Notas da Autora

Vegeta tenta inutilmente lutar contra a sua mente "traidora", ao ver dele...

Enquanto isso, no planeta Supurouk...

Capítulo 6 - Chegada ao planeta Supurouk

Ele observa a escrava da nave recolhendo a roupa suja e trocando a cama, para em seguida se retirar dali e nisso, volta ao banho.

Então, se levanta e põe uma espécie de calça e blusa colante na cor azul para deitar na cama, com a esperança que a sua mente se "comportasse".

Porém, quando foi dormir, descobriu que no fundo de sua mente, em um lugar que não queria analisar, seu corpo ansiava e muito pelos toques de Kakarotto, ao ponto de ter tido um sonho intensamente prazeroso, em que era tomado com virilidade por Kakarotto, que o estocava profundamente, acertando a sua próstata diversas vezes, fazendo-o delirar de prazer.

Fora um sonho tão real, que Vegeta acordou se sentindo um tanto confuso, pois fora um sonho vívido demais e ao sentir algo úmido e um cheiro forte, percebe que havia ejaculado em todo o lençol e a quantidade indicava que fora várias vezes.

Frente a isso, imaginava os sons que fizera e inicialmente, fica alarmado, para depois se recordar que o quarto era a prova de som, fazendo-o sentir certo alívio, enquanto se levantava e entrava no banho, com a escrava da nave entrando para fazer a limpeza, ignorando o estado do lençol, tendo aprendido em sua vida a ficar calada, assim como ficar "invisível" sempre que possível, para evitar de ser estuprada muitas vezes por algum macho saiyajin sedento.

Pega o lençol sujo e coloca em uma espécie de balde largo, para depois retirar os travesseiros e colcha, separando em seguida as roupas de cama limpas para arrumar a mesma, enquanto suspirava aliviada do príncipe não ter notado ela, pois ouvira rumores que ele era impiedoso com as escravas e isso a fazia apavorar-se.

Em virtude disso, procura terminar o quanto antes para sair dali o mais rápido que pudesse.

Na jacuzzi, Vegeta estava mergulhado, só com a cabeça de fora, enquanto sentia muita raiva pela traição do seu corpo, assim como da sua mente ao recordar-se do sonho e do quanto sentira prazer ao ser aquele que era estocado e não o contrário e perante tal pensamento, sentiu o seu membro começando a ficar túrgido, assim como começou a ser tomado por uma sensação de calor terrivelmente prazeroso em seu corpo.

Ao perceber o rumo de sua mente e do seu corpo, ele desvia os seus pensamentos, lutando para aplacar sua excitação, assim como a sua mente, que ameaçava nortear-se para o sonho de outrora e isso era algo que não permitiria e que inclusive o deixava em um misto de ira e de vergonha, pois, era um macho e príncipe, portanto, considerava algo assim completamente vexatório.

Então, sai após algum tempo, vendo que a escrava retornava para pegar uma peça suja que estava em uma espécie de banquinho, notando o nervoso dela, sendo que ainda se sentia tomado pela ira e igual desgosto, enquanto desejava provar a si mesmo, que não era como no sonho e sim, que era um macho viril, tal como o seu genitor e a maioria de sua raça.

Não que os homossexuais fossem vistos como algo ruim. Era inclusive aceito, tanto para os machos, quanto para fêmeas e visto como algo normal, pois, os grupos de ataques ficavam viajando por vários meses em naves de tamanho considerável, portanto, relações entre membros do mesmo sexo era normal, já que normalmente havia muitos machos e poucas fêmeas. Mas, ele era o príncipe dos saiyajins e se era para apreciar outro macho, seria ele a penetrar e não o contrário. Era isso que o irritava, demasiadamente.

Então, avança contra a escrava, que fica apavorada ao notar o movimento dele.

Nisso, ele a puxa pelo braço e rasga a roupa dela, enquanto a mesma controlava o choro, pois, não era a primeira vez que era estuprada, enquanto orava para que não fosse demorado.

Desesperado para se livrar do desejo que sentia, ele começa a explorar o corpo da escrava que estava inerte, pois, aprendera que quanto mais submissa fosse, mais cedo terminava a seção de violência.

Vegeta começava a sentir raiva, ao ver que seu membro não despertava, mesmo com o corpo da escrava para si.

Com um rosnado, a põe de quatro na cama e entra nela com brutalidade, fazendo-a gritar, enquanto a estocava fortemente, sendo que a feria e muito, por mais que tentasse controlar a força, sendo que era algo difícil, pois, o fato de não conseguir se excitar ao penetra-la, com o seu membro, sentindo o canal quente e úmido, o exasperava, pois, ele desejava expurgar o pensamento impróprio a seu ver.

Após uma hora para, pois, não teve ereção, assim como não sentiu nenhum prazer e nisso, sai da escrava que está caída, com sangue saindo do meio de suas pernas.

Nisso, um saiyajin entra e se depara com a cena, sendo que Vegeta se dirigia ao banho nu.

Após alguns minutos, fala:

- Tem a minha autorização para coloca-la na Medical machine. Solicite a outra escrava, para que a mesma limpe e arrume essa bagunça.

- Sim, Vegeta-sama. – ele fala humildemente e arrasta a escrava por uma perna, pois, seria vexatório pegar um animal nos braços.

Após algum tempo, ele termina de se lavar, novamente, para depois sair, vendo que a outra escrava, atemorizava, limpava o mais rápido que conseguia, se encolhendo conforme ele passava perto dela para pegar a roupa que usava comumente para treinar, que consistia de apenas uma calça e blusa comprida colante, decidindo treinar em sua sala particular de treino e após estar trocado, sai dali, passando pela sala de treino pública, sendo que os saiyajins evitavam olhá-lo, pois notaram que ele estava irritado e ademais, não queriam ter o mesmo destino do colega.

Após alguns minutos, entra em uma espaçosa sala e nisso, começa a treinar, lutando para esquecer os sonhos impróprios e assim, segue-se por dias, com rotinas de treino ao nível da exaustão.

Ele treinava ao ponto de ficar esgotado, para que conseguisse dormir sem os sonhos eróticos, em que era estocado por Kakarotto, algo que o desgostava, isso quando não se recordava de quando era jovem e que foi salvo pelo filho do recém-promovido a Segunda classe, Bardock e do saiyajin de terceira classe, Raditz.

Porém, os sonhos eróticos continuavam e isso o irritava, demasiadamente.

Após três meses, Vegeta está na ponte de comando e um dos saiyajins, fala:

- Vegeta-sama. A nave em breve pousará no planeta Supurouk (vem de sprout, que é broto).

- Quanto tempo? - ele pergunta, sentado em sua poltrona.

- Em torno de três horas.

- Quais os dados do planeta? E qual a análise do mesmo?

- Um planeta classe A. Nível de oxigênio no limite para suplantar vida, recursos hídricos em torno de sessenta por cento. Detectamos várias formas de vida. Percebemos aglomerações com construções classe C. O maior nível de poder de luta que encontramos é de dois mil. O poder fica dentre mil e mil e trezentas unidades de poder. População com nível de poder classe D e em torno de um bilhão.

- Interessante... O tomaremos sem nos transformamos. Afinal, será bom prolongar a diversão. - Vegeta fala com um sorriso maligno.

- Com certeza, meu imperador. - nisso, todos riem ansiosos para ceifarem a vida do povo desse planeta, enquanto se divertiriam.

Então, a nave pousa e nisso, todos saem, preparando-se para atacar, quando olham e percebem que estão em uma floresta e sem nenhuma construção a vista.

- Mas, o quê... - um deles murmura, antes de cair ao solo, após pequenas rajadas destruírem os scouters deles e do príncipe.

- O que está acontecendo?

Vegeta pergunta estarrecido, enquanto que todos os seus homens eram mortos com golpes certeiros em seus abdomens e outros, tinham a cabeça esmagada com um soco.

- A pergunta certa é quem é o responsável. - uma voz fala atrás dele.

Rapidamente, o príncipe salta para frente, enquanto se virava e olhava o agressor, observando que parecia a versão mais velha do pai do garoto saiyajin que lhe salvou, só que sem a cicatriz em cruz na bochecha.

- Kakarotto...? - ele balbucia.

- Oh! Vejo que se lembra do meu nome. Quem diria? Um príncipe lembrar o nome de um mísero saiyajin de Terceira classe. Em outra situação, ficaria honrado, assim como o meu pai, antigamente, me ensinou.

- Você é só uma Terceira classe! Como pôde derrubar saiyajins de Elite?

Ele pergunta, com a sua ira o tomando, para que os seus olhos não admirassem os braços fortes e musculosos do maior e também para afastar os diversos sonhos eróticos que teve com o saiyajin a sua frente.

- Quer que eu lhe mostre? - ele sorri malignamente, fazendo um arrepio prazeroso percorrer o corpo de Vegeta, fazendo-o odiar-se por sentir isso.

Então, conforme Kakarotto se aproxima, Vegeta recua, enquanto tentava controlar o temor que sentia que era de medo e de raiva pelas reações de seu corpo, enquanto a sua cauda caía levemente da cintura, sendo que a sua respiração ficava pesada.

O saiyajin para de andar e observa atentamente o príncipe e ao perceber o que acontecia com o mesmo, sorri, agora maliciosamente, enquanto seus olhos brilhavam de desejo, resolvendo provocar o príncipe a sua frente e fala:

- Vejo que o pequeno príncipe está com os sentimentos confusos pela minha aparição... Além de sentir desejo por mim.

- Não fale besteiras, Terceira classe idiota!

- Sabe que posso demonstrar a verdade, não é? Que você me deseja e adoraria ser tomado como meu. - nisso, começa a andar.

- Maldito! Não fale asneiras!

- Aviso-lhe. Dobre a língua. Para o seu próprio bem. - ele muda da face maliciosa, para de ira, enquanto rosnava.

Tal face amedrontou Vegeta, mas, ele era orgulhoso e decide não se deixar ser intimidado pelas palavras de seu oponente e então, recuperando a cor do rosto, assim como deixando seu orgulho exacerbado ditar as suas palavras, ele exclama:

- Você á apenas um verme inferior! Uma terceira classe bastar...!

Antes que continuasse proferindo tais palavras de ira, um forte soco no abdômen deste o arremessa conta diversas árvores, o arrastando por uma área considerável, enquanto que os animais fugiam dali.

Então, Kakarotto voa até a trilha e fica em frente ao príncipe caído, dentre as árvores e que se levantava com dificuldade, embora cuspisse sangue, enquanto segurava o abdômen, olhando-o com ira.

- Eu adverti... brinque com fogo e irá se queimar. - ele fala seriamente, enquanto se aproximava.

- Você só conseguiu porque me pegou de surpresa! - ele exclama, irado, gemendo levemente pela dor ao ficar de pé.

- Ainda acha que foi isso? - Kakarotto abana a cabeça para os lados - Sua justificativa? Se for isso, vou deixar você me bater. Isso demonstrará minha superioridade.

- É um retardado?

- Dobre a língua. Não vou considerar o fato de você me bater e sim, o que você fala, em sua punição. Tenho contas a ajustar com a sua família.

- Punição? Contas a ajustar? Sua família virou uma proscrita por ordens do meu pai e as ordens do rei são absolutas. Não há injustiça.

- Eu não vejo desse modo... Mas, em breve terei meu ajuste de contas... Venha, me ataque se for capaz.

- Vou tirar esse sorriso cínico de sua face.

- Tente. - nisso, faz sinal para ele avançar e rosnando, Vegeta avança.

Dá um soco no rosto de Kakarotto, o lançando longe e então, avança contra o saiyajin que se curvara, e golpeia o abdômen deste com diversos socos consecutivos, sacolejando o corpo do mesmo, para depois unir as mãos e dar um forte golpe na cabeça do maior, lançando-o contra o chão e em seguida, desce, para depois acertar uma joelhada no abdômen deste, antes que chegasse ao solo, para depois erguê-lo pelo colarinho da armadura, para golpeá-lo violentamente no rosto e depois dá uma joelhada no queixo deste o lançando para o alto, para em seguida dar um soco no abdômen do maior, o lançando de volta ao chão, acabando por abrir uma cratera imensa e em seguida, lança diversas rajadas de energia contra ele, por alguns minutos, para depois concentrar seus poderes e gritar:

- Gallatic Cannyon!

Uma potente rajada desce até a cratera e levanta uma densa nuvem de poeiras e detritos, varrendo a área em torno do local em um raio de dez quilômetros, obliterando tudo em seu caminho.

- Bem feito, bastardo... - ele murmura ofegante, ignorando a sensação de tristeza e dor que ameaçou surgir em seu interior com a morte do saiyajin.

Porém, seu sorriso triunfante some ao ver Kakarotto flutuar na cratera e em seguida, pousar na borda desta, enquanto tirava o pó do resto de sua roupa, pois a sua armadura fora destruída, para depois olhar o amedrontado príncipe, enquanto falava com um sorriso de canto:

- Confesso que senti o seu último ataque... Mas, quanto aos demais, foram fracos demais.

- O que você é? Um monstro?!

Vegeta fica atônito, enquanto controlava o medo que sentia ao vê-lo intacto, além de tê-lo humilhado, sentindo uma imensa raiva querendo toma-lhe.

- Um super saiyajin. O da lenda, assim como os meus pais e irmão mais velho, Raditz. Uma família de super saiyajins, por assim dizer.

- Impossível... Só existe um e deveria ser este Vegeta... - ele balbucia, atônito.

- Você? - nisso, Kakarotto gargalha - Até parece... E vou mostra-lhe o que é um super saiyajin, para que compreenda.

Então, ele se concentra e nisso, seus cabelos ficam espetados e dourados, assim como os olhos verdes, além de mostrar alterações em sua anatomia, ficando um pouco mais musculoso, para horror de Vegeta, que fica em choque, enquanto via a áurea dourada.

- Apresento-lhe o super saiyajin que nosso povo tanto fala.

- Impossível... – murmura embasbacado.

- Bem, vamos ao que interessa...

Então, em um piscar de olhos, Kakarotto some da vista dele e em seguida, o príncipe sente ser pressionado contra o chão, com este segurando seus braços atrás dele com uma mão, enquanto a cauda do maior envolvia as suas pernas, sentindo a sua cauda sendo pressionada por um joelho dele, enquanto o afundava ainda mais no solo.

- Me solta!

- Cale-se!

Vegeta então sente algo frio contra a pele de seu pescoço e uma espécie de click. Nisso, é solto, enquanto que Kakarotto fica na frente dele, de pé, com um sorriso de canto.

- O que fez bastardo?

- Punir.

Uma descarga elétrica percorre o corpo de Vegeta, que sente uma dor lacerante, para depois cair no chão, enquanto arfava, sendo que a dor parou. Nisso, leva as mãos até o seu pescoço, apalpando o objeto e tenta tira-lo, recebendo uma descarga violenta, fazendo-o curvar-se.

- Respondendo a sua pergunta. Coloquei uma coleira em você. Ouse me ofender e será punido. Se tentar tirar, será punido de imediato e ademais, se sente fraco, não é? Aposto que se sente vulnerável, agora. Essa coleira também drena o ki.

- Não diga asneiras... Terceira classe bastarda.

- Punir.

Nisso, Vegeta é punido como antes, por alguns segundos e enquanto está se recuperando, o maior o coloca em seu ombro e o menor reclama e começa a golpeá-lo, sendo que sentiu um calafrio prazeroso, conforme ele segurava um de seus glúteos e apertava, com o príncipe sendo obrigado a cerrar os dentes para não gemer e isso somente o irritou ainda mais.

Então, antes de voar dali, Kakarotto ergue uma das mãos em direção à nave e a destrói, sobre o olhar aterrorizado do príncipe, que se recupera e começa a disparar ofensas contra o maior.

Kakarotto decide puni-lo, quando chegassem à única morada daquele planeta. Porém, não gostaria de ouvi-lo gritar, o ofendendo o caminho inteiro. Portanto, o nocauteia com um golpe na nuca, quando o retira do ombro, antes que ele pudesse reagir.

Então, o pega em seus braços, no estilo noiva e se retira dali, levando o príncipe desacordado, sendo que não compreendia porque não o deixou inconsciente com um golpe no abdômen, decidindo ser mais gentil com o golpe na nuca, assim como o levava nos braços, em vez de leva-lo no ombro.

Claro, Kakarotto desconfiava o que acontecia com ele e não desejava acreditar, pois, se fosse verdade, não conseguiria puni-lo como imaginou e planejou por tantos anos.