Notas da Autora
Quando Vegeta acorda, percebe que está...
Então, após alguns dias, Kakarotto percebe que...
Frente a essa descoberta, decide...
Capítulo 7 - A descoberta de Kakarotto
Vegeta acorda e sente que seus ferimentos foram curados e momentaneamente, luta para compreender o que aconteceu, até que se recorda e fica de pé em posição defensiva, sendo que estava em uma cama e nisso, uma voz conhecida surge das sombras em um tom zombeteiro:
- Pelo visto acordou, "princesa".
- Sou o príncipe dos saiyajins! E você é apenas...!
Mas, antes que exclamasse algo, percebe que estava nu e fica corado, enquanto se enfiava embaixo dos lençóis, controlando um rosnado de ira.
- Pelo visto... Tem vergonha de andar nu. Por quê? – Kakarotto pergunta curioso.
- Não sei! Sou assim desde que era filhote e... – então, ele para ao perceber o que conversava.
- O que foi?
- Não vou conversar com você, bastardo!
Kakarotto fica com a face séria e fala:
- Punir!
Nisso, uma nova descarga percorre o corpo de Vegeta, que se contorce de dor e grita.
Então, Kakarotto avança nele e retira o lençol, prendendo os braços dele para cima com uma mão, amarrando-a com uma corda, enquanto que separa as pernas dele, amarrando ambos os pés em cada ponta da cama, deixando-o exposto, enquanto o mesmo corava ao perceber o ocorrido e luta para se libertar, descobrindo que era infrutífero, não acreditando que simples cordas o prendiam.
- Essa coleira além de te punir, também drena o seu poder. Ou seja, atualmente, você é tão fraco, que não consegue romper as cordas.
Ele exibe desespero e luta para se libertar, apesar de saber que seus esforços eram infrutíferos, enquanto que Kakarotto se aproximava apenas de cueca, sendo que ao se aproximar do membro de Vegeta, o mesmo fica apavorado e usa a sua cauda, chicoteando a mão de Kakarotto, que meramente olha e fala, com um sorriso torto:
- Nem senti... Está tão fraco e indefeso...
Vegeta não entende porque o sorriso malicioso dele o fazia sentir arrepios de prazer, apesar de sentir alguns de medo, ao ficar tão vulnerável, enquanto que corava e fechava os olhos.
- Parece uma fêmea... Se bem, que as fêmeas saiyajins não são assim. Eu ia dar prazer a você, dando atenção ao seu membro, mas, como punição, não darei mais.
Vegeta o olha em um misto de raiva e de súplica, odiando sentir isso perante o seu inimigo, lutando para que a sua raiva o dominasse como antes.
Então, ele cospe na cara de Kakarotto, que fica irado e frente a tal olhar, Vegeta se encolhe, pois, sentiu um intenso medo, não reconhecendo porque a sua coragem lhe abandonou, justo naquele momento, após encontrá-la.
- Punir.
A temida palavra é pronunciada e ele recebe o choque violento em todas as suas terminações, sendo que Kakarotto fala mais duas vezes, fazendo-o arfar, enquanto sentia-se esgotado.
Então, Kakarotto pega a cauda de Vegeta e começa a roçar, determinando o local e a velocidade das fricções, conforme ouvia o príncipe gemer, sendo que no início ele cerrou a boca, lutando desesperadamente contra a vontade de gemer, até que não conseguiu mais, sendo que o maior notou que o gemido era consideravelmente fino, considerando o fato que ele era um macho.
Então, o membro de menor fica ereto e pulsante, clamando por atenção e ao perceber que conseguiu o seu intento, Kakarotto sorri de canto e cessa as carícias na cauda, fazendo o príncipe olhar em um misto de raiva e desejo, sendo que se contorcia de prazer, enquanto sentia o membro latejar.
Ele fica surpreso e igualmente desesperado, quando o maior amarra a cauda dele na cama, para que ele não se masturbasse com a mesma, para poder se aliviar.
Então, se levanta e se retira.
- Seu...! – Vegeta rosnava de ira e indignação.
- Considere seu castigo... Se quiser prazer, deve pedir, humildemente. "Por favor, mestre Kakarotto-sama, dê-me prazer."
- Nunca pedirei!
- Então, vou provoca-lo, sempre.
Após lutar, novamente, por algumas horas, Vegeta acaba adormecendo e sua mente é assaltada por sonhos eróticos com Kakarotto e frente a isso, goza e acorda sujo de sêmen.
Kakarotto entra com comida e nota que ele havia se aliviado.
- Pelo visto, precisamos fazer algo em relação a isso... Mas, agora, vamos comer.
Vegeta ia gritar que não queria, mas, seu estomago se rebelava.
Então, Kakarotto colocou um travesseiro em baixo de sua cabeça, para erguê-la e passou a estender a comida, segurando-a, para que ele comesse, sendo que percebeu o olhar de ira do menor.
- Solte-me para comer.
- Não.
- Não vou comer. – ele fala virando de lado.
Kakarotto dá de ombros e fala, apoiando a comida na mesa próxima dele, propositalmente.
- Me chame quando precisar comer. Claro que terá que falar: "Por favor, me alimente, meu mestre, Kakarotto-sama".
- Nunca!
Vegeta podia estar exposto, corado frente ao fato de expor seu membro e seu corpo daquela forma, estar com uma coleira que podia puni-lo, além de estar preso em uma cama, com o seu ki diminuído, sem saber se era escravo ou prisioneiro, embora se inclinasse mais para escravo, mas, jurou a si mesmo, que nunca iria se curvar a uma Terceira classe, pois, tinha o seu orgulho.
Porém, após horas, seu estômago se rebela e ele não tem escolha, além de fazer o pedido humilhante, pois, não conseguia mais se segurar.
- Kakarotto!
Ele grita o nome e percebe que ele não entrou e frente a isso, resignado, mas, sentindo uma intensa ira por dentro, grita:
- Kakarotto–sama!
Nisso, sorrindo, o mesmo surge ao abrir a porta, exibindo um sorriso de ponta a ponta do rosto e pergunta, "inocentemente".
- Sim?
- Por favor, me alimente, meu mestre, Kakarotto-sama. – ele fala controlando a sua ira, enquanto queria chorar de raiva, por estar se humilhando.
- Viu? Foi difícil?
Ele sente uma vontade imensa de trucida-lo e Kakarotto parece se divertir com isso.
Então, senta e Vegeta come o que lhe é ofertado, sendo que fala, com o seu costumeiro mau humor:
- Está frio.
- Ninguém mandou recusar àquela hora... Mas, claro, se quiser comida quente, fale "Por favor, esquente a comida, meu mestre, Kakarotto-sama.".
- Nunca! – ele exclama, juntamente com um rosnado de ira.
- Então, coma quietinho. – o maior fala, seriamente.
Após comer, ele percebe que Vegeta se contorcia e estranha, até que ele fala:
- Preciso urinar.
- Peça "Por favor, mestre Kakarotto-sama, me permita urinar.".
- Nunca!
- Então, faça na cama. Porém, o lençol só será trocado daqui a dois dias. Se quiser ficar deitado na urina, por mim tudo bem.
Quando o maior aproxima a mão da porta, Vegeta pede, em súplica, odiando fazer isso.
- Por favor, mestre Kakarotto-sama, me permita urinar.
- Vou fazer isso... Viu como sou bonzinho? – ele pergunta, sarcasticamente.
Vegeta queria entender aonde o "bonzinho" que ele falava se encaixava, pois, não viu nada disso, ainda e percebeu que ele queria humilha-lo.
Tal constatação apenas o irritava, enquanto sentia que odiava o ser a sua frente, embora não conseguisse conter a ínfima saudade que sentia em revê-lo e se maldiçoava por essa pequenina parte em seu ser, ainda manter tal desejo.
Kakarotto prende os braços dele atrás das costas e as pernas juntas, com ele não compreendendo como usaria o banheiro daquela forma, sendo que ele o pega no colo e põe na frente da privada, apoiando no corpo dele, sendo que estava vestindo apenas uma cueca e que o toque do mesmo, fez Vegeta gemer abafado, pois, lacrou a sua boca.
Então, Kakarotto pega o membro dele e posiciona:
- Vamos.
Com dificuldade Vegeta faz, não conseguindo saber se continha seus gemidos ou se aliviava, acabando por decidir se aliviar.
Após terminar, sentindo alívio, ele sente algo sendo colocado em seu membro e fica alarmado, ao ver que era uma espécie de anel metálico.
Então, olha para Kakarotto que exibe um sorriso malicioso, enquanto falava com a voz rouca.
- Não vou conseguir te punir adequadamente sem usar isso... Sua mente é muito esperta, para encontrar a liberação.
- Não!
Vegeta exclama indignado e ia protestar, quando a sua voz cessa, passando a gemer intensamente, pois a cauda de Kakarotto passa a acariciar o membro dele, enquanto que uma de suas mãos acariciava os seus mamilos e a outra o mantinha dentre seus braços fortes e musculosos.
Pego de surpresa, Vegeta não consegue conter os gemidos, enquanto Kakarotto o levava para a cama e o prendia com os punhos para cima, presos por uma única corda e juntos, para em seguida prender os seus pés, sendo que o príncipe não conseguia lutar contra isso, pois a cauda de Kakarotto era implacável em suas carícias certeiras e igualmente ritmadas.
Quando o maior termina de prender o menor, o membro de Vegeta encontra-se latejante, enquanto sentia o anel pressionando o seu membro, impedindo que ele se aliviasse, sendo que Kakarotto sorria ao ver o estado extremamente excitado de seu conterrâneo.
Frente a tal situação, Vegeta o observa com a face repleta de súplica e frente a isso, sorrindo maliciosamente, Kakarotto fala, com a voz consideravelmente rouca:
- "Por favor, mestre Kakarotto-sama, dê-me prazer." Essa é a palavra mágica.
Vegeta nota a ereção do maior e este fala, ao seguir o olhar do príncipe, percebendo o que ele iria dizer, sendo que quando o menor vai abrir a boca para falar, o maior já se adianta:
- Eu tenho como me aliviar... Já, você não e dessa vez, a sua mente não vai ajudar. Inclusive, vai agravar a sua situação. Vou pegar a comida e já volto.
- Pegar?
Ele arqueia o cenho, surpreso por criar um tópico inusitado de conversa, considerando o fato que se sentia consideravelmente agonizante, pelo prazer negado a ele por causa do anel.
- Tem um robô que cozinha para mim. Ou melhor, vários.
- Esse planeta...
- Todos os dados que você viu, foram "fabricados". Quer dizer, em relação à população e outras informações referentes à mesma, pois, induzimos uma análise errônea para a sua nave. Minha irmã é especialista em tecnologia, acredite. Segundo as palavras dela, foi demasiadamente fácil enganar os sensores da nave. Estamos só nos dois e alguns robôs, nesse planeta. Além dessa casa, claro.
Então, ele se retira, enquanto que Vegeta sentia um forte desejo de liberar sua excitação, sendo que sentia o anel pressionar o seu membro e após o maior sair, ele grita dentre as quatro paredes em um misto de desejo e ira, pois, no fundo, seu corpo clamava para sentir as mãos de Kakarotto e isso somente o irritava ainda mais.
- Droga!
Ele gritava audivelmente, até que seu membro pulsa e ele geme em um misto de dor e prazer, ao sentir a constrição implacável.
Algum tempo depois, Kakarotto surge com comida e Vegeta come sem reclamar, pois, estava com fome, sendo que sentia vergonha de estar exposto a Kakarotto, que passou a perceber que o rubor do menor, o agradava.
Ele limpa a boca do príncipe e depois, se levanta, se retirando dali.
Após horas, Vegeta não consegue dormir, pois, quando a sua mente viajava para um sonho erótico, ele acordava com a restrição e isso durou várias horas, até que cede, pois, não aguentava mais, enquanto imaginava a face de vitória que o proscrito exibiria ao saber que o derrotou.
- Dormiu bem? – a pergunta o tira de seus pensamentos e o faz olhar para o lado, percebendo que Kakarotto entrava com um sorriso extremamente malicioso.
- O que acha? – o príncipe pergunta sarcasticamente.
O maior mantém o sorriso presunçoso, enquanto que o menor vira o rosto para o lado, após cerrar os dentes, sentindo uma intensa raiva de si mesmo e de seu corpo traidor, para depois se concentrar e suspirar, falando em um tom baixo, dividido entre a vergonha e a raiva, sendo que cerrava ao mesmo tempo, os seus olhos:
- Por favor, mestre Kakarotto-sama, dê-me prazer.
- Não ouvi.
Na verdade, ele ouviu.
Porém, queria que o príncipe falasse audivelmente.
- Por favor, mestre Kakarotto-sama, dê-me prazer! – ele grita em uma ânsia de desejo, vergonha e desespero, algo que o maior percebeu.
Então, ele se aproxima do menor que estava com o rosto virado para o lado, sendo que sente os lábios do maior o beijando, fazendo o mesmo abrir os olhos, enquanto deitava sobre ele, sendo que estava sem a cueca, fazendo o outro se alamar ao ver o tamanho do membro de Kakarotto, sendo que tal visão também o fez gemer de prazer.
O maior distribui beijos pelo rosto e curva do pescoço dele, enquanto acariciava o corpo do mesmo, sendo que para, de repente, ao perceber aonde chegou, sendo que inicialmente, iria parar apenas no beijo.
Então, retorna ao seu plano original, vendo Vegeta olha-lo em súplica e fala:
- Vou liberar a sua cauda. Você deve me masturbar e quando sentir que está bom, irei liberar a sua ereção.
Vegeta apenas concorda com a cabeça, pois, sua pele ainda fervia, onde os lábios exigentes de Kakarotto passaram e que aliado com a sua ereção, o fez fazer conforme ele mandou, odiando ser subjugado pelo mesmo, embora confessasse que sentia um prazer traiçoeiro frente a essa submissão.
Enquanto a cauda de Vegeta masturbava o membro de Kakarotto como fez com ele, percebeu que o membro do maior crescia ainda mais, enquanto arregalava os olhos, ao pensar, consigo mesmo, ficando novamente alarmado:
"Não estava completamente ereto? O que ele é? Um monstro?"
Kakarotto gemia roucamente como uma fera, enquanto que Vegeta aumentava a masturbação nele, sentindo que a sua própria excitação aumentava, conforme a cauda de Kakarotto intensificava as carícias em seu membro, ao ponto de desejar liberar o seu prazer e não conseguindo, pois o anel impedia a sua liberação, novamente, fazendo-o gemer de frustação.
Então, Kakarotto libera o membro de Vegeta do anel, enquanto o masturba com a cauda e ambos masturbam um ao outro com as caudas, com o maior beijando possessivamente o menor, assim como acariciando o corpo do príncipe, que sentia a sua pele queimar de desejo frente aos toques, se contorcendo de prazer embaixo do maior, até que ambos encontram a liberação juntos, com Kakarotto rosnando guturalmente, como uma fera, enquanto liberava a sua semente, sujando o abdômen do menor.
Já, Vegeta, solta um gemido fino, porém longo e sôfrego, para em seguida liberar o seu prazer nos lençóis, sujando uma parte do abdômen de Kakarotto, para depois cair na escuridão confortadora dos doces sonhos.
Então, após suspirar, ficando surpreso com o intenso prazer que experimentou, sendo que nunca sentiu algo assim com as fêmeas, quando teve relações com elas, passa a olhar para o príncipe, adormecido embaixo dele e descobre que inicialmente, sua vingança seria espancá-lo e humilha-lo.
Porém, ao olhar para o menor adormecido, sendo que achou a face dele, simplesmente adorável, percebe que não conseguiria se vingar, como idealizou por anos. Podia fazê-lo se humilhar e tudo mais. Mas, bater nele, estava fora de cogitação e conforme aplicava as punições nele, pela coleira, começou a se sentir mal, pois, algo dentro dele, repudiava tal ato.
Ao vê-lo dormir, parecendo pequeno para a cama, não pôde deixar de emitir um grunhido de prazer, pois, era perfeito para ele e não havia se recordado disso até este dia.
Além disso, ele evocava o desejo de protegê-lo e cuidar dele. O problema era a língua afiada dele e o fato de humilha-lo, mas, isso podia ser administrado, inclusive, de outra forma, sem envolver humilhação, sendo que seria algo prazeroso.
Aliais, precisava fazer isso, pois, desconfiava que o amava, apesar de não ter absoluta certeza disso, enquanto que não sabia o que Vegeta sentia por ele, sendo que se continuasse da forma como estava, o menor ia passar a odiá-lo e isso, era inconcebível ao maior, que inclusive, cogitava a hipótese deles terem uma ligação verdadeira, assim como os pais dele, Bardock e Gine tinham, tal como Raditz e Tights.
Afinal, isso explicaria muitas coisas que sentia por ele, inclusive o fato de se sentir unido a ele, a um nível profundo, que inclusive, o assustava, pois, era incrivelmente intenso e igualmente poderoso.
Então, frente ao provável sentimento que o tomava, assim como a hipótese que cogitava, decide repensar em sua vingança, pois, não conseguiria levá-lo como planejou incialmente, sendo que o fato de Vegeta ser pequeno evocava sentimentos de proteção e cuidado.
Portanto, feri-lo, estava fora de cogitação e por isso, decide "brincar" com ele, o punindo de forma prazerosa, inclusive para ambos, ao pensar em uma alternativa para a coleira.
Afinal, adorou ouvir a voz dele em súplica, implorando pelo prazer e queria ouvir mais disso e também amava vê-lo corado, enquanto percebia que o menor se entregava, por completo, frente às carícias que executava com maestria e por causa disso, poderia usar isso a seu favor.
