CAPÍTULO #55
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LOCAL: BEACON HILLS PRESERVE
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O aplicativo GPS do celular de Dean Winchester mostrava que ele já estava a menos de 200 m da Mansão Hale. Faltava pouco. Desligou o aparelho. Não precisava mais dele. Nem da lanterna. A lua cheia já fornecia a iluminação necessária. Já deixara o trecho de mata fechada para trás. Quanto mais se aproximava da Mansão, mais plano o terreno e mais espaçadas as árvores.
Nenhum sinal do lobisomem. Mas, agora era a hora de redobrar os cuidados. O Lobo podia estar de tocaia, esperando o momento certo para atacá-lo. Pusera-o para correr, mas ele não ia desistir. Um lobo comum, talvez. Não o lobisomem. Não depois de toda aquela preparação. Derek Hale podia ser agora uma fera irracional, mas armara sua armadilha mortal quando ainda era humano. Uma armadilha que não lhe dera outra alternativa senão entrar de cabeça. Sam era a isca, então só lhe restava fazer o jogo do monstro.
O sequestro de Sam. A exigência que deixasse o Impala distante e atravessasse a floresta a pé. A escolha da isolada Mansão Hale como ponto de encontro. Os embates acontecendo depois do anoitecer e antes da lua surgir. Tudo muito bem planejado.
A intenção do monstro sempre fora atraí-lo para o seu território e usar o próprio território a seu favor. Fustigá-lo tantas vezes quantas fossem necessárias até que tombasse. Morto, de preferência. E o maldito quase conseguira realizar seu intento. QUASE. Estava exausto, cheio de escoriações e seu corpo todo doía. Mas, não estava vencido. Muito pelo contrário. O monstro o subestimara. O monstro não esperava que fosse capaz de sobrepujá-lo em seu próprio território e chegasse vivo à sua toca. Perdera o Impala, uma faca, a semiautomática e uma bota, mas chegara. E agora ia dar o troco.
Graças ao spray de pimenta, ganhara o tempo que precisava para se recobrar do ataque do Lobo. Seu ombro ainda estava dolorido, mas já permitia todos os movimentos. Seu pé descalço tinha sofrido todo tipo de injúrias, mas nada realmente sério. Sentia-se novamente em condições de enfrentar o monstro até mesmo num corpo a corpo. Disposição e motivação não lhe faltavam. Não agora que estava tão próximo.
Só precisava fazer a escolha correta das armas.
O segredo de um caçador é ter sempre a arma certa nas mãos e saber aproveitar as oportunidades que se apresentam. O spray fora presente dos Argent. Não era do tipo que se vende em lojas e divide espaço com batom em bolsas de madame. Borrifara o spray à queima-roupa. Praticamente na goela do bicho. Pena que era seu único frasco. Se mostrara extremamente eficiente. O olfato sensível torna cães e lobos particularmente vulneráveis ao spray de pimenta. Defesa contra animais ferozes é, em alguns países, a única destinação legalmente aceita do produto.
Só não podia esquecer que, mais até que o lobisomem, o tempo era seu grande inimigo. Chegando à Mansão Hale, precisava fechar rapidamente a fatura. Dar cabo do lobisomem. Era essencial tirá-lo do caminho definitivamente. Ou não teria segurança para retirar Sam de lá. Isso tornava óbvia a escolha das armas. Armas de prata. Por sorte, tinha opções: um revólver com três balas de prata, uma faca de caça com lâmina de prata e a seringa com cáustico lunar. E ainda tinha consigo as armas taser e o cilindro com mountain ash.
Dean confiava na própria habilidade. Mais ainda depois de sua longa temporada no Purgatório. Não duvidava que, de uma forma ou de outra, acabaria com o lobisomem. Na sua cabeça, isso era ponto pacífico. Sua real preocupação era outra. Era o que faria depois de matar o monstro. Se Sam realmente perdera todo aquele sangue que encontrara na cabine do guindaste e continuara sangrando, poderia já estar morto. Todo seu esforço teria servido apenas para vingar a morte do irmão. 'Não! Nada de derrotismo.'
'Me espera, Sam. Agora falta pouco. Faça a sua parte. Fique vivo. Por favor, Sam. Apenas, fique vivo. Deixe todo o resto comigo.'
Sabia que seu maior problema seria tirar Sam dali. Nunca que ia conseguir fazer todo o caminho de volta carregando Sam nas costas. Já não fora fácil chegar ali caminhando sobre as próprias pernas. E, debilitado pela perda de sangue, Sam não podia ser carregado nas costas, como um saco de batatas. Ele precisava ser transportado imobilizado. Ter sua pressão sanguínea estabilizada. Ou não ia sobreviver a remoção.
Eram fugitivos, o FBI estava em seu encalço, mas não podia descartar a hipótese de ter de chamar uma ambulância para levar Sam a um hospital. Depois daria um jeito de resgatá-lo. Nem que para isso precisasse invadir uma prisão federal.
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Chegara. Naquele trecho, a floresta se abria numa clareira. À sua frente, a outrora imponente Mansão Hale, agora em ruínas. Do ponto onde estava, Dean podia ver claramente que toda a parte de trás da Mansão desabara e arrastara consigo o telhado. O segundo piso praticamente deixara de existir. Restara a parte central do primeiro piso e quase toda a fachada. O cenário, de completo abandono, era deprimente.
'Isso já foi um dia uma bela toca de lobos. Mas, faz tempo. Por que será que, sendo tão rico, Hale não mandou restaurar a mansão da família?'
A fachada, apesar de visivelmente castigada, parecia ser a parte que melhor resistira ao incêndio. Com um pequeno exercício de imaginação, dava para se ter uma ideia de como era o casarão em seus tempos áureos, em meio a jardins bem cuidados e tendo ao fundo a imensa floresta. Dos jardins, nada restara. Com os anos, a floresta avançara em direção à casa. Mesmo assim, impressionava.
'Essa casa é a prova que nosso lobisomem nasceu mesmo em berço de ouro. Isso aqui poderia ser hoje o cenário de memoráveis festas do invejado herdeiro da família mais rica e respeitável da cidade. Mas, era uma família de monstros e que tudo o que sobrou do seu castelo de sonhos foram essas ruínas.'
Apesar da observação sarcástica e do sorriso cínico que a acompanhou, a visão da mansão em ruínas, enegrecida pelo fogo e a fumaça, mexeu com sentimentos profundamente enterrados no peito de Dean Winchester e lhe trouxe uma estranha sensação de perda.
'Uma família de monstros. Mas, ainda assim, uma família.'
Família: aquela palavra tinha para ele um peso muito grande. Dean se viu novamente um menino e sua mãe, agachada à sua frente, sorria para ele. Foi inesperado e desconcertante. Pegou-o despreparado. Ele fechou e abriu os olhos para afastar a lembrança indesejada. Estava no meio de uma caçada. Aquele não era o momento nem o lugar para sentimentalismos.
'Foco, Dean. O monstro pode estar à espreita só esperando um vacilo seu. Toda atenção é pouca agora que você está prestes a entrar na toca dele.'
Se agachou e, com olhos de caçador, esquadrinhou cada detalhe da edificação buscando sinais da presença do Lobo ou alguma armadilha oculta. Nada. Isso era, de certa forma, frustrante. Estava ansioso para acabar logo com aquilo.
Concentrou-se nos sons à sua volta. Nada. Silêncio absoluto. Nem parecia que estava numa floresta. Parecia que a própria natureza prendera a respiração na expectativa do que estava por vir. Não havia sequer o ruído do vento nas copas das árvores. Nenhum pássaro. Nenhum zumbido. Nenhum coaxar. Só seu próprio coração batendo acelerado.
Pôs-se de pé e avançou cauteloso, olhos atentos às janelas. Atrás dos vidros quebrados, só escuridão. A mansão se apresentava, agora que estava bem próximo, como uma muralha de madeira carbonizada. A luz suave da lua cheia criava um estranho jogo de luz e sombra e dava ao lugar um clima fantasmagórico. O silêncio opressivo reforçava a sensação de irrealidade.
Tivera dois embates difíceis na floresta. Amor e ódio lhe deram forças para vencer. Amor ao irmão e ódio ao monstro que o ameaçava e ao irmão. Sempre podia apelar para o ódio. Tinha ódio de sobra guardado no coração. Ódio aos monstros que destruíram a sua e tantas outras famílias. Ódio aos monstros que o transformaram no que é hoje, alguém que, de tanto combatê-los, tornava-se mais e mais parecido com eles.
Era esse ódio represado em seu peito que alimentava sua fúria lúcida e o fortalecia nas batalhas. Precisava daquele ódio. Ódio é fogo. Inflama a alma. Mas, ali, à sua volta, só havia cinzas, fogo morto. O silêncio dos cemitérios. Uma desolação tão grande que ameaçava abafar as chamas do ódio que o impulsionava. Aquela desolação lhe transmitia um vazio que consumia sua raiva. Que o deixava exposto a seus medos infantis.
Novamente aquela horrível sensação de perda. Mais forte ainda. Uma angústia crescendo em seu peito. Suor formando-se em sua têmpora. Engatilhou o revólver e o recuou o braço, trazendo-o contra o peito. Apertou com mais força o cabo da faca. O que sentia era medo. Medo do que encontraria lá dentro. Medo de ter chegado tarde e falhado com Sam. Pressionou a mão que empulhava o revólver contra o coração. Como se a arma pudesse manter o medo afastado.
- Você vai ficar bem Sam. Eu prometo que vou tirar você daqui.
Precisou verbalizar a frase. Precisava escutar aquelas palavras, agarrar-se a elas, torná-las reais. Aquela frase. Lembrava de já tê-la pronunciado antes. Muitos anos antes. Dera certo daquela primeira vez.
Acontece com todo mundo a todo momento. Simplesmente acontece. O cérebro cria associações e traz à tona lembranças que se julgava perdidas. O gatilho pode ser uma imagem, um som, um cheiro, uma palavra ou uma emoção. E as correlações ali eram muitas e muito fortes. A mansão incendiada tinha para Dean uma intensa carga simbólica. Crianças morreram ali, cercadas por fogo e fumaça. Como quase aconteceu com ele quando criança. Como podia ter acontecido com o Sam bebê.
Na Mansão Hale, fogo e morte antigos se somaram ao medo que sentia naquele momento de perder Sam. Um lugar com esses mesmos elementos marcou o seu passado e se perpetuava em seu subconsciente. Dean já vivera essas emoções. O que sentia agora era apenas um eco destas emoções antigas. Era o antigo trauma de infância aflorando.
Dean se viu levado de volta à casa em chamas da sua infância. A única que teve para ele o significado de lar. Ele reviveu o momento em que seu pai colocou um bebê indefeso em seu braços e gritou que corresse com ele para longe.
Foi o que ele fez. Ele correu para longe com o bebê no colo. Deixou a casa em chamas para trás. Junto com a casa, deixou para trás sua mãe, sua infância e sua inocência. Em nenhum momento ele olhou para trás.
O menino Dean nunca voltaria a pôr os pés na velha casa incendiada. Mas, a casa em chamas o seguiria e assombraria suas noites por muitos anos. Para o pequeno órfão insone, a casa em chamas simbolizava tudo o que ele já perdera. E, quanto mais o tempo passava, mais perdas se acumulavam. O fogo, há muito extinto, continuava a queimar.
Ele correu para longe com o irmão nos braços. E aquela não seria a única vez. Ele fez de novo. E de novo. Metaforicamente, Dean fez isso a sua vida inteira. E estava prestes a fazer mais uma vez. Colocar o irmão nos braços e correr com ele para longe do perigo.
Não fora fácil da primeira vez. O bebê era pesado para um menino de cinco anos. Era responsabilidade demais para uma criança. Seria ainda mais difícil agora. Sam não era mais um bebê. Estava ainda mais pesado. E sua responsabilidade para com ele ganhara um peso ainda maior. A vida do irmão estava mais uma vez em suas mãos. E, como daquela primeira vez, ele tinha medo de fracassar.
Mas, o medo de fracassar nunca impediu Dean de seguir em frente. O medo de fracassar só o fez insistir mais, lutar mais, dar tudo de si. Fracassar nunca foi uma opção.
'Eu vou tirar você daqui, Sam. Custe o que custar. Porque é assim que eu sou e porque é isso que eu faço.'
Nunca fraquejar. Não dar trégua ao inimigo. Atirar primeiro e perguntar depois. Um caçador não pode ficar paralisado por dúvidas. E, se fosse para escolher entre Sam e qualquer outra criatura, que Deus o perdoasse, mas ele não hesitaria.
A vida o endureceu, mas um garoto órfão assustado ainda hoje se esconde no peito do caçador. E, por um instante, esse Dean menino se colocou no lugar do jovem lobisomem e compartilhou da sua dor. Afinal, também ele tivera o destino mudado por um incêndio criminoso. Também sua mãe ardera em chamas. Dois incêndios separados no tempo e no espaço acabariam por reuni-los ali, tantos anos depois. Duas crianças traumatizadas predestinadas a se enfrentarem numa batalha de vida ou morte. E, ao final de tudo, somente uma delas estaria de pé.
E Dean Winchester sempre apostaria nele próprio. Era um sobrevivente. Determinado e implacável. Sabia que seu lado caçador sempre falaria mais forte.
'Foi aqui que a sua história começou, Lobo. Nada mais justo, que ela termine aqui. E vai terminar.'
O caçador acreditava estar fazendo o que era certo. Afinal, monstro bom é monstro morto. O caçador há muito deixara quaisquer dúvidas para trás. Mas, muito fundo em seu peito, o menino Dean sabia que, qualquer que fosse o resultado do confronto, não seria feita justiça. O destino não fora justo com nenhum dos dois. Isso não o surpreendia. Não que servisse de consolo para algum deles, mas, se havia algo que a vida lhe ensinara, é que o mundo é não justo com ninguém.
E, num insight, Dean teve a resposta do porquê da Mansão Hale permanecer em ruínas. Era tão óbvio! Pelo mesmo motivo que ele próprio não mandaria restaurar a velha casa em Lawrence, se ela lhe pertencesse. Para nunca esquecer o que acontecera lá. Porque cores e alegria nunca voltariam a combinar com o lugar onde se perdeu uma mãe. Quanto mais, toda uma família.
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As tábuas do piso da varanda rangeram sob seus pés. A porta de folha dupla rangeu ao ser escancarada. Provavelmente, o mesmo se daria quando estivesse no interior da casa. O piso rangeria denunciando sua posição. Seria impossível circular despercebido. Mas, o que, à primeira vista, parecia uma desvantagem, podia significar, na verdade, um trunfo a seu favor. O Lobo tinha visão noturna e olfato acurado. Mesmo comprometido pelo spray de pimenta, o olfato do lobo sempre seria superior ao medíocre olfato humano. Já um homem, no escuro, só podia contar com a audição. Sua esperança era que o ranger do piso denunciasse a aproximação do Lobo.
A porta estava apenas encostada. O trinco quebrado. Alguém tinha usado o pé para arrombar a porta. Coisa antiga. Talvez de antes do fogo ter-se extinguido por completo. E ninguém nunca se preocupou em consertar.
Entrou cauteloso, revólver numa mão, faca na outra. Dentro estava escuro, mas a escuridão não era absoluta. Pelo menos, não naquele momento. A Mansão fora construída com a frente voltada para leste, a direção que a Lua nasce. E a Lua acabara de nascer. Naquele momento, sua luz suave atravessava as janelas de vidros quebrados e as muitas frestas na parede. A iluminação era mínima, mas lhe permitia vislumbrar o ambiente.
O que primeiro chamou sua atenção foi a escada de degraus largos que levava ao segundo piso. Tinha um desenho elegante e continuava majestosa, mesmo tendo perdido muitos trechos do corrimão. Entre a porta e a escada, um amplo salão vazio de madeira enegrecida. O salão se estendia à direita e à esquerda em novos salões, igualmente vazios. As poucas colunas de sustentação e as estruturas em arco que dividiam os ambientes não inspiravam confiança. Aquilo tudo acabaria por vir ao chão. A casa toda era de madeira e seu interior fora muito castigada pelo fogo.
Nenhum móvel em lugar algum. Muita poeira, terra e pedaços de madeira no chão. O lugar estava vazio e parecia abandonado. Nenhum indício de que Sam estava ali. Nenhum indício de que estivera ali. Pé ante pé, ainda tentando não fazer barulho, ele se aproxima da escada. Inútil. Os rangidos o acompanhavam. Se o Lobo estivesse ali, já teria há muito tomado conhecimento da sua presença.
'Onde está você, Sam? Será que o maldito te deixou no segundo andar?'
Deixando a prudência de lado, chamou em voz alta pelo irmão.
- Sam? Sam!
A voz rouca e controlada do lobisomem veio da sua direita e o surpreendeu. Não o pressentira, mesmo estando alerta.
- Estava à sua espera, Dean Winchester.
Dean estava alerta. Não pressentira o monstro, mas isso era irrelevante. Antes mesmo de terminar de escutar seu nome ser pronunciado, Dean já tinha girado o braço e atirado. A voz entregara a posição do oponente e, ao virar a cabeça na direção da voz, pode ver claramente a sua silhueta, apesar da pouca iluminação. Derek Hale estava novamente em sua forma híbrida e vestia calça e camiseta.
Dean sempre teve uma excelente pontaria. Hale estava a cerca de 5 m. Estático. Nada se interpunha entre eles. Nenhum obstáculo. Nenhuma proteção. O tinha em sua mira. Um tiro fácil. Fácil até demais. Ao puxar o gatilho, Dean não tinha a menor dúvida que a bala de prata seguiria certeira e se alojaria no coração do monstro.
A certeza era tanta que Dean, antes mesmo de disparar, abriu um grande sorriso.
- GAME OVER.
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DEAN WINCHESTER É UMA VERDADEIRA MÁQUINA DE MATAR. ALGUÉM CAPAZ DE MATAR DEUSES.
DEREK HALE É UM SIMPLES LOBISOMEM. UM ALFA SEM VOCAÇÃO.
ALGUÉM ACHAVA POSSÍVEL UM FINAL DIFERENTE?
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NO PRÓXIMO CAPÍTULO: OS VERDADEIROS FEDERAIS ENTRAM EM CENA
ESCLARECIMENTOS:
1) Acredito que a intenção do Jeff Davis fosse mostrar uma Mansão Hale realmente imponente. A sua Mansão Hale de antes do incêndio seria a que foi mostrada no episódio 2x07 (Restraint). No episódio, Lydia Martin, sob influência hipnótica de Peter Hale, atravessa a floresta e chega ao que seria a Mansão Hale de antes do incêndio. Só que claramente os elementos arquitetônicos não batem com os da mansão em ruínas que vemos no seriado.
2) Sem chances de Stiles e Derek terminarem juntos e felizes no Paraíso. No universo de Supernatural, o pós-vida dos lobisomens é no Purgatório. Humanos não vão para o Purgatório e lobisomens não vão para o Paraíso. Portanto, STEREK só mesmo se for no plano material.
3) Liberado nos Estados Unidos, o porte e uso de spray de pimenta (oleumresin capsicum) por civis como arma de defesa pessoal é proibido em países como Canadá, Reino Unido e Brasil. No Brasil, o produto liberado usa extrato de limão e cebola e não a pimenta capsicum como agente irritante.
15.09.2015
