Notas da Autora
Vegeta pretendia ter uma conversa séria com o maior, porém...
Kakarotto fica intrigado com o símbolo na omoplata do menor, assim como o fato dele não gemer e se comportar como os outros machos e decide...
Capítulo 10 - A estranha marca
Após duas horas, Vegeta acorda e percebe que está com a cabeça em cima do tórax musculoso de Kakarotto, que afaga o seu rosto e sorria para ele, fazendo-o corar, enquanto sacudia a cabeça para os lados, pois, era estranho corar para outro macho e frente a isso, se recorda da promessa dele e passa a arquear o cenho, com o maior achando estranho.
Então, após acariciar carinhosamente o rosto do menor, pergunta:
- O que houve meu pequeno príncipe?
- Não gosto desse apelido! Sou Vegeta, o príncipe dos saiyajins. Não, pequeno. – ele fala emburrado.
- Quando falo pequeno, é por causa da sua altura. Você é pequeno, para mim.
- Sua Terceira classe bastar...!
Mas, antes que começasse a esbravejar, Kakarotto o deita na cama e toma os lábios de Vegeta em um beijo possessivo e após resistir, inicialmente, Vegeta acaba cedendo, principalmente com as carícias em seu cabelo pelas mãos grandes de Kakarotto.
Então, fica alarmado ao ver a cauda de Kakarotto roçando em suas coxas, enquanto ele se encaixava entre as suas pernas, descendo as carícias pelo corpo dele, deixando um rastro ardente em sua pele, para em seguida, começar a massagear os mamilos do menor.
Vegeta ia protestar, quando eles se separam para recuperar o folego e Kakarotto fala:
- Não vou estupra-lo... Nunca faria mal a você... Pelo menos de machucar – nisso, leva a mão até as nádegas de Vegeta e aperta vigorosamente, fazendo uma corrente de prazer percorrer o menor, que geme fino, sentindo a mente nublar gradativamente, conforme era imerso em prazer – Só irei entrar em você, quando me autorizar.
- Nunca terá essa autorização – ele fala revoltado, pois, pretendia ter um assunto sério com ele e o mesmo não permitia.
"Será que ele só pensa em prazer?" – pensa consigo mesmo irritado, percebendo que o saiyajin em cima dele era extremamente pervertido.
- Tudo bem... Sou paciente, acredite. Eu medito regularmente. – ele fala com a voz rouca, fazendo calafrios prazerosos percorrerem do menor, enquanto tomava o pescoço de Vegeta, alterando entre mordiscar e sugar.
Nisso, sem o menor perceber, a sua cauda começa a acariciar as costas de Kakarotto, fazendo rosnados ferais de prazer, brotar da garganta dele.
Então, o príncipe fala entre gemidos finos e outros mais longos, sendo estes, conforme uma carícia mais possessiva e vigorosa do maior em cima dele:
- Não sei o que é meditar... Mas, não irei autoriza-lo, nunca, sua Terceira classe bastar...!
Antes que terminasse de falar, as mãos grandes de Kakarotto seguram o membro dele, que estava ereto e começam a massageá-lo, arrancando um grito fino de prazer do príncipe, que estava envergonhado, tanto por estar nu na frente de Kakarotto, quanto pelo seu gemido fino.
Então, Kakarotto começa a masturba-lo possessivamente, enquanto mordiscava os mamilos e com a outra mão apertava a ponta, enquanto que a cauda grossa dele roçava por toda a extensão da perna, até roçar no botão rosa do menor, fazendo os gemidos finos de Vegeta se intensificar ainda mais, enquanto que a cauda concentrava-se naquele ponto, roçando, fazendo o menor arregalar os olhos, para depois emitir um gemido fino e longo, que preenchia o ambiente, com ele segurando e apertando com força as costas do maior, arrancando mais rosnados guturais de Kakarotto, sendo que a cauda do menor desce até o membro do maior que estava túrgido e pulsante, passando a masturba-lo, arrancando mais rosnados ferais e igualmente guturais que preenchiam o ambiente, juntamente com os gemidos finos e sôfregos do príncipe.
Então, Kakarotto desce pelo corpo de Vegeta, mordiscando e chupando a pele, deixando uma trilha ardente para trás, enquanto o menor se contorcia de prazer, até que começa a masturbar com a boca o membro de Vegeta, sendo que mordiscava levemente a ponta, fazendo o menor dar gritos finos de prazer, enquanto gemia sofregamente, com os seus típicos gemidos finos, para depois sentir um dedo de Kakarotto em seu botão rosa e depois entrando, passando a se mexer, enquanto ele se contorcia e gemia, dando um gritinho fino, quando o maior ia mais profundamente.
Sorrindo maliciosamente, com o menor não compreendendo tal face, embora estivesse extremamente corado, o maior concentra o seu ki na palma da mão e lança uma onda de ki através do dedo, para dentro do príncipe, fazendo Vegeta dar um grito fino e longo de prazer, quando sente algo atingir sua próstata, fazendo-o gozar.
Enquanto se recuperava, imerso na convulsão de prazer que mergulhou, sentindo ainda as ondas de prazer, a masturbação recomeça com as mãos possessivas do maior fazendo o membro ele ficar ereto, sendo que ainda estava envolvido no prazer.
Enquanto isso, Kakarotto subia e lhe dava um beijo nos lábios, para depois descer e mordiscar os pequenos mamilos, assim como suga-los, arrancando mais gemidos do príncipe que se contorcia em uma agonia prazerosa, enquanto que o maior rosnava, sentindo um intenso prazer ao ver o menor se contorcer sem qualquer controle, sendo que ele estava se segurando para prolongar o seu prazer.
A cauda dele apertava as coxas de Vegeta, assim como passeava pelo corpo do menor, enquanto a cauda do menor passou a masturbar o falo turgido de Kakarotto, que rosnava como uma fera ensandecida, com a respiração grossa e entrecortada, conforme era masturbado e desce as mãos até o membro do menor que clamava por atenção, já se encontrando ereto, com o maior sorrindo ao ver o menor com um olhar expectante, conforme notava o mesmo movimento de antes, sentindo algo atingir a sua próstata, fazendo o gemer e se contorcer, delirando de prazer, sendo que ao ver a face contorcida de prazer do menor, assim como as reações do mesmo, Kakarotto emite um rosnado gutural de prazer.
Então, arfante, ainda sentindo o prazer de outrora, Vegeta olha para o maior que sorria de canto de forma pervertida, tendo os seus orbes ônix banhados na mais pura luxúria, fazendo o menor sentir calafrios de prazer, perante tal sorriso pervertido, assim como os orbes famintos.
- Gostou, né?
- Como fez aquilo?
- Segredo... mas, quer de novo?
Vegeta, que ainda estava imerso em prazer e sem qualquer controle de seus lábios, pede de forma suplicante:
- Sim...
- Quero um sexo oral. Faça e darei mais prazer... ainda mais do que antes, eu prometo. – ele fala com a voz rouca, com Vegeta se sentindo perdido nos orbes ônix, banhados em pura luxúria.
Com a mente envolta em prazer, sem qualquer raciocínio e desprovido de qualquer orgulho, gemendo loucamente conforma as carícias habilidosas de Kakarotto prosseguiam, implacavelmente, ele consente, sem poder falar.
Então, o maior senta e o puxa, com o menor se dirigindo até o membro grosso e grande, completamente ereto como um mastro e o príncipe percebe que nunca conseguiria caber na boca, assim como imaginava o mesmo adentrando nele, até que percebe seus pensamentos e os espana de sua mente, pois, na verdade, sentia medo, pois, era muito grande e grosso.
Mesmo assim, decide tentar, sendo que se sentia envergonhado, embora sentisse seu corpo clamar pela técnica que Kakarotto usou nele e que lhe deu um prazer absurdo.
Afinal, o prazer que experimentou antes foi simplesmente maravilhoso e seu corpo ansiava pela repetição e ainda melhor, conforme a promessa do maior.
A cauda de Kakarotto passa a masturbar Vegeta, pois, percebeu, que quando o seu parceiro de acasalamento encontrava-se imerso em prazer, ficava completamente rendido, se tornando submisso, sendo o completo oposto, do que usualmente era, como se o prazer anestesiasse o seu orgulho, assim como nublava a sua mente.
Então, coloca o máximo que consegue na boca e começa a masturbá-lo, com Kakarotto soltando um rosnado feral intenso, enquanto se deliciava com a cauda do menor envolvendo as pernas dele e acariciando.
Então, Kakarotto pega a cauda do menor e roça com as mãos, sabendo que isso os atiçava e como consequência, Vegeta, ficou ainda mais imerso em prazer, gemendo longamente e abafado por causa do membro.
Então, após algum tempo, Kakarotto chega ao ápice, sendo que deixou o menor seguir o ritmo que queria e então, Vegeta engole, achando um pouco ruim.
Porém, a sua mente não ajudava, enquanto que passou a gemer longamente, quando Kakarotto roçou novamente a sua cauda em seu botão rosa.
O maior o deita e então, começa a masturba-lo, para depois fazer o mesmo de antes, ao introduzir um dedo e concentra o ki, fazendo Vegeta se contorcer, enquanto apertava o seu abraço no pescoço de Kakarotto, soltando gritinhos finos, conforme sua próstata era acertada pela onda de ki concentrada em um ponto, enquanto que o maior roçava o seu membro grande e grosso no do menor em um ritmo intenso, fazendo-o gemer com uma voz fina, com Kakarotto massageando os mamilos do pequeno príncipe com as suas mãos, apertando ocasionalmente as pontas dos mamilos, fazendo o príncipe arfar e após algum tempo, ambos chegam ao ápice.
Vegeta emite um gemido longo e fino, convulsionando de prazer, enquanto curvava a cabeça para trás, abraçando fortemente o maior, enquanto que Kakarotto liberava um rosnado feral rouco.
Então, quando vai falar algo para o menor, percebe que ele estava dormindo, provavelmente, por estar esgotado pelas últimas atividades de ambos e pelo que passou, anteriormente.
Então, Kakarotto geme de frustação consigo mesmo ao se recordar que eles não comiam há algum tempo e praguejava contra a sua libido, pois, não se lembrou de que não haviam comido nada nas últimas horas e jura a si mesmo, controlar o seu lado pervertido melhor, pois, se dependesse de sua libido exacerbada, viveriam na cama e não sairiam dela, nem para comer.
Então, o seu estomago ronca e decide rever o seu conceito anterior, uma vez que o seu lado pervertido não teria êxito perante a sua fome, sendo que iria esperar seu companheiro de acasalamento acordar, para poderem comer juntos, jurando a si mesmo que iria conter seu lado pervertido.
Suspirando, ele deita ao lado do menor, levantando a cabeça dele e fazendo o mesmo deitá-la em cima de seu tórax, enquanto a sua cauda cobria ambos com o lençol.
Um robô entra no quarto e fala:
- A comida já está pronta, Kakarotto-sama.
- Guarde-a, por favor, e depois, aqueça, quando eu ordenar. Portanto, fique de prontidão.
- Como desejar, Kakarotto-sama.
Nisso, o robô sai e Kakarotto aspirava ao odor de Vegeta, que estava impregnado com o seu e não pode deixar de emitir um grunhido de satisfação, pois, seu lado possesivo adorava ver o seu pequeno príncipe marcado com o seu cheiro e esperava que ele correspondesse a marcação, pois, o escolheu como seu parceiro de acasalamento.
Então, após algum tempo, se recordou da promessa que fez e suspira mal humorado, ao saber que teria que sair da cama.
Então, se surpreende, ao sentir dificuldade em tirar a cabeça de Vegeta do seu tórax, enquanto fazia isso o mais gentilmente possível, pois, o menor o abraçava fortemente e possessivamente, se lamuriando no sono em gemidos inaudíveis para os humanos, mas, não para os saiyajins, esfregando ainda mais a cabeça no tórax dele, por não estar disposto a perder um travesseiro maravilhoso, com o maior controlando seu riso ao saber que seu companheiro de acasalamento fazia tudo aquilo ainda dormindo, enquanto imaginava a reação dele se soubesse o quanto ele era sincero e igualmente carinhoso durante o sono.
Com muito custo, consegue se separar dele, sem este acordar, embora ouvisse um leve resmungo, quando, inconscientemente, o menor afagou com as mãos o seu lado na cama, sentindo a ausência do corpo de Kakarotto, enquanto suas pernas, que estiveram momentos antes apoiadas em uma das pernas dele e a outra dobrada em sua cintura, estavam sendo depositadas delicadamente nos lençóis macios, para depois retornar a cobri-lo, beijando docemente os lábios do menor em um beijo curto e murmurando em um sorriso:
- Eu já volto... Meu pequeno príncipe.
Então, sai do quarto nu, encontrando alguns robôs que realizavam a limpeza, para depois entrar em um quarto, após ser reconhecido a sua íris, assim como polegar e a voz.
Após entrar no espaçoso quarto, todas as luzes ascendem, automaticamente a sua presença no cômodo, enquanto ele se aproximava de um imenso computador, para depois sentar em uma poltrona reclinável e almofadada, sabendo que o monitor só o mostrava na cintura para cima e, portanto, não teria problemas em pedir a conecção estando nu, pois, não queria voltar para o quarto, apenas para colocar uma calça.
Então, ordena:
- Computador, aqui é Kakarotto. Inicie programa.
Nisso, o computador liga sozinho e a voz robótica surge:
- Bem vindo, Kakarotto-sama.
- Contate Tights.
- Como desejar, Kakarotto-sama.
Nisso, após alguns minutos, o computador conecta e a tela inicial deixa o mesmo surpreso.
Tights estava no colo de Raditz e ambos se beijavam, possessivamente, sendo que ela não percebeu a chamada, até que ele pigarreia e exclama, sorrindo de canto:
- Pelo visto, as coisas estão bem animadas, aí!
Nisso, a chikyuujin e o irmão deste olham para a tela, inicialmente surpresos, para depois a humana corar, intensamente, saindo do colo de Raditz, que mostrava o dedo do meio para o seu otouto, enquanto demonstrava a sua total insatisfação pela interrupção inoportuna em sua face.
- Devo falar com a nossa kaa-chan? Ela vai adorar saber que você ergueu o dedo do meio para este Kakarotto...
Raditz fica como uma pedra e começa a suar frio, com Tights o vendo e depois, passando a olha com raiva para Kakarotto, apontando o dedo em riste para o mesmo:
- Ouse fazer isso e não te ajudo mais! Ademais, só estávamos nos beijando.
- Tá... Engana-me que eu gosto. – ele fala em meio a um riso, cruzando os braços.
- Eu ainda sou virgem! Só terei a minha primeira vez quando nos vincularmos! E em relação a isso, eu...
Nisso, ela para de falar e arregala os olhos, após descer o olhar, passando a corar violentamente, até que dá um grito, fazendo ambos os saiyajins tamparem as orelhas por causa do agudo, com a humana virando de lado, sendo que os irmãos se entreolham, sem compreender o motivo, até que o mais velho abaixa o seu olhar e esbraveja:
- Vá se vestir, seu bastardo! Pelo menos, ponha uma calça, seu desgraçado!
- Mas... a tela está para o alto.
- Não está, seu infeliz! Da para ver tudo!
Nisso, a porta do quarto espaçoso em que o casal se encontrava abre de supetão e através dela, surgem Bardock com Gine. A saiyajin se adianta, aflita, abraçando Tights, enquanto olhava preocupada para ela:
- O que foi minha querida? – ela pergunta, enquanto afagava a cabeça da jovem.
- Kakarotto está nu! E acabei de ver... aquilo! – ela exclama, apontando para o monitor, sem olhar.
Bardock então olha e percebe, para depois gritar, irado:
- Seu bastardo! Use roupas quando se comunicar via monitor! Sua nee-san podia ser poupada de ver o seu membro, não acha?! Inclusive, seu pai podia ser poupado de ver o membro de outro macho, seu desgraçado!
Suspirando aborrecido, pelo escarcéu exagerado a seu ver, ele ergue o monitor, sendo que não percebeu que havia o abaixado no dia anterior e fala:
- Estou na sala. Não vou sair, ainda. E agora, tampou?
- Acho que vou querer verificar se o pênis de um macho aparece ou não, moleque? – Bardock pergunta de mau humor.
Gine olha discretamente e fala que não.
Nisso, Kakarotto vê a sua mãe triste, quando olha para ele, sabendo o motivo para tal tristeza, sendo que se sentia mal e decide tranquiliza-la:
- Não vou me vingar do príncipe... Acredito que ele é uma vitima de seu próprio pai e da cultura de nossa raça.
Nisso, vê um imenso sorriso brotar no rosto gentil da genitora, sendo que ele adorava o sorriso de sua mãe, que se aproxima e fala emocionada, fazendo-o se sentir mal por deixa-la triste, quando comunicou a ela o seu desejo de vingança.
- É verdade, meu filho?
- Sim... Inclusive, eu o marquei como meu parceiro.
Os demais se entreolham, surpresos e então, Gine fala gentilmente, com o seu típico sorrindo e face gentil:
- Bem, o que importa é que o ama e, portanto, vá em frente, meu filho.
- Mas, antes quero saber algo... Não é você que é comido, né? – Bardock pergunta visivelmente preocupado.
- Bardock! E se for isso? Ele o ama. – Gine exclama indignada batendo no tórax dele.
Tights corava e Raditz fala:
- Não o considero mais meu irmão, se for aquele que é comido!
- Vegeta que é comido...
- Melhor... Prefiro um filho que coma a ser comido. – nisso, Bardock respirava aliviado.
Gine estapeia o tórax de seu companheiro, com todos ouvindo o estalo e o mesmo acariciando o local, enquanto demonstrava uma face de dor, com a saiyajin exclamando, irritada:
- Bardock!
- Ele é o meu pequeno príncipe. – Kakarotto fala com um sorriso no rosto.
- Que fofo!
Ambas, Gine e Tights exclamam unidas em um tom emocionado, sendo que Bardock e Raditz reviram os olhos, enquanto murmuravam algo inaudível.
- O problema, é o orgulho dele... – Kakarotto suspira.
- Dê tempo ao tempo, meu filho... Além disso, o conquiste. – Gine fala com um sorriso no rosto.
- Obrigado kaa-chan.
- Bem, vá fundo... Ou melhor, dizendo, já foi? – Bardock pergunta interessado, com um sorriso malicioso no rosto.
Tighst cora intesamente, Raditz rosna violentamente para o genitor e Gine, corada, dá vários tapas no tórax do companheiro, enquanto o olha com os orbes estreitados, exclamando:
- Bardock! Pare com isso! Nossa filha está corada! Seu pervertido!
Nisso, ele enrola a cauda dele na cintura dela e fala, roucamente, comendo-a com os olhos:
- Mas, você adora o meu lado pervertido...
Tights cora e dessa vez, é Raditz e Kakarotto que exclamam, em usino:
- Otou-san! É no quarto! Controle-se!
- É mesmo... Esqueci... – ele fica sem graça e Gine está corada, assim como Tights.
Kakarotto suspira e fala, ao ver que a sua família se "acalmou":
- Além de contatar para tranquiliza-la, kaa-chan, preciso de um favor da minha nee-san.
- O que você precisa, otouto? – ela pergunta atenta.
Nisso, ele explica da marca estranha na omoplata de Vegeta, fazendo eles se entreolharem, até que o genitor dele, fala:
- Isso é algo estranho e faz eu me lembrar de algo, mas, não consigo lembrar direito o que é... – Bardock fica pensativo, até que fala, com incerteza na voz – Acho que se chama a marca do ookera. Mas, não tenho certeza.
Tights mostra uma espécie de computador fino, sendo que há um desenho que ela fez, conforme a descrição de Kakarotto:
- É assim?
- Isso mesmo! É dessa forma.
- Bem, vou cruzar esse símbolo, com algo relacionado a palavra ookera. Vou pesquisar no banco de dados da nave, sendo que usarei o sinal para invadir o banco de dados de Bejiita.
Kakarotto estava tranquilo, pois, ela conseguia fazer de tal modo, que não era rastreada. Ademais, eles eram uma família de super saiyajins e nenhum outro saiyajin dominou a transformação.
Portanto, caso fossem encontrados, podiam lidar facilmente com as naves, sendo que Tights, inclusive, construiu um sistema de defesa planetário no planeta que estavam e que conseguia abater qualquer nave em um raio de distância considerável.
Inclusive, ela vivia invadindo discretamente o sistema para conseguir vários dados e inclusive, Gine, frustrou várias invasões a planetas inocentes, sendo que a seguindo em seu ato, Bardock se prontificou a matar os invasores, já que ela não conseguia matar, embora lutasse e frente a isso, conseguiram muitos aliados, enquanto que não se revelavam aos saiyajins, que morriam, sem nem saberem o que os atingiu, uma vez que ambos não usavam armaduras e escondiam as suas caudas.
Já, Raditz, ficava defendendo Tights, não saindo do lado dela, já que ele, seu irmão e seus pais dominavam a forma super saiyajin.
- Vou pesquisar e após conseguir as informações, irei comunicá-lo e caso não esteja próximo do computador, irei enviar uma mensagem.
- Ótimo... Vou desconectar, para me juntar a ele.
- Vai bem fundo, meu filho! – Bardock exclama com um sorriso malicioso.
- Bardock! Pare com essa perversão!
Tights cora, Radiz rosna e Kakarotto suspira, pois, sempre aconteciam confusões na família, sendo uma família bem divertida e unida, ao contrário do que foi com Vegeta, que cresceu só e nesse momento, percebeu o quanto teve sorte de ter uma família tão carinhosa, unida e divertida, sendo que desejava dar tal família a Vegeta e inclusive apresenta-lo oficialmente como o seu parceiro de acasalamento.
Porém, ainda era cedo demais e sabia que seu parceiro de acasalamento, ainda possuía uma considerável lealdade com Bejiita.
Então, ele fala:
- Bem, vou indo... Até!
Nisso, enquanto a confusão ainda residia, vendo que a sua mãe começara a bater ainda mais em Bardock, enquanto que a sua irmã Tighsts estava nos braços de Raditz, extremamente corada, que reclamava com o genitor por ele ser pervertido e por não saber se conter, Kakarotto ordena ao computador:
- Computador, desconecte.
- Sim, Kakarotto-sama.
Nisso, a ligação é encerrada e ele suspira, sendo que se divertiu com a confusão, assim como ficou feliz em dar alívio a sua mãe, pois, ela ficou triste e chateada quando soube da vingança e não gostava de deixá-la triste, após dar tanto amor e carinho para ele e Raditz, de uma forma, que nenhum outro saiyajin recebeu, assim como Tights recebeu esse carinho e amor, pois, Gine era única. Era a exceção entre os saiyajins e o fato de ser ímpar, atraiu o seu genitor.
- Computador, desligue e lacre e sala, após eu sair.
- Como desejar, Kakarotto-sama.
Nisso, ele sai e a sala lacra-se, internamente, com o computador desligando sozinho, enquanto que Kakarotto voltava para dentro do seu quarto, para deitar com seu parceiro de acasalamento, colocando a cabeça dele em cima de seu tórax, novamente, enquanto o abraçava, dando um beijo gentil na testa do mesmo, para depois a cauda dele cobri-los, enquanto ele adormecia
