Notas da Autora

Após anos, Vegeta cresceu.

O pai deste fez alguns atos, para garantir que não houvesse qualquer chance de alguém conhecer o segredo do príncipe, enquanto que ele ouve alguns boatos...

Vegeta parte para conquistar um planeta, que segundo os boatos, possuía seres poderosos.

Yo!

Vamos ao significado de alguns cargos em Bejiita:

Raisk vem de raiz e é um saiyajin, cuja classe depende do saiyajin em questão que necessita dele, podendo ser usado no lugar à classificação dos genitore responsável por ensinar os costumes e tradições da raça a outro saiyajin que tenha crescido fora de Bejiita, caso os pais não desejem assumir a educação, caso estejam ainda vivos. Claro, nada impede que um saiyajin de primeira classe, se torne raisk de um de terceira classe. O nível é somente usado para solicitar a lista de saiyajins e ver a disponibilidade de qualquer um.

Kaulek vem de caule e é um saiyajin que serve ao outro como subordinado direto pessoal e/ou treinador, sendo que somente os saiyajins de Elite e real, podem ter um kaulek, que é normalmente um saiyajin de primeira classe.

Propositalmente, são nomes oriundos de plantas, assim como as bebidas, Korokila (clorofila) e Siev (seiva), uma vez que os nomes dos saiyajins vêm de vegetais. XDDDDDD

Agora, tenham uma boa leitura ^ ^

Capítulo 5 - Boatos

Mais de dez anos se passam. O antigo esquadrão pertencente à Bardock se encontrava sobre nova liderança e todos acabaram morrendo em um planeta, após uma tentativa fracassada de invasão, por causa de uma classificação errada do nível de seus habitantes, sendo que ninguém sabia que havia sido proposital, pois fora sobre ordens do imperador e que foi executado por alguns saiyajins fieis ao mesmo.

Afinal, ele descobriu que havia sido Toma que avisou Bardock.

Ademais, apesar de ter virado proscrito, muitos saiyajins o admiravam e não queria que o boato sobre o motivo da ordem de execução dele e de sua família, se propagasse demasiadamente.

Portanto, silenciar toda a equipe, conseguindo culpar os outros, como se eles tivessem errado, era a forma mais fácil e segura de fazer isso.

O responsável pelas missões, assim como o escravo que cuidava das comunicações sobre ordens do imperador foram condenados pelo fim do grupo ao errarem na classificação da missão e, consequentemente, sentenciados a morte, sendo que na verdade, eram inocentes da acusação.

Algum tempo depois, após a fuga de Bardock e sua família, o imperador e sua corte ouviram falar de guerreiros saiyajins lendários, dentre os proscritos do planeta.

Porém, acharam que era apenas um mito e nada mais, embora tenha sido duplicada a vigilância nos hangares e no espaço intergaláctico da área onde o planeta se localizava.

Naquele momento, no hangar principal, o príncipe Vegeta, acompanhado de alguns soldados de confiança, se preparava para partir para uma invasão em um planeta distante dali, mas, que segundo os rumores, possuía guerreiros com um nível considerável de poder, algo que agradou o príncipe que ansiava por adversários poderosos, sendo que ficou irritado pelo fato de ter que levar uma espécie de escolta, devido as poucas informações acerca do planeta, ao protestar sobre o fato de seu pai desejar enviar um grupo de observação para colher mais dados, antes dele partir, sendo algo que iria consumir alguns meses.

- Boa viagem, meu príncipe. - Nappa fala, curvando-se humildemente.

- Vou precisar... Sinceramente não entendo porque o desgraçado do imperador ordenou uma escolta para o saiyajin mais poderoso do universo. - fala bufando de raiva, enquanto ajeitava as luvas.

- Preocupação, Vegeta-sama. Pelo menos é o que acredito.

- Preocupação com o quê? Não há motivos... Que raiva! - nisso, bate o pé, enquanto a cauda contorcia-se na cintura.

- Bem, quanto a isso, não há escolha, meu príncipe.

- Eu sei, retardado! Aquele desgraçado irá me pagar por essa humilhação!

- Como assim, Vegeta-sama?

- Seu Kaulek burro! O que mais seria além de derrota-lo e tomar o trono dele? - Vegeta revira os olhos, enquanto massageava a testa com os dois dedos, controlando a sua irritação - Como pode ser tão obtuso? Há um limite para isso.

Nappa sentia muito ódio, mas, uma coisa que aprendera nesses anos, principalmente quando era servo sexual do imperador, era guardar seus reais sentimentos por uma máscara de humildade falsa, tal como sorriso, enquanto o ódio e ira habitavam o seu interior.

- Verdade, Vegeta-sama. Peço seu perdão.

- Ele mal sabe o que o aguarda... Quando voltar, clamarei o meu direito ao trono e irei esfregar o rosto dele no chão quando lutarmos!

- Será incrível, Vegeta-sama! – ele exclama, falsamente animado, pois, ainda queimava de ódio por dentro.

- Com certeza! E me tornarei imperador de Bejiita e do universo.

Ele fala orgulhoso, sentindo a sua ira se dispersar, reconhecendo que fora exagerada, não compreendendo porque havia períodos em que ele surtava mais facilmente, ficando irritado por coisas que não mereciam tal reação exacerbada.

Inclusive, naquele momento, ainda sentia a sua raiva, consideravelmente fresca e que não se dissipava, enquanto reconhecia que após alguns dias, iria se acalmar.

- Saindo desse assunto... A nave já está pronta?

- Sim, senhor. E todos o estão aguardando para entrarem na nave.

- Ótimo. Irei retornar em alguns meses e aí, irei reivindicar o trono que é meu por direito.

- Estarei esperando a sua chegada, meu príncipe... Ou melhor, futuro imperador. - fala untuosamente, percebendo que tal tom agradava ao príncipe.

Só fizera isso, pois, sentia que não suportaria por muito mais tempo as ofensas para com a sua pessoa ou humilhação, pois, nesse dia, o príncipe estava especialmente surtado e igualmente irritante, como sempre ficava em alguns períodos e por alguns dias e inclusive, Nappa percebia que tais surtos eram semelhantes aos das fêmeas saiyajins quando ficavam férteis, sendo surtos quase que assassinos.

Claro, que achava um absurdo, pois o príncipe era um macho.

Porém, mesmo assim, não conseguia deixar de ver as semelhanças ao que já vivenciou em fêmeas, e, portanto, não havia como negar o quanto eram idênticas, além das reações exacerbadas, que lembravam e muito o de uma saiyajin no cio e após se concentrar, estranhou por um momento o cheiro dele, que parecia diferente nesses períodos, pelo que percebeu e que o fazia se lembrar de algo, embora não conseguisse recordar de onde conhecia tal odor.

É retirado de seus pensamentos, ao perceber que haviam chegado à área de embarque e a imensa nave real estava aguardando o príncipe, assim como os demais saiyajins que fariam parte de sua escolta e que se encontravam enfileirados no lado de fora, um de cada lado da entrada da nave, formando uma espécie de corredor.

Ao todo, seis saiyajins de Elite haviam sido destacados e ao avistarem Vegeta se aproximando, curvam-se, dobrando uma das pernas e apoiando um dos braços no joelho.

Ao olha-los, Nappa sentiu pena, pois, eles partiriam, justamente, em um dos famosos períodos de surto de Vegeta.

Por consideração aos seus colegas, avisou pessoalmente no scouter deles, algumas horas antes, após saber quem seriam os escolhidos para acompanhar o príncipe, fazendo questão de informar o humor do mesmo e algumas medidas que podiam tomar para evitar problemas e os mesmos prometeram acatar as sugestões.

Ele entra, seguido pela escolta, enquanto a sua capa vermelha esvoaçava atrás dele.

- Boa viagem, meu príncipe. - Nappa fala curvando-se.

Ele nada fala e entra, seguido pelos guerreiros de Elite e um deles, se vira e fala:

- Obrigado pelo conselho. Tomaremos precauções para evitar problemas com a "princesa" - um dos guardas, o último da fila fala em tom de ironia e riso.

- É por aí... Ele parece uma fêmea no período fértil nesses dias... Todo o cuidado é pouco. Mas, após alguns dias passa.

- É algo estranho, assim como o odor... Mas, deixa para lá. Tenho amor a minha vida, assim como os meus colegas. Não seremos loucos de provoca-lo e manteremos distância dele, sendo que prefiro mil vezes fazer uma lista de raisks para um saiyajin que foi recolhido de um planeta, após conquista-lo quando bebê, do que acompanhar a "princesa".

- Isso é verdade... Acredite. Tem momentos que ela é insuportável. Bem, boa sorte.

- Valeu! - ele apoia a mão no ombro de Nappa em agradecimento e se retira dali.

Então, a nave parte do planeta e na sala de comandando, Vegeta estava na cadeira de capitão e os saiyajins em volta, monitorando os instrumentos e um deles, fala:

- Chegaremos em seis meses com essa velocidade.

- Aumente para dobra fator três. Estou ansioso para chegar.

- Mas, para viagens...

- Está tentando mandar em seu príncipe?! - ele ergue-se da cadeira, torcendo a cauda e batendo o pé.

- Não... Imagina meu príncipe... Perdoe-me, por favor. Fui um tolo. Colocaremos em dobra fator três conforme ordenado - fala humildemente, curvado.

- Hunf... Ouse mandar nesse Vegeta e irá comprar o seu atestado de óbito prematuramente.

- Muito obrigado, meu príncipe.

Nisso, os demais se entreolham, enquanto o príncipe sentava na cadeira acolchoada do capitão, com todos decidindo conter sua fala e pensamentos, para evitar provoca-lo.

Há centenas de anos-luz dali, no planeta que a nave de Vegeta se dirigia, havia alguém no alto de um monte e do lado dele, outra pessoa, ajustando alguns equipamentos.

- Quanto tempo falta para a sua chegada?

- Três meses, pelos meus cálculos... Aqui, pegue. Eu terminei há pouco tempo.

Então, entrega algo a esse vulto, semioculto pela pedra, fitando o céu.

- Tem certeza?

- Toda.

- Bem, qualquer coisa, me contate.

- Pode deixar...

- Bem, vou indo... Qualquer problema, não hesite em contatar-me, tá bem?

- Sim... Não se preocupe.

- Até mais e boa sorte.

Nisso, o outro vulto se retira, deixando o outro semioculto pelas rochas azuladas, olhando para o céu, esperando a chegada da nave.

- Temos algumas contas a acertar... Espere e verá. - ele murmura, enquanto passa a sentar, placidamente, em posição de lótus, se concentrando.

Após alguns dias, na nave, Vegeta se dirigia a sua cabine, que era maior que as demais e mais confortável, após uma sessão de treino e então, escuta sons suspeitos, provenientes de um quarto que estava com a porta entreaberta e ao se aproximar, arregala os olhos ao ver dois saiyajins machos fazendo sexo.

Claro que sabia que os sons que ouvia eram de sexo.

Afinal, ele tivera relações com diversas fêmeas, não só saiyajins, como escravas, embora não conseguisse sentir nenhum prazer nessas sessões, que o faziam questionar, o motivo de não gostar ou apreciar um corpo feminino, sendo que tentou centenas de vezes ter alguma ereção.

Ele sai de seus pensamentos, enquanto continuava surpreso, pois, esperava encontrar um saiyajin fazendo sexo com uma escrava da limpeza da nave e não dois machos.

Um estava de quatro e o outro estocava com velocidade, atrás deste, enquanto o outro gemia e ás vezes, com um gemido mais fino, perante uma estocada vigorosa, enquanto clamava e pedia por mais.

Vegeta queria sair dali, mas, não conseguia, pois, por algum motivo, tal cena o prendia de uma forma, que uma cena de sexo heterossexual não o prendia e estava sentindo prazer, não por imaginar penetrando e sim, por ser penetrado, pensando em como sentia invejo do saiyajin de quatro e o fato de reparar na musculatura do que estocava impiedosamente.

Então, sente que ficava excitado de uma forma que nunca ficara antes e começava a masturbar-se, enquanto cerrava os dentes, passando a imaginar que estava no lugar do saiyajin que era penetrado e nisso, acaba imaginando que o macho atrás dele, era aquele que o salvou quando fora sequestrado, não compreendendo o motivo de se recordar disso, naquele instante.

Porém, não conseguia deter seus pensamentos e imaginava sendo estocado pelo mesmo e de forma selvagem.

Estava preso nesse devaneio, enquanto se masturbava, até sentir duas mãos musculosas o acariciando e uma mão começando a juntar a dele, que o masturbava e então, sente um dedo em sua abertura.

Nisso, arregala os olhos, pois, parecia real demais e acaba sentindo uma respiração em seu pescoço, assim como os lábios de alguém em seu ombro e uma voz rouca, enquanto que Vegeta acabara gemendo após uma carícia mais ousada:

- Então, é mesmo uma princesinha... Quem diria. Eu adoraria ser o seu príncipe.

Vegeta começava a rosnar de ira, enquanto lutava para controlar seus gemidos, assim como libertar-se, por mais que se sentisse bem, estranhando o fato de estar tão sensível a tais carícias.

Frente a isso, começa a se desesperar, pois, o seu corpo clamava por aquilo e estranhamente, nesse momento, vem à lembrança da criança saiyajin que o salvara e frente a tal visão, consegue a força necessária para se soltar dos braços do saiyajin e mesmo com o seu corpo amolecido pela onda de prazer que sentia com a masturbação em seu membro, consegue destruir a cabeça deste com uma rajada de ki, pois, o mesmo estivera confuso pelo afastamento e isso contribuiu para Vegeta conseguir acerta-lo sem maiores problemas.

Rapidamente, ajeita a roupa colante, enquanto se virava de costas para os saiyajins que surgiam do corredor, assim como os outros dois que estavam naquele quarto, que saíram do mesmo, frente ao nível de poder detectado pelos scouters, após se trocarem, precariamente.

O príncipe virou de costas para não verem a sua ereção, enquanto lutava para manter a postura fria e altiva, enquanto se retirava majestosamente dali, falando:

- Que sirva de aviso... Não aceitarei contestação de minhas ordens.

Antes que mais perguntas fossem feitas, ele entra no seu quarto, no final do corredor e após fechar a porta, caminha até o espaçoso banheiro, onde senta no chão, lutando para acalmar as sensações que o tomavam, enquanto sentia seu corpo quente, assim como suado, sendo que o seu membro se encontrava completamente ereto e ansiava por libertação.

Então, ele retira a sua armadura e roupa, enquanto fechava os olhos e a sua mente projetava, contra a sua vontade, essa criança adulta, com base no pai dele, já que parecia uma cópia do mesmo e sem perceber, sua mente visualiza a si mesmo, de quatro e Kakarotto atrás dele, pois, descobrira o nome dele.

O mesmo o estava estocando impiedosamente, fazendo-o delirar de prazer, enquanto o masturbava. Inclusive, ele se recordou que chegou a implorar que fosse mais rápido, sendo algo que o deixou estarrecido, pois, fora muito prazeroso.

Então, acorda com seu próprio gemido fino e alto, quando chega ao ápice, sujando o chão a sua frente, sentindo uma onda de prazer incrível e intensa, de uma forma que nunca teve com as fêmeas, sendo que teve que simular com elas, em nome de seu orgulho.

Após o prazer, fica desconcertado ao ver o quanto a sua mente viajou e o fato de que não fora com uma fêmea e sim com um macho, sendo que para piorar, ele estava sendo penetrado e para agravar ainda mais, ele sentira muito prazer ao ser o passivo e que chegou, inclusive, a suplicar, algo que acabou o aterrorizando, enquanto jurava que lutaria com todas as suas forças para esquecer o incidente daquele dia, assim como a sua imaginação, cerceando qualquer tentativa da mesma de imaginar tal cena, novamente.

Então, escuta um movimento no seu quarto e abre a porta, já preparando uma esfera de ki em uma de suas mãos, após cobrir o seu sexo com uma toalha, pois, desde jovem, odiava que alguém o visse nu, caso fosse um macho, pois, corava e odiava agir de forma tão estranha a seu ver, uma vez que era um macho e não uma fêmea, para sentir vergonha e corar, como acontecia com ele.