois o Grande Eu dela tava sempre à mostra, fazendo eloquentes discursos emudecidos de palavras!

Bastava ter olhos pra ver e coração pra sentir!

Eu ia deixar meu coração bem atento agora... pra ouvir esse eloquente discurso mudo... eu tinha que aprender como ter a Paz que Hélène tinha!

Durante toda a minha vida... eu sumi!

Não era eu... era só um instrumento do meu Eu!

Foi um choque... tão grande quanto os meus dois encontros com Drika, A Devoradora de Homens!

Todas aquelas certezas... todas aquelas verdades... todas aquelas brigas pra ter razão, por eu ser a dona da Verdade... todos aquele conceitos... todas aquelas definições...

O que será, daquilo tudo, que era meu mesmo, hein? Que era Eu Mesma, hein?

E o que será que eram apenas sintomas de um ego que tinha adoecido? Tão doente que agora ele parecia, sei lá... com uma monstruosa Megera, que precisava ser domada...

Qual seria a diferença? Como separar agora o carvão do diamante, se eu tava no escuro e não podia saber qual deles brilhava?

Eu não sei!

Mas pode deixar: eu vou descobrir!

Pode acreditar no que eu lhe digo: eu vou descobrir!

Nem que seja por birra, agora eu vou descobrir!

Nem que eu leve escrevendo uma série imensa de postagens no meu blog, virando uma Série de Livros... mas eu vou descobrir!

Pode acreditar!

Eu vou ficar ligadona em mim mesma!

Eu vou saber quem eu sou, e me conectar comigo!

Eu vou ficar on!

Eu vou ficar conectada!

Não importa o quanto eu precise aprender!

Não importa quanto tempo leve!

Como Oxum no mito da calúnia a Oxalá: perseverança!

Vou perseverar até ser Selene: on, conectada de novo!

Vou fazer exatamente o que Oxum fez: trabalhou duro nas Oferendas e foi persistente, no portão da Casa de Oxalá! Trabalhou muito e nunca desistiu! E Ela conseguiu o que queria!

Enquanto pensava e sentia tudo isso... nada de dormir...

Eu me revirava tanto na cama... dum lado pro outro... eu tava exausta... como se tivesse corrido uma maratona, como se tivesse consumido toda a minha energia na casa de Salet...

Eu precisava dormir: tava acabadaça! Tava só o pó!

Mas havia um turbilhão de pensamentos, como se uma multidão de pessoas quisesse passar por uma porta estreita, mas todos ao mesmo tempo!

Eu nunca que ia conseguir dormir assim!

Me lembrei de Álex...

Queria a companhia dele nessa hora tão difícil...

Todo o chão que eu conhecia desabou sob meus pés...

Queria ele do meu lado, segurando minha mão...

Parei de pensar...

Simplesmente tentei sentir o que tinha, lá no profundo do meu peito...

E apenas tentando sentir, sem pensar, quando vi, eu tava bem na frente da porta do quarto de Álex.

Tava batendo.

Toc, toc, toc.

Nem me dei conta que eu tava vestindo só meu camisetão preto, da minha amada banda The Gothic Melody and Dark Roses, e uma calcinha preta... afinal eu só usava preto mesmo...

Ele abriu a porta... me olhou de cima a baixo, meio assustado:

- O que foi, Selene?!

Só então percebei que ele me viu com a minha roupa de dormir – eu sempre dormia me sentido mega à vontade! – mas eu não tive nenhuma vergonha, nenhuma culpa, nenhum julgamento na minha cabeça.

Havia só sinceridade, só autenticidade, apenas uma cristalina pureza que silenciava cada palavra opressora de minha CPU.

Eu olhei pros olhos dele e apenas disse o que eu sentia, sem vergonha, sem desejo, sem querer exigir nada:

- Álex, todo o chão que havia sob meus pés desabou... não consigo dormir... sinto muito medo... perdi meu chão, perdi minhas certezas, e tô com muito medo! Posso dormir no seu quarto, segurando sua mão?

Ele fez uma cara que eu não sei interpretar... seria espanto? Seria admiração? Seria compreensão?

Só sei que em instantes, quando percebi, eu tava deitada na cama dele, do ladinho dele...

Eu não desejava nada... só desejava sentir a mão dele segurando a minha... só queria saber que, enquanto eu tava no meio do nada, sem chão, a mão dele segurava a minha...

Eu não me julguei... eu não senti vergonha... eu não senti culpa... eu não senti medo de dizer que tava com medo... que tudo o que eu conhecia como absoluta verdade havia desabado, e que tudo o que eu queria era o carinho da mão dele segurando a minha, até que eu reconstruísse coisas novas sobre os velhos padrões que desabaram.

Eu queria sentir meu corpo quente tocando e sendo tocada pelo corpo frio dele.

Meu corpo procurava o corpo dele.

Meu corpo queria estar coladinha no dele.

Meu corpo desejava que cada centímetro meu tivesse sendo tocada e protegida pelo corpo dele.

E, quando eu vi, eu tava deitada de conchinha com ele...

A mão fria dele segurava minha mão sobre meu peito, bem em cima do meu coração, que tava muito cansado...

Tudo em mim tava exaurido...

Eu tava muito, mas muito cansada...

Murmurei isso pra ele, com a voz muito arrastada pela exaustão:

- Obrigada por você tá aqui... eu adoro você...

Meus olhos tavam incrivelmente pesados...

Foi fechá-los por alguns instantes – enquanto sentia meu corpo encaixadinha naquela conchinha, toda protegida pelo corpo dele – e logo adormeci...

Dormi um sono sem sonhos...

Sei lá o quanto eu dormi...

Quando acordei...

Acordei toda coladinha nele...

Não sei como os braços dele não tavam dormentes, porque a gente tava ainda em conchinha...

Nossas mãos se tocavam... foi aí que me dei conta: as mãos dele tavam... quentinhas!

Sua pele: parecia tão aquecida! E até um pouco mais escura!

Toda descabelada, com aquela voz esquisita de sono, sussurrei, ainda deitadinha na conchinha:

- O que aconteceu com sua mão?... Tá quentinha... e mais escura...

Ele?

Aproximou a cabeça do meu ouvido... senti o suave movimento do ar dos lábios dele – um ar quentinho! – tocando minha orelha quando me disse:

- Aconteceu um antigo milagre... que não acontecia há muito tempo...

Mal acordei...

Tava completamente sonolenta... mas minha curiosidade acordou antes de mim!

Virei de leve meu rosto, pra fitar o dele:

- Que milagre?

Ele?

Sorriu suave, matreiro:

- Segredinho...

Tava com sono demais ainda pra conseguir retrucar...

Bom, não era só isso não... Afinal, aquela sensação de acordar quentinha do lado dele, me sentindo sendo protegida por ele, escudada por aquele seu sorriso de menino sapeca, já me haviam desarmado mesmo...

Cocei os olhos... tava complicado de acordar...

Aquela sensação era tão boa... acordar pra quê, então?!

Dormi de maquiagem. Certamente tava toda borrada:

- Devo ter acordado igual a uma panda – sussurrei, virando o rosto pra longe do dele...

Ele?

Me disse, baixinho:

- Uma encantadora pandinha!

Sorri, toda boba!

De repente, me veio uma série de imagens, na minha cabeça... todas com a Devoradora de Homens... cada instante que eu tive com ela!

Finalmente, acordei!

Dei um pulo da cama! Ali mesma, de pé, comecei o bombardeio, ininterrupto! Eu nem respirava, de tão rápido que falava:

- Eu preciso me defender de Drika por todos os meios! Ela é muito mais perigosa do que eu pensava, porque agora eu sei como ela virou o que é, quem a transformou! Eu preciso aprender tudo o que eu puder, pra que meu Pequeno Eu nunca me transforme numa Drika! Você precisa me ensinar Magia, Álex! Você precisa me treinar!

Ele?

Só se sentou na cama.

Sobre os seus joelhos.

Aquele era o único jeito pra que nós pudéssemos nos fitar, olho no olho, sem que eu precisasse subir num banquinho!

Sentado daquele jeito, ele parecia até um antigo samurai!

O olhar dele? Me era indecifrável, droga!

E naquela incógnita, ele me disse:

- Mas nós já começamos as prévias do seu treinamento, Selene.

Comecei o interrogatório:

- Como assim? "Nós"? "Prévias"?

- Hélène...

Fiz uma careta e arregalei os olhos:

- Quando?

Ele deu um sorriso mega suave:

- Quando Hélène te ensinou a aceitar sua mediunidade. Logo depois, Leilene começou indiretamente a te ensinar também...

O quê? Madame Sou Grossa e Daí, me ensinando? Não pode ser:

- Como isso? Que papo é esse?

Naquela voz macia e sedosa dele, Álex foi falando:

- Hélène começou a limpar sua mente. Leilene, orientada por mim, começou a aguçar sua Força Sombra, seu Divino Animal de Poder Interior, quando te emprestou sua pick-up. Afinal, quem você acha que deixou as chaves na ignição, senão ela?

Fiz cara de incrédula! Ele prosseguiu:

- A Força Sombra – a Força que garante a integridade e a proteção do Eu – só fica aguçada quando se quebram as couraças do medo paralisante – o medo que sempre te dominou, desde que você entrou na escola e despertou para a mediunidade... Mas na escola, as couraças do medo se amplificaram, quando Christian e Peter te agrediram com a pedrada... Depois, o supremo reforço das couraças do medo foi quando Salet te internou em Saint Peter... Falei para Leilene que, se ela emprestasse sua pick-up a você, ela indiretamente te ensinaria a "rosnar" contra um oponente cruel, exatamente como uma loba selvagem faria! Quando Leilene te imaginou rosnando e correndo como uma loba livre nas Florestas, como ela mesma adorava se sentir, ela sorriu muito satisfeita e deixou as chaves na ignição da pick-up... Indiretamente, ela te ensinou a ser, por alguns instantes, como ela! Leilene tem uma das Forças Sombra mais poderosas que eu já vi! E sem a Força Sombra é impossível que se possa religar-se Consigo mesma, com seu Grande Eu.

Olhei, boquiaberta, pra Álex!

Como é que é? Leilene tinha me ajudado mesmo?! Continuei ouvindo, calada:

- É só assim, rosnando, que uma pessoa escravizada e sufocada pela couraças do medo pode voltar a andar. Porque as couraças do medo são tão pesadas que paralisam qualquer pessoa. Você aprendeu, indiretamente com Leilene, a lição da Coragem, da Autodefesa e da Auto-integridade, atributos da Força Sombra, sem a qual tudo paralisa e fica estagnado!

Eu? Tava boquiaberta!

Ele? Prosseguiu:

- Mas e as luzes acesas no Casarão, até a garagem? O jornal sobre o banco do carona? Quem você acha que preparou tudo para induzir você a pegar "emprestada" a pick-up, justo no dia em que se soube, por Hélène, sobre tudo o que você passou em Saint Peter? Quem te induziu, com aquela "trilha de pão para pombos no parque", após ouvir você gritando horrivelmente, sofrendo no pesadelo? Quem armou tudo para você fazer aquela visita de cortesia ao Saint Peter – exorcizando os seus demônios internos, que tanto nutriam a sua couraça do medo? Quem você acha que acompanhou cada passo seu, deste Casarão até aquele prédio abandonado? Onde você acredita que estava a minha Harley, senão te seguindo na estrada? Quem você acha que estava lá, pousado no telhado do Saint Peter, como uma águia negra, vigiando você... acompanhando você, protegendo você, enquanto você se libertava dos grilhões do seu passado, derrubando a Bastilha?

Ele! Foi ele quem arranjou tudo!?

Álex!

Quando eu fiz esse olhar de espanto, notei que ele deu um orgulhoso sorriso! Tipo assim, dizendo pelo sorriso:

"Fui eu quem montou todo o panorama, o tempo todo... mas você achava que tinha sido o acaso que o montou, né?!"

Eu? Não conseguia dizer nada!

Ele continuou sorrindo. E prosseguiu:

- E ontem, na casa de Salet, quando Leilene e eu te obrigamos a ver a fonte original da "Coisa", uma fonte que também mora em você... Tudo para que Selene visse que "dormia com o inimigo" por todos esses anos... Mas jurava de pés juntos que justamente o seu maior oponente – o Pequeno Eu adoecido! – era a sua melhor amiga...

Fiquei pasma, perante aquelas revelações todas!

Uma emoção muito, mas muito forte, brotou do meio do meu peito!

Muito, muito intensa!

Não dava pra conter... de jeito nenhum...

Aquela emoção, tão úmida, apoderou-se dos meus olhos...

Comecei a lacrimejar...

Álex se levantou da cama... ficou bem na minha frente... e me abraçou... e de um jeito...

Seu abraço era algo... finalmente: decifrável!

E eu podia descrever ele numa única palavra, que naquela hora foi a única que eu consegui encontrar pra tentar descrever o que decifrei:

Carinho!

Eu me agarrei no corpo dele... como eu queria aquele abraço!

E assim, toda abraçadinha nele, enquanto minha cabeça repousava suavemente em seu peito, ouvi de seus lábios tão gentis, essas palavras, que me soaram naquele momento como um mel de doçura sem igual:

- Chegou a hora de você, a Yalorixá de Oxum Pandá do Templo do Rio da Lua Branca, novamente mostrar-se... Sim, a partir de agora, Selene, eu pessoalmente treinarei você! Você verá um Kosmos, que sequer sonhou um dia existir, descortinar-se plenamente perante você! Sim, a Grande Conectada aos Dons da Água Doce irá ressurgir... a Dama das Cachoeiras irá revelar-se mais uma vez e, como se dançasse sob o palco crepuscular do Sol, no exato altar onde as águas do Rio aconchegam-se no maternal colo do Mar, ela voltará: e com sua Espada na mão!

Eu não tinha mais nada o que falar... tava tudo tão perfeito que uma única palavra a mais poderia estragar aquele momento...

Por isso... finish!

Deixo agora o Silêncio reinar, magnânimo, por quanto tempo ele assim o desejar!

Ocaso do Blog

E esta foi a minha primeira série de postagens no meu novo blog!

Ufa, cansei de digitar tanto... que dor nos meus dedinhos, sabe?

Putz, como eu falei coisa aqui!

Leilene... ela me cobrou umas coisas pelo aplicativo... disse na minha cara que não gostou do meu blog, pode?!

Eu até vou reproduzir na íntegra o nosso bate-papo pra vocês verem, como minhas testemunhas!

Lá vai:

Leilene está on line

Leilene – li teu blog cabeçuda

SeleneWow!

Leilene – detestei

SeleneWhats?

Leilene – vc me mostrou como uma bandida vagaba

Selene – Impressão sua...

Leilene – e antes que eu me esqueça

Selene – O quê?

Leilene – VACA EH VC!

Selene – kkkkkkk

Leilene – e cade o primeiro beijo de vc e tio álex? naquele lance sujo quando vc enganou tio álex fazendo ele te revelar abertamente que amava vc?

Selene – CALAESSABOCA! Não adianta aí as próximas postagens! Não estraga o meu climão de mistério pro povo que tá lendo, pô!

Leilenespoilers...

Selene – NUNCA MAIS FAÇA ISSO! ¬¬

Leilene – ;D

Selene – E PARA DE PISCAR PRA MIM, DROGA!

Leilene – ;D

Leilene – ;D

Leilene – ;D

Leilene – ;D

Leilene – ;D

Leilene – ;D

Seleneno coments...

Leilene – e tem mais, selene hanna stern

Selene – DESEMBUCHA!

Leilene – tb acho que vc exagerou em muita coisa no teu blog

Selene – Não exagerei não!

Leilene – exagerou sim

Selene – Não exagerei, não mesmo!

Leilene – sim

Selene – NÃO, PÔ!

Leilene – sim

Selene – ONDE É QUE EU EXAGEREI?! ME DIZ! ANDA!

Leilene – vc sabe onde

Selene – NÃO SEI!

Leilene – sabe sim

Selene – SE VOCÊ CONTINUAR INSISTINDO NISSO, SABE O QUE EU VOU FAZER?

Leilene está off line

Ela ficou off! De propósito!

Me deixou falando sozinha!

Ai, que ódio!

Eu tento rir da cara da Leilene... mas ela sempre dá um jeito de inverter o jogo e é ela quem acaba rindo da minha cara!

Ai, que ódio, pô!

E onde já se viu dizer, na minha cara, que eu exagerei em algumas coisinhas aqui?!

Eu sempre sou mega honesta! Desde quando eu exagero?!

Eu? Não!

Eu? Não...

Eu? Acho que... não...

Eu? Acho que... ah, sei lá!

Talvez eu tenha até exagerado em algumas coisinhas que eu narrei aqui... ou talvez não... quem poderá saber? Você vai acreditar na Leilene ou em mim?!

Hahaha!

Mas o fato é que, certamente, os olhos dos verdadeiramente Iniciados poderão perceber, nas entrelinhas de minha narrativa, vários Segredos Espirituais e Dons sutilmente revelados... e eu disse sutilmente, ok? Afinal: qual a graça em dar tudo de bandeja, assim, na boa?

Afinal, a Poesia e a Beleza estão, justamente, na sutil e delicada descida de cada um dos véus que encobrem um lindo rostinho, não é?

E que rostinho mais belo há nesse mundo do que a Reconexão Sagrada na Magia da Natureza?

É cada belezura que se vê embaixo de cada veuzinho quando este cai lindamente... nham... nham...

Chega, chega, Sê! Você já falou demais! Hora de sair da frente desse teclado aí e ajudar Hélène nas tarefas do Casarão!

Vamos, vamos, levanta já daí! Chispa! Caminha!

Então é isso! Let's go!

Beijokas, e até a próxima postagem!

Com carinho,

Selene Hanna Stern

Happy Harbor, primavera de 20...

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SeleneStern

selenehstern