Sinopse:
O príncipe primogênito de Bejiita é um Ookera. O caçula não é um ookera, mas é fraco. Os ookeras são considerados um tabu, algo que existe como um espório ingrato de guerra. Uma família inocente das acusações proferidas tem que fugir de Bejiita. Mais de dez anos depois, um jovem saiyajin poderoso em busca de vingança, encontra enfim o seu alvo de ira. E o que fazer quando o amor se liberta das amarras da vingança?
Notas da Autora
Um bebê nasce em Bejiita e é considerado o bebê mais poderoso até aquele momento.
Porém, ele guarda um segredo vexatório na visão de seus pais.
Capítulo 1 - Saiyajin ookera Vegeta
Em Bejiita, estava ocorrendo uma comemoração maciça com as bebidas alcoólicas kolokila (vem de clorofila) e siev (vem de seiva) à vontade para todos os saiyajins em decorrência da comemoração do nascimento do primogênito dos imperadores. Vegeta.
Kokokila era consumida pela Terceira classe e Segunda classe, embora alguns de Segunda Classe, próximos de serem Primeira classe, passavam a substituir a korokila que usualmente consumiam por siev, que era tomada pela Primeira classe, Elite e pela realeza.
No Palácio o clima era de festividade, pois, não era somente um príncipe e sim, o bebê mais poderoso já nascido em Bejiita.
Porém, no quarto real, os imperadores não comemoravam e acompanhados deles estava à parteira real que tivera a tarefa ingrata de comunica-lhes um pequeno problema com o recém-nascido, que não revelara a sua equipe.
- Tem certeza? - a voz do imperador imperava o ar, coberta de ira.
- Sim, Kôkuo-sama... Lamento, mas, não há engano, o filho do senhor é um Ookera (vem de oosfera que é o gâmeta feminino das plantas e algas).
- Basta! Não ouse proferir tal afronta novamente! Entendeu? Já basta ouvi-la uma vez!
O rei Vegeta exclama irado, enquanto andava de um lado para o outro, rosnando, com a sua capa esvoaçando atrás dele, enquanto a cauda contorcia-se de ira na cintura.
- Meu senhor... Talvez aja algum jeito...
A imperatriz fala, controlando a sua raiva ao máximo pela cria inglória que teve e igualmente vexatória por sua peculiaridade, pois, já bastava um ao ponto de explodir naquele recinto.
- Como?! Se ainda fosse fraco, poderia mata-lo sem problema! Mas, infelizmente, não é esse o caso! Irão estranhar se um bebê tão poderoso assim for eliminado.
- Verdade... Mas, e se eu me responsabilizar por cuidar dele? Para acobertar a vergonha?
- E se ele acasalar? Já pensou no fator procriação?! - ele exclama, massageando as têmporas.
- Podemos escolher sua futura parceira de procriação. Uma saiyajin fêmea poderosa e instruí-la desde pequena a ser submissa a ele, garantindo assim o silêncio dela e iguais crias, sendo que não será um grande sacrifício a mesma, pois, estará acima de todos no quesito status, com exceção do seu esposo, o imperador, tal como é o meu caso.
- É arriscado... Mas, prevejo como uma segunda alternativa. - o imperador fala, após parar de andar e crispar os lábios ao olhar para o seu filho.
- Como assim uma segunda alternativa? - a imperatriz arqueia o cenho.
- Primeira alternativa. Tentarmos mais uma cria e enquanto isso, a câmara de crescimento ficará em um quarto a parte, da qual só nós dois teremos acesso. Isso nos dará alguns anos para tentarmos mais um filho. E se essa cria não for poderosa o suficiente para suplantar o poder do primogênito, este viverá e nós livraremos no outro, embora teremos que ter um cuidado redobrado em relação ao primeiro.
- E se ele for poderoso? - pergunta curiosamente, embora desconfiasse da resposta.
- Não precisaremos dele... Será um supérfluo e poderá ser morto em treinamento para que ninguém desconfie.
- Muito inteligente meu imperador. Torcemos para que o próximo seja poderoso.
Fala aliviada ao ver que havia esperança, pois, apesar de ser poderoso para um bebê, seu filho, Vegeta, lhe trazia vergonha por sua peculiaridade, algo raro na raça deles e considerado igualmente um espório ingrato de guerra, sendo identificado graças a uma marca de nascença e que por sorte, era em um local bem discreto.
O imperador caminha até a porta e chama dois guardas.
- Sim, kôkuo-sama. - eles falam em usino, prostrados.
- Levem uma câmara de crescimento no quarto ao lado do nosso, agora!
- Sim, senhor!
Nisso, se levantam e curvam-se mais uma vez mais para depois se retirarem.
- Parteira!
- A saiyajin se aproxima dele, humildemente:
- Sim, meu imperador.
- Apronte o príncipe para a câmara e nem ouse comentar alguma coisa com a sua equipe, compreendeu? - fala de maneira intimidadora, assim como os seus olhos.
- Claro... Vou prepara-lo. - ela fala gaguejando, enquanto pegava o pequeno no colo.
- Iremos acompanha-la.
Ela meneia submissamente com a cabeça e nisso, os imperadores a seguem e esperam no quarto, enquanto que os guardas surgem com a câmara e o painel de controle, tal como cilindros e posicionam conforme ordens da imperatriz.
Nisso, a parteira, que também sabia programar as câmaras de crescimento, prepara a espécie de tanque e após tudo estar preparado, deposita o bebê que estranha o ambiente e consequentemente ameaça chorar, conforme o liquido especial preenchia o invólucro, até que cessa e passa a dormir por efeito do mesmo, enquanto que a parteira terminava de programar a cápsula para o tempo mínimo, conforme ordens e então, após se certificar, se vira e fala, curvando-se levemente:
- Está tudo pronto, meus imperadores.
- Ótimo. Chame a sua equipe e se dirijam para a sala do trono.
- Sim, meu rei.
Nisso, ela se retira, apavorada, pois temia o imperador, devido a sua fama de ser implacável e por isso, preferia obedecê-lo, enquanto ficava em silêncio sobre o problema do príncipe.
Quando ela saiu, a porta foi fechada com uma senha digitada em um painel, com os imperadores se certificando que a sala estivesse hermeticamente trancada.
Após alguns minutos, na sala do trono, a parteira se prostra, assim como as outras, sendo que os imperadores estão no trono e então, rei Vegeta se aproxima da saiyajin prostrada e em um piscar de olhos, a mata, quebrando seu pescoço sem essa ter tempo de gritar e aproveitando o fato de que as outras saiyajins da equipe dela estão em choque e completamente confusas, as elimina rapidamente, torcendo-lhes o pescoço, sendo que uma tentara fugir.
Porém, a imperatriz a mata, ao aparecer na frente da mesma e torce o pescoço desta, pois, não queria sujar o piso real com o sangue delas.
Então, ambos os monarcas sobem ao trono e o imperador fala:
- Levem esse lixo daqui. Elas ousaram ofender o príncipe herdeiro e pagaram com as suas vidas.
Ninguém ousara questiona-lo se era verdade ou não, pois, era o imperador e não devia satisfações a ninguém, além de que, não eram loucos de questiona-lo.
No trono, os imperadores ocultam o alívio, pois, se livraram da única que sabia o segredo do príncipe, assim como eliminaram as outras por garantia.
- Tentaremos outro herdeiro. - o imperador fala e nisso, ambos se levantam.
Afinal, as saiyajins fêmeas se recuperavam rapidamente de um parto normal e então, ele declara.
- Prorrogo as comemorações até amanhã para comemorar o nascimento do bebê mais poderoso de Bejiita! - então, ele se retira para o quarto.
Mas, antes que saísse da sala, um jovem saiyajin, quase se tornando adulto, embora fosse consideravelmente grande, aparece ao lado do imperador, curvando-se.
- Hoje à noite, no mesmo lugar. Entendeu? - ele fala imperiosamente.
- Sim, meu imperador.
Ele fala curvando-se, escondendo seu desagrado pelo papel que se prestava, mas, sabendo que era o meio mais simples e rápido de conseguir algum dia um grande cargo, assim como sabia que ele não ficava mais de três anos com o mesmo e que a imperatriz concordava com isso, pois, também tinha aquela para satisfazer-se, sendo que ambos preferiam saiyajins e não escravos, já que estes não suportavam o ritmo do sexo se esse fosse brutal.
Gemendo, ele se afasta, preparando uma pomada para passar em sua entrada anal a fim de anestesia-la, ao menos um pouco, diminuindo a dor que sentiria com a entrada violenta.
Mais a noite, em um quarto, Nappa estava de quatro, sendo estocado violentamente pelo imperador que apertava a sua cauda no intuito de fazê-lo sentir dor, fazendo o mesmo gritar de dor, duplamente, tanto pelas estocadas, quanto pela cauda, enquanto que orava para que mais um ano passasse, para que assim o imperador perdesse o interesse por ele, dando um prêmio de consolação e que consistia em um cargo privilegiado.
- Nappa... Você é tão apertado!
Então, deita, colocando-o em cima de seu falo, fazendo o mais novo galopá-lo, sendo que recebe uma chicotada da cauda do monarca em seu falo para provocar dor, fazendo-o gritar alto.
- Mexa-se como eu gosto! Anda!
Amaldiçoando-o mentalmente, ele aumenta o ritmo, enquanto seus gemidos de dor faziam o imperador delirar de prazer, pois, os sons eram muito agradáveis, sendo praticamente música para os seus ouvidos, assim como a careta de dor do saiyajin, cada vez que seu canal apertado era alargado pelo falo grosso e grande dele.
"Por que tem que ter um pênis tão grande e grosso! Bastardo!"
Ele exclama em pensamento, feliz por este não ser capaz de lê-los, pois, senão seria morto ali mesmo.
Acaba gritando, enquanto sente o monarca acertar diversas vezes a sua próstata e com visível violência.
Então, acontece o que Nappa detestava. Sente o imperador gozando dentro dele e este fala, irado:
- Nem ouse ejacular em mim, desgraçado! Pode ser muito gostoso para foder, mas, é só isso!
- Sim, meu imperador.
Então, este se vira e goza nos lençóis e mal tem tempo para se recuperar, quando a sua cauda é apertada com violência e depois, sua cintura é agarrada pelo imperador que empina as nádegas de Nappa, expondo a sua entrada que sangrava pela violência, assim como suja de sêmen e estoca nele, novamente, com força, fazendo o saiyajin ficar de quatro, enquanto se agarrava com força nos lençóis, aturando as estocadas e ocasionais chicotadas com a cauda dele em suas costas e nádegas, além de bater no seu membro, arrancando grito e lágrimas do jovem que se contorcia de dor, enquanto chorava de dor e ira.
Após alguns minutos, o imperador ejacula, novamente, inundando-o de gozo, enquanto que este gozara nos lençóis.
- Venha aqui... Quero sentir a sua boca em meu membro.
Controlando a sua raiva, escondendo-a em uma face submissa, ele começa a fazer sexo oral da maneira que o imperador apreciava, sabendo que não tardaria para ele tomar o controle, sendo o que acontece, conforme esperava, com este pegando na cabeça dele e começando a estocar na boca do mesmo que quase se engasgava por completo, pois, o imperador fazia questão de aprofundar tudo, sem se importa se era possível ou não ao outro respirar, sobrando ao jovem saiyajin lidar com a invasão súbita e vigorosa em sua boca.
E conforme os minutos passavam, o membro do imperador pulsava e ele se preparava para engolir a essência deste, sendo o que faz, enquanto controlava o nojo que sentia, sendo que o monarca só tirava o falo da boca de Nappa, assim que ele engolisse tudo e após isso, sente a sua boca sendo libertada e antes que pudesse deitar para descansar um pouco, o rei fala:
- Agora, limpe. - ele ordena e fica satisfeito ao ver Nappa limpar o seu membro.
Após isso, o imperador permite que esse relaxe por alguns minutos, com o mesmo acabando por arfar deitado na espaçosa cama, pois, estavam tendo relações há horas.
Então, Nappa fica desesperado ao ver o membro do monarca novamente desperto e este fala com um sorriso extremamente malicioso.
- Hoje preciso me satisfazer e muito! Afinal, tenho que comemorar o nascimento do meu primogênito!
O monarca exclama, disfarçando ao máximo a sua raiva, pois o que sentia era ira pelo nascimento de seu filho e não felicidade. Mas, para todos, ele deveria estar feliz, pois, era poderoso e, portanto, precisava manter as aparências.
Nisso, ordena a Nappa, autoritariamente:
- Fique de quatro e empine essa bunda linda!
O saiyajin faz conforme ordenado e se prepara para sentir a dor violenta usual em sua entrada pela invasão abrupta, enquanto suas nádegas eram chicoteadas pela cauda do outro, acabando por provocar vergões, sendo que a sua cauda era apertada ao ponto de provocar ainda mais dor no jovem saiyajin que gemia e se contorcia, embaixo do maior, enquanto vertia lágrimas de raiva, com o mesmo encontrando a sua próstata e começando a acerta-la, consecutivamente.
E assim se segue por quase toda a noite.
No amanhecer, o imperador desperta e se dirige a banheira para relaxar, enquanto tomava um banho, saindo após vinte minutos para secar-se e vestir a espécie de roupa colante, para em seguida colocar a armadura por cima, para depois prender a capa e em seguida, colocar o colar com o símbolo de Bejiita e nisso, sai do quarto, enquanto que Nappa dormia completamente exausto, sendo que acordaria com dores em suas nádegas e uma especialmente lacerante em sua entrada anal, acabando por fazê-lo dirigir-se até uma Medical Machine.
